Mudança no comando da Seguradora Líder

dpvat

A Seguradora Líder conta com um novo Diretor-Presidente. Leandro Martins Alves, nomeado em 31 de março, será o sucessor de José Ismar Alves Tôrres. O estatuto do Consórcio DPVAT define prazos para a atuação dos Diretores Estatutários e limites de idade para os ocupantes desses cargos. Como Tôrres completou 66 anos em março, o Conselho de Administração nomeou Leandro Martins para a posição. 

José Ismar Alves Tôrres assumiu a gestão da Seguradora Líder em dezembro de 2016 e, em pouco mais de quatro anos, liderou uma série de transformações na gestão do Seguro DPVAT, especialmente nas áreas de simplificação e celeridade dos processos; controles internos e compliance; e combate às fraudes.

Leandro Martins Alves era, desde junho de 2020, o presidente do Conselho de Administração da Seguradora Líder. Formado em Engenharia Civil e com MBA em Formação de Altos Executivos pela Universidade de São Paulo, Leandro já ocupou várias posições executivas em empresas como o Banco do Brasil, Brasilprev, Companhia Aliança do Brasil, BB Americas e na Petrobras.

A presidência do Conselho de Administração da Seguradora Líder passou a ser ocupada interinamente por Sven Will, executivo que já exercia o cargo de Vice-Presidente do Conselho.

Fairfax cresce 60% no 1° trimestre de 2021 e quer ir além com uso de dados no campo e plataforma digital

bruno Camargo fairfax

As seguradoras especializadas em grandes riscos se reinventam com a falta de investimentos em projetos de infraestrutura desde 2014, ápice das investigações da Lava Jato, que paralisaram novos projetos e muitos dos que estavam em andamento, desencadeando uma drástica redução de negócios para essas seguradoras. A saída foi diversificar a atuação, como fez a subsidiária local da canadense Fairfax. “Neste primeiro trimestre de 2021 crescemos 60% comparado ao mesmo período de 2020”, comemora o CEO Bruno Camargo, em entrevista ao blog Sonho Seguro.

Em 2009, a Fairfax decidiu começar do zero no Brasil. Depois de estudar aquisições locais, o grupo achou um grupo de executivos regressos do Itaú que havia tomado a decisão de não atuar mais em grandes riscos. “Jaques Bergman que liderava grandes riscos no Itaú e eu apostamos em montar a start-up e temos muito orgulho do que construímos”, comenta Bruno Camargo, que assumiu o comando da Fairfax no Brasil em 2016. Bergman hoje é consultor da seguradora. 

A companhia diversifica sua atuação aos poucos. A estratégia vai além de entrar em outros ramos, como agronegócios e afinidades, com a parceria estratégica com empresas que agregam serviços essenciais como com a Farmers Edge. Em 2020, a Fairfax concluiu a implementação de 150 estações meteorológicas no campo em parceria com a Farmers Edge. A iniciativa permite que a seguradora tenha acesso aos dados coletados por um total de 600 estações meteorológicas espalhadas pelo Brasil. Essas estações estão instaladas em áreas de cooperativas parceiras da Fairfax, entrepostos de recebimento de grãos, fazendas experimentais e em áreas de agricultores clientes da seguradora. 

“Estamos mudando a forma de trabalhar. Acreditamos que podemos mudar a percepção que os consumidores têm de seguro. Queremos prestar um serviço que traga aos clientes a certeza de que fizeram um bom negocio ao comprar uma apólice que os protege e os ajuda nos momentos mais difíceis”, conta Bruno, que nos últimos três anos virou adepto da meditação e do esporte para manter o equilíbrio diante do desafio de empreender no Brasil. “Temos uma estrutura de Recursos Humanos na seguradora que inclui profissionais de diversas áreas para ajudar as pessoas desenvolverem diversos aspectos da vida, do pessoal até o cientifico”, conta. 

Ao conscientizar a equipe sobre uma novo jeito corporativo, os projetos começam a dar frutos. O grupo tomou a decisão, mundial, de doar 2% do ganho para projetos comunitários onde tem presença. No Brasil, por exemplo, as doações vão desde ambulâncias para pequenas cidades com forte presença na venda do seguro agro a aulas de inglês e de tecnologia para cooperativas e produtores lidarem com o desafio da sucessão do negócio com os filhos buscando desafio nas cidades grandes. “Com a tecnologia já presente no campo, os produtores precisam aprender a lidar com as várias novidades em equipamentos. Neste período de pandemia, muitas vistorias para aceitação do seguro ou pagamento de indenizações foram feitas pelo próprio cliente, com o envio de imagens e dados”, conta.

