Clientes terão 24 mensalidades grátis para ganhar mais agilidade nos pagamentos em pedágios e estacionamentos
Fonte: Veloe
A BB Seguros e a Veloe, marca para pagamento automático de pedágios e estacionamentos, fecharam uma parceria para os clientes que já fizeram ou estão com seguros de automóveis ativos com a seguradora do Banco do Brasil.
Até 31 de dezembro, os clientes que aderirem à oferta terão 24 mensalidades grátis para usar o serviço, além de aproveitarem as facilidades de não pegarem filas em estacionamentos e pedágios. A marca é aceita em todas as rodovias pedagiadas do Brasil e em mais de 380 estacionamentos.
Os interessados devem se cadastrar no site da campanha Perfil de Ganhador (https://perfildeganhador.com.br/) e o benefício será validado. Além das mensalidades gratuitas por 2 anos, o cliente não paga taxa de adesão e nem arca com os custos de envio dos adesivos. Além da parceria com a Veloe, a BB Seguros também está oferecendo mais de R﹩ 400 mil em prêmios.
Boletim IRB+Mercado, relatório do serviço de inteligência do IRB Brasil RE que oferece ao mercado informações com base nos dados públicos da Susep, mostra que outubro foi o segundo melhor mês de 2020
Fonte: IRB
O mercado de seguros fechou outubro com alta de 11,5% no faturamento (prêmios emitidos), na comparação com o mesmo período do ano passado, indicando processo de retomada da atividade econômica no país. É o que mostra o Boletim IRB+Mercado, relatório divulgado hoje (16/12) pelo IRB+Inteligência, serviço de inteligência de dados do IRB Brasil RE. Foi o segundo melhor mês de 2020, com crescimento em quase todas as linhas de negócios (o boletim não considera os ramos de DPVAT, saúde, VGBL, PGBL e demais linhas de previdência), ficando atrás somente de setembro, que registrou alta de 17,4%.
No acumulado dos dez primeiros meses do ano, o aumento é de 4,4% em relação a 2019. O segmento de seguros rurais teve a maior alta, com R$ 6 bilhões em prêmios emitidos no acumulado de janeiro a outubro de 2020. Enquanto o segmento de automóveis voltou ao patamar de 2017, atingindo o faturamento de R$ 28,7 bilhões no acumulado dos dez primeiros meses desse ano.
Os prêmios cedidos às resseguradoras brasileiras também registraram alta. Em outubro, de acordo com os dados públicos divulgados pela Superintendência de Seguros Privados (Susep) analisados pelo Boletim IRB+Mercado, as seguradoras cederam 65,3% mais prêmios nas operações de resseguro (o boletim não considera os ramos de DPVAT, saúde, VGBL, PGBL e demais linhas de previdência) em relação a outubro de 2019. No acumulado do ano, o crescimento chega a 33,5% como reflexo do aumento de repasses em quase todas as linhas de negócios.
O Boletim IRB+Mercado também aponta que a proporção das despesas com sinistros ocorridos em relação ao faturamento alocado em outubro (prêmios ganhos do mês) melhorou em 3,2 pontos percentuais na comparação 2020 com 2019. No acumulado do ano, o índice recuou 2,2 p.p. caracterizando, em linhas gerais, melhoria das margens no conjunto das seguradoras brasileiras.
O Boletim IRB+Mercado resume as operações de seguros e resseguros a partir dos dados públicos disponibilizados pela Susep, com foco nos seguros de danos, responsabilidades e pessoas. A análise, que é publicada mensalmente, está disponível, na íntegra, no site da companhia (www.irbre.com). No mesmo endereço, o IRB oferece ainda um painel de dados interativo, que permite fazer consultas dinâmicas aos dados. O Dashboard IRB+Mercado Segurador, como é chamado, foi desenvolvido pelo ressegurador, é gratuito, de fácil acesso e traz informações de todo o setor.
Renato Rodrigues sai para assumir como Country Manager para o Canadá e Thisiani Matsumura Martins assume Brasil
A AXA XL anunciou hoje a nomeação de Renato Rodrigues como Country Manager para o Canadá. Renato, que atualmente lidera o negócio de seguros da AXA XL na América Latina, assumirá essa nova função como chefe das operações de seguros da empresa no Canadá.
