Webinar Sonho Seguro: “Serviços de assistências para todos”

Evento acontece no dia 25 de novembro, às 11 horas, no canal do Youtube do Sonho Seguro. Agende-se para assistir no dia ou quando tiver uma brecha na agenda. Mas não perca este debate

Quem é que nunca precisou de um chaveiro, de um encanador, de um guincho ou de um especialista em computador para tirar aquela dúvida básica. Agora, com a pandemia, consultar um médico virtual passou a ser um benefício e tanto. Esses e muitos outros serviços são prestados como assistências, sejam elas incorporadas a apólices de seguros ou vendidas avulsas. 

Trata-se de um serviço que ganhou destaque com a pandemia e tem sido cada vez mais demandados pelos consumidores e ofertados por seguradoras e empresas do varejo para cativar e fidelizar seus clientes. Uma das vantagens da oferta de assistências, é o benefício de ser serviços tangíveis, que podem ser utilizados diversas vezes ao ano, gerando reconhecimento do valor e fidelização à marca do parceiro. 

O blog Sonho Seguro organizou o webinar “Serviços de assistências para todos“, que reunirá especialistas para debater o tema neste cenário pré e pós pandemia. O que mudou? Quais as coberturas mais demandas? Quais novos produtos surgiram com o isolamento social? Tal mudança veio para ficar? Como podemos democratizar o acesso?

Para responder essas e outras questões teremos Bernardo Sebastião, sócio da Bain & Company, Rogério Guandalini, Brazil CSO & CMO Europ AssistanceMichel Nakashima, gerente de Serviços Financeiros – Multivarejo no GPARodrigo Herzog, Superintendente de Operações na Bradesco Seguro, e Denise Bueno como mediadora do debate. 

“Grandes redes de moda, de eletrônicos e produtos esportivos, por exemplo, até bancos e administradoras de cartões estão incluindo a oferta desses benefícios em seus balcões, cada vez mais”, afirma Rogério Guandalini, CSO & CMO da Europ Assistance Brasil (EABR) e CEABS.

“No Brasil, o acesso às assistências oferece comodidade e segurança, por isso, a disponibilidade desses serviços e seguros nas redes de varejo funcionam como uma porta de entrada para que uma parte considerável da população passe a conhecer os benefícios das assistências, e assim democratizar o acesso à proteção e às facilidades que elas proporcionam. Temos como missão cuidar dos clientes  a qualquer hora, em qualquer lugar, levando a eles o alívio necessário em momentos de estresse, e é por isso que oferecemos  produtos diversificados atendendo os mais variados momentos do ciclo de vida das famílias brasileiras”, afirma Guandalini ao blog Sonho Seguro. 

Marque na agenda ou assista no canal do Youtube no horário que for mais conveniente. 

Icatu Seguros aposta em microfinanças no Nordeste

A expectativa é de que, até dezembro, este número ultrapasse 1,5 milhão

A Icatu Seguros, líder entre as independentes em Vida, Previdência e Capitalização, já colhe os resultados de sua parceria com o Banco do Nordeste. Desde maio, quando a operação teve início, a companhia registrou crescimento de sua carteira e já trabalha com 45% da base do banco. Cerca de 1,1 milhão de clientes já possuem seguros de Vida e Prestamista. A expectativa é de que, até dezembro, este número ultrapasse 1,5 milhão. 

O acordo entre a Icatu Seguros e o Banco do Nordeste do Brasil (BNB) permite a distribuição de seguros de Vida, Prestamista e Previdência da seguradora nos canais do banco. Com isso, a seguradora passou a disponibilizar produtos em todos os canais do BNB – maior banco de desenvolvimento regional da América Latina, com 292 agências no Nordeste, norte dos estados de Minas Gerais e Espírito Santo. Além da rede de agências, o Banco dispõe de 685 postos de atendimento exclusivo para a área de microfinanças.

“A Icatu possui um portfólio completo de produtos de Vida e Previdência, já o BNB é especialista na distribuição de microcrédito. Nosso propósito é democratizar o acesso a soluções e proteção das famílias e do planejamento financeiro dos clientes do BNB, que é referência no país ao atuar como agente do desenvolvimento sustentável da região”, afirma Henrique Jenkins, diretor regional da Icatu no Nordeste.

