Insurtech Flix é aprovada no Sandbox e atrai investidores

Felipe barranco flix insurtech

Aval do órgão regulador ajuda a captar mais recursos para acelerar o crescimento

Participar do Sandbox da Superintendência de Seguros Privados (Susep) é um grande chamarisco para investidores aportarem recursos em novatas. “Desde antes da aprovação já tínhamos conversas adiantadas neste sentido, agora estamos acelerando o processo. Mas nada concreto até o momento”, conta o CEO da Flix (FBXG Seguros S.A.), Felipe Barranco, ao blog Sonho Seguro.

A Flix é uma plataforma digital com foco na venda de seguros e assistências pessoais, foi aprovada pela Susep para atuar, oficialmente, como seguradora digital. Fundada durante a pandemia por Barranco, Marcos Carneiro e Manoel Carlos Barranco, a insurtech tem como propósito digitalizar, escalar e simplificar um produto autoral e personalizável, que será impulsionado no Sandbox nos próximos três anos.

“Desde o começo da Flix, nós acreditamos na acessibilização do seguro residencial e enxergamos o produto como aliado para o cotidiano dos nossos clientes. A confirmação de que, a partir de agora, somos, oficialmente, parte de um projeto que impulsiona nossos objetivos é uma realização enquanto empreendedor”, explica o CEO Felipe Barranco.

Veja a seguir a entrevista concedida ao blog Sonho Seguro:

Quem era a parceira da Flix antes dela se tornar uma seguradora digital no Sandbox?

Até o momento, nossos serviços são disponibilizados em parceria com a Sancor Seguros

Se tornando uma seguradora digital, deixará esta parceria?

Ainda estamos avaliando a possibilidade de manter a parceria em algum ponto, sempre tivemos um ótimo relacionamento com eles e continuaremos assim.

O que muda em produtos e serviços ao ter mais autonomia como seguradora digital?

A partir de agora, teremos mais autonomia para modelar, desenhar e precificar nossos produtos. Neste momento, temos a aprovação para o Compreensivo Residencial e faremos com que este produto seja melhor difundido e principalmente percebido pelos consumidores. O ambiente experimental do Sandbox Regulatório é ideal para que as barreiras à inovação sejam derrubadas e o setor possa usufruir de produtos mais baratos e com melhor experiência para os usuários. 

O grupo começa com qual capital para atuar em quais regiões e com quais produtos?

Integralizamos o capital de risco mínimo necessário para o Sandbox e atuaremos no Brasil todo, neste momento com o Seguro Residencial.

Será realmente uma operação digital, sem papel e contato humano?

100% digital. Desde a captação, contratação a regulação do sinistro. Além disso, teremos um call center à disposição para qualquer necessidade de chamada, porém, tudo em um ambiente digital.

Há movimento de captação de recursos para a expansão?

Desde antes da aprovação já tínhamos conversas adiantadas neste sentido, agora estamos acelerando o processo. Mas nada concreto até o momento.

Está otimista com vendas neste ano ou pretende aproveitar a “parada economia” para se preparar para 2022?

Estamos muito otimistas com 2021. Percebemos um aumento muito importante na procura e contratação do Seguro Residencial no país em 2020 e acreditamos que, em 2021, essa demanda será ainda maior. Estamos nos preparando para receber estes novos consumidores com excelência e novas propostas para a jornada de consumo.

Como avalia o mercado segurador nos próximos 5 anos, em tendências de oferta e demanda?

Provavelmente teremos grandes mudanças no mercado daqui para frente. Estes movimentos que a Susep tem feito para trazer mais inovação, democratização e disrupção, faz com que todo o ecossistema se  movimente para trazer algo melhor para o consumidor. O maior propósito disso tudo é que a relação entre o consumidor e o seguro fique cada vez mais transparente e justa, só assim teremos relevância e criaremos valor para nosso mercado.

Lucro da BB Seguridade recua para R$ 3,9 bilhões em 2020

bb seguridade 2020

Em 2020, o volume financeiro total de avisos de sinistros decorrentes da Covid-19 somou R$ 176 milhões

O lucro líquido da BB Seguridade recuou para R$ 3,9 bilhões em 2020, abaixo dos R$ 4,3 bilhões registrados em 2019. O resultado operacional das empresas do grupo BB Seguridade cresceu 7,5% em 2020, mostrando mais uma vez a resiliência do modelo de negócios, atingindo o intervalo de crescimento projetado divulgado no início de 2020, e que foi suspenso em função das incertezas que emergiram com a crise sanitária, informou o grupo em comunicado.

