Estudo da Swiss Re prevê queda real de 1,4% no volume de vendas de seguros em 2020 e retomada em 2021

A previsão é que o crescimento dos prêmios deve retomar rapidamente, atingindo 3,4% e 3,3% em 2021 e 2022, respectivamente

O produto interno bruto mundial deve contrair 4,1% este ano, o que, até então, representa a maior recessão das nossas vidas. O mais recente estudo sigma, “Rebuilding better: global economic and insurance market outlook 2021/22,” prevê uma recuperação lenta e irregular em 2021.

O prognóstico de crescimento do produto interno bruto (PIB) global é de 4,7% em 2021, em termos reais, abaixo da expectativa de mercado de 5,2% de crescimento. Nesse contexto, o estudo sigma mostra que, o impacto do choque econômico causado pela COVID-19 no mercado global de seguros foi menor do que o Swiss Re Institute antecipava em junho de 2020. Em 2020, estima-se uma queda, em termos reais, de 1,4% dos volumes totais de prêmios, que é também abaixo da queda de 2,8% antecipada anteriormente.

A previsão é que o crescimento dos prêmios deve retomar rapidamente, atingindo 3,4% e 3,3% em 2021 e 2022, respectivamente, apoiado por um fortalecimento contínuo de tarifas.

Basic A4 / Version 0.1 / 18. 09. 2013 / Swiss Re – Media Production

Pandemia gerará impacto de US$ 12 tri na produção global, diz Swiss Re

REUTERS/Arnd WIegmann

ZURIQUE – A pandemia de coronavírus provavelmente criará um rombo de 12 trilhões de dólares na produção econômica global até o final do ano que vem, um fardo muito alto para as seguradoras cobrirem, disse a Swiss Re SRENH.S nesta quarta-feira.

“No geral, a indústria de seguros lidou com isso bem porque entrou na crise com muito capital. Portanto, sabia sobre o risco”, disse o presidente-executivo da seguradora, Christian Mumenthaler, em uma conferência financeira da Bloomberg.

Muitos participantes do mercado fizeram hedge cedo, disse ele, imaginando que a doença respiratória Covid-19 se espalharia pelo mundo depois de ser identificada pela primeira vez em Wuhan, China, no final do ano passado.

“E então a perda geral como vemos agora — entre 50 bilhões e 80 bilhões de dólares – é administrável para a indústria de seguros. Você compara isso a mais de 140 bilhões de dólares gastos em 2017 em termos de perdas com desastres naturais”, disse.

“O que não funcionou bem é a compreensão do que está coberto. A pandemia, e isso é conhecido pelo setor de seguros, não é um risco que você possa cobrir. Acreditamos que a perda de produção para o mundo nesses dois anos será de 12 trilhões de dólares. E o balanço patrimonial das seguradoras é uma pequena fração disso. Portanto, uma pandemia é um risco que não pode ser diversificado e, portanto, não pode ser segurado.”

Um porta-voz da Swiss Re disse que a estimativa de 12 trilhões de dólares se refere ao nível de produção econômica após a Covid-19 em comparação com o nível em que a economia global estaria se tivesse crescido a uma taxa média de antes da pandemia.

Setor de seguros acumula alta de 0,6% e reforça perspectiva de encerrar 2020 no azul

Na comparação de setembro com o mesmo mês de 2019, a alta de prêmios foi de 11,9%

A alta, de 0,6% no acumulado de nove meses, fez a arrecadação de prêmios totalizar R$ 197,8 bilhões até setembro (sem saúde suplementar e DPVAT) – contra 0,8% negativo até agosto. “A primeira taxa positiva no acumulado do ano mostra preferências do consumo de seguros. E pode evoluir ainda mais até o final do ano”, ressalta o presidente da CNseg, Marcio Coriolano.  

Em seu editorial da nova edição da Conjuntura CNseg, Marcio Coriolano afirma que “mesmo lenta, a recuperação da economia brasileira em vários setores e a manutenção dos níveis de confiança refletem favoravelmente no desempenho do setor de seguros, desta vez em setembro, mês que encerra o penúltimo trimestre do ano”. Setembro foi o quarto mês consecutivo de alta do setor no comparativo com o mesmo mês do ano passado. Na comparação de setembro com o mesmo mês de 2019, a alta de prêmios foi de 11,9%, superando as taxas ano contra ano de julho (4,3%) e de agosto (7,3%).

