Corretora fez parcerias com seis das maiores seguradoras do Brasil – HDI, Liberty, Sompo, Tokio Marine, Zurich e Allianz
O banco espanhol Santander lançou nesta terça-feira no Brasil uma nova plataforma digital para facilitar a realização de pesquisas e a contratação de seguros para carros e motos no país. Em funcionamento desde esta terça, a Auto Compara conta com parcerias com seis das maiores seguradoras do Brasil – HDI, Liberty, Sompo, Tokio Marine, Zurich e Allianz, segundo informou o Santander através de um comunicado.
Os clientes também podem utilizar um sistema inteligência artificial integrado para ajudar na escolha do seguro mais adequado. Além disso, a plataforma promete simplificar todo o processo burocrático para que os clientes possam efetivar a compra do produto desejado em “apenas três minutos”, de acordo com o Santander.
“A ideia que a maioria das pessoas tem sobre contratação de seguros – e com razão – é de um processo lento, burocrático, rodeado de perguntas e termos de difícil entendimento. O novo Auto Compara é o oposto dessa visão”, ressaltou o Chief Digital Officer do Auto Compara, Rogério Souza, através do comunicado.
“Criamos um processo de poucos cliques, mais simples e ágil do que, por exemplo, comprar uma passagem aérea”, acrescentou ele. O CEO da plataforma, Ronaldo Rondinelli, por sua vez, afirmou que “essa é a primeira onda de um market place que trará benefícios, soluções e informação” aos clientes da Auto Compara.
“Nossos pilares são simplicidade, rapidez e transparência. Este último é um desafio à parte no mercado de Seguros: enxergar exatamente as reais necessidades de cada cliente e oferecer a proteção ideal. E não estamos falando de entregar apenas preço, mas sim valor agregado. Simplificar a oferta de seguro auto é o caminho para gerarmos este valor”, concluiu o executivo.
Informações podem colaborar para melhores práticas de governança, afirma Confederação das Seguradoras
Fonte: CNseg
A Confederação Nacional das Seguradoras (CNseg) se prepara para divulgar dados relacionados à diversidade e à inclusão relativos a oito regiões sindicais do setor de seguros.
“Será uma importante métrica para que dirigentes, associadas e sociedade em geral possam avaliar o andamento das políticas de diversidade e de inclusão nos mercados locais do setor segurador”, informa nota divulgada.
Os dados, em fase de coleta, estarão disponíveis nas novas edições do Relatório de Sustentabilidade, publicação anual da CNseg.Para a confederação, o raio-X da diversidade local permitirá a obtenção de melhores práticas de governança corporativa e de inclusão social.
Maioria dos pacientes atendidos pela modalidade se mostrou satisfeita com essa nova opção de acesso
Fonte: FenaSaúde
O grau de satisfação dos pacientes com a telessaúde tem sido bastante alto na saúde suplementar brasileira. De acordo com o presidente da FenaSaúde, João Alceu Amoroso Lima, o Net Promoter Score (NPS), a métrica que mede a aceitação do serviço pelos pacientes atendidos por meio dessa modalidade, está entre 80% a 85%, segundo monitoramento realizado por operadoras.
“A experiência foi muito bem conceituada pelo próprio paciente, em que pesem as dificuldades de início tanto de um lado como de outro para a adoção das ferramentas. A pandemia, sem dúvida nenhuma, acelerou a adoção da telessaúde não só na quantidade de consultas, mas no desenvolvimento de várias plataformas e outras soluções tecnológicas”, afirmou.
O presidente da FenaSaúde participou nesta terça-feira (23/2) de debate sobre os “Desafios e Oportunidades em Telesaúde” no evento “Diálogos Brasil-Reino Unido em Saúde Digital”. O webinar foi promovido pelo governo britânico em parceria com o Instituto Coalizão Saúde (ICOS).
Outra vantagem da telessaúde foi o aumento da produtividade dos atendimentos. As teleconsultas têm apresentado alta resolutividade, atendendo mais de 90% das necessidades dos pacientes, conforme relatos das empresas associadas à FenaSaúde. Os não comparecimentos diminuíram bastante e há mais facilidades de encaixar novas pessoas nos horários de quem não compareceu. “Eu poderia resumir o principal ganho da aceleração do conceito da telessaúde em apenas uma palavra: o acesso. É a palavra chave da medicina”, disse o dirigente.