A AXA XL também anunciou que Thisiani Matsumura Martins, atual Chefe de Equipe para a América Latina e Diretora Técnica da AXA XL Brasil, assumirá a função de Líder Regional Interina para a América Latina, bem como de Gestão de País para AXA XL Brasil.
Renato Rodrigues assume esta nova função após sete anos atuando como CEO e Country Manager da AXA XL Brasil e, mais recentemente, como líder regional de seguros da empresa na América Latina. Assim que as restrições de viagens da COVID-19 permitirem, Renato e sua família, se mudarão de São Paulo para Toronto, onde ele ficará baseado enquanto supervisiona os outros três escritórios regionais da empresa em Calgary, Montreal e Vancouver.
Comentando sobre estas nomeações, Joe Tocco, CEO Americas da AXA XL, disse: “Renato tem uma vasta experiência na liderança de seguros comerciais internacionais nas Américas. Ele é um líder de equipe fantástico e traz uma riqueza de conhecimento em seguros comerciais das linhas patrimoniais e de responsabilidade civil, bem como em estratégia de negócios geral, que apoiará nossos objetivos de crescimento no Canadá.
Thisiani é uma Chefe de Equipe brilhante, com profundo conhecimento e conexões com o mercado local. Ela tem sido essencial para nossos esforços contínuos de integração em nossas operações de seguros na América Latina. À medida que continuamos a implementar nosso novo modelo operacional nas Américas, ela servirá como uma líder constante para nossa equipe e uma parceira de destaque para nossos clientes e corretores na região.”
A Icatu Seguros foi a vencedora na categoria Produto Vida do “Oscar do Seguro”, prêmio entregue pelo Grupo Vida em Grupo (CVG) do Rio de Janeiro e que há 44 anos vem destacando ações, empresas e personalidades do mercado. Primeiro seguro nacional inspirado no Universal Life – que representa 44% do mercado de seguros norte-americano –, o Equilíbrio reúne prêmio nivelado, contribuição flexível e reserva financeira com rentabilidade garantida em uma só apólice.
Seguradora líder entre as independentes em Vida, Previdência e Capitalização, a Icatu desenhou um produto com ampla flexibilidade para o cliente, seja na hora de escolher a vigência do seguro seja na forma de contribuir. É possível pagar mensalmente, realizar aportes e trazer recursos de outros planos via portabilidade. Essas contribuições compõem a reserva do cliente.
“A Icatu se sente honrada em ter conquistado esse destaque com o produto Equilíbrio. Acreditamos que a educação financeira é a base para que as pessoas façam boas escolhas e possam viver o presente e planejar o futuro com mais qualidade e segurança”, acrescenta Luciana Bastos, diretora de produtos de Vida da Icatu.
No Equilíbrio, os resgates podem ser parciais ou totais. Os resgates parciais são liberados à vista e não impactam o valor da indenização. Em caso de morte do segurado, além do capital segurado contratado, os beneficiários ainda recebem as reservas acumuladas. Outro diferencial é que o valor das contribuições não aumenta com a idade, apenas é atualizado de acordo com a inflação. O produto tem o valor de proteção adequado para cada cliente e não possui limite máximo para definir o capital segurado a ser contratado.
Luciana acrescenta ainda que esse produto foi feito para clientes que gostam de ter flexibilidade na forma de pagamento e querem um produto completo e transparente. Por esse motivo, sua venda é totalmente consultiva e feita por profissionais especializados. “Enxergamos um excelente potencial de mercado para esse perfil de produto, pensando em um público que tem necessidades exclusivas. A atuação do corretor na venda desse tipo de produto é fundamental. Ele precisa realmente ser um especialista”, explica a diretora.
Com recorde de inscritos e representantes de todos os estados do Brasil, Comissão Julgadora seleciona dez projetos de jovens voluntários que concorrerão ao primeiro e segundo lugares na grande noite de premiação, dia 21 de dezembro, em cerimônia virtual no Teatro Prudential, no Rio de Janeiro
Fonte: Prudential
No mês do Dia Internacional do Voluntariado, comemorado no sábado, 05 de dezembro, a seguradora Prudential do Brasil – a maior independente do país no mercado de seguros de pessoas – divulgou os dez finalistas da 6ª edição do Prêmio Prudential Espírito Comunitário, projeto idealizado pela companhia que, há cinco anos, tem o objetivo de incentivar e reconhecer jovens entre 14 e 19 anos, de todo o país, que realizam iniciativas no âmbito do voluntariado. Nesta edição, foi criada uma categoria especial para jovens que realizaram ações para ajudar a sociedade em meio ao cenário do Covid-19.
