Fator Seguradora conta detalhes do seguro garantia arbitral recém lançado em webinar

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Fonte: Fator Seguradora

Com a missão de contribuir para a preservação de acordos discutidos em arbitragem, a Fator Seguradora está lançando o seguro garantia arbitral. O novo produto assegura o pagamento de valores como espécie de contracautela ou caução de responsabilidade do tomador nesses procedimentos. Para esclarecer as possibilidades de uso a partir de diferentes perspectivas, a seguradora realizou webinar aberto ao público nesta segunda-feira (10/5).

O painel foi formado por Juliana Lopes Amaral, diretora adjunta da Fator Seguradora, responsável por sinistros, conformidade e jurídico; Cassio Gama Amaral, sócio do Mattos Filho Advogados; Carolina Jardim, superintendente de Credit Specialties da Marsh JLT Specialty Brasil; e o árbitro Walter Polido. O diretor de garantias da Fator, Pedro Mattosinho, mediou o evento.

Estamos em um momento propício para desregulamentação e liberdade do setor. A mecânica do produto funciona de maneira análoga ao seguro garantia judicial, já bastante difundido, afirmou Juliana Lopes Amaral, da Fator. Ela pontuou que a arbitragem já é uma alternativa usada para soluções de conflitos empresariais significativos, mas também poderia funcionar para discussões envolvendo valores menores. E o seguro se aplicaria a essa diversidade de possibilidades e proporções, avalia a diretora da Fator.

O advogado Cassio Gama Amaral, sócio do escritório Mattos Filho, que contribuiu para a formatação do produto exemplificou diferentes contextos em que o seguro garantiaarbitral poderia ser explorado. A começar por setores em que a arbitragem já é bastante demandada, como é o caso de disputas na construção civil. De modo geral, são questões complexas e que exigem perícia. Na arbitragem os processos se tornam mais céleres, afirmou.

Nessa seara, uma hipótese seria a abertura de processo para rescisão do contrato de empreitada. Por alguma razão, por uma questão envolvendo o patrimônio da construtora, por exemplo, o dono da obra decide rescindi-la. Então o construtor pede liminar em arbitragem para continuar na obra, assegurando que daria conta de finalizar. Havendo um seguro garantia arbitral, o árbitro se sentiria confortável em conceder liminar atendendo ao pedido. Isso serviria para salvaguardar o dono da obra, explicou o advogado.

Essa confiança se daria pelo fato de que o seguro, adquirido pela construtora, cobriria o valor estipulado de garantia caso o tomador deixe de arcar com o pagamento, após sentença arbitral. No Judiciário, o dispositivo que satisfaz o prejuízo que a outra parte poderia ter se chama contracautela. Com o seguro, isso é coberto, complementou.

Outras possibilidades de uso seria em disputas societárias, quando um dos sócios procura arbitragem para dar continuidade a um projeto no qual o parceiro de negócios não embarcou. Aqui, para evitar prejuízo à contraparte, fica estabelecida uma caução, que é assegurada pelo produto. Também há cobertura dos custos com os procedimentos arbitrais.

O entendimento é de que a adesão ao seguro poderia ter efeitos positivos, inclusive, na manutenção da imparcialidade do árbitro ele não precisaria considerar, ainda que indiretamente, eventuais prejuízos decorrentes de sua decisão. A avaliação de medida cautelar seria facilitada para o árbitro com essa ferramenta, além de proteger a contraparte. Além disso, ter a garantia pode tornar o processo menos formal e engessado, ao abranger o que as partes considerarem adequado, defendeu Walter Polido.

Para Carolina Jardim, que atua de modo direto com clientes de seguros, também há a possibilidade de o produto se adaptar e atender a demandas atualmente descobertas. É interessante ter um modelo específico para endereçar esse tipo de risco. Ele contém um clausulado flexível, que permite uso em diferentes situações de arbitragem, mas também clareza sobre os riscos cobertos, avaliou Jardim.

Na visão dela, as possibilidades são muito amplas e devem despertar demanda positiva ela acredita no potencial de ele ser democrático e uma porta de entrada para clientes no ambiente de seguros. Árbitro, Polido deu opinião semelhante: há preconceito em relação à arbitragem, sobre como ela é sempre cara e só para grandes causas. Hoje, não é dessa forma. Não imagino esse seguro funcionando apenas para casos grandiosos bilionários. Os árbitros podem sugerir para as partes quando surgir pedido de medida cautelar.

Também não há restrição para uso do seguro apenas em câmaras de arbitragem no Brasil. Ele poderia ser aplicado como garantia em outros países, envolvendo partes brasileiras ou não. Além disso, ele pode funcionar para disputas intermediárias em contratos que não envolvam pedido de rescisão. Se o contrato original previa arbitragem, há muitas possibilidades, pontuou Pedro Mattosinho, da Fator.

Os especialistas convidados esclareceram também uma dúvida comum na diferenciação entre o seguro garantia arbitral e um seguro de crédito. O produto lançado pela Fator, como outros seguros garantia, se dá entre três partes e não está restrito à insolvência do tomador, e sim ao descumprimento de determinado acerto. Outra vantagem é que o seguro garantianão se soma à dívida do tomador, portanto não comprometeria suas linhas de crédito bancárias.

