Paulo Umeki deixa Liberty Seguros após 17 anos na liderança de projetos inovadores

paulo Umeki

As áreas de Técnica & Produtos e Analytics foram unificadas a partir de 1º de janeiro de 2021, sob a gestão de Rafael Citelli

Depois de 17 anos contribuindo para o crescimento da Liberty Seguros, que acumula premiações com a temática Inovação, Paulo Umeki deixa o grupo e busca novas oportunidades. “Foi um ciclo espetacular na Liberty. Quando entrei, em 2003, o grupo tinha 13 filiais e agora tem mais de 60. Atuava com 3 mil corretores e agora são mais de 18 mil. É a quinta no ranking de automóvel, com rentabilidade destacada. O grupo tem um projeto muito sólido de inovação, que traz ganhos incríveis. Investir na digitalização exige investimentos robustos em integrações digital com parceiros para levar ao consumidor produtos e serviços integrados em tempo real, que se iniciem e terminem dentro da plataforma”, diz ele ao blog Sonho Seguro.

A Liberty Seguros informou que, como parte de uma estratégia global, as áreas de Técnica & Produtos e Analytics foram unificadas a partir de 1º de janeiro de 2021, sob a gestão de Rafael Citelli. Citelli ingressou na Liberty em 2009 assumindo a Diretoria Atuarial. Desde então, junto ao seu time, contribuiu para a seguradora evoluir significativamente na sofisticação de preços e no desenvolvimento e governança de dados para tomada de decisão. Em 2015, Rafael liderou o time do Centro de Excelência em Precificação da Liberty na América Latina, retornando à Liberty Seguros do Brasil em maio de 2016 no cargo de Vice Presidente de Analytics.

Como parte dessa movimentação, Paulo Umeki deixa a Liberty Seguros após 17 anos, durante os quais liderou projetos importantes para o crescimento e rentabilidade da companhia, implantando produtos diferenciados como o Auto Consciente e o Caminhão Individual. Além disso, Umeki atuou como líder de projetos voltados ao desenvolvimento dos cotadores online da companhia, hoje reconhecidos como uma das melhores ferramentas do mercado”, informa a Liberty.

Umeki, assim como outros executivos que deixam empresas para as quais se dedicaram há anos, ingressa num mundo novo para eles, no qual o primeiro passo é entrar no Linkedin e abrir uma empresa para empreender com um CNPJ próprio. 

“Trabalho há 40 anos, desde 1972, de forma ininterrupta e assim pretendo continuar pelo menos pelos próximos 20 anos. Tenho muita experiência no setor de seguros, no tradicional e no digital. Sei o quanto este setor tem mudado e por isso me sinto jovem, com muita energia para tocar novos projetos que exigem experiência com regulamentação, que tem mudado muito desde o final de 2019, e que acompanhava de perto na Liberty por ser o diretor responsável pela Susep”, comentou. 

A boa notícia para os profissionais do setor de seguros que anunciaram o fim de um ciclo em suas companhias nestes últimos quatro meses, como Gabriel Portella, (SulAmérica), Newton Queiroz (Argo Seguros), Francisco Vidigal Filho (Sompo Seguros) entre outros, é que há muitos projetos em andamento em praticamente todas as seguradoras para tornar as operações digitais, sem qualquer papel, além dos novos investidores, que apostam em seguros para elevar a rentabilidade de seus negócios, como varejistas, bancos tradicionais, digitais como Nubank, Inter C6, Original, marketplaces financeiros como a XP, BTG entre outros, como o aplicativo Ifood, que acaba de criar conta digital. 

“O mundo é digital. A jornada de todos é trabalhar sem papel, reduzir custos e assim encurtar o ciclo de vida das operações e ganhar eficiência. Todas as companhias priorizam isso, criando para corretores e para consumidores meios digitais de relacionamento. Todos sabem que a sociedade dá menos valor para carro de sua propriedade e valoriza muito a experiência. E isso nos traz muitas oportunidades, como seguros de responsabilidade civil, por exemplo, sendo a CNH e não o carro o fator preponderante do seguro. Certamente em breve terei boas notícias sobre novos projetos, nos quais poderei contribuir com minha experiencia e valores acumulados ao longo desses anos de intensa mudança do setor”.