Por outro lado, o resultado financeiro manteve-se ainda muito pressionado pela manutenção da taxa Selic em patamar baixo e pela forte alta do IGP-M, que impactou a dinâmica de atualização de ativos e passivos de planos de previdência de benefício definido, levando o resultado financeiro combinado das empresas do grupo a atingir a mínima histórica de representatividade para o lucro líquido, chegando a 4,1%.

O grupo atribuiu a redução no resultado a eventos extraordinários particularmente em 2019, como a oferta pública de ações do IRB Brasil, além da reversão de provisão de prêmios não ganhos na área de seguro prestamista. Segundo o grupo, a redução de R$ 429,1 milhões do lucro líquido do ano, em bases recorrentes, vem quase toda da redução de R$ 358,4 milhões no resultado da Brasilprev, em função do resultado financeiro negativo no ano, motivado pelo diferencial nos índices de inflação que atualizaram os ativos (IPCA e IGP-M acumulado) e passivos (IGP-M com defasagem média de um mês) dos planos de benefício definido.

Também citou a redução de R$ 118,8 milhões no resultado de equivalência patrimonial do IRB com a venda de ações em julho de 2019 e a redução de R$ 73,6 milhões no resultado financeiro líquido da holding, impactado pela diminuição no saldo de aplicações financeiras, além da redução da taxa Selic.

Para 2021, a companhia espera a sustentação da tendência de crescimento operacional, conforme refletido nas projeções divulgadas hoje ao mercado, que indicam aumento entre 8% e 13% para o resultado operacional combinado das empresas do grupo.

SEGUROS: PRÊMIOS EMITIDOS CRESCEM 14,8% EM 2020

Os prêmios emitidos mantiveram-se na tendência de forte crescimento que foi registrada ao longo de todo o ano, impulsionado pelo bom desempenho comercial em rural, prestamista e seguro de vida.

Em rural, o avanço foi de 22,7%, com o aumento da subvenção federal ao prêmio do seguro, a expansão da oferta de seguro agrícola para o público do Programa Nacional da Agricultura Familiar e a diversificação dos canais de distribuição por meio de parcerias com cooperativas rurais.

No prestamista, o crescimento de 22% foi impulsionado pelo lançamento de um novo produto em outubro/2020 e pela melhora dos níveis de cancelamento.

Já em vida, com avanço de 5,2%, atingiu o maior patamar de prêmios originados no canal bancário para um quarto trimestre, ajudado pelo novo portfólio de “Seguro pra Vida”, lançado em maio/2020, que agrega benefícios que aumentam a percepção de valor pelos clientes. Já a sinistralidade registrou aumento de 1,7 p.p., explicado majoritariamente pelo aumento na frequência e severidade de perdas nos produtos que cobrem risco de vida, em razão da pandemia.

PREVIDÊNCIA: RECUPERAÇÃO NO SEGUNDO SEMESTRE

As contribuições cresceram 11,7% no 4T20 em relação ao 4T19, atingindo o segundo maior volume para um quarto trimestre na história da Brasilprev. Com isso, a contribuição na visão acumulada, que chegou a cair 10,1% ao final do primeiro semestre, encerrou o ano retraindo 2,4%, com forte recuperação no segundo semestre do ano (+42,2% vs. 1S20) e as reservas de previdência cresceram 6,3% em doze meses, para R$ 308 bilhões no final de dezembro.

CAPITALIZAÇÃO: LUCRO LÍQUIDO CRESCE 57,4% NO ANO

Impulsionado pelo aumento de 24% no resultado financeiro e pela forte recuperação do resultado operacional, passando de um resultado negativo de R$23,3 milhões em 2019 para um saldo positivo de R$26,5 milhões em 2020, com um mix de vendas mais rentável.

MetLife é a seguradora dos entregadores da Delivery Much

Entregadores das 320 cidades em que a empresa está presente terão benefício, que protegerá no trajeto da retirada do pedido até a entrega na casa do cliente

Fonte: MetLife

O aplicativo de entregas Delivery Much e a seguradora MetLife anunciam parceria para a contratação do seguro contra acidentes pessoais, para entregadores parceiros. Com isso, os profissionais passam a ter cobertura durante o percurso de retirada do pedido até a entrega para o cliente, em que o benefício representa mais segurança aos trabalhadores para eventuais acidentes que possam ocorrer no trajeto. 