SulAmérica lucra R$ 54 milhões no primeiro trimestre de 2021

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Fonte: SulAmérica

A SulAmérica registrou lucro líquido de R$ 54 milhões neste primeiro trimestre de 2021, redução de 22,8% na comparação com igual período no ano passado, concentrada no aumento dos impactos tributários neste período. O lucro antes dos impostos atingiu R$ 114 milhões, aumento de 31,5% em relação ao ano anterior. Neste período, houve aumento líquido de 134 mil beneficiários na comparação com dezembro do último ano, tendo desenvolvido e acelerado iniciativas em tecnologia, inovação, cuidado coordenado, retenção de clientes e principalmente ações que reforçam a parceria com os seus mais de 36 mil corretores de seguros. Em relação ao mesmo período do ano anterior, foram incluídas quase 400 mil pessoas nos produtos de saúde e odonto. “Lançamos novos produtos, em novas regiões, e reforçamos nossas estruturas comerciais, aproximando ainda mais nosso atendimento comercial e os corretores de varejo dos negócios, o que deve trazer maior agilidade”, aposta Ricardo Bottas, diretor-presidente da SulAmérica.

Os avanços nesses segmentos, somados ao crescimento consistente de contribuições e portabilidade em previdência privada, com reservas que já se aproximam dos R$10 bilhões, impulsionaram as receitas operacionais, que totalizaram R$ 5,2 bilhões, um aumento de 5,4% em relação ao mesmo período de 2020. A companhia registrou ainda sólido desempenho operacional com margem bruta de R$484,6 milhões (+21,5%) e EBITDA ajustado de R$146 milhões (+34,9%).

Em paralelo aos esforços prioritários para garantir total suporte à crise sanitária sem precedentes na história recente, a SulAmérica, como gestora de Saúde Integral, foi capaz de acelerar sua transformação digital, e também cultural. “Estávamos preparados para este momento desafiador, cujos custos assistenciais apenas com a pandemia somaram mais de R$ 410 milhões no primeiro trimestre de 2021 e R$ 1,3 bilhão desde o início da crise, preservando e garantindo nossa operação e principalmente, garantido e protegendo nossos beneficiários e suas famílias, mesmo em um cenário adverso. Reforçamos nossos canais digitais e chegamos a quase 1 milhão de atendimentos digitais desde janeiro de 2020, principalmente por meio da telemedicina, sendo mais de 300 mil apenas neste primeiro trimestre de 2021. Com isso somos a empresa que mais atende beneficiários via nosso aplicativo e website”, comenta Bottas.

Este início de 2021 marcou o fortalecimento ainda maior da integração ESG na companhia, com o avanço de iniciativas que ampliam a inclusão e acesso à saúde, com a oferta também de produtos mais acessíveis. Destacamos a evolução da linha de produtos regionais – o SulAmérica Direto – que vem crescendo de maneira significativa desde o fim de 2020. “Neste período, lançamos o Direto Joinville e já atingimos 26 mil beneficiários em todos os produtos da linha Direto já lançados, que buscam promover maior acesso”, destaca Bottas.

Em continuidade ao processo de expansão em regiões estratégicas, em março, anunciamos mais um acordo para aquisição da carteira de planos de saúde da Santa Casa de Ponta Grossa, no estado do Paraná, que, quando concluída, adicionará cerca de 25 mil beneficiários ao nosso portfólio de saúde. “Foi a primeira aquisição por meio da Paraná Clínicas e o movimento evidencia nosso foco em aproveitar oportunidades inorgânicas no processo de penetração em novos segmentos no setor de saúde suplementar assim como nossa consolidação no segmento em que tradicionalmente atuamos”, diz Bottas.

Em saúde financeira, o desempenho da companhia também se destacou neste início de 2021. A parceria com a Óramaestá avançando a passos largos, com uma adesão importante dos corretores no programa de indicação para a plataforma: já são quase 3 mil corretores cadastrados e aptos para indicar potenciais clientes.“Facilitar o acesso e ajudar a democratizar investimentos no Brasil abrirá novas possibilidades para nossos clientes, além de gerar muitas oportunidades para nós e para nossos corretores e parceiros de negócios”, pontua Bottas. Ao mesmo tempo, a SulAmérica Investimentos retomou o crescimento nos ativos sob gestão, que somaram R$45 bilhões, mantendo sua posição de destaque entre as 5 maiores gestoras independentes do país.

Em seguro de vida, a SulAmérica, ciente de sua responsabilidade neste momento, continuou com a cobertura voluntária de sinistros relacionadas àCOVID-19, suportando quase 700 casos apenas no primeiro trimestre de 2021 e mais de 1.600 desde o início da pandemia em março de 2020, o que naturalmente impactou a rentabilidade do segmento tanto em 2020 quanto nos primeiros meses de 2021. A expectativa da companhia é retomar níveis normais e recorrentes de rentabilidade para esse portfólio à medida que a situação da pandemia esteja controlada, principalmente a partir do avanço do processo de vacinação no país.

A Companhia segue com foco contínuo na busca por aumento de eficiência e produtividade, com rigor na gestão dos custos e despesas, ao mesmo tempo em que continua com importantes investimentos em iniciativas e projetos estratégicos relacionados, principalmente, ao cuidado coordenado, lançamentos de novos produtos e à transformação digital, fundamentais para o crescimento e sustentabilidade das operações.

“Seguimos determinados em evoluir nossos processos e manter investimentos permanentes em tecnologia e inovação. A partir de uma visão que busca complementar nossa proposta de valor com produtos de Saúde Integral, combinaremos nosso portfólio de produtos de Saúde, Odonto, Vida, Previdência e Investimento com novas oportunidades de negócios numa visão de ecossistema, nosso foco buscará a melhoria contínua na experiência dos nossos clientes, parceiros e para a sociedade”, conclui Bottas.