Desempenho da economia impacta os seguros de modo diverso, destaca CNseg

Marcio Coriolano cnseg

Destaque positivo para Danos e Responsabilidades com avanço de 5,7% no acumulado do ano. Se comparado ao mês de outubro de 2020, o setor de seguros cresce 2,8% em novembro. Seguro de Automóveis apresenta alta de 3,9% em novembro sobre o mesmo mês de 2019. Seguro rural cresceu 31,1% nos 11 meses do ano

Fonte: CNseg

A análise de desempenho do setor segurador realizada pela CNseg – Confederação Nacional das Seguradoras mostra que a arrecadação de prêmios totalizou R$ 242,9 bilhões no acumulado do ano até novembro, decréscimo de 0,2% comparando-se com o mesmo período de 2019. Nessa comparação, as apólices de Danos e Responsabilidades puxaram o mercado para cima, com avanço de 5,7%. O viés de baixa setorial prevaleceu em virtude da retração do segmento de Cobertura de Pessoas (-2,3%) e dos Títulos de Capitalização (-3,5%). Já na análise de 12 meses móveis fechados em novembro, a arrecadação foi de R$ 269,6 bilhões, alta de 0,8%, em relação ao último período equivalente encerrado em novembro de 2019. No mês de novembro último, a receita total foi de R$ 22,9 bilhões, evolução de 0,2% sobre o mesmo mês de 2019, e de 2,8% na margem (sobre outubro). 

“Confirmando o histórico desde 2018, a crise recessiva impacta de modo diverso os diferentes ramos de seguros, eles mesmos caudatários do comportamento da produção, da renda e do emprego nos segmentos da economia demandantes de seguros, de previdência privada e de capitalização”, analisa o Presidente da CNseg, Marcio Coriolano, em editorial da edição nº 36 da Conjuntura CNseg, publicada pela Confederação Nacional das Seguradoras, disponível na íntegra em cnseg.org.br. 

Carro-chefe do segmento de Danos e Responsabilidades, o seguro de Automóveis apresentou alta de 3,9% em novembro sobre o mesmo mês do ano passado, totalizando R$ 3 bilhões em prêmios. Contribuiu de forma significativa para a produção mensal de prêmios nesse segmento, que alcançou R$ 6,6 bilhões em novembro – salto de 11,5% sobre o mesmo mês do ano anterior. Mesmo assim, a carteira de Automóveis teve perda no acumulado do ano, de 3%, em relação à igual período de 2019. E de 2,5% na média de 12 meses encerrados em novembro, quando comparado ao período equivalente encerrado em novembro do ano passado. De janeiro a novembro de 2020, a receita do seguro Automóveis alcançou R$ 31,7 bilhões e, o segmento de Danos e Responsabilidades como um todo, R$ 71,1 bilhões.  

Algumas modalidades apresentaram um comportamento extraordinário em termos de arrecadação no acumulado do ano. Entre os exemplos, Marítimos e Aeronáuticos, com alta de 45,5%; Rural, 31,1%; Responsabilidade Civil, 20,8%; Crédito e Garantia, 15,6%; Patrimonial, 10,3%; e Habitacional, 7,8%.

No segmento de Cobertura de Pessoas, embora tenha crescido 8,9% comparativamente ao mês anterior, perdeu arrecadação equivalente a 3,8% contra o mesmo mês de novembro do ano passado, acabando então por apresentar taxa negativa de 2,3% no acumulado de janeiro a novembro.  