A companhia, que tem 3 milhões de usuários cadastrados e 15 mil lojas, estenderá o benefício a todos os entregadores das 320 cidades em que está presente no interior do País. Esse é um movimento importante, visto o crescimento do segmento. De acordo com a Associação Brasileira de Bares e Restaurantes (Abrasel), antes da pandemia, 54% dos empresários afirmaram usar delivery para seus negócios. Agora, o número está em 66%. Além disso, na pandemia, os investimentos com o serviço de entrega chegam a 94%. A previsão do setor é movimentar cerca de US$ 6,3 trilhões de dólares em todo o mundo até o final de 2022. 

Segundo o Statista, especializado em dados de mercado e consumidores, em 2017, 47% dos usuários afirmaram usar aplicativos para pedir comida. Esse número saltou para 72% em 2020. Em março do ano passado, o download de apps de delivery no Brasil (incluindo os de alimentação) cresceu mais de 120% em comparação ao mesmo período de 2019. 

“Desenvolvemos este benefício em conjunto com a Delivery Much, com o intuito de proteger os entregadores. Oferecemos uma cobertura que garante mais segurança e tranquilidade para que esses profissionais continuem exercendo suas atividades. Assim, também conseguimos proporcionar mais segurança aos nossos clientes e contribuir para a continuidade de seus serviços, que são prioridade para a MetLife”, afirma Ramon Gomez, VP Employee Benefits. 

Pedro Judacheski, CEO e founder da Delivery Much destaca que o seguro vai ao encontro da missão da empresa de democratizar o delivery através do empreendedorismo. “Nosso foco é valorizar as pessoas. No dia a dia, já atuamos de forma diferente com nossos entregadores parceiros, dando um suporte local que está ali para resolver problemas e facilitar o trabalho.. E agora o seguro vem para complementar e dar segurança aos nossos parceiros durante a contratação da demanda da entrega.”, completa Judacheski.

Coberturas do Seguro

– Despesas Médicas Hospitalares e Odontológicas até R$ 10 mil via reembolso. 
– Invalidez Permanente Total ou Parcial por Acidente até R$ 100 mil. 
– Morte Acidental (R$ 100 mil). 

Como utilizar o seguro?
Para acionar o Seguro de Acidentes Pessoais, os entregadores precisam realizar os seguintes passos: ao receber a notificação do pedido em seu aplicativo de Delivery Much, clique em “iniciar” antes de se deslocar para retirar o pedido da loja e, ao chegar ao local, clique em “cheguei”. Assim que estiver com o pedido em mãos, antes de iniciar seu trajeto, clique em “siga para a próxima parada” e, ao chegar no destino aperte o botão “cheguei”. Ao finalizar a entrega, basta clicar em “saiu”. Em caso de possíveis acidentes, estes passos garantem que os profissionais realizaram o serviço e, automaticamente, tem direito ao benefício. 

Projeções para PIB recuam, mas podem mudar com definição da agenda econômica no Congresso Nacional, prevê CNseg

Pedro Simoes CNseg

Boletim Focus desta segunda-feira traz aumentos e reduções marginais nos indicadores como PIB e IPCA

A projeção para o crescimento do PIB este ano caiu de 3,50% para 3,47%. Por outro lado, a inflação permanece um pouco acima do que se esperaria em uma economia desaquecida e a projeção para o IPCA este ano subiu de 3,53% para 3,60%. “As projeções macroeconômicas divulgadas no Boletim Focus, pelo Banco Central, nesta segunda-feira (8) ainda não capturam totalmente as recentes alterações das novas lideranças no Congresso Nacional, com a eleição de Arthur Lira (PP-AL) para o comando da Câmara e de Rodrigo Pacheco (DEM-MG) para a Presidência do Senado. São aumentos marginais na projeção de inflação e redução também marginal nas projeções para o crescimento do PIB. Mas a queda nos indicadores de confiança econômica no começo deste ano certamente tem influência”, comenta Pedro Simões, economista do Comitê de Estudos de Mercado da CNseg, a Confederação Nacional das Seguradoras. 