É trabalhoso mudar o mindset, mas vale a pena, afirma o CEO da seguradora que já pertence ao grupo das 20 maiores do Brasil. Apesar da crise social e econômica provocada pela Covid-19, a Fairfax Brasil atingiu receita de prêmios de seguro emitidos líquidos no valor de R$ 1,22 bilhão em 2020, o que representou crescimento da ordem de 50% em comparação com 2019, que registrou produção de R$ 818 milhões. No ano passado, o total das provisões técnicas da companhia foi de R$ 2,15 bilhões, enquanto o patrimônio líquido totalizou R$ 401,8 milhões. O total de ativos alcançou R$ 3,4 bilhões contra 2,4 bilhões no exercício anterior. 

Segundo ele, em março do ano passado foi tomada a decisão de garantir aos colaboradores a manutenção de seus cargos e posições com um comunicado global afirmando que nenhum colaborador seria desligado por conta da pandemia e foi imediatamente instalado um comitê de crise com calls diários analisando a situação do momento e tomando as devidas ações necessárias. “Com o ambiente de segurança e autonomia, melhoramos a comunicação, revisitamos estratégias e o que parecia crise tornou-se oportunidade”, comemora Camargo.

A maioria das linhas de negócios registrou alta. No segmento de seguros de danos e responsabilidades, ou Property&Casualty (P&C), a seguradora registrou vendas de R$ 509 milhões em 2020, alta de 82% em comparação com 2019. Agronegócio superou R$ 271 milhões, avanço de 113%. Linhas financeiras registrou vendas de R$ 293 milhões.

Outros segmentos, como o de Transportes (R$ 122,6 milhões), registraram crescimento limitado em decorrência da baixa atividade econômica. Mesmo assim, mantiveram volume de produção equivalente ao ano anterior com melhora nos resultados. Além do aumento em volume de prêmios recorde, a sinistralidade também foi controlada e a seguradora fechou 2020 com lucro líquido de R$ 48 milhões contra R$ 75 milhões de 2019. Esse resultado foi impactado pela marcação a mercado da carteira de investimentos, consequência da queda  prejudicada pela redução das taxas de juros e a forte oscilação do mercado de capitais no ano passado. “Obtivemos um incremento no resultado técnico de seguros, com índice combinado de 95%. Mesmo com o cenário econômico causado pela pandemia terminamos o ano com o retorno sob o capital de 12%”, diz Camargo.

A Fairfax também tem usado a tecnologia e os investimentos na captação de dados via satélite e análise das informações para uso de toda a cadeia do agronegócios, desde qual o melhor momento de plantio até o preço da soja para a exportação por meio de derivativos. “Os dados dos satélites agregam valor à toda a cadeia”, diz ele, que fechou uma parceria com o Itaú e negocia com a XP para se ter um processo menos oneroso com a mitigação de riscos que a inteligência de dados permite. “Nosso objetivo é usar as informações para melhorar o processo para todos os participantes da cadeia. O produtor tem um custo menor, o seguro mitiga o risco, as cooperativas conseguem mais negócios e até o mercado de derivativos de soja, por exemplo, ganha com este modelo mais preditivo do clima”, enfatiza.

Para 2021, o executivo espera obter o mesmo índice de crescimento com investimentos em tecnologia e também ao ofertar produtos inovadores diante da liberdade dada pela Superintendência de Seguros Privados (Susep) com as novas regras para seguros de danos e de grandes riscos. “Nosso esforço é ir além, impulsionados pela nova plataforma digital prevista para estar a todo vapor no segundo semestre deste ano”, afirma. Já em teste piloto, o novo canal de vendas vai explorar todos os produtos das linhas de negócios para atender os corretores com este conceito de evolução. 

Bolsonaro sanciona Lei de Licitações e começa a valer novo seguro garantia

O presidente Jair Bolsonaro sancionou com vetos a nova Lei de Licitações. A sanção foi publicada no dia 1º de abril à noite em edição extraordinária do Diário Oficial da União. A proposta cria modalidades de contratação, exige seguro-garantia para grandes obras e tipifica crimes relacionados ao assunto. O estabelecimento de seguro-garantia para as licitações poderá contribuir para a redução de obras inacabadas, aposta o governo. Para serviços ou obras de “grande vulto”, com valor estimado acima de R$ 200 milhões, poderá ser exigido um seguro-garantia de até 30% do valor inicial do contrato. Se a empreiteira não terminar o projeto, a seguradora faz isso ou ressarce o órgão público.

As regras do seguro garantia para obras públicas vão do artigo 96 até o 102 da Lei. Uma das grandes expectativas de executivos do setor era se o presidente iria excluir a palavra “até” no tocante ao valor da garantia apresentada de 30% sobre o valor inicial do contrato, no artigo 99. Isso porque, segundo entendimento do setor, a palavra “até” pode dar margem para empresas apresentarem 5%, valor inviável para cobrir todas as responsabilidades que a nova lei impõe ao setor de seguros.

Segundo a Agência Brasil, um trecho que previa condições especiais em leilões que envolvam empréstimos de agência oficial de organismos internacionais foi vetado. O texto aprovado pelo Congresso previa que uma autoridade superior poderia autorizar as condições especiais na contratação mediante despacho, mas o Palácio do Planalto entendeu que a medida contraria o interesse público.

