Brasilprev leva educação financeira para mais de 100 mil pessoas

Brasilprev, Ângela Beatriz de Assis.

Por meio da ação Projetos de Vida na Ponta do Lápis, desenvolvida em parceria com a sua acionista Principal e a Trevisan Escola de Negócios, a companhia entregou mais de duas mil palestras para alunos de escolas públicas e privadas, membros de associações de bairros e outras entidades da Grande São Paulo.

Fonte: Brasilprev

Com mais de duas mil apresentações ministradas em 10 anos de atividade, a iniciativa de educação financeira Projetos de Vida na Ponta do Lápis (PVPL), realizada pela Brasilprev, especialista e líder do setor de previdência privada, superou este ano a marca histórica de 106 mil pessoas beneficiadas. Subsidiada em conjunto com a Principal (acionista da Brasilprev) e realizada em parceria com a Trevisan Escola de Negócios, a ação acaba de ser renovada por mais dois anos.

As palestras gratuitas, que atendem alunos de escolas públicas e privadas, membros de associações de bairros e outras entidades da capital e do ABC paulista, abrangem em sua agenda a importância do planejamento e da educação financeira na vida dos cidadãos. Um destaque é o elevado índice de satisfação das apresentações, superior a 90%. Além disso, os alunos afirmam que os conteúdos os deixam mais seguros para tomar decisões em relação ao dinheiro e, assim, atingir objetivos, uma vez que entendem os benefícios do planejamento financeiro.

Por conta da relevância do projeto, em 2016, o PVPL foi certificado com o Selo ENEF da Estratégia Nacional de Educação Financeira, reconhecimento renovado em 2018. Promovido por órgãos do Governo Federal e da sociedade civil, o selo é direcionado a empresas que contribuem para o fortalecimento da cidadania, a solidez do sistema financeiro nacional e a tomada de decisões conscientes por parte dos cidadãos.

“A Brasilprev entende o seu compromisso com a educação financeira do país, pois essa é uma dimensão fundamental para que os cidadãos planejem e conquistem os seus objetivos em plenitude. Por isso, há 10 anos, criamos o PVPL e, hoje, temos orgulho em anunciar a superação da marca de 100 mil pessoas beneficiadas, o que revela a ótima aceitação e o quão relevante é o projeto para a sociedade.”, afirma a diretora Comercial e de Marketing da Brasilprev, Ângela Beatriz de Assis. “Principalmente neste momento, nesta nova realidade, em que a pandemia expõe a necessidade de se preparar financeiramente para possíveis percalços e desafios nas nossas trajetórias.”.

Para o diretor da Trevisan, Fernando Trevisan, o projeto tem um impacto direto nos jovens. “O trabalho tem grande importância em dois sentidos. O primeiro é levar para jovens de baixa renda, muitas vezes pela primeira vez, conceitos fundamentais de administração do seu orçamento pessoal, que pode ter impacto direto no dia a dia das suas famílias e no seu futuro profissional. Além disso, o projeto propicia que alunos universitários possam desenvolver suas habilidades de comunicação interpessoal ao realizar as palestras, obter um ganho extra para auxiliar nos seus estudos e aplicar na prática muito do que ele trabalha em sala de aula”.

Atuando como voluntário no PVPL, o microempreendedor Robson Jânio Souto destacou o acesso às diferentes realidades brasileiras. “O PVPL me aproximou de algumas habilidades que eu gostaria de aprimorar, como atuar em um projeto social na área de educação e falar em público, e além disso, o ganho social. Da mesma maneira que apresentei palestras para pré-adolescentes que queriam repetir viagens ao exterior, visitei escolas da periferia e instituições sociais nas quais a realidade era completamente diferente. Cada palestra é uma experiência nova e nós acabamos aprendendo muito com tudo isso”.

Aluno do Núcleo de Aprendizagem Profissional e Assistência Social, Gustavo Lopes França afirmou que o projeto beneficia principalmente jovens que estão começando seus primeiros empregos e consequentemente irão receber os primeiros salários. “O conteúdo foi passado de maneira objetiva e muito clara, com certeza uma das melhores palestras que já tive na escola. Essa iniciativa da Brasilprev é muito importante, e eu gostaria de que mais jovens tivessem a oportunidade de acessar o projeto”.

Período de isolamento social e evolução do PVPL

Com o estabelecimento da dinâmica de isolamento social, causado pela crise da Covid-19, as palestras estão sendo realizadas remotamente. No formato de ensino à distância (EAD), já foram ministradas 54 edições online do PVPL, que atingiram mais de 2,1 mil pessoas.

