Wiz lucra R$ 77,7 milhões no primeiro tri de 2021 e destaca novas parcerias

Fonte: Wiz

A Wiz Soluções obteve lucro líquido ajustado de R$ 77,7 milhões no 1T21. O montante, 38,2% maior do que o alcançado no mesmo período do ano passado, é resultado da estratégia de abertura e consolidação de novas unidades de negócio, diversificação da atuação e construção de parcerias com relevantes instituições financeiras e do setor automotivo.

“A estratégia de usar a experiência bem-sucedida de bancassurance para diversificar as linhas de receita da Companhia continua”, afirma Heverton Peixoto, CEO da Wiz Soluções. “As parcerias recém-anunciadas estão em estágios variados de maturidade, com algumas já contribuindo para o resultado positivo, como a com a BMG Corretora, que adicionou R$36,1 milhões à receita bruta apresentada no trimestre”.

A Wiz anunciou em abril acordo com o Banco de Brasília (BRB) para a comercialização de seguros pelos próximos 20 anos. A Companhia também concretizou acordos este ano com o Itaú e o Santander para a venda de consórcios, com o Paraná Banco para a oferta de crédito consignado e com a Associação Brasileira de Concessionários de Automóveis Fiat (Abracaf) para a comercialização de seguros aos concessionários associados.

Para continuar com a estratégia de diversificação, a Wiz segue sem alavancagem e com R$ 254,9 milhões em caixa, um incremento de 4,8% na comparação com o trimestre anterior. “Nossa situação de caixa nos permite aproveitar novas oportunidades de mercado”, afirma Peixoto. 

A partir deste ano, a Wiz adota maior detalhamento no resultado financeiro, com especificações por unidades de negócio. As informações são divulgadas na página de relações com investidores – https://ri.wizsolucoes.com.br. “Esse movimento atende à demanda de mercado e visa maior transparência no acompanhamento dos resultados da Companhia”, afirma Guilherme Aguiar, diretor de relações com o mercado e M&A da Wiz.

Em Receita Bruta, a Wiz atingiu R$ 250,4 milhões no 1T21. Trata-se de um crescimento de 31,3% ante ao mesmo período de comparação do ano anterior. Já o EBITDA ajustado apresentou crescimento de R$ 25,5 milhões, sendo 30,8% superior ao do 1T20. 

As unidades de negócio Wiz Conseg e BMG Corretora adicionaram R$ 27,5 milhões em custos no período de comparação. Nesse sentido, o consolidado da relação lucros antes de juros, impostos, depreciação e amortização totaliza R$ 109,3 milhões.

Há cerca de um ano e meio, a Wiz trabalha em consonância com a Inter Seguros. Após um período de investimentos, a parceira atingiu a marca de 366,9 mil clientes em carteira ao término do 1T21, um crescimento de 385% em relação ao mesmo período no ano anterior. Houve lucro líquido de R$ 13,9 milhões à operação, sendo R$ 5,5 milhões destinados à Wiz.

Dentre as unidades de negócio da Wiz com participação relevante no período, a Wiz Parceiros comercializou R$ 1,4 bilhão em cartas de consórcios. Trata-se de um crescimento de 36,9% em relação ao 1T20. Os produtos de crédito, tal como a Wimo, que oferece empréstimos com bens em garantia, também tiveram impacto positivo para os negócios.

Para o mercado B2B, a Wiz vem concentrando esforços na oferta de soluções. Neste trimestre, a Companhia lançou a plataforma one stop shop de seguros e crédito para o segmento empresarial, Corporate Solutions, por meio da qual é possível fazer a gestão completa da carteira de seguros, controlar vencimentos, acionar e acompanhar processos de sinistros e até contratar antecipação de recebíveis. 

