Financial Times: Modelo atual dos fundos de pensão deve ser repensado

Devemos nos esforçar para oferecer aposentadorias de contribuição definida de qualidade semelhante

por Robin Harding, Financial Times, com tradução do Valor Econômico

Bons fundos de pensão financiam uma boa infraestrutura. Uma boa infraestrutura sustenta bons fundos de pensão. Essa relação fundamental só é percebida quando as duas desaparecem – como Estados Unidos, Reino Unido e vários outros países estão descobrindo. Depois de ter desmantelado em grande parte os planos corporativos de previdência de benefício definido do passado, eles agora lutam para transformar planos de previdência individuais, fragmentados, nos investimentos de longo prazo que seus poupadores e suas economias exigem. Solucionar isso é vital. E não será fácil

Dada a expectativa de vida das pessoas, a poupança previdenciária é a fonte natural de capital que pode ser imobilizado por 30, 40 ou 50 anos. Em troca, ela ganha o prêmio que vem de ativos voláteis ou de baixa liquidez, o que é ainda mais valioso quando as taxas de juro estão baixas. Mas, como o presidente do Banco da Inglaterra, Andrew Bailey, observou em discurso, alguma coisa deu errado. “Vivemos em uma época em que parece não haver escassez de poupança agregada, mas o investimento é fraco”, disse. Os fundos de pensão do Reino Unido alocam apenas 3% de seus recursos em ativos não negociados em bolsas de valores.

O Reino Unido espera resolver esse problema com o relaxamento das regulamentações, de forma a permitir que fundos de pensão de contribuição definida – nos quais os indivíduos assumem o risco de investimento – mantenham mais ativos de baixa liquidez, e tornar mais flexíveis os valores máximos de comissões para possibilitar investimentos complexos, como os de infraestrutura. Mas mesmo que essas mudanças não tenham consequências indesejadas, elas não tratarão do desafio fundamental de um sistema de previdência fragmentado, em que as decisões recaem sobre os indivíduos e é difícil vincular suas expectativas de vida aos ativos que possuem.

É hora de considerar uma transformação mais radical, que saia dos planos de previdência baseados no empregador para veículos grandes e permanentes que possam despejar dinheiro em infraestrutura e capital privado se isso fizer sentido. Os fundos de pensão tradicionais para funcionários públicos e fundos soberanos como Temasek e Government Investment Corporation, de Cingapura, já fazem isso. Não se trata aqui de quem assume o risco do investimento – para o bem ou para o mal, a contribuição definida veio para ficar -, mas de como o dinheiro é administrado.

Uma olhada nas opções à minha disposição como funcionário do “Financial Times” por meio de seu plano de previdência deixa clara a dificuldade. Há cerca de 200 diferentes fundos de ações, títulos e propriedades, de uma variedade de provedores, que são geridos ativa ou passivamente e cobrem regiões diferentes do mundo. Todos mostram o preço de mercado de ontem. E é o indivíduo quem tem de escolher.

Isso cria uma série de problemas. As mentes mais brilhantes do mundo na área de investimento passam os dias na tentativa de descobrir qual ativo ou região terá desempenho acima da média. Um indivíduo não tem nenhuma chance – mesmo que possa optar por evitar qualquer alternativa que pareça arriscada.

Mesmo que houvesse um fundo de infraestrutura, ou um fundo de capital de risco, e a falta de opções canalizasse os poupadores para eles, essa estrutura representaria um problema. Os gestores de fundos não têm ideia de quem são seus investidores ou de quando devem se aposentar. Eles sabem que o dinheiro é de aposentadoria e, portanto, provavelmente “fixo”, mas ainda assim precisam proporcionar preços regulares para o fundo e manter disponibilidade de caixa para o caso de alguns investidores saírem repentinamente. A estrutura simplesmente não é adequada a investimentos sem liquidez e de longo prazo, em detrimento de poupadores e economia.