Com a renovação do projeto, essa configuração digital da iniciativa permanecerá e, mesmo com o retorno do formato presencial, a ação contará com os dois modelos. Como próximos passos, o PVPL prevê a criação de uma plataforma para sustentação do processo em prol de uma cultura financeira (com jornada mapeada, com vídeos, e-books, podcasts, simulados, fóruns etc.), ou seja, ele passa da estrutura de palestra para ser um curso aprofundado com certificado. Os multiplicadores serão capacitados e terão como atividade o papel de “tutores” dos participantes, para orientá-los durante todo o processo.

Por fim, com a transformação digital do projeto, ele passa a ter uma abrangência maior, aumentando a sua capilaridade para as fronteiras além da Grande São Paulo, com atendimento a nível nacional.

Allianz Partners anuncia parceria com 99

Allianz 99

Mais de 700 mil motoristas agora podem contratar o serviço de assistência 24h por apenas R﹩ 9,99 por mês 

Fonte: Allianz Partners

A Allianz Partners anuncia uma parceria inédita com a 99, oferecendo o produto Allianz Help, por R﹩ 9,99 ao mês. Trata-se da oferta de serviços de socorro mecânico, reboque, troca de pneu, chaveiro, hospedagem e remoção inter-hospitalar aos mais de 700 mil motoristas cadastrados na plataforma. 

O produto poderá ser adquirido de forma rápida e fácil por intermédio de uma página dedicada exclusivamente aos motoristas parceiros da 99. “A iniciativa é inédita e traz inúmeras vantagens para que os condutores tenham mais tranquilidade ao dirigir no Brasil. Afinal, estamos sempre dispostos a atender as necessidades dos clientes a qualquer hora e em qualquer lugar”, explica Vincent Bleunven, CEO da Allianz Partners no Brasil. 

De acordo com o executivo, poder apoiar as operações de uma das maiores empresas de aplicativo de transporte é uma grande satisfação. “Nossos esforços estão concentrados para sempre oferecer o que há de melhor e mais inovador no mercado em termos de tecnologia no atendimento e, também, na compreensão das novas dinâmicas das cidades no que tange o futuro da mobilidade”, complementa. 

“Uma de nossas prioridades é oferecer cada vez mais segurança a todos os nossos stakeholders. Por isso, a parceria com a Allianz Partners reforça esse objetivo, contribuindo para a confiança dos motoristas parceiros na nossa plataforma”, afirma Georgio Dovas, Gerente de Novos Negócios da 99. 

Série de podcasts produzidos pela SulAmérica debatem saúde emocional

Disponíveis no Spotify, episódios são conduzidos por Marcela Ceribelli e 
tratam de depressão, ansiedade e isolamento 

Fonte: SulAmérica

Cuidar da saúde emocional subiu alguns degraus entre as prioridades das pessoas durante a pandemia. O assunto, muitas vezes visto como tabu e adiado em busca de tratamento, ficou evidente sobretudo durante o isolamento social. Para fomentar o movimento de quebra deste paradigma, a SulAmérica preparou uma série de seis podcasts, disponíveis no Spotify e conduzidos pela jornalista e podcaster Marcela Ceribelli, que entrevista profissionais especializados nos cuidados com a mente. Três já estão no ar: E a saúde emocional, como vai?Pare e respire – um papo sobre ansiedade; eDepressão – um perigo silencioso . 

“Queremos colaborar para a desmistificação desse tema. Muitas pessoas sofrem caladas por causa da falta de informação e do preconceito. Hoje vemos mais pessoas em busca de acolhimento para lidar com questões que muitas vezes foram adiadas. A pandemia trouxe essa reflexão e acelerou a mudança de hábito, mas ainda há muito a se fazer”, diz Tereza Veloso, diretora técnica Médica e Rede Credenciada da SulAmérica. 

Os podcasts fazem parte do programa Única Mente da SulAmérica, que é focado em prevenção, diagnose, tratamento e reabilitação de beneficiários com depressão, ansiedade, transtorno de pânico, burnout e estresse pós-traumático. O propósito é garantir a individualização das medidas terapêuticas, de acordo com as necessidades de cada caso, viabilizando o acesso e a qualidade do tratamento, assim como o acompanhamento da sua execução em todas as fases. 

