Um seguro obrigatório e essencial

Artigo publicado em 07 de dezembro, no jornal O Estado de São Paulo, e assinado por Antonio Penteado Mendonça

Faz pouco tempo, a assembleia das seguradoras integrantes do Consórcio do DPVAT decidiu pela extinção do Consórcio. Isso quer dizer, na prática, que a Seguradora Líder, gestora do DPVAT, o seguro obrigatório de veículos automotores terrestres, vai operar como uma seguradora plena, vendendo os bilhetes, apenas até 31 de dezembro. Depois dessa data, ela passa a ser responsável pelo run off da carteira e o encerramento do modelo atual do seguro obrigatório, fazendo os acertos necessários para honrar os passivos e liquidar as ações judiciais em curso.

Até agora não está claro quem fez força para acabar com o DPVAT. A participação da Susep (Superintendência de Seguros Privados) no processo é indiscutível, com o preço atual do seguro sendo a prova insofismável do interesse da autarquia em inviabilizar a operação da Seguradora Líder. Como se não bastasse, a Susep nunca escondeu que queria se apropriar de bilhões de reais em reservas, constituídas com recursos privados, com finalidade específica, administrados por uma empresa privada, na qual o governo nunca colocou um centavo, nem tem participação acionária.

DPVAT e a Seguradora Líder foram sistematicamente acusados de impropriedades e até de fraudes que, curiosamente, nunca foram trazidas a público, exceto os golpes contra o seguro, nos quais a Líder, evidentemente, é a vítima e não a autora. Crime não se alega, se prova. E esta prova está faltando, mas a discussão, agora, não é o passado e sim, o que pode e deve ser feito num futuro muito próximo.

A partir de 1º de janeiro, o DPVAT deixa de ser comercializado pela Seguradora Líder, em função da decisão das seguradoras integrantes do consórcio do seguro obrigatório de acabar com ele. Sem a comercialização pela Seguradora Líder, o Brasil deixa de ter a única proteção de perto de 400 mil famílias que recebem anualmente indenização em função de acidentes de trânsito acontecidos no país.

Quando digo anualmente, não quer dizer que as mesmas famílias recebem todos os anos o seguro obrigatório. Quer dizer que todos os anos o trânsito joga na conta da violência 400 mil novas vítimas, que geram e recebem indenizações por morte, invalidez permanente e despesas médico-hospitalares.

A imensa maioria das vítimas dos acidentes de trânsito são pessoas das classes D e E, ou as mais pobres da pirâmide social brasileira. Quer dizer, são pessoas que recebem um salário mínimo por mês ou menos. O DPVAT não é atualizado há mais de dez anos e, todavia, sua indenização por morte corresponde a 12 salários mínimos, ou seja, no caso da morte de seu arrimo, a família da vítima receberá o equivalente a um ano de remuneração do trabalho do morto.

É este benefício a única compensação efetivamente paga às vítimas dos acidentes de trânsito e que deixa de existir a partir de janeiro. A proposta não é manter o DPVAT como ele fluiu até aqui. Isso está fora de questão, mas o País não pode ficar sem um seguro com as mesmas características do DPVAT, porque, sem ele, centenas de milhares de pessoas que já vivem na pobreza, em caso de serem vítimas de acidentes de trânsito, correm o risco de caírem na miséria.

A matéria depende do Congresso Nacional. O DPVAT é previsto em lei federal, então é lá que é o foro para a discussão do que deve ser feito. O que não pode acontecer é esta discussão demorar, não apenas pelo já exposto, mas porque a operacionalização de um seguro como este, com abrangência nacional, pagando indenizações em áreas desenvolvidas e em outras miseráveis, é complexa, cara e exige uma sofisticada rede de atendimento, sob risco de, em não existindo, as indenizações não serem pagas e as fraudes se multiplicarem.

É importante lembrar que a rede de regulação e pagamento de indenizações gerenciada pela Seguradora Líder atende todo o território nacional, está implantada e funciona bem. Não levar isso em conta será apenas repetir a antiga tendência brasileira de reinventar a roda quando o mundo viaja de avião.