Segundo o economista, a expectativa de que aumentos de preços represados no ano passado – como o dos planos de saúde – devam ser compensados este ano, além do reajuste nos preços dos combustíveis também contribuem para esse aumento. 

Os analistas e empresários estão atentos à instalação da Comissão Mista do Orçamento, prevista para terça-feira (9), que discutirá o novo auxílio emergencial. O governo estaria propondo três parcelas de R$ 200, exigindo do beneficiário curso de qualificação profissional, segundo noticiou o jornal Folha de São Paulo. “Se por um lado o auxílio emergencial é importante para a manutenção da renda e do consumo, por outro temos a preocupação com a deterioração fiscal. O efeito líquido de uma volta do auxílio, portanto, é incerto”, pontuou.

Thinkseg passa a atuar como seguradora no Sandbox

thinkseg insurtech andre gregori

Com permissão da Susep, insurtech pode operar dentro do ambiente regulatório do Sandbox

Fonte: Thinkseg

Além de empresa prestadora de serviço na área de tecnologia em seguros, a start-up Thinkseg, agora, tem autorização para atuar como seguradora, dentro do modelo Sandbox. Neste ambiente de negociações, há mais flexibilidade para testar inovações a um custo regulatório menor. As atuais parcerias serão mantidas e fortalecidas. 

A Thinkseg foi aprovada para operar e comercializar produtos com novas tecnologias no segmento de seguro para automóvel. “A confirmação no Sandbox é um reconhecimento e um selo de excelência para tudo o que fizemos até aqui. Atesta que a Thinkseg está em linha com as iniciativas mais inovadoras do mercado. Estamos muito felizes”, afirma o CEO da Thinkseg, Andre Gregori. 

A Thinkseg é pioneira no desenvolvimento do seguro auto intermitente Pay Per Use (PPU), atualmente, comercializado em parceria com a seguradora Generali. A insurtech inovou no mercado brasileiro ao trazer o conceito de modelo de possibilitar ao cliente pagar o seguro do carro conforme o quilômetro rodado pelo motorista. É o “Pague pelo Uso”, em inglês, “Pay Per Use”. Em 2016, esse modelo já era conhecido nos Estados Unidos e alguns países da Europa, mas inexistente no Brasil e na América Latina. 

No Pay Per Use, o motorista paga uma assinatura mensal acrescida de um valor (em centavos) por cada quilômetro rodado. O preço do quilômetro varia de acordo com o algoritmo de precificação da Thinkseg. A telemática (telemetria) permite o acompanhamento, sempre respeitando a privacidade do cliente, de acordo com a Lei Geral de Proteção de Dados Pessoais (LGPD). 

Em 2020, a Thinkseg também foi a primeira insurtech a realizar a venda de um seguro pelo whatsapp no Brasil, e está preparando a expansão de seu modelo “Pay Per Use” na América Latina, aproveitando a presença de sua investida ComparenCasa. 

Mercado segurador avança 0,6% em 2020, para R$ 274,1 bilhões

Consideradas as projeções para o PIB de 2020, estima-se que a penetração (receitas/PIB) do setor aumente de 3,5%, em 2019, para 3,7%, em 2020. Seguros de bens e responsabilidades cresceu 3,6% em 2020, comparado a 2019.

Dados preliminares da Superintendência de Seguros Privados (Susep) informam que as receitas dos segmentos supervisionados totalizaram R$ 30,84 bilhões em dezembro de 2020. No acumulado de 2020, o patamar de receitas de R$ 274,11 bilhões fechou 0,6% acima de 2019.

Os números podem sofrer ajustes, uma vez que as seguradoras estão auditando seus balanços e têm até o dia 1 de março para enviar dados consolidados para a Susep. Apesar disso, a Susep antecipou na sexta-feira passada os dados para a imprensa em formato de notas, mesmo sem antes ter divulgado os dados completos no portal de estatísticas, que permite uma avaliação mais adequada do comportamento do setor. Até a manhã desta segunda-feira os dados não estavam disponíveis no portal da autarquia.

Com uma alta de 15,1% em relação a dezembro de 2019, o setor reverteu a queda de 1% observada no acumulado até novembro, no comparativo com 2019. Consideradas as projeções para o PIB de 2020, estima-se que a penetração (receitas/PIB) do setor aumente de 3,5%, em 2019, para 3,7%, em 2020.

