Projeções para o PIB melhoram, mas ancoragem depende de reformas, avalia CNseg

pedro simoes, CNSEG

As projeções de crescimento do PIB deste ano continuam a melhorar, indo de -4,66% para -4,55%, cenário compatível com um crescimento entre 7% e 10% do PIB no terceiro trimestre

O otimismo dos economistas do mercado financeiro segue melhorando as projeções para o Produto Interno Bruto (PIB). Conforme o Relatório de Mercado Focus do Banco Central, a expectativa para a economia este ano passou de retração de 4,66% para 4,55%. Para 2021, o mercado financeiro elevou a previsão de alta de 3,31% para 3,40%. 

“No entanto, a inflação teve ajuste significativo e a projeção para a Selic veio com alta de 2,75% para 3% para 2021”, alerta Pedro Simões, economista do Comitê de Estudos de Mercado da CNseg, a Confederação Nacional das Seguradoras. Esta foi a 15ª semana de aumento contínuo da estimativa de inflação para o próximo ano, o que acabou elevando também a projeção para a Selic no fim de 2021. 

“Claro que esses ajustes de inflação e de taxas de juros não assustam, pois já eram esperados. Mas temos ainda muitas coisas para recuperar daqui para frente. Se considerarmos o carregamento estatístico, o crescimento projetado para 2021, na verdade, não é forte. Ou seja, dada a forte queda do PIB no ano anterior, mesmo que a atividade cresça pouco ao longo do ano que vem, o crescimento ultrapassaria facilmente os 3%, e é o que está embutido em tais projeções”, afirma. 

Segundo o economista, otimismo mais consistente virá se, além de boas notícias em testes, tivermos notícias positivas sobre a distribuição da vacina, por exemplo, e melhora nos indicadores do emprego, avanço das reformas e controle fiscal.

Leia a íntegra do boletim Acompanhamento de Expectativas Econômicas semanal feito pela Superintendência de Estudos e Projetos (Suesp) da CNseg, no portal de CNseg.

Falhas internas são a causa mais frequente de sinistros cibernéticos, revela estudo da Allianz

riscos cibernéticos hackers

Análise da AGCS de mais de 1.700 sinistros cibernéticas: Eventos externos como os ataques “DDoS” resultam em perdas mais caras, mas incidentes internos como erro humano ou falhas de sistema ocorrem com mais freqüência, embora com impacto financeiro menor

Os ataques externos às empresas resultam nas mais caras perdas de seguros cibernéticos, mas são os erros humanos e problemas técnicos os mais freqüentes geradores de sinistros por número, de acordo com um novo relatório da Allianz Global Corporate & Specialty (AGCS), Managing The Impact Of Increasing Interconnectivity – Trends In Cyber Risk. O estudo analisa 1.736 sinistros de seguros cibernéticos no valor de 660 milhões de euros (US$ 770 milhões) envolvendo a AGCS e outras seguradoras de 2015 a 2020.

“As perdas decorrentes de incidentes como os ataques de negação de serviço (DDoS) ou as campanhas de phishing e ransomware representam hoje uma maioria significativa do valor dos sinistros cibernéticos”, diz Catharina Richter, Diretora Global do Allianz Cyber Center of Competence, que está incorporado à AGCS. “Mas embora o cibercrime domine as manchetes, falhas nos sistemas cotidianos, interrupções de TI e incidentes decorrentes de erros humanos também podem causar problemas para as empresas, mesmo que seu impacto financeiro não seja, em média, tão grave”. Empregadores e funcionários devem trabalhar juntos para aumentar a conscientização e a resiliência cibernética. ”

O número de sinistros de seguros cibernéticos de que a AGCS foi notificada tem aumentado constantemente nos últimos anos, de 77 em 2016, quando cyber era uma linha relativamente nova de seguros, para 809 em 2019. Em 2020, a AGCS já recebeu 770 sinistros nos três primeiros trimestres. Este aumento constante foi impulsionado, em parte, pelo crescimento do mercado global de seguros cibernéticos, que atualmente é estimado em 7 bilhões de dólares, de acordo com a Munich Re. A AGCS começou a oferecer seguros cibernéticos em 2013 e, em 2019, gerou mais de 100 milhões de euros em prêmios brutos neste segmento. O relatório também destaca que houve um aumento de mais de 70% no custo médio dos crimes cibernéticos para as organizações em cinco anos – US$ 13 milhões e um aumento de 60% no número médio de violações de segurança.

As perdas resultantes de incidentes externos, tais como ataques DDoS ou campanhas de phishing e malware/ransomware, respondem pela maioria do valor dos sinistros analisados (85%) de acordo com o relatório, seguidos por ações internas maliciosas (9%) – pouco freqüentes, mas que podem ser dispendiosas. Episódios internos acidentais, tais como erros de funcionários ao assumirem responsabilidades diárias, interrupções de TI ou de plataformas, problemas de migração de sistemas e software ou perda de dados são responsáveis por mais da metade dos sinistros analisadas por número (54%), mas, muitas vezes, o impacto financeiro destes é limitado em comparação com o crime cibernético. Entretanto, as perdas podem aumentar rapidamente no caso de incidentes mais graves.