A ANS tem monitorado vários indicadores do mercado desde o início da pandemia. Um dos poucos que ainda não voltou ao nível pré-covid foram as idas aos prontos-socorros. Uma das razões apontadas por Amoroso Lima é o uso da telessaúde, que evita deslocamentos desnecessários. “Isso é um efeito muito bom, na medida em que há excesso de idas a pronto-atendimentos.”
O acompanhamento de pacientes crônicos também melhorou bastante com a telessaúde. Pessoas com comorbidades ou dificuldades que não podiam se deslocar foram monitoradas em suas casas. Ainda houve grande avanço na saúde mental. “O Brasil é 35 vezes mais extenso do que o Reino Unido. Temos aqui um desafio muito grande: os chamados vazios assistenciais, áreas em que não há acesso a médico, seja assistência primária ou especialistas. Nisso a telemedicina foi também um grande ganho”.
Por fim, João Alceu Amoroso Lima defendeu pontos que considera fundamentais para a boa regulamentação da prática da telessaúde no país. Atualmente, a prática da telemedicina só tem respaldo legal enquanto durar o estado de emergência pública decorrente do novo coronavírus. A regulamentação definitiva está a cargo do Conselho Federal de Medicina.
Com relação à questão da territorialidade, não deve haver limitação para um médico ou profissional de determinada região atender pacientes de outras regiões: “O Brasil é um só e esse acesso tem de ser para todos”. Sobre se a primeira consulta deve ou não ser presencial, quem deve decidir é o médico junto com o paciente. Já sobre a remuneração das teleconsultas, Amoroso Lima defende que o mercado é livre e as empresas devem negociar livremente com os profissionais.
Também participaram do evento o chefe da disciplina de telemedicina da Faculdade de Medicina da USP, Chao Lung Wen; o ex-secretário de atenção primária do Ministério da Saúde, Erno Harzheim; o diretor clínico da National Association of Primary Care, Dr. Nav Chana; e o presidente do Conselho de Administração da Associação Brasileira de Medicina Diagnóstica (Abramed), Wilson Shcolnik.
Arrecadação totalizou R$ 273,7 bilhões; arrecadação avançou 15,4% em dezembro sobre o mesmo mês de 2019; garantias dos riscos (provisões) chegaram a R$ 1,2 trilhão
A edição 37 da Conjuntura CNseg, publicada pela Confederação Nacional das Seguradoras – CNseg, informa ter ocorrido vigorosa reação da receita de dezembro do setor segurador nacional, assegurando alta de 1,3% no fechamento do exercício de 2020, em relação ao ano anterior, para esse segmento da economia nacional – responsável pela geração de mais de 170 mil empregos diretos no País. A arrecadação anual totalizou R$ 273,7 bilhões, sem Saúde e DPVAT.
Na variação de dezembro sobre o mesmo mês de 2019, a arrecadação ficou na casa de dois dígitos, com expansão de 15,4%, alcançando R$ R$ 30,8 bilhões. As provisões técnicas, que garantem os riscos do sistema, atingiram a cifra histórica de R$ 1,202 trilhão, aumento de 7,5% sobre o exercício imediatamente anterior. Em sinistros, indenizações, benefícios, resgates e sorteios, o setor totalizou R$ 151 bilhões – sem Saúde e DPVAT – em 2020, representado crescimento de 8,3% em relação a 2019.
O presidente da CNseg, Marcio Coriolano, no editorial da Conjuntura, ressalta a decisiva contribuição setorial de seguros, em 2020, para a proteção de rendas e patrimônios ameaçados pela queda do rendimento médio do trabalho, pelo desemprego em níveis altos e pela estagnação do produto de amplos segmentos produtivos. “O setor cumpriu a sua missão de desonerar o Governo de gastos para amparo à sociedade”, afirma.
Embora com menores taxas médias apresentadas nos anos anteriores à pandemia, o crescimento de prêmios do ano passado superou o de outras atividades industriais, comerciais e de serviços – com exceção do agronegócio – colocando o setor segurador entre os mais resilientes aos severos efeitos das crises epidemiológica e econômica. Os impactos da recessão econômica, contudo, geraram um desempenho heterogêneo entre ramos e modalidades de seguros – uns com extraordinária alta; outros com desempenho negativo.
