Thinkseg começa a venda do seguro auto Pay Per Use no Mercado Livre

thinkseg insurtech andre gregori

Presença do Pay Per Use no Mercado Livre aumentará o acesso das pessoas ao seguro automóvel inovador, com assinatura mensal a partir de R$ 25

A Thinkseg, junto com a parceira seguradora Generali, passam vender o seguro auto Pay Per Use por meio do Mercado Livre. Quem entrar na página https://ofertas.mercadolivre.com.br/thinkseg vai poder cotar e contratar o Pay Per Use. Tudo em ambiente online. A Thinkseg é pioneira no desenvolvimento da tecnologia seguro auto digital e do modelo Pay Per Use, também chamado de intermitente ou seguro liga e desliga, aqui no Brasil.

“No contrato assinado com o Mercado Livre, a Thinkseg e Generali têm exclusividade na venda do seguro automóvel Pay Per Use. Começamos com este seguro auto para, depois, explorar outros produtos”, afirma o CEO da Thinkseg, Andre Gregori.

O valor da assinatura mensal do Pay Per Use, para carros básicos, começa a partir de R$ 25,00, garantindo o seguro auto completo que inclui cobertura para acidentes, furto e roubo, de acordo com os valores previstos na tabela Fipe. O motorista paga a mensalidade fixa, somada aos centavos por cada quilômetro rodado. No início de 2019, a Thinkseg fechou parceria com a seguradora italiana Generali, de atuação mundial, para as vendas do Pay Per Use.

Segundo Gregori, a presença do Pay Per Use no Mercado Livre aumentará o acesso dos brasileiros ao seguro automóvel inovador no Brasil, em que a pessoa paga pelo que usa, ou seja, pelos quilômetros que rodou para ter cobertura completa do seguro do carro.

VW Caminhões e Seguros Volkswagen firmam parceria com a Porto Seguro

Clientes VWCO podem contar com a confiabilidade de duas grandes marcas ao contratar proteção para caminhões

Fonte: VW

Com o objetivo de oferecer benefícios cada vez mais exclusivos para os seus clientes, a Volkswagen Caminhões e Ônibus e os Seguros Volkswagen, em parceria com a Porto Seguro, passam a oferecer planos de seguros que proporcionam maior comodidade e segurança para o dia a dia dos caminhoneiros e frotistas.

Agora, os clientes VWCO podem contar com a confiabilidade de duas grandes marcas ao contratar seguros para caminhões. Os pedidos de orçamentos dos seguros podem ser realizados através do Assistente Virtual da VWCO, pelo endereço: https://bit.ly/346XIWR. Após um breve cadastro, o cliente poderá escolher o melhor plano para sua necessidade.

“A Volkswagen Caminhões e Ônibus está sempre procurando entender as necessidades de seus clientes, para oferecer serviços que otimizem tempo e processos. Nossa parceria, através da Seguros Volkswagen com a Porto Seguro, vem para proporcionar uma experiência única aos clientes VWCO”, comenta Antonio Cammarosano, diretor de Venda e Pós-Vendas.

“Acreditamos que essa parceria é uma maneira de reforçar o compromisso da Porto Seguro com os caminhoneiros, que rodam pelo nosso país e movimentam a maior parte da nossa carga”, declara Jaime Soares, diretor do Porto Seguro Auto.

Além do seguro para caminhões, que inclui coberturas para roubo, furto, colisão, incêndio, danos a terceiros e outros opcionais, os clientes VWCO terão acesso na plataforma, ainda este mês, a outros produtos do portfólio da Porto Seguro, entre eles:

Seguro de Vida Empresarial: pode ser contratado por pequenas, médias e grandes empresas para proteção financeira de sócios, funcionários e seus familiares. O produto é flexível e permite que as coberturas e os capitais segurados sejam adaptados à realidade de cada cliente. A contratação pode ser feita para grupos a partir de duas pessoas. Empresas que utilizam o Regime de Tributação pelo Lucro Real conseguem deduzir até 100% do valor do seguro como Despesa Operacional no Imposto de Renda. 