Também vale a pena perguntar se os planos de aposentadoria baseados no empregador ainda fazem sentido. Quando os empregadores passaram a assumir o risco de investimento, o arranjo era lógico, mas hoje tudo o que ele cria é fragmentação. Cada vez que as pessoas mudam de emprego, pegam novos planos de previdência; planos pequenos têm custos fixos elevados. Existem economias de escala: quanto menores e mais numerosos os esquemas, mais se desperdiça e mais difícil é fazer investimentos sofisticados. Dar a cada um seu plano pessoal de aposentadoria é um erro pela mesma razão.

Consideremos, em vez disso, a seguinte estrutura: o governo licenciaria um número modesto de planos de previdência sem fins lucrativos, talvez com base em doações, trustes ou fundos do setor público existentes. Os empregadores decidiriam o valor de suas contribuições, como fazem hoje, mas fariam os pagamentos para o plano que o funcionário selecionasse. O plano decidiria como investir o dinheiro, sujeito às regulamentações, e os funcionários não poderiam sacar os recursos até se aposentar.

Este ainda seria um sistema de contribuição definida, mas funcionaria de forma bem diferente. Os planos de previdência se tornariam grandes rapidamente, com o que ganhariam economia de escala, custos mais baixos e recursos para lidar com investimentos sofisticados. Eles saberiam exatamente quando precisariam pagar as aposentadorias e poderiam planejar sua liquidez de acordo. A carga para empresas e indivíduos desapareceria. Trata-se de uma estrutura de investimento de baixo custo e longo prazo.

Isso pode parecer paternalista. Com certeza as pessoas que desejam gerir os próprios investimentos devem poder fazê-lo. Mas consideremos também para onde a configuração atual se dirige. A OCDE fez um alerta recente aos governos contra o uso de recursos de planos de previdência privada para financiar projetos como os de energia renovável. Há uma demanda crescente por investimento estatal para construir infraestrutura e por previdência pública porque a oferta privada é inadequada.

Os velhos planos de previdência de benefício definido eram grandes instituições econômicas: reservatórios sofisticados de capital privado com um longo horizonte de investimento. Infelizmente, a segurança que eles ofereciam aos aposentados não é mais possível. Devemos nos esforçar para oferecer aposentadorias de contribuição definida de qualidade semelhante.

Falta a XS5 para concluir a primeira etapa antes do desejado IPO da Caixa

caixa parceiros seguros SX

A Caixa Seguridade já concluiu praticamente quatro acordos, que criaram as super poderosas empresas “XS”que devem atrair investidores para a sonhada emissão inicial de ações (IPO, na sigla em inglês) em 2021. Esta será a quarta tentativa. Segundo entrevistas concedidas pelo presidente da Caixa, Pedro Guimarães, são cinco joint-ventures. “Fora a nossa corretora e o ‘bid’ da co-corretora. Resolve isso e o IPO, para março de 2020, já está 100%. Era a única questão de incerteza que o mercado tinha. Quando a gente for, vai estar tudo funcionando”, comentou ele em entrevista ao Valor, no dia 30 de dezembro de 2020.

A terceira foi protocolada em julho de 2020 na Comissão de Valores Mobiliários (CVM). A oferta inicial de ações do braço de seguros e capitalização do banco estava estimada entre R$ 12 bilhões e R$ 15 bilhões. Em 24 de setembro, o banco informou que o motivo da suspensão teria sido a “atual conjuntura do mercado”.

Em fevereiro de 2020, foi protocolado a segunda tentativa de IPO, numa oferta estimada de R$ 15 bilhões. O primeiro foi em 2015, que acabou não vingando porque a taxa alta de desconto impediu.

Os acordos fazem parte do programa de reestruturação de parcerias do braço de seguros, previdência e capitalização da Caixa. Saiba quem são:

XS1 – É a holding de seguros da Caixa.