Parceria com a Caixa Seguridade

Mesmo não selecionada como uma das co-corretoras da Caixa Seguridade, a Wiz segue prestando serviços à instituição até agosto de 2021, período em que dará suporte à transição para a corretora proprietária e as co-corretoras selecionadas. Neste período, a Companhia receberá comissão sobre todos os produtos comercializados, exceto seguro habitacional.

O apoio à transição acontece em paralelo ao run-off da Wiz, que prevê comissão para vendas realizadas até o dia 14/02 e futuras renovações, o que gera um estoque de receitas que devem ajudar a compor os resultados da companhia pelos próximos anos.

IRB Brasil Re tem lucro recorrente de R$ 80,5 milhões no 1o. trimestre de 2021

Fonte: IRB

O IRB Brasil RE apurou lucro líquido contábil de R$ 50,8 milhões no primeiro trimestre de 2021, resultado 44,9% superior aos R$ 35,1 milhões verificados em igual período de 2020. Quando excluídos os efeitos não recorrentes a companhia apresentou lucro líquido recorrente de R$ 80,5 milhões, frente a perdas de R$ 75,2 milhões apuradas em março de 2020. O desempenho foi divulgado pela companhia aos acionistas e ao mercado em geral na noite desta quinta-feira (13/05). 

Os números positivos são atribuídos principalmente à melhora do índice de sinistralidade, em consequência da estratégia de re-underwriting adotada desde julho de 2020. No 1T21, a sinistralidade apresentou redução de 4,4 p.p., ante ao mesmo trimestre do ano anterior, passando de 76,5% para 72,1%. Excluindo os efeitos dos negócios descontinuados, a sinistralidade do 1T21 ficaria em 69,6%, redução de 6,9 p.p.. 

A companhia registrou, no 1T21, resultado de subscrição positivo em R$ 74,2 milhões, 57% maior que o verificado no mesmo período de 2020.Nota-se que a performance positiva, tanto no exterior como no Brasil, não ocorria desde o início dos ajustes promovidos pela atual direção. Ao excluir o efeito dos negócios descontinuados do período, a companhia teria apresentado um resultado de subscrição positivo em R$ 93,3 milhões no 1T21.  

“Mantivemos a revisão do nosso portfólio e nossos objetivos estratégicos. Nesse contexto, privilegiamos os negócios locais em detrimento aos do exterior, aonde fomos mais seletivos e restritivos. Além do lucro líquido e da melhora no resultado de subscrição, é importante destacar o fim da fiscalização especial da Susep e o cumprimento do plano de liquidez regulatória”, afirma o CEO e vice-presidente Técnico e de Operações, Wilson Toneto. 

O vice-presidente Financeiro e de Relação com Investidores, Werner Süffert, destaca a melhora no fluxo de caixa: “A companhia pelo terceiro trimestre consecutivo apresentou uma geração de caixa operacional positiva em R$ 551 milhões. Desconsiderando o recebimento do acordo de ressarcimento com a Eletronorte de R$ 358 milhões, a geração de caixa no trimestre foi de R$ 176 milhões”. 

Confira outros destaques do primeiro trimestre de 2021: 

:: Solvência regulatória – O IRB Brasil RE apresentou, em 31 de março de 2021, excesso de capital regulatório de R$ 1,4 bilhão, o que equivale a um índice de solvência regulatória de 181% (patrimônio líquido ajustado / capital de risco total), ao mesmo tempo em que o índice de solvência total da empresa alcança o patamar de 254% (patrimônio líquido / capital de risco total). Ambos os indicadores apresentam posições melhores que no último trimestre de 2020. 

:: Suficiência de liquidez regulatória – Em 31 de março de 2021, a empresa apresentou suficiência na liquidez regulatória de R$ 160,4 milhões, muito próximo ao nível observado em 31 de dezembro de 2020. Excluindo-se a margem adicional de 20% sobre o capital de risco, a companhia registrou em 31 de março de 2021 suficiência de ativos elegíveis para garantia das provisões técnicas de R$ 505,2 milhões. Os índices se mantiveram positivos no trimestre e mostraram reversão da insuficiência observada ao longo de 2020. 