Marcos Kobayashi lidera chapa única à presidência do CVG-SP

Nova diretoria para a gestão 2021/2022 será eleita por aclamação no próximo dia 10 de dezembro

Fonte: Márcia Alves

O atual vice-presidente do CVG-SP, Marcos Kobayashi, concorre em chapa única à presidência do CVG-SP na eleição de diretoria para o biênio 2021/2022. A chapa liderada por ele foi a única registrada no prazo regimental, encerrado no dia 1º de dezembro, e homologada pelo Conselho Consultivo, conforme prevê o estatuto. 

A nova diretoria do CVG-SP será eleita por aclamação em Assembleia Geral Extraordinária (AGE) virtual com a participação de associados, no dia 10 de dezembro, às 12h. A AGE será transmitida ao vivo pela internet no canal do CVG-SP no YouTube (http://youtube.com/c/CVGSP).

Como candidato de consenso à presidência do CVG-SP, Kobayashi sucederá no cargo o atual presidente Silas Kasahaya, que encerra sua segunda gestão no final de dezembro. “Foi um prazer e uma honra comandar o CVG-SP nos últimos quatro anos. Desejo ao Kobayashi muito sucesso nessa nova jornada”, diz Kasahaya.

Chapa única para eleição de diretoria do CVG-SP – Gestão 2021/2022

Presidente: Marcos Kenji Kobayashi (Tokio Marine)

Vice-presidentes: 1º Marcio Batistuti (MAG Seguros) e 2º Gustavo Toledo (MetLife)

Diretor Administrativo Financeiro: Joana Barros (Alfa Previdência e Vida). Adjuntos: Ana Flávia Ribeiro Ferraz (Bradesco Seguros), César Augusto Cordeiro (sócio-parceiro), Fabiano Lima (Zurich Seguros), Paulo Rogério Lima (Icatu Seguros) e Rodrigo Cezareto (Allianz Seguros)

Diretor Relações com o Mercado: Tiago Moraes (Mitsui Sumitomo). Adjuntos: Anderson Fabiano Mundim Martins (Bradesco Seguros), Carlindo Boaventura Ferreira (CBJR Boaventura), Edglei Faria Monteiro (Sompo Seguros), Flávio de Oliveira Vasques (MAPFRE Assistência) e Márcio Braga (Prudential do Brasil)

Diretor de Seguros: Asenate Souza (Porto Seguro). Adjuntos: Alexandre Crozato Carvalho (MAPFRE Seguros), Israel Angelo dos Santos (Allianz Seguros), Lidiane da Rocha (SulAmérica), Luiz Eduardo Dilli Gonçalves (MBM Seguradora) e Maurício de Oliveira Leite (ML 3 Corretora)

Comissão Fiscal

Membros efetivos –  Presidente: Alexandre Vicente da Silva (Liberty Seguros). Fernanda Pasquarelli (Porto Seguro) e Francisco A. C. Toledo Neto (Scor RE)

Suplentes: Alessandra Monteiro (IRB Brasil Re) e Guilherme Hinrichsen (Icatu Seguros)

Ame Digital, app da varejista Lojas Americanas, lança seguro residencial com cashback

Em parceria com a Previsul Seguradora, o super app oferece seguro com vantagem inédita

A Ame — fintech e plataforma mobile criada para simplificar a maneira como as pessoas e empresas se relacionam com o dinheiro — amplia a sua variedade de serviços com uma parceria inédita com a Seguradora Previsul. Uma das principais iniciativas da IF – Inovação e Futuro, motor de inovação do Universo Americanas, é o super app está presente nas 1.700 unidades das Lojas Americanas, nos sites Americanas.com, Submarino, Shoptime e Sou Barato, e em mais de 2 milhões de sites e lojas no país.

O app oferecerá diversas opções de pacotes de seguros residenciais, com modalidades que incluem casa própria, financiada ou alugada. Os planos têm cobertura de roubo, incêndio, danos elétricos, perda do aluguel, assistência residencial 24h, queda de raios e explosões. Os valores podem variar entre R$ 145 e R$ 800 para 12 meses de cobertura.

Todos os planos podem ser pagos à vista ou em até 12 vezes sem juros. A contratação, finalizada até o dia 31 de dezembro, oferece a vantagem de 5% de cashback, um benefício inédito no mercado de seguros.