XS2 – Antiga parceira da Caixa, a francesa CNP irá explorar, por 25 anos, os ramos de seguros de vida, prestamista e produtos de previdência. O acordo foi fechado por R$ 7 bilhões, subscritos na holding XS1. O acordo também contempla mecanismo de incentivo atrelado ao desempenho, limitado ao valor de R$ 800 milhões corrigido pela taxa Selic a partir de 31 de dezembro de 2020, a ser pago em duas parcelas (2024 e 2026).

XS3 – A seguradora Tokio Marine pagou R$ 1,52 bilhão para constituição de XS3, para operar, de forma exclusiva, o balcão da instituição financeira nos ramos de seguros habitacional e residencial pelos próximos 20 anos. A Caixa terá 75% de participação no capital da XS3, com 46,99% das ações ON e 100% das PN. Já a Tokio Marine ficará com 50,01% das ações ON e 25% do capital.

XS4 – O banco Caixa informou no inicio de janeiro deste ano que o acordo previsto com a Icatu Seguros para o ramo de capitalização, anunciada em janeiro de 2020, teve prazo de fechamento prorrogado para até 30 de março de 2021. O acordo prevê exclusividade por 20 anos na distribuição de produtos de capitalização nas agências e correspondentes bancários da Caixa Econômica Federal e também na rede de lotéricas. A Icatu terá 25% do capital total da XS4, enquanto a Caixa 75%. Com gestão e governança compartilhadas, a empresa será controlada pela Icatu, que vai deter 50,1% das ações ON (com direito a voto). Já a Caixa terá 49,9% das ações ON e 100% das ações preferenciais. Com este movimento, a Icatu consolida uma sólida parceria de mais de 20 anos com a Caixa Econômica no segmento de capitalização. A seguradora irá realizar um aporte de capital de R$ 180 milhões na nova empresa, valor que será repassado à Caixa Econômica Federal como pagamento pela concessão da utilização dos canais do banco. Caberá também a Icatu prover parte dos serviços para operacionalizar a nova companhia. A Caixacap continuará comercializando os produtos de capitalização nos balcões do banco até fevereiro de 2021, data em que passa a contar o prazo de exclusividade da nova companhia.

XS5 – Será a corretora da Caixa ou uma co-corretora, como citou o presidente da Caixa em entrevistas. Atualmente é a Wiz, que tem contrato com prazo de validade até fevereiro de 2021. Em fato relevante divulgado no final de novembro de 2020, quando foi deflagrada a operação Canal Seguro pela Polícia Federal e que investiga um esquema de fraude envolvendo três ex-diretores da Wiz, a Caixa Seguridade divulgou comunicado à CVM informando que “em linha com seu planejamento estratégico, constituiu corretora de seguros própria no dia 17 de agosto de 2020, que terá a exclusividade no balcão Caixa a partir de 15 de fevereiro de 2021”. Hoje, a Caixa Seguridade tem participação indireta de 12,05% na Wiz e não faz parte do controle e da gestão da companhia. A Wiz tem 70% de sua receita atrelada à venda de apólices no balcão da Caixa Econômica Federal e tinha a intenção de ser a parceira da Caixa. Mas o cenário mudou de 2019 para 2020. Em entrevista concedida ao Valor em maio do ano passado, o CEO da Wiz, Heverton Peixoto, disse: “A Caixa quer e precisa de excelentes parceiros privados. A Wiz tem a melhor operação de bancassurance. Mas é óbvio que pode chegar uma multinacional com dinheiro no bolso, custo de capital menor que o nosso e imaginar que tem condição de replicar o que a Wiz faz. Então eu não posso dizer que é uma situação tranquila”.

XS6 – A Tempo Assist prevê a exploração do ramo de serviços assistenciais na rede de atendimento do banco por um período de 20 anos. Dentro do acerto, o banco receberá R$ 30 milhões a título de ortoga. Com o acordo concluído agora e que havia sido anunciado em agosto de 2020, a Tempo Assist subscreve um aumento de capital na nova companhia, a XS6, no valor de R$ 30 milhões.