:: Prêmio emitido total – No primeiro trimestre de 2021, o volume total de prêmios emitidos pelo IRB Brasil RE totalizou R$ 1,9 bilhão. A emissão no Brasil somou R$ 1 bilhão, o que representou um aumento de 18,6% em relação ao 1T20. Já no exterior, o faturamento totalizou R$ 886,1 milhões com redução de 20,6% em relação ao 1T20, em linha com a estratégia de re-underwriting. No total, o prêmio foi menor em 3,3% em relação ao mesmo período de 2020. 

A Análise de Desempenho completa está disponível no site de Relações com Investidores da companhia (www.ri.irbre.com). 

Liberty Seguros aponta benefícios agregados como um dos principais atrativos para quem busca seguros de vida

Fonte: Liberty Seguros

De acordo com dados da SUSEP, a busca por seguros de vida cresceu 11,4% em 2021 e a expectativa é que este tipo de seguro continue ganhando destaque, principalmente por conta do período de pandemia. Segundo a Liberty Seguros, um dos fatores que tem contribuído com o aumento de interesse pelos seguros de vida são os benefícios agregados que podem ser utilizados no dia-a-dia do consumidor, como por exemplo, a telemedicina.

Dados compilados pela Saúde Digital Brasil mostram que, somente em 2021, a telemedicina evitou mais de 4,5 milhões de atendimentos em pronto-socorro. Com o intuito de incentivar esse tipo de atendimento e oferecer maior comodidade aos segurados, a Liberty disponibiliza, no produto Vida Perfil, a Assistência Einstein Conecta, um serviço de orientação médica online que oferece acesso aos atendimentos profissionais do Hospital Israelita Albert Einstein pelo celular ou pelo computador, além da tranquilidade e segurança de ter à disposição um serviço que funciona 24 horas por dia, sete dias por semana.

Além disso, outro benefício relevante para o consumidor é a cobertura de Doenças Graves. Recentemente, a Liberty ampliou o plano de Doenças Graves, que antes cobria até 24 doenças e, agora, passa a cobrir até 30 tipos diferentes de enfermidades, entre elas a Doença de Hodgkin, anemia aplástica, distrofia muscular, queimaduras severas, lúpus eritematoso sistêmico e Síndrome de Guillain-Barré. Dados da SUSEP mostram que os seguros em caso de doenças graves tiveram um crescimento de 19% em prêmios emitidos no acumulado de 2021 em comparação com o mesmo período de 2020.

“O seguro de Vida vive um momento muito promissor. Cada vez mais, o consumidor entende a importância deste tipo de proteção e valoriza benefícios que vão além da indenização em caso de morte. Por isso, estamos trabalhando focados em aperfeiçoar e ampliar os benefícios dos nossos produtos de vida pensando sempre no que tornará a vida dos nossos clientes mais simples e segura”, observa Alexandre Vicente, Diretor de Seguros de Pessoas da Liberty Seguros.

Atendimentos digitais na SulAmérica aumentaram 1.138% no primeiro trimestre de 2021

Sulamerica campanha

Fonte: SulAmérica

Pouco mais de um ano após o início da pandemia do novo coronavírus no Brasil, a telemedicina se consolida cada vez mais como alternativa segura para cuidar da saúde, com facilidade de acesso e a conveniência de não precisar sair de casa, quando não se trata de emergência. Na SulAmérica, a Orientação Médica Telefônica (OMT) e o Saúde na Tela, plataforma de atendimento virtual com médicos de mais de 50 especialidades, além de psicólogos, nutricionistas e outros profissionais, registraram 309 mil consultas no primeiro trimestre de 2021, um crescimento de 1.138% em relação ao mesmo período do ano passado. Apenas em março de 2021, um mês de elevados índices de casos da COVID-19 no país, foram 141 mil atendimentos, 679% a mais em comparação ao mesmo mês de 2020. O serviço tem alto nível de resolutividade, sendo que 90% dos casos não exigem atendimento presencial posterior, e de satisfação, com 92 p.p. de NPS. O Saúde na Tela está disponível para todos os beneficiários de planos de saúde da SulAmérica, sem custo adicional. 