“A crise de mobilidade trazida pela pandemia afetou duramente o setor segurador nacional, embora o efeito precaucional contra o risco do coronavírus tenha despertado maior interesse por ramos com coberturas diretamente correlacionadas à proteção em tempos de crise de mobilidade – como Patrimonial, Habitacional, Crédito e Garantias, Responsabilidade Civil, Rural, Marítimos e Aeronáuticos e Vida Risco. Outros ramos – como os de Automóveis, Transportes, Garantia Estendida e Planos de Acumulação – tiveram reversão de desempenho em razão da crise econômica que reduziu o volume de atividades produtivas, aumentou a taxa de desemprego e desestabilizou o mercado de capitais com forte volatilidade de ativos”, assinala Marcio Coriolano.
No ano, o segmento de Danos e Responsabilidades, cuja arrecadação avançou 6% sobre a de 2019, foi o mais dinâmico, enquanto o de Pessoas manteve-se estável e os Títulos de Capitalização decresceram 4,1%. Contribuíram para a alta do setor os ramos: Marítimo e Aeronáuticos, alta de 44; Rural, 29,5%; Responsabilidade Civil, 22,8%; Crédito e Garantias, 17,8%; e Patrimonial, 10,2%. Com viés de baixa, o Garantia Estendida com recuo de 6,3%; Automóveis, 2,1%; e Planos de Acumulação, 1,4%.
Em seu editorial, Marcio Coriolano assinala ainda que os cenários ainda não permitem antever o desempenho do setor segurador neste exercício. A seu ver, o resultado dependerá crucialmente do tamanho da taxa de aumento do PIB para abrir espaço à recuperação de ramos de seguros caudatários da produção industrial, agrícola e comercial, como é o caso dos grandes riscos patrimoniais. “E também do incremento da renda pessoal e do emprego, combustíveis da demanda por produtos básicos patrimoniais, cobertura de vida, previdenciários, saúde suplementar e capitalização”, pondera.
A projeção para o IGP-M este ano subiu de 6,97% para 8,02% e, para o IPCA, subiu de 3,62% para 3,82%
A semana começa agitada, mas ainda é cedo para ter uma noção clara dos efeitos da intervenção do Palácio do Planalto em assunto da Petrobras, com o anúncio, na sexta-feira, 19, sobre a substituição de Roberto Castello Branco pelo general Joaquim Silva e Luna na presidência da estatal. Como era de se esperar, a notícia trouxe forte impacto para o mercado financeiro nesta segunda-feira. As ações da Petrobras apresentavam uma queda que chega à casa dos 20%.
Tais mudanças ainda não estão refletidas no boletim Focus, divulgado nesta segunda-feira, com dados colhidos até a última sexta com analistas do mercado pelo Banco Central. “É preocupante esta notícia da Petrobras. Os papéis das empresas estatais provocaram a forte queda do Ibovespa nesta manhã, o real se desvalorizou em relação ao dólar e os juros futuros voltaram a ficar mais pressionados com o aumento da aversão ao risco no País”, comentou o economista Pedro Simões, do Comitê de Estudos de Mercado da CNseg, a Confederação Nacional das Seguradoras.
Mas, por outro lado, cita o economista, temos outras notícias que sinalizam que o governo está mais focado em resolver os problemas fiscais, uma grande preocupação. “A sinalização positiva de Arthur Lira, presidente do Congresso Nacional, da volta do auxílio emergencial com um mínimo de preocupação com a questão fiscal é uma boa notícia, inclusive diante da previsão de que sem quase 30 milhões de pessoas sejam rebaixadas para a linha de extrema pobreza”, acrescenta. As medidas – tais como a proibição de aumentos do funcionalismo público até o final do ano que vem – seriam suficientes para cobrir o custo estimado de R$ 30 bilhões do novo auxílio, mais focado e com valor reduzido (com quatro parcelas de até R$ 250), traz a análise da CNseg.
Outro destaque da semana está no mercado americano, com um potencial retorno de taxas de inflação mais altas nos EUA, que poderia levar a uma alta de juros mais precoce e mais intensa naquele país, ainda que não haja clareza quanto a isso, porém que afetam o Brasil com mudanças no preço das commodities, pressão sobre o real, taxas de juros e inflação”, enumera Simões.
Data: 29.05.2017
Local: Alphaville, São Paulo
Assunto: Retrato de Francisco Rosado, diretor da área de corretores da Bradesco Seguros na sede empresa.
Assistente: Luiz Michelini
Foto: Bitenka
A expansão dos serviços online é uma das mais fortes tendências para os corretores alavancarem novos negócios
O investimento em tecnologia tem sido um dos grandes focos do mercado de seguros e deverá continuar assim ao longo de 2021. O mercado aposta em soluções que simplifiquem as atividades dos corretores de seguros e que melhorem a experiência dos clientes durante a jornada de atendimento. Além disso, a pandemia trouxe uma mudança significativa no comportamento dos brasileiros, sobretudo quando se fala em hábitos e necessidades da população.