Zurich no Brasil anuncia novo diretor financeiro

Sven Feistel é o novo diretor financeiro da Zurich no Brasil. Sven sucede Miguel Iniesta, que passou a integrar a área global de Fusões e Aquisições da matriz da companhia, na Suíça.

Nascido na Alemanha, Sven ingressou na Zurich em 2008, também na matriz. Dois anos depois, em 2010, começou a atuar na América Latina e no Brasil, passando pela área de Tecnologia da Informação, pela assistência estratégica do CEO LatAm e pelo time de Underwriting. Em 2019, assumiu o cargo de Chief Underwriting Officer(CUO) da Zurich no Equador e, em 2020, retornou ao Brasil para liderar a área de Planejamento e Performance (PPM).

O executivo, que é formado em Administração de empresas e pessoas pela Rotterdam School of Management (Erasmus University) com intercâmbio em Finanças pela Universitat St. Gällen (HSG), também possui uma especialização: Entepreneurship pela Handelshögskolan i Stockholm.

Kuantta e Employ fecham parceria de ensino para 2021

Os cursos serão realizados com a Employ, uma startup educacional que auxilia na conquista de uma fonte de renda que pode ser principal ou extra

A qualificação é a mola propulsora para a expansão dos negócios e o caminho certo para o aumento da receita financeira de um corretor de seguros. A Kuantta Consultoria iniciou o ano com foco na expansão do ensino, com a finalidade de compartilhar conhecimento em todos os aspectos, tendo como foco dar suporte as pessoas começa  a descobrirem uma nova profissão. Os cursos serão realizados com a Employ, uma startup educacional que auxilia na conquista de uma fonte de renda que pode ser principal ou extra, de maneira recorrente, com recursos dinâmicos na condução do saber. 

De acordo com Arley Boullosa, fundador da Kuantta, o objetivo é oxigenar o mercado de seguros e trazer gente nova. “Mostrar que existe uma profissão que é pouco divulgada e onde existe carência de mão de obra especializada. Fica por conta dos próprios corretores a formação de novos colaboradores. Existe um grande vácuo aí e  acredito que alguns irão seguir em frente, terão interesse por aprender outros produtos e vão até buscar a habilitação para se tornarem corretores de seguros, enquanto outros podem partir para buscar uma posição ou recolocação  e trabalhar em corretoras de seguros, como funcionários”, explicou. 

Para Rodrigo Vianna, Sócio da Employ, a parceria com a Kuantta Consultoria vai abrir novas oportunidades de negócios e até mesmo de conhecimento para os alunos. “A parceria com a Kuantta é muito importante, para que nossos alunos possam começar a trabalhar e ganhar dinheiro assim que finalizarem a oficina em uma instituição respeitada em todo Brasil”, concluiu .

Área de Clientes e Digital da Porto Seguro tem vagas abertas

Selecionados atuarão na matriz da empresa, localizada na capital paulista

A área de Clientes e Digital da Porto Seguro está com vagas abertas para quem deseja atuar com inovação e ajudar a companhia nos seus mais diversos desafios, pensando sempre na experiência do consumidor. Ao todo, são 34 posições disponíveis para início imediato na matriz da companhia, localizada no bairro Campos Elísios, em São Paulo – neste momento com atuação via home office. As inscrições já estão abertas e acontecem no site da Porto Seguro, onde os interessados também encontram mais detalhes sobre as oportunidades.

 “A Porto Seguro conta com diversas áreas de negócios. Nosso objetivo é trazer convergências nas diversas jornadas e tecnologia, e que profissionais engajados pelo constante desafio e aprendizado são chave para surpreender nossos clientes”, declara Felipe Milagres, diretor de Cliente e Digital da Porto Seguro. “Queremos ser cada vez mais reconhecidos pelo nosso público pela parceria exemplar em várias de suas expectativas. Procuramos por pessoas dispostas a impulsionar essa história, fazendo o melhor pelo consumidor e para a sociedade”, diz o executivo. 