A interrupção de negócios (incluindo custos de mitigação e responsabilidade de terceiros) é o principal fator de custo por trás das perdas cibernéticas, respondendo por cerca de 60% do valor de todas os sinistros analisados no relatório, seguido pelos custos envolvidos em lidar com violações de dados.

Não se espera que o ambiente de risco cibernético se torne mais fácil no futuro, observa o relatório. Empresas e seguradoras estão enfrentando uma série de desafios, tais como a perspectiva de interrupções de negócios mais caras, a crescente freqüência de incidentes de ransomware, conseqüências mais dispendiosas de grandes violações de dados devido a uma regulamentação mais robusta e aos litígios, bem como o impacto do jogo das diferenças políticas no espaço cibernético através de ataques patrocinados pelo Estado. O impacto destas tendências é também o tema de um novo podcast AGCS.

O enorme aumento do trabalho remoto devido à pandemia de coronavírus também é um problema. Forças de trabalho deslocadas criam novas oportunidades para que os criminosos cibernéticos tenham acesso a redes e informações sensíveis. Os incidentes de malware e ransomware já aumentaram em mais de um terço desde o início de 2020, enquanto os golpes e campanhas de phishing com o tema do coronavírus continuam. Ao mesmo tempo, o impacto potencial de erros humanos ou incidentes de falhas técnicas também pode ser aumentado. 

Enquanto as exposições estão aumentando, ainda não se pode dizer que o surto de Covid-19 seja uma causa direta de sinistros relacionados a cyber. A AGCS começou a ver os primeiros sinistros que podem ser atribuídos indiretamente ao cenário da Covid-19, incluindo ataques de ransomware que possam ter conexão com a mudança para o trabalho remoto. Entretanto, é muito cedo para confirmar uma tendência mais ampla.

Surgem ameaças de ransomware
Já com alta freqüência, os incidentes de ransomware estão se tornando mais prejudiciais, visando cada vez mais as grandes empresas com ataques sofisticados e grandes exigências de extorsão. Houve quase meio milhão de incidentes do tipo reportados globalmente no ano passado, custando às organizações pelo menos 6,3 bilhões de dólares somente em pedidos de resgate. Os custos totais associados ao tratamento desses incidentes são estimados em mais de 100 bilhões de dólares.

“Ferramentas de hacking de alto nível estão mais amplamente disponíveis, impulsionadas pela crescente ‘comercialização de cyber-hacks‘. Cada vez mais, os criminosos estão vendendo malware para outros hackers que, em seguida, têm como alvo empresas que exigem pagamentos de resgate”, diz Marek Stanislawski, Líder Global de Subscrição Cibernética AGCS. “Entretanto, as exigências de extorsão são apenas uma parte do quadro. A interrupção de negócios pode trazer as perdas mais graves – com o tempo de inatividade se tornando mai longo – enquanto os custos de sistemas e restauração de dados podem aumentar rapidamente. ”

A interrupção de negócios e a o aumento da vulnerabilidade da cadeia de abastecimento digital 
“Seja devido a um resgate, erro humano ou uma falha técnica, a perda de sistemas ou dados críticos pode colocar uma organização em uma situação muito delicada na economia digitalizada de hoje”, diz Joerg Ahrens, Diretor Global de Sinistros de Long-Tail AGCS. “A impossibilidade de acessar dados por um longo período de tempo pode ter um impacto significativo nas receitas – por exemplo, se uma empresa for incapaz de receber pedidos. Da mesma forma, se uma plataforma on-line não estiver disponível devido a uma falha técnica ou evento cibernético, ela pode trazer grandes perdas para as empresas que dependem dela, particularmente dada a crescente dependência atual das vendas on-line ou das cadeias de abastecimento digitais. ”

Violação de dados e ataques patrocinados pelo Estado

O custo de lidar com uma grande violação de dados está aumentando à medida que os sistemas de TI e eventos cibernéticos se tornam mais complexos, e com o crescimento dos serviços em nuvem e de terceiros. A regulamentação da privacidade de dados, que foi recentemente reforçada em muitos países, também é um fator-chave que impulsiona os custos, assim como o crescimento da responsabilidade de terceiros e a perspectiva de litígio em ações coletivas. As chamadas mega violações de dados (envolvendo mais de um milhão de registros) estão mais freqüentes e caras, agora custando em média 50 milhões de dólares, com um aumento de 20% em relação a 2019.

Além disso, o impacto do crescente envolvimento dos Estados-nação nos ciberataques é uma preocupação crescente. Grandes eventos como as eleições e o Covid-19 apresentam oportunidades significativas. Durante 2020, o Google afirmou que bloqueou mais de 11.000 ciberataques potenciais patrocinados pelo governo por trimestre. Nos últimos anos, a infra-estrutura crítica, como portos e terminais e instalações de petróleo e gás, foi atingida por ciberataques e campanhasransomware.