Entre os diversos segmentos, Danos, ou “Property & Casualty (P&C), como usa o setor mundialmente, confirmou-se como destaque do ano, com crescimento nominal de 3,6% em 2020, para R$ 78,9 bilhões, segundo pesquisa que a Susep. Um dos destaques do segmento foi o seguro rural, que fechou o ano com alta de quase 30% na receita, chegando a R$ 6,9 bilhões.

Já o ramo de auto, que é um dos principais dos seguros em geral, foi um dos mais impactados pela mudança dos padrões de mobilidade e consumo na pandemia. Mesmo tendo uma reação em dezembro (com receita de R$ 3,5 bilhões, alta de 6,7% ante o mesmo mês de 2019), o volume total de prêmios caiu mais de 2%, para R$ 35,3 bilhões no ano.

A sinistralidade do seguro de automóvel no ano todo de 2020 ficou em torno de 54%, abaixo dos quase 61% registrados em 2019. Esse número subiu para 58% em dezembro, o que pode indicar retomada na mobilidade na virada para 2021.

O segmento de Seguros de pessoas totalizou R$ 157,8 bilhões em 2020, com ligeira alta de 0,02%. O VGBL registrou contribuições de R$ 114 bilhões, 1,8% abaixo de 2019. No PGBL, a receita líquida em 2020, foi de R$ 2,38 bilhões, abaixo dos R$ 2,66 bilhões arrecadados em 2019. Na Previdência Tradicional, com planos que não são mais comercializados, mas tem um peso considerável nas reservas das seguradoras que o venderam, houve queda de 10,1% na arrecadação em 2020.

Tokio Marine remunera corretor em até 24h após emissão de apólice

Modalidade de pagamento de comissão vale para todos os produtos com a opção de compra por cartão de crédito

A Tokio Marine informou que passa a realizar a remuneração da comissão em até 24h após a emissão da apólice e a autorização da transação pela operadora, em Auto Individual, Auto Frota; Residencial; Vida Individual; Aluguel (de acordo com a imobiliária); Empresarial; e Simples Vida – VG e AP. Todos via a opção de pagamento via cartão de crédito.

“A Tokio Marine tem realizado esforços contínuos no intuito de fortalecer a parceria com o Corretor e o pagamento da comissão em até 24h após a emissão da apólice para os produtos pagos pelos clientes com cartão de crédito é mais uma das medidas nesse sentido. Somos uma Seguradora reconhecida pelo forte relacionamento que mantemos com nossos Parceiros de Negócios”, afirma João Luiz de Lima, Diretor Comercial Nacional Varejo da Tokio Marine, em release divulgado aos jornalistas.

Além do compromisso em oferecer as melhores soluções ao Corretor de seguros, a Tokio Marine preza por proporcionar a melhor experiência e condições para os seus Clientes. Ao adquirir um produto da Companhia por meio de cartão de crédito, além de poder parcelar em até 12 vezes, o Cliente não tem o limite de seu cartão comprometido, uma vez que o débito é realizado mensalmente.

CNseg no Instagram

cnseg

Confederação Nacional das Seguradoras lança perfil na rede social nesta segunda-feira, dia 8

Fonte: CNseg

Com o objetivo de aproximar o setor segurador do consumidor final, a Confederação Nacional das Seguradoras – CNseg está, a partir de hoje, 8/02, presente no Instagram, com o endereço @cnseg_oficial. A CNseg irá aproveitar a plataforma para apresentar de forma leve, informal e didática, como os produtos e serviços do setor segurador estão presentes em todos os momentos da vida das pessoas. Curiosidades sobre o seguro, suas inovações, sua história e pautas institucionais também farão parte do perfil.   

Para Solange Beatriz Palheiro Mendes, Diretora-Executiva da CNseg, estar no Instagram faz parte da estratégia de marketing e de comunicação, integrando seu “plano de comunicação 360 graus”. “É sempre importante que a nossa marca – representante de um setor tão relevante para o país – tenha maior visibilidade e seja lembrada, mas a estratégia vai além. Com a presença no Instagram, fortalecemos o papel do setor segurador na perspectiva do consumidor, trazendo à reflexão a questão da importância da proteção e prevenção aos riscos – seja para pessoas, seja para empresas – com linguagem próxima e atual”, afirma Solange Beatriz.  