Um levantamento recente da SulAmérica mostra que a procura pelo Única Mente aumentou 28% de abril a junho, em comparação aos meses de janeiro, fevereiro e março. Ansiedade e depressão são as patologias mais frequentes entre os beneficiários acompanhados. A pesquisa também aponta que os meses de maio, junho e julho foram os que apresentaram maior número de consultas dentro do programa: houve um aumento de 48% nos atendimentos de psiquiatria e psicologia em relação aos meses de fevereiro, março e abril. 

Crescimento de IPOs no Brasil aumenta procura por seguro específico para oferta pública (POSI)

flavio sa aig

Fonte: AIG

Nos últimos meses, diversas empresas demonstraram interesse em abrir capital na bolsa brasileira. Estima-se que cerca de 40 companhias pretendem protocolar o pedido de IPO (oferta inicial de ações, na sigla em inglês) até outubro, quando se encerra o prazo para a solicitação. Com esse mercado bastante aquecido, o setor de seguros tem verificado também um grande aumento na procura pelo seguro POSI (Public Offering Securities Insurance), apólice de Responsabilidade Civil para oferta pública de valores mobiliários. O produto visa conceder cobertura à emissora e seus diretores e administradores em relação a qualquer oferta de valores mobiliários que possua prospecto ou outros documentos da oferta, entre eles IPOs. 

“Ao longo do ano, vimos a procura aumentar, sendo que registramos um número recorde dos pedidos de cotação entre os meses de julho e agosto”, contou Flavio Sá, Gerente de Linhas Financeiras da AIG. “A procura pelo seguro está concentrada em empresas buscando IPOs ou ofertas subsequentes (follow ons), com oferta pública de ações ou emissão de dívidas, e existe uma maior procura das empresas em busca da emissão de valores mobiliários como alternativa para fortalecimento de caixa, o que resulta em maior demanda pelo POSI”, completa. 

Uma das líderes do segmento no Brasil, a AIG lançou o Seguro para Ofertas de valores mobiliários em meados dos anos 2000. Neste ano, considerando os dados do primeiro semestre, a seguradora manteve uma estabilidade no produto, porém teve uma maior procura por parte dos clientes, principalmente pelo aumento das ofertas públicas. 

“A conscientização sobre a importância deste seguro tem resultado na sua contratação sempre que a empresa vem a público com o interesse de abrir capital ou realizar oferta subsequente. Por isso, falar em crescimento do seguro POSI deve ser relacionado com a retomada dos planos de abertura de capital no Brasil que se fez mais visível nos últimos meses. E esse indicador parece não ter volta, pois mesmo neste momento em que estamos em uma situação econômica instável, é crescente o número de empresas fazendo esse movimento em busca de captação de recursos”, explica Flavio.  

A principal vantagem da contratação do POSI em separado do seguro de D&O (apólice voltada para executivos) é o fato de o segurado ter a possibilidade de contratar um limite específico para a operação, não ligado ao dia a dia da companhia. 

MAG Finanças inicia participação na fase restrita do PIX

mag financas

Isso deixará a emprega do grupo segurador apta a fazer testes e implementar APIs e assim facilitar pagamento de seguros

A MAG Investimentos promoveu na manhã de terça-feira (20) uma live para discutir o PIX. Participaram do debate João Manoel Pinho de Mello, diretor do Banco Central, Marcos Diniz, diretor executivo da MAG Finanças, Patrícia Pereira, estrategista da MAG Investimentos, e Arnaldo Lima, diretor de Estratégias Públicas do Grupo Mongeral Aegon, que foi o moderador. 

O diretor do Banco Central contextualizou a nova modalidade de transação bancária, explicando seu desenvolvimento e vantagens para os usuários e empresas, ressaltando a segurança, velocidade, conveniência e multiplicidade de uso. “O PIX é tão ou mais seguro do que os meios de pagamento que existem no Brasil. Pois ele foi construído com base em uma larga experiência que o Bacen tem em operar plataformas de liquidação e meios de pagamento e contou com o apoio de diversas empresas e suas experiências em lidar com questões de segurança”, explica Mello. 

Durante a live, também foi anunciado que a MAG Finanças iniciou sua participação na fase restrita do PIX e, com isso, está apta a fazer testes e implementar APIs. Para o lançamento da modalidade de transações bancárias em sua cartela de serviços, a companhia apresentará no início de novembro seu novo aplicativo. “Disponível para Android e iOS, ele está ainda mais rápido e seguro, com uma tecnologia nativa, além de ter todas as funcionalidades do PIX”, afirma Diniz. 