MetLife Foundation destina mais de meio milhão de reais ao Hospital Santa Marcelina

 Fonte: MetLife

Com o objetivo de continuar contribuindo para o enfrentamento da pandemia de Covid-19 no Brasil, a MetLife, por meio da MetLife Foundation, fez pela segunda vez uma doação de mais de 500 mil reais, ao Hospital Santa Marcelina, em Itaquera, Zona Leste da cidade de São Paulo. No ano passado, a instituição já havia destinado outros 500 mil reais em apoio financeiro, totalizando agora mais de 1 milhão de reais para uso no suporte e cuidado com a saúde. Com esse novo recurso, o hospital fará a aquisição de Equipamentos de Proteção Individual (EPIs), como máscaras, luvas e seringas descartáveis, materiais essenciais para o trabalho dos médicos e enfermeiros.  

Desde o início da pandemia do coronavírus, a MetLife Foundation, braço filantrópico da MetLife, uma das principais empresas de serviços financeiros do mundo, está ajudando milhares de famílias e instituições parceiras. Além das doações ao hospital, por exemplo, a Fundação promove uma campanha interna para seus colaboradores em todo o mundo – principalmente do Brasil, Argentina, Índia e Bangladesh, que estão vivendo momentos difíceis relacionados à pandemia – com o estímulo para que também ajudem instituições parcerias. A cada doação de um colaborador, a MetLife Foundation dobra o valor, aumentando o impacto e a contribuição positiva na sociedade.  

As duas doações ao Hospital Santa Marcelina contribuem para o atendimento e o amparo à população que sofre com a crise, além de ser um apoio essencial para o combate à doença. O Hospital Santa Marcelina é um dos quatro hospitais de grande porte da cidade de São Paulo. Filantrópico, mantém 85% de seu atendimento dedicado ao SUS e representa o maior serviço de saúde na região. 

“O ano de 2020 nos deixou marcas de mudanças globais que jamais serão esquecidas. Foi um ano que gerou incertezas e que nos deu oportunidades de colocar como prioridade a assistência e o cuidado à saúde. Ao longo desta trajetória marcante, todos nós fomos extremamente desafiados a intensificar as medidas de proteção, processos organizacionais, além de sermos surpreendidos com as necessidades ilimitadas e recursos escassos para lidar com o aumento do número dos casos e a gravidade dos pacientes acometidos com a Covid-19. Sem a ajuda de parceiros, como a MetLife, não seria possível dar continuidade a esta missão”, destacou Irmã Rosane Ghedin, Diretora Presidente do Hospital Santa Marcelina. 

“A MetLife Foundation está no Brasil há mais de sete anos, apoiando diversos projetos importantes de filantropia que incentivam a educação financeira e a inclusão social em todo o País. Realizar ações como essas está em nosso propósito de olhar para o cuidado, a proteção e o bem-estar das pessoas e da sociedade, especialmente nesse momento. Temos a responsabilidade de contribuir para uma sociedade mais protegida e segura todos os dias”, afirma o CEO da MetLife Brasil e Colômbia, Raphael de Carvalho. 

Além destes projetos, a MetLife Foundation já destinou ao Brasil outros 26 mil dólares (mais de R$ 100.000,00) para a compra de kits de higiene e cestas básicas para mais de 2.000 famílias, em parceria com a ONG Habitat Para a Humanidade Brasil. A instituição também tem uma parceria com a Vila Sésamo, que ampliou a visibilidade de recursos digitais para orientação das crianças e famílias das comunidades que já fazem parte do programa Sonhar, Planejar e Alcançar, propondo atividades e experiências seguras em casa durante o período de distanciamento social, além de incentivar a educação financeira para essas famílias. A MetLife Foundation também é parceira da Village Capital, em projeto para acelerar fintechs que estão trabalhando em soluções em prol do auxílio a famílias afetadas economicamente pela Covid-19.  

SulAmérica abre inscrições para o programa de estágio #SeIntegra

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Os colaboradores da SulAmérica trabalham todos os dias com o propósito de melhorar a vida das pessoas, dando apoio e segurança a elas em todas as decisões de saúde física, emocional e financeira. Quer fazer parte desse time #SangueLaranja e ajudar a construir uma sociedade com muito mais Saúde Integral? A partir desta segunda-feira (3), a SulAmérica recebe inscrições para o programa de estágio #SeIntegra.

A companhia busca universitários do Rio de Janeiro e de São Paulo com formação prevista entre dezembro de 2022 e dezembro de 2023. Estão abertas vagas para estudantes de diferentes cursos, como Administração de Empresas, Contabilidade, Direito, Economia, Design, Engenharia de Produção, Estatística, Matemática, Ciências Atuariais, Comunicação Social, TI, entre outros.

Os estagiários da SulAmérica têm a oportunidade de colocar a mão na massa, aplicando todo o conhecimento adquirido na graduação em projetos inovadores e importantes para a companhia. O programa também prevê cursos e treinamentos para acelerar o desenvolvimento profissional.

O programa oferece bolsa-auxílio compatível com o mercado, além de outros benefícios, como seguro saúde, vale-refeição, vale-transporte, Gympass e seguro de vida para acidentes pessoais. Para quem excede as expectativas, há, ainda, o programa “Estagiário Nota 10”, que, além do reconhecimento, gera um aumento no valor da bolsa-auxílio.

