ICSS indica que mercado está mais otimista

Fonte: Fenacor

O Índice de Confiança do Setor de Seguros (ICSS) apurado através de pesquisa realizada pela Fenacor, aponta que corretores, seguradores e, em menor escala, os resseguradores estão mais otimistas neste final de outubro. Os indicadores voltaram a ficar acima de 100 pontos, tanto nos casos de corretores (111,1) quanto de seguradores (107,2). Já entre os resseguradores, chegou perto disso, alcançando 99,5. 

Em termos econômicos, as respostas foram predominantemente positivas, apontando um cenário melhor nos próximos seis meses. 

Embora a base atual seja baixa, o que ajuda na comparação mais favorável, é importante destacar que a última vez que tal comportamento otimista prevaleceu foi na pesquisa realizada em fevereiro deste ano. 

ECONOMIA. A pesquisa apurou que 33% dos corretores e 44% dos seguradores acreditam em crescimento da economia nos próximos seis meses. A grande maioria dos corretores – 67% – aguardam um quadro de estabilidade, projeção feita por 36% dos seguradores. Há ainda um percentual 20% de seguradores que acreditam em um quadro “pior” nos próximos meses.

FATURAMENTO. Apenas 5% dos corretores temem uma queda do faturamento do setor no final de 2020 e início de 2021.Para 76% dos entrevistados a receita ficará estável, enquanto 19% apostam no crescimento. 

Entre os seguradores, 4% dos entrevistados projetam um faturamento “muito melhor”, 32% aguardam um quadro “melhor” e somente 16% temem uma queda na arrecadação. Para 48%, a receita permanecerá estável.

RENTABILIDADE. Quanto à rentabilidade, 61% dos corretores apostam em um cenário estável e 29% acreditam na possibilidade de um avanço.

Entre os seguradores, 24% enxergam a possibilidade de crescimento e 48% projetam um cenário de estabilidade. Há ainda 28% que temem uma redução da rentabilidade do setor.

Copom mantém Selic e reforça que o cenário fiscal determinará a taxa de juro

A novidade foi a explicitação mais direta dos efeitos da depreciação cambial e dos preços das commodities sobre a inflação no curto prazo

Nesta quarta-feira (28), na penúltima reunião do ano, o Comitê de Política Monetária (Copom) manteve a Selic em 2%. Embora a expectativa ainda seja de não alteração da taxa até o final de 2020, o mercado já começa a vislumbrar um aumento entre 0,25 e 0,5 ponto percentual no início do ano que vem. O próximo e último encontro de 2020 ocorre em 9 de dezembro.

“A decisão do BC veio em linha com o que estávamos esperando, ou seja, pela manutenção da taxa Selic em 2% e de grande parte da comunicação adotada no comunicado anterior. Manteve tanto a percepção de um ambiente externo mais favorável para emergentes como as incertezas que cercam este cenário. Reforçou o caráter temporário do aumento dos preços dos alimentos”, disse Júlio Cesar Barros, economista da MAG Investimentos.

Segundo ele, a despeito dos enormes ruídos sobre a arrumação fiscal, o BC manteve o entendimento de que não houve alteração do regime fiscal e, portanto, seguiu com o Forward Guidance e com a opcionalidade de corte residual. A novidade foi a explicitação mais direta dos efeitos da depreciação cambial e dos preços das commodities sobre a inflação no curto prazo. “Além disso, também passou a considerar que os núcleos se encontram em níveis compatíveis com o cumprimento da meta para a inflação no horizonte relevante para a política monetária. Portanto, manteve o entendimento de que o quadro fiscal continua sendo o fator determinante para a trajetória futura dos juros”.