“O resultado credencia o setor a estar entre as atividades que podem fechar o ano com a receita positiva, apesar da pandemia, que fez seu resultado submergir entre abril e maio, e, desde então, recupera-se, de forma acelerada até em algumas modalidades, e deixa cristalino o sentimento de aversão a riscos da sociedade e seu esforço em se proteger financeiramente dos infortúnios por meio dos seguros”, observa o presidente da CNseg.  

Os números convergem até aqui para um bom desfecho favorável, mostra a publicação. Na variação acumulada de 12 meses até setembro, por exemplo, a taxa foi de 3,4% positivos, mantendo um ritmo de desaceleração pequeno (queda de 0,3 ponto sobre agosto, de 3,7%). 

No acumulado do ano em nove meses, por exemplo, a maior evolução ocorre no segmento de Danos e Responsabilidades, com alta de 4,2%, enquanto o segmento de Cobertura de Pessoas decresceu 0,6% e, em Capitalização, houve recuo de 2,5%. 

No segmento de Danos e Responsabilidades, contribuíram positivamente os seguintes ramos: Marítimos e Aeronáuticos e Rural, ambos com 30,1%, Grandes Riscos (28,0%) e Responsabilidade Civil (22,7%), embora sejam setores com ainda pouca expressão no total de prêmios dos seguros. Seguiram-se os ramos Crédito e Garantias, Patrimonial e Habitacional “todos eles captando as atuais circunstâncias econômicas que orientaram as preferências de consumidores para suas residências, para o crédito para o investimento em imóveis”, comenta Marcio Coriolano.

Nos seguros de benefícios, houve comportamento distinto entre os ramos. Nos Planos de Acumulação (VGBL), houve queda de 2,1%, ao passo que, nos seguros de Vida Risco (coberturas de morte, invalidez e doenças), houve avanço de dois dígitos (11,7%) até setembro. 

Os dados de sinistralidade, comparando-se os nove meses de 2019 e mesmo período de 2020, mostram redução no segmento de Danos e Responsabilidades, de 53,1% para 48,5%, influenciada pela redução de acidentes e roubos no ramo de Automóveis. Já no ramo de Vida Risco, a sinistralidade, que vinha agravando, estabilizou-se (34,1% e 34,4%, respectivamente), mostrando perda de tração do aumento dos óbitos e situações de invalidez e doenças.  

Pesquisa aponta que aposentadoria lidera preocupação dos brasileiros

O estudo foi desenvolvido pela Onze, primeira PrevTech do Brasil, e mostra que apenas 18% dos entrevistados acreditam que terão uma aposentadoria confortável

Neste mês de novembro, a Reforma da Previdência Social completa um ano. As novas regras para a aposentadoria não atingem quem já estava aposentado. Entre as mudanças, homens passam a ter direito à aposentadoria pública a partir dos 65 anos (com pelo menos 20 anos de contribuição), e mulheres, aos 62 (com 15 anos de pagamento, no mínimo). O valor também passou a incluir a média de todo o histórico do trabalhador, levando em conta as remunerações mais baixas. 

Um ano depois, o que se viu foi que, mesmo com a Reforma, os gastos previdenciários do governo aumentaram em R﹩ 65 bilhões no primeiro semestre de 2020, o que representa um aumento de 23% em relação a igual período do ano passado. 

Na outra ponta, muita gente ainda tem dúvidas se terá uma aposentadoria tranquila. Segundo a pesquisa “Estresse Financeiro do Brasileiro”, desenvolvida pela Onze, primeira PrevTech do Brasil, apenas 18% dos entrevistados acreditam que terão uma aposentadoria confortável. O estudo ouviu 5.058 pessoas com idades entre 18 e 32 anos e moradores de São Paulo, Minas Gerais, Rio de Janeiro, Bahia, Paraná, Rio Grande do Sul e Santa Catarina. 

O mesmo estudo mostra que 73% dos entrevistados acreditam que a Reforma da Previdência reduziu as chances para a aposentadoria. Porém, apenas 39% está investindo e poupando para garantir o conforto para quando for preciso parar de trabalhar. 