E mais: a companhia valoriza a diversidade e respeita o jeito de ser de cada um. Na SulAmérica, o colaborador decide o seu dress code, de acordo com o seu estilo e sua agenda.

As inscrições vão até o dia 23 de maio pelo site vagas.com.br/estagiosulamerica. Todo o processo seletivo será realizado de forma online e o trabalho, inicialmente, seguirá o modelo de home office. O programa tem duração de dois anos.

Quer saber como é estagiar na SulAmérica?

“Eu escolhi a SulAmérica por ser uma empresa que está há muito tempo no mercado e com ótimas recomendações, entre elas por ser uma companhia que preza pelo cuidado com os seus colaboradores, o que comprovei aqui dentro”, conta Alessandra Ribeiro, 24, estudante de Ciências Atuariais e efetivada no fim de abril para a área de Análise de Custos. “Uma das coisas mais importantes que a SulAmérica tem é o foco em reter talentos, com processos internos que permitem também a migração entre as áreas. A expectativa com a companhia daqui para frente é de crescimento pessoal e profissional”, afirma.

“Está sendo uma contribuição e tanto na minha formação, pois tive acesso a um mundo mais amplo e integrado, tendo contato com diversas áreas de negócio, o que é bem ‘fora da bolha’ a que eu estava acostumada nos escritórios onde trabalhei. Isso me trouxe uma visão mais estratégica do Direito. Aqui, estou em um ambiente de trabalho que equilibra seriedade e descontração, porque foge um pouco daquele padrão corporativo, já que podemos contar com um dress code flexível. Além disso, aqui são tolerantes com as tatuagens, o que nos permite ser mais livres nas escolhas que fazemos”, diz Alessandra Brandão, 22, estudante do curso de Direito.

“Além da oportunidade de trabalhar em uma companhia em constante evolução, no dia a dia de trabalho admiro a liberdade e o respeito entre as pessoas. O aprendizado é amplo e vai desde as tecnologias disponíveis às soft skills”, diz Vinicius Oliveira, 23, estudante do curso de Ciência e Tecnologia com ênfase em Ciências da Computação e estagiário há três meses do time de Advanced Analytics. “Foi uma boa surpresa ver que a empresa agrega e utiliza as melhores ferramentas e metodologias da área de tecnologia”, completa.

“Acredito que, além da empresa nos escolher, nós também precisamos selecionar bem o local onde iremos ingressar. Aqui, sou tratado com igualdade pelos diversos níveis da companhia. Também me senti motivado ao saber do Estagiário Nota 10, além dos programas de integração, com diversos assuntos relevantes como Comunicação Não Violenta, Técnicas de Apresentação e Design Thinking” diz Lucca Forti, 22, estudante de Engenharia de Produção, que, depois de um ano e oito meses de estágio, acaba de ser efetivado a analista de Projetos. “Me sinto realizado com esta oportunidade, principalmente quando olho para trás e enxergo o quanto evoluí. Agora chegou a hora de encarar novos desafios”, completa.

SulAmérica lança movimento #VamosApoiarAsMães

Fonte: SulAmérica

Nesse mês de comemoração do Dia das Mães, a SulAmérica anuncia o movimento social #vamosapoiarasmães. A ação tem o objetivo de levar Saúde Integral (equilíbrio físico, emocional e financeiro) para as mulheres, que foram as mais impactadas pelo desemprego ou pela perda de seus próprios negócios, de acordo com pesquisa realizada pela Rede Mulheres Empreendedoras em março deste ano. Assim, por meio de parcerias, a SulAmérica convida as mães a participarem de iniciativas gratuitas de recolocação profissional, sessões de apoio com psicólogos e nutricionistas.

“O equilíbrio entre as saúdes física, emocional e financeira é fundamental para viver de forma plena agora e no futuro”, diz Patrícia Coimbra, vice-presidente de Capital Humano, Administrativo, Sustentabilidade e Marketing da SulAmérica. “E é isso que vamos oferecer a partir do mês de maio para as mães de todo Brasil.”

Com esse conceito ampliado de saúde, a SulAmérica, em parceria com o Psicologia Viva, cuidará da parte física e emocional, oferecendo gratuitamente até duas sessões com nutricionistas e atendimentos pontuais com psicólogos. Já na área financeira, a ideia é apoiar a recolocação no mercado de trabalho. Para isso, a SulAmérica fechou parceria com a Catho e a eduK.

A dinâmica do apoio profissional funciona assim: as 1500 mães que primeiro concluírem um dos cinco cursos da eduK liberados para este movimento sem custo receberão um voucher com acesso premium à Catho durante três meses. Os cursos abertos para esse projeto são:

• Presença digital: como alavancar suas vendas usando suas redes sociais;
• Inteligência Emocional para reestruturação do negócio;
• Contabilidade e finanças para negócios criativos;
• Turbine seu negócio com o Google adwords;
• Independência financeira: como administrar e guardar dinheiro.

O voucher ofertado para ação social dá acesso gratuito por três meses ao portal da Catho no plano profissional. Esse plano permite candidaturas ilimitadas às mais de 226 mil vagas ativas na plataforma. Ainda, todos os cursos fornecem um certificado de conclusão e podem ser concluídos em até 3 meses após a inscrição.