Artigo: Quem nunca esteve frente a frente com um cliente vulnerável?

Zurich Brasil

por José Silva, diretor de Operações de Sinistros da Zurich no Brasil

Quem trabalha no setor de seguros, como eu, sabe o que é estar frente a frente com uma pessoa em estado de vulnerabilidade, algo que invariavelmente acontece em situações adversas e resulta no que tecnicamente chamamos de sinistro. Nesse momento, essa pessoa – o segurado, frise-se – precisa, mais do que nunca, de atendimento humanizado.

Nós, profissionais do mercado securitário, sabemos do papel social de transformar folhas de papel, repletas de letras miúdas, em uma linguagem técnica, que muitas vezes ficam figurativamente encharcadas de lágrimas de esposas e filhos, quando se veem privados do mantenedor. Mas essas mesmas folhas têm a capacidade de converterem-se na continuidade dos estudos, na alimentação diária e, assim, propiciam um respirar melhor, trazendo novas luzes, convertendo-se em inegável afeto, graças à nossa empatia.

Estado de vulnerabilidade é quando a pessoa está exposta, direta ou indiretamente, a um risco, fato ou situação; é ficar sem respaldo, sentindo-se insegura naquele momento que mais necessita; é aquele instante de fragilidade em que ela precisa de, no mínimo, de atenção. São muitos os sinônimos desses instantes: fragilidade, insegurança, fraqueza, incapacidade, exclusão, dependência.

Diferentes são os tipos de vulnerabilidade: técnica, jurídica, informacional, econômica e social, biológica ou psíquica e ambiental. Há, ainda, até a hipervulnerabilidade, que é aquela que acomete em especial crianças, idosos, portadores de deficiência ou os desprovidos de instrução. Não por acaso que o Código de Defesa do Consumidor, que em 2020 completou 30 anos, reconhece a vulnerabilidade como a parte mais fraca na relação de consumo.

Diante de tal realidade é premente a necessidade ter um time capacitado para atender os clientes em tais condições durante todo processo de regulação de sinistro. Ao tratar com um cliente vulnerável é importante manter uma comunicação clara e constante, fato que nos ajuda a entender seu estado de fragilidade e assim responder de forma adequada às suas necessidades específicas.

Este momento que ainda estamos imersos, o da pandemia, tem exposto as pessoas a novas vulnerabilidades. São milhões de desempregados (a taxa de desemprego atual, de 14,4% no trimestre encerrado em setembro, segundo o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística – IBGE, é recorde). E é também uma questão de saúde, já que em média, 5,8% da população do país tem depressão, índice maior que a média mundial, de 4,4%, de acordo com a Organização Mundial da Saúde – OMS. No ápice da quarentena, em abril, a procura por advogados para consultoria em divórcio cresceu 177% em comparação ao mesmo mês de 2019, apontou a Divórcios Brasil, que é especializada no tema. Some-se a isso, o grande volume de empresas que se viram com dificuldades financeiras, devido à interrupção das atividades (até setembro, muitas foram socorridas com quase R$ 19 bilhões em recursos oficiais). São, em suma, alguns indicadores que mostram o quão vulnerável nossa sociedade ainda está.

Convém lembrar que produtos financeiros, entre os quais o seguro, são considerados de difícil entendimento. Aí entra a nossa capacidade de estender a mão em especial aos clientes vulneráveis – que podem estar em tal situação de forma definitiva ou temporária. Eles precisam de produtos personalizados, portanto, adequados às suas reais necessidades, assim como carecem de comunicação clara e, mais que nunca, de atendimento humanizado.

Temos, então, de ter um olhar sensível para esses clientes, a fim de que eles tenham uma experiência positiva no momento de condução do sinistro. Porque mais que uma postura profissional é, também, uma maneira de reforçarmos o nosso papel de contribuir para o bem-estar da sociedade.