O Prêmio Prudential Espírito Comunitário deste ano teve recorde de projetos inscritos: foram cerca de dois mil – 22% a mais do que no ano passado – e contou com a participação de jovens de todos os estados do Brasil.
Os dez projetos finalistas concorrerão ao primeiro e segundo lugares na grande noite de premiação, dia 21 de dezembro, às 17h30, em cerimônia virtual transmitida ao vivo do Teatro Prudential, no Rio de Janeiro. Os jovens finalistas representam os estados do Rio de Janeiro (3), Pará (1), Bahia (1), São Paulo (1), Amazonas (1), Distrito Federal (1) e Pernambuco (2). O evento ainda contará com a presença do embaixador do Prêmio Prudential, Ricardo Amorim, jornalista e economista.Os critérios de seleção levaram em conta pontos como esforço, impacto social, desenvolvimento pessoal e inspiração. Os dois vencedores receberão medalhas de ouro e de prata, além de prêmios em dinheiro, nos valores de R$ 25 mil e R$ 10 mil, respectivamente, para doar à instituição sem fins lucrativos para a qual realizaram a ação voluntária ou para alguma outra escolhida por eles.
Categoria especial: ações contra o Covid-19
Além dos dois vencedores, este ano o Prêmio Prudential tem uma categoria especial: Jovens contra o COVID-19, dando destaque para jovens que de forma criativa e com muito empenho conseguiram ajudar a sociedade em meio ao cenário desafiador da pandemia. Nesta categoria, o jovem vencedor receberá a doação de R$ 5mil.
Como nas edições anteriores, o Prêmio Prudential traz temas relevantes para o desenvolvimento da sociedade, tais como:inclusão e diversidade, preservação do meio ambiente, auxílio aos refugiados, entre outros. “Há 22 anos, a Prudential do Brasil tem o compromisso de proteger e melhorar a vida das pessoas, solucionando os desafios financeiros de uma sociedade diversa e em constante mudança. Em linha com esse propósito, o Prêmio Prudential acredita que a construção de uma sociedade mais estruturada e com mais oportunidades para todos acontece também por meio da força do voluntariado e da capacidade dos jovens em empreender e mudar o mundo”, comenta Fernanda Riezemberg, gerente de Marketing Institucional da Prudential do Brasil.
O Prêmio Prudential Espírito Comunitário já doou mais de R$ 100 mil para instituições filantrópicas. “A cada ano observamos aumento no número de inscritos, o que traduz o potencial do Prêmio Prudential de incentivar a cultura do voluntariado no país. Esperamos que essa corrente do bem se traduza em ainda mais engajamento e criatividade dos jovens para propor novas soluções ao longo dos próximos anos. Estamos muito orgulhosos”, afirma Marcia Fernandes, coordenadora de Marketing Institucional da Prudential do Brasil.
Para Iago Lima, medalha de ouro na edição de 2019 com o projeto de transformação do descarte do soro do leite em fertilizante natural, ajudando a preservação ambiental e reduzindo a utilização de materiais tóxicos no meio ambiente, o prêmio mudou sua vida. “O voluntariado é algo inusitado, porque ele tem a possibilidade de mostrar a outros jovens o impacto na vida das pessoas”, conta o vencedor.
Serviço:
Cerimônia de premiação da 6ª edição do Prêmio Prudential Espírito Comunitário Data:21 de dezembro, às 17h30 – transmissão ao vivo do Teatro Prudential pelo canal do YouTube da seguradora Prudential do Brasil: www.youtube.com/PrudentialDoBrasilSegurosDeVida
Conheça aqui os dez finalistas da edição 2020 do Prêmio Prudential Espírito Comunitário: www.premioprudential.com.br
Sobre o Prêmio Prudential Espírito Comunitário
O Prêmio Prudential Espírito Comunitário é a versão brasileira do “The Prudential Spirit of Community Awards”, criado pela Prudential Financial, Inc., em 1995, com objetivo de incentivar e reconhecer os jovens que realizam trabalho voluntário. O programa já foi desenvolvido em outros países em que a companhia possui operações e, desde 2015, já premiou, nos EUA, mais de 150 mil jovens. A edição brasileira é a única na América Latina. Para participar, é preciso ter entre 14 e 19 anos, estar regularmente matriculado no ensino médio de escolas públicas ou particulares de todo o país e, claro, ter espírito comunitário. O candidato deve atuar em ações ou projetos que contribuam para melhorar a vida das pessoas que habitam a sua comunidade.