Série de entrevistas: Fernanda Gentil é a embaixadora da ação social
E, para apoiar o movimento social, a jornalista e apresentadora Fernanda Gentil estará à frente de uma série de entrevistas sobre Saúde Integral com especialistas em saúde física, emocional e financeira. A médica pediatra Dra. Ana Escobar e Raquel Giglio, vice-presidente de Saúde e Odonto da SulAmérica, conversam com Fernanda sobre simples atitudes que fortalecem o pilar de Saúde Física.

Para Saúde Emocional, a psicóloga e psicoterapeuta Cintia Aleixo, especialista em depressão na maternidade, conversará com Fernanda Gentil e Dra. Tereza Veloso, diretora médica da SulAmérica. “A mulher sofre durante a vida muitas pressões e a maternidade é uma delas. Por isso, cuidar da mente tem de ser algo prioritário na vida de todas”, afirma Dra. Tereza.

Para o pilar de Saúde Financeira, a jornalista Mara Luquet e a diretora da SulAmérica Investimentos, Maria Augusta Mosca, darão dicas melhores práticas para cuidar dos recursos financeiros em uma conversa aberta com Fernanda Gentil. “É claro que a personalização precisa acontecer, pois cada pessoa tem um modo de vida e um montante para viver, mas as boas práticas servem para todos”, afirma Maria Augusta.

Essa ação social em prol do Dias das Mães faz parte de um trabalho mais amplo de saúde emocional da SulAmérica. Em março, a empresa lançou projeto social em parceria com a empresa Psicologia Viva de consultas psicológicas gratuitas para profissionais da saúde e familiares de internados ou de vítimas da Covid-19. Essa ação foi ampliada até o fim de maio.

Para saber mais sobre o movimento #vamosapoiarasmães e outras ações sociais acesse SulAmérica

Mercado de seguros investe em IA e inteligência de dados para aprimorar oferta e transformar relações com os clientes

seguros IA

Fonte: NTT DATA

NTT DATA, provedora global de serviços de tecnologia da informação, acaba de apresentar a primeira edição de uma nova série de relatórios técnicos da indústria de seguros, intitulada “Dados em Toda a Cadeia de Valor do Setor de Seguros” (em inglês, Data Across the Insurance Value Chain), na qual analisa desafios e questões específicas da indústria de seguros e faz recomendações sobre a adoção de dados inteligentes e IA para as companhias de seguros.

Uma das principais conclusões do estudo é que Inteligência Artificial (IA) e smart data continuarão a ser prioridades estratégicas em toda a cadeia de seguros nos próximos anos. “Esta tendência deve se manter, porque a aplicação destas tecnologias possibilita que novos conhecimentos sejam incorporados, entre outros, aos processos comerciais para tornar mais assertivas as tomadas de decisões, em relação, por exemplo, a identificação de perfis de segurados, definição de prémios, realização de campanhas de marketing, gestão de sinistros e jornada de experiências dos clientes. Com isso, as empresas de seguros ganham competitividade sustentável, devido à maior agilidade e acuracidade em suas ofertas”, afirma Alex Morán, sócio responsável pelos setores de Seguros e Saúde da everis Brasil. 

Morán explica que, já há alguns anos, as seguradoras estão investindo nas primeiras fases de adoção destas tecnologias, mas ainda de forma incipiente. Isto porque importantes desafios precisam ser superados, como a aplicação de estruturas de operações de machine learning para passar de sandbox e validações de conceito para implementação de IA em escala; migração massiva para arquiteturas baseadas na nuvem ou híbridas; e aproveitamento do potencial de campos de vanguarda, como o processamento da linguagem natural, da visão computacional ou da aprendizagem por reforço. Além é claro da necessidade de implementar uma estratégia baseada na ética, confiança e segurança a fim de facilitar uma economia mundial de dados com outros parceiros para maximizar a acessibilidade a fontes de dados significativas. 

“É de extrema importância a forma como as seguradoras lidam com estes desafios e é altamente recomendável gerir esta transformação de forma holística, sem esquecer aspetos como a gestão de dados ou de mudanças. Afinal, para se transformar e alcançar seus objetivos, as companhias do setor têm de desafiar o status quo e tomar decisões ousadas em termos de organograma, modelo operacional, investimentos, análises de RH, vendas inteligentes, fixação de preços etc. Só assim elas estarão preparadas para concorrer com seus competidores tradicionais e com novos players que estão ingressando neste mercado, ampliando de imediato entre 3,2% e 7,1% suas vendas”, reforça Morán. 

Momento do mercado

Consciente que a Inteligência Artificial (IA) ÂncoraÂncoraÂncorasmart data se tornaram indispensáveis no setor de seguros nos dias de hoje, e como uma primeira abordagem dentro da série, a NTT DATA analisou o estado de maturidade das empresas orientadas por IA. Apresentando informações fundamentais para que as empresas do setor evoluam a partir do uso incipiente, oportuno e estratégico de IA, para modelos que orquestram dados e IA como ativos fundamentais para gerar negócios e construir um modelo de vínculo com clientes relevantes em tempo real, e baseado em insights acionáveis.

De acordo com uma pesquisa realizada pela Gartner, os líderes de TI estão considerando o uso de IA na cadeia de valor do setor de seguros como uma de suas principais prioridades. Para concorrentes com experiência tecnológica exclusiva, que permite expandir sua gama de ofertas para atender às necessidades de seus clientes, as oportunidades não param de crescer. Estas necessidades têm como base a flexibilidade e a prevenção, dois fatores que vêm se tornando cada vez mais importantes.

