Sabemi lança e-book gratuito sobre Lei Geral de Proteção de Dados

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Fonte: Sabemi


A Sabemi, uma das principais seguradoras do Brasil, lança no mês de março um e-book gratuito sobre a Lei Geral de Proteção de Dados (LGPD). O material, disponibilizado no site da companhia e enviado por e-mail para segurados, fornecedores e parceiros, busca apresentar de forma didática os principais aspectos da lei e esclarecer dúvidas gerais sobre o tema.

De acordo com a Head da área Jurídica da Sabemi, Ana Carolina Tavares Torres, a LGPD ainda é um tema bastante complexo e pouco discutido, mas é fundamental que não só as empresas, mas as pessoas em geral a conheçam e saibam de que forma podem usá-la para se preservar. “A Lei Geral de Proteção de Dados foi criada para mostrar, de forma efetiva, que os dados dos indivíduos pertencem a eles, e não às organizações. Por isso, vejo que a nova legislação é um triunfo para a população que, agora, têm o direito à privacidade dos seus dados. Com o e-book, buscamos dar luz a esse tema, que deve ser amplamente discutido por todos, e não só por técnicos e profissionais da área”, afirma.

O material produzido pela Sabemi passa por questões como conceitos, princípios e fundamentos da LGPD, dados sensíveis, penalidades previstas na lei e como ela será fiscalizada, os benefícios que essas mudanças promovem às empresas, além de trazer informações sobre o tratamento de dados de crianças e adolescentes. Para saber mais sobre a LGPD, acesse o e-book da Sabemi, disponível neste link .

Seguros SURA anuncia parceria com a MUUV para proteção aos usuários de scooter elétricas

Fonte: Seguros Sura

A Seguros SURA, pioneira na oferta de seguros para diversos segmentos de Mobilidade, anuncia uma nova parceria com a MUUV Electric Motors, empresa brasileira especializada na distribuição e desenvolvimento de veículos elétricos importados. Os clientes que comprarem hoje uma Scooter Elétrica da MUUV nos modelos Beach, Custom, Chopper, Bike e patinetes saem da loja com o benefício de 1 ano de seguro da Seguros SURA, oferecido em parceria com a Corretora especialista em mobilidade elétrica Goodfriends Consultoria. 

“Veículos elétricos assim como as scooters, estão cada vez mais presentes nas ruas. Com isso, nós da SURA acompanhamos a mudança de comportamento das pessoas e desenhamos uma solução completa para promover o bem-estar dos usuários através de serviços que garantem a mobilidade segura de acordo com a necessidade de cada um”, diz Rodrigo Fujita, Gerente de Mobilidade da Seguros SURA. 

Para Rodrigo, a parceria reforça o reconhecimento da companhia no mercado de mobilidade no país. “Oferecemos ao usuário a liberdade de percorrer seu trajeto usando diferentes modais como scooters e entregamos um seguro completo que abrange qualquer acidente de causa externa, seja durante o uso ou não caso a scooter esteja estacionada”. 

A solução de micromobilidade protege contra danos acidentais; roubo e furto; danos ou roubo durante o transporte realizado em veículo do segurado; reembolso de despesas com seu translado em caso de acidente; e até mesmo curto-circuito caso aconteça dano elétrico enquanto carrega a bateria da scooter. Além disso, o usuário pode emprestar a sua bicicleta, patinete ou scooter para amigos e parentes sem preocupação, pois está amparado pelo seguro. 

A Seguros SURA tem como um dos pilares agregar valor à vida das pessoas e criar ações que impactam positivamente em toda a sociedade. A companhia oferece soluções completas 100% customizada de acordo com a necessidade do parceiro e dos seus usuários, entregando dessa forma ainda mais autonomia para as operações dos segurados, potencializando seus negócios de maneira sustentável. 

ESSOR e Bike Inspec desenvolvem solução para os corretores de seguros

A ESSOR Seguradora e a insurtech Bike Inspec celebram uma nova parceria voltada para a distribuição do seguro bikes aos corretores de seguros. O seguro está disponível no Portal do Corretor da Seguradora, que permite a cotação e emissão de forma digital. Voltado para bikes urbanas, mountain bikes, speed, elétricas e até mesmo patinetes ou scooters elétricas, sua contratação poderá ser feita para Bikes com valor entre R$ 1 mil e R$ 75 mil.  Nosso diferencial será o atendimento aos corretores de seguros. 