Faixa bônus da série de podcasts Negócio Seguro AIG Play está imperdível com a participação de Beia Carvalho, palestrante futurista e fundadora do think tank Five Years From Now, e Ricardo Penzin, diretor da Hyperloop TT para o Brasil e América Latina
O que esperar dos próximos anos, quando 2020 trouxe um cenário inusitado de pandemia que impactou não só o sistema de saúde mundial, mas também economia e as mais pessimistas das previsões? Para discutir tendências em inovações e como inserir a gestão de riscos a fim de evitar surpresas impensáveis, a série de podcasts Negócio Seguro AIG Play traz uma faixa bônus com convidados especiais que passam o dia a dia pensando no futuro: Beia Carvalho, palestrante futurista e fundadora do think tank Five Years From Now, e Ricardo Penzin, diretor da Hyperloop TT para o Brasil e América Latina. Para acompanhá-los na conversa, Fabio Protasio Oliveira, CEO da AIG, Gustavo Camussi, Especialista em Marketing Digital e Redes Sociais da empresa.
Segundo a consultoria global de marcas Interbrand, apenas nos últimos 10 anos, a sociedade pode experimentar o equivalente aos avanços dos últimos 20 mil anos anteriores. E as possibilidades são infinitas! Um exemplo é o case da Hyperloop, apresentado pelo executivo da empresa, neste podcast. Idealizado para revolucionar o mercado de infraestrutura e mobilidade, o Hyperloop nasceu de um processo de inovação aberta a partir de uma iniciativa do empresário Elon Musk. A proposta é ter uma equipe não de funcionários, mas de “contribuidores” espalhados pelo mundo todo para viabilizar um novo modal de transporte. “Estamos falando de um sistema de transporte que se locomove a uma velocidade máxima de 1.200km/h, sem usar nenhum combustível fóssil, sem poluir. Uma viagem do Rio a São Paulo, por exemplo, duraria 20 minutos”, explica Ricardo Penzin.
Preocupação com o meio ambiente, relações de trabalho mais independentes e novas ideias para pensar a sociedade de forma mais igualitária e com qualidade de vida são assuntos recorrentes e que pautam empresas disruptivas como a Hyperloop. Mas, segundo Beia Carvalho, eram temas ainda discutidos em fóruns mais restritos, o que deve mudar após este ano de 2020. “Nós vivemos as duas primeiras décadas do século XXI ainda com a mentalidade do século XX. Precisou vir uma situação de saúde e evitar contaminações para que recursos como ‘deliveries’, reuniões à distância e trabalho de casa se tornassem uma realidade mais generalizada. Em nível mundial, conseguimos que muito mais empresas e indivíduos se familiarizassem com a tecnologia. Estamos mais bem preparados para os desafios e novidades que virão na nova década 21-30”, opina Beia.
Em complemento a essa análise, Fabio Oliveira, líder da AIG no Brasil, reforça a importância da busca do conhecimento para estar atualizado e acompanhando as tendências, e também analisa o setor de Seguros e Gestão de Riscos frente às novidades que estão por vir. “Como as seguradoras, que avaliam os riscos e precificam os riscos, podem contribuir para estimular a disrupção? Elas podem ser importantes aliadas ao identificar riscos e serem parceiras desde o início da ideia, numa fase pré-operacional, ainda como startups”, afirmou o executivo.
Confira a íntegra do episódio especial “Os Riscos da Inovação”, faixa bônus da série Negócio Seguro AIG Play nas principais plataformas de streaming, ou diretamente pelo blog Negócio Seguro AIG.