“A necessidade de uma nova reforma é bastante provável. Esse diagnóstico é consolidado no meio financeiro devido a tendência demográfica do país e dinâmica fiscal. O tempo para isso é incerto, mas estima-se que entre 5 a 15 anos teremos uma nova reforma. Nos próximos 2 anos acredito que esse tema não voltará a ser pauta, pois devemos presenciar discussões sobre outras reformas como a administrativa e tributária”, afirma Jonas Chen, diretor de investimentos da Onze. 

De fato: apenas 13% das pessoas que responderam à pesquisa acreditam que não haverá uma nova reforma antes deles se aposentarem. 

Entre os brasileiros que estão se preparando para o futuro, há uma parcela que resolveu investir na previdência privada. De acordo com a Fenaprevi (Federação Nacional de Previdência e Vida), o número de investidores na Previdência Privada Aberta continua crescendo: chegou a 13,5 milhões de investidores no final de 2019, o que representa um aumento de 400 mil novos investidores em relação ao mesmo período de 2018. 

Por outro lado, a pandemia trouxe consequências alarmantes, gerando o aumento do desemprego, que já atinge quase 14% da população economicamente ativa (ou 13 milhões de pessoas), segundo a Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios (Pnad). Resultado: os resgates dos fundos de previdência privada no primeiro semestre deste ano bateram recorde, com R﹩ 40 bilhões. O volume representa um aumento de 15% em relação ao mesmo período de 2019. Os dados são da Federação Nacional de Previdência Privada e Vida (FenaPrevi). 

Outros fatores podem também estar relacionados ao aumento de resgates da previdência, como o fraco desempenho dos investimentos oferecidos pelos 5 maiores bancos – onde estão 90% dos R﹩ 950 bilhões investidos hoje em previdência privada no país. 

Outro levantamento da Onze traz um dado interessante. Foram reunidos os 10 fundos de renda fixa e os 10 multimercado que pior performaram em 12 meses (de agosto de 2019 a agosto de 2020). Foram analisados apenas fundos que cobram, no mínimo, 1% de taxa de administração e que têm ao menos R﹩ 20 milhões em patrimônio. Juntos, os esses fundos de previdência têm cerca de R﹩ 17 bilhões de patrimônio líquido e pertencem aos 5 maiores bancos do país (Caixa, Santander, Bradesco, Itaú e Banco do Brasil). Segundo o levantamento, os piores fundos de renda fixa renderam menos de 1,6% em 12 meses, ou 40% do CDI, enquanto que os piores fundos multimercado tiveram um rendimento ainda pior: abaixo de 1,3%, ou 33% do CDI no período. 

“Uma instituição financeira que tenha taxa de administração de 3% precisa entregar 250% do CDI para ter rendimento final de 100% do CDI para o cliente”, afirma Jonas Chen. 

Sobre a Onze 

A Onze é a primeira PrevTech do Brasil: uma empresa de tecnologia e gestora independente de fundos de previdência com foco na previdência corporativa. A startup chega com a proposta de reinventar esse mercado, oferecendo acesso a uma plataforma 100% digital e sem burocracia, fundos diversificados e gestão especializada do dinheiro. Além disso, a Onze desenvolveu uma solução completa de saúde financeira para os colaboradores, incluindo check-ups financeiros periódicos, consultas individuais com especialistas e uma plataforma com centenas de vídeos sobre finanças. A gestora é regulada pela CVM e Anbima. 

Com integração entre público e privado, saúde chega a 97% na Colômbia

Vera Valente debate modelos de assistência com ex-ministro da Saúde daquele país

Fonte: FenaSaúde

Com modelos diferentes, Brasil e Colômbia contam com a parceria entre os sistemas público e privado para aumentar e melhorar o acesso à saúde da população. Aqui, contamos com a saúde suplementar atuando de maneira complementar ao SUS, enquanto lá empresas de seguro são o principal instrumento para a cobertura obrigatória. Em ambos os casos, quanto maior a integração, maiores os benefícios para a população.