O processo seletivo envolverá testes e entrevistas com líderes da área. Entre as posições disponíveis estão Scrum Master, UX/UI e UX Research, PM, PO, UX Research Lead, Analytics Lead e Teach Lead. Os selecionados terão acesso a salários compatíveis com o mercado, oportunidade de trocar experiências constantes com uma equipe de especialistas, além de participar do desafio de construção da área. 

“A transformação digital e a inovação são os nossos pilares para os próximos anos. Ao atrair talentos e formar times ágeis, reforçamos a nossa busca por soluções que proporcionam experiências surpreendentes para o consumidor. Afinal, queremos ser cada vez mais um porto seguro para os nossos clientes e a tecnologia contribui não só para oferecermos um atendimento de referência, mas estabelecermos um relacionamento ainda mais próximo e disponibilizarmos ofertas relevantes e personalizadas”, conclui Felipe.

As inscrições são realizadas pelo link https://wwws.portoseguro.com.br/gerenciadorinterfaceweb/rh_detalhe_vaga.do?id=5fdbbda4943f0c1a6485bab4&flagElo=true.

2021 e seus riscos pouco seguráveis

Este será um ano de muito gerenciamento de risco e seguro para o que for possível, como perdas por ataques de hackers e seguro garantia para contratos de energia, por exemploJá riscos que envolvem a pandemia certamente serão excluídos por opcao ou pelo elevado preço da cobertura

A Eurasia — uma das maiores consultorias de risco político do mundo — acredita que ainda é cedo para se criar expectativas para 2021, que deve ser atormentado por riscos tanto para a estabilidade quanto para o crescimento da economia global. 

  • O primeiro deles vem dos EUA. A Eurasia acha que o cenário-base será de polarização política e desalinhamento global. 
  • Segundo: Covid por um tempo maior do que todos previam. 
  • Terceiro: transição energética. Os compromissos de redução de emissões de gás carbono ganharão uma relevância ainda maior no mundo este ano. Será marcada por uma competição acirrada entre os países e por uma falta de coordenação global — com todas as consequências que isso traz. 
  • Quarto: tensão EUA/China. 
  • Quinto: Protecionismo. A Eurasia acredita que 2021 será marcado por um crescimento no protecionismo dos governos em relação aos dados de sua população. 
  • Sexto: Os conflitos cibernéticos vão criar riscos tecnológicos e geopolíticos sem precedentes. 
  • Sétimo: Turquia. A Eurasia acredita que a solução que o país adotou foi apenas um band-aid que não vai resistir ao longo de 2021. 
  • Oitavo: Primavera árabe. A Eurasia acredita que o preço do barril vai continuar baixo, mantendo a pressão em governos que já enfrentavam instabilidade mesmo antes da covid. “Muitos desses países terão que cortar despesas, prejudicando um setor privado ainda nascente e aumentando o desemprego, e os protestos devem se intensificar, reduzindo o ritmo das reformas.”
  • Nono: Sem Merkel. Angela Merkel agora deve focar em garantir a vitória para seu partido nas eleições de setembro, deixando Emmanuel Macron sozinho no centro do palco da Europa. “O presidente francês não terá a mesma capacidade de liderar a UE, e a região enfrentará muitos desafios”, comenta a Eurasia.
  • Décimo: América Latina. Os problemas começam com a demora na vacinação. Quando a América Latina finalmente emergir da pandemia, vai enfrentar problemas políticos, sociais e econômicos ainda maiores que antes da crise. O Oriente Médio é obviamente o maior perdedor do mundo na crise do coronavírus. Mas a América Latina é claramente o segundo, afirma a Eurasia. 