Segundo a justificativa do veto, a exigência do despacho deve ser da autoridade superior do órgão que executa o programa ou o projeto, não da autoridade superior do órgão que representa o mutuário, no caso o órgão que contraiu empréstimos internacionais.

Bolsonaro também vetou o artigo que estabelecia que os valores de referência dos itens de consumo comprados pelos órgãos públicos não poderiam ser maiores que os valores de referência do Poder Executivo. Para o governo, isso violaria o princípio da separação dos Poderes.

Aprovada no início de março pelo Senado, a nova Lei de Licitações estabelece cinco tipos de licitação para a União, os estados e os municípios: concorrência, concurso, leilão, pregão e diálogo competitivo. Além do critério de menor preço, a legislação prevê critérios de melhor técnica ou conteúdo artístico, maior retorno econômico, maior desconto e lance mais alto.

Introduzida pelo novo marco regulatório, a categoria de diálogo competitivo permite concorrências com potenciais competidores selecionados com antecedência. O modelo é inspirado em experiências internacionais.

A lei também prevê a criação do Portal Nacional de Contratações Públicas, página que agrupará informações sobre licitações e contratações de todas as esferas de governo (federal, estadual e municipal). Em relação às irregularidades, foi inserido um capítulo específico sobre crimes em licitações e em contratos administrativos, com penas para os envolvidos.

O novo marco estabeleceu um cronograma de transição de dois anos para a nova legislação entrar plenamente em vigor. Nesse período, as licitações poderão ser realizadas com base nas atuais Lei de Licitações, Lei dos Pregões, Lei do Regime Diferenciado para que os órgãos públicos se adequem às novas regras. Após esse prazo, passará a valer exclusivamente o novo modelo.

CNseg comprometida em promover a Diversidade e Inclusão

Solange Beatriz cnseg

Fonte: CNseg

Empenhada em desenvolver iniciativas em prol da Diversidade e Inclusão, a Confederação Nacional das Seguradoras – CNseg vai realizar treinamentos para todos os seus gestores e funcionários sobre o tema, a partir do dia 5 de abril. A Diretora-Executiva Solange Beatriz Palheiro Mendes lembra que já vem sendo realizada uma série de ações a respeito, dando amplitude ao tema.

Ela destaca a criação, em 2019, do Dia da Diversidade e Inclusão no Setor de Seguros – comemorado em 25 de setembro. “Estamos alinhados com o que outras empresas também fazem. Sabemos que um ambiente mais inclusivo estimula a geração de soluções inovadoras, tão relevantes para um bom resultado das instituições. E essa transformação depende de todos, cada um fazendo a sua parte e a CNseg propiciando o ambiente adequado para que essa transformação ocorra”, afirma. 

Criado em 2017, o GT Diversidade e Inclusão, que hoje faz parte da Comissão de Recursos Humanos da CNseg, é uma das principais fontes de propostas em prol do desenvolvimento de um setor de seguros mais igualitário e preparado para oferecer produtos e serviços para uma sociedade igualmente diversa. Fórum de compartilhamento de boas práticas e o desenvolvimento de pesquisas e estudos sobre o tema, o GT propôs a criação da “Cartilha de Diversidade do Setor de Seguros”, em 2017. 

Outra iniciativa já anunciada será a realização de um censo inédito, no âmbito da CNseg, para aferir a diversidade de gênero, de raça e de sexo do seu quadro de funcionários. A pesquisa servirá de base para a Confederação estruturar um plano de ação interno, que espelhe as melhores práticas do mercado em favor da Diversidade e da Inclusão Social.

Mais de 1.350 estudantes já se inscreveram no programa de inovação do IRB Brasil RE

Lucas Mello, diretor de Clientes, Inovação e Marketing do IRB_

O Insurtech Innovation Program, que é uma parceria do IRB Brasil RE e MAG Seguros com a PUC Rio, completou três anos com muitas conquistas e chega a sua 4ª edição neste ano. O programa visa desenvolver alunos de graduação em conhecimentos de inovação e ferramentas tecnológicas como inteligência artificial, machine learning, internet das coisas e blockchain. A partir disso, o Insurtech incentiva a busca por soluções que possam contribuir com o mercado de seguros e resseguros a partir de diferentes temas, como longevidade, relacionamento com o cliente e novos produtos. 

O blog Sonho Seguro conversou com Lucas Mello, diretor de Clientes, Inovação e Marketing do IRB Brasil RE, para contar quais as conquistas, desafios e expectativas para 2021. Acompanhe a entrevista.

Quais foram as principais ações?