“Ambos os sistemas seguem os ditames da Organização Mundial de Saúde (OMS) no sentido de que a saúdeé tida como direito social universal e requer subsídios aos mais pobres”, afirmou Vera Valente, em debate com Juan Pablo Uribe, ex-ministro da Saúde colombiano durante o painel “A saúde na Colômbia e seu modelo de financiamento”, promovido pelo FIS (Fórum de Inovação Saúde), na noite desta terça-feira (9). 

O ex-ministro salientou que, mesmo com subsídios do Estado, o cidadão tem liberdade para escolher qual operadora privada de plano de saúde quer contratar na Colômbia. “Com o sistema, a cobertura lá chega a 97% da população”, relatou.

No modelo colombiano, quem tem emprego formal paga os planos por meio de impostos arrecadados na folha de pagamentos. No caso dos mais pobres, o Estado é responsável diretamente pelas mensalidades.

Tanto o Estado brasileiro como o colombiano sofrem com subfinanciamento crônico, sobretudo na área de saúde. Daí a importância da iniciativa privada. “Acesso à saúde é o desafio de todos os países no mundo. O financiamento é como encontrar mais acesso de qualidade à população. Aqui no Brasil, cada paciente que se vale de tratamento no sistema particular deixa de onerar o SUS”, disse Vera.

No Brasil, por mais fundamental que tenha sido na pandemia e mesmo no enfrentamento das demais doenças, o SUS ainda enfrenta muitas dificuldades. Por exemplo, o gasto anual por habitante do nosso sistema público é de apenas R$ 1.400.

Já no ano que vem o orçamento da União para a saúde será cerca de R$ 38 bilhões menor que o deste ano, quando considerados também os gastos adicionais com a pandemia até agora. A Colômbia passa por situação estrutural comparável em termos de insuficiência de recursos.

“Nossa tarefa comum é estarmos preparados para um cenário com maior demanda por saúde e menor capacidade do Estado de atender a população por meio dos sistemas públicos. Tudo isso em meio a custos crescentes, um dilema da saúde em todo o mundo”, afirmou a diretora executiva da FenaSaúde.

Brasil e Colômbia também exibem semelhanças em relação ao envelhecimento populacional, à maior longevidade e à incorporação de tecnologias mais caras. Por isso, para Vera Valente o desafio da ampliação do acesso precisa ir além da questão financeira. “Passa também por rever gestão, rever assistência, priorizar valor em saúde e foco no paciente”. 

Também participaram do debate o presidente do Grupo Fleury, Carlos Marinelli, o superintendente-executivo do Hospital da Criança de Brasília e presidente do Ibross (Instituto Brasileiro das Organizações Sociais de Saúde), Renilson Rehem. O evento integra o congresso “Repensando a Saúde Brasileira”, promovido pelo FIS.

Berkley passa a oferecer a proteção ambiental no portfólio de Transportes

Proteção para empresas, transportadoras e principalmente para o meio ambiente.

Diante do avanço gradativo da fiscalização ambiental no Brasil, a Berkley Brasil Seguros, membro de um dos maiores grupos seguradores dos Estados Unidos, adicionou recentemente ao seu portfólio de produtos o Seguro Ambiental Cargo.

O seguro Ambiental Cargo da Berkley tem como objetivo amparar as condições contaminantes de acidentes causados ao meio ambiente durante o transporte rodoviário de produtos. Operar em Seguro Transportes é algo que está no DNA da seguradora que já possui reconhecido know-how e domínio das necessidades dos Transportadores de Cargas.

Entende-se como sinistro ambiental, um evento acidental causado pela carga transportada ou fluídos do próprio veículo, que direta ou indiretamente pode causar danos ao meio ambiente ou a terceiros. São exemplos como o vazamento da carga transportada, um tombamento ou o carregamento e descarregamento do produto que podem atingir o solo, subsolo, lençol freático ou corpos d’água.

Klaus Barretta, diretor de Liability da Berkley Brasil, comenta: “Após um período de estudos e pesquisas de mercado com parceiros especializados da Berkley, desenvolvemos naturalmente uma forte sinergia do Seguro Ambiental com o Seguro Transportes. A partir da consolidação desses elementos, elaboramos uma apólice que possibilita a contratação tanto no formato anual, tradicional no RC, como no formato por averbação, tradicional no Seguro Cargo. Isso permitirá ao Segurado customizar a sua apólice de acordo com as suas necessidades e principalmente adequar de maneira minuciosa a sua apólice de Ambiental Cargo a outros Seguros dedicados à sua operação, completa Barretta”.