“A Bike Inspec possui especialização única no mercado de bikes atuando há mais de 10 anos no segmento, desde a elaboração de produtos até a liquidação de sinistros. Queremos assegurar que os corretores parceiros tenham tranquilidade para vender e a satisfação dos clientes garantida”, destaca Henrique Sacilotto, CEO da Bike Inspec.  “Esta parceria com a ESSOR, uma seguradora voltada à inovação e parcerias, resulta em um excelente produto e serviço ao nosso mercado, pois temos a certeza que a ESSOR pensa em distribuir o produto com parceiros distintos e diferenciados”, complementa Henrique.

O corretor realiza a cotação em poucos cliques e pode escolher as coberturas que melhor atendam a necessidade de seus clientes, como as coberturas para roubo ou furto qualificado, acidentes, danos a terceiros, entre outras. Pela plataforma, o corretor gerencia toda a sua carteira de clientes.  Como se trata de uma venda especializada, a Bike Inspec fará todo o apoio consultivo pré/ pós venda e em casos de sinistros. 

“A importância deste tipo de mobilidade aumenta a cada dia e os corretores de seguros contam com um produto completo, mas também pensado para os corretores venderem com eficiência. “Sabemos que o mercado é muito carente, quando se fala de especialização e atendimento.  Somos focados em excelência de serviço e em conjunto com a Bike Inspec, temos a certeza que atenderemos da melhor forma e com a mais rápida solução”, destaca Roberto Uhl, Head de Canais Digitais da seguradora.

O seguro de bikes está alinhado à estratégia da companhia de prover soluções para seguros de nicho através de parceiros especialistas. Desta forma a seguradora vem crescendo de forma consistente e rentável desde que iniciou suas operações em 2012. “Estamos muito confiantes com este produto. Além de promovermos uma experiência digital com uma insurtech, trata-se de um produto da nossa linha de energia limpa, que é um segmento que estamos buscando soluções e proteções diferenciadas, assim como já fizemos com o seguro de placas solares fotovoltaicas” finaliza Roberto Uhl.

Diretores da Susep debatem marco regulatório em live da ANSP

Fonte: Conhecer Seguros

Em mais uma edição do Café com Seguro Live, a ANSP (Academia Nacional de Seguros e Previdência) promoveu o evento “Seguros de Danos – Desregulamentação das Bases Contratuais” nesta terça-feira (16/03), reunindo diretores da Susep e especialistas do mercado de seguros.

Na palestra, os diretores da Autarquia, Rafael Scherre e Igor Lins da Rocha Lourenço, apresentaram uma visão geral do Novo Marco Regulatório de Produtos, que possui ações coordenadas para trazer mudanças em diversas frentes do mercado de seguros.

O evento foi coordenado pelo Diretor de Fóruns Acadêmicos da ANSP, Edmur de Almeida, e mediado pelo Presidente da Entidade, João Marcelo dos Santos, além de contar com a participação do especialista Walter Polido, professor e diretor da Conhecer Seguros. É possível assistir à transmissão pelo canal da ANSP no Youtube.

Ao iniciar a palestra, Almeida lembrou de outras transformações pelas quais o setor passou. “Quando entrei no mercado, o Seguro Auto tinha um preço tabelado e taxas que mudavam todo mês. Sempre questionamos se fazia sentido a Susep regular isso, e chegamos a um patamar no mercado em que precisamos promover essa produção de seguros para atender as necessidades de uma nova sociedade. É um avanço que está no contexto da modernização econômica”, comentou o diretor da ANSP.

Santos também recordou da época em que existia a fixação de preço da corretagem, com o pagamento da comissão feito por fora, e a submissão, inclusive, das propagandas das seguradoras para aprovação da Susep. O presidente da ANSP está otimista com as mudanças. “Tem uma inteligência por trás, com razoabilidade, bom senso e muita vontade de inovar. É um processo muito bem conduzido, do ponto de vista técnico, com a liberalização dos produtos. A Susep entrou de cabeça no processo de inovação, durante um período de pandemia que mudou todos os hábitos de consumo”, disse.