O Insurtech Innovation Program é o primeiro programa com foco exclusivo no mercado segurador e ressegurador brasileiro, criado com a estratégia de inovação aberta (open innovation), que consiste em um processo colaborativo de troca de conhecimento alinhado aos melhores preceitos de uma agenda de inovação. O programa conta com um tripé promissor que congrega os conhecimentos de estudantes universitários de diversos cursos e regiões, as habilidades acadêmicas e científicas de uma das maiores universidades do país: a PUC-Rio, a especialidade de um grande grupo segurador com atuação no Brasil: MAG Seguros, e o conhecimento histórico do IRB Brasil RE. Dessa forma, os projetos são desenvolvidos com um alto padrão de qualidade e grande potencial de impacto no crescimento do setor. Após esses três anos, podemos comemorar a ampliação do ecossistema de inovação, com alcance dos projetos desenvolvidos aos nossos clientes, que são as seguradoras do mercado, em forma de serviços, novas coberturas ou aprimoramento no processo de precificação. No último ciclo do programa, um dos projetos desenvolvidos teve suas hipóteses testadas com mais de quinze seguradoras do mercado. Comemoramos também a aproximação com mais de cinco clientes finais, dos mais diversos setores da economia, como exemplo, uma empresa do setor de cosméticos.

Quantas insurtechs participaram?

Esse é um programa com foco em soluções para os clientes. Mais de 1.350 estudantes já se inscreveram no programa e enfrentaram um processo seletivo. 92 estudantes de mais de 62 cursos universitários diferentes e de 64 instituições de ensino foram selecionados ao longo dos ciclos. Todos os estudantes e profissionais que passam pelo programa são expostos a uma agenda dinâmica e intensa de treinamentos e troca de conhecimento, o que contribui para o desenvolvimento de talentosos profissionais para o futuro do mercado de trabalho do setor. A maturidade adquirida ao longo dos três anos do programa se expande para as diversas áreas internas do IRB Brasil RE, o que propicia o acesso por mais de 400 profissionais à oxigenação criativa, à mudança de mindset, ao pensamento criativo e às tecnologias mais disruptivas que existem.

Quantas ideias foram selecionadas?

Dos 49 projetos desenvolvidos no programa entre 2018 e 2019, 11 já foram priorizados, o que já equivale a uma taxa média de continuidade de 22% das soluções entregues. Em relação à edição 2020, 22 novos projetos foram apresentados e seguem em fase final de avaliação. Atualmente, mais de 30 Minimum Viable Products (MVP) compõem o pipeline de projetos inovadores para o IRB Brasil RE.

Cite tres deles.

Como exemplo, podemos citar três projetos com escopos bem distintos, o que reforça a característica abrangente e multidisciplinar no programa.

·    CatHazard – a partir de um painel interativo e amigável, a solução possibilita avaliar diversos indicadores e cenários que contribuem para que as análises diárias de catástrofes sejam realizadas de forma rápida e on-line;

·    GoldenHog – solução aplicada ao setor de suinocultura para criação e monitoramento de índice no âmbito do seguro paramétrico; e

·    Kangoo – produto on demand para cobertura de vida em nichos específicos da sociedade.

Quantas viraram realidade?

Atualmente, seis projetos do programa estão sendo desenvolvidos internamente pelo IRB Brasil RE de forma independente ou agregados a outros projetos maiores em andamento na companhia.

Quais você destaca?

Podemos destacar o CatHazard, que já está com sua primeira etapa implementada, trazendo ganhos no controle de exposição dos riscos do nosso portfólio. Para as etapas seguintes, estão previstas algumas ações: a inclusão de camadas adicionais de informação, o geoposicionamento dos sinistros e alertas em tempo real sobre catástrofes a partir de dados estruturados e não estruturados.

A metodologia segue o padrão interno de entregas faseadas, o que gera quick-wins distribuídos no tempo e a percepção de geração valor das soluções já nas primeiras fases de implementação.

O que o programa tem previsto para 2021?

No início da pandemia, rapidamente adaptamos o programa para o formato virtual. Com isso, o ano já começou com a expansão da abrangência geográfica, o que ampliou o acesso a todos os estudantes universitários do país. A nova edição contará com representantes de vários estados e acreditamos que os novos olhares trarão mais diversidade e pluralidade ao programa. Em termos de diversidade territorial, o formato virtual proporcionou a inclusão regional, com candidatos de 17 estados brasileiros.

Quais as áreas de maior interesse para o IRB em inovação?

O interesse do IRB Brasil RE é desenvolver o mercado segurador e ressegurador brasileiro como um todo, portanto, todas as áreas sociais, econômicas ou financeiras do país, que são ou podem ser cobertas pelo setor, estão no nosso foco. As soluções apresentadas no programa são bastante diversas, abrangendo produtos paramétricos, soluções para as diversas linhas de negócio existentes, monitoramento de eventos catastróficos, nichos específicos da sociedade e melhorias nos processos da cadeia de valor. O programa contempla todas as linhas de negócio que o IRB Brasil RE atua com soluções que fazem uso das novas tecnologias e que estão em linha com as tendências de inovação para o mercado.

Quais as bases do programa?