Contando com cerca de um bilhão de usuários no mundo, sendo 71% com menos de 35 anos, o Instagram é uma plataforma jovem, que cresce a cada ano, sendo considerada a rede social com maior engajamento, segundo a Socialbakers – são 4,2 bilhões de likes diariamente. Sua proposta se diferencia de outras plataformas devido ao grande foco visual e educativo que apresenta. 

Atualmente, a CNseg está presente no Facebook (https://www.facebook.com/CNseg/), LinkedIn (https://www.linkedin.com/company/cnseg) e YouTube (@cnseg) e sua entrada no Instagram (@cnseg_oficial) fortalece ainda mais a sua missão de disseminar a cultura do seguro.    

Porto Seguro lucra R$ 1,7 bilhão em 2020, alta de 22,3%

Porto Seguro balanco 2020

2020 foi o melhor ano da Porto Seguro em ganho na carteira automóvel, com participação de 55% no ganho total do grupo

Pelos resultados da Porto Seguro, maior seguradora de automóvel e de residência do Brasil, fica claro que a pandemia afetou de forma diferente as companhias que já vinham investindo em tecnologia e em inovação de produtos e formas de vendas, bem como na comunicação com seus públicos alvos: clientes e corretores. “Apesar de todo o sofrimento de 2020, tivemos na Porto Seguro um ano com recordes de resultados, como ganho financeiro, lucro e redução de despesas administrativas e operacionais. O que nos preocupava era o crescimento das vendas, mas no quarto trimestre conseguimos recuperar”, conta Celso Damadi, vice-presidente Financeiro, de Controladoria, Investimentos e Relações com Investidores do grupo financeiro.

A Porto Seguro encerrou 2020 com lucro de R$ 1,7 bilhão, crescimento de 22,3% sobre 2019, resultando em um ROAE de 21,6% em 2020, dois pontos percentuais maior. Damadi também destaca o resultado financeiro, com alta decorrente do desempenho das alocações em renda variável e juros indexados à inflação, compensando a queda da taxa Selic no período.

Praticamente todas as carteiras colaboraram como resultado da Porto. O segmento de seguro automóvel, que responde por 51% das receitas, viu a participação no lucro aumentar de 32% em 2019 para 55% em 2020. “O bom resultado foi impulsionado pelo isolamento social. A sinistralidade caiu muito com as pessoas em casa. Foi o melhor ano do auto na Porto. A renovação também foi a melhor da história, por estarmos com um preço muito competitivo. No ano, a carteira auto registrou queda de 1,2% em vendas, para R$ 1,7 bilhão, mas cresceu 35 mil itens segurados, alta de 0,7%”, citou.

Segundo Damadi, a Porto Seguro investe outro caminhão de dinheiro em tecnologia para o produto Auto 2.0 para ter mais assertividade na oferta para clientes. “Já começamos no Rio Grande do Sul e agora vamos avançar para Rio de Janeiro e Sao Paulo nos próximos meses”, informou. Segundo ele, o objetivo é aprimorar a competição de preços para atender 25% da população que faz seguro e também conquistar uma parcela significativa dos 75% que não compram o produto. “Esta nova plataforma nos dá mais poder de competição na oferta do seguro ao ajudar o corretor a ofertar um preço muito personalizado. Um cliente que more na Zona Leste de Sao Paulo, por exemplo, costuma ter uma taxa mais alta em razão do volume de roubo e furto da região. Mas se ele morar num condominio no bairro onde o índice é baixo, será beneficiado pela inteligência de nossos dados”.

O executivo também destacou o ramo de saúde, que respondeu com quase R$ 100 milhões em lucro em 2020. “Investimos pesado em tecnologia. Encerramos 2020 com 271 mil vidas seguradas em saúde e queremos chegar a 1 milhão no prazo de 4 a 5 anos. O investimento visa mudar o “chassi” de saúde e ter uma rede ainda mais estruturada com dados que ajudem às empresas a ter sinistralidade controlada e, com isso, índices menores de reajustes. A telemedicina e a subscrição também passam para um patamar mais destacado com a nova plataforma de saúde”, afirmou.

E assim foi com outros segmentos, como CDC e Cartão de Crédito, Consórcio, Vida, Residencial, Transportes e Riscos patrimoniais para PME. “Fiança locatária sofreu em 2020 em razão da pandemia, com atrasos de aluguel, mas voltou ao normal no quarto trimestre. Já em crescimento de vendas, o índice passou de 54%. “Com a diversificação de produtos passamos a ter uma base maior de produtos para compor o lucro do lucro. Vida individual vem crescendo na casa dos dois dígitos.