O seguro atua no auxílio do gerenciamento de risco para os embarcadores e transportadoras responsáveis pela carga, dado o aumento da fiscalização ambiental. A cobertura oferecida pela Berkley compreende os gastos de limpeza, amparados por todo o processo de investigação, monitoramento, remediação, custos de defesa, lucros cessantes de terceiros, entre outras.

Contratação do seguro auto Pay Per Use, agora, pelo canal whatsapp

App whatapp é um facilitador para a adesão de mais pessoas ao seguro auto digital Pay Per Use que, neste mês, atinge a marca de 1 milhão de kms rodados pelos clientes 

A Thinkseg, startup de tecnologia em seguros, inicia neste mês a venda do seguro automóvel Pay Per Use pelo whatsapp. A iniciativa inédita posiciona a Thinkseg como primeira plataforma de venda do seguro auto Pay Per Use no País e no mundo pelo whatsapp. Outros produtos, como seguro viagem, residencial e vida já eram comercializados neste aplicativo. Faltava o seguro carro no Brasil, segundo dados da O2OBOTS, startup independente de distribuição se seguros massificados via whatsapp no mercado local e internacional. 

“O atendimento inovador ao cliente, baseado em tecnologia, é prioridade para a Thinkseg que tem o objetivo de tornar ágil, fácil e cômoda, em qualquer dia e horário, a compra do seguro auto Pay Per Use.  Neste mês, alcançamos a marca de 1 milhão de quilômetros rodados por nossos clientes. É um produto que tem crescido bastante neste ano e o whatapp é facilitador para a adesão de mais pessoas ao seguro auto digital”, explica o CEO da Thinkseg, Andre Gregori. 

A Thinkseg, pioneira no desenvolvimento da tecnologia do Pay Per Use no Brasil, fechou parceria com a seguradora italiana Generali, de atuação mundial, para as vendas do Pay Per Use. Desde novembro de 2019, as contratações ocorrem pelo site de modo 100% online. 

Para viabilizar a contratação do Pay Per Use pelo whatspp, foi necessário redesenhar a jornada do cliente. Por meio de algoritmos e de modelos preditivos de propriedade da Thinkseg, houve a redução para uma dezena de perguntas no momento da compra do seguro auto Pay Per Use. Em um formulário tradicional de seguro auto, durante a venda consultiva, há cerca de 70 questões. A simplificação permitiu que, a partir de 4 minutos, a pessoa consiga contratar o Pay Per Use via whatsapp 

O valor da assinatura mensal do Pay Per Use, para carros básicos, começa a partir de R$ 25,00, garantindo o seguro auto completo que inclui cobertura para acidentes, furto e roubo, de acordo com os valores previstos na tabela Fipe.  O motorista paga a mensalidade fixa, somada aos centavos por cada quilômetro rodado. 

Hoje, o whatsapp é um dos meios preferidos de comunicação do brasileiro, em todas as faixas etárias e classes sociais, por enviar e receber mensagens instantâneas com documentos, fotos e vídeos. Essa popularidade do app vai de encontro com uma solução de seguro auto, com preço justo, às pessoas que buscam redução das despesas do carro, explica o CEO da Thinkseg.  O número do whatsapp para a contratação do Pay Per Use, (011) 5094-1000, pode ser visto na home page e nas redes sociais da Thinkseg. 

Alper lança marca para o segmento de transportes multimodais de cargas

Alper Cargo contará com equipe especializada e produtos customizados para cada cliente

A Alper Consultoria em Seguros lança na próxima semana sua marca voltada para o segmento de transportes multimodais de cargas, a Alper Cargo. O objetivo é se tornar a principal referência no segmento de seguro de cargas. Para isso, está investindo fortemente na composição da sua equipe e desenvolvendo um mix de produtos que poderá ser customizado de acordo com a necessidade de cada cliente. 

 “Nosso time é formado por pessoas que conhecem o tema a fundo e querem ajudar a construir essa nova empresa. Com esse time conseguimos proporcionar um atendimento diferenciado para cada um dos nossos clientes”, diz Denis Teixeira – Diretor Nacional da unidade, acrescentando ainda que a Alper Cargo atuará em todos os estados de País.  