Preparar, treinar e prevenir

A preparação e treinamento dos funcionários pode reduzir significativamente as conseqüências de um evento cibernético, especialmente em esquemas de phishing ou que comprometam e-mails comerciais, que muitas vezes podem envolver erro humano. 

Outra medida que também pode ajudar a mitigar os ataques de resgate são os backups, embora sua manutenção possa limitar os danos. O intercâmbio e cooperação intersetorial entre empresas – como o que foi estabelecido pela Carta de Confiança – também é fundamental quando se trata de desafiar o crime cibernético altamente organizado comercialmente, desenvolver normas de segurança conjuntas e melhorar a resiliência cibernética. 

O cenário da Covid-19 traz novos desafios. Com o trabalho remoto generalizado, a segurança em torno dos pontos de acesso e autenticação é crítica, mas as organizações também devem garantir que haja capacidade de rede suficiente, pois isto pode ter um impacto significativo na perda de renda se houver qualquer interrupção.

Webtec avalia primeiros sinais de retomada econômica para o setor de seguros

A CNseg promoveu encontro com especialistas que acompanham o dia a dia da economia e dos seguros

Fonte: CNseg

A economia brasileira enfrenta agora desafios inéditos para voltar a crescer. Justamente para identificar os riscos à frente, a Confederação Nacional das Seguradoras (CNseg) reuniu especialistas no webtec “O setor de seguros e os primeiros sinais de retomada econômica”, na quinta-feira (19). “O principal propósito do encontro foi demonstrar o elo entre a economia e o seguro, e sua dependência à produção, ao emprego e à renda para ganhar tração”, assinalou o economista do Comitê de Estudos de Mercado da CNseg, Pedro Simões, que moderou o encontro. Participaram também Ana Flávia Ribeiro Ferraz, Gerente Departamental da Bradesco Vida e Previdência e Presidente da Comissão de Produtos de Risco da FenaPrevi; a economista Luana Miranda, Pesquisadora da Área de Pesquisa Aplicada da FGV/IBRE, e Thisiani Martins, Presidente da Comissão de Riscos Patrimoniais e de Grandes Riscos da FenSeg. 

Em sua apresentação, a economista Luana Miranda lembrou que, em virtude da pandemia que enfraqueceu setores econômicos importantes e comprometeu milhões de postos de trabalho, aportes do governo foram necessários para ajudar empresas e pessoas. Os desembolsos foram importantes para impedir uma recessão ainda mais severa, mas pioraram as contas públicas e colocou mais pressão sobre o equacionamento do deficit fiscal.

Após um segundo trimestre complexo, o PIB do terceiro deu fortes sinais de recuperação, algo que melhorou a confiança dos agentes. Mas a dependência às medidas emergenciais temporárias, incluindo auxílio emergencial, cessão de crédito, torna, hoje, difícil antever como se comportará a economia brasileira em 2021.

Ela projeta uma expansão de 3,5% no próximo ano, mas reconhece que não é algo muito significativo por ter uma base comprimida, em razão da recessão de 2020. Os problemas da economia não são recentes. Fragilizada desde a última crise econômica (2014/2016, com perda de 8% do PIB no período de 11 trimestres), a economia brasileira conviveu com baixas taxas de crescimento na sequência e, atropelada pela pandemia declarada em março, teve contração de 12% em apenas dois trimestres de 2020, sem recuperar-se das perdas causadas pela pandemia, ao contrário do que ocorreu no passado, mesmo parcialmente.

Há muitas variáveis que podem abreviar um crescimento duradouro ou pelo menos retardá-lo. O risco fiscal e a inflação são duas das variáveis mais importantes. A questão fiscal, explosiva, pode afetar a recuperação dos empregos e renda, afugentar investimentos e manter o dólar elevado, ao se aproximar de 100% do PIB. O câmbio, por sua vez, pode colocar ainda mais lenha no viés de retomada da inflação. Sem contar que um ambiente pouco amigável para os negócios pode atrapalhar diversas atividades de serviços, o segmento mais afetado pela pandemia. 

Thisiani Martins, Presidente da Comissão de Riscos Patrimoniais e de Grandes Riscos da FenSeg, reconhece a complexidade do cenário econômico e imagina que as modalidades e ramos de seguros de Danos e Responsabilidades vão avançar de forma desalinhada, seguindo a lógica de mercado aos quais se destinam as coberturas.  Esse comportamento de crescimento heterogêneo também tende a permanecer nos seguros de Vida e nos planos de acumulação.  Segundo Ana Flávia Ribeiro Ferraz, Gerente Departamental da Bradesco Vida e Previdência e Presidente da Comissão de Produtos de Risco da FenaPrevi, enquanto os planos de acumulação ainda buscam seu ponto de equilíbrio, após uma sequência de resgates ocorridos no começo da pandemia, o seguro de Vida segue uma trajetória mais confortável.  Quando todos estarão na rota de crescimento, não só os seguros de Pessoas, mas os Danos e Responsabilidade, ainda não há respostas.