Para cumprir esse nobre dever, com o devido profissionalismo, não devemos medir esforços com treinamento, para levar a técnicos, analistas, coordenadores, gerentes e até diretores a visão do que é um cliente vulnerável, como identificá-lo e o que podemos fazer para mitigar os riscos no relacionamento com eles. 

Nessa pandemia, o que não faltaram foram casos concretos de pessoas nessa condição. Mas o que sempre fez e sempre fará a diferença é a empatia e o acolhimento do cliente, quando ele mais precisa, com mais ações, atitudes e menos “segurês”.

Sompo Seguros e B3 firmam parceria para registro eletrônico de apólices e contratos

Sompo Seguro B3

Iniciativa visa atender às exigências estabelecidas pelo Sistema de Registro de Operações (SRO), desenvolvido pela Susep com o objetivo de implementar a apólice eletrônica no Brasil e aumentar a transparência, eficiência e segurança no registro de operações de seguros

Fonte: Sompo

A Sompo Seguros, empresa do Grupo Sompo Holdings – um dos maiores grupos seguradores do mundo, e a B3, uma das principais empresas de infraestrutura de mercado financeiro do mundo, acabam de estabelecer uma parceria para implementar o serviço de registro eletrônico de contratos e apólices da seguradora.

Por meio da iniciativa, a B3 passa a ser a registradora responsável pelo registro eletrônico dos contratos e apólices da Sompo Seguros. Com isso, a seguradora terá condições de atender às exigências do Sistema de Registro de Operações (SRO), plataforma desenvolvida pela Superintendência de Seguros Privados (Susep) neste ano com o objetivo de aumentar a transparência, a eficiência e a segurança no registro das operações de seguros, previdência complementar aberta, resseguros e capitalização.

Além de implementar a apólice eletrônica no Brasil, o SRO também tem como objetivo acelerar o processo de digitalização dos contratos de seguros, tornando o processo mais ágil, transparente e com custos menores. A B3 é uma das registradoras homologadas pela Susep a atuar dentro do SRO.

“A Sompo é um player com uma presença muito relevante, com um volume expressivo de apólices e contratos e significativa tradição no mercado de seguros brasileiro. A escolha da companhia em confiar na infraestrutura da B3 para atender a nova demanda regulatória é um reconhecimento importante para a nossa solidez e resiliência operacional”, comenta Ícaro Demarchi Araújo Leite, superintendente de Seguros da B3.

“Esse é um projeto desenvolvido a partir da estratégia da Sompo Seguros de implementar recursos de gestão da informação totalmente digitalizadas com tecnologia de ponta, que garantam a disponibilização de ferramentas seguras e de forma prática e sustentável. Esse é um processo que envolve a atuação multidisciplinar de equipes de diferentes áreas e especialistas da companhia, além da parceria da equipe da B3”, destaca Ivan Fernando dos Santos (foto), Controller da Sompo Seguros. 

Com esse anúncio, a Sompo Seguros passa a integrar a lista de companhias que utilizam a infraestrutura da B3 para atender as demandas do SRO. Além do registro de apólices, a B3 está trabalhando junto ao mercado segurador para entregar uma plataforma completa de produtos e serviços que auxiliem os participantes no cumprimento de demandas regulatórias e que, do lado do regulador, auxiliem o processo de supervisão e diminuam os custos de observância para o mercado como um todo. 

“Estamos confiantes que nossa expertise no registro de ativos para o mercado financeiro e de capitais e a nossa capacidade tecnológica e operacional serão diferenciais para a nossa atuação nesse mercado”, finaliza Ícaro Leite.

“Desenvolver recursos de digitalização de processos, serviços e documentos já faz parte da estratégia da Sompo Seguros há anos. Os investimentos em Compliance, infraestrutura de TI e segurança da informação facilitaram bastante para que pudéssemos contar com um ambiente propício para a implementação do SRO”, avalia Sven Robert Will, diretor Executivo Financeiro da Sompo Seguros.