A estratégia do programa consiste em uma metodologia única no mercado de seguros e resseguros de inovação aberta (open insurance) baseada em desafios (Challenge Based Learning – CBL), o que compõe um quadro técnico de profissionais de alto nível e garante os processos de externalização do conhecimento e enriquecimento das técnicas internas à cada empresa. Em um fluxo dinâmico, com um problema central (big idea) e cerca de três ciclos por ano, os projetos têm o propósito de entregar até o Minimum Viable Product (MVP), e isso só é possível a partir da figura dos mentores acadêmicos e “padrinhos” dos projetos, que são os profissionais de diversas áreas das empresas.

Além disso, uma vez priorizados, internamente no IRB Brasil RE, os projetos são avaliados por meio de métricas de inovação adequadas a cada nível de maturidade, além de estarem sujeitos a uma metodologia que segue o padrão interno de entregas faseadas, para geração de quick-wins distribuídos no tempo e a percepção de geração valor das soluções já nas primeiras fases de implementação.

A partir de uma metodologia multidisciplinar entendemos que o pioneirismo do programa impulsiona o mercado de seguros e resseguros nacional para outras agendas e parceiras inovadoras, com potencial de gerar modernidade, crescimento e capilaridade nos diversos setores sociais e da economia, dando luz à urgência dessa agenda dentro das organizações para a sustentabilidade do setor.

NEWE Seguros avança e estreia no segmento de fiança locatícia empresarial

NEWE Seguros

Depois de se consolidar como referência no mundo de agronegócios, a NEWE Seguros diversifica sua atuação em seguros financeiros. Estreou em junho de 2020 em seguro garantia e agora anuncia sua entrada no segmento de seguro Fiança Locatícia. “Somos uma seguradora especializada em nichos nos quais nos comprometemos a entregar ao corretor um serviço diferenciado, que realmente impulsione o crescimento da base de clientes (tomadores, locatários e segurados) em todo o setor”, afirma Átila Santos, superintendente de riscos financeiros da seguradora.

O seguro fiança é uma apólice na qual a seguradora garante que uma das partes seja ressarcida se a outra não conseguir cumprir com os compromissos acertados em contrato. O seguro tem como valor base o valor do aluguel + taxas (IPTU e condomínio, por exemplo). A cobertura do seguro é escolhida pelos proprietários e negociada com os inquilinos que, então, decidem, em conjunto, sobre a contratação do seguro.

A apólice é acionada quando o administrador do imóvel identifica atraso no pagamento do aluguel. O principal apelo de vendas deste seguro é dar a opção financeira para substituir o fiador. Isso livra o inquilino de pedir tal compromisso ao “amigo ou familiar”, uma vez que ele será acionado caso o inquilino deixe de pagar e, para as empresas, evita o uso do limite bancário para contratar uma fiança bancária, pagando taxas mais atrativas.

Segundo ele, há muito espaço para inovar neste segmento, tanto no empresarial como no residencial. “Este seguro é considerado uma commodity. Mas podemos agregar mais. O nosso maior investimento tem sido na comunicação, pois ela é que transmitirá aos nossos parceiros o proposito da NEWE: ser simples, ágil, transparente e prestar o melhor atendimento ao cliente”, afirma. Neste primeiro momento, a seguradora estreia na venda de seguro fiança apenas para empresas e num segundo momento, ainda não definido, atuará também na venda para pessoa física, que representa cerca de 80% das vendas do setor. A meta é que o produto chegue a representar 25% das vendas dos seguros de linhas financeiras da seguradora já no primeiro ano de lançamento.

Segundo Santos, atuar no segmento empresarial é um antigo sonho, desde a época em que se especializou em seguros financeiros durante o período em que trabalhou na Porto Seguro, seguradora líder em fiança locatícia. “O grande desafio em seguro corporativo é entender o cenário que a pandemia da Covid-19 trouxe para os clientes. Analisamos se o locatário atua em uma atividade que vai sair fortalecida no pós-pandemia, uma vez que os contratos de locação empresarial podem ter um prazo maior do que os residenciais. Nos casos em que as empresas alugam casas para seus funcionários, o contrato de aluguel segue a regra do seguro residencial, que gira em torno de três anos. Mas há outros contratos, como de armazéns ou galpões, por exemplo, considerados atípicos que são longos e ultrapassam 5 anos, período em que as Seguradoras estão acostumadas a aceitar os riscos. Esperamos que as novas regulamentações da SUSEP permitam o mercado oferecer apólices com vigências inferiores à vigência do contrato de locação. Essa mudança certamente ajudará o mercado a se desenvolver nesse setor ”, explica.