Dada a participação de mercado, R$ 151 bilhões no acumulado do ano (mais do que o dobro da de Danos e Responsabilidades), o desempenho das apólices de Pessoas afeta o resultado geral. Se no conjunto de Planos de Risco (Vida, Prestamista, Viagem, entre outros), a taxa acumulada positiva, agora de 4,4%, os Planos de Acumulação (VGBL e PGBL) acumularam perda de 4,5% no ano.  

Já o segmento de Capitalização, com arrecadação até novembro de R$ 20,9 bilhões, houve avanço nas receitas no mês, de 4,4%, mas perdas nominais líquidas de 3,8% comparado com idêntico mês de 2019 e de 3,5% no período acumulado de janeiro a novembro. 

“No acumulado do ano contra o do ano anterior então a tendência também deverá ser de estabilidade e caso haja crescimento incremental de 2% de dezembro contra dezembro de 2019, o ano fechará no mesmo patamar nominal de arrecadação”, avalia Marcio Coriolano.

Nesta edição, duas seções – Economia Brasileira e Análise de Desempenho – aprofundam uma visão das conexões entre a economia e o setor de seguros. O texto da conjuntura econômica destaca que os estímulos fiscais concedidos colaboraram para uma queda menos pronunciada do PIB em 2020 – de 10% para algo abaixo de 5% – mas produzem o risco de reduzir o crescimento potencial nos próximos anos, ao impactar as contas públicas, que são o maior problema do País.

A busca de reequilíbrio fiscal, diz o estudo, dependerá de um cronograma assertivo de diversas reformas, e, sobretudo, de um programa de vacinação em massa tempestivo.  Mesmo com uma segunda onda da Covid-19, em curso em diversas nações do mundo, a extensão das medidas emergenciais podem ser decisivas a curto prazo, mas podem comprometer o crescimento futuro. Ou seja, quanto maior o estímulo, menor tende a ser a projeção de crescimento ao longo do tempo.

De certo modo, os movimentos cíclicos da economia são reproduzidos no desempenho do seguro.  É o que demonstra a nova Análise de Mercado, ao se debruçar sobre os números do setor em novembro.  O resultado de novembro, mesmo tendo crescido apenas 0,2% sobre o mesmo mês de 2019, é um sinal importante de que a arrecadação de prêmios está mais perto de fechar o ano estável, uma notícia positiva em um 2020 em que a grande maioria das atividades econômicas marcha para fechar no vermelho, dada a intensidade da crise gerada pela pandemia.  

IRB+Inteligência aponta alta no faturamento das seguradoras pelo sexto mês consecutivo

Irb Brasil Re

Boletim mostra que o crescimento dos prêmios emitidos foi de 10% em novembro de 2020

Fonte: IRB

O mercado segurador registrou alta no faturamento (prêmios emitidos) pelo sexto mês consecutivo. Em novembro de 2020, o crescimento foi de 10% em relação ao mesmo período de 2019, totalizando cerca de R$ 10,5 bilhões. É o que aponta o Boletim IRB+Mercado, relatório divulgado pelo IRB+Inteligência, serviço de inteligência de dados do IRB Brasil RE.

O crescimento acumulado de janeiro a novembro de 2020 fechou em 4,9%, totalizando R$ 112,2 bilhões em prêmios emitidos em seguros. Responsável por 37% do faturamento total do mercado, o segmento de seguros de Vida teve variação positiva de 4,2% na comparação entre os acumulados de 2020 e 2019: alta de R$ 1,6 bilhão. Só em novembro, o faturamento desse ramo chegou a R$ 4 bilhões.

O índice que mede a proporção entre as despesas com sinistros ocorridos e o faturamento alocado no mês de novembro de 2020 apresentou aumento de 4,3 pontos percentuais na comparação com novembro de 2019. Porém, no acumulado do ano, segundo o Boletim IRB+Mercado, o índice de sinistralidade apresentou melhora com o recuo de 1,6 ponto percentual.

“Novembro foi mais um mês excepcional para o mercado segurador, em que o faturamento cresceu 10%, ratificando a tendência de melhora macroeconômica do país”, avalia o CEO e presidente do Conselho de Administração do IRB Brasil RE, Antonio Cassio dos Santos.