Seguradora canadense Fairfax avança no segmento agrícola

A seguradora registrou crescimento de 70% em prêmios entre 2018 e 2019 e prevê recorde em 2020, com destaque para o seguro agrícola em áreas de soja

Fonte: FairFax

A cultura do seguro rural está avançando no Brasil. O setor está recebendo maior atenção do Ministério da Agricultura, por meio do Programa de Subvenção ao Prêmio do Seguro Rural (PSR), e os produtores ruais estão atentos em busca de boas oportunidades para contratar o seguro.

A seguradora canadense Fairfax está acompanhando a evolução do mercado de seguro rural com otimismo. De acordo com Fabio Damasceno (foto), diretor de Agronegócio da Fairfax Brasil, o avanço é fruto da conscientização sobre a importância do seguro para minimizar os riscos da atividade rural. “O mercado está amadurecendo e os números comprovam isso. Quando o agricultor encontra um produto adequado para as suas necessidades, passa a enxergá-lo como uma ferramenta de gestão de risco. O seguro representa um insumo dentro da cadeia e não um custo”, afirma.

O ano de 2020 se consolida como um marco para a história do seguro rural no Brasil. Foram disponibilizados R$ 955 milhões para os subsídios do PSR, ante R$ 440 milhões em 2019. “Temos o melhor cenário de todos os anos para o acesso ao seguro rural, com o maior volume de recursos disponível. O cenário está caminhando para que grande parte da produção agrícola brasileira seja assegurada. Este ano deverá superar os 10 milhões de hectares com apólices subvencionadas”, afirma Guilherme Frezzarin, Gerente Técnico da Unidade de Agronegócios da Fairfax Brasil.

Recorde de contratações

Até a primeira quinzena de outubro, 140 mil apólices de seguro rural (todas as modalidades) já tinham sido subvencionadas com os recursos previstos para 2020, enquanto no ano passado o PSR encerrou o ano com cerca de 95 mil apólices subvencionadas. Para a atual safra de soja verão, foram aprovadas 75 mil apólices subvencionadas e a Fairfax responde por 15% deste segmento. “Estamos liderando nas contratações de seguro subvencionado para as safras de verão”, conta Frezzarin.

Segundo Frezzarin, o PSR oferece um percentual subsidiado pelo Governo de até 55% sobre o valor do prêmio, a depender da modalidade de seguro e do perfil do produtor. Essa política pública vêm se adaptando ao longo dos anos para ajudar o produtor a proteger a atividade rural. “O Ministério têm buscado incentivar alguns tipos de produtos, como o seguro de produtividade, custeio e seguro de faturamento”, diz Frezzarin.

Além disso, o Ministério da Agricultura lançou, em julho deste ano, o projeto Monitor do Seguro Rural, que vai ajudar a impulsionar o mercado de seguro rural. A inciativa promove reuniões para ouvir representantes do setor, com o objetivo de avaliar os produtos e serviços ofertados pelas seguradoras e propor melhorias até 2022.

Oportunidades

Outra boa notícia é que, com a expansão do mercado, houve uma redução no valor dos prêmios e as soluções também estão evoluindo. “Houve um decréscimo de 4,4% na taxa média do Brasil entre 2019 e 2020. Atualmente, já existem no mercado produtos mais aderentes à realidade da fazenda e seus riscos. Temos soluções feitas sob medida com recurso global e decisão local”, afirma Damasceno.

Operando desde 2010 no Brasil, a Fairfax tem uma cultura inovadora e vem crescendo significativamente. Segundo o diretor de Agronegócio, a Fairfax Brasil cresceu 70% em prêmios entre 2018 e 2019, por exemplo. “O segmento de seguro agrícola ganha cada vez mais importância e cresce junto com o agronegócio brasileiro. A tendência é oferecermos produtos cada vez mais personalizados”, diz Damasceno.