Além das melhorias em 76 unidades distribuídas pelo Brasil, companhia também utiliza recursos para requalificação de equipes locais e aprimoramento de tecnologias e procedimentos
Fonte: Mapfre
Desde o início da pandemia, a MAPFRE tem atuado de forma coordenada, apoiando corretores, parceiros e clientes em todo o Brasil para que atravessem o período preservando seu bem-estar e suas atividades. Por essa motivação e alinhada às tendências de mercado, a companhia definiu um investimento de R$ 46 milhões na reestruturação de 76 escritórios e postos de atendimento distribuídos pelo País. Cerca de R$ 21 milhões foram aplicados neste semestre e o restante dos investimentos será realizado em 2021. As primeiras sedes territoriais da MAPFRE que já contam com estruturas remodeladas são Porto Alegre (RS), Curitiba (PR) e Recife (PE). Outras sete unidades serão concluídas até o fim deste ano.
Além das modernizações estruturais e de identidade visual, a MAPFRE tem utilizado os recursos para capacitação de suas equipes locais, aprimoramento de tecnologias e procedimentos para o atendimento aos consumidores e suporte aos corretores e parceiros. “O cenário pandêmico acelerou diversos processos que vinham se mostrando como tendência antes do isolamento social. Já estudávamos melhorias em nossos serviços e entendemos que era o momento de realizá-las”, comenta Edna Magalhães Gregório, superintendente de Administração e Meios da MAPFRE. “Todas as benfeitorias foram cuidadosamente elaboradas com base nas tendências de comportamento do mercado no pós-pandemia e nas melhores práticas de sustentabilidade”, complementa.
Oscar García-Serrano, diretor-geral de Finanças, Administração e Meios da MAPFRE, ressalta que mesmo considerada como atividade essencial, as operações da companhia têm seguido a retomada presencial de acordo com as orientações dos governos locais. “Iniciamos o retorno às instalações físicas de forma gradual e responsável a partir de 1º de junho, com o primeiro grupo formado por executivos da alta gestão. Sempre estivemos atentos e preocupados com o cenário nacional e vamos permanecer cuidando de todos os nossos públicos, tanto interno quanto externo, com a máxima dedicação”, enfatiza o executivo.
Zeca Rudge, presidente do Conselho de Administração da Pottencial e ex CEO da Unibanco AIG Seguros e VP da Itaú Unibanco, disse que “a criação de um Conselho de Administração com membros independentes busca tornar a companhia referência em governança corporativa e profissionalização”
O FIP XP Private Equity, gerido pela XP Asset, anuncia a aquisição de participação minoritária na Pottencial Seguradora, empresa líder na modalidade de seguro garantia e uma das principais seguradoras no mercado de fiança locatícia. A empresa atua também nos segmentos de seguro residencial, risco engenharia e riscos diversos. O investimento da XP é de R$ 275 milhões, a ser utilizado para suportar a expansão do portfólio da companhia para novas modalidades de seguro e a aceleração da estratégia tecnológica para contratação de seguros.
Fundada em 2010, a Pottencial possui 240 colaboradores, sendo 40% dedicados à área de desenvolvimento tecnológico, buscando aprimorar produtos e processos de acordo com a necessidade dos clientes e promovendo um atendimento personalizado. A empresa já registrou apólices, de forma eletrônica junto à B3, no seu Sistema de Registro e Operações, em atendimento às novas exigências regulatórias anunciadas pela Susep no mês passado. Em 2019, a Pottencial atingiu um total de R$ 605 milhões em prêmios emitidos e R$ 1,5 bilhão em ativos totais.
Segundo Zeca Rudge, presidente do Conselho de Administração da Pottencial, “ao longo dos últimos anos, com a criação de um Conselho de Administração com membros independentes e altamente qualificados, além da formação de comitês de auditoria interna e compliance, gente e riscos dentre outros, a companhia tem focado em se tornar referência em governança corporativa e profissionalização”. A Pottencial tem rating de risco A-(bra) pela Fitch desde 2015.
Além de contribuir com a governança, o investimento será um reforço na base de capital da companhia e suportará o desenvolvimento de novas linhas de produto nos próximos anos. De acordo com Chu Kong, head do fundo de Private Equity da XP, “a Pottencial tem um histórico consistente de crescimento e entrega de resultado. A empresa usa tecnologias para melhorar a experiência do cliente, com produtos personalizados, além de agilizar os processos e aumentar sua eficiência”, diz.