Seguro para Empresas: garante proteção na medida certa para pequenas, médias e grandes empresas que atuam no comércio, na indústria ou no serviço. São várias opções de cobertura que podem ser contratadas de acordo com a necessidade de cada negócio.

Seguro Odontológico: cinco opções de planos, desenvolvidos para os colaboradores das empresas, têm custo acessível e contam com mais de oito mil dentistas referenciados para atendimento. A rede pode ser consultada através de diversos canais como site, aplicativo, SMS ou chatbot. A validação dos procedimentos é realizada no consultório odontológico através do e-Token. Desta forma, não é necessário assinar as guias comprovando o atendimento – ou seja, o processo é 100% online.

Cobrança retroativa de reajuste de plano deverá ser parcelada

saude Fenasaude Sumit Estadao

Fonte: Estadão

Após determinar a suspensão dos reajustes dos planos de saúde entre setembro e dezembro de 2020 por causa da pandemia, a Agência Nacional de Saúde Suplementar (ANS) deverá ordenar que a cobrança retroativa dos valores não reajustados seja parcelada ao longo de 2021.

Os detalhes da norma ainda estão em discussão interna, mas a agência já trata como certo que o consumidor não terá que pagar de uma vez só o aumento referente a todos os meses de 2020 em que a mensalidade permaneceu congelada. A informação foi dada nesta terça-feira, 27, pela assessora da Diretoria de Normas e Habilitação das Operadoras (Diope) da ANS, Tatiana Aranovich, durante o Summit Saúde Brasil 2020, evento promovido pelo Estadão.

O que eu posso antecipar é que a ANS está discutindo algum quadro de parcelamento dessa recomposição no ano que vem. Os detalhes estão sendo discutidos, mas teremos algum parcelamento disso, afirmou ela.

Tatiana não deixou claro se a determinação valerá apenas para os clientes de planos individuais e familiares, cujas alíquotas de aumento são reguladas pela agência, ou também para os usuários de planos coletivos por adesão ou empresariais, que representam mais de 80% do mercado e que têm seus índices de aumento definidos por negociação entre a operadora e a empresa contratante.

Ela sinalizou, no entanto, que, diante da crise provocada pela pandemia, as operadoras deverão estar atentas à situação econômica do País para definir os índices de reajuste e a forma de cobrança desse retroativo. Apenas lembrando que a ANS regula uma parcela muito pequena dos reajustes, principalmente os individuais. A gente tem os planos coletivos, que são de livre negociação, mas as operadoras, para reter seus contratantes, vão ter que ter um pouco de sensibilidade com isso, afirmou.

A diretora-executiva da Federação Nacional de Saúde Suplementar (FenaSaúde), Vera Valente, que também participou do Summit Saúde, afirmou que, diante das incertezas dos próximos meses quanto ao cenário sanitário e econômico, ainda não é possível falar sobre índices de reajustes e formato de cobrança de retroativos. A federação representa as maiores operadoras do País.

Especular agora, no meio da pandemia, sobre como será o reajuste do ano que vem leva apenas mais intranquilidade às pessoas, que já estão oneradas pela questão da crise econômica, pelo desemprego. Ninguém sabe como vai ser porque a ANS ainda não definiu, disse.

Vera ressaltou que as operadoras associadas à instituição suspenderam, de maneira voluntária, o reajuste entre maio e julho para planos individuais, familiares e coletivos por adesão e que as empresas são cumpridoras de regras.

Questionada sobre mais detalhes de como será feito o pagamento dos valores retroativos, a ANS informou apenas que esse tema ainda está em discussão interna, não havendo, portanto, definição a respeito.

A suspensão

A suspensão do reajuste foi determinada pela ANS no final de agosto, após críticas do presidente da Câmara, Rodrigo Maia (DEM-RJ), sobre aumentos em meio à pandemia. Foram travados os aumentos para todos os tipos de planos, como individuais e familiares, além dos coletivos (empresariais e por adesão), independentemente do número de segurados. O Brasil tem quase 47 milhões de clientes de convênios privados de assistência médica.