A Fairfax Brasil têm se destacado por meio de processos eficientes, parcerias perenes e bons relacionamentos. De acordo com o Gerente Comercial de Agronegócios da Fairfax Brasil, Diego Caputo, a Fairfax conseguiu manter a presença junto aos parceiros neste ano, apesar dos desafios em razão da pandemia do coronavírus. “A unidade de negócios Agro da Fairfax Brasil está cada vez mais próxima do agricultor. O cooperativismo ganhou relevância e os elos da cadeia estão se fortalecendo através da colaboração”, afirma Caputo. “As fortes parcerias entre Fairfax Brasil, cooperativas e corretores especialistas permitem a criação de produtos que atendam às necessidades do produtor para que ele plante tranquilo, consciente e de forma sustentável.”

O gerente técnico Guilherme Frezzarin reforça que as mudanças climáticas trazem um cenário cada vez mais desafiador para o agronegócio, evidenciando a importância do seguro para proteger as lavouras. “Temos um histórico recente de quebras de safra na região Sul, a sinistralidade foi altíssima para safras de verão e de inverno. Os eventos climáticos têm acontecido com mais frequência e com maior severidade”, analisa Frezzarin.

Insurtechs captam US$ 2,5 bi em 104 negócios, segundo estudo da Willis

insurtechs Willis

Mais um estudo sobre insurtechs. Segundo a corretora Willis Towers Watson PLC, que divulga o levantamento sobre insutechs a cada trimestre, as empresas de tecnologia do setor levantaram globalmente US$ 2,54 bilhões em 104 negócios durante o terceiro trimestre de 2020. Os dados totais são “aumentos notáveis” tanto no financiamento quanto na contagem de negócios, 63% e 41%, respectivamente, em comparação com o segundo trimestre, revela o relatório trimestral InsurTech Briefing Q3 2020.

O terceiro trimestre também registrou a oferta pública inicial de US$ 405 milhões da Duck Creek Technologies Inc., que se segue ao bem-sucedido IPO de US$ 319 milhões da seguradora Lemonade Inc. no segundo trimestre, observou Willis.

Os Estados Unidos sediaram 42% dos 104 negócios no trimestre, o Reino Unido 8% e a Índia 6%, com 18% dos negócios listados como ocorridos em países fora dos EUA, Reino Unido, Índia, França, China , Alemanha, Canadá, Israel e Japão, de acordo com dados do relatório.

O financiamento proveniente de seguradoras de bens e responsabilidades foi dominado, 49%, por transações de empresas business-to-business, seguido pela aposta de distribuidores de produtos em 41% e insurtechs que já têm permissão para atuar com seguros em 10%.

Mais da metade das transações, 31% em rodadas na Série A, envolveram empreendimentos em estágio inicial. A Série B foi responsável por 13% dos negócios, a Série D por 3% e 20% dos negócios foram listados como “outros” para seu estágio de investimento.

“Com a enorme quantidade de capital sendo investido, pode-se facilmente ver este trimestre como uma validação clara de investidores, indústria e não-indústria, preparados para colocar seu dinheiro onde estão a busca de operações digitais – tanto para retornos de investimento quanto para garantir recursos digitais ”, disse a Willis em seu relatório.

No segundo trimestre, o financiamento global da insurtech atingiu US$ 1,56 bilhão em 74 negócios, um aumento de 71% em relação ao primeiro trimestre de 2020.

AIG nomeia novo CEO e conselho aprova desmembrar unidade de vida e previdência

AIG

A separação dos negócios pode levar “alguns anos” e pode ser feita em fases, por meio da venda de participações minoritárias, segundo duas pessoas a par do assunto

Fonte: Reuters

A seguradora American International Group Inc AIG.N disse na segunda-feira que seu conselho aprovou um plano para separar os negócios de vida e aposentadoria do resto da empresa e nomeou o presidente Peter Zaffino como CEO, com vigência no próximo ano. Zaffino, 53, que sucedeu Brian Duperreault, de 73, assumirá o comando em março. Zaffino será o sétimo CEO da AIG desde 2005.