Além disso, para a frente de prestadora de pagamentos da seguradora, serão revistas as cobranças de forma em geral, uma vez que existem barreiras nos processos burocráticos de algumas instituições, que exigem, até mesmo, autorização em papel, além de problemas no débito automático. “Isso prejudica a venda e por isso estamos buscando simplificar esse processo, porque o PIX agendado irá substituir o débito automático e o cliente precisará autorizar apenas uma vez. Nosso objetivo é entregar o melhor possível para o corretor”, completa o executivo. 

Para Patrícia Pereira, o interesse das pessoas na nova modalidade aponta a importância dessa iniciativa para o mercado. “O PIX irá democratizar a experiência de compra e conseguiremos ter um ciclo de política monetária que seja mais efetivo, dando espaço para a manutenção da taxa por ciclos maiores”, conclui Patrícia. 

O conteúdo está disponível na íntegra no canal do YouTube da MAG Investimentos 

Clientes que realizarem test drive no Peugeot 208 contam com seguro da Seguros SURA

Fonte: Seguros Sura

A Seguros SURA e o Banco PSA reforçam parceria e juntas oferecem cobertura aos veículos de test drive do novo modelo Peugeot 208 em todo o Brasil, em caso de dano ao veículo e a terceiros. Os carros segurados serão identificados com adesivos da Seguros SURA nos para-brisas traseiros e com um crachá veicular pendurado no espelho retrovisor interno. 

“Esta parceria com a PSA para explorar esse novo mundo de seguros de mobilidade é fruto da nossa expertise no mercado de frotas e automóveis, que nos permitiu desenvolver uma solução específica para os modelos de test drive no lançamento da Peugeot”, explica Carlos Savarese, diretor de Mobilidade e Resseguros da Seguros SURA. “Esse é mais um serviço da Seguros SURA para “proporcionar bem-estar para as pessoas durante a jornada a partir de uma mobilidade segura para os deslocamentos do dia a dia”. 

O Seguro para Frotas de Automóveis oferece cobertura para danos ao veículo em caso de colisão, incêndio e roubo, além de danos a terceiros em caso de danos materiais e corporais. 

A fabricante tem uma estratégia diferenciada de vendas. Além de ampliar a frota de unidades disponíveis para test drive, a Peugeot promete oferecer uma nova modalidade de test drive, na qual alguns clientes poderão avaliá-lo por 24 horas, sem limite de quilometragem.

IRB disponibiliza relatório de agosto deste ano com perdas de R$ 65,4 milhões

Irb brasil re

Excluindo-se o impacto dos negócios descontinuados, apresentaria lucro líquido de R$ 73,8 milhões 

Fonte: IRB

Em comunicado enviado hoje ao mercado e aos acionistas, o IRB Brasil RE informou que disponibilizou relatório periódico mensal enviado à Superintendência de Seguros Privados (Susep), por meio do Formulário de Informações Periódicas (FIP).  

Para melhor entendimento, uma vez que o FIP atende ao plano de contas exigido pelo regulador, na data de hoje, o ressegurador disponibilizou em seu site de RI planilha com os dados financeiros referentes aos meses de janeiro a agosto de 2020, que reconcilia essas informações com o modelo Visão Negócio, já praticado pela companhia em suas divulgações periódicas. O comunicado ressalta que os dados estão sujeitos a mudanças e não foram auditados.  

A seguir, alguns dos destaques do período apresentados pelo IRB: 

  • Faturamento bruto de agosto/20 (Prêmio Emitido): atingiu R$ 697,6 milhões, mesmo nível de agosto de 2019, sendo R$ 357,6 milhões no Brasil e R$ 340,0 milhões no exterior. No exterior, o crescimento foi de 11,7%, compensado por um decréscimo no prêmio Brasil de 9,4% em relação a agosto de 2019.  
  • Faturamento de competência de agosto/20 (Prêmio Ganho): O prêmio ganho totalizou R$ 663 milhões.  
  • Índice de Sinistralidade (Despesas de Sinistros/Faturamento de Competência do período): a despesa de sinistro foi de R$ 593,8 milhões, com um índice de sinistralidade de 89,6% no mês de agosto, revertendo a tendência observada no primeiro semestre de 2020, que apresentou uma sinistralidade de 108,0%. Quando excluídos os sinistros dos negócios não continuados – cancelados e/ou não renovados – esse índice se situa em 56,0%.   
  • Índice de Gastos Externos (principalmente comissões) se situaram em 22,4%; e o de Gastos Internos (despesas administrativas) se situaram em 4,6%; enquanto o Índice de Resultado Financeiro e Patrimonial alcançou 7,1% do faturamento de competência de agosto/20.  
  • Contribuição Marginal (Resultado de “Underwriting” ou de Subscrição): em agosto de 2020, o resultado de underwriting foi negativo em R$ 99,3 milhões, devido à elevada sinistralidade dos negócios descontinuados no valor de R$ 263,1 milhões.  
  • Lucro (prejuízo) líquido: em agosto de 2020, o prejuízo líquido reportado foi de R$ 65,4 milhões (excluindo-se o impacto dos negócios descontinuados, apresentaria lucro líquido de R$ 73,8 milhões).  