Na época em que anunciou a suspensão, a ANS afirmou que os aumentos não pagos em 2020 seriam cobrados a partir de 2021, mas não detalhou se o retroativo seria cobrado de uma só vez, no início do ano, ou de forma diluída nas mensalidades futuras, o que gerou apreensão entre os consumidores, que temem ter que pagar dois reajustes em um mesmo ano.

XP Seguros atinge R$10 bi sob gestão, mira liderança na previdência privada em 3 anos

“Vamos entrar em previdência corporativa no segundo trimestre de 2021”, disse o CEO da XP Seguros

Fonte: Reuters

A XP Seguros, braço da XP especializado em previdência privada complementar, superou em outubro a marca de 10 bilhões de reais em recursos sob gestão, beneficiando-se da migração de recursos por meio da portabilidade, à medida que persegue a meta de ser líder desse mercado em 2023.

Segundo o presidente da XP Seguros, Roberto Teixeira, essa evolução reflete a crescente procura dos clientes por produtos mais flexíveis e que ofereçam melhor rentabilidade no longo prazo, a exemplo do que já ocorria em fundos de investimentos.

“Com a queda da Selic para 2%, essa tendência acelerou forte durante a pandemia”, diz Teixeira, revelando que cerca de 85% da captação de recursos da seguradora neste ano foram de migração de recursos de planos de outras administradoras. “Nosso plano é, em 3 anos, ter a liderança do mercado”, acrescentou.

O mercado de previdência privada é liderado pela Brasilprev, da BB Seguridade, com quase 300 bilhões de reais em ativos sob gestão no final do primeiro semestre. A seguir aparecem Bradesco, com 232,6 bilhões de reais, e Itaú Unibanco, com 211,4 bilhões, segundo a Fenaprevi, entidade que representa as gestoras de fundos de pensão.

Com quase 1 trilhão de reais, segundo dados da Fenaprevi, e cerca de 80% dos ativos concentrados em ativos de renda fixa, o mercado de previdência privada têm visto um crescente número de cotistas transferindo recursos entre fundos ou entre gestoras em busca de opções para garantir melhores retornos no longo prazo.

Com base em números da Susep, a XP afirma ter sido o destino de 60% dos recursos que mudaram de administradora nos primeiros oito meses de 2020, mesmo num período de elevada volatilidade dos mercado de ativos de maior risco. Com cerca de 80 fundos, a XP Seguros tem 54% dos ativos aplicados em fundos multimercado ou em ações. Em agosto, tornou a oitava maior do país em ativos.

Os planos mostram como a XP, que ganhou visibilidade do mercado com sua plataforma de investimentos, está deslanchando planos para desafiar mais frontalmente as grandes instituições financeiras em outras arenas. A de previdência complementar tem 91% dos ativos concentrados nos 5 maiores bancos do país.

E com a velocidade do mercado perdendo fôlego num país em recessão, a movimentação entre os rivais no setor tende a se dar por um bolo de recursos menor do que o se previa. Pelos dados da Fenaprevi, a captação líquida no ano até agosto foi 23% menor do que em igual período de 2019.

Para Teixeira, egresso do Itaú Unibanco e que lidera a XP Seguros há um ano e meio, além da busca por rentabilidade, o público do mercado previdência complementar tem buscado mais diversificação, como a possibilidade de investir em ativos no exterior, menores custos de administração e soluções digitais.

Nesse sentido, após ter zerado a taxa de carregamento, a XP Seguros começou a fazer portabilidade online de fundos e planeja ampliar a oferta de serviços após integrar a seguradoraao banco, ainda neste mês, os planos de previdência passarão a ser oferecidos diretamente no portal da XP Investimentos.