O Boletim IRB+Mercado resume as operações de seguros e resseguros a partir dos dados públicos disponibilizados pela Susep no fim de dezembro, com foco nos seguros de danos, responsabilidades e pessoas. A terceira edição também lista os cinco maiores grupos seguradores por linha de negócios. A análise, que é publicada mensalmente, está disponível, na íntegra, no site da companhia (http://www.irbre.com).

No mesmo endereço, o IRB oferece ainda um painel de dados interativo, que permite fazer consultas dinâmicas aos dados. O Dashboard IRB+Mercado Segurador, como é chamado, foi desenvolvido pelo ressegurador, é gratuito, de fácil acesso e traz informações de todo o setor.

Gabriel Portella deixa presidência da SulAmérica a partir de março; Ricardo Bottas assume

Portella deverá fazer parte do Conselho, após reunião realizada em março

Gabriel Portella, presidente da SulAmérica decidiu deixar a companhia, segundo informou ao Conselho de Administração em reunião realizada nesta terça-feira. Será substituído por Ricardo Bottas Dourado dos Santos, atual vice-presidente de Controle e de Relações com Investidores. A troca dos executivos acontecerá após o término do mandato de Portella, em 29 de março deste ano, sendo que o processo de transição, a ser conduzido pelo próprio Portella, com a supervisão do Conselho de Administração, tenha inicio imediato.

Portella atua no centenário grupo há aproximadamente 37 anos e desde 2013 como diretor presidente, contribuindo de forma relevante para o desenvolvimento da SulAmérica, para a evolução de seus resultados e para a consolidação do posicionamento atual focado na Saúde Integral.

Bottas atua há mais de 5 anos na companhia, inicialmente como diretor financeiro e desde 2017 como vice-presidente de Controle e de Relações com Investidores. Bottas é administrador de empresas com especialização em finanças corporativas, com mais de 23 anos de experiência em companhias abertas nas indústrias de seguros, energia elétrica, petróleo e gás e em firma de auditoria.

O Conselho de Administração convidou Portella para participar do Conselho de Administração da SulAmérica, compondo a chapa a ser submetida à Assembleia Geral Ordinária da Companhia, prevista para 29/03/2021.

“O ano 2020 foi provavelmente um dos mais desafiadores da nossa história, mas conseguimos superá-lo com uma organização reposicionada, com foco em Saúde Integral, cada vez mais conectada e digital, condições que nos permitiram manter nossa posição de destaque no mercado. Mas o mais importante neste período, sem dúvida, foi conseguirmos garantir a saúde e segurança de nossos colaboradores e parceiros de negócios, assim como a continuidade dos serviços e atendimentos aos nossos mais de 7 milhões de clientes. E iniciamos 2021 com a transição da Presidência da Companhia, em um processo consistente e organizado e que garantirá a continuidade de nossas operações buscando acelerar ainda mais a execução da estratégia definida pelo Conselho de Administração”, afirma Gabriel Portella, atual Presidente da SulAmérica. 

A conclusão de importantes movimentos estratégicos em 2020, com destaque para a aquisição da Paraná Clínicas e a conclusão da venda da operação de automóveis e ramos elementares, reforçou o posicionamento da Companhia focada em Saúde Integral, com soluções voltadas para todos os aspectos da saúde dos seus clientes, seja física, emocional ou financeira. “A estratégia da companhia, baseada no pilar de Saúde Integral, busca ampliar cada vez mais a qualidade de nossos produtos e serviços para nossos clientes, direciona a aceleração do desenvolvimento orgânico e inorgânico da companhia, o acesso a novos mercados e à estrutura de capital necessária para suportar essa estratégia de crescimento”, afirma Ricardo Bottas, atual Vice Presidente de Controle e Relações com Investidores e indicado para a Presidência da Companhia. 