O atual cenário comercial é caracterizado por uma mudança de paradigma com a entrada das Insurtechs, novos players que competem diretamente com modelos tradicionais e aceleram sua entrada no mercado utilizando a IA como uma importante vantagem competitiva. Além disso, os fundos de investimento têm demonstrado interesse nestes novos players. Apesar das circunstâncias de 2020, os investimentos e transações alcançaram níveis recordes. Neste trimestre, a proporção de investimentos com capital inicial Âncoracresceu e chegou a 57%, retornando aos índices pré-COVID-19, e metade das transações foram realizadas no Âncorasetor de distribuição de seguros. 

Para onde o setor está caminhando: escalabilidade e monetização 

Considerando a importância dos principais fatores tecnológicos acima, as seguradoras continuam desempenhando esforços significativos em todo o mundo para aumentar a utilização da IA e suas capacidades de base de dados, assim como, Âncoraimplementar casos de uso cada vez mais sofisticados. O objetivo principal é melhorar a vida das pessoas e obter a redução dos custos. 

Atualmente, existem exemplos claros no mercado. As empresas Insurtechs entraram com força total no mercado oferecendo a opção de contratação de seguros por meio de aplicativos de forma simples e flexível. Um outro exemplo é o seguro da Tesla, um aplicativo que permite aos usuários adquirirem seguros on-line e depois ajustarem os preços com base nos dados gerados pelo veículo, conforme os parâmetros de condução de cada pessoa. Já a Delta Dental, o maior fornecedor de seguros odontológicos dos Estados Unidos, utilizou escovas de dentes que transmitem informações sobre a condição bucal de cada usuário. E estes são apenas alguns exemplos de como as empresas estão se adaptando aos novos tempos. 

Após um período inicial de learning by doing Âncora abordagem prática de aprendizagem – o mercado entrou agora em uma fase de escalabilidade e monetização. O aproveitamento da IA em larga escala requer das empresas a criação de pilares fundamentais para a implementação da inteligência artificial, em consonância com a governança corporativa: um gerenciamento de dados e IA que apoie estratégia de inteligência geral e operações de machine learning para alavancar o ciclo de vida dos dados, assim as seguradoras gerenciam os ciclos de vida da IA e os produtos de dados em escala para impulsionar a monetização. 

Entretanto, além de considerar questões de funcionalidade, outros aspectos importantes a serem abordados nos próximos anos incluem a ética, confiabilidade e segurança da IA. O setor de seguros é um dos principais responsáveis pela formação do contexto econômico e social. Junto com os serviços financeiros, os seguros estão destinados ao papel chave na estruturação do futuro de uma IA responsável. Ambos os setores dependem muito de big data para desenvolver suas propostas de valor. 

Ao gerenciar dados pessoais e comportamentais em larga escala, as seguradoras precisarão implementar mecanismos para identificar e mitigar os proxies, enviesamentos de dados, e definir uma estratégia clara para fornecer às partes interessadas uma explicação dos modelos de IA em áreas como gestão de sinistros ou subscrição.

A perspectiva da NTT DATA

O impacto positivo da inteligência artificial na geração de novos valores comerciais deve ser equilibrado com estratégias específicas para minimizar a geração de qualquer desvantagem, dano ou discriminação na vida das pessoas, por exemplo, privando as pessoas de obter a proteção adequada contra riscos.

Desta forma, a corrida para liderar o mercado de seguros em um futuro próximo já começou. A adoção das melhores práticas pode fazer a diferença entre o sucesso e o fracasso: 

  • Assegurar que esta transformação seja conduzida de forma holística na empresa: é muito provável que esta transformação fracasse caso as decisões tomadas sejam exclusivamente a nomeação de um guru como diretor de dados e análises, e a criação de uma nova equipe fundamentada em cientistas e engenheiros de dados. Sem ações mais transformadoras e ambiciosas, recursos talentosos deixarão a empresa mais cedo do que se espera.
  • Gerenciar e desafiar o “status quo” de uma seguradora tradicional: as seguradoras tradicionais passaram por várias fusões e aquisições e estão agora em meio a uma transformação de excelência operacional para reduzir significativamente o número de profissionais, com o objetivo de se tornarem mais eficientes e competitivas.
  • Criar uma pequena equipe isolada de outras (TI, inteligência empresarial etc.): o objetivo é poder compartilhar com o mercado e os acionistas que a empresa está realmente investindo nesta tendência de mercado. 
  • Estabelecer um organograma e um modelo operacional global, coordenado e ambicioso: para garantir que toda a empresa atue de acordo com uma abordagem orientada por dados, explorando todas as sinergias.
  • Adotar novos modelos de uso: impulsionados por capacidades de ponta com menor tempo de lançamento ao mercado.
  • Pensar fora da caixa: as seguradoras tendem a se concentrar em como aproveitar a IA e o smart data dentro do modelo de negócios e da cadeia de valor existentes, no entanto, a verdadeira transformação está relacionada à evolução futura do modelo de negócios e da cadeia de valor possibilitada pelas novas capacidades de IA.

“Estas são recomendações fundamentais para este momento do mercado segurador, que passa por uma desagregação, com inúmeros novos atores vindos do ecossistema das startups, cujo DNA já é baseado em dados e novas propostas de valor, e que são responsáveis por um novo contexto competitivo, no qual a inovação tecnológica deve se traduzir em novos modelos de negócio, serviços diferenciados, interações e experiências hiperpersonalizadas para os segurados”, destaca Morán. Ele ressalta ainda que é viabilizar esses novos negócios mais interativos e digitais exige a criação de equipes híbridas, com profissionais das áreas comerciais, estratégicas, de design e ciência dos dados, que combinem os seus conhecimentos especializados.