Atualmente no Brasil menos de 3% dos imóveis alugados utilizam o Seguro Fiança Locatícia como forma de garantia, sendo apenas 20% empresarial. Em 2019, mais de 13 milhões de imóveis eram alugados no Brasil ou 18,3% dos lares brasileiros. Outros pontos que aumentam o potencial de vendas do seguro Fiança Locatícia é que ele pode ser substituído pelo depósito caução e também foi beneficiado pela decisão do Supremo Tribunal Federal (STF) em negar penhora de imóvel de fiador (pessoa física) em contrato de aluguel comercial. “Isso vai incentivar o mercado a oferecer mais o Fiança Locatícia para pessoa jurídica, e as empresas vão procurar as seguradoras para isso”, acrescenta.

O volume de prêmios arrecadados do seguro Fiança Locatícia totalizou quase R$ 906 milhões em 2020, alta que superar 75% na comparação com o ano anterior. Já as indenizações pagas totalizaram mais de R$ 255 milhões, mais do que o dobre do valor registrado em 2019. “Esse mercado é um oceano azul para as seguradoras, sociedade, locador e locatário, para os corretores de seguros e para as imobiliárias”, comenta o executivo.

Para que o segmento empresarial deslanche, é preciso uma adequação no normativo regulatório. Em março de 2020, passaram a valer as novas regras contidas na Circular 587/2019 da Superintendência de Seguros Privados (Susep), que determina a vigência da apólice do Seguro Fiança Locatícia pelo prazo total do contrato de locação. Antes, as apólices podiam ser emitidas com prazo de 12 meses. Segundo Santos, essa mudança deu a sensação de que essa carteira cresceu substancialmente.

“Antes das novas regras da Susep, o prêmio era pago anualmente. Agora, a apólice é emitida com o valor total, porém, isso não significa que a seguradora está recebendo o prêmio à vista. Ela vai deferi-lo no período total do contrato. Por isso é que teve esse aumento de 75%”, esclarece Santos, que também é vice-presidente da Comissão de Riscos de Crédito e Garantia da Federação Nacional de Seguros Gerais (FenSeg).

Com o prêmio diluído ao longo do contrato de locação, o mercado está se adaptando para ter precificações e condições melhores, serviços diferenciados e opções de fiança locatícia que caibam no bolso de todos. Por outro lado, existe uma demanda reprimida. “Hoje, nenhuma seguradora consegue oferecer uma apólice de seguro para um contrato de aluguel com um prazo atípico. Há um mercado desamparado de Fiança Locatícia, porque as novas regras da Susep não permitem que as seguradoras flexibilizem a aceitação por um período inferior ao do contrato de locação. De certa forma, isso deixa de fora um grande mercado que também poderia ser explorado pelas seguradoras.”

Uma novidade que as seguradoras que atuam com seguro de Fiança Locatícia é a circular 624, divulgada no mês de março deste ano, sobre o Sistema de Registro Financeiro (SRO). Ela estabelece condições para o registro facultativo e para o registro obrigatório de operações de seguros de danos e de seguros de pessoas estruturados em regime financeiro de repartição simples.

A partir de 2 de agosto de 2021, o registro no SRO passa a ser obrigatório para as operações relativas às apólices, certificados e bilhetes dos seguros classificados no grupo de riscos financeiros, com exceção dos ramos de crédito interno e de crédito à exportação, em que a data de inicial da obrigatoriedade será 1º de dezembro de 2021. Isso significa que a seguradora terá de registrar na Susep toda a venda de seguro, registro de sinistro e conclusão do contrato no prazo máximo de dois dias. De acordo com a Susep, o SRO dará ao regulador acesso a informações das seguradoras em tempo real, facilitando o controle de riscos.

Além do seguro garantia e fiança locatícia, está no radar do grupo ingressar no médio prazo em riscos cibernéticos, e seguro de responsabilidade civil de executivo, conhecido como Directors & Officers (D&O).

IRB+Inteligência aponta que seguradoras faturaram R$ 11 bilhões em janeiro, alta de 9,7%

irb inteligencia mercado

Fonte: IRB

Pelo oitavo mês consecutivo, o mercado segurador registrou alta no faturamento, ou seja, no prêmio emitido total. Em janeiro deste ano, houve variação positiva de 9,7% em relação ao mesmo período em 2020, totalizando R$ 11 bilhões, segundo dados divulgados hoje pelo Boletim IRB+Mercado, relatório do IRB+Inteligência. O índice de crescimento do faturamento é o maior para um mês de janeiro desde 2018. Os dados revelam ainda que mais de 60% dos grupos seguradores tiveram crescimento.  

Com faturamento de R$ 2,5 bilhões, o segmento Corporativo de Danos e Responsabilidades registrou a maior variação positiva do mês (30,8%) e foi o que mais contribuiu para o desempenho do mercado. Houve alta de R$ 594 milhões em relação a janeiro de 2020. O início do ano também foi favorável para o segmento de Vida, que detém a maior participação do mercado segurador (35%). Esta modalidade de seguro acumulou R$ 204 milhões de faturamento, alta de 5,7% diante de janeiro de 2020. Os produtos de Vida Individual e Prestamista Coletivo mantiveram a evolução do último ano, com variações de 29,1% e 7,7%, respectivamente. Os seguros Rurais somaram R$ 444 milhões de faturamento, alta de 22,1%. 