A nova marca faz parte da estratégia da companhia de atuar em segmentos relevantes da economia. No final de junho a Alper adquiriu a Transbroker Corretora de Seguros, terceira maior no segmento de transporte de cargas, por R$ 58 milhões. Na ocasião, a Transbroker contava com um portfólio de cerca de 400 clientes e, em 2019 movimentou prêmios totais de R$ 60 milhões. “O seguro de carga é obrigatório no país, por isso é um segmento muito interessante. Trouxemos para a Alper a expertise da Transbroker, que tem a vantagem de ter um hall de atuação muito diversificado”, André Valgas, Diretor Comercial da Alper Cargo. 

Com a aquisição, a Alper Cargo quer se tornar a número um no segmento. Para isso, a empresa está de olho nas oportunidades de aquisição, sem deixar de lado o investimento em expansão orgânica. “Antes da pandemia a empresa vinha crescendo cerca de dois dígitos por mês. Quando entramos em isolamento, houve uma desaceleração na expansão, mas estamos caminhando para um cenário de melhora, e como a logística é a base de crescimento do país,  toda essa movimentação precisa de seguro e de uma empresa que tenha condições de trabalhar a capilaridade de cada cliente, como a Alper Cargo”, afirma Denis Teixeira, diretor nacional de Transportes. 

Outra novidade, é que junto com a nova marca os clientes do segmento poderão contar com um 0800 que vai contribuir para desburocratizar os trâmites no momento de acionar o seguro. “Nosso 0800 vai funcionar 24 horas por dia, 7 dias por semana. Agora, ao invés de ligar diretamente para a seguradora, o cliente liga para a Alper Cargo e nós iremos tocar a sua demanda sem burocracia e com agilidade para ajudá-lo nesse momento difícil”, afirma Valgas.  

A Alper Consultoria em Seguros é a única corretora de seguros listada na B3 e que possui alto nível de governança. No final do ano passado a empresa realizou uma captação de R$ 80 milhões e, parte desse montante será investida em fusões e aquisições.

Allianz agrega diferenciais nos seguros auto, residência e condomínio

A Allianz Seguros preparou uma série de inovações para o seguro Automóvel, maior carteira da companhia com cerca de 3 milhões de veículos segurados. Entre os lançamentos estão disponíveis novas coberturas e assistências, oferecendo ao mercado um seguro ainda mais simples e flexível.

“O corretor terá a possibilidade de escolher as coberturas e assistências que mais atendem às necessidades dos variados perfis de segurados. Ao fim desta seleção, o sistema apresentará ao nosso parceiro seis ofertas. A Allianz acredita no processo simplificado de cotação e emissão, por isso vem investindo nesse modelo e já oferece o de menor tempo do mercado”, David Beatham, diretor de Massificados e Vida da Allianz Seguros. 

Uma das novidades apresentada é a cobertura exclusiva de Responsabilidade Civil Facultativa, sem a cobertura para casco, para os produtos Auto, Moto e Caminhão. A aceitação é para veículos com até 20 anos, sendo bastante ampla. A Allianz também passou a disponibilizar a contratação do seguro para táxis, carros de aplicativos e automóveis de locadoras, com acesso a todas as ofertas da companhia. Esses segurados ainda têm a possibilidade de contratar a opção de motorista indeterminado.

Dentre os pedidos feitos pelos corretores e atendidos pela Allianz nesta série de inovações, também estão três opções de franquias no seguro Automóvel: isenção de franquia, reduzida ou normal. A isenção de franquia é destinada a todos os segurados, homens e mulheres, e voltada aos carros de passeio ou pick-ups, desde que o valor do reparo seja maior do que o identificado na apólice. Também estão disponíveis opções de franquia reduzida ou normal para motos e caminhões. 

As novidades do seguro Automóvel ainda movimentaram os serviços de assistência, guincho e carro reserva. A Allianz passa a oferecer três opções de assistências 24 horas e de contratações de guincho, sendo possível escolher entre: 200 km, 500 km ou quilometragem livre. E a contratação do carro reserva, que passou a ser opcional e não está mais atrelado a uma oficina referenciada, podendo ser retirado independentemente da oficina escolhida, completa o rol de solicitações de corretores consideradas para o aperfeiçoamento do Automóvel da Allianz. 