Além disso, ao aderir o seguro residencial pelo super app Ame Digital, o segurado concorrerá mensalmente a R$5.000. Para aderir ao plano, basta acessar a área de “Seguro Residencial”, disponível dentro da página inicial do app Ame Digital, e selecionar a opção desejada.

Setor de seguros acumula vendas de R$ 220 bilhões até outubro, queda de 1,1%

Nos seguros de pessoas e danos, os prêmios diretos totalizaram R$ 19,33 bilhões em outubro de 2020. No acumulado do ano são R$ 191,03 bilhões

As receitas dos segmentos supervisionados pela Superintendência de Seguros Privados (Susep) totalizaram R$ 22,25 bilhões em outubro de 2020, com queda de 8,60% em relação a setembro de 2020, quando as receitas somaram R$ 24,34 bilhões. No acumulado de 2020, o patamar de receitas de R$ 220,32 bilhões está 1,1% abaixo de 2019.

Os produtos de danos foram destaque positivo em outubro, com alta de 5,50% no comparativo com setembro. Já no comparativo com outubro de 2019, o crescimento foi de 10,50%.

Nos seguros de pessoas e danos, os prêmios diretos totalizaram R$ 19,33 bilhões em outubro de 2020. No acumulado do ano são R$ 191,03 bilhões.

O segmento de seguros de pessoas apresentou um total de prêmios acumulados de R$ 126,16 bilhões até outubro, uma redução de 2,3% em relação ao mesmo período de 2019. Os destaques ficaram por conta do seguro de vida e prestamista, com crescimento acumulado de 10,5% e 5,2%, respectivamente. Já o VGBL, no acumulado de janeiro a outubro de 2020, teve uma redução de 4,5% na captação quando comparado com o mesmo período de 2019.

Nos seguros de danos, as receitas somam R$ 64,88 bilhões no acumulado até outubro de 2020, o que representa alta de 2,2% em comparação com 2019.

Rede Lojacorr supera a marca de R$ 670 milhões

Apenas em novembro, o crescimento chegou a quase 32%

Fonte: Lojacorr

A Rede Lojacorr fechou o mês de novembro com a produção geral de R$ 62,9 milhões, sendo comercializados em Seguros R$ 57,8 milhões; Consórcios R$ 2,8 milhões e Demais Segmentos R$ 2,2 milhões. O montante representou um crescimento total de 31,81% referente ao mesmo período do ano anterior. No acumulado de janeiro a novembro desse ano, a Rede superou a marca dos R$ 670 milhões produzidos. 

No total, 48 unidades cresceram, com destaque para: São Paulo, Campinas, Chapecó, Goiânia, Triângulo Mineiro, Oeste do Paraná, Itajaí, Maringá, Ribeirão Preto e Vale do Aço. Além disso, 93% dentre as principais companhias seguradoras parceiras tiveram alta, com destaque para: Zurich, Sompo, Mitsui, Alfa, SulAmérica, Tokio Marine, Bradesco, Amil, Mapfre e HDI. 

Todos os principais ramos comercializados cresceram, com destaque para: Rural 200%, RD Equipamentos 139%, Saúde 88%, Empresarial 60%, Transporte 52%, Vida 51%, RC 43%, Auto 26%, Prestamista 25% e residencial 18%. Sobre as corretoras, 92% tiveram aumento, com destaque para: Marinho Catalão, Forte Brasil, Rosa Tavares, Pompeu & Souza, M & S, Henkan, MF, Zanella, M & K e SACS. Foram registrados quase 38 mil documentos de bens e vidas protegidas com o apoio da cadeia de proteção da Rede Lojacorr. Já o crescimento de venda de planos de consórcios obteve uma evolução de 26% anual. 

De acordo com o diretor Comercial da Rede Lojacorr, Geniomar Pereira, a Rede conquistou em novembro mais 23 novas Corretoras de Seguros, nas segmentações Ouro, Prata, Bronze, Light e Prepostos, sendo que houveram novas entradas nas quatro Regionais do País. “Os números comprovam a força da Rede e representam a superação diária da atuação que vem sendo feita”, ressalta o gestor.