A SulAmérica registrou receitas operacionais de R$ 15 bilhões nos primeiro 9 meses de 2020, crescimento de 6,2%, atuando nos segmentos de saúde, odontologia, seguros de vida e Previdência. Adicionalmente, sua gestora e administradora de recursos, a SulAmerica Investimentos, encerrou o 3º trimestre de 2020 com R$ 46 bilhões em ativos sob gestão. 

Solutions Gestão de Seguros paga mais de R$ 30 milhões em indenizações em 2020

A Corretora de Seguros Solutions informou que pagou mais de R$ 30 milhões referentes as perdas relacionadas às apólices de seguros que intermedia e administra de seus clientes, pessoas físicas e jurídicas, em 2020.

No segmento de seguros de vida, a Solutions processou 87 indenizações no período, com valores que superaram R$ 4,5 milhões. Os sinistros no segmento de perdas e danos, somaram 23 processos, chegando a mais de R$16,8 milhões em indenizações. Em Saúde, os procedimentos atendidos com despesas médico-hospitalares e odontológicas somaram mais de R$9,2 milhões.

Sérgio Frade, presidente da Solutions Gestão de Seguros, destaca que mesmo impactado pela pandemia, o setor de seguros foi capaz de lidar com variados problemas, adaptando-se às mudanças, superando obstáculos, transformando experiência em resultado, em um ano extremamente turbulento.

“O setor de seguro também foi muito impactado pela pandemia da Covid-19. Ressalto como importante a resiliência mantida pelo setor que mesmo diante das adversidades, soube se adaptar e superar com seriedade e competência, os momentos difíceis que a pandemia impôs em 2020”, explica Frade.

“Outras coberturas de seguro também foram fortemente impactadas, com o seguro de viagem, de garantia e de fiança locatícia. Não foi nada fácil para quem estava viajando no início da pandemia, verificar que não tinha cobertura para assistência médico-hospitalar decorrente da Covid-19. Da mesma forma, os locadores de imóveis, perante o aumento da inadimplência, puderam contar com a garantia do seguro de fiança locatícia. O trabalho remoto aumentou a procura pelo seguro de Riscos Cibernéticos. Daí a importância de um efetivo planejamento de riscos e seguros”, concluiu.

Bradesco Seguros mira o público jovem e cria perfil no Tiktok

Seguradora é primeira do segmento a ingressar com conteúdo na plataforma e fecha parceria com influenciadores

Fonte: Bradesco

Com o intuito de se aproximar cada vez mais do público jovem, a Bradesco Seguros estreou nesta semana seu perfil no TikTok, uma das redes sociais de maior sucesso para vídeos curtos, com mais de 800 milhões de usuários ativos por mês. A marca apresenta esquetes bem-humorados que trazem conteúdos informativos sobre a cultura do seguro. 

No primeiro vídeo, lançado em parceria com o Tiktoker Mister Emerson, traz como foco a Longevidade e o papel do seguro para viver mais e melhor. Também serão publicadas ações com os influenciadores Isaías e Gabriel Louchard, que juntos somam mais 5,6 milhões de seguidores. Tópicos como o “Dicionário Segurês”, importância de produtos como Seguro Residencial e Previdência Privada, além de desafios típicos do Tiktok como “Isto ou Aquilo”, são alguns exemplos de temas que devem ser abordados na plataforma.

Para Alexandre Nogueira, diretor de Marketing da Bradesco Seguros, a entrada da seguradora no Tiktok é essencial para ampliar a comunicação do Grupo. “Um dos principais objetivos para 2021 é nos aproximarmos ainda mais do público jovem, proporcionando, de forma leve e descontraída, uma conscientização sobre a importância de estar protegido com seguros e também sobre temas relevantes para o cotidiano das pessoas como Longevidade, por exemplo. Para tal, contaremos com a ajuda de nomes de sucesso nessa rede para ampliar o alcance de nossos conteúdos”, explica.