Susep notifica a Líder para devolver R$ 2,257 bilhões ao caixa dos recursos do Seguro DPVAT

Valor corresponde a 2.119 despesas irregulares executadas desde 2008, utilizando recursos públicos do Seguro DPVAT 

A Superintendência de Seguros Privados (Susep) notificou a Seguradora Líder, do Consórcio do Seguro DPVAT S/A, para, no prazo de 30 (trinta) dias, recolher ao caixa dos recursos do Seguro DPVAT a quantia de R$ 2,2 bilhões, já devidamente atualizados, referente a 2.119 despesas consideradas irregulares pela fiscalização da Susep, que foram executadas com recursos públicos do seguro DPVAT entre os anos de 2008 e 2020.  

Os valores foram apurados por uma fiscalização específica determinada pela Superintendência em dezembro do ano passado, e se baseou na análise de informações constantes em relatórios de investigação forense, de auditoria e de fiscalizações realizadas pela Susep na gestora dos recursos do Seguro DPVAT entre 2008 e 2019. 

A fiscalização da Susep confirmou a ocorrência de transações com recursos do seguro DPVAT sem evidência de que a prestação de serviço tenha sido realizada, sem cotação de preço, sem documentação fiscal ou comprovantes de pagamentos. Foram apuradas despesas não relacionadas com a operação do seguro DPVAT, como doações e patrocínios, pagamento de multas (judiciais ou administrativas), festas de fim de ano, viagens, hospedagens e consultoria sobre oportunidades de negócios no mercado, entre outras situações. 

Foram identificadas, ainda, operações com organizações vinculadas a membros da direção da Líder quando exerciam a função e com familiares de executivos, bem como pagamentos com sobrepreço, ausência de fiscalização da realização dos serviços contratados e ainda situações com duplicidade de pagamentos para o mesmo serviço. Pagamentos maiores que o devido e contratações sem a aprovação do Conselho de Administração da Líder são outros exemplos de despesas que deverão ser ressarcidas por estarem em desacordo com as normas existentes.  

Em dezembro de 2019, confirmada a natureza pública dos recursos do seguro DPVAT, o Conselho Diretor da Susep aprovou a possibilidade de solicitar o ressarcimento das despesas administrativas em desacordo com as regras estabelecidas desde o início das operações da Seguradora Líder, em 2008.  

As medidas adotadas atendem as principais recomendações do Tribunal de Contas da União e da Controladoria-Geral da União, alinhando-se, ainda, às medidas judiciais já adotadas pelo Ministério Público Federal. A Seguradora Líder poderá apresentar defesa quanto aos ressarcimentos determinados. 

Nota de esclarecimento

Em relação ao ofício encaminhado pela Superintendência de Seguros Privados (SUSEP) em 16 de novembro, a  Seguradora Líder, administradora do Consórcio DPVAT e responsável pela gestão deste seguro, informa que:

  • está comprometida com todos os esclarecimentos que se façam necessários sobre a gestão dos recursos do Seguro DPVAT.
  • não tolera, em hipótese alguma, quaisquer práticas irregulares ou ilícitas e sua atual diretoria implementou diversas boas práticas de governança e integridade corporativa para estar sempre aderente às premissas legais e regulatórias do setor, inclusive na relação com seus fornecedores e prestadores de serviços, que devem ser contratados com base em critérios técnicos, imparciais e transparentes.
  • a maioria das transações financeiras citadas no ofício refere-se ao entendimento de que os recursos do DPVAT são públicos, contrariando decisão do Tribunal de Contas da União e do poder Judiciário e objeto de contestação da Seguradora Líder em ações judiciais.

A defesa da Companhia será protocolada no prazo de 30 dias, conforme previsto no ofício enviado pela SUSEP.

Jorge Andrés Mejía é nomeado como Presidente da Seguros SURA Brasil

Executivo assumirá o cargo a partir de 1º de dezembro deste ano, após liderar a Seguros SURA Panamá por seis anos e ter passado 26 anos vinculado à Suramericana

Fonte: Seguros SURA

O Conselho de Administração da Seguros SURA Brasil informou na terça-feira, 17, que Jorge Andrés Mejía foi nomeado como o novo Presidente da Seguros SURA Brasil e a partir do dia 1º de dezembro sucederá Thomas Batt. A nomeação está sujeita a aprovação da Superintendência de Seguros Privados (Susep).