Durante sua palestra, Scherre esclareceu que, neste primeiro momento, o setor acompanha as atualizações do segmento de Seguros de Danos Massificados o qual, dentre outros, compreende os ramos patrimonial, habitacional e de automóvel, mas novas entregas virão, como está demonstrado no mapa da Susep.

“Não gosto muito do termo ‘desregulamentação’, porque haverá diretrizes, mas trata-se de uma recalibragem regulatória. A Circular 621 traz essa simplificação para seguros de danos massificados, enxugando as amarras regulatórias. Esses seguros tinham a mesma norma aplicada para segmentos mais complexos como aeronáuticos e transportes, por exemplo. Então, decidimos separar, permitindo que o consumidor tenha mais acesso à informação e maior compreensão do produto que está contratando”, explicou o diretor da Autarquia. 

Mas, o executivo reconhece que o processo demanda tempo e que a transformação não deve acontecer da noite para o dia. “Inicialmente estamos apresentando essa mudança de cultura, tanto fora da Susep quanto do ponto de vista institucional, dentro da autarquia, com uma nova visão de regulação e supervisão de mercado”, destacou Scherre.

Os “Seguros de Pessoas” também serão objeto de reformulação, visando a desregulamentação acentuada. Para a consulta pública dos “Seguros de Responsabilidades”, a Susep aguarda a contribuição de todos os agentes do mercado. Oportunamente, serão apresentadas também para os “Seguros de Transportes”, “Seguros Agrícolas” e “Garantia e Fiança”.  

“O que percebemos”, completou o diretor Igor Lourenço, “é que era necessário derrubar essas barreiras internas e trazer uma disrupção para o mercado avançar. Não dá para colocar em uma mesma prateleira consumidores que contratam seguros do dia a dia, como de automóvel, por exemplo, com aqueles que estão expostos a grandes riscos”.

Na ocasião, Polido também apresentou posicionamento favorável às novas mudanças trazidas pelo órgão regulador. “Sempre foi estranha essa função do Estado de fornecer a base dos produtos para a iniciativa privada, colocando em prateleiras seguros extremamente parametrizados. Finalmente estamos vendo essa abertura acontecer, como vimos anos atrás no setor de resseguros com o fim do monopólio do IRB”, recordou o especialista.

Segundo Lourenço, a nova postura da Susep garante autonomia às seguradoras e grandes mudanças no mercado. “Esperamos ampliar a oferta e a quantidade de produtos. A Resolução do CNSP para grandes riscos, que será publicada em breve permite, para cada caso, um contrato diferente. Assim, é esperado o surgimento de novas demandas. Além disso, penso que haverá o resgate de produtos que esbarraram anteriormente nas condições padronizadas da Susep, ou o desenho de ideias novas que, outrora, não saíam do papel em razão de entrave no registro dos produtos”.

Importância da modernização regulatória

O presidente da ANSP abordou ainda a importância da modernização regulatória para o desenvolvimento do mercado de seguros e comentou que o Projeto de Lei da Câmara 29/2017, em tramitação no congresso, teve sua origem em um PL de 2004 e não contempla a evolução verificada desde então .

Polido acrescentou: “já fui um forte adepto desse projeto, mas o tempo passou e o projeto ficou defasado. Ele traz coisas que não mais se justificam, como um capítulo sobre resseguro, algo totalmente inapropriado, até porque o projeto trata de contrato de seguro privado e não de resseguro”.

Na visão de Polido, o resseguro é uma operação tipicamente internacional, não fazendo sentido seu engessamento com uma tentativa de submissão a regras domésticas detalhadas, assim como o referido PL propõe. “O monopólio de resseguro durou, aproximadamente, 70 anos e, assim, qualquer retrocesso neste particular não é bem-vindo”, ressaltou.