Programa de estágio da HDI Seguros está com vagas abertas

Fonte: HDI

A HDI seguros – a 4ª maior seguradora no ramo empresarial, a 5ª maior em Automóveis e a 6ª em Residencial – está com vagas abertas para o programa de estágio. As oportunidades são voltadas para jovens das regiões de São Paulo (SP), Blumenau (SC), Itajaí (SC) e Caxias do Sul (RS). 

As inscrições estão abertas até o mês de junho, para candidatos que tenham previsão de formatura de julho a dezembro de 2023 nos cursos de Administração de Empresas, Direito, Engenharia da Computação, Engenharia de Produção, Comunicação, Comunicação Social, Ciências da Computação, Ciências Atuariais, Ciências Contábeis, Estatística, Matemática, Economia, Análise de Sistemas, entre outros. 

Entre os benefícios oferecidos pela seguradora, estão assistência médica, Gympass, vale-refeição, vale-transporte, fretado (para a região de SP), folga no aniversário, desconto nos produtos HDI, descanso remunerado e seguro de vida. Além de contarem com dress code casual e trabalho remoto, os jovens terão a oportunidade de desempenhar as atividades em um ambiente voltado para inovação e desenvolvimento profissional. Os candidatos também contam com o programa de desenvolvimento ‘HDI Educa’, que tem como objetivo desenvolver competências comportamentais e técnicas, e o programa de qualidade de vida e bem estar ‘Fique Bem’.  

As inscrições são feitas através do site https://estagiohdiseguros.gupy.io/.   

MAG Investimentos recebe autorização da CVM e anuncia novas gestoras de recursos para ativos imobiliários e renda variável

Fonte: MAG

A MAG Investimentos, empresa do Grupo Mongeral Aegon, anuncia o lançamento de duas companhias voltadas para gestão de recursos: MAG Ativos Imobiliários e MAG Renda Variável. A previsão é de que comecem a operar ainda no primeiro semestre de 2021. 

“Vimos uma oportunidade de suprir uma demanda crescente do mercado e expandir os negócios da asset do grupo. As empresas foram criadas pensando nos investidores que procuram diversificar suas carteiras de investimentos, sempre buscando soluções diferenciadas. Estes são, aliás, são dois segmentos que apostamos muito no longo prazo” explica Cláudio Pires, diretor da MAG Investimentos. 

A expectativa é de que nos primeiros dez anos, a MAG Ativos Imobiliários atinja uma captação de R$ 7 bilhões e obtenha um lucro líquido de R$ 60 milhões, enquanto a previsão para a MAG Renda Variável é de uma captação de R$ 3 bilhões e lucro de R$ 50 milhões no mesmo período. Esta ampliação de portfólio vem acompanhada de uma estratégia de fortalecer a atuação da gestora em São Paulo, onde foi inaugurado 1 escritório no início do ano. A expectativa é de que até o fim do ano, cerca de dez novos colaboradores sejam contratados para a nova filial. Atualmente são oito, sendo cinco do departamento comercial. 

Como a MAG Investimentos já possuía produtos de renda variável, nos próximos meses haverá a transferência da gestão dos fundos para a nova empresa. O responsável por essa movimentação será Felipe Taylor, que assumirá como Head de gestão da nova companhia. O executivo integrava a equipe da MAG Investimentos como Head de equities desde julho de 2020. Anteriormente, passou por empresas como Navi, Kondor Invest e Tese Investimentos.  