Jorge Mejía, que faz parte da Suramericana a 26 anos, passou por diferentes cargos, primeiro na Colômbia e nos últimos seis anos como Presidente da Seguros SURA Panamá, onde liderou a evolução da companhia, desde o desenvolvimento de novas soluções, acessos e canais, à consolidação como gestora de tendências e riscos, assim como diversas iniciativas para o crescimento, fidelização e atração de clientes, em diferentes linhas de negócio.

“O profundo conhecimento do negócio e a ampla trajetória de Jorge na companhia serão de grande contribuição para a Seguros SURA Brasil continuar se posicionando para capacitar as empresas e pessoas em um mercado tão relevante e assim contribuir para a consolidação da nossa estratégia como gestores de tendências e riscos”, comenta Juana Francisca Llano, Presidente da Suramericana.

Nesse sentido, Jorge Andrés terá como prioridade em seu novo cargo consolidar o talento humano da equipe da Seguros SURA Brasil, continuar com a expansão da companhia nas diferentes regiões do País e diversificar o portfólio de soluções para continuar entregando bem-estar para as pessoas e competitividade para as empresas no Brasil.

“Meu agradecimento ao Conselho de Administração e à Suramericana por esta nomeação e pela confiança diante de um desafio que assumo com todo meu entusiasmo e compromisso. O Brasil está cheio de oportunidades e tudo o que foi construído pela equipe é muito valioso, um ponto de partida excepcional para continuarmos crescendo juntos. Agradeço a todos que me acompanharam na Seguros SURA Panamá com seu talento humano e dinamismo para alcançar grandes transformações”, comenta Jorge Andrés Mejía, Presidente nomeado da Seguros SURA Brasil.

Jorge Andrés é engenheiro elétrico (UPB, Colombia), mestre em Administração de Empresas (Inalde Business School, Colombia), com estudos avançados em coach ontológico em Newfield. Durante a sua trajetória na Seguros SURA Colômbia, foi Gerente do Centro Regional da Seguradora de Riscos de Trabalho (ARL SURA) e da Seguros SURA Colômbia, entre outros cargos.

Novo Vice-presidente Financeiro

O Conselho de Administração da Seguros SURA Brasil também nomeou Daniel Betancur como Vice-presidente Financeiro da companhia, cargo ocupado por Roberto Chateaubriand até o dia 13 de novembro deste ano. Daniel é colombiano, engenheiro mecatrônico (EIA) com mestrado em Administração Financeira (EAFIT), iniciou sua carreira há nove anos na Seguros SURA Colômbia e atualmente é Diretor de Finanças Corporativas da Suramericana.

Da mesma forma, avança o processo seletivo para a nomeação do novo Vice-Presidente de Talentos Humanos da Seguros SURA Brasil, cargo temporariamente confiado à líder de equipe Luciana Lopardo. Nos próximos dias também começam os processos de seleção para a Presidência da Seguros SURA Panamá e para a Diretoria de Finanças Corporativas da Suramericana.

Série: O que esperar de 2021 – Luciano Snel, presidente da Icatu Seguros

Luciano Snel presidente Icatu Seguros_0287

A série “O que esperar de 2021”, visa trazer um pouco de luz sobre as incertezas do próximo ano. Nesta edição, Luciano Snel, presidente da Icatu Seguros, fala um pouco sobre suas expectativas. Leia abaixo:

Como descreve o ano de 2020?

O ano de 2020 será lembrado pela pandemia que acabou por se transformar em um alerta de que os riscos existem, impactam a todos indistintamente e de que precisamos estar preparados para enfrentá-los, inclusive por períodos mais longos que o desejado. As crises, no entanto, também acabam por trazer oportunidades. E, neste caso, a pandemia acelerou uma preocupação maior com o futuro por parte da sociedade também nos fazendo refletir sobre o valor da vida e das relações. Deu-se mais atenção à vulnerabilidade da vida e todos nos tornamos mais reflexivos sobre fragilidade e sobre o que podemos fazer para estarmos de alguma forma preparados diante dos imprevistos, para preservar o bem-estar e qualidade de vida das famílias. 