A seguradora, que está entre as 10 principais seguradoras americanas por valor de mercado, disse que ainda não tomou uma decisão sobre como realizar a separação. Por enquanto, apenas votou no conselho para estabelecer duas empresas independentes e líderes de mercado.

A separação dos negócios pode levar “alguns anos” e pode ser feita em fases, por meio da venda de participações minoritárias, segundo duas pessoas a par do assunto. A decisão do conselho não exclui uma única venda e quaisquer transações propostas também precisarão da aprovação do conselho, disse a AIG.

Os negócios de vida e aposentadoria foram responsáveis ​​por 34% dos US$ 49 bilhões da AIG em 2019 de receita ajustada, em comparação com 64% para seus negócios de seguros gerais, disse a AIG em setembro.

A AIG passa por uma reviravolta lançada por Duperreault, que assumiu o comando da AIG em 2017. Duperreault tem se concentrado em aprimorar a subscrição, retendo clientes que valem a pena, investindo em tecnologia, restaurando talentos e reduzindo custos.

Zaffino tem sido o homem indicado para executar essas metas, em parte reduzindo as perdas nos negócios de propriedades comerciais e ramos elementares e confiando mais no resseguro, ao mesmo tempo que moderniza a tecnologia e os processos. Ele também ajudou a recrutar vários executivos.

Zaffino ingressou na AIG como diretor de operações globais em 2017. Sua ascensão a CEO era amplamente esperada após ser nomeado presidente em dezembro, mas a AIG não havia indicado o momento certo para a mudança.

A AIG tem lutado para se endireitar depois de um resgate de US $ 182 bilhões dos contribuintes dos EUA em 2008 para salvá-la do colapso. Desde então, a empresa vendeu grandes parcelas para pagar a dívida mais um retorno de US $ 22,7 bilhões.

Ele também teve que lidar com perdas pesadas de sinistros ocorridos em anos anteriores que levaram a mais de US$ 11,2 bilhões em aumentos de reservas inesperados desde 2015, a maioria dos quais ocorreram sob liderança anterior. Em maio de 2019, a AIG relatou seu primeiro lucro de subscrição de seguros gerais desde a crise financeira de 2008, uma meta importante.

A separação do negócio de seguro de vida da AIG ecoa um movimento impulsionado pelo investidor ativista bilionário Carl Icahn, que visou a seguradora em 2015 com um plano de separação que também foi apoiado pelo ex-gerente de fundos de hedge John Paulson.

Chubb lucra US$ 1,19 bilhão no terceiro trimestre

Nos nove meses encerrados em 30 de setembro, o lucro líquido da Chubb caiu 66%, para US$ 1,12 bilhão

A Chubb registrou lucro líquido de US$ 1,19 bilhão no terceiro trimestre deste ano, um aumento de 9,4% em relação aos US $ 1,09 bilhão no mesmo período do ano passado, apesar da pandemia e maiores perdas por catástrofes, disse a seguradora em um comunicado na terça-feira.

Nos nove meses encerrados em 30 de setembro, o lucro líquido da Chubb caiu 66%, para US$ 1,12 bilhão, em comparação com US$ 3,28 bilhões no mesmo período do ano passado. O índice combinado ficou em 98,9%, em comparação com 89,9% nos primeiros nove meses de 2019.

O bom desempenho foi justificado pelo ambiente de preços de seguros de danos e responsabilidades no terceiro trimestre, disse o presidente e CEO Evan G. Greenberg aos analistas nestaa quarta-feira, depois que a seguradora relatou maior lucro e crescimento no prêmio líquido emitido.Os aumentos das taxas foram em média de 15% em seguros comerciais na América do Norte e 16% nas operações de seguro geral internacional da seguradora.

“O trimestre foi marcado pelo contínuo endurecimento do mercado de seguros, uma economia lutando para se reabrir globalmente e um período muito ativo para catástrofes”, disse Greenberg durante a teleconferência, relata o portal Business Insurance.