Como fica a corretagem de seguros

Diante de indagações de corretores de seguros sobre o papel da categoria na distribuição desses produtos, Polido destacou: “o corretor está em absolutamente tudo. Esse processo está sendo feito na visão do consumidor, que paga o prêmio e o serviço de corretagem. As mudanças estão aí, a questão é que haverá mais demanda por conhecimento e especialização do corretor, certamente. A posição de quem atua com produtos padronizados, e se posiciona como mero intermediário, não vai funcionar. Esse corretor não vai mais falar apenas de preço, mas analisará e falará de riscos e de coberturas, destacando as diferenças dos produtos de cada companhia. Naturalmente, todos terão de passar por uma reciclagem e está na hora de acordar, de fazer treinamentos e buscar sua promoção individual”, disse Polido.

Lourenço também ressaltou a importância dos trabalhos da Susep para os corretores. “O processo de mudança é para todos. Criou-se uma ideia de que a Susep maltrata os corretores e isso não é verdade. Eles têm um papel fundamental, mas vão precisar passar por adaptação. Criamos um sistema de corretores que viabilizou um recadastramento nacional, com segurança da informação, carteira digital, reconhecimento facial, algo que está no caminho desse processo de modernização. Aqueles que se adaptarem mais rapidamente a essas mudanças estarão em destaque. Existe o receio, mas o momento traz grandes oportunidades”.

Sintonia do Seguro estreia na rádio Nova Brasil

Sintonia do Seguro - AXA e Alper

Fonte: AXA

O boletim Sintonia do Seguro estreou esta semana durante o programa jornalístico matinal da Rádio Nova Brasil, que é transmitido para 350 cidades brasileiras, a partir de 11 praças de atuação, incluindo seis capitais: São Paulo, Rio de Janeiro, Brasília, Salvador, Recife e Fortaleza. A ação é fruto de uma parceria de conteúdo entre a Alper Corretora de Seguros e a AXA no Brasil.

Os boletins têm duração de um minuto, vão ao ar às segundas, quartas e sextas e tem como objetivo levar aos ouvintes conteúdo do universo do seguro de um jeito leve, descomplicado e sempre muito conectado às pautas do momento. A curadoria das informações e a narração são realizadas por Ilan Kajan, Diretor de Riscos Corporativos da Alper, e Igor Di Beo, Vice-presidente de Subscrição, Comercial e Marketing da AXA no Brasil  

“Estou muito entusiasmado com essa parceria e com a oportunidade de levar, com uma linguagem do “dia a dia”, a importância do seguro para as empresas e pessoas. Ao nos identificarmos com as situações, naturalmente ficamos mais conscientes, buscando proteção em todos os âmbitos da vida”, afirma Ilan Kajan.

Para Igor, a trilha de conteúdo, assinada pela AXA e pela Alper, beneficiará o segmento como um todo, contribuindo para fixação da marca e abrindo portas para novos negócios. “Temos a ambição de acelerar o crescimento da companhia, e uma marca bem posicionada é fundamental nesse processo. Os boletins têm viés de conteúdo e prestação de serviços que tem tudo a ver com a nossa proposta de valor para parceiros e consumidores”, finaliza. 

Zurich lança pagamento instantâneo de indenizações de seguros

zurich visa direct

Fonte: Zurich

A Zurich no Brasil, a Cielo e a Visa fecharam parceria para viabilizar o lançamento no país da primeira operação de transferências instantâneas de indenizações de seguros envolvendo cartões de débito. A solução, que utilizará a plataforma Visa Direct, permitirá reduzir o tempo para o segurado receber a indenização após a aprovação da Zurich, de cinco dias úteis para até 30 minutos nos emissores habilitados com essa funcionalidade.

Inicialmente, o projeto, inovador e pioneiro no mercado brasileiro, será com seguro viagem (Zurich Viagem) e estará disponível no piloto para os clientes Zurich portadores de cartões de débito Visa que solicitarem reembolso das coberturas de Atraso de Voo e Despesas Farmacêuticas. Uma vez escolhido o recebimento na conta do cartão de débito, o cliente receberá e-mail com a confirmação de que o seu pedido de reembolso foi aprovado e o link para inserir os dados do cartão para que seja creditado o valor.

De acordo com Fabiano Lima, diretor de Vida, Previdência e Capitalização da Zurich no Brasil, o projeto posiciona a companhia entre as mais ágeis no atendimento aos segurados. “A solução otimizará indenizações a clientes e reduzirá os custos transacionais de pagamentos. Do ponto de vista dos clientes e dos parceiros de negócios, a indenização é paga em tempo recorde.”