Morre Antônio Carlos de Almeida Braga

Antônio Carlos de Almeida Braga morreu nesta terça-feira (12), em Portugal, aos 94 anos. Nome icônico do setor de seguros, foi dono de uma das maiores seguradoras do País – criada pelo pai, em 1935 -, a Atlântica Seguros, que veio a ser tornar posteriormente Atlântica-Boavista.

A Confederação Nacional das Seguradoras – CNseg, consternada, enluta-se com o falecimento de Antonio Carlos de Almeida Braga – por muitos chamado de “Braguinha” ou “Sr. Braga”. Sob o comando de Antonio Carlos de Almeida Braga, a Atlântica-Boavista foi incorporada pelo Banco Bradesco nos anos 80, passando a ser denominada Bradesco Seguros.

Suas marcantes criações no mercado segurador motivaram a CNseg a criar, em 2011, o Prêmio Antonio Carlos de Almeida Braga, que, ao distinguir ações inovadoras de profissionais securitários, corretores de seguros e prestadores de serviços do mercado, faz em sua denominação uma homenagem e importante referência de “Braguinha” para o setor segurador.

As ações de Antonio Carlos de Almeida Braga se estenderam, ainda, ao esporte, tornando-se um dos mecenas de vários atletas.

Segundo a família, o empresário estava com a saúde frágil e foi para Portugal no ano passado depois do início da pandemia. Antônio Carlos de Almeida Braga foi casado com Sylvia Maria da Glória de Mello Franco Nabuco, mais conhecida como Vivi Nabuco, com quem teve quatro filhos: Maria do Carmo, conhecida como Kati, Luis Antônio, Sylvia e Lúcia. Em 1968, casou-se com Luíza Eugênia Konder, com quem teve duas filhas, Maria e Joana.

Icatu – A Icatu Seguros lamenta profundamente o falecimento do empresário Antonio Carlos de Almeida Braga, pai dos conselheiros Kati e Luis Antonio de Almeida Braga. Braguinha, como é conhecido, é uma referência para o mercado financeiro e muito contribuiu para a economia e desenvolvimento do país. A Icatu Seguros e seus colaboradores prestam os mais sinceros sentimentos de solidariedade à família Almeida Braga.

FenSeg – A Federação Nacional de Seguros Gerais manifesta seu profundo pesar pelo falecimento de Antônio Carlos de Almeida Braga, aos 94 anos, em Portugal. A partida de “Braguinha”, como era carinhosamente chamado, representa uma perda irreparável por sua contribuição para o desenvolvimento do país. Ele deixou um imenso legado, com atuação de peso nos segmentos financeiro, seguros, incentivo ao esporte e à cultura. Foi um homem movido pelo desafio de fazer mais e melhor. O seu legado não será esquecido.

CVG – O Clube Vida em Grupo do Rio de Janeiro (CVG-RJ) lamenta profundamente o falecimento de um dos maiores ícones do mercado segurador brasileiro, Antônio Carlos de Almeida Braga, o Braguinha. Criador da Bradesco Seguros, foi também um grande admirador e apoiador dos esportes e de seus grandes ídolos, como Ayrton Senna e Pelé. As nossas condolências aos familiares, amigos e admiradores da Bradesco e do setor de seguros. Octávio Perissé/Presidente CVG-RJ

Setor acumula vendas de R$ 243 bilhões até novembro, queda de 1%

Seguros de Pessoas acumulam R$ 139 bilhões, de Danos R$ 71 bilhões, capitalização, R$ 221 bilhões, e Previdência tradicional, que não é mais comercializado, R$ 11 bilhões

Fonte: Susep

As receitas dos segmentos supervisionados pela Susep totalizaram R$ 22,92 bilhões em novembro de 2020. No acumulado de 2020, o patamar de receitas de R$ 243,27 bilhões está apenas 1% abaixo de 2019.

Entre os diversos segmentos, Danos permanece como o destaque do ano, com crescimento nominal no acumulado de 2020 de 3%, embora o mês de novembro, assim como em novembro de 2019, tenha apresentado uma redução significativa em relação a outubro.