O cenário para a economia global em 2021, especialmente para o ramo de seguros, se mostra construtivo; nesse aspecto, o papel do corretor se torna ainda mais essencial e relevante – é ele quem deve acompanhar as transformações e estar ainda mais próximo desse novo consumidor. Leonardo de Freitas, diretor da Organização de Vendas do Grupo Bradesco Seguros, destaca cinco projeções para os corretores de seguros neste ano. Confira!
1 – Amplie a consciência da população em torno do seguro Há anos, um dos grandes desafios enfrentado pelo mercado segurador, para obter um crescimento exponencial, é a questão da consciência da população em torno da proteção – ou seja, o entendimento da importância do seguro em meio aos imprevistos. Entretanto, para Freitas, o cenário atual é propício para oferta de seguros ainda poucos explorados, pois a pandemia começou a despertar essa percepção dos riscos na população. “É comum que assim que uma pessoa compre um carro, ela adquira um seguro de automóvel; mas a concepção de seguros vai muito além da proteção de bens e patrimônios, pois a segurança deve fazer parte de todos os momentos da vida; e é por isso, que existe uma linha ampla de produtos, pensados de acordo com os ciclos e necessidades de cada pessoa. O ramo de vida, por exemplo, engloba a proteção pessoal, familiar e educacional, sendo visto com um ótimo aliado em casos de doenças graves, despesas médicas e hospitalares, e até mesmo em casos de desemprego”, destaca.
2 – Esteja nos canais de vendas que o seu consumidor está A tecnologia é capaz de trazer enormes ganhos de eficiência e produtividade, e todos têm a ganhar com isso — seguradora, corretor e cliente. Vivemos uma fase em que, como nunca antes, tudo se transforma em um ritmo extremamente veloz – os comportamentos e costumes; os métodos de trabalho/ estudo; e até mesmo o relacionamento entre as pessoas. “A tecnologia mesmo sendo um grande desafio para os corretores, também é uma grande oportunidade; por isso, os profissionais precisam continuar adaptando-se as inovações, e principalmente, ao novo consumidor – que também está em constante transformação. De modo a entregar soluções de forma mais ágil, pensando nos mais variados canais em que um potencial consumidor pode estar”, ressalta Leonardo.
3 – Acompanhe as tendências do mercado Em um momento de tantas transformações, a capacitação continua sendo necessária para que os corretores aprimorem novas habilidades e competências no mercado segurador. “É importante que o profissional se mantenha constantemente atualizado as novidades da área e as novas tecnologias e serviços do mercado; a fim de simplificar a rotina e tornar seus negócios mais produtivos e assertivos”, reforça o executivo.
4 – Crie um relacionamento mais próximo e assertivo com o cliente Em termos de comunicação com o cliente, é preciso investir em estratégias de aproximação; conhecer e entender o momento de vida do consumidor é essencial para entregar o produto certo. “Busque fortalecer ainda mais o relacionamento com os seus clientes, converse para compreender a situação de cada indivíduo; seja claro, objetivo e sempre demonstre uma postura empática, independente do momento. Afinal, a missão do corretor é proteger; amparar e apoiar o cliente com eventualidades e imprevistos”, afirma o diretor.
5 – Ofereça uma experiência de consultoria personalizada Os corretores que possuem resultados mais significativos em suas vendas são aqueles que focam suas energias em gerar valor para o consumidor a todo o tempo. Trata-se de ir além de oferecer produtos, e sim soluções – opiniões, anseios e necessidades do cliente devem ser levadas em consideração. “Planejamento, comprometimento e adaptabilidade as novas tecnologias são palavras vitais para o desenvolvimento de novos negócios. Para isso, é necessário que o corretor ofereça uma experiência de consultoria personalizada e em diferentes plataformas de atendimento”, finaliza Leonardo.
Empresa mineira manteve a liderança no Seguro Garantia pelo quarto ano consecutivo e registrou crescimento de 297% no Fiança Locatícia
A Pottencial Seguradora registrou volume de prêmios R$ 712 milhões, em 2020. O lucro líquido da Pottencial aumentou 30,6% em 2020 em comparação ao ano anterior, saltando de R$ 84 milhões para R$ 110 milhões. Se destacou no produto Fiança Locatícia, com expressivo de 297% nos prêmios emitidos.