O executivo antecipa que a companhia planeja expandir a solução Visa Direct para outras 34 coberturas reembolsáveis do seguro viagem, e para outros produtos como seguro auto, seguros para Pequenas e Médias Empresas e outras linhas de negócios aderentes a esse meio de pagamento.

Percival Jatobá, vice-presidente de Soluções e Inovação da Visa do Brasil, explica que a plataforma Visa Direct permite que transferência financeira instantânea seja feita entre a empresa e o cliente para uma credencial de pagamento Visa. A solução já está disponível em 30 países e tem auxiliado no ressarcimento de indenizações aos segurados em casos de emergências, principalmente no exterior.

“Em 2020, a Visa registrou um crescimento 20 vezes maior do número de transações com Visa Direct na América Latina e no Caribe em comparação ao ano anterior. Isso mostra que os pagamentos instantâneos ganham cada vez mais espaço no mundo. O Visa Direct vai possibilitar duas coisas fundamentais para os clientes da Zurich: praticidade e ainda mais segurança. Essa é uma parceria que deve virar tendência à medida que as pessoas experimentarão também o quão simples será a usabilidade”, conta Percival Jatobá.

“Estamos orgulhosos por participar dessa iniciativa inovadora em conjunto com a Zurich e a Visa. Demonstra a capacidade de a nossa companhia prover soluções de tecnologia para o mercado compatíveis com as necessidades dos clientes neste momento de contínua transformação digital”, diz Francisco dos Santos, head da Cielo Fintech. Ele lembra que a Cielo foi a credenciadora de cartões pioneira no Brasil em viabilizar pagamentos instantâneos por meio do Visa Direct, atendendo aos mais rigorosos padrões de segurança, também presentes no serviço de indenização de seguros lançado agora. 

Rosana Passos de Padua é a nova CEO da Coface

rosana coface
rosana coface

Rosana Passos de Padua assumiu como CEO da Coface, em substituição a Marcele Lemos, que foi nomeada Chief Operation Officer (COO) da região da América do Norte a partir do dia 1º de maio, após 20 anos, dos quais os últimos dez foram como CEO da Coface no Brasil.

“Foi com imenso prazer que aceitei o desafio de comandar a empresa líder do mercado de seguro de crédito no Brasil. Quando recebi o convite me senti muito desafiada e lisonjeada, mas não pensei duas vezes em encarar essa jornada. Tenho certeza de que minha bagagem profissional e a equipe maravilhosa construída pela Marcele me ajudarão a manter a Coface Brasil no topo do mercado, além de ampliar os negócios da companhia e fortalecer a marca”, afirma Rosana.

Rosana é graduada em Matemática, com MBA em Finanças e Riscos, e Mestre em Ciências Atuariais e Contábeis. Rosana possui quase 40 anos de experiência profissional em finanças, crédito, gestão de riscos, planejamento estratégico, M&A, seguros e resseguros, governança corporativa (auditoria, controles internos e compliance) e recursos humanos em grandes empresas multinacionais. Antes de ingressar na Coface, a executiva foi CFO da Lavoro Holding (Grupo Pátria) e, antes disso, diretora de Governança Corporativa do Grupo da Companhia Siderúrgica Nacional (CSN). Ela também ocupou vários cargos seniores na BASF, incluindo Diretoria Financeira e Business Controller, onde implementou um programa de gestão de crédito de sucesso, apoiado pela Coface, que obteve o Prêmio de Excelência em Risk Management da BASF Alemanha.

Icatu Seguros registra faturamento de R$ 8,4 bilhões em 2020

Luciano Snel presidente Icatu Seguros_0287

Fonte: Icatu

Em um ano extremamente desafiador para o ambiente de negócios, a Icatu Seguros manteve seu histórico de crescimento. Preparada para o cenário de queda de juros – e colhendo frutos dos investimentos em parcerias de longo prazo, novos negócios e projetos de tecnologia e inovação -, a companhia apresentou resultados operacionais robustos em Vida, Previdência e Capitalização. Seu faturamento em 2020 foi de R$ 8,4 bilhões, mantendo ROE (retorno sobre o patrimônio) acima de 20%. 