O vídeo do webtec está disponível no portal cnseg.org.br.

IRB Brasil Re lança serviço de inteligência de dados com alta de 30,3% na compra de resseguro até setembro

IRB resseguro

IRB+Inteligência oferece ao mercado, por meio de plataforma aberta e boletim mensal, informações e estatísticas para a compreensão do comportamento do setor, com base em dados públicos da Susep 

Os prêmios cedidos às resseguradoras brasileiras cresceram 28,9% em setembro deste ano, na comparação com o mesmo período do ano passado, e acumulam alta de 30,3% nos nove primeiros meses de 2020 em relação a 2019. É o que mostra o Boletim IRB+Mercado, que marca, hoje (23/11), o lançamento do novo serviço de inteligência de dados do IRB Brasil RE: o IRB+Inteligência.  

O relatório aponta ainda que o prêmio emitido pelas seguradoras aumentou 17,4% em setembro, considerando o mesmo período de 2019, com crescimento de 3,6% de janeiro a setembro de 2020. “Os números indicam reaquecimento das atividades. Ter acesso à informação de qualidade e analisar comportamentos e tendências são premissas para entender como nosso segmento funciona.”, afirma o CEO e presidente do Conselho de Administração do IRB, Antônio Cássio dos Santos. 

No acumulado do ano (janeiro a setembro), o mercado segurador cresceu 3,6%, influenciado, principalmente, pelos desempenhos das linhas de negócio Rural, Patrimonial, Seguros de Pessoas e Petróleo, nessa ordem. No período, os grupos seguradores que mais emitiram prêmios foram Bradesco, Porto Seguro e Banco do Brasil. Assim como os prêmios emitidos, o resseguro cedido também registrou aumento no mês (28,9%), o que culminou no crescimento de 30,3% no acumulado do ano até setembro.

Sinistralidade – Na comparação mensal, a taxa se manteve no mesmo patamar, com as menores taxas atribuídas às linhas Riscos Diversos, Crédito e Habitacional. Porém, no acumulado do ano até setembro, o índice teve melhora de 2,1 p.p. em relação ao ano passado, impulsionado por Automóvel. Não obstante o recuo dos prêmios em seguros nesta linha, os sinistros registraram quedas mais acentuadas (-13,4%) contribuindo para o resultado do índice. Na sequência, as linhas Responsabilidades e Riscos Diversos também influenciaram na queda da taxa.

Na visão por grupos seguradores, entre aqueles com as maiores emissões de prêmios, Zurich Santander, Caixa e BB foram os que apresentaram as menores taxas no período de janeiro a setembro deste ano. Na mesma tendência, a sinistralidade cedida em resseguro apresentou melhora no acumulado no ano, com redução de 11,2 pontos percentuais.

Vida – Foi o segmento que mais contribuiu para o desempenho do mercado no mês, devido, principalmente, aos incrementos nos segmentos Prestamista (coletivo) e Vida (coletivo e individual). No acumulado do ano, a maior influência positiva foi do ramo Vida Individual, com variação de 29,3%.

Auto e danos – Em sentido contrário, a linha que mais prejudicou o desempenho do setor foi Automóvel com queda de 4,6% no acumulado até setembro de 2020 em relação ao mesmo período de 2019. Em que se pese o fato de que, em setembro, a linha registrou aumento de 3,4% em relação ao mesmo período de 2019, após cinco meses consecutivos de recuos, fartamente compensados pela queda abrupta de despesas com sinistros.

Rural, Patrimonial e Petróleo – As linhas de negócio Rural, Patrimonial e Petróleo foram propulsoras do desempenho do setor no acumulado do ano, com crescimentos de 30,8%, 14,4% e 128,8%, respectivamente. No Patrimonial, o destaque foi Riscos Nomeados e Operacionais, com evolução de 33,2%.

O Boletim IRB+Mercado resume as operações seguros e resseguros a partir dos dados públicos disponibilizados pela Susep, com foco nos seguros de danos, responsabilidades e pessoas. A análise, que será publicada mensalmente, está disponível, na íntegra, no site da companhia (www.irbre.com). No mesmo endereço, o IRB oferece ainda um painel de dados interativo, que permite fazer consultas dinâmicas aos dados. O Dashboard IRB+Mercado Segurador, como é chamado, foi desenvolvido pelo ressegurador, é gratuito, de fácil acesso e traz informações de todo o setor. 

“Esse serviço surge a partir da necessidade de prover o mercado, e todas as pessoas interessadas nele, com informações consolidadas, confiáveis e estruturadas. Desenvolvemos um painel para garantir que todos acessem de forma dinâmica e rápida os dados e oferecemos um recorte mensal”, diz o diretor de Clientes, Inovação e Marketing do IRB Brasil RE, Lucas Mello, acrescentando que o serviço ganhará outras publicações em breve. 