De forma mais acentuada, os sinistros também recuaram com impacto positivo sobre a sinistralidade do setor: de 43,5%, em janeiro de 2020, para 41,4%, no primeiro mês de 2021. O índice que mede a proporção entre as despesas com sinistros ocorridos e o prêmio de seguro alocado no mês de janeiro de 2021 apresentou melhora de 2,1 pontos percentuais na comparação com igual período no ano anterior.  

O Boletim IRB+Mercado resume as operações de seguros a partir dos dados públicos disponibilizados pela Susep no dia 15/03, com foco nos seguros de danos, responsabilidades e pessoas. A edição também lista os cinco maiores grupos seguradores por linha de negócios. A análise, que é publicada mensalmente, está disponível, na íntegra, no site da companhia (www.irbre.com). No mesmo endereço, o IRB oferece ainda o Dashboard IRB+Mercado Segurador, painel dinâmico desenvolvido pelo ressegurador com informações de todo o setor. 

Artigo: Conflitos em condomínios e os caminhos para solucioná-los

por Claudia Maria Carvalho Simões, conciliadora e mediadora da CâmaraSIN

Atualmente, a ocupação dos prédios está mais diversificada, com estruturas compostas por escritórios, residências, espaços compartilhados para multitarefas, hospedagem temporária, além de pontos comerciais. Nesses locais, boa parte dos trabalhos executados nem sempre dispõem de muita privacidade e silêncio. Muitos condôminos estão com filhos em casa por mais tempo para estudar, sem muito lazer, além de outros com pessoas idosas que precisam de silêncio. Os vizinhos, com seus núcleos de moradores, também são outro ponto a ser considerado, pois, às vezes, criam situações inesperadas.

Com ambientes compostos por pessoas de gerações variadas, valores e costumes próprios, os impasses costumam ocorrer, principalmente em casos de estresse e ânimos acirrados, onde ruídos nas comunicações tornam-se pontos de desequilíbrio, caso faltem o respeito e a cordialidade. Porém, para decidir questões de interesse comum, relacionadas ao condomínio, essas pessoas precisarão se encontrar, podendo surgir situações de grandes desafios.

Embora, cada vez mais, procurados por segurança e conforto, os condomínios verticais, em especial, apresentam ruídos que não ficam restritos a uma unidade apenas, com a sensação de que acontecem no espaço de cada um dos condôminos. Quando decorrem de descumprimento dos regulamentos internos e das regras de convivência, os síndicos costumam ser acionados de forma mais constante. E, mesmo sendo prestativos, por manterem contato com a coletividade, podem favorecer um dos lados e acirrar os ânimos. Além disto, em razão da função que exercem, estão rotineiramente em companhia dos funcionários e prestadores de serviços, o que já requer significativo esforço para gerenciamento.

Também tem sido crescente a demanda por ajustes nas unidades dos condôminos, com reformas ou reparos e, assim, vários profissionais circulam pelas dependências dos condomínios. Ainda que dentro dos horários permitidos, o barulho incomoda quem precisa se concentrar nos estudos, realizar negócios, manter contatos virtuais ou mesmo para descansar. Porém, como lidar com tantas questões onde se busca por adaptação para múltiplas atividades?

Diante de tantas situações peculiares, um expressivo aumento dos conflitos em condomínios tem ocorrido. E, para reduzir os impasses, a busca por caminhos que preservam as relações por meio do diálogo é uma rica fonte de oportunidades. A presença de um terceiro imparcial, um mediador, facilita as interações. Com imparcialidade, ele não submete a seu próprio juízo moral as condutas e nem as pretensões dos conflitantes. Usa de recursos que criam um ambiente seguro, sigiloso, ameno e propício às reflexões para que decisões mais informadas abram caminhos que favorecem as relações.

Neste sentido, a CâmaraSIN dispõe de profissionais capacitados para agir na esfera privada, nas mediações e conciliações online, com estrutura tecnológica apropriada. Proporciona ambiente para reuniões individuais ou conjuntas e o aporte para a formalização do termo de acordo, pronto para atender às necessidades dos envolvidos em sua plataforma. Assim, está apta a contribuir com soluções decorrentes das mais diversas relações condominiais, além de outras, como as contratuais ou de consumo, que evitam desgastes e a extensão dos prejuízos decorrentes da judicialização de ações, que demandam tempo e maiores custos. Agende sua reunião de pré-mediação e confira os benefícios.

MDS Brasil adquire a Tovese

O ano de 2021 começou com muitas novidades para a MDS Brasil, uma das principais corretoras do País no segmento de seguros, resseguros, gestão de benefícios e consultoria de riscos. A empresa anuncia a aquisição da Tovese, pioneira em comercializar apólices para áreas agrícolas de grãos no Rio Grande do Sul.  Tal iniciativa vai ao encontro da movimentação positiva do setor de agro, que segue em destaque nacional e, não por acaso, tem recebido investimentos por parte do Governo Federal e também subsídios de parte do prêmio ao produtor. O segmento tem experimentado uma melhora significativa em relação aos recursos para os produtores, que atingiram, no ano passado, R$ 880 milhões, impulsionando o aumento da demanda por este tipo de serviço que garante o respaldo destes profissionais.  