O CEO, João Géo Neto, destacou, em nota, os investimentos em tecnologia para melhorar a experiencia dos clientes. “Em 2020 implantamos o SAP como sistema de back-office, garantindo a integridade e segurança aos nossos dados e integração dos nossos processos para suportar o crescimento da Pottencial Seguradora nos próximos anos”, explica Neto.
Sobre 2021, a empresa se planeja para lançar, nos próximos meses, dois produtos voltados para pessoas física e jurídica como parte da estratégia de diversificação do portfólio: os seguros empresarial e residencial. Além disso, a Pottencial prevê a abertura de três novos escritórios em capitais do país e o aumento do quadro de colaboradores, hoje composto por 250 pessoas, em, pelo menos, 50%.
Novo produto está em fase piloto e começará a ser comercializado a partir de 1º de março nas regiões metropolitanas de Rio e BH
Fonte: Porto Seguro
Quem não tem um seguro auto, poderá contar em breve com uma nova opção no segmento. Ainda em fase piloto, o produto Bllu, do Grupo Porto Seguro, chega ao mercado como uma solução em seguro para os veículos de milhões de brasileiros que ainda não contam com uma proteção. Com um modelo inovador e pioneiro de assinatura mensal, o novo seguro auto poderá ser contratado de forma 100% digital pelo cliente, mas ainda assim a assinatura estará atrelada ao Corretor de seguros, que também comercializará o produto. O Bllu também terá um pagamento mês a mês em valor acessível e poderá ser pago por meio de cartão de crédito.
Emitido e operado pela Azul Seguros, empresa que integra o Grupo Porto Seguro, o Bllu tem como principal objetivo o incentivo à inclusão securitária, já que cerca de 70% dos veículos no Brasil não possuem qualquer tipo de seguro ou cobertura para proteção do bem e terceiros, de acordo com o relatório da CNseg (Confederação Nacional das Empresas de Seguros Gerais, Previdência Privada e Vida, Saúde Suplementar e Capitalização). “Acreditamos que a inovação é a chave para atender uma maior parcela dos consumidores, especialmente aqueles que não contam com qualquer proteção para o seu veículo. Com esta iniciativa estratégica buscamos expandir o mercado“, afirma Marcelo Picanço, VP de Seguros da Porto Seguro.
Inicialmente, o Bllu está em fase piloto para as regiões metropolitanas do Rio de Janeiro e de Belo Horizonte. A comercialização nessas praças será iniciada em 1º de março deste ano. O novo produto atenderá veículos de passeios nacionais e de utilização particular, com até 25 anos de uso e de até R$ 50 mil.
Com uma linguagem simples, fugindo do “segurês”, o Bllu contará com coberturas contra colisão, roubo e furto, incêndio e alagamento (com valor pré-determinado no bilhete de seguro, em que o cliente sabe o quanto receberá em caso de sinistro), danos corporais e materiais a terceiros de R$ 20 mil e a cobertura para vidros, que é opcional. Além disso, terá assistência 24h para o carro, com serviço de guincho para até 400 quilômetros, chaveiro e troca de pneu.
Se o cliente precisar fazer conserto no carro, ele terá à disposição oficinas credenciadas específicas do Bllu e uso de peças novas compatíveis, com certificações e comprovações de qualidade, podendo parcelar a franquia em até 10x, e ainda tendo a disponibilidade de um voucher para usar em transporte por aplicativo no valor de R$300 durante o período em que o carro está no conserto.
Diretor-executivo da Azul Seguros, empresa do grupo que vai operar o Bllu, Gilmar Pires explica que o produto está sendo lançado para atender uma demanda dos consumidores. “O Bllu já nasce com a característica de ser um produto de valor acessível, porém com coberturas essenciais, sem abrir mão da segurança e da qualidade no atendimento, bem como da comodidade, uma vez que este modelo por assinatura permite que o cliente contrate o seguro pelo período que precisar”, explica.
O Bllu terá como diferencial o atendimento 100% digital, seja para contratar, sanar dúvidas ou solicitar algum serviço. Todos os clientes terão atendimento via WhatsApp (11 96425-5000). “Vamos proporcionar ainda, rapidez em reparos e indenizações, além de assistência 24 horas com a qualidade dos serviços fornecidos pelo grupo Porto Seguro”, destaca o executivo.