Tokio Marine contrata Laur Diuri para diretoria de indenizações

Lauro Dier Tokio Marine

A Tokio Marine contratou Laur Diuri para a Diretoria de Sinistros. O executivo, que conta com 42 anos de experiência no mercado de seguros, sucede Alexandre Vieira, que assumiu novos desafios dentro do grupo. “Estou muito feliz em entrar para o time de Resolvedores da Tokio Marine, tão reconhecido pela qualidade na prestação de serviços. Penso que, quando falamos em sinistro, há três fatores essenciais para uma boa operação: agilidade no atendimento, clareza nas informações e respeito aos parceiros.

Precisamos cumprir uma promessa que fizemos ao Cliente no momento da compra. É com este pensamento que eu me integro à equipe para aprimorarmos ainda mais os processos”, afirmou Diuri. O executivo, formado em Ciências Contábeis e com MBA em Business Management pela Fundação Getúlio Vargas (FGV), exerce cargos de gestão na área de Sinistros desde 2002.

Ele pretende ampliar o relacionamento da Seguradora com Corretores e Clientes, além de engajar o time para a melhoria dos índices de atendimento, com base nos critérios da metodologia Net Promoter Score (NPS), bastante representativos na companhia.

Laur Diuri vai responder ao Diretor Executivo de Operações, Tecnologia e Sinistros, Adilson Lavrador, que está bastante otimista com sua chegada. “Tenho certeza de que o Laur contribuirá de maneira efetiva para o negócio. Ele dará continuidade ao trabalho desenvolvido pelo Alexandre Vieira nos últimos anos, garantindo as melhores soluções para os nossos clientes, no momento em que eles mais precisam da proteção do seguro”, reforça Lavrador.

SulAmérica celebra seus 125 anos e lança conceito de Saúde Integral

Fonte: SulAmérica

Completando dia 5/12 mais de um século desde sua fundação, companhia evolui seu posicionamento de marca; para marcar o momento, realiza concerto inédito aberto ao público

São Paulo, 3 de dezembro de 2020 – Estar entre as poucas empresas que passaram de um século de existência e continuaram relevantes é motivo de muito orgulho. Mesmo em um ano permeado por incertezas, a SulAmérica celebra seus 125 anos com otimismo no futuro e muito trabalho, investindo no conceito que permeia seus negócios e reforça a relação com seus clientes e parceiros: Saúde Integral, uma visão que une sob uma mesma perspectiva saúde física, emocional e financeira. Para celebrar, realizará neste domingo, dia 6, uma live musical com Orquestra Ouro Preto e Alceu Valença. 

“Acreditamos que para ter o equilíbrio necessário para viver de forma plena no presente e no futuro, com autonomia e segurança, é preciso que essas três dimensões da saúde caminhem em harmonia”, afirma Gabriel Portella, presidente da SulAmérica. Segundo o executivo, essa proposta é inédita no setor e muda a forma como o mercado segurador costuma trabalhar. “Não se trata apenas de um reposicionamento da marca, mas uma mudança cultural.” 

O conceito, que a empresa já vinha aplicando em suas ações do dia a dia, foi incorporado ao discurso oficial e na esteira de lançamento de novos produtos e serviços. O projeto durou quase um ano e mobilizou todos os setores da SulAmérica: Conselho Administrativo, colaboradores, parceiros de negócios, fornecedores, clientes, entre outros. O trabalho partiu da missão, da visão e dos valores da empresa, passando pelas mudanças comportamentais observadas ao longo dos anos e mirando nas tendências futuras. 

O projeto contou com pesquisas qualitativas e quantitativas, além de inúmeras entrevistas, para que a companhia obtivesse um diagnóstico preciso e com diferentes pontos de vista. Ouvir médicos, corretores de seguros, colaboradores, clientes e fornecedores foi fundamental para o novo posicionamento ser assertivo e estar em linha com os anseios da sociedade. 

Celebração: Concerto Orquestra Ouro Preto e Alceu Valença 

Como parte de suas ações de sustentabilidade, a companhia apoia iniciativas culturais e esportivas há muitos anos, quase durante todos os seus 125 anos de existência. Nessa vertente, desde 2008 é responsável pelo Circuito SulAmérica de Música e Movimento . 