Webinar Sonho Seguro: “Do discurso à prática: Como as seguradoras cuidam do planeta?”

webinar sonho seguro

Evento acontece no dia 28 de outubro, às 11 horas, no canal do Youtube do Sonho Seguro. Agende-se para assistir no dia ou quando tiver uma brecha na agenda. Mas não perca este debate

Do discurso à prática: Como as seguradoras cuidam do planeta? Qual a estratégia de ESG adotada e o que mudou com a pandemia? Que tipo de serviço oferecem aos segurados que necessitam fazer descartes de bens? Que material é o mais recolhido a pedido dos consumidores e das seguradoras? Quem coleta “entulhos”?

Para responder essas e outras questões, o Blog Sonho Seguro realizará no dia 28 de outubro, às 11 horas, o webinar  “Como as seguradoras cuidam do planeta”. O objetivo é debater a estratégia das seguradoras no tema indicadores sociais, ambientais e de governança, conhecido pela sigla ESG, que tem pautado a mídia do mundo inteiro. Afinal, as demandas neste tema ganham protagonismo no mundo todo pois ajudam a determinar o melhor desempenho financeiro futuro das empresas. 

Os investimentos sustentáveis já são uma demanda prioritária tanto para grandes investidores como para pequenos consumidores, o que tem pressionado cada dia mais as empresas por práticas verdadeiramente “verdes”. Tão importante como não causar danos, as empresas precisam ter uma política clara de mitigação e adaptação dos riscos por conta das mudanças climáticas; proteção de recursos hídricos e marinhos; transição para a economia circular e reciclagem e proteção dos ecossistemas e biodiversidade.

A questão que fica é: como as seguradoras podem ajudar as empresas nesta jornada?

Participarão executivos de três seguradoras – Porto Seguro, Bradesco Auto RE e Zurich Brasil, por já implementarem ações diferenciadas e que são referência no setor neste assunto. Um importante passo já dado pelo setor é o Descarte Ecológico. Para falar deste tema, o blog convidou também a Ecoassist, empresa referência no mercado segurador neste serviço prestado à sociedade pelas seguradoras. 

Coloque na agenda e venha conferir esta conversa, com um tema importante para todos! Se inscreva no canal do YouTube do Sonho Seguro e ative o lembrete para participar no dia ou para assistir quando tiver uma brecha em sua agenda. 

Eber Souza, diretor geral da Ecoassist

A empresa tem a missão de desenvolver e implementar serviços e produtos inovadores e pioneiros de assistência ao consumo e ao desenvolvimento sustentável dos indivíduos e das empresas, visando uma melhoria contínua da qualidade de vida e do meio ambiente, estimulando clientes, colaboradores e parceiros à adoção de práticas sustentáveis diárias.  

Edson Franco, CEO Zurich Seguros 

Algumas operações da Zurich só indenizam o segurado mediante a coleta dos salvados. Essa é uma preocupação com o meio ambiente, pois os itens deixam de ser despejados em rios, ruas e calçadas. A Zurich fazendo isso, não está somente resolvendo o problema do segurado dela, mas de todo o meio ambiente.   

Marcelo Picanço, vice-presidente da Porto Seguro 

A Porto Seguro oferece o serviço de Descarte Inteligente para os segurados da Itaú Auto Residência, que não sabem o que fazer com os móveis velhos, geladeiras queimadas, fogões sem utilidade. Recentemente, lançou o serviço de Descarte Inteligente de Sacos de Entulho e Restos de Obras. Além disso, oferece o serviço de consultoria ambiental, que são dicas e orientações para o consumo consciente, reaproveitamento de recicláveis, entre outros. 

Ney Dias, diretor geral da Bradesco Seguros 

A Bradesco Auto RE, seguradora de bens do grupo Bradesco Seguros, oferece o serviço de Descarte Ecológico para os segurados do seguro residencial. É inegável a importância do exemplo da seguradora neste tema. Ações que contam com o engajamento do Bradesco tendem a ter grande apelo a todos.  