A próxima etapa do plano da seguradora é entrar no segmento corporativo, segmento quase totalmente dominado pelos bancos. “Vamos entrar em previdência corporativa no segundo trimestre de 2021”, disse Teixeira.

Saúde suplementar busca modelo mais racional para baixar custos

Em meio a restrições orçamentárias cada vez mais severas, pandemia reforça consenso sobre necessidade de mudanças no sistema assistencial que permitam ampliar acesso

Fonte: FenaSaúde

A pandemia está abrindo a possibilidade de uma transição importante nos modelos de assistência à saúde, tanto no Brasil como em todo o mundo. Ainda que não seja possível prever com exatidão como será o pós-pandemia, entre os legados já perceptíveis está a necessidade de que todos os agentes da cadeia de prestação de serviços em saúde atuem juntos para conter custos crescentes e lidar com restrições orçamentárias cada vez mais severas.

Outras lições da pandemia também indicam a possibilidade e a necessidade de se caminhar para sistemas mais racionais, que funcionem de maneira mais eficaz para todos: usuários, contratantes, prestadores e operadoras. O desenho inclui mais ênfase em prevenção e atenção primária, menos hospitalização, novos modelos de remuneração dos prestadores e uso mais disseminado da telemedicina.

Estas foram algumas das considerações feitas pela diretora executiva da FenaSaúde (Federação Nacional de Saúde Suplementar), Vera Valente, durante o Estadão Summit Saúde Brasil 2020, promovido pelo jornal ‘O Estado de S.Paulo’ na manhã desta terça-feira (27).

A crise econômica e as consequentes mudanças no mercado de trabalho – como o desemprego em alta e o aumento da informalidade – também irão afetar a forma como planos e seguros de saúde são oferecidos. A situação cobra opções mais flexíveis que sejam mais aderentes às condições de contratação de empresas e famílias – a pandemia comprovou, mais uma vez, que manter as coberturas é um dos desejos dos brasileiros.

“É nítido o anseio da população por ter acesso à saúde privada. Com o cenário atual, torna-se ainda mais necessário termos outras formas de entrada no sistema suplementar, que deem às pessoas mais possibilidades de escolha. Ninguém está falando em tirar opções, mas sim em ampliá-las. E em qualquer setor econômico mais competição sempre beneficia o consumidor final, com preços mais baixos”, disse Vera.

A ampliação das opções de cobertura à disposição dos usuários foi um dos aspectos aferidos pelo Datafolha em pesquisa sobre percepção dos brasileiros sobre a saúde suplementar feita em novembro de 2019. Para 81% dos entrevistados pelo instituto, o desejável num plano de saúde ideal é “ter um custo menor onde eu possa escolher as especialidades para ser atendido”. Abrir novas possibilidades de acesso ajuda a diminuir a demanda sobre o SUS, fortalecendo a necessária complementariedade entre os sistemas público e privado prevista na Constituição.

“A pessoa que é cuidada pela saúde suplementar desonera o SUS. No pós-pandemia, não temos nenhuma perspectiva de aumento do orçamento para a saúde pública, persistindo o subfinanciamento. Mas é certo que vamos ter aumento de demanda, tanto no público quanto no privado. Logo, criar mecanismos para trazer usuários para os planos é bom para todo mundo, porque libera o atendimento no SUS para quem não tem outra opção e depende só da rede pública. Essa conexão entre público e privado foi muito fortalecida na pandemia”.

Mudança de tendência

Neste momento, o mercado de saúde suplementar vive uma inflexão, depois da queda de procura por procedimentos médicos verificada nos meses iniciais da pandemia em função do isolamento social. A tendência que as operadoras já têm observado é de novas altas nos níveis de utilização, a chamada sinistralidade. O indicador baixou a 62% em junho, mas vem subindo desde então, para os 73% registrados em setembro, segundo relatório divulgado pela ANS (Agência Nacional de Saúde Suplementar) na semana passada. 