As perdas líquidas com catástrofes foram de US$ 797 milhões após os impostos, em comparação com US$ 191 milhões no mesmo período do ano anterior. As principais perdas foram creditadas a riscos climáticos severos em todo o mundo e aos incêndios florestais na Califórnia.

O índice combinado chegou a 95,2% de 90,2% no terceiro trimestre do ano anterior, disse a Chubb. No entanto, não houve “nenhuma mudança” nas perdas agregadas do COVID-19 relatadas anteriormente em 30 de junho, disse a seguradora. A Chubb rastreou mais de 40 eventos de catástrofe separados globalmente no terceiro trimestre, uma “frequência muito alta”, disse Greenberg.

Os prêmios líquidos emitidos no terceiro trimestre totalizaram US$ 9,08 bilhões, um aumento de 5,3% em relação ao mesmo período do ano anterior, enquanto os prêmios líquidos emitidos de danos e responsabilidades foram de US$ 8,47 bilhões, um aumento de 5,7%.

Nas operações de seguros gerais internacionais da Chubb, as taxas subiram 15% no varejo internacional e 32% no atacado de Londres, disse ele. “Estamos em um mercado difícil para propriedades comerciais, dependendo de onde você está no mundo”, disse Greenberg.

Greenberg se recusou a comentar sobre fusões e aquisições em resposta à pergunta de um analista durante a chamada citando a decisão recentemente anunciada da AIG de cindir seu negócio de seguro de vida. “Não comento sobre M&A e o apetite da Chubb e se estamos considerando isso ou aquilo”, disse Greenberg.

MAG Seguros fecha parceria com a SOS Truck

MAG Seguros CORONAVIRUS

O seguro Bem-Estar oferece coberturas no caso de doenças graves e assistências na área de saúde a um custo acessível para os caminhoneiros

Fonte: MAG

A MAG Seguros, seguradora especializada em seguro de vida e previdência, acaba de anunciar a parceria com a SOS Truck, um aplicativo voltado para oferecer autopeças, serviços e capacitações para caminhoneiros em todo o Brasil. Com este modelo criado, a MAG Seguros apresentará a este público o produto Bem-Estar, que, além do seguro, oferece uma série de serviços assistenciais que ajudam no cuidado com a saúde. 

“A partir desta parceria levaremos a estes importantes profissionais do país a tranquilidade de contar com proteção financeira e com recursos que contribuirão no cuidado com a própria saúde. O seguro Bem-Estar oferece coberturas no caso de doenças graves e assistências na área de saúde a um custo acessível para os caminhoneiros e, por isso, temos a certeza de que a parceria será um sucesso”, explica Luciano Périco, diretor de Afinidades da MAG Seguros. 

O Bem-Estar está disponível em três módulos de contratação – Essencial, Plus e Premium – e contam com um auxílio financeiro no caso do diagnóstico de uma das doenças cobertas em cada seguro. Todos os módulos garantem aos segurados um amplo e inovador pacote de assistência no mercado de seguro de vida. 

A Assistência Bem-Estar permite o acesso a serviços como telemedicina (atendimento médico por vídeo) e consultas com profissionais como psicólogos, assistentes sociais, educadores físicos e nutricionistas por telefone, além de desconto em medicamentos, consultas e exames. 

Thinkseg começa a venda do seguro auto Pay Per Use no Mercado Livre

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Presença do Pay Per Use no Mercado Livre aumentará o acesso das pessoas ao seguro automóvel inovador, com assinatura mensal a partir de R$ 25

A Thinkseg, junto com a parceira seguradora Generali, passam vender o seguro auto Pay Per Use por meio do Mercado Livre. Quem entrar na página https://ofertas.mercadolivre.com.br/thinkseg vai poder cotar e contratar o Pay Per Use. Tudo em ambiente online. A Thinkseg é pioneira no desenvolvimento da tecnologia seguro auto digital e do modelo Pay Per Use, também chamado de intermitente ou seguro liga e desliga, aqui no Brasil.