A companhia atingiu R$ 642 milhões em resultado com operações de seguros, e lucro de R$ 292,4 milhões – o segundo melhor ao longo de sua trajetória. O patrimônio líquido da seguradora chegou a R$ 1,7 bilhão, crescimento de 23% em relação a 2019. 

Entre os fatores que impulsionaram o resultado positivo está o incremento no faturamento de Vida e contribuições em Previdência – o que demonstra que a pandemia de Covid-19 mobilizou as pessoas em torno do planejamento financeiro e da proteção da família. Outro fator foi o crescimento de 51% em Capitalização, impulsionado por uma estratégia de aquisição de carteiras.

“Nosso propósito nunca foi tão necessário para nossa sociedade como nos dias atuais: nós trabalhamos para contribuir com um Brasil em que as pessoas e famílias estejam financeiramente protegidas em todas as fases de suas vidas”, afirma o presidente da Icatu Seguros, Luciano Snel. “Diante de uma vida cada vez mais longeva, os produtos de Previdência tornaram-se indispensáveis para o planejamento do futuro, e agora as pessoas também já percebem o seguro de Vida como um investimento. Associados, esses produtos oferecem uma proteção completa e poderosa, que permite blindagem patrimonial e reequilíbrio diante da vulnerabilidade da vida”, explica Luciano Snel.

A companhia retornou para a sociedade R$ 900 milhões em pagamentos de renda, benefícios e sorteios.  A Icatu começa 2021 – ano em que completa 30 anos de operação – com cerca de 8 milhões de negócios ativos.

A Icatu tem como importante pilar ser uma empresa multicanal para ampliar sua capilaridade pelo país e democratizar o acesso a produtos de proteção e planejamento financeiro. Com o fortalecimento de parcerias estratégicas, a companhia atende milhares de clientes por meio de seus mais de 1.900 funcionários, 38 filiais, e parceiros comerciais como bancos, cooperativas de crédito, plataformas digitais e varejistas, além de sua força consultiva, com mais de 14 mil corretores. 

Valorização dos Corretores: venda consultiva e especializada 

A Icatu entende que o corretor é um parceiro fundamental para acompanhar a jornada dos seus clientes e, por isso, estimula seu papel de consultor no processo de sensibilização, de estímulo à cultura da proteção e na democratização do acesso às soluções de planejamento financeiro existentes no mercado. Durante a pandemia e período de trabalho remoto, a Icatu ampliou seus projetos de capacitação e investiu em ações para facilitar o trabalho dos corretores e aumentar a previsibilidade de seu fluxo de caixa, por exemplo, agilizando a aceitação e implantação de propostas, e a comercialização de produtos de forma online.

A empresa vem aprimorando de forma constante suas ferramentas de suporte às vendas, como forma de contribuir para que seus corretores e novos parceiros tenham autonomia, agilidade e conhecimento – sobretudo de forma mais dinâmica e flexível. Ano passado, por exemplo, a Icatu fez um upgrade tecnológico importante para o Educatu (plataforma online de treinamento gratuito), que agora conta com uma versão desenvolvida e adaptada para mobile, além de aplicativo. 

A companhia também oferece a Casa do Corretor, plataforma virtual da Icatu desenvolvida exclusivamente para esses profissionais, com todas as ferramentas de apoio e orientação comercial necessárias para o dia a dia de sua atividade. Para garantir a evolução contínua da plataforma, a Icatu conta ainda com uma equipe multidisciplinar com conhecimento em Experiência Digital.

Investimentos em tecnologia e inovação

A companhia investiu mais de R$ 120 milhões em tecnologia e inovação, consolidando, por exemplo, projetos de transformação digital e Portal de APIs.

Atualmente, há projetos de inovação cooperada com parceiros e equipes multidisciplinares voltados para o desenvolvimento de novas experiências, projetos de cultura de inovação na empresa e pesquisas para diagnóstico e melhorias em produtos e serviços.

“O desafio das seguradoras em todo o mundo tem sido criar novas experiências e ofertas mais simples e intuitivas, em todos os pontos de contato, proporcionando mais conveniência aos clientes, parceiros e corretores”, diz Luciano Snel.