O CEO da seguradora, João Géo Neto, adiciona que o DNA inovador do fundo de Private Equity da XP permitirá que a Pottencial siga crescendo de forma sustentável em todo o país. “Estamos muito felizes com esta parceria, pois somos empresas com características muito semelhantes, que priorizam o respeito aos colaboradores, clientes e parceiros, e que permitirá à seguradora distribuir novos produtos, principalmente, para as pessoas físicas. Sem dúvida alguma esta união de forças vai impulsionar o crescimento da Pottencial, pois observamos uma grande sinergia de distribuição dos produtos da Pottencial para os clientes da XP”, afirma.
Empresas de capital aberto são geralmente mais expostas, mas o risco de litígio para empresas privadas e seus gestores aumenta com a pandemia da Covid-19
A pandemia de Covid-19 criou um ambiente altamente volátil e incerto para as empresas, resultando em uma lista de novos ou elevados riscos para diretores e executivos (D&O), bem como exacerbando a situação em um mercado de seguros de D&O já tenso, de acordo com o novo relatório Directors and Officers Insurance Insights 2021 da AllianzGlobal Corporate & Specialty (AGCS).
O aumento da exposição à insolvência, as crescentes ameaças à segurança cibernética e a atividade persistente de ações de classe estão entre os principais riscos pelos quais os D&Os das empresas poderiam ser responsabilizados. Em 2021, as companhias também precisam estar atentas contra o “litígio por evento” que pode ser causado por diferentes estímulos, tais como inações relativas à diversidade, mau desempenho em sustentabilidade ou por subestimar ou deturpar os riscos relacionados à Covid-19.
O crescimento do número de ações judiciais, bem como o aumento da freqüência e gravidade dos sinistros já resultou em um ambiente difícil para o setor de seguros D&O nos últimos anos. Os resultados da subscrição têm sido negativos em muitos mercados ao redor do mundo, incluindo Austrália, Reino Unido, EUA e partes da Europa. Enquanto o mercado estava se corrigindo no início de 2020, ele foi então atingido pela atual pandemia e crise econômica.
“Muitas seguradoras ainda estão digerindo o efeito da inadequação de preços anteriores, onde a exposição e tendência de perdas aumentam em relação às apólices do ano anterior”, diz Shanil Williams, Diretor Global de Linhas Financeiras da AGCS. “Este também é um momento de grande incerteza em torno de avaliações de exposição futuras, em particular o impacto da Covid-19 na economia em geral e em setores específicos. Combinado com muitas “incógnitas conhecidas” como mudança climática, riscos cibernéticos ou fatores ambientais, sociais e de governança (ESG), isto tem criado muito nervosismo neste setor. Como seguradora global de D&O, a AGCS continua empenhada em trabalhar em parceria com nossos clientes para garantir que tenhamos soluções sustentáveis para todas as partes envolvidas”.
Principais preocupações
Avisos de insolvência estão entre as principais preocupações do setor de seguros D&O, uma vez que a insolvência é uma causa chave de sinistros do segmento – os administradores de insolvência geralmente procuram recuperar as perdas dos diretores. De acordo com a Euler Hermes, a maior parte das insolvências ainda está por vir no primeiro semestre de 2021, com seu índice global provavelmente atingindo um recorde de falências, 35% até o final de 2021, e com os maiores aumentos esperados nos EUA, Brasil, China e países europeus centrais, como Reino Unido, Itália, Bélgica e França. “O impacto da eliminação gradual das medidas políticas temporárias destinadas a apoiar as empresas é uma das principais preocupações para 2021”, diz David Van den Berghe, Diretor Global de Instituições Financeiras da AGCS.
As empresas também enfrentam um cenário de ameaças à segurança cibernética em constante evolução, uma vez que os ataques de ransomware e violações de dados continuam a aumentar, enquanto a mudança para o trabalho remoto devido ao Covid-19 tem usualmente aumentado as vulnerabilidades de segurança. Os investidores vêem o gerenciamento de riscos cibernéticos e padrões de segurança adequados como um componente crítico das responsabilidades de supervisão de um conselho.