Com mais de 14 anos de atuação, a Tovese tem prêmio previsto para 120 milhões em 2021, somando sua atuação com o seguro pessoal e empresarial para pequenas, médias e grandes empresas. Com sede em Porto Alegre e filiais em Carazinho e Cruz Alta, a gaúcha também conta com uma estrutura completa de agentes especializados em todos os estados do Brasil e, hoje, busca expandir ainda mais o seu raio de atuação, principalmente nos negócios rurais.  

Segundo dados da Confederação Nacional da Agricultura – CNA, o Produto Interno Bruto (PIB) do Agronegócio irá crescer 3% em 2021 (R$ 1,8 trilhão), movimentando mais de 268 milhões de toneladas, e o Valor Bruto da Produção Agropecuária (VBP) aumentará 4,2%, superando R$ 903 bilhões. “A compra da Tovese reforça a nossa presença no Brasil, fortalecendo ainda mais a oferta de serviços. Por meio desta nova aquisição, ganhamos relevância no mercado de seguros para o agronegócio, trazendo o pioneirismo, a credibilidade e a experiência acumulada ao longo de mais de 14 anos pela equipe da Tovese”, afirma Ariel Couto, CEO da MDS Brasil e Americas Regional Manager da Brokerslink.   

A presença da empresa amplia o foco nos negócios agrícolas localizados na região sul do Brasil e em um segmento que tem tido cada vez mais importância na economia: a agricultura. “Sabemos que o seguro para o segmento possui, ainda, baixa penetração no mercado e, aliando a experiência da Tovese ao alcance da MDS, poderemos expandir a operação para outras regiões agrícolas do País. Como fazemos sempre em processos de aquisição, somaremos o melhor dos dois mundos em termos de pessoas, processos e serviços, e vamos proporcionar uma experiência cada vez mais completa aos nossos clientes”, afirma Thiago Tristão, Vice-presidente de Riscos Corporativos da MDS Brasil e CEO Brasil da MDS Re. 

As apólices do segmento agro na Tovese já somam mais de 6.300 documentos que cobrem riscos em lavouras de soja, seu principal mercado que hoje representa quase 50% do total, além de milho, arroz, trigo, feijão, cevada, canola, aveia entre outras culturas. O ranking das seguradoras que atuam nesse mercado traz como líder a Brasilseg, seguida da Mapfre e, na terceira posição, a Essor Seguros.  

 A Tovese tem como missão garantir a confiança e preferência dos clientes, proporcionando-lhes tranquilidade e segurança. Em seu portfólio para o segmento do agronegócio estão os produtos Pecuário, Animais, Vida do Produtor, Florestal, Penhor Rural, Máquinas e Equipamentos, Propriedade Rural e Agrícola. “E até o ano passado nós contemplávamos todo o Estado do Rio Grande do Sul, agora nós teremos força e respaldo da MDS Brasil para atuarmos nas principais regiões agrícolas do País. Utilizaremos toda a nossa expertise, aliada à força do Grupo MDS, para crescer ainda mais a operação e garantir que os nossos clientes contem com a melhor proteção para os seus riscos”, comemora Otávio Simch, Diretor Executivo da empresa.  

Comissão aprova carro reserva de seguradora adaptado a cliente com deficiência

Fonte: Agência Câmara de Notícias

A Comissão dos Direitos das Pessoas com Deficiência aprovou nesta terça-feira (30) proposta que obriga as seguradoras que oferecem o serviço de carro reserva a ter opção de veículo adaptado para clientes com deficiência.

O Projeto de Lei 4186/19 é do deputado Roberto de Lucena (Pode-SP), e foi aprovado sem alterações, com parecer favorável da relatora, deputada Marina Santos (Solidariedade-PI).

Ela afirma que o projeto obriga o mercado segurador a tratar em pé de igualdade segurados com e sem deficiência. “Ao fornecer um carro reserva que não seja adaptado, a seguradora impede que o consumidor com deficiência tenha sua regular locomoção em caso de sinistro, como é garantido aos demais segurados”, disse Santos.

Pela proposta, caberá ao segurado informar sobre sua deficiência e a necessidade de um serviço de assistência com carro adaptado no momento do preenchimento da proposta de seguro. A seguradora que descumprir a regra estará sujeita às sanções previstas no Código de Defesa do Consumidor, que incluem multa e suspensão da atividade, entre outras.

Tramitação
A proposta tramita em caráter conclusivo e será analisada agora pelas comissões de Finanças e Tributação; e de Constituição e Justiça e de Cidadania.