Uma das parcerias mais longevas é o patrocínio à Orquestra Ouro Preto e sua Academia, uma iniciativa que forma e dá bolsas a jovens músicos. É justamente esse parceiro que homenageia a SulAmérica em seus 125 anos, com uma live “dois em um”, que vai ao ar no domingo, dia 6, no canal do grupo no YouTube 

A partir das 17h30, a música invadirá a famosa Igreja de São Francisco, em Ouro Preto (MG), onde o maestro Rodrigo Toffolo conduzirá os alunos da Academia Orquestra Ouro Preto pelas Quatro Estações de Vivaldi. O violinista Carmelo de Los Santos fará uma participação especial. Assim que o grupo finalizar a execução desta obra-prima de Vivaldi, se dirigirá até a Casa da Ópera, o mais antigo teatro em funcionamento na América Latina, onde se junta a Alceu Valença para apresentar a nova versão do espetáculo “Valencianas”. Desta vez, eles se apresentam com repertório revisitado, repleto de sucessos de Alceu como “Anunciação” e “Belle de Jour”. 

Série: O que esperar de 2021 – Andrea Crisanaz, CEO da Generali

A série “O que esperar de 2021”, visa trazer um pouco de luz sobre as incertezas do próximo ano. Nesta edição, Andrea Crisanaz, CEO da Generali, fala um pouco sobre suas expectativas. Leia abaixo:

Quais as tendências da empresa e do setor para 2021?

A Generali Brasil vai seguir focada em sua estratégia: 

  • explorar novas rotas de crescimento no mercado mass channel, através de parcerias estratégicas. 
  • desenvolver ainda mais sua forte atuação nas contas globais: Vida (Generali Employee Benefits), Grandes Riscos (Generali Corporate & Commercial) e Ramos Elementares. 
  • liderar a inovação do mercado brasileiro aproveitando a experiência do Grupo e das insurtechs locais para estabelecer parcerias cada vez mais digitais e inovadoras.

Em se tratando do Grupo Generali, nossa estratégia Generali 2021 permanece efetiva e ainda mais válida no contexto do mercado atual. O Grupo aproveita suas forças para executar a estratégia de forma disciplinada, focada na excelência técnica, na forte rede de distribuição e no modelo de negócio diversificado.  

Essas forças, combinadas com nossa sólida posição de capital e excelência em inovação, permitem que estejamos comprometidos com as metas financeiras de nossa estratégia para o futuro. 

Dois anos depois do lançamento do plano Generali 2021, mantemos nosso comprometimento com todos os nossos acionistas, graças ao fortalecimento de nossos colaboradores, uma marca cada vez mais forte e nosso crescente compromisso com a sustentabilidade.

Como descreve o ano de 2020?

Foi um ano desafiador para todos. Um ano que precisamos aprender uma nova forma de trabalhar e nos relacionar. No entanto, foi um ano cheio de novos aprendizados que vieram para ficar. Na Generali Brasil, há alguns anos, havíamos traçado a estratégia de sermos uma Seguradora de Nicho e estarmos entre as principais seguradoras de Vida, Massificados e Grandes Riscos no mercado brasileiro. E, em 2020, pudemos antecipar nossa estratégia e focar apenas nestes segmentos para 2021. Queremos liderar a inovação do mercado brasileiro aproveitando a experiência do Grupo para nos tornarmos cada vez mais uma seguradora digital. 

Qual foi o impacto da pandemia e os potenciais de crescimento para a Generali?

Na luta contra a epidemia de covid-19, todas as diretorias da Generali ao redor do globo estão se reunindo para encontrar caminhos para mitigar os danos que o vírus tem provocado a todas as nações. Este é um compromisso que nossa companhia assumiu e, por isso, estamos nos empenhando para promover vários meios que possam reduzir, de alguma forma, as perdas que o mundo terá com essa pandemia. A empresa já garantia, em suas Condições Gerais do Seguro de Vida, eventos decorrentes de pandemia ou epidemia. 