Você pode baixar o relatório técnico completo aqui.

Sincor-SP e Sindseg SP arrecadam alimentos para seis mil famílias

Fonte: Sincor

A Campanha Cesta Solidária, realizada pelo Sincor-SP e o Sindseg SP, vai conseguir ajudar seis mil famílias nesta pandemia. A iniciativa alcançou 2.687 doações e as entidades decidiram mais que dobrar o número, com a entrega total de 6.000 mil cestas básicas.

Fruto do programa “Corretor de Seguros Agente do Bem-Estar Social”, a campanha ficou no ar de 9 a 30 de abril e tinha como meta arrecadar 1.500 cestas, mas as entidades foram surpreendidas com a movimentação de todo o mercado de seguros em ajudar.

O Sincor-SP e o Sindseg SP, que se comprometeram a dobrar o número de arrecadações, diante do resultado acima do esperado, decidiram arredondar o volume a ser doado para 6.000 mil cestas básicas.

“Os corretores de seguros são reconhecidos como os profissionais responsáveis em garantir a proteção das pessoas. Nos momentos mais difíceis, estamos lá, auxiliando para que os imprevistos da vida não desestruturem as famílias. Por isso, nesta campanha reforçamos essa missão, levando alimento para quem está precisando”, comenta o 2º secretário e diretor responsável pela campanha no Sincor-SP, Álvaro Fonseca.

A próxima etapa é, através das Regionais do Sincor-SP, entregar todos esses alimentos às famílias. Em breve, a distribuição será divulgada. “O Sincor-SP sempre realizou campanhas solidárias, com o objetivo de reafirmar o papel do corretor de seguros como agente do bem-estar social. E, nesta pandemia, onde muitas pessoas estão precisando de ajuda, não poderia ser diferente”, reforça o presidente do Sincor-SP, Alexandre Camillo.

Contar com o engajamento do mercado de seguros foi fundamental para os resultados da campanha, por isso, o presidente do Sindseg SP, Rivaldo Leite, agradece o empenho de todos. “Cuidar das pessoas é da natureza do nosso setor e a campanha foi mais um exemplo de como tomamos a iniciativa e reforçamos o nosso papel social nesse período de emergência. Obrigado a todos os corretores e profissionais das seguradoras que colaboraram.”

O que dizem os números dos seguros?

por Marcio Coriolano, presidente da Confederação Nacional das Seguradoras – CNseg

Em plena era da informação, o mundo vive um paradoxo neste início da segunda década do século XXI:  nunca foi tão difícil separar o joio do trigo na quantidade de informações que recebemos todos os dias. E não estamos falando apenas de informações equivocadas, ou falsas, mas daquelas que estão corretas em termos absolutos, porém precisam ser qualificadas, depuradas, analisadas para que se transformem em algo útil na vida de países, empresas, cidadãos. Sem esses filtros, o excesso de informação cria desinformação, não conhecimento. Na estatística, acontece o mesmo. Pouco adianta termos uma vasta produção de dados, se não soubermos a que universo eles se referem, em que serão usados, com que objetivo. Por isso a Confederação Nacional das Seguradoras – CNseg tem especial apreço pela quantidade e, principalmente, pela qualidade das informações que divulga cotidianamente sobre o setor segurador.

Não poderia ser diferente em um setor que responde por aspectos essenciais da vida de pessoas, empresas e governos, como proteção de patrimônios e rendas, saúde, previdência e capitalização, além de ser responsável por 170 mil empregos diretos no Brasil e deter garantias de risco superiores a R$ 1,2 trilhão. O conjunto de informações sobre o setor e os recortes que podem ser feitos a partir dele balizam decisões do consumidor sobre vários aspectos de sua vida presente e futura, como saúde e patrimônio. Pauta decisões estratégicas de governos sobre programas de saúde pública, política agrícola e infraestrutura. E com o crescente número de empresas com ações em bolsa, torna-se um potencial atrativo para investidores brasileiros e estrangeiros. A cereja desse bolo chama-se transparência, no sentido primário da palavra: deixar cristalina a fonte das informações, a que cada uma se refere e qual é a base de comparação utilizada.

No caso do setor de seguros, a fonte primária da maioria das informações é a Superintendência de Seguros Privados, a Susep, que responde por todos os seguros, com exceção dos produtos de Saúde, que são de responsabilidade da Agência Nacional de Saúde (ANS) e o DPVAT, cuja tarifa é controlada pelo Governo, atrapalhando comparações. Como as metodologias e prazos de divulgação são diferentes, esses dois últimos não são divulgados mensalmente pela CNseg, sendo tratados em separado pela equipe técnica da Confederação. Além de contar com profissionais experientes e atualizados em seu Comitê de Estudos de Mercado, a CNseg convida regularmente representantes de outras instituições para apresentar e analisar resultados e ampliar o olhar sobre a conjuntura do mundo, do País e do setor.