Sobre o Boletim IRB+Mercado

O Boletim IRB+Mercado é o relatório mensal do IRB+Inteligência. Consolida dados públicos do mercado brasileiro de seguros e resseguros a partir das bases da Susep. A análise sobre o mercado, com foco nos seguros de danos, responsabilidades e pessoas pode ser consultada no site do IRB (www.irbre.com), em IRB+Inteligência > Painel de Dados > Boletim IRB+Mercado. 

Sobre o Dashboard IRB+Mercado Segurador

O Dashboard IRB+Mercado Segurador é o painel de dados interativo do IRB+Inteligência. Desenvolvido pelo IRB Brasil RE, disponibiliza os dados históricos das operações de seguro e resseguro, com segregação por linhas de negócio, grupos seguradores e foco nos seguros de danos, responsabilidades e pessoas. É aberto, de fácil acesso e pode ser consultado no site do IRB Brasil RE (www.irbre.com), em IRB+Inteligência > Painel de Dados > Dashboard do Mercado Segurador e Ressegurador.

Call center da Mitsui Sumitomo já retomou o patamar de atendimento antes da crise

Anderson Lima Mitsui Sumitomo

“O atendimento exige uma compreensão integral da sua necessidade e uma solução ao problema. E isso é o que nos desafia e nos orgulha todo dia”, diz Anderson Silva

A comunicação é uma atividade importante para qualquer empresa. Para a Mitsui Sumitomo, é mais que isso. É prioritária. A seguradora investe em diversos canais de atendimento. Geralmente o cliente entra em contato para relatar uma perda e quer mais detalhes sobre serviços e também como proceder para receber a indenização. “Investimos no treinamento de nossos colaboradores, para que eles atendam nossos corretores e clientes com excelência e saibam encaminhar qual quer tipo de demanda que surja”, conta Hélio Kinoshita, vice-presidente da subsidiária local do maior grupo segurador da Ásia e um dos maiores do mundo.

Comunicação de pedidos de indenizações, ou no jargão do setor “aviso de sinistro, é o principal assunto das mais de 15 mil chamadas mensais atendidas pelo call center. “Neste momento as pessoas querem expressar seus sentimentos com uma pessoa e não com um robô, o que faz o call center ser ainda o principal canal de comunicação da Mitsui Sumitomo com corretores e clientes”, diz Anderson Silva – responsável pela área na Companhia. 

Segundo Anderson, o atendimento não foi interrompido sequer por um dia com a determinação de isolamento social. “Temos um plano de contingência e todos puderam trabalhar remotamente”, disse. O volume de acidentes foi reduzido, mas em setembro já retomou o mesmo patamar antes da pandemia. Nos meses de abril e maio, a maior parte das ligações era para obter informações sobre pagamentos e para agendar vistorias. 

A Mitsui Sumitomo disponibiliza vários canais para que corretores, clientes, fornecedores e prestadores de serviços possam escolher como querem se comunicar com a companhia. “Eles podem optar por apenas mandar mensagem ou por falar com um atendente, treinado para resolver qualquer assunto”, destaca Anderson. Outras formas de atendimento digital estão em estudo para levar maior comodidade ao público.

Sobre a tendência da perda de posições em callcenter pelo crescente uso de robôs no atendimento, Anderson afirma que na Mitsui Sumitomo isso não é uma realidade. Pelo contrário. Está no radar do executivo agregar valor à cadeia inteira de relacionamento com o cliente. “A Mitsui Sumitomo vem investindo muito em crescimento, lançando novos produtos, e atender bem a todos é a cultura da companhia. A área tem absorvido novos serviços, como o atendimento das demandas das filiais para que elas fiquem mais voltadas a fazer mais negócios”, conta Anderson, que também é um dos embaixadores dos valores da seguradora responsável por fazer o elo entre colaboradores e a área de Recursos Humanos.

Anderson se orgulha dos indicadores de atendimento do grupo e também da avaliação dos consumidores no site Reclame Aqui. “Estamos sempre bem posicionados, graças ao investimento do grupo na moderna tecnologia que suporta os canais de atendimento e em treinamento da equipe. “Entender o que cliente precisa é mais importante que apenas atender. O atendimento exige uma compreensão integral da sua necessidade e uma solução ao problema. E isso é o que nos desafia e nos orgulha todo dia”.

Série: O que esperar de 2021 – Antonio Trindade, CEO da Chubb Brasil

antonio trindade chubb

A série “O que esperar de 2021”, visa trazer um pouco de luz sobre as incertezas do próximo ano. Nesta edição, CEO da Chubb, Antonio Trindade, fala um pouco sobre suas expectativas. Leia abaixo:

Como descreve o ano de 2020?

Não resta dúvidas de que 2020 está sendo um ano desafiador. Além da pandemia de Covid-19, decretada pela OMS em março, tivemos uma série de ocorrências de grande impacto no Brasil e no mundo. Antes dos incêndios no nosso Pantanal, a Austrália registrou um enorme incêndio florestal no primeiro semestre, que provocou muitos prejuízos. Também tivemos terremotos no Caribe, na Turquia e no México. No Brasil, Minas Gerais foi atingida por fortes chuvas, que arrastaram carros e destruíram propriedades. Mais recentemente, tivemos o ciclone-bomba, na Região Sul do país, e até um tornado em Santa Catarina, em agosto. Evidentemente essas ocorrências afetam os resultados da indústria de seguro como um todo. Por outro lado, esses períodos são fundamentais para ampliar a percepção das pessoas e das empresas a respeito do risco ao qual todos estamos sujeitos. Por consequência, cresce também o reconhecimento à importância do mercado segurador.