Ações coletivas e casos de Covid-19
A atividade de reparação coletiva, particularmente nos EUA, continua sendo um risco chave para qualquer conselho de administração, embora os novos registros de ações de classe nos EUA tenham ficado cerca de 18% abaixo de 2019 durante o 1º semestre de 2020, de acordo com a Cornerstone Research. Isto é em grande parte devido à interrupção de negócios e da atividade judicial causada pela pandemia. No entanto, a freqüência dos processos judiciais está no caminho certo para igualar as taxas de 2017 e 2018 e será bem superior a cada ano anterior a esses. A porcentagem de novos pedidos em 2020 visando empresas americanas com sede no exterior tem sido quase o dobro da média nos últimos anos, com cerca da metade deles contra empresas asiáticas, inclusive na China e em Cingapura. Fora dos EUA, as ações de classe de valores mobiliários estão sendo apresentadas em números recorde e a ameaça de enfrentar uma ação aumentou em muitas jurisdições, como destacado em um recente relatório da AGCS e da Clyde & Co. O cenário para a reparação coletiva na Europa evoluiu nos últimos anos e a ação coletiva é uma exposição crescente.
Acionistas entraram com as primeiras ações de classe diretamente relacionadas com a Covid-19. Exemplos incluem ações contra companhias de cruzeiros marítimos que sofreram surtos da doença, bem como litígios relativos ao impacto comercial da pandemia sobre o desempenho financeiro das empresas ou operações, ou ainda declarações errôneas sobre terapias relacionadas ao coronavírus. “Outra ameaça que paira no horizonte vem do retorno ao trabalho nos escritórios. Tais decisões estão repletas de perigos, no que diz respeito a ações derivadas de acionistas, mas também em relação a outras formas de litígio decorrentes de funcionários ou clientes”, adverte Williams.
Temas de ESG e empresas privadas
Além do desempenho financeiro e do valor para os acionistas, cada vez mais os temas de gestão “branda” desencadeiam o chamado “contencioso por eventos” contra os conselhos: a diversidade, a mudança climática ou as preocupações com práticas ESG são vistas como oportunidades para levar ações coletivas ou para forçar um acordo. Por exemplo, Oracle, Facebook e Qualcomm estão entre as empresas de tecnologia que têm sido submetidas a processos judiciais derivados de diversidade. Em tais casos, os acionistas normalmente alegam que os diretores violaram seus deveres fiduciários por sua inação em questões de diversidade, tais como remuneração ou nomeação de uma diretoria mais diversa.
Empresas ao redor do mundo se encontram sob crescente escrutínio público em relação ao desempenho de suas práticas ESG. “Protestos de justiça social, campanhas de investidores ativistas ou esquemas de lavagem de dinheiro podem evoluir para tendências de litígio, assim como eventos catastróficos isolados como um acidente aéreo ou os incêndios florestais na Califórnia”, explica Joana Moniz, Diretora Global de Linhas Financeiras Comerciais da AGCS. Além disso, nos últimos anos, o ativismo e o litígio impulsionados pelas mudanças climáticas também têm aumentado. Casos que visam as principais indústrias emissoras de carbono foram arquivados em mais de 30 países, embora a maioria dos casos seja arquivada nos EUA.
Ainda que as empresas de capital aberto estejam geralmente mais expostas a riscos de D&O, a situação das empresas privadas também se agrava. A pandemia da Covid-19 está colocando as empresas privadas e seus executivos sob um risco de litígio consideravelmente maior. “Geralmente, D&Os de empresas privadas estão mais estreitamente envolvidas em todos os tópicos operacionais e decisões comerciais da companhia. Isto pode se traduzir mais facilmente em ser responsabilizado pessoalmente através de diferentes formas de litígio”, diz Moniz.
O valor significa 45% das perdas econômicas. Esse foi o quinto mais caro já registrado na série história do estudo Sigma
As perdas da indústria de seguros com catástrofes naturais e desastres provocados pelo homem totalizaram US$ 83 bilhões em 2020, de acordo com as estimativas preliminares do estudo Sigma do Swiss Re Institute. Isso o torna o quinto ano mais caro para a indústria desde 1970.
As perdas foram causadas por um número recorde de tempestades convectivas severas (tempestades com tornados, inundações e granizo) e incêndios florestais nos EUA. Esses e outros eventos de risco secundário em todo o mundo foram responsáveis por 70% das perdas seguradas de US$ 76 bilhões em catástrofes naturais.
Uma temporada de furacões muito ativa no Atlântico Norte gerou US$ 20 bilhões adicionais em sinistros de seguros, moderados em comparação com as temporadas recordes de 2005 e 2017. A indústria de seguros cobriu 45% das perdas econômicas globais em 2020, acima da média de dez anos de 37%.
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