Além disso, com a aprovação da CVM, também terá início a atuação do Grupo em fundos imobiliários, que ficará sob responsabilidade de Valdery Albuquerque, também respondendo como Head de gestão. Valdery é economista, possui mais de 25 anos de experiência nos mercados financeiro e de capitais, tendo ocupado cargos como CFO e CEO da Caixa Econômica Federal, diretor Executivo do Banco Unibanco e Superintendente Executivo do Banco Fator, responsável pela área de ativos imobiliários e mercado de capitais. Ambos atuarão de forma integrada à MAG Investimentos, ficando sob a mesma estrutura operacional e de governança. 

Argo Seguros encerra primeiro trimestre com alta de 25% em vendas, para R$ 101 milhões

Rafael Fragnan Argo Seguros

Fonte: Argo

Argo Seguros – seguradora especialista no desenvolvimento de produtos de nicho, com foco em inovação, tecnologia e inclusão social – segue registrando desempenhos recordes em sua história. Depois de ter superado seu melhor resultado comercial em 2020, a multinacional norte-americana agora registrou um crescimento de 25% no volume de prêmio emitido, seu melhor desempenho para um primeiro trimestre em nove anos de atuação no Brasil. Nos três primeiros meses deste ano, a Argo Seguros registrou R$ 101,6 milhões em prêmios emitidos, bem acima dos R$ 75,6 milhões alcançados no mesmo período do ano passado, com um índice combinado de 94,2%.

“O resultado é para ser comemorado por diversos fatores. Primeiro, pelo valor alcançado, mas principalmente porque o índice combinado segue abaixo de 100%, o que demonstra que a companhia mantém lucro operacional antes do resultado financeiro”, disse Rafael Fragnan, Chief Risk Officer da Argo Seguros. Segundo o executivo, o resultado do período foi muito importante, o que faz a companhia planejar a longo prazo no Brasil. ”Desde de abril do ano passado, estamos mantendo uma média próxima a R$ 100 milhões de volume de prêmio emitido por trimestre. Se seguirmos nesse ritmo, vamos superar mais uma vez nosso melhor desempenho em um ano”, analisa.

O resultado desse desempenho é uma conjunção de diversas ações da companhia como novos produtos, serviços agregados, parcerias e o aumento na base de corretores cadastrados. Somente neste primeiro trimestre de 2021, mais de 1.600 corretores se cadastraram para operar com a Argo Seguros, um crescimento de 36% na comparação com o mesmo período de 2020.

“Estamos colhendo os frutos de um trabalho que vem sendo realizado desde 2019, quando realizamos um grande road show pelo Brasil, passando por várias capitais. Esse ano a estratégia era repetir esse giro para nos mantermos próximos aos nossos parceiros, corretores e assessorias, mas devido a pandemia fomos obrigados a focar em um formato digital, o que também se mostrou bem efetivo”, concluiu Fragnan.

Setor de seguros alerta sobre perigo das associações de proteção veicular

Fonte: CNseg

Rio de Janeiro, 13 de maio de 2021 – As principais entidades de representação do setor de seguros estruturaram diversas ações de comunicação para fornecer esclarecimentos à sociedade sobre os riscos da proteção veicular. A iniciativa é composta por site (https://www.seguroautosim.com.br), vídeos e a cartilha “Proteção veicular não garante proteção” – com encarte apresentando quadro comparativo entre o seguro auto e a proteção veicular. A assinatura das ações é encabeçada pela Confederação Nacional das Seguradoras – CNseg, pelas Federações que a compõem, Sindicatos das Seguradoras e Sinapp, Fenacor e Sindicatos dos Corretores de Seguros. Todo o material de comunicação institucional descreve as principais diferenças entre o seguro e o produto das associações, permitindo ao consumidor final ter um melhor entendimento sobre as diferenças que existem entre eles.