“A partir de novembro, devemos chegar próximo aos níveis anteriores à pandemia, com a gradativa retomada de procedimentos que haviam sido adiados e que já estão ocorrendo, como todos temos percebido”. Só a partir de conhecido este contexto mais amplo, com o desempenho ao longo de toda a pandemia, é que será possível saber qual o resultado final da eclosão da covid para as operadoras de planos e seguros de saúde brasileiras.

O movimento de retomada tem servido para consolidar um dos grandes avanços da assistência à saúde alcançados durante a pandemia: a disseminação da telemedicina como instrumento de atendimento e de ampliação de acesso. Foram anos de evolução em pouco mais de sete meses. Resta agora uma regulamentação adequada para que a possibilidade torne-se permanentemente disponível para os brasileiros.

“Poucos têm se dado conta, mas a telemedicina ainda não é uma conquista assegurada definitivamente aos brasileiros. A modalidade está em vigor no país com base em regulamentação de caráter excepcional, de forma temporária e emergencial. Ou seja, a telemedicina só poderá ser oferecida à população enquanto perdurar a pandemia da covid-19”.

Vera defendeu uma regulamentação que seja mais abrangente, para que não haja riscos de engessar um mecanismo que depende diretamente da tecnologia – logo, sujeito a reviravoltas constantes. “Lei boa é lei que seja geral e genérica. Para ser viável num país continental como o nosso, é preciso ser realista, sob pena de ser restritiva, o que nos colocaria na contramão do mundo”, sugeriu a diretora executiva da FenaSaúde.

Recomposição de custos

Durante o painel “Lições da pandemia – Desafios da saúde suplementar”, Vera Valente também ressaltou a importância da recomposição dos custos para o setor, já que as operadoras apenas os apuram junto aos prestadores e repassam as despesas para os beneficiários, ou seja, não as geram. Neste ano, os planos de saúde suspenderam os reajustes das mensalidades de maneira voluntária entre maio e julho, medida ampliada pela ANS a partir de setembro.

“Plano de saúde não gera custos, ele repassa custos. Os reajustes na saúde suplementar nada mais são que a recomposição de despesas que os beneficiários já tiveram com procedimentos médicos que já aconteceram. Já são praticamente dois anos de aumentos nos custos não repassados para as mensalidades, o que pesa na sustentabilidade do setor”, comentou a diretora executiva da FenaSaúde.

Das 715 empresas de assistência médica em atuação no país, cerca de 95% são de pequeno porte, com atuação localizada, regionalizada, muitas vezes restrita ao interior do país. “Não podemos olhar apenas para a parcela das operadoras de maior porte e ignorar a imensa maioria. São empresas que não aguentam conviver com contas desequilibradas, com despesas em alta e receitas congeladas, e podem simplesmente fechar as portas, deixando aos seus usuários apenas a opção do SUS. É um risco que não vale a pena correr”, alertou Vera Valente.

Também participaram do debate promovido pelo Estadão José Cechin, superintendente executivo do IESS (Instituto de Estudos de Saúde Suplementar); Georgia Antony, especialista em Desenvolvimento Industrial do Sesi Nacional; Tatiana Aranovich, assessora da Diretoria de Normas e Habilitação das Operadoras da ANS; e Alessandro Acayaba, presidente da Anab (Associação Nacional das Administradoras de Benefícios).

Incorporação de tecnologias

Como parte da programação do Estadão Summit Saúde Brasil 2020, a FenaSaúde convidou dois especialistas em saúde para debater a incorporação de novas tecnologias nos tratamentos. Daniel Wang, professor de Direito da Fundação Getúlio Vargas-SP, e Rafael Kaliks, oncologista clínico do Hospital Israelita Albert Einstein e diretor do Instituto Oncoguia, participaram do painel “Incorporação de tecnologias a favor dos pacientes”, realizado também na manhã desta terça-feira (27).