Nos seguros de pessoas e danos, os prêmios diretos totalizaram R$ 19,81 bilhões em novembro de 2020. No acumulado do ano são R$ 210,87 bilhões.

O segmento de seguros de pessoas apresentou um total de prêmios acumulados de R$ 139,32 bilhões até novembro, uma redução de 2,5% em relação ao mesmo período de 2019. O destaque positivo foi o seguro de vida com crescimento de 11,0% no acumulado até novembro, em relação ao mesmo período de 2019.

Nos seguros de pessoas, desconsideradas as receitas com VGBL, a alta é de 4,5% em relação a 2019. Enquanto nos seguros de danos a alta é de 8,3%, desconsideradas as receitas de seguro auto. Este crescimento no acumulado dos seguros de danos, excluindo auto, representa um aumento real de 5%, considerando o IPCA no mesmo período.

VGBL – após 3 meses de queda, as contribuições do VGBL voltaram a subir, com variação de 13,8% em relação a outubro. No acumulado do ano, no entanto, as contribuições ainda estão 5,1% abaixo do acumulado de 2019.

Nos seguros de danos, o acumulado até novembro de 2020 apresenta alta de 3,0% em comparação com 2019, com crescimento nas receitas de quase todos os segmentos, exceto auto, transporte e garantia estendida.

Seguro Automóvel – A sinistralidade (Sinistros/Prêmios) do seguro auto está retornando para valores próximos aos patamares pré-pandemia: em março, 56,0%, e em fevereiro, 62,7%.

Riscos Ambientais – Os seguros de Responsabilidade Civil para riscos ambientais tiveram aumento de 43,6% no acumulado de prêmios diretos até novembro de 2020, quando comparado com o mesmo período de 2019. Na mesma comparação, os seguros de Responsabilidade Civil apresentaram aumento de 20,8 %.

Riscos Cibernéticos – Além de uma grande variação mensal positiva entre outubro e novembro de 2020 (64,7%), os seguros de Responsabilidade Civil para riscos cibernéticos apresentam acumulado no ano de 2020 bem superior aoacumulado de 2019, com uma variação de 83,4%.

Boletim Focus eleva projeção da Selic, como já era esperado, afirma CNseg

Priscila Aguiar, economista do CEM - Comissão Estudos de Mercado da CNseg

As projeções de inflação continuam comportadas, mas ainda entregam uma taxa de juros real negativa

A expectativa do mercado para a taxa básica de juros do Brasil, a Selic, no fim de 2021 voltou a subir de 3,00% para 3,25%, após queda na semana passada. Já a projeção para a Selic em 2022 e 2023, a expectativa é de que seja de 4,75% e 6%. Na ata de dezembro do Copom, o Banco Central sinalizou que as condições para a manutenção do forward guidance, ou seja, uma “orientação futura”, poderiam não ser mais satisfeitas, mas indicando que não implicaria em aumento de taxa de juros, ressaltou Priscila Aguiar, economista do Comitê de Estudos de Mercado da CNseg, a Confederação Nacional das Seguradoras.

“Entretanto, à medida que os indicadores econômicos têm mostrando um cenário mais positivo e as projeções de inflação permaneçam próximas à meta, o mercado observou que há espaço para um aumento da taxa no decorrer de 2021. Como já temos comentado nas nossas avaliações, as projeções de inflação continuam comportadas, mas ainda entregam uma taxa de juros real negativa, que é sustentável no período de pandemia, mas não em um período da normalidade como espera-se para 2021. Com o retorno da atividade econômica, é previsto que a taxa de juros volte também ao patamar normal”, avalia. 