D’Or Consultoria lança campanha de combate ao mosquito Aedes aegypti

Fonte: D’Or Consultoria

A primeira campanha do calendário anual de saúde da D’Or Consultoria está no ar e 2021 inicia com o alerta O mosquito mora no vacilo, que trata sobre a prevenção e combate das doenças Dengue, Zika e Chikungunya.

Por meio de informações confiáveis e de qualidade, com um toque de bom humor, o objetivo é conscientizar sobre a necessidade de tomar cuidados simples que podem prevenir doenças transmitidas pelo mosquito Aedes aegypti.

Os “vacilos” podem ser muitos, como, por exemplo, o acúmulo de água limpa e parada – criadouro ideal para o mosquito Aedes aegypti se reproduzir. E, no verão, as taxas de transmissão dessas doenças aumentam muito.

Para saber quais são os principais comportamentos e atitudes de risco, a D’Or Consultoria elaborou um jogo onde é possível aprender de forma lúdica, além de compartilhar e desafiar os amigos e familiares para jogarem: https://dorconsultoria.com.br/dengue/jogo/

Além do jogo que estimula o público a procurar os principais pontos de risco de proliferação do mosquito, o enxoval da campanha 100% digital conta com wallpapers e stickers para compartilhar nas redes sociais. Com bom humor, os conteúdos trazem informações úteis para sensibilizar o público sobre a necessidade de combater os focos do inseto e da importância de reforçar o uso de repelentes e inseticidas, especialmente entre crianças, gestantes e                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                       idosos. 

“Embora seja um velho conhecido, o mosquito Aedes aegypti – transmissor da Dengue, Zika vírus e febre Chikungunya –, ainda está longe de ser vencido no Brasil. E como as altas temperaturas e chuvas de verão são mais propícias à reprodução dos insetos, os cuidados devem ser redobrados nesta época”, explica Alexandre Buika, superintendente de Marketing e Comunicação da D’Or Consultoria.

Para baixar vídeo, jogo, stickers, wallpapers e outros materiais da campanha O mosquito mora no vacilo, acesse:  https://dorconsultoria.com.br/portfolio/encontre-o-aedes/

ARTIGO: O novo Marco Regulatório de Seguros e o papel das Ouvidorias

Luciano Snel presidente Icatu Seguros_0287

por Luciano Snel e Maria Helena Darcy de Oliveira*

As novas normas regulatórias da SUSEP – Circular 613 e Resolução 382 – simplificam a relação dos consumidores com as seguradoras e garantem um diálogo mais próximo e eficaz com o cliente. Em geral, pelas características da atividade de seguros de vida e de previdência complementar, o cliente tem poucos pontos de contato com a companhia que vai gerir seus produtos a longo prazo. Além disso, a linguagem adotada pelo mercado por meio de seus Regulamentos e Condições Gerais contribui para a pouca compreensão dos produtos e o distanciamento do cliente.

O novo Marco Regulatório de Seguros e o fortalecimento das Ouvidorias aperfeiçoarão as relações de consumo no mercado de seguros como um todo, com benefícios importantes para clientes e empresas. A adesão das companhias à nova plataforma Consumidor.gov.br(http://consumidor.gov.br/) (http://consumidor.gov.br/) , canal privilegiado para o diálogo e a solução de conflitos, é uma estratégia muito bem-vinda para a redução da judicialização de demandas. Os dados do Relatório das Ouvidorias da CNSEG indicam 97% de efetividade nas soluções das Ouvidorias, de acordo com as boas práticas de mercado.

Ao reunir na Resolução 382 os princípios de conduta que devem ser cumpridos por todos os entes supervisionados e intermediários, a Susep ratifica que a ética, a responsabilidade e a boa-fé objetiva sejam premissas na relação entre a seguradora e o consumidor. O Código de Defesa do Consumidor já fez 30 anos e é tempo de o “segurês” deixar de ser usado como língua oficial nas relações de consumo no nosso mercado. Só assim, a assimetria de informações entre empresa-consumidor poderá ser minimizada, evitando a judicialização dos conflitos.