No CDC e no Cartão estamos com mais de R$ 10 bilhões em ativos, com crescimento de 25% nas duas carteiras em 2020. No consórcio o crescimento foi 20%”, destaca. O segundo e terceiro trimestre foi mais complicado no cartão de crédito pela elevação da inadimplência, mas no quarto trimestre o indicador já voltou ao patamar pré pandemia, informou.

A empresa segue em homeoffice, com 98% dos funcionarios trabalhando remotamente. “Ainda nao sabemos quando retomaremos o trabalho presencial. Tudo depende da vacinação e do controle da pandemia”.

A empresa passa a apresentar seus negócios agrupados em quatro verticais: Seguros, Saúde, Negócios Financeiros e Serviços. Esta visão representa o novo posicionamento estratégico para promover o crescimento de seus negócios, observando as diferentes características dos mercados, o potencial de crescimento de cada segmento e a dinâmica de cada uma dessas verticais.

Dados trimestrais – A carteira de seguro Auto, a principal da companhia e que está dentro da vertical Seguros, alcançou no 4T20 o maior volume de prêmios de toda série histórica (R$ 2,8 bilhões), por meio de uma expansão de 5,8% em comparação ao mesmo período do ano anterior e com um incremento de 105 mil veículos em relação ao 3T20. Os prêmios dos seguros Patrimoniais também avançaram e atingiram 11,3% (vs. 4T19) e os prêmios do seguro de Vida permaneceram estáveis (+0,2% vs. 4T19), com desempenho positivo no Vida Individual. Nesta frente de Seguros, os prêmios2 apresentaram expansão de 6,4% no trimestre (vs. 4T19), impulsionados principalmente pela aceleração dos seguros Auto e Patrimoniais. 

Na vertical Saúde3, o faturamento aumentou 5,5% em comparação ao 4T19 e 11,3% em relação ao ano de 2019. Os prêmios do seguro Saúde Empresarial evoluíram 6,2% no trimestre (vs. 4T19) e 13,3% em 2020 (vs. 2019), o quarto ano consecutivo de crescimento de prêmios em duplo dígito. O Seguro Odontológico apresentou uma expansão de 8,0% nos prêmios anuais (vs. 2019), ultrapassando 630 mil vidas seguradas. 

No consolidado de todos os negócios de Seguros (incluindo Saúde), o índice combinado atingiu 94,2% no trimestre (-1,2 p.p. vs. 4T19), decorrente principalmente da redução da sinistralidade do seguro Auto (-8,8 p.p. vs. 4T19), beneficiado pela melhoria na subscrição e precificação de risco. A sinistralidade do Saúde reduziu 3,9 p.p. (vs. 2019), atingindo o menor patamar observado nos últimos 10 anos. 

A vertical Negócios Financeiros4 apresentou aumento nas receitas de 21,1% (vs. 4T19), impulsionado pelo Consórcio (+34,9% vs. 4T19), que registrou aumento no número de cotas e elevação do ticket médio, e pelo crescimento dos Riscos Financeiros5 (+86,5% vs. 4T19). Nas Operações de Crédito (+3,1% vs. 4T19), destaque para a expansão na base de clientes: a operação de CDC incrementou o número de contratos em 25,5% (vs. 4T19) e o número de Cartões de Crédito atingiu 2,5 milhões de plásticos (+9,7% vs. 2019), com 65% dos clientes fazendo uso do cartão todos os meses.

A Carteira de Operações de Crédito encerrou o ano com saldo de R$ 10 bilhões, 24,2% superior em comparação ao final de 2019. O gerenciamento eficaz da carteira de crédito e as ações para mitigação de risco contribuíram para a redução da inadimplência (NPL +90 dias), que atingiu 4,4% ao final do 4T20, apresentando melhora tanto em relação ao 3T20 (-0,8 p.p.) quanto em comparação com o 4T19 (-0,2 p.p.), alcançando um resultado favorável mesmo quando comparado ao período anterior a pandemia.