Em 2020, a Icatu inaugurou novos escritórios pelo Brasil e, em abril deste ano, é a vez da matriz ganhar uma casa nova. Muito em linha com sua estratégia ASG, a Icatu vai ocupar um edifício green building, e desenvolveu todo seu projeto para os novos espaços com base em pilares de colaboração e sustentabilidade, contando também com a Certificação LEED ® GOLD. 

Para dar suporte ao crescimento, a seguradora fechou 2020 com a contratação de quase 400 novos funcionários, mesmo durante a pandemia, e pretende continuar crescendo este ano, sobretudo nas áreas de tecnologia. 

Desempenho nos segmentos 

Com o objetivo de atender a todos os perfis de clientes, a Icatu lançou 63 novos fundos – média de mais de um por semana – tornando seu marketplace de Previdência o mais robusto e diversificado do mercado. São 330 fundos e mais de 100 gestores renomados do país. Em Previdência Privada, as provisões técnicas atingiram a marca de R$ 43,5 bilhões de ativos – 10,9% a mais que no ano anterior – e a captação líquida do ano foi de R$ 2,6 bilhões.

No segmento de Vida, a companhia cresceu por meio de parcerias estratégicas e fechou o ano com faturamento de R$ 2,4 bilhões, o que representa um aumento de 13% em relação a 2019. Destaque de crescimento também para o Canal Corretor, com produtos de Vida Individual e voltados para pequenas e médias empresas (PMEs), o que representa um aumento de 25%, se comparado ao ano anterior. 

Em Capitalização, com faturamento na ordem de R$ 2,0 bilhões, foram pagos mais de R$ 75,3 milhões em sorteios pelo país. A Icatu é uma das maiores empresas desse segmento no Brasil, com 8,5% de market share. Em 2020, consolidou a joint venture Rio Grande Capitalização, alcançando R$ 900 milhões em reservas, e se prepara para dar início à joint venture formada no ano passado com a Caixa Seguridade. A partir de abril deste ano, a seguradora passará a oferecer com exclusividade produtos de capitalização que atendam aos diferentes perfis de clientes da Caixa. Os produtos serão distribuídos em todos os canais da Caixa Econômica Federal.

O patrimônio administrado pela Icatu Fundos de Pensão – uma das linhas de negócios da Icatu Seguros, especializado no segmento de administração de planos de previdência complementar – somou R$ 3,7 bilhões. O segmento é responsável pela gestão de cinco planos instituídos e 41 planos do fundo Icatu Multipatrocinado (Icatu FMP), que completa 25 anos este ano. A Icatu Fundos de Pensão possui 100 patrocinadoras e instituidores, além de 88 mil participantes.

Rio Grande 

Maior seguradora de pessoas com matriz no estado do Rio Grande do Sul, a Rio Grande Seguros e Previdência – joint venture entre o Banrisul e a Icatu Seguros – apresentou faturamento de R$ 1,2 bilhão e lucro de R$ 82,3 milhões. Atualmente, a seguradora possui 14,3% de market share do segmento de Vida no estado. 

Icatu Vanguarda 

Gestora de recursos do Grupo Icatu, a Icatu Vanguarda superou R$ 30,8 bilhões em ativos sob administração em 2020, de acordo com o ranking de gestoras da ANBIMA. Esse número representa um aumento de 31% em relação ao ano de 2019. Já a receita da companhia atingiu R$ 91,8 milhões, alcançando um crescimento de 25%. A empresa fechou o ano passado com mais de 53 mil cotistas – alta de 8% em relação a 2019. Destaque para a superação da marca de 150 clientes institucionais. Em 2020, a Icatu Vanguarda manteve o rating MQ1 (Excelente) da Moody’s, reafirmado pela boa performance dos fundos, com filosofia de investimento disciplinada, equipe experiente e solidez do controlador.