As diretrizes consolidadas na Resolução 382 trabalham no sentido de proporcionar ao consumidor uma oferta de produtos mais adequada ao seu perfil e à sua capacidade financeira, determinando de forma clara a responsabilidade objetiva da companhia e de seus parceiros de distribuição comercial. O desafio é grande. Mas é o que sempre tivemos como objetivo: clientes conscientes e confiantes.

*Luciano Snel é presidente da Icatu Seguros e Maria Helena Darcy de Oliveira é Ombudsman da Companhia

AXA adere ao QR code para agilizar atendimento no seguro de celular

seguro celular

Desde julho de 2019 mais de 26 mil aparelhos já passaram pela assistência para reparos

A AXA no Brasil, em parceria com a PLL, iniciou a implantação de códigos QR na operação de seguro celular. Ao receber o aparelho reparado, o segurado terá acesso a dois códigos: um deles com os detalhes do seu reparo e outro com um guia de “boas práticas” para o uso do seu celular, podendo evitar futuros sinistros.

 “São melhorias desenvolvidas para aprimorar a experiência dos nossos clientes e tornar o processo de reparo transparente, tornando o segurado mais consciente sobre as soluções propostas e possibilitando a prevenção de novos sinistros ou reclamações. A parceria com a PLL foi essencial, são parceiros engajados com nossos valores e isso é crucial para a melhoria contínua de nossos processos”, afirma Arthur Mitke, Diretor de Sinistros da AXA no Brasil.

Dentre as informações disponibilizadas, o segurado poderá conferir os dados do seu aparelho e os detalhes do sinistro e do reparo realizado, como quais peças foram trocadas e quais os serviços realizados no dispositivo. No guia de uso, o cliente fica a par de como funciona o processo de análise, reparo e testes, além de ter dicas de como evitar superaquecimento, alternativas em caso de problemas de áudio ou no carregamento do aparelho, entre outras.

A parceria da AXA com a PLL teve início em julho de 2019 e, desde então, mais de 26 mil aparelhos já passaram pela assistência para reparos.

Stone Seguros, segunda insurtech aprovada pela Susep, começa com capital de R$ 1 milhão

stone insurtech sandbox

Meta é ofertar, e não empurrar, produtos aos clientes

Depois da autorização da insurtech Pier, a Superintendência de Seguros Privados (Susep) aprovou agora o início da Stone, uma das fintechs que vem fazendo história ao lado de XP e Nubank, só que concentrada no mercado de meios de pagamentos, presente em mais de 1,5 mil cidades e com mais de 450 mil clientes. Com foco em pequenas e médias empresas, vem roubando há anos clientes dos grandes bancos com serviços sem anuidade e mensalidade, se tornando uma opção simples e sem burocracia para os clientes, como tem sido o mundo das fintechs e insurtechs. 

A Stone foi fundada por Andre Street e Eduardo Pontes, ambos graduados em 2010 no programa de liderança da Harvard Business School e carreira profissional em parceria no setor de comércio eletrônico por quase 20 anos. É presidida por Thiago Piau, que tem como estratégia “não empurrar produtos aos clientes. “Não é um relacionamento saudável e não funciona para nós”, afirmou em uma entrevista publicada pela Bloomberg. 

Começou com meios de pagamentos, mas a estratégia agora é oferecer todos os outros serviços que os bancos oferecem. Por meio de hubs espalhados por todo o país para atender a pequenas e médias empresas sem depender de uma rede de agências, agora a Stone passará a ofertar seguros. 

A Stone foi selecionada no programa Sandbox da Susep com o projeto para ofertar seguro compreensivo residencial; funeral (morte natural ou acidental); acidentes pessoais (morte acidental e invalidez permanente por acidente); patrimonial paramétrico.

Vamos aguardar a entrevista, já solicitada, para contar mais detalhes.