“No contrato assinado com o Mercado Livre, a Thinkseg e Generali têm exclusividade na venda do seguro automóvel Pay Per Use. Começamos com este seguro auto para, depois, explorar outros produtos”, afirma o CEO da Thinkseg, Andre Gregori.

O valor da assinatura mensal do Pay Per Use, para carros básicos, começa a partir de R$ 25,00, garantindo o seguro auto completo que inclui cobertura para acidentes, furto e roubo, de acordo com os valores previstos na tabela Fipe. O motorista paga a mensalidade fixa, somada aos centavos por cada quilômetro rodado. No início de 2019, a Thinkseg fechou parceria com a seguradora italiana Generali, de atuação mundial, para as vendas do Pay Per Use.

Segundo Gregori, a presença do Pay Per Use no Mercado Livre aumentará o acesso dos brasileiros ao seguro automóvel inovador no Brasil, em que a pessoa paga pelo que usa, ou seja, pelos quilômetros que rodou para ter cobertura completa do seguro do carro.

VW Caminhões e Seguros Volkswagen firmam parceria com a Porto Seguro

Clientes VWCO podem contar com a confiabilidade de duas grandes marcas ao contratar proteção para caminhões

Fonte: VW

Com o objetivo de oferecer benefícios cada vez mais exclusivos para os seus clientes, a Volkswagen Caminhões e Ônibus e os Seguros Volkswagen, em parceria com a Porto Seguro, passam a oferecer planos de seguros que proporcionam maior comodidade e segurança para o dia a dia dos caminhoneiros e frotistas.

Agora, os clientes VWCO podem contar com a confiabilidade de duas grandes marcas ao contratar seguros para caminhões. Os pedidos de orçamentos dos seguros podem ser realizados através do Assistente Virtual da VWCO, pelo endereço: https://bit.ly/346XIWR. Após um breve cadastro, o cliente poderá escolher o melhor plano para sua necessidade.

“A Volkswagen Caminhões e Ônibus está sempre procurando entender as necessidades de seus clientes, para oferecer serviços que otimizem tempo e processos. Nossa parceria, através da Seguros Volkswagen com a Porto Seguro, vem para proporcionar uma experiência única aos clientes VWCO”, comenta Antonio Cammarosano, diretor de Venda e Pós-Vendas.

“Acreditamos que essa parceria é uma maneira de reforçar o compromisso da Porto Seguro com os caminhoneiros, que rodam pelo nosso país e movimentam a maior parte da nossa carga”, declara Jaime Soares, diretor do Porto Seguro Auto.

Além do seguro para caminhões, que inclui coberturas para roubo, furto, colisão, incêndio, danos a terceiros e outros opcionais, os clientes VWCO terão acesso na plataforma, ainda este mês, a outros produtos do portfólio da Porto Seguro, entre eles:

Seguro de Vida Empresarial: pode ser contratado por pequenas, médias e grandes empresas para proteção financeira de sócios, funcionários e seus familiares. O produto é flexível e permite que as coberturas e os capitais segurados sejam adaptados à realidade de cada cliente. A contratação pode ser feita para grupos a partir de duas pessoas. Empresas que utilizam o Regime de Tributação pelo Lucro Real conseguem deduzir até 100% do valor do seguro como Despesa Operacional no Imposto de Renda. 

Seguro para Empresas: garante proteção na medida certa para pequenas, médias e grandes empresas que atuam no comércio, na indústria ou no serviço. São várias opções de cobertura que podem ser contratadas de acordo com a necessidade de cada negócio.

Seguro Odontológico: cinco opções de planos, desenvolvidos para os colaboradores das empresas, têm custo acessível e contam com mais de oito mil dentistas referenciados para atendimento. A rede pode ser consultada através de diversos canais como site, aplicativo, SMS ou chatbot. A validação dos procedimentos é realizada no consultório odontológico através do e-Token. Desta forma, não é necessário assinar as guias comprovando o atendimento – ou seja, o processo é 100% online.