Ambos ressaltaram que o processo de Avaliação de Tecnologias em Saúde (ATS) é fundamental para incorporação de novos medicamentos e procedimentos no sistema de saúde brasileiro e não pode ser abandonado. A discussão está ainda mais atual no país devido à discussão do projeto de lei n° 6.330/2019, em tramitação na Câmara dos Deputados, que prevê a incorporação dos medicamentos oncológicos orais no rol de procedimentos de cobertura obrigatória pelos planos de saúde apenas após o registro da Anvisa, sem passar pelo processo de ATS realizado pelas câmaras técnicas da ANS.

“Sistemas de saúde que não têm a preocupação de gastar de forma eficiente os recursos vão acabar gastando muito para beneficiar poucas pessoas e trazendo poucos benefícios. É preciso haver um equilíbrio entre custo e efetividade”, afirmou Wang. “Você tem de saber o quanto pode gastar. Não podemos ter tudo, porque isso não existe em nenhum lugar do mundo. Todos os países têm ATS. Esse processo é o que dá racionalidade para a incorporação de medicamentos”, disse Kaliks.

Outra questão debatida foi o excesso de ações judiciais que existe na saúde brasileira.  “A judicialização é a pior forma de gastar dinheiro porque não existe negociação de preços. Isso acaba destruindo qualquer planejamento financeiro, seja do governo seja da operadora”, destacou o diretor do Oncoguia.

Se você não pôde acompanhar o Estadão Summit Saúde Brasil 2020, assista a íntegra aqui: https://www.youtube.com/watch?v=l9Pd_QWMRm0

Relatório de Sustentabilidade do Setor de Seguros 2019 já está disponível para download

Publicação demonstra as contribuições do mercado segurador brasileiro  para a agenda de desenvolvimento sustentável do País

Já está disponível para download no Portal da CNseg o Relatório de Sustentabilidade do Setor de Seguros 2019, editado pela CNseg com base nas diretrizes internacionais da Global Reporting Initiative (GRI), com a correspondência de indicadores baseados nos Princípios para Sustentabilidade em Seguros (PSI), nos Objetivos de Desenvolvimento Sustentável (ODS) e nas recomendações da Força-Tarefa sobre as Divulgações Financeiras Relacionadas ao Clima (TCFD). 

A publicação, que demonstra as contribuições do mercado segurador brasileiro para a agenda de desenvolvimento sustentável do País, por meio de seus indicadores ASG (Ambientais, Sociais e de Governança) mais relevantes, traz dados de 32 empresas do setor, que correspondem a 81,8% do mercado representado pela CNseg. 

Líder em arrecadação de prêmios na América Latina, o setor segurador brasileiro encerrou 2019 com arrecadação total de R$ 488,5 bilhões, número 9,8% maior do que no ano anterior e equivalente a 6,7% do PIB nacional no ano. O setor ainda acumulou ativos na ordem de R$ 1,45 trilhão, o que equivale a 25% da dívida pública brasileira. Além disso, foram pagos R$ 315,06 bilhões em benefícios, indenizações, resgates, sorteios e despesas médicas e odontológicas ao longo de 2019. 

Dentre as novidades desta edição, além da correspondência de indicadores baseados nos ODS e nas recomendações da TCFD, o Relatório apresenta a matriz de materialidade dos ODS nos negócios de seguros: uma priorização dos Objetivos mais relevantes para o setor, elaborada com base em pesquisa com as empresas participantes do Relatório. 

A temática da Diversidade & Inclusão também ganhou mais destaque, com indicadores novos e um diagnóstico geral que traz uma boa notícia: o Relatório aponta que 94,4% das empresas participantes já adotam práticas de promoção da diversidade e não-discriminação. 

Ronald Bolaños assume riscos especiais da Liberty Mutual Insurance para AL e EUA

Ele substitui Alex Montoya, que hoje em dia é diretor de operações da divisão norte -americana da divisão de riscos globais, a Liberty Global Risk Solutions

O Grupo Liberty Mutual Insurance, junto à sua divisão de Seguros Especiais, a Liberty Specialty Markets (LSM), anuncia Ronald Bolaños como novo presidente para América Latina e Estados Unidos. Atualmente alocado em Miami, na Flórida, Bolaños assume a função imediatamente e será responsável pelo crescimento da LSM na região, liderando a sua equipe no desenvolvimento de soluções especializadas para atender às necessidades dos clientes.