“Aquela família, que tem dois ou três carros ou pode se locomover de transporte público, e que não deseja contratar o carro reserva, passa a ter essa opção disponível. A oferta da Allianz fica ainda mais competitiva, com uma proposta de valor melhor aos corretores e segurados”, reforça Carla Oliveira, diretora de Automóvel da Allianz Seguros.

As mudanças e lançamentos apresentados pela companhia fazem parte do processo integração das operações de Automóveis e Massificados, adquiridas da SulAmérica, há pouco mais de 100 dias. A companhia também fez inovações nos produtos de Residência e Condomínio, que estão ainda mais atrativos e competitivos com as ofertas do mercado.

Residencial – Entre as inovações apresentadas está o lançamento do produto Compacto, a partir de R$ 79,90. O seguro agora está disponível para todos os tipos de propriedades, ocupadas ou não, incluindo casas de veraneio ou aluguel para temporada.

“O lançamento do produto Compacto para todos os tipos de residências está alinhado às demandas dos corretores e do mercado. É um seguro compacto no preço, mas que oferece uma cobertura ampla e completa. Para os apartamentos, por exemplo, são sete coberturas disponíveis e às casas são oito”, explica David Beatham, diretor de Massificados e Vida da Allianz Seguros.

A Allianz também inovou nas opções de assistências s24 horas. A companhia apresenta o plano Essencial, que oferece oito serviços, como reparos elétricos, manutenção hidráulica, vidraceiro, entre outros; e o plano VIP. Neste último, os segurados terão à disposição 74 serviços, incluindo serviços de assistência a PETs e bicicletas, check-up kids e para idosos.

“A Allianz vai continuar trabalhando com compromisso de oferecer coberturas completas a preço competitivos, garantindo que o corretor tenha à disposição produtos condizentes às necessidades dos segurados”, afirma Ana Freitas, superintendente de Massificados da Allianz Seguros.

A companhia também acaba de lançar um hotsite do Residência, dedicado aos corretores. Nele, o parceiro tem a sua marca e a da Allianz, podendo divulgar para a sua base de clientes, seja por e-mail ou WhatsApp, direcionando os segurados para preencherem ao questionário do Residência de forma muito simples e rápida. O corretor pode delimitar as condições de desconto, direcionando leads e comissões, tudo de maneira simples e digital.

“A Allianz implementou a ferramenta para que o corretor atue de forma facilitada e ágil no processo de vendas, simplificando a jornada do cliente no momento da compra. O produto Residência é digital, com interface amigável e sistema de cotação com apenas 8 campos, o que otimiza o tempo do corretor com burocracias e o deixa disponível para atender mais segurados”, reforça Beatham

Vale destacar também que o seguro Residência da Allianz oferece coberturas automáticas aos segurados, como, por exemplo, a de “Valor de Novo”, em que o segurado é indenizado pelo valor de novo do bem roubado ou furtado, sem aplicação de depreciação com o tempo. Outro diferencial é a cobertura de roubo de bens fora do local de risco, como joias, relógios de pulso, notebooks, filmadoras, celulares e bicicletas, com cada item tendo um limite de indenização.

Condominio – Líder em seguro Condomínio, com 27,6% de market share em setembro, segundo últimos dados disponibilizados pela Susep, a Allianz Seguros deixou ainda mais simples e rápida a cotação e a emissão do produto. A companhia lançou novas telas, mais intuitivas e fáceis de navegar. As mudanças fazem parte da estratégia de digitalização da seguradora, iniciada há mais de cinco anos, investindo em inovações, a fim de permanecer como referência no ramo. 

“Os produtos e os processos foram totalmente idealizados para levar ao mercado uma proposta mais competitiva, alinhada às necessidades de corretores e segurados, trabalhando por meio de soluções amplas e completas, que agregam ainda mais valor aos produtos”, destaca David Beatham, diretor executivo de Massificados e Vida da Allianz Seguros. Com contratação obrigatória prevista por lei, segundo artigo 1.346, do Código Civil, o seguro Condomínio é peça-chave na administração, que demanda por ofertas assertivas. “Nesse sentido, temos um produto muito completo e adaptado ao ambiente digital, sendo preciso o corretor responder apenas a três perguntas para fazer a cotação. É bem ágil emiti-lo”, afirma.