Artigo: Como segurar um valor intangível como obras de arte

por Cristiane Porto Rodrigues(*)

Como o filósofo Walter Benjamin conceituou em seu trabalho, o que define uma obra de arte é o fato de ser única. Não é algo a ser usado, mas a ser apreciado – o que significa que se trata de um bem com valor cultural e também emocional.  Isso, porém, não impede que uma obra de arte tenha valor monetário.  Como parte de um patrimônio, assim como qualquer outro, está sujeita a riscos e perdas. 

Se uma obra de arte é importante para você, seja por causa do valor financeiro ou da conexão emocional, fazer um seguro é fundamental. Afinal, por mais que você trate suas peças com cuidado, não há garantia de que ela não venha a ser afetada por outros ou pela natureza. Danos causados ​​pela água ou incêndio podem exigir restaurações caras, roubos ou avarias ocorridas quando as peças são transportadas para um museu, casa de leilões, galeria ou simplesmente realocação durante uma mudança, também são riscos fora de seu controle.

Colecionáveis, obras de arte, móveis de design, objetos de decoração, tapetes e tapeçarias e antiguidades são alguns dos itens normalmente cobertos por uma apólice de seguro de Obras de Arte. Ao contrário do que algumas pessoas pensam, elas não devem ser integradas a uma apólice patrimonial. O impacto financeiro associado a perda de uma obra de arte pode ser bastante considerável quando levadas em consideração as taxas de restauração e a depreciação do valor, que são cobertos pela maioria das apólices de obras de arte.  O seguro patrimonial, por não conter linguagem específica para esse tipo de bem, pode não responder a uma perda da mesma maneira.  Além disso, uma apólice exclusiva de Obras de Arte pode ter uma franquia muito baixa, dependendo das exposições, ao contrário das apólices patrimoniais. 

Não é raro que uma obra de arte seja armazenada ou exibida junto com outras peças, o que provoca um efeito cascata quando se falando em danos. A possibilidade de uma perda impactar várias obras ou até mesmo uma coleção inteira é muito real, especialmente nos dias de hoje, quando grandes catástrofes naturais estão se tornando cada vez mais comuns. Para colecionadores privados, muitas vezes a coleção de arte é um investimento e pode representar uma parte significativa de seu patrimônio geral. Fazer um seguro de arte protege o valor da coleção e a segurança financeira do segurado, porém, é preciso desmistificar a concepção de que só vale a pena fazer seguro para uma coleção que inclua muitas peças e, portanto, seja avaliada em uma determinada quantia. Em arte, existem apólices diferentes, assim como em outras linhas de produtos: segurar um iate, por exemplo, é diferente de segurar uma frota de cargueiros.  

As seguradoras precisam de uma prova do valor da obra a ser segurada, por isso, recibos de compra, atestados de originalidade e avaliações feitas por experts são fundamentais na hora de adquirir uma apólice, uma vez que todos os dados da obra são auto-declarados. Certifique-se de ter recebido um certificado de título ou autenticidade, pois o mundo da arte está repleto de falsificações. Manter registros organizados também ajuda a avaliar a arte por um valor justo. Mesmo que você comece com um registro em papel, faça o que puder para digitalizar o máximo possível para que possa facilmente, por e-mail, compartilhar esses resultados com uma seguradora. 

Não há um valor fixo para segurar obras de arte, pois se trata de um seguro muito personalizado – não apenas por conta das características das peças em si, mas também do tipo de cobertura que o segurado prefere.  Entre os fatores considerados, estão: o perfil do cliente, o tipo de arte, tamanho do risco, características específicas do local onde a arte é mantida, entre outros itens. Como as apólices de Belas Artes são geralmente subscritas com base em Todos os Riscos, ou “All Risks”, como é mundialmente conhecido, é importante prestar muita atenção às exclusões específicas listadas em uma proposta de cobertura, junto com os sublimites oferecidos para Trânsitos e Locais Não Nomeados. A AXAXL tem equipes com experiência nesse segmento, bem como com fortes relacionamentos com a comunidade artística, visando sempre favorecer o acesso aos melhores restauradores, conservadores e avaliadores.

Como reduzir o risco

Proteger obras de arte envolve mais do que a aquisição de uma apólice. É preciso ter consciência dos riscos aos quais ela está exposta e planejar e implementar estratégias de prevenção de perdas.