É um ano que será marcado pelo aprendizado de que os riscos existem e que a educação e o planejamento financeiro são fundamentais para enfrentar as situações adversas, com ferramentas capazes de minimizar as perdas do presente e construir uma ponte segura para o futuro. 

Por outro lado, 2020 foi um ano em que colhemos resultados plantados no período anterior. Com o propósito de contribuir para um Brasil em que as famílias estejam protegidas e assistidas em todas as fases das suas vidas, continuamos lançando um novo produto de Previdência por semana, para todo tipo de investidor, como uma plataforma aberta e um marketplace. Lançamos também produtos que conjugam seguro de Vida e oportunidade de construir patrimônio, uma proteção completa para as pessoas, além de coberturas direcionadas a PMEs.  

Qual o impacto da pandemia na empresa?

Houve um receio inicial de uma onda de resgates, o que, claro, aconteceu, mas não foi como se esperava. Também não houve um aumento na inadimplência nos seguros de Vida. Percebemos que o investidor de Previdência está mais maduro e resiliente, entendendo a necessidade e a importância de se investir a longo prazo. Fizemos um levantamento comparando 43 fundos com seus similares no mercado aberto e percebemos que a recuperação vem acontecendo de forma mais rápida, inclusive já com captação positiva. A previsão é de que a Icatu mantenha crescimento neste segmento em 17%, como no ano passado. 

Quais as áreas mais afetadas?

Foi preciso agilidade e transparência para atender uma demanda que cada vez mais exige eficiência, preservando a qualidade dos serviços prestados, mesmo à distância, e garantindo o bem-estar de nossos colaboradores e parceiros. Este cenário desafiador e urgente acabou por antecipar e acelerar processos que já estavam em andamento aqui na Icatu Seguros e a comunicação com nossos clientes e parceiros foi um dos nossos principais cuidados, para que tivessem consciência sobre os investimentos e calma com o momento.

O que mudou na forma de se relacionar com o consumidor? De um exemplo prático. 

Temos hoje um consumidor mais exigente e que faz uso de plataformas digitais, tem pressa e busca soluções em tempo real. Isso exige das seguradoras o investimento em tecnologia e treinamento de pessoal. Nos últimos 12 meses, por exemplo, investimos R$ 116 milhões em tecnologia e inovação. Uma das mudanças digitais que fizemos foram as novas funcionalidades lançadas para a Casa do Corretor, plataforma virtual da Icatu desenvolvida exclusivamente para estes profissionais. Nossos times do projeto Mobilidade, que se dedica à relação com corretores, e da área de TI fizeram todas as melhorias para facilitar e prover mais dinamismo à rotina dos corretores. Promovemos treinamentos ao vivo aos corretores por meio do EducatuLive, o que vai permanecer, e a nossa plataforma de treinamentos, o Educatu, agora conta com uma versão desenvolvida e adaptada para mobile, além de aplicativo. O upgrade tecnológico permite que os corretores acessem de qualquer lugar – por meio de smartphones ou tablets – o conteúdo dos mais de 40 cursos de aperfeiçoamento profissional e as novidades que a Icatu disponibiliza para a sua força de vendas.  

Nossos canais digitais de autoatendimento também foram reforçados para garantir mais rapidez no atendimento aos clientes e os cursos onlines e gratuitos que oferecemos em parceria com a FGV para a população também passaram a ser ainda mais procurados, a exemplo de “Como fazer planejamento financeiro”. Desde o início da pandemia, passamos a fazer lives com especialistas do mercado, com temas relacionados à educação e ao planejamento financeiro, a fim de garantir assistência à sociedade não apenas nesses tempos difíceis, mas em todas as fases da vida do brasileiro. Foram mais de cem mil visualizações. A audiência dessas lives sinalizou a importância de estar presente, de forma humana, na vida de todos, ainda que em ambiente digital.  

Quais as tendências da empresa e do setor para 2021?

Nosso desafio como agentes de transformação social será manter essa consciência ativa depois que isso tudo passar. Estamos trabalhando muito firmes em nosso propósito e o objetivo é democratizar o acesso das pessoas a soluções de proteção e planejamento financeiro. O seguro de vida, como pilar importante de um planejamento financeiro sustentável, ganhou ouvintes curiosos e que transformaram sua curiosidade em ação, servindo de exemplo para outros. Por isso, é importante que todos os agentes do processo estejam conectados: seguradora + cliente + corretor.