A Justiça, os Procons e órgão de supervisão do setor de seguros enfrentam crescimento significativo na quantidade de reclamações por parte dos consumidores prejudicados pelas associações. Nos últimos anos, o Ministério Público Federal e a Superintendência de Seguros Privados (Susep) têm atuado, por vezes em conjunto, para coibir a atuação das associações. Só a Susep já ingressou com aproximadamente 213 ações civis públicas, das quais 29 tiveram reconhecidas a ilegalidade da atuação no âmbito dos Tribunais Regionais Federais das cinco regiões do País e do Superior Tribunal de Justiça, segundo a cartilha “Proteção veicular não garante proteção”.

Espalhadas por todo o País, sobretudo entre pequenas e médias cidades brasileiras, as associações podem se tornar um problema de enorme gravidade, sem qualquer controle de sua solidez financeira para oferecer irregularmente produto equiparável a seguro, segundo avaliação do setor de seguros. A cartilha esclarece que as associações de proteção veicular não querem se enquadrar no Código de Defesa do Consumidor, não admitem ser fiscalizadas pelo Poder Público e entendem que não estão sujeitas a pagar tributos.

Nos três vídeos disponíveis no site https://www.seguroautosim.com.br, é possível ampliar o conhecimento sobre o tema. Em off, o locutor lembra que “as seguradoras seguem leis e normas de órgãos reguladores, deixando assim o consumidor protegido de várias formas. Isso permite que as seguradoras planejem e utilizem os recursos de forma a cumprir com o que prometeram e sejam fiscalizadas com imparcialidade. Já na proteção veicular quem recolhe o dinheiro é o mesmo que faz a gestão de recursos. Não há regras, fiscalização nem imparcialidade. Isso não garante proteção, o associado não é considerado um consumidor e não terá direitos que garantam melhor atendimento ou defesa. Para que acreditar em algo que te deixa vulnerável?”, indaga o locutor. 

Em outro, é lembrado que, “se a associação não tiver dinheiro suficiente no fundo para arcar com algum imprevisto, o associado pode receber menos do que o valor total necessário. Ou pode ser que a associação tenha que recolher mais dinheiro dos associados para cobrir essa indenização. Nessas situações, terão associados que pagarão mais do que outros ou associados que receberão suas indenizações integrais e outros não. É justo?”, indaga o locutor em off

No terceiro vídeo, explica-se por que o consumidor pode confiar no mercado legal. “Nas seguradoras, o pagamento da indenização é de até 30 dias após a entrega da documentação, de acordo com regras da Susep. A seguradora sempre se planeja para ter recursos. Nas associações, não há prazo determinado para o pagamento, não há órgão público regulador que estabeleça as regras da operação, que dependerá de as associações ter ou não recursos no momento em que o associado precisar. Ou seja, na prática, nem todo mundo recebe aquilo que foi combinado! Por lei, a seguradora precisa garantir ao segurado o dinheiro de sua indenização e você terá o apoio de várias instituições para isso. Na proteção veicular, você contará com a própria sorte. Se informe, acesse https://www.seguroautosim.com.br e saiba mais. Seguro auto sim, por caminhos mais seguros”, diz o locutor em off.

Conhecer Seguros lança curso sobre subscrição de grandes riscos no novo cenário

Fonte: Conhecer Seguros

A Resolução CNSP 407 trouxe para o mercado uma regulamentação atualizada em relação aos seguros de grandes riscos, seguindo a tendência da Susep de flexibilizar as negociações contratuais. Diante dessas novas condições, a Conhecer Seguros lança um curso online ao vivo para auxiliar o setor no entendimento dessas mudanças e na aplicação prática das novas regras aos negócios. As aulas iniciam no dia 7 de junho e as inscrições estão abertas pelo site da escola.

O curso “Subscrição de Grandes Riscos no Novo Cenário – Seguros de Propriedades” é ministrado pelo especialista David de Jesus Neves e conta com a coordenação acadêmica de Walter Polido. Seu foco é a subscrição de riscos para fins de seguro e resseguro. As aulas acontecem nos dias 7, 9, 14, 16, 21 e 23 de junho, das 19h00 às 22h00.