Depois que uma peça é comprada, por exemplo, o primeiro desafio é garantir a segurança no transporte. Uma obra de arte pode viajar por terra, mar ou ar para chegar ao seu destino, e é durante esse movimento que ocorre a maioria dos possíveis danos a uma obra de arte, como quedas, roubos e acidentes.  Para minimizar as chances de que isso ocorra, procure contratar empresas especializadas, transportadores não especializados não terão os procedimentos adequados para garantir que a arte seja transportada com segurança. Solicite imagens da peça no contêiner de armazenamento em que ela viajará para identificar quaisquer ferramentas ou artigos soltos que possam se mover durante a viagem e danificar a arte, opte por caixas personalizadas para obras de arte de alto valor, pois elas permitem uma amarração mais resistente para evitar o movimento durante o transporte. Vale a pena também fazer uma inspeção profissional de pré e pós-condição em todas as peças que estão sendo movidas, bem como revisar os relatórios de condição antes e depois da mudança para garantir que a obra seja entregue sem danos. E não esqueça de incluir em sua apólice a garantia de que a peça será coberta antes da mudança e o valor seja adequado para cobrir uma perda total.

Galerias, museus, universidades e outras organizações estão constantemente em busca de novas obras para exibir em seus espaços, e se você decidiu emprestar uma obra de sua propriedade, comece solicitando o certificado de seguro e detalhes de como a apólice da entidade cobrirá a peça enquanto estiver sob seus cuidados, custódia e controle. A entidade tem cobertura “prego a prego” para ser coberta durante o transporte? Eles têm a cobertura adequada se a arte for transportada por via marítima ou aérea? Os limites de cobertura de sua apólice são adequados para cobrir uma perda total? Reveja o contrato de empréstimo para garantir que está evidenciado onde a arte será exibida, por quanto tempo e se será movida, e, por fim, se a entidade tem um plano de resposta a emergências.  Revise os relatórios de condição antes e depois do período de empréstimo para garantir que a arte seja devolvida sem danos. Assim como no transporte, após a aquisição da peça, ao emprestá-la você também precisa se certificar de que ela seja embalada e enviada por especialistas em transporte de arte.

Caso você precise armazenar suas obras de arte em um depósito, aqui vão algumas dicas importantes: revise sua apólice para checar se ela tem uma cobertura adequada para situações como essa; preste atenção à localização do depósito para avaliar se ele está localizado em uma área de alto risco de inundação, roubo, terremoto ou incêndio florestal; certifique-se de que a obra nunca seja mantida no chão; faça uma inspeção profissional de pré e pós-condição em todas as peças armazenadas e, por fim, revise os relatórios de condição antes e depois de movê-los para o armazenamento, para garantir que a arte seja entregue sem danos.

(*) Cristiane Porto Rodrigues é Head of Art/ Brazil da AXA XL

Expectativa de PIB melhora para 2020, mas preocupações com déficit fiscal piora indicador para 2021

Priscila Aguiar, economista do CEM - Comissão Estudos de Mercado da CNseg

Para os próximos meses, são esperados aumentos marginais, que poderão amenizar o cenário de recessão econômica provocada pela pandemia, estima a economista da CNseg

O desconforto com os graves riscos fiscais tem agravado a preocupação do investidor com a inflação, que teve mais um ajuste nesta semana no relatório Focus, de 2,47% para 2,65%. Para Priscila Aguiar, economista do CEM – Comissão Estudos de Mercado da CNseg, responsável pelo boletim de Acompanhamento das Expectativas Econômicas divulgada pela Superintendência de Estudos e Projetos (Suesp), da CNseg, dado que o resultado do IPCA de setembro ficou acima das expectativas, é natural que o mercado reveja suas projeções com base no resultado divulgado.

“Em relação ao governo, a falta de uma definição clara das ações relacionadas à política fiscal e a forma de financiamento do programa renda cidadã afetam as expectativas. Entretanto, o governo tem sinalizado de que não pretende furar o teto. Se as definições ocorrerem, as expectativas positivas se mantêm”, disse ela ao blog Sonho Seguro.

Segundo ela, Não há dúvidas de que definições de ajuste fiscal ajudariam a conter o risco de alta de juros, prevista pelos agentes do mercado financeiro para a última reunião do Copom do ano, em dezembro. “Entretanto, o Banco Central atua olhando não apenas para a evolução da inflação, mas também para a perspectiva do regime fiscal. Sendo dois fatores primordiais para as expectativas de longo prazo dos agentes financeiros”, comentou.