O corretor tem uma relevante importância nesse novo desenho do mercado segurador. Afinal, são eles que estão na ponta, coletando informações que contribuem para que a empresa amplie o seu portfólio oferecendo realmente aquilo que o consumidor almeja, sem perder de vista a importância da difusão das ferramentas que contribuem para a educação financeira de todos – e que hoje, na pandemia, são alvo de interesse e preocupação. Por conta disso, a Icatu tem feitos constantes investimentos para que sua força de venda seja abastecida com todas as informações relevantes em todas as áreas de atuação.

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Artigo: A modernização do mercado segurador brasileiro de grandes riscos

por Javier Duran, diretor da Carpenter Marsh Fac Brasil  

O projeto da Superintendência de Seguros Privados (Susep), que visa desregulamentar o mercado de seguros e resseguros, é um passo importante para modernizar o setor. A Consulta Pública nº 18/2020 de Grandes Riscos é um marco que trará uma maior flexibilidade na elaboração de clausulados mais personalizados, simplificados e auxiliará na comercialização de novos produtos. 

Mesmo após a queda do monopólio do resseguro, o mercado ainda não se desenvolveu da maneira que muitos esperavam. Ele continua sendo altamente regulado, o que por um lado traz aspectos positivos no controle e padronização de processos nas operações, mas, por outro lado, limita a atuação de importantes protagonistas para implementar novas soluções. 

Esta notícia é muito positiva e por sua vez traz desafios ao setor, que até o momento não está familiarizado com essa dinâmica. O conhecimento do perfil individual de cada cliente, a especialização por produto e indústria se tornarão cada vez mais importantes, fazendo com que as soluções deixem de estar amarradas a padrões anteriormente impostos.

Com a desregulamentação e modernização do setor, grandes corretores e seguradores/resseguradores internacionais poderão trazer novos clausulados. Além disso, terão oportunidade para contratar proteções mais inteligentes, unificando apólices em um único contrato, permitindo que a linguagem da cobertura seja mais clara e eliminando zonas cinzentas em função da pluralidade de apólices que garantem momentos interligados de determinado risco. Esse novo momento estimulará empresas a buscar novos produtos como ferramenta de proteção e transferência de seus ativos. 

A criatividade de clientes, corretores e seguradores/resseguradores demandarão uma atenção especial para que todos tenham a correta compreensão da extensão das coberturas que estarão amparadas nestes novos clausulados e, consequentemente, a precificação que será utilizada para estes novos riscos. É importante ter disciplina no momento da oferta de novas coberturas e produtos para que se evite surpresas desnecessárias, que podem acarretar futuras escassez de oferta, como ocorre no atual cenário de hard market (preços elevados e oferta de capacidade mais restrita).

Vivemos em um mundo em constantes mudanças, com novas exposições e perfil de empresas. Esta medida possibilitará ao setor de seguros apresentar respostas mais rápidas e customizadas para as empresas, fazendo com que este se torne cada vez mais uma ferramenta presente nas soluções estratégicas de gestão das empresas.

A Consulta Pública nº 18/2020 é um marco e a autarquia vem se baseando nas experiências regulatórias do mercado de seguros de grandes riscos em países mais desenvolvidos. Entende-se por grandes riscos as modalidades de seguros de Risco de petróleo; Riscos nomeados e operacionais; Riscos Aeronáuticos (Hull & Liability) – não englobando seguro Reta que é obrigatório por força de lei; Riscos Nucleares; Riscos de D&O; Seguro global de bancos; Stop loss – visando proteger perdas associadas; e Operador portuário.

Para os demais ramos (engenharia, marine/transportes, seguro garantia, entre outros), em caso de Pessoa Jurídica, incluindo Tomadores, a norma inclui na alínea “a”, do Inciso II, do art. 2º, critérios quantitativos como Riscos cujo Limite máximo de garantia (LMG) for superior a BRL 20m; Ativo total da empresa segurada, (incluindo tomadores), superior a BRL 27m; ou Faturamento bruto anual superior a BRL 57m.