Exemplo claro da preocupação com a exatidão e a transparência é a forma de apresentação adotada pela CNseg. Os resultados compreendem todos os três segmentos de seguros supervisionados pela Susep – de Danos e Responsabilidades, de Vida e Previdência Privada Aberta e de Capitalização – que são mostrados tanto comparando o mês contra o mês antecedente, quanto o mês contra o mesmo mês do ano anterior e ainda períodos contra os mesmos períodos do ano anterior. Assim, evitam-se conclusões parciais e equivocadas sobre o comportamento do mercado. Em 2020, o setor teve crescimento de 1,3% sobre o ano anterior, resultado influenciado positivamente pelo mês de dezembro, que apresentou crescimento de 15,4% sobre dezembro de 2019. Omitir uma das duas informações levaria a interpretações errôneas. A arrecadação anual totalizou R$ 273,7 bilhões, sem Saúde e DPVAT. As provisões técnicas, que garantem os riscos do sistema, atingiram a cifra histórica de R$ 1,202 trilhão, com aumento de 7,5% sobre o exercício de 2019. Em indenizações, benefícios, resgates e sorteios, o setor totalizou R$ 151 bilhões – também sem Saúde e DPVAT – com crescimento de 8,3% sobre 2019, maior portanto do que a arrecadação. São dados que mostram importante contribuição para proteger a renda e o patrimônio dos brasileiros em momento de queda do rendimento do trabalho, alta do desemprego e estagnação da produção de diversos setores produtivos. O setor cumpriu, dessa maneira, sua missão de desonerar o Governo de gastos para amparo à sociedade.

É este o caminho para honrar nossa missão de sermos os responsáveis pelo tratamento e pela divulgação dos dados relativos ao setor de seguros. Essa responsabilidade é enorme, compatível com a dimensão do setor e com a necessidade de fornecer base sólida ao diálogo com todos os nossos interlocutores. Cidadãos, federações, empresas associadas, órgãos reguladores, poderes Executivo, Legislativo e Judiciário federais, estaduais e municipais, entidades representativas de consumidores. Por último, porém não menos importante, lembramos quão importante é trabalhar com informação de qualidade na construção de uma cultura de seguros no Brasil. O consumidor precisa ter acesso às informações necessárias para escolher conscientemente o melhor produto para cada etapa de vida e cada situação individual. Afinal, a base de todo o sistema de seguros é a confiança. Temos muito orgulho de ter colaborado para a construção de um sistema que valoriza o direito à informação. Qualquer cidadão pode acessar os dados sobre o setor e sobre todas as empresas, diretamente no site de cada uma delas e, também, na Susep e na ANS.  Temos um sistema que, para garantir os riscos que assume, detém ativos equivalentes a 25% da dívida pública brasileira, o que o torna um dos maiores investidores institucionais do País, com papel importante a desempenhar na retomada do crescimento econômico.

Executivos de seguros de MG doam alimentos para Central Única das Favelas

A campanha “Um abraço em forma de alimento” foi um sucesso: 10 toneladas de alimentos, revertidas em 670 cestas básicas foram o saldo dessa ação solidária, que envolveu entidades e pessoas físicas na luta contra a fome. A entrega aconteceu no último, sábado, dia 8, por voluntários da iniciativa, na Esplanada do Mineirão. Idealizada pelo SindSeg MG/GO/MT/DF, Aconseg MG; Clube da Bolinha MG; Clubcor MG, CSP MG; Sincor MG e Sosai , em parceria com a Central Única das Favelas (Cufa) de BH, – responsável por indicar as comunidades que receberam os benefícios -, a iniciativa teve o objetivo de ajudar famílias mineiras impactadas pela crise econômica trazida pela pandemia. 

“A campanha Um Abraço em Forma de Alimento uniu o mercado mineiro de seguros e todos os seus parceiros numa ação coletiva de ajuda humanitária, que está significando muito para centenas de famílias mineiras. Reforço nosso muito obrigado ao movimento da CUFA Minas e a todos os nossos parceiros, que permitiram que fizéssemos parte dessa ação e que contribuíssemos para amenizar essa realidade tão triste e que precisa tanto da nossa solidariedade”, afirma o presidente do SindSeg MG/GO/MT/DF, Marco Neves.

#Juntossomosmaisfortescontraafome

Boletim Focus sobe pela terceira semana consecutiva projeção do PIB, agora de 3,14% para 3,21%

Pedro Simoes CNseg

A expectativa dos agentes consultados pelo Banco Central no relatório Focus para o crescimento do PIB em 2021 subiu pela terceira semana consecutiva, agora de 3,14% para 3,21%. Pedro Simões, do Comitê de Estudos de Mercado da CNseg, a Confederação Nacional das Seguradoras, comenta que além dos indicadores de atividade terem sido melhores do que o esperado, “Na visão dos agentes de mercado, a aprovação do Orçamento com um “furo” de “apenas” R$ 110 bilhões no Teto de Gastos foi uma solução aceitável dentro das possibilidades. Isso se refletiu em uma ligeira queda das taxas de juros longas e em uma apreciação do Real na semana passada. Isso não quer dizer que a incerteza fiscal esteja superada – longe disso, vide a comparação da depreciação do Real em relação a outras moedas -, mas trouxe algum alívio, ao menos no curto prazo”.

Apesar de ser uma boa notícia, Simões alerta: “Os desempenhos de vários indicadores econômico e setoriais devem ser vistos com cautela, pois podem indicar um cenário de forte crescimento que, na prática, não se verifica. Isso ocorre porque o primeiro impacto da pandemia no ano passado ocorreu justamente em março, quando foram impostas as primeiras medidas restritivas à circulação e ao funcionamento de indústrias e empresas comerciais e de serviços”. 

Leia o Boletim Acompanhamento de Expectativas Econômicas semanal feito pela Superintendência de Estudos e Projetos (Suesp) da CNseg no link acima.