Anteriormente, o executivo atuava como diretor de subscrição (Chief Underwriting Officer) da LSM na América Latina. Com a movimentação, Ronald substitui Alex Montoya, que hoje em dia é diretor de operações da divisão norte -americana da divisão de riscos globais, a Liberty Global Risk Solutions.

“Estamos felizes que um papel tão fundamental, como de presidente das regiões LATAM e dos Estados Unidos, tenha sido atribuído a um candidato interno tão talentoso como Ronald Bolaños”, afirma Matthew Moore, presidente geral da divisão LSM. “Ele traz profissionalismo e energia à tudo o que faz, além de ter um ótimo conhecimento dos nossos mercados e clientes, uma mentalidade global e uma compreensão técnica do negócio”, completa.

Ronald ingressou na Liberty em 2012 e tem mais de 20 anos de experiência na indústria de seguros e resseguros, tendo passado anteriormente pela Validus e AIG. Também atuou em cidades como São Paulo, Santiago e Miami, em vários cargos seniores nas áreas de risco e subscrição do setor de energia. 

Rodrigo Pecoraro é o novo Head de Seguros da Sabemi

Sabemi

Executivo assume o cargo com o desafio de potencializar os negócios atuais e capitanear a entrada da Sabemi em novos segmentos

A Sabemi apresentou o executivo Rodrigo Pecoraro como o novo Head de Seguros da companhia. A chegada de Pecoraro é parte de uma reestruturação da área de Seguros, iniciada neste ano, que tem como foco a entrada da Sabemi no mercado de corretores de seguros e afinidades.

Pecoraro tem a missão de consolidar a Sabemi no mercado nacional, com produtos e serviços aderentes às novas demandas da sociedade. Entre suas responsabilidades, estão a estruturação da área comercial Brasil, passando pelas áreas de back-office, a renovação de portfólio e o desenvolvimento de canais de distribuição.

“Me sinto honrado com a oportunidade de levar a Sabemi a um patamar ainda mais elevado no setor a partir de uma visão disruptiva sobre novas alianças estratégicas, sem perder de vista o forte legado e a trajetória de quase 50 anos da Companhia”, afirma Pecoraro.

Rodrigo Pecoraro é graduado em Administração de Empresas pela UNIP, com MBA pela FGV em Finanças. Com uma trajetória de mais de 20 anos no mercado segurador, tem passagens em cargos de lideranças por seguradoras nacionais e multinacionais. 

Almoço virtual do CVG-SP analisa o bom momento o seguro de vida

CVG SP Liberty

Evento com a participação de três seguradoras discutiu o aumento da demanda pelo seguro de vida e as ações de cada empresa para desenvolver o ramo

por Márcia Alves

O CVG-SP realizou a quinta edição do webinar Terraço Virtual, no dia 21 de outubro, com as presenças de Alexandre Vicente da Silva, diretor de Seguro de Pessoas da Liberty Seguros, Fernanda Pasquarelli, diretora de Vida e Previdência da Porto Seguro, e de Edglei Faria Monteiro, diretor Comercial da Sompo Seguros. A mediação foi do presidente do CVG-SP, Silas Kasahaya. Uma das conclusões do grupo é que o mercado de seguro de pessoas atravessa um bom momento, com vendas em alta e o amplo uso de ferramentas digitais.

Experiência positiva – Alexandre Vicente disse que, mesmo durante o isolamento social, a Liberty seguiu oferecendo uma experiência positiva para seus clientes e corretores, “porque tudo funcionou, das entregas aos atendimentos”. Isso foi possível, segundo ele, porque nos últimos anos a empresa vem investindo na automação de seus processos e também direcionou o seu foco para o segmento de vida.