Leia abaixo o boletim completo:

O Banco Central (BC) divulgou na última semana o resultado do seu índice de atividade IBC-Br do mês de agosto –considerado uma prévia do PIB -, que registrou alta de 1,06% em relação a julho (com ajuste sazonal). Após a expressiva queda do índice em abril (-9,27% quando comparado a março), agosto já é o quarto mês consecutivo de resultados positivos, embora abaixo das expectativas do mercado, que esperava crescimento de 1,60%, segundo pesquisa da Reuters.

Na comparação mensal, houve um recuo de 3,92% em relação ao mesmo mês do ano anterior. No acumulado de 12 meses, o índice está negativo em 3,09% e, no acumulado do ano até agosto, negativo em 5,44%. Os resultados do IBC-Br estão em linha com o desempenho da atividade econômica avaliado pelo monitor do PIB divulgado recentemente pela Fundação Getúlio Vargas (FGV). O indicador da FGV apontou crescimento de 2,2% em agosto, na comparação com julho.

Em relação ao mesmo mês do ano anterior, há retração de 4,9%. O que há de mais importante a reter dos dois indicadores, é que sinalizam a retomada das atividades, porém ainda em ritmo lento, e também o aumento das exportações – com destaque para os produtos agropecuários beneficiados pela alta taxa de câmbio -, como um fator que tem ajudado na recuperação da atividade econômica. Para os próximos meses, são esperados aumentos marginais, que poderão amenizar o cenário de recessão econômica provocada pela pandemia.

O Boletim Focus do BC mostra melhora na expectativa do PIB para 2020, passando de -5,03% para -5,00%. Para 2021, após 20 semanas de projeção em 3,50%, as expectativas foram reduzidas levemente e os analistas preveem um crescimento de 3,47%.

O setor de serviços ainda mostra resultado abaixo do esperado. A recuperação tende a ser mais lenta e mais sensível à crise pandêmica, sendo esperada uma melhora do cenário com o avanço das medidas de flexibilização do isolamento social. A Pesquisa Mensal de Serviços (PMS) de agosto, divulgada pelo IBGE, mostra queda de 10,0% na comparação com o mesmo mês do ano anterior.

No acumulado até agosto, a queda é de 9,0% e, em 12 meses, o recuo é de 5,3%, o mais intenso da série histórica. Entretanto, quando comparado com o mês de julho, houve crescimento de 2,9%, configurando-se na terceira taxa mensal positiva seguida. A alta do mês de agosto foi observada em quatro das cinco atividades pesquisadas.

Destaque para Serviços Prestados às Famílias (33,3%), que teve o maior avanço da série histórica, mas ainda acumula queda de 38,9% até agosto, refletindo a retomada lenta com a ampliação das medidas de flexibilização do isolamento social na prestação de serviços, principalmente os serviços de restaurantes, hotéis, academias de ginástica e salões de beleza em que foram autorizados ao retornos das atividades, mas com capacidade reduzida.

O grupo transportes, serviços auxiliares aos transportes e correios (3,9%), apresentou a segunda maior alta do mês, mas, no acumulado do ano, há retração de 8,9% em razão da redução no volume de operações de transporte aéreo e rodoviário de passageiros, rodoviário de cargas e metroferroviário de passageiros.

Entretanto, com o retorno das atividades do comércio, é esperado um aumento no tráfego de transporte rodoviário de cargas, atribuído à necessidade de armazenamento e distribuição do comércio. O único resultado negativo em agosto veio de serviços de informação e comunicação (- 1,4%), que acumula queda de 2,7% até agosto, reflexo das perdas de receita especialmente no segmento de telecomunicações.

Sobre os índices de preços, a recente divulgação do IGP-M (Índice Geral de Preços- Mercado) mostra uma alta de 2,92% na segunda prévia de outubro. No mesmo período do mês anterior, a alta foi de 4,57%. A FGV informou que a variação dos preços das commodities aliviou a pressão sobre a inflação no atacado, impactando a redução do índice. No acumulado até agosto, o índice está em 17,74%.

No Boletim Focus, é esperado um IGPM de 17,15% em 2020 e de 4,30% em 2021. Os demais indicadores que tiveram aumento na projeção da mediana no Boletim Focus foram a taxa de câmbio, que passou de R$/US$ 5,30 para R$/US$ 5,35 em 2020, mantendo a mesma mediana para 2021, R$/US$ 5,10; e o IPCA que, pela 10a semana consecutiva, registrou aumento na projeção da mediana do indicador, passando de 2,47% para 2,65% em 2020, ultrapassando o piso da meta que é de 2,5%.

No calendário econômico da semana, são aguardadas as divulgações do Índice de Confiança do Consumidor (22/10) e das estatísticas do setor externo do Banco Central (23/10).