Prêmio de Jornalismo: prazo de inscrições é prorrogado


O prazo final para inscrições de trabalhos na quinta edição do Prêmio Nacional de Jornalismo em Seguros foi prorrogado para o dia 30 de novembro. “Recebemos vários pedidos dos jornalistas e concordamos em prorrogar o prazo. Até porque novembro está sendo marcado pela necessidade de a imprensa direcionar todo o seu foco para a cobertura das eleições, sem contar os feriados”, afirma o presidente da FENACOR, Armando Vergilio.

O Prêmio Nacional de Jornalismo em Seguros organizado pela FENACOR em parceira com a ENS e apoio institucional da CNseg, é a maior premiação voltada para a imprensa brasileira.

Na edição, podem ser inscritas reportagens e matérias veiculadas entre os dias 11 de novembro de 2019 e 15 de novembro de 2020.

No total, são cinco categorias em disputa, sendo quatro delas as tradicionais “Mídia Impressa”, “Audiovisual” (incluindo Rádio e TV), “Webjornalismo” e “Imprensa Especializada do Mercado de Seguros”.

A quinta categoria é voltada para a formação e a qualificação profissional no mercado de seguros. Neste caso, o intuito é estimular o jornalista a desenvolver matérias focadas na qualificação dos profissionais do setor de seguros, previdência e capitalização, e uma preparação especifica para atuação nos negócios desse mercado e suas oportunidades atuais.

A “Comissão de Seleção” indicará 10 trabalhos por categoria para que a “Seleção de Julgamento” aponte os cinco finalistas e os vencedores.

A solenidade de premiação poderá ser presencial ou virtual, entre dezembro de 2020 e fevereiro de 2021 (a data exata será anunciada oportunamente).

A inscrição deve ser feita neste endereço eletrônico, onde os jornalistas encontrarão também todas as informações sobre o prêmio:https://www.fenacor.org.br/premiodejornalismo/Home

Zurich é apontada como líder do setor de seguros no Dow Jones Sustainability 2020

A Zurich situou-se como a líder do Dow Jones Sustainability 2020 na indústria de seguros. O grupo conquistou 90 pontos numa escala de 1 a 100 por suas ações nas áreas social, ambiental e de governança. Trata-se da maior avaliação do setor, que tem como média 39 pontos, divulgado na última sexta-feira, 13.

“Este reconhecimento materializa nossa ambição de ser um dos grupos empresariais mais responsáveis e de maior impacto do mundo. A sustentabilidade permeia tudo o que fazemos. Somos signatários dos Princípios para o Investimento Responsável da ONU e fomos a primeira seguradora a assinar, com a entidade, o compromisso para limitar o aumento da temperatura média global a 1,5°C.”, escrever Edson Franco, CEO da Zurich Brasil, em sua página no LinkedIn.

Onze empresas brasileiras integram as novas carteiras do Índice, que reúne as ações dos líderes globais em sustentabilidade. Na seleção global estão os bancos Bradesco, Banco do Brasil, Itaú Unibanco e sua holding Itaúsa, além da fabricante de papel e celulose Klabin, da varejista Renner e da companhia de energia Cemig. No índice de empresas de mercados emergentes estão Banco do Brasil, Bradesco, Itaú, Itaúsa, a fabricante de aviões Embraer, o laboratório Fleury, a empresa de cosméticos Natura e as fabricantes de papel e celulose Klabin e Suzano.

Segundo Franco, o grupo tem a missão de zerar as emissões de carbono até 2050 e também usar 100% de eletricidade renovável nos escritórios no mundo até 2023, além de aumentar a confiança no ambiente digital e na empregabilidade dos nossos colaboradores no futuro.

O Corporate Sustainabilitay Assessment (CSA), que gera os indicadores, é realizado anualmente, cobre mais de 7,3 mil empresas e avalia 61 segmentos econômicos. “Ser líder num contexto tão qualificado só confirma que estamos no caminho certo em nossas ações de sustentabilidade”, comemora Franco.