Baseado na última atualização dos dados públicos da Susep, o Boletim IRB+Mercado aponta crescimento no faturamento das seguradoras pelo sétimo mês consecutivo. No acumulado, o ano passado fechou com alta de 5,5%
Fonte: IRB
O mercado segurador fechou 2020 em alta. Os prêmios emitidos – ou seja, o faturamento das seguradoras – totalizaram R$ 11,5 bilhões em dezembro 2020, 11,2% a mais do que o último mês de 2019. Os dados, divulgados hoje (22/02) pelo Boletim IRB+Mercado, publicação do serviço de dados do IRB Brasil RE, o IRB+Inteligência, apontam ainda que as seguradoras acumularam R$ 123,8 bilhões em 2020, crescimento de 5,5% ante o ano anterior.
Para Lucas Mello, do IRB+Inteligência, o resultado mostra a resiliência do setor de seguros mesmo diante de um ano atípico: “Os dados de 2020, ao mostrarem que o faturamento do setor cresceu pelo sétimo mês consecutivo em um ano difícil, reforçam que o mercado é forte e cumpre seu papel, colaborando com a recuperação da economia”.
O Boletim IRB+Mercado também mostra que o índice de sinistralidade das seguradoras, em dezembro de 2020, apresentou aumento de 3,5 pontos percentuais quando comparado com o último mês de 2019. Já no acumulado do ano passado, a proporção das despesas com sinistros em relação ao faturamento alocado no mês recuou 1,1 ponto percentual. No total, cerca de 40% dos grupos seguradores tiveram crescimento dos prêmios emitidos na comparação entre 2020 e 2019.
Apesar do segmento Vida representar 37% do faturamento do setor, arrecadando R$ 4,2 bilhões em dezembro de 2020 – alta de 4,7% frente ao mesmo período de 2019 –, foram os ramos Rural e Corporativos de Danos e Responsabilidades que obtiveram as maiores evoluções desde 2015: 30,3% e 14,9%, respectivamente. Outra variação positiva ocorreu no segmento Crédito e Garantia, que acumulou R$ 434 milhões, em dezembro, e fechou o ano com crescimento de 10,6%.
Ela assume a área com foco em melhoria contínua de processos e garantia da satisfação dos Clientes
Fonte: Tokio Marine
Com o objetivo estratégico de garantir excelência na qualidade do atendimento à Corretores, Assessorias e Clientes, a Tokio Marine, uma das maiores Seguradoras do País, anuncia Andrea Ribeiro como a nova Diretora de Operações. Com formação em Administração de Empresas, MBA em Tecnologia da Informação e Empreendedorismo e mais de 30 anos de experiência profissional, com passagens por diferentes áreas de grandes corporações do segmento financeiro, Ribeiro ingressou na Companhia há aproximadamente dois anos. A executiva até então era responsável pelas áreas de Auditoria e Combate à Fraudes e agora sucede a Daniel Ramos, que assumiu novos desafios dentro do Grupo Tokio Marine.
“Estou extremamente motivada em assumir esse novo desafio na Tokio Marine. Neste ano, à frente da área de Operações, minha meta é a busca pela excelência dos processos e satisfação dos nossos Clientes e Parceiros de Negócios, frente aos serviços prestados pelas áreas de Atendimento e Contact Center, Assistência 24 Horas e Suporte à Operações. Novos projetos já estão em andamento com foco nestes objetivos”, afirma a executiva.
Além disso, Andrea Ribeiro tem o desafio de tornar a Tokio Marine Assistência (TMA) a melhor empresa de prestação de serviços do mercado. Para isso, quer estreitar a relação com os Prestadores de Serviços de Assistências. “Temos consciência de que, na área de Operações, todos os elos são fundamentais para aprimorar a experiência do Cliente e vamos trabalhar de forma contínua e em conjunto com nossos Parceiros para atingir essa meta”, conclui Ribeiro.
A nova Diretora tem ainda como principais projetos para 2021 os investimentos em tecnologia para intensificar o uso de inteligência artificial e a automatização de processos; o aprimoramento das ferramentas e soluções para o Atendimento ao Cliente e o foco na capacitação e qualificação dos profissionais da área.
Andrea Ribeiro responde a Adilson Lavrador, Diretor Executivo de Operações, Tecnologia e Sinistros. “Estou confiante de que a Andrea, com toda a sua experiência, irá dar sequência ao ótimo nível do trabalho desenvolvido nos últimos anos, contribuindo para evolução dos nossos negócios e garantindo a satisfação dos nossos Parceiros de Negócios, Segurados e Prestadores de Serviços”, aponta Lavrador.
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