Durante a pandemia, criamos o Seguro para a Covid-19, um produto voltado à Cobertura de Diária de Internação Hospitalar, em decorrência da Covid-19, e recuperação após alta. O seguro é oferecido para empresas com mais de 250 funcionários. Além disso, as apólices de Seguros Massificados e Micro Seguros da Generali passaram a contar com a Cobertura gratuita de Medicamentos Genéricos, em caso de prescrição médica no Pronto Socorro ou em Caso de Internação Hospitalar.

O seguro tem um importante papel social e é nosso dever colaborar para amenizar as perdas de todos os nossos clientes.

Quais as áreas mais afetadas?

Com o distanciamento social, muitas empresas se esqueceram de que, no fim das contas, ainda são pessoas que consomem seus serviços. Mais do que isso, são clientes que sentem falta do contato humano e da empatia de quem está do outro lado. 

Há quem diga que a principal semelhança entre as crises é que todas acabam. Por isso, sobreviver a elas deve ser a prioridade de todo empreendedor. Para quem já passou por algumas adversidades, o momento é de focar na preservação de capital — financeiro e emocional. 

A crise do coronavírus obrigou comerciantes do Brasil inteiro a fechar as portas. Nesse cenário, quem pôde oferecer serviços e produtos pela internet se sobressaiu. As vendas on-line saltaram 81% no mundo durante a pandemia e no Brasil não muito foi diferente. Hoje, vemos que o e-commerce veio para ficar. Grandes marcas construíram novas formas de se relacionar e mostraram o quanto é importante a experiência do cliente. É claro que o fechamento de lojas físicas impactou na venda de seguros, mas, por outro lado, o comércio eletrônico cresceu exponencialmente nesse período. Perde-se de um lado e ganha-se de outro. 

O que mudou na forma de se relacionar com o consumidor? De um exemplo prático.

Para os clientes, adotamos diversas campanhas, globalmente, para lembrá-los que a companhia garante, em suas Condições Gerais do Seguro de Vida, eventos decorrentes de pandemia ou epidemia. Os mais de 50 países da Generali no mundo também estão empenhados em garantir informação em tempo real, através de diversos canais de comunicação online, sobre medidas de prevenção e atendimento à distância. No que se refere à aprendizagem na companhia, nossas equipes cresceram muito em termos de novos skills, forma de trabalho ágil e grande motivação em contribuir com o futuro do setor. Em TI, nossos sistemas são sempre mais online e conectados por API com nossos Parceiros. 

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Podcast Negócio Seguro AIG Play discute riscos de perdas em startups e negócios emergentes

AIG podcast

Especialistas discutem a importância dos seguros para prevenir e cobrir perdas na administração de startups e pequenos negócios de diferentes segmentos

Está no ar o novo episódio do Negócio Seguro AIG Play , canal de podcasts da AIG Seguros com conteúdos exclusivos sobre os riscos nos negócios, com uma linguagem fácil e direta, sempre com a presença de especialistas nos temas abordados. A conversa mais recente é sobre a importância de pequenos e médios empresários contarem com apólices de seguros para prevenir ou cobrir eventuais perdas com manobras administrativas em startups e negócios emergentes de diferentes segmentos. O conteúdo pode ser acessado e ouvido diretamente pelo blog Negócio Seguro AIG ou pelas plataformas de podcast Anchor Spotify ,  Apple Podcasts Google Podcasts Castbox Overcast Breaker .  

O podcast foi produzido em parceria com a BR Angels Smart Network , associação nacional voltada para investimento-anjo e composta por executivos C-Level com atuação em grandes empresas de diferentes mercados. O representante da associação, Orlando Cintra, Fundador e CEO da BR Angels, participou do bate-papo com Renan Soares, executivo de contas da AIG, Gustavo Baraldi, especialista em seguros para Linhas Financeiras da AIG. Participa também da conversa Fabio Ursaia, CEO da Telefônica Corretora de Seguros. 

A BR Angels Smart Network planeja investir R$ 12,5 milhões em startups brasileiras este ano. Até o momento, a entidade, formada em 2019, já investiu R$ 7 milhões e planeja aportar R$ 5,5 milhões até o final de dezembro. O foco é fomentar fintechs, edtechs, healthtechs, insurtechs, rhtechs, agritechs, além de empreendimentos na área de logística, aportando tickets de até R$ 1,5 milhão por empresa. 