A pandemia colocou ainda mais em evidência para as pessoas a importância de proteger suas famílias com uma apólice de seguros de vida e de saúde. Na esfera corporativa, abriu oportunidades para a oferta de seguros a empresas de desenvolvimento de vacinas e medicamentos, com coberturas para ensaios clínicos e testes científicos voltados ao desenvolvimento de tratamentos para essa e outras doenças. A decretação de quarentena, por sua vez, levou milhares de empresas a reformularem o modelo de trabalho de seus profissionais, com boa parte colocada em home office. Isso jogou luz sobre um problema que já era relevante, mas foi potencializado: a questão dos riscos de ataques cibernéticos. Esse certamente será um segmento que continuará a crescer no Brasil e no mundo.

Por outro lado, a maior incidência de eventos catastróficos, como os que citei, reforça a percepção de risco ao patrimônio e a necessidade de contratação de proteção para o mesmo. Com isso, devem ser potencializados segmentos como o de seguros empresariais, para condomínios e residenciais.

Quais as áreas mais afetadas?

As medidas de isolamento para conter a propagação do vírus tiveram grande impacto sobre as indústrias de entretenimento e de turismo. Assim, os ramos de seguros de eventos e de viagens foram bastante atingidos. Também o seguro transporte e todos os diretamente relacionados à atividade econômica foram afetados, mas já dão sinais consistentes de retomada.

O que mudou na forma de se relacionar com o consumidor

A pandemia está sendo uma experiência transformadora para todos nós. Quando, do dia para a noite, somos obrigados a mudar nossa forma de trabalho, com pessoas se relacionando a distância, por canais eletrônicos, começamos a dar mais valor ao relacionamento humano. Isso nos dá a certeza de que acertamos quando decidimos investir, ainda em 2019, no aprimoramento da infraestrutura de atendimento ao cliente. Além da adoção de um sistema integrado, no qual podemos identificar o histórico de contatos, seja qual for o canal escolhido pelo segurado, mantivemos o atendimento feito por pessoas. Preferimos ter muito cuidado antes de adotar soluções tecnológicas que tiram a possibilidade de interação com quem é a razão de tudo o que fazemos na companhia. Quando um cliente nos procura, é sempre uma oportunidade para provarmos nosso valor. Seja numa abertura de atendimento a sinistro ou na solução de um problema, porque sabemos que não somos infalíveis, mas estamos empenhados em fazer o melhor. Esse olhar humano, com empatia, dificilmente poderá ser substituído.

Quais as tendências da empresa e do setor para 2021?

Estamos animados com as possibilidades e oportunidades vislumbradas para 2021. Claro, ainda estaremos sob impacto da crise da pandemia, mas a própria conscientização das pessoas e das empresas quanto à importância do seguro já amplia as oportunidades para diversos segmentos.

Também vemos com bons olhos as mudanças regulatórias capitaneadas pela Susep no setor de grandes riscos. O atual ordenamento regulatório foi construído com base nos produtos massificados, onde se parte do princípio de que há uma relação assimétrica entre segurados e seguradoras. Nessa interação, o cliente tem informações e conhecimentos insuficientes e precisa ser protegido e tutelado pela regulação. O problema é que essa mesma visão foi usada para regular a relação do mercado com grandes corporações. A consequência é a impossibilidade de o mercado oferecer as soluções de seguro de que esses grupos necessitam.

Com a modificação das normas proposta pelo órgão regulador, esse grande cliente corporativo, que tem um grau de conhecimento e de suporte especializado infinitamente maior que o cliente de massificados, poderá negociar e contratar apólices desenhadas especificamente para as suas necessidades, com maior liberdade de negociação com as seguradoras, assim como acontece em outros mercados pelo mundo.

Em massificados, também pretendemos intensificar o fechamento de parcerias para oferta de produtos por meio de canais digitais. O lançamento do Chubb Studio (plataforma global de distribuição de produtos de seguro por meio dos canais digitais de parceiros) foi um grande passo no sentido de ampliar nossa presença nesse tipo de produto e a aceitação está sendo muito positiva.

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Leia mais Série: O que esperar de 2021 – Fernando Serrabona, CEO da MAPFRE Brasil

Leia mais Série: O que esperar de 2021 – Erika Medici, CEO da AXA Brasil

Rafael Ramalho assume como diretor de linhas pessoais na Zurich

zurich brasil Rafael Ramalho

Fonte: Zurich

O executivo Rafael Ramalho é o novo diretor de Personal Lines da Zurich no Brasil, área de negócios da companhia especializada em seguros de auto, residencial e condomínio, além de produtos para pequenas e médias empresas. Rafael Ramalho sucede Peter Rebrin, que passou a se dedicar exclusivamente à gestão da AFP Futuro da Bolívia, administradora de fundos de pensão gerenciada pela Zurich.