A economista também destaca que as medianas do Focus para 2020 mostraram ajustes marginais no PIB e no IPCA. Para 2021, além do aumento da projeção para a taxa Selic, a taxa de inflação medida pelo IPCA reduziu para 3,32%, ante 3,34% da semana anterior, que pode ser resultado da expectativa de menor pressão dos alimentos e a redução na tarifa de energia elétrica em janeiro, pela alteração da bandeira de “vermelha 2” em dezembro para “amarela”. Para a projeção do PIB 2021, houve um leve aumento, que passou de 3,40% para 3,41%. Entretanto, em função do efeito “carregamento estatístico”, é esperado aumento nas métricas anualizadas.

Leia a íntegra do boletim Acompanhamento de Expectativas Econômicas semanal feito pela Superintendência de Estudos e Projetos (Suesp) da CNseg, no portal de CNseg.

Allianz inicia parceria mundial Olímpica e Paralímpica de oito anos

Oliver Bäte, CEO do Grupo Allianz.

A Allianz expandirá iniciativas locais para se conectar com atletas e torcedores em todo o mundo

Fonte: Allianz

A Allianz iniciou oficialmente sua parceria mundial de oito anos com os Movimentos Olímpico e Paralímpico em 1º de janeiro, com base em sua colaboração com o Movimento Paraolímpico, que já ocorre desde 2006.

“A Allianz tem orgulho em ser a seguradora parceira mundial dos Movimentos Olímpico e Paralímpico,” disse Oliver Bäte, CEO do Grupo Allianz. “Como apoiadora do ecossistema esportivo e por meio do compartilhamento de valores fundamentais de excelência, amizade, inclusão e respeito, a Allianz e nossos 148.000 colaboradores e 100 mil parceiros estão entusiasmados em cuidar e atender os atletas, suas famílias e suas ambições”.

Desde o anúncio da parceria, em setembro de 2018, a seguradora envolveu torcedores, atletas, equipes e funcionários por meio da promoção à saúde em quatro mercados-piloto – Austrália, China, França e Espanha. A Allianz apresentou a “Semana do Bem-Estar”, do Comitê Olímpico Australiano, que destacou maneiras de melhorar a saúde mental. A Allianz também trabalhou com o Comitê Organizador dos Jogos Olímpicos Paris 2024, com a finalidade de incentivar pessoas a caminhar ou correr pelo “Clube Paris 2024”, uma iniciativa para se movimentar e participar dos Jogos.

A Allianz expandirá iniciativas locais para se conectar com atletas e torcedores em todo o mundo. Para citar alguns exemplos, a seguradora oferecerá aos clientes e colaboradores a chance de participar do Revezamento da Tocha Olímpica, em Pequim 2022, e envolverá os jovens com o espírito e os valores dos Movimentos Olímpico e Paralímpico por meio de esportes experimentais e relacionamento com atletas em seus Allianz Sports Camps. Além disso, apoiará os Movimentos Olímpico e Paralímpico com soluções e serviços de seguros personalizados.

“Estamos entusiasmados em fazer parte de uma comunidade global de atletas e pessoas entusiastas do esporte e do trabalho em equipe. Os Movimentos Olímpico e Paralímpico representam uma das ideias mais universais da história, porque unir as pessoas por meio de valores compartilhados é o cerne de sua mensagem. E agora, a Allianz faz parte dessa história”, comentou Eduard Folch, presidente da Allianz Brasil.

“Como o anúncio da parceria foi feito em 2018, nossas equipes já estão trabalhando juntas nos principais mercados-piloto para apoiar os atletas e o Movimento Olímpico”, disse o presidente do COI (Comitê Olímpico Internacional), Thomas Bach. “Ao começar este novo ano olímpico, estamos entusiasmados em iniciar seriamente nossa colaboração global com a Allianz.”

“A Allianz traz visibilidade global aos atletas e valores do Movimento Paralímpico e esperamos pela próxima fase trabalhando juntos”, acrescentou o presidente do IPC (Comitê Paralímpico Internacional), Andrew Parsons.

A parceria da Allianz vai de 2021 a 2028. Mais detalhes podem ser encontrados no site da Allianz.