Na vertical Serviços6 foi registrado aumento de 22,9% nas receitas do 4T20 (vs. 4T19) e de 22,7% em 2020 (vs. 2019), com destaque para o Carro Fácil que cresceu 36,2% no ano (vs. 2019) e alcançou mais de 7 mil contratos ativos em 2020. A linha de serviços conta também com outros produtos sinérgicos aos negócios da Porto Seguro com potencial de expansão atrativo, como o Porto Cuida, Health for Pet, Porto Faz e Reppara!.

Em relação às iniciativas ASG, destacam-se a continuidade do programa “Meu Porto Seguro”, já apresentado ao mercado, que contratou 6,1 mil pessoas no 4T20 (atingindo o preenchimento de 8,2 mil postos de trabalho temporários em 2020). Também é importante destacar o investimento de R$ 5 milhões no Fundo WE Ventures, para fomentar o empreendedorismo no Brasil por meio de investimentos em startups de tecnologia lideradas por equipes femininas. Destacam-se também os resultados alcançados em mais um ciclo de investimento social privado ao longo do 4T20, que resultou num investimento de R$ 6,4 milhões que vai beneficiar mais de 34 mil pessoas.

Principais destaques (4T20 em comparação com 4T19):

  • Receita Total: R$ 5,3 bilhões (+7,9%)
  • Prêmios Emitidos: R$ 4,5 bilhões (+8,5%)
  • Resultado de Negócios, Financeiros e Serviços: R$ 757 milhões (+10,9%)
  • Índice Combinado: 94,2% (-1,2 p.p.)
  • Resultado Operacional: R$ 310 mil (-4,1%)
  • Resultado Financeiro: R$ 300 mil (+11,4%)
  • Lucro Líquido: R$ 409 milhões (+10,3%)
  1. Resultados sem Business Combination .
  2. Considera os prêmios e contribuições dos seguros de Auto, Patrimoniais, Vida, Previdência, Uruguai, Transportes, Rural e Responsabilidade. 
  3. Composto por Saúde Empresarial, Seguro Odontológico, Serviços Médicos, Saúde Ocupacional e Portomed.
  4. Abrange os prêmios e receitas do Cartão de Crédito e Financiamento, Riscos Financeiros, Consórcio, Gestão de Ativos e Capitalização.
  5. Parte do crescimento de Riscos Financeiros é explicada pelas mudanças regulatórias, com prêmios passando a ser contabilizados conforme a vigência do contrato.
  6. Composto por Atendimento, Carro Fácil, Health for Pet, Porto Faz, Reppara, Renova, Monitoramento de Veículos, dentre outros serviços. 

Liberty Seguros anuncia Delane Giannetti como Diretora de RH

Delane Giannetti

“Minha principal responsabilidade será dar continuidade ao excelente trabalho da Liberty com pessoas e evoluir em temas importantes como inclusão e diversidade”, diz

Fonte: Liberty

A Liberty Seguros anuncia sua nova Diretora de Talento, Delane Giannetti. A executiva assumiu o novo cargo e substituirá a posição de Ademir Marques, que se aposentou no ano passado após 39 anos de atuação na companhia. 

Delane contabiliza mais de 15 anos trabalhando no Grupo Liberty e já esteve à frente de todas as divisões da área de Recursos Humanos da companhia. A executiva foi responsável por diversos projetos locais e globais como: Talento & Cultura, Diversidade & Inclusão e Implantação do Modelo de Consultoria Interna no Brasil, além de estar à frente do Comitê de COVID-19, responsável pelas soluções e melhorias durante a pandemia.

Suas contribuições foram fundamentais para que a Liberty no Brasil alcançasse um dos melhores eNPS de todo o Grupo Liberty Mutual no mundo, o primeiro lugar na categoria Gestão de Pessoas do Prêmio Época Negócios, o título de Empresa do Ano no prêmio  Valor Carreira, além de estar entre as 50 melhores empresas para se trabalhar no Great Place to Work.

“É uma honra assumir o cargo de Diretora de Talento após 15 anos de história na Liberty. Nesta nova fase, minha principal responsabilidade será dar continuidade ao excelente trabalho da Liberty com pessoas e evoluir em temas importantes como inclusão e diversidade, além de fortalecer a cultura interna da companhia cada vez mais.” afirma Delane. “A área de Talento está trabalhando na revisão de seus processos para estar preparada para oferecer a melhor experiência aos nossos colaboradores, parceiros e clientes neste novo normal, completa.