Com passagens por grandes seguradoras e consultorias internacionais, Rafael atuou nas aréas de precificação, subscrição e finanças destas companhias, bem como desenvolveu projetos de estratégia para grandes empresas do setor financeiro. Sua experiência contribuirá para a expansão dos negócios da Zurich no segmento dePersonal Lines.

Rafael Ramalho é formado em engenharia de produção pela Escola Politécnica da Universidade de São Paulo (USP) e possui um MBA em estratégia, finanças e marketing pela Northwestern University – Kellogg School of Management, dos Estados Unidos.

Liberty cria descontos e experiências exclusivas em seu clube de vantagens na Black Friday

liberty seguros

O lançamento faz parte do movimento da Liberty no segmento de Vida e as experiências podem ser aproveitadas 100% online

Com a chegada do mês de novembro e a Black Friday se aproximando, a Liberty Seguros elaborou uma série de descontos e experiências exclusivas para clientes, funcionários e corretores em seu clube de benefícios, o +Liberty. Todas as vantagens podem ser utilizadas 100% online, para que os membros cadastrados aproveitem as novidades de forma segura, do conforto de seus lares. 

Pensando em promover o bem-estar e a saúde dos públicos da companhia, a Liberty disponibilizará opções de atividades na plataforma Queima Diária, que traz cerca de 1.100 videoaulas distribuídas em mais de 50 programas. 

Membros do clube ainda terão direito a duas masterclasses com Carol Borba, educadora física com mais de 12 anos de experiência no ramo da saúde corporal e bem-estar. Ambas já estão disponíveis no clube de benefícios e podem ser assistidas a qualquer momento pelos usuários.

Além disso, a companhia irá oferecer 10% de desconto cumulativo no aplicativo Evino, permitindo que os usuários adicionem o cupom ao valor já reduzido de alguns produtos da plataforma por conta da Black Friday, e R$ 20 de desconto em compras acima de cem reais na loja online da Marisa. 

Para  mais informações, acesse o clube  +Liberty via site ou o app Liberty Seguros. 

Youse oferece R$ 150 para cliente que indicar seguro auto durante Black Friday

youse seguros

Até 30 de novembro, dinheiro entra direto na conta do segurado e o desconto para quem recebeu indicação é aplicado na apólice contratada

Na Black Friday deste ano, a Youse, plataforma de venda online de seguros da Caixa Seguradora, traz uma recompensa inédita para o seu programa de indicação. Até 30 de novembro, clientes dos produtos Auto, Vida ou Residencial da insurtech ganham R$ 150 quando uma pessoa de sua rede de relacionamento for indicada e adquirir o seguro para veículo automotivo dentro das regras do programa. O novo cliente recebe o mesmo valor em desconto no pacote de seguro contratado.

“O nosso programa de indicação é uma exclusividade no mercado de seguros. Nesta Black Friday, o objetivo é torná-lo ainda mais vantajoso para nossos Yousers e também beneficiar quem confiou na indicação. Por isso, triplicamos o valor da remuneração: de R$ 50 para R$ 150 durante todo o mês de novembro”, diz Thaiza Estevão, diretora de marketing e vendas na Youse. “É uma ação inédita na história do programa e o valor da recompensa pode ser aproveitado da maneira como o cliente quiser, além disso, não há limite de convites”, completa.

Por meio do próprio aplicativo, na aba Clube Youser, o cliente gera o link de convite e o envia para quem quiser. O indicado deve cotar e contratar o Seguro Auto por meio do link enviado pelo amigo. Após a aprovação do novo cliente, dentro das regras do programa, ambos são recompensados: quem indicou recebe o dinheiro direto na conta bancária, e o indicado ganha o desconto no valor total do seguro. O regulamento completo do programa está disponível no site: https://www.youse.com.br/clube-youser/convide-amigos-e-ganhe. O formato é exclusivamente um programa de indicação para quem é cliente e proativamente quer compartilhar os serviços da Youse.

Grupo SURA fortalece criação de valor para as pessoas e empresas

A transformação acelerada dos modelos operacionais, a eficiência, o controle de despesas e receitas permitem um resultado positivo. O Grupo mantém a solvência e a liquidez necessárias diante da conjuntura e antecipou a gestão de fluxo de caixa necessária para 2021

Fonte: SURA

O Grupo SURA e suas filiais Suramericana (Seguros SURA) e SURA Asset Management concentraram seus esforços para transformar e adaptar seus diferentes negócios para continuar gerando valor às pessoas e empresas que confiaram na SURA em meio à pandemia, conscientes do seu papel para a contribuição de diversos programas, soluções, fundos e produtos à recuperação econômica, e na conservação do emprego nos 10 países nos quais está presente. 