Segundo Alexandre Vicente, ao longo dos anos, a seguradora melhorou seu atendimento por meio da especialização de suas equipes, passou a oferecer produtos mais competitivos e incorporou novas ferramentas ao seu processo, como, por exemplo, a telessubscrição. A Liberty também tem investido em campanhas de vendas, como a “Com a Vida Ganha”, além de estrear a plataforma digital “Meu Momento de Vida”, que tem como objetivo facilitar o processo de venda do seguro de vida.

Propensão à compra – Fernanda Pasquarelli admite que se surpreendeu com a fácil adaptação do mercado ao trabalho remoto, principalmente, dos corretores de seguros, que até conseguiram ampliar seus contatos. “Não vimos as vendas caírem”, disse. Ela citou uma pesquisa recente da Limra sobre o perfil do consumo de seguros no mercado americano no pós-pandemia, que revela aumento expressivo da propensão à compra do seguro de vida. “As pessoas aprenderam que existe finitude”, disse.

A mesma pesquisa apurou que os consumidores buscam seguro pela internet, mas preferem concluir a venda com o corretor de seguros. Dentre as novidades, ela citou o Mega Day Vida, as campanhas de venda e a inclusão a partir de duas vidas no capital global no seguro de vida coletivo. “Estamos em um momento bom para o mercado e devemos usar e abusar das ferramentas digitais disponíveis”, disse.

Aumento da demanda – Edglei Monteiro observou que a pandemia acelerou a transformação digital do mercado de seguros, mas as mudanças não devem parar por aí. “O home office deverá continuar, mas, talvez, mesclado com reuniões presenciais”, disse. Ele constatou que houve aumento da demanda pelo seguro de vida. Nesse sentido, informou que a Sompo tem oferecido suporte aos corretores. “Lançamos o nosso cotador, bem simples e ágil, que traz funções pré-formatados e faz a transmissão também”, disse.

Segundo o diretor da Sompo, a seguradora está utilizando a telessubscrição, além de ampliar as coberturas e capitais segurados no produto individual, caso de doenças graves. Ele informou que a seguradora lançou uma nova campanha, cujo diferencial é a divisão por diretorias. “Isso permite aos corretores que participem na região em que estão cadastrados”, disse.

Encerramento – Kasahaya destacou que a diretoria do CVG-SP está muito satisfeita com a grande procura pelos três cursos que migraram para o formato webinar. Ele informou que o CVG-SP agregará ao seu acervo a pesquisa da Limra, citada por Fernanda, e, em seguida anunciou que o próximo almoço virtual do CVG-SP será realizado no dia 25 de novembro.

Francisco Caiuby Vidigal deixará comando da Sompo Seguros

Vidigal: novas soluções que propiciem bem-estar aos nossos segurados

Executivo deixa a empresa depois de mais de 30 anos, segundo divulgou em sua página no LinkedIn

Francisco Caiuby Vidigal informou em sua página no LinkedIn que deixará a companhia ainda neste ano. “Nesses anos de atuação pelas empresas do grupo, tive oportunidade de vivenciar experiências únicas junto aos parceiros corretores de seguros e representantes do mercado segurador, a exemplo do processo de integração das companhias Marítima e Yasuda, que viriam a formar a Sompo Seguros em julho de 2016. Desde então, a companhia foi reconhecida como uma das Melhores Empresas para se Trabalhar além de também estar em diferentes rankings entre as empresas mais inovadoras do mercado brasileiro. A todos muito obrigado!”.

Ele deixou um agradecimento especial aos colegas e colaboradores da Sompo Seguros pelos anos de desafios e aprendizados mútuos. “Juntos implementamos a ideia de que uma companhia não é feita de talentos individuais, mas de indivíduos que compartilham seus talentos na construção de algo maior. Todas essas experiências me fizeram crescer para agora seguir novos caminhos! Muito obrigado e boa sorte a todos!”.

Vamos saber mais sobre o assunto.