Swiss Re anuncia redução de carbono para carteira de investimentos

Christian Mumenthaler Swiss Re

A Swiss Re anunciou hoje novas medidas para apoiar a transição para uma economia zero carbono, abrangendo tanto a gestão de ativos quanto a subscrição, bem como suas próprias operações. “As mudanças climáticas continuam sendo o maior desafio que enfrentamos como sociedade. As apostas são altas e requerem atenção imediata. Associar-se a emissões líquidas zero até 2050 e definir metas climáticas concretas são primeiros passos importantes. O que precisa acontecer agora é ação. Estamos avançando em todas as áreas do nosso negócio para acelerar a transição para o carbono zero“, disse o CEO do Grupo Swiss Re, Christian Mumenthaler.

Como membro fundador da Net-Zero Asset Owner Alliance, organizada pelas Nações Unidas, a Swiss Re se comprometeu a fazer a transição de seu portfólio de investimentos para emissões líquidas de gases de efeito estufa até 2050.

Entre as metas, a Swiss Re anunciou:

  • – Meta de redução da intensidade de carbono para 2025 de 35% para títulos corporativos e carteira de ações listadas; carteira de imóveis diretos já à frente do caminho de 1,5 ° C em 2025.
    – Objetivo de longo prazo de saída dos ativos baseados no carvão para a carteira até 2030.
    – A Swiss Re se envolverá sistematicamente com empresas de portfólio no desenvolvimento de estratégias climáticas como parte de uma estrutura de envolvimento mais ampla.
    – Meta de aumentar os investimentos em infraestrutura renovável e social em US$ 750 milhões. Além disso, meta de expandir a exposição a títulos verdes, sociais e de sustentabilidade para US$ 4 bilhões até o final de 2024 (de US $ 2,6 bilhões no final de 2020).
    – A Swiss Re apresentará um relatório anual sobre o progresso em direção às metas.
    – As metas se baseiam na redução já substancial das intensidades de carbono nos títulos corporativos da Swiss Re e na carteira de ações listadas de cerca de 30% entre 2015 e 2018.

Leia mais detalhes no portal da Swiss Re

Sompo contrata Daniel de Rosa como diretor executivo de TI

Daniel de Rosa - GRUPO SOMPO I

Fonte: Sompo

O Grupo Sompo acaba de contratar Daniel de Rosa como novo diretor executivo de Tecnologia da Informação no Brasil. O executivo, que atua há mais de 30 anos no setor de TI em cargos de liderança em seguradoras, bancos e consultorias de mercado; chega para contribuir com as estratégias de expansão do market share e a abrangência de atuação do grupo segurador no mercado nacional.   

“O Grupo Sompo é reconhecido no mercado por conta dos investimentos em inovação que vem implementando nos anos recentes. Pretendo contribuir para que o grupo continue a desenvolver novas soluções que, além de serem reconhecidas pela inovação, também tragam mais eficiência e incrementem a jornada dos clientes junto à companhia”, destaca Daniel de Rosa.

Daniel de Rosa conta com mais de três décadas de experiência na área de Tecnologia da Informação, com atuação em empresas nacionais e estrangeiras dos setores de Serviços Financeiros, Indústria Automotiva, Pesquisa de Mercado e Consultoria. Liderou gestão global de TI e em áreas multifuncionais como Processos, Operações, Segurança da Informação e Prevenção a Fraudes. Como executivo, liderou processos de estruturação das áreas de TI e Negócios localmente e no exterior, desenvolveu planejamentos estratégicos de TI alinhado à estratégia das companhias, além de comandar migrações de Datacenter, reestruturações de processos de Operações com foco em eficiência e grandes projetos no mercado financeiro e de seguros. É graduado em Ciências da Computação (Universidade São Judas Tadeu). Em entidades representativas, já ocupou a posição de Membro e Presidente do Conselho de Tecnologia da CIP (Câmara Interbancária de Pagamentos) e Coordenador da Febraban no GT de Mensagens do Sistema de Pagamentos Brasileiro (SPB) do Banco Central do Brasil.

“O grupo Sompo investe em infraestrutura e inovação na área de TI há anos, com foco estratégico em dinamizar negócios e agregar valor no relacionamento com parceiros de negócios e segurados. Daniel de Rosa é um profissional com ampla vivência de mercado e sua chegada traz um olhar mais estratégico na condução dos investimentos que devem ser implementados nos próximos anos”, destaca Alfredo Lalia Neto, CEO do Grupo Sompo no Brasil.