“Somos conscientes de que estamos vivendo um ano complexo, atípico e ainda com muitas incertezas pela frente diante da evolução da pandemia, no entanto apresentamos resultados resilientes no terceiro trimestre. Agora, o mais importante é manter o cuidado com os colaboradores da SURA, manter a liquidez e a solvência das companhias para seguir entregando conhecimento, soluções e alternativas que sejam relevantes para as pessoas e as empresas neste momento crucial para a reativação econômica”, explica Gonzalo Perez, presidente do Grupo SURA. 

Nesse sentido, dentro das ações implementadas em 2020, a SURA Asset Management concedeu recentemente diversos fundos de financiamento para entregar liquidez a pequenas e médias empresas. Na mesma linha as operações da Seguros SURA entregaram conhecimento e consultoria especializada em gestão de tendências e riscos para mais de 82.000 PMEs de nove países durante a pandemia. Quanto à prestação de serviços de saúde na Colômbia, mais de 2.300 empregos foram criados, e os pacientes com COVID-19 na SURA registram uma taxa de letalidade que é um quarto da média do país e menos de um terço da taxa global. 

Além disso, as empresas fortaleceram seus modelos operacionais com serviços, acessos e soluções através de canais digitais, que contribuem para a biossegurança dos seus clientes e colaboradores, enquanto aceleram processos de transformação tecnológica que geram eficiências. 

Resultados consolidados em setembro 

As transformações dos negócios durante a pandemia também refletem nos resultados financeiros consolidados do Grupo SURA que são resilientes à conjuntura: as receitas diminuíram 3,3% no terceiro trimestre em relação ao acumulado em setembro de 2019, impulsionadas pelo crescimento de 5,8% nos prêmios emitidos, 2,8% em comissões e apesar da menor rentabilidade de investimento devido à volatilidade do mercado de capitais e a diminuição de receitas pelo método de participação em companhias associadas, como o Bancolombia. 

“Os resultados mostram um crescimento controlado das despesas operacionais de apenas 2,9%, apesar dos impactos da pandemia, ao mesmo tempo que mantém a eficiência e a solidez financeira. Mesmo assim, antecipamos ações para garantir a liquidez necessária para 2021 e compensar os impactos da pandemia nos negócios”, comenta Ricardo Jaramillo, Vice-presidente de Finanças Corporativas do Grupo SURA. 

O lucro líquido consolidado do Grupo SURA somou USD 107.3 milhões, 73,4% menor que o acumulado no terceiro trimestre de 2019. 

Desempenho das filiais 

A Suramericana (Seguros SURA – especializada em seguros, tendências e riscos) obteve um crescimento acumulado de 10% até setembro em suas receitas totais, as despesas operacionais aumentaram 6,8% e a as receitas líquidas aumentaram 0,7%, totalizando USD 81.5 milhões. Além da boa dinâmica comercial, se destaca a sustentação do lucro líquido, apesar do maior índice de sinistros particularmente nas soluções de vida, e maiores custos na prestação de serviços de saúde. Isto foi possível, principalmente, pelo controle de despesas não essenciais, e a diversificação de suas receitas, uma vez que as filiais contribuíram com 54% do lucro líquido a partir de setembro. 

A SURA Asset Management (especialista em pensões, poupança, investimento e gestão de ativos) manteve seus rendimentos por comissões, impulsionada em parte pelo negócio voluntário e a diversificação geográfica do negócio de poupança para aposentadoria, que tem demonstrado resiliência diante do aumento do desemprego na região e a redução das taxas regulatórias em alguns países. Dessa forma, compensou parcialmente os rendimentos mais baixos da reserva (Capital regulatório) associado ao negócio de fundos de pensão. As despesas operacionais aumentaram 2,9% e o lucro líquido fechou em USD 69.4 milhões, 56,1% inferior ao acumulado no terceiro trimestre de 2019. Destaca-se o crescimento de 16% dos ativos administrados em poupança voluntária. 

Outros destaques recentes: 

• A S&P Global Ratings manteve a qualificação do Grupo SURA (BBB-) como emissor de dívida local e internacional. A qualificação destaca a capacidade de resposta da organização em meio a um ambiente complexo. 

• A Suramericana (Seguros SURA) é a primeira seguradora de origem latino-americana no segmento Gerais por volume de prêmios emitidos, de acordo com o ranking anual da Fundação Mapfre. 

• A Seguros SURA Colômbia e AFP Integra (Peru) lideraram suas indústrias no ranking Merco Empresas, que avalia a reputação corporativa nos seus respectivos países. 

• O Grupo SURA é uma das cinco companhias do continente reconhecidas com o prêmio Latin Trade IndexAmericas de Sustentabilidade. Também é uma das 15 companhias latino-americanas listadas pela Forbes como uma das melhores empresas empregadoras do mundo. 

• O Grupo SURA também está no Índice Mundial de Sustentabilidade Dow Jones 2020, na segunda posição mundial no setor de Serviços Financeiros Diversos e Mercados de Capitais, com uma qualificação superior a 81%, entre as 17 empresas do setor incluídas no índice global.