Para Polido, a liberdade atribuída às seguradoras na estipulação das bases contratuais exige aprimoramento técnico urgente de todos os players. “Melhorar o processo de subscrição pode ser uma tarefa desafiadora para as companhias, pelo fato de estarem acostumadas a modelos encontrados em mercados padronizados, assim como o brasileiro. Por isso, é fundamental a intensificação na busca do conhecimento especializado, assim como tantos outros mercados já providenciaram”, destaca o especialista.

Neves complementa que não existe subscrição sem liberdade de escolha, sem a livre convicção na elaboração das bases contratuais múltiplas. “Subscrever não significa tão somente enquadrar uma proposta de seguro num modelo preconcebido de clausulado de cobertura. Significa, em contrapartida, determinar qual será o melhor modelo de condições de coberturas para aquele determinado risco, muitas vezes elaboradas exclusivamente para aquela situação particularizada.”

O curso utiliza a metodologia de estudo de casos práticos, com o objetivo de motivar os participantes a analisar e a resolver situações concretas do cotidiano. Dessa forma, a teoria subjacente é entendida a partir das situações práticas.

Ao concluir o curso, considerando frequência mínima de 75% nas aulas e realização do teste de avaliação de conhecimentos, o aluno recebe o Certificado de Aprovação de maneira online. 

Pottencial Seguradora anuncia novo Head de Engenharia e Riscos Diversos

Fonte: Pottencial

Dando sustentação ao seu plano de crescimento, a Pottencial Seguradora, maior insurtech do Brasil, anuncia a chegada de mais um importante e estratégico reforço para o time. Com 21 anos de experiência no mercado de Seguros e Resseguros e passagens por grandes empresas do setor, como Allianz, Zurich, Liberty e IRB, o engenheiro civil André Guidetti assume a área de Riscos de Engenharia e Riscos Diversos. Para o Head, que também apoiará a Companhia na abertura de novos produtos, chegar à seguradora em um momento de expansão torna o desafio ainda mais motivante. “Com visão inovadora e investimentos constantes em tecnologia, a Pottencial conseguiu se destacar em um cenário competitivo e dominado por grandes players. É um orgulho poder contribuir para o desenvolvimento desta empresa, que tem à sua frente um caminho próspero e bastante promissor”, celebra Guidetti.

Para o vice-presidente da Pottencial, Carlos Ferreira Quick, a contratação do executivo está alinhada a um dos principais propósitos da Companhia, de ampliar a presença no mercado por meio de um portfólio de produtos cada vez mais diversificado, aproximação com os stakeholders e atendimento de excelência.  “Contar com a expertise do Guidetti em uma área estratégica, que tem apresentado crescimento exponencial e sustentável, é motivo de satisfação para toda a equipe. Nossos objetivos são ambiciosos e sabemos da importância de ter ao nosso lado profissionais experientes, competentes e de alta capacidade técnica para atingi-los”, disse.

Com escritórios em sete cidades brasileiras e sede em Belo Horizonte, Minas Gerais, a Pottencial reafirma a solidez do modelo flex-híbrido, implementado no início da pandemia para possibilitar aos potters – como são chamados os colaboradores internamente – a opção de trabalharem à distância ou presencialmente. Da capital paulista, Guidetti pretende ampliar e diversificar ainda mais a sua equipe, que já conta com profissionais dos quatro cantos do país. “A Pottencial entende que para crescer é preciso se diferenciar e criar um ambiente diverso, inclusivo e múltiplo. De forma disruptiva, a empresa nos permite ousar, criar e implementar novas soluções. Os desafios do mercado são muitos, mas, sem dúvida, com este time diferenciado e engajado estamos preparados para enfrentá-los”, finaliza Guidetti.