Este é o 9º e último episódio de uma série lançada em abril deste ano no blog Negócio Seguro AIG com o objetivo de levar mais informação sobre os riscos nos negócios, em uma linguagem simplificada, com foco maior na contribuição do seguro como investimento e parte do planejamento empresarial em diferentes segmentos. Desde o início do projeto, os áudios já somam mais de 3.500 escutas e abordaram temas como compliance, com a Lei Geral de Proteção de Dados (LGPD), tendências de gestão de riscos no processo de internacionalização das empresas, investimentos em prevenção de riscos ambientais, vantagens do seguro D&O para gestores de empresas multinacionais, riscos em construção civil, tendências em ofertas públicas na bolsa de valores e os chamados Ramsomware . 

Thinkseg vai pagar o cliente em 1 hora no caso de batidas de Automóvel

Sistema Cilia faz parceria com Thinkseg para aplicação de IA (inteligência artificial) e pagamento instantâneo de conserto do carro aos clientes do Pay Per use 

Fonte: Thinkseg

A Thinkseg, startup responsável pelo desenvolvimento do seguro automóvel Pay Per Use no Brasil, acaba de fechar parceria com a startup Cilia, única no País com tecnologia de inteligência artificial (IA) na área de vistoria e orçamentos de veículos. No trabalho em conjunto das startups, agora, os clientes Thinkseg passam a contar com aplicação do IA na análise de risco dos acidentes com carro e, assim, rápida aprovação das propostas para consertos e reparos.  

“Com a tecnologia inédita no mundo do Cilia no seguro auto Pay Per Use, o pagamento do sinistro passa a ser instantâneo. O segurado vai poder optar em receber um crédito na hora, na sua wallet, ou que a empresa repare o veículo. Através da IA do Cilia esse processo será quase instantâneo”, afirma o CEO da Thinkseg, Andre Gregori. “A experiência do cliente no momento que ele mais precisa da seguradora será mais rápida e transparente, completa. 

No seguro auto tradicional, o cliente tem esperar até 10 dias para a aprovação do orçamento, a partir do momento do informa a colisão do veículo, para então começar o processo de reparo do seu veículo. Esse ciclo todo demora cerca de 1 mês ou mais.  

Com o uso da IA do Cilia, ao tirar fotos do veículo batido, no local do acidente, o cliente encaminha as imagens por meio do aplicativo da Thinkseg. A partir das fotos, o algoritmo Cilia avalia a condição de cada peça interna ou externa na região da colisão. É feito um mapeamento tecnológico, com a comparação da imagem em um banco de dados armazenado. A aplicação da IA no banco de dados é que permite mensurar preço das peças danificadas, quantidade de horas necessárias para o reparo, até a apresentação do orçamento total ao cliente. E tudo isso é feito em minutos.  

O aplicativo Thinkseg, agora com a IA do Cília, rastreia peças disponíveis no mercado, preço delas, custo da mão de obra e oficinas para o reparo. São quase 5 mil oficinas cadastradas no Sistema Cilia para a prestação do serviço.  

“O Sistema Cilia já alcançou esse ano quase 2 milhões de orçamentos de forma totalmente automatizada e digital. A jornada do cliente na hora da colisão do veículo é facilitada e interativa, pois ele mesmo colhe rapidamente as imagens pelo aplicativo. Além disso, a IA traz maior precisão e eficiência em todas as etapas do orçamento para a seguradora. O algoritmo é capaz de apontar danos quase imperceptíveis, como trincas e riscos leves”, diz o CEO do Sistema Cilia, Daniel Barbosa.  

O ranking das peças mais danificadas ao longo de dois anos tem sido na parte dianteira do veículo, envolvendo para-choque, capô do motor e, em terceiro lugar, barra/viga de impacto dianteiro.  

O algoritmo patenteado do Cilia, desenvolvido em parceria com exclusividade com uma Universidade Federal, já vem sendo utilizado no mercado brasileiro por grandes seguradoras multinacionais, despertando o interesse de países de fora, como Colômbia, Chile, Equador, China e Estados Unidos. “Estamos preparados para já no próximo ano começarmos nosso plano de expansão global”, explica Daniel.