Na Allianz Seguros, além da cobertura Básica obrigatória entregue no pacote simples, que ampara incêndio, queda de raio, explosão, queda de aeronave e fumaça, a cobertura Básica ampla oferece proteção para diversos danos de causa externa. Exemplos disso são: alagamento, desmoronamento, danos elétricos, roubo, vendaval, ruptura de canos e tubulações.

O produto também disponibiliza outros diferenciais, tendo a possibilidade da contratação de 31 coberturas acessórias, como Responsabilidade Civil Condomínio, Responsabilidade Civil Síndico e Responsabilidade Civil Guarda de veículos, cobertura de Vida para funcionários, entre outros.

“A abrangência das coberturas oferece maior tranquilidade ao segurado, uma vez que ele conta com a proteção à diversos danos de causas externas. Outro ponto importante são as coberturas acessórias disponíveis, que deixam o produto mais adequado ao perfil do cliente”, afirma Ana Freitas, superintendente de Massificados da Allianz Seguros.

Notícias sobre vacina e eleição de Biden trazem tom otimista, segundo CNseg

Pedro Simoes, CNseg

Apesar de avanços, ainda é preciso estar alerta com ondas de contágio e seus efeitos sobre as economias

“Depois de meses de uma campanha intensa que adicionou volatilidade aos mercados, as eleições nos Estados Unidos entregaram um resultado queparece ter animado os mercados, com Joe Biden vencendo Donald Trump e um Congresso, ao que tudo indica, equilibrado. Além disso, as expectativas também permanecerão vinculadas ao coronavírus, até que ampla vacinação esteja disponível. Terceiro ponto, as contas do governo brasileiro, que vão continuar em situação muito preocupante”, disse Pedro Simões, economista do Comitê de Estudos de Mercado da CNseg, a Confederação Nacional das Seguradoras. 

A inflação, apesar de ainda moderada, continua no radar. Segundo Simões, em outubro do ano passado, o IPCA registrou variação de apenas 0,1%. Com a incorporação do número atual, a taxa em 12 meses subiu muito. “No entanto, isso deve ser revertido até o final do ano, pois o IPCA de dezembro do ano passado foi excepcionalmente alto (1,15%), o que não deve ocorrer este ano, trazendo a métrica dos 12 meses mais próxima à projeção atual do Focus e mais distante do centro da meta”, disse ele ao blog Sonho Seguro. 

Leia a íntegra do boletim Acompanhamento de Expectativas Econômicas semanal feito pela Superintedência de Estudos e Projetos (Suesp) da CNseg, no portal de CNseg.

Seguralta tem aumento de 23% na comercialização de apólices durante a pandemia

O crescimento no número de apólices comercializadas se deu pelo modelo de atendimento que a rede adotou meses atrás, realizando todo o trabalho online

Fonte: Seguralta

A rede de franquias Seguralta, especializada em seguros, com base no crescimento do mercado, apresentou um aumento nas vendas de apólices de 23% nos últimos meses. Segundo os dados divulgados pela Superintendência de Seguros Privados (Susep), o mercado de seguros registrou a receita de R$ 23,3 bilhões em junho desde ano, representando um crescimento no setor. 

Esse aumento nas vendas de apólices se deu pelo modo de trabalho que a rede adotou meses atrás, quando analisaram as necessidades que surgiam, já que muitos clientes optavam em contratar o serviço online. Tendo em vista que a Seguralta, já trabalhava com esse modelo de atendimento, não foram pegos desprevenidos a nova situação de compra e venda de serviços. Pois, com o novo cenário, onde ninguém podia sair de casa e a única saída era o consumo online, a corretora de seguros, já estava preparada. 

“Nos últimos meses, tivemos uma alta procura pelos serviços de Seguro de Vida, acredito que com a Pandemia, houve um entendimento maior do consumidor sobre a importância de proteger o que é importante para ele. Afinal, imprevistos estão por toda parte e não esperam nossos melhores momentos para chegarem”, comenta Nilton Dias, diretor comercial da rede