Cobrança retroativa de reajuste de plano deverá ser parcelada

saude Fenasaude Sumit Estadao

Fonte: Estadão

Após determinar a suspensão dos reajustes dos planos de saúde entre setembro e dezembro de 2020 por causa da pandemia, a Agência Nacional de Saúde Suplementar (ANS) deverá ordenar que a cobrança retroativa dos valores não reajustados seja parcelada ao longo de 2021.

Os detalhes da norma ainda estão em discussão interna, mas a agência já trata como certo que o consumidor não terá que pagar de uma vez só o aumento referente a todos os meses de 2020 em que a mensalidade permaneceu congelada. A informação foi dada nesta terça-feira, 27, pela assessora da Diretoria de Normas e Habilitação das Operadoras (Diope) da ANS, Tatiana Aranovich, durante o Summit Saúde Brasil 2020, evento promovido pelo Estadão.

O que eu posso antecipar é que a ANS está discutindo algum quadro de parcelamento dessa recomposição no ano que vem. Os detalhes estão sendo discutidos, mas teremos algum parcelamento disso, afirmou ela.

Tatiana não deixou claro se a determinação valerá apenas para os clientes de planos individuais e familiares, cujas alíquotas de aumento são reguladas pela agência, ou também para os usuários de planos coletivos por adesão ou empresariais, que representam mais de 80% do mercado e que têm seus índices de aumento definidos por negociação entre a operadora e a empresa contratante.

Ela sinalizou, no entanto, que, diante da crise provocada pela pandemia, as operadoras deverão estar atentas à situação econômica do País para definir os índices de reajuste e a forma de cobrança desse retroativo. Apenas lembrando que a ANS regula uma parcela muito pequena dos reajustes, principalmente os individuais. A gente tem os planos coletivos, que são de livre negociação, mas as operadoras, para reter seus contratantes, vão ter que ter um pouco de sensibilidade com isso, afirmou.

A diretora-executiva da Federação Nacional de Saúde Suplementar (FenaSaúde), Vera Valente, que também participou do Summit Saúde, afirmou que, diante das incertezas dos próximos meses quanto ao cenário sanitário e econômico, ainda não é possível falar sobre índices de reajustes e formato de cobrança de retroativos. A federação representa as maiores operadoras do País.

Especular agora, no meio da pandemia, sobre como será o reajuste do ano que vem leva apenas mais intranquilidade às pessoas, que já estão oneradas pela questão da crise econômica, pelo desemprego. Ninguém sabe como vai ser porque a ANS ainda não definiu, disse.

Vera ressaltou que as operadoras associadas à instituição suspenderam, de maneira voluntária, o reajuste entre maio e julho para planos individuais, familiares e coletivos por adesão e que as empresas são cumpridoras de regras.

Questionada sobre mais detalhes de como será feito o pagamento dos valores retroativos, a ANS informou apenas que esse tema ainda está em discussão interna, não havendo, portanto, definição a respeito.

A suspensão

A suspensão do reajuste foi determinada pela ANS no final de agosto, após críticas do presidente da Câmara, Rodrigo Maia (DEM-RJ), sobre aumentos em meio à pandemia. Foram travados os aumentos para todos os tipos de planos, como individuais e familiares, além dos coletivos (empresariais e por adesão), independentemente do número de segurados. O Brasil tem quase 47 milhões de clientes de convênios privados de assistência médica.

Na época em que anunciou a suspensão, a ANS afirmou que os aumentos não pagos em 2020 seriam cobrados a partir de 2021, mas não detalhou se o retroativo seria cobrado de uma só vez, no início do ano, ou de forma diluída nas mensalidades futuras, o que gerou apreensão entre os consumidores, que temem ter que pagar dois reajustes em um mesmo ano.