Alper faz aliança estratégica com a Ô Insurance e adquire carteira de Benefícios

marcos couto alper

Fonte: Alper

A Alper Consultoria em Seguros faz parceria estratégia com a Ô Insurance por meio da compra da carteira de Benefícios da subsidiária, Ô Benefits. “A compra, a segunda no ano, faz parte da estratégia da companhia de crescer via aquisições. Existe um grande número de oportunidades de consolidação nesse mercado, e temos um modelo de aquisição e integração que já está sólido e estabelecido”, explica o CEO da Alper, Marcos Couto. 

Com a aliança, a Ô Insurance, que já opera em Open Insurance, passa a dedicar-se inteiramente aos seus projetos de transformação digital. Com a sua subsidiária Ô Affinity, que opera exclusivamente B2B2C, a estratégia é ofertar seu marketplace de seguros White Label via API para parceiros que possam ofertar para seus próprios canais de vendas como bancos, fintechs e lojas de varejo, etc. 

Já a Assegurou, que atua no B2C, tem como propósito gerar acesso a produtos e serviços de seguro, e faz isso através do seu ecossistema de distribuição, assim é possível fazer a oferta customizada na medida certa com a precificação ideal. “A Alper tem investido muito em tecnologia para benefícios corporativos, desta forma, essa aliança nos permite ofertar o melhor para nossos clientes da Ô Benefits e futuros parceiros B2B, e passar a focar de fato naquilo que é o nosso DNA, seguros massificados através da transformação digital”, explica o CEO da Ô Insurance, José Macedo.

Couto ressalta que no último ano a Alper realizou três aquisições: Vertex, Transbroker e  Next Marka. Nas primeiras semanas de 2021, a companhia anunciou a compra da Ferfi Consultoria. Considerando os últimos três anos, a estratégia de consolidação inclui ainda nomes como KB Consultoria, Supera e EcoVerde. “A compra desta carteira está dentro da nossa estratégia de crescimento inorgânico que prevê, ainda, novas aquisições ao longo de 2021”, afirma Couto, ressaltando que a operação vai ajudar a companhia a ampliar a atuação na região do ABC, importante polo industrial do país. 

Com a transação, a Alper reforça seu time com a chegada do Ronaldo Buscarino como Diretor Comercial ABC, junto com uma equipe altamente qualificada.

ESSOR participa na próxima quinta-feira, 13/05, do programa Sincor Digital

Fonte: ESSOR

O tema em debate será “Seguro de Cascos Marítimos Embarcações de Recreio: Uma oportunidade para os corretores de seguros”. Outros assuntos também serão alvo do evento online, tais como: o funcionamento do seguro para embarcações, o crescimento deste tipo de proteção durante a pandemia, sua importância, entre outros aspectos técnicos do seguro náutico. 

Os palestrantes serão: Pedro Simões, gestor de seguros náuticos da ESSOR Seguros, Fábio Avellar, CEO da Brancante Seguros, parceira da ESSOR Seguros, Thiago Marques Fecher, coordenador da comissão de transportes e cascos do Sincor-SP serão os palestrantes. A programação contará também com as participações especiais do presidente do Sincor-SP, Alexandre Camillo e de Simone Fávaro, 2ª. vice-presidente e diretora executiva responsável pela assessoria técnica do Sincor-SP. E ainda, Carlos José Paiva, Israel Marques e Marlene Golubic Mollica, integrantes da comissão de transportes e cascos do Sincor-SP.

A ESSOR Seguros dobrou as vendas desse seguro em 2020, para R$ 22,6 milhões, e cresceu a dois dígitos no primeiro trimestre de 2021. Trata-se de um mercado específico, que exige muita experiência para fazer uma subscrição de risco adequada. “É preciso ter programas de gerenciamento e mitigação para oferecer aos clientes a assessoria e a tranquilidade que eles buscam ao comprar um seguro”, afirma Pedro Simões, diretor técnico e gestor de seguros náuticos da ESSOR.

Zurich concede Selo Verde para oficinas mecânicas em parceria com o IQA

Fonte: Zurich

Com o propósito de ser uma das empresas mais responsáveis e de maior impacto no mundo, a Zurich mais uma vez toma à frente do mercado de seguros e anuncia que reconhecerá, com um selo verde, as oficinas da rede credenciada que demonstram preocupação com os aspectos ambientais na reparação automotiva.

A Certificação Selo Verde, como é chamada, será concedida às oficinas que passarem por uma avaliação técnica desenvolvida pela própria Zurich e que tiverem validadas a sua gestão, instalações, equipamentos e processos do ponto de vista ambiental. Na magnitude em que foi estruturada, essa certificação técnica é inédita no Brasil. 

A certificação do IQA – Instituto da Qualidade Automotiva, que atua como certificadora de serviços automotivos nas áreas de gestão da qualidade e gestão ambiental, entre outras atividades, foi integrada com diferenciais pela seguradora e contém 50 pontos de verificação, além de incluir uma apuração mensal de KPIs predeterminados e dos impactos ambientais dos estabelecimentos. A partir da adequação a esses pontos, a certificação das oficinas é segmentada em três categorias: ouro (acima de 70%), prata (61% a 70%) ou bronze (de 51% a 60%). 

Para Fabio Santos Silva, Superintendente de Sinistros, Personal Lines da Zurich no Brasil, a certificação traz diversos benefícios às oficinas que forem certificadas, relacionados à eficiência operacional, gestão da qualidade e ambiente de trabalho aos seus colaboradores, fortalecendo toda a cadeia de valor. E impacta também os clientes.

“Demos o pontapé inicial com duas oficinas e, até o final do ano, a meta é certificar os 60 estabelecimentos da rede credenciada com maior relevância em volumetria de reparos e interessadas na certificação. Este é só o início. Com o selo, os clientes do seguro auto terão garantia da qualidade ambiental do serviço nesses locais, em caso de sinistros que resultem na reparação do veículo”, explica o superintendente.

Segundo Fabio, a concessão do Selo Verde materializa o objetivo da companhia de promover ações que combatam os impactos das mudanças climáticas, um dos pilares da estratégia de sustentabilidade da Zurich no país. A iniciativa também está alinhada à promessa global da seguradora de liderar o impacto positivo no planeta.

“A criação da Certificação Selo Verde foi motivada pela preocupação da Zurich em oferecer, reconhecer e incentivar serviços sustentáveis junto aos seus parceiros, no Brasil e no mundo. Com essa ação pioneira, percebemos que a Zurich está, junto a essas oficinas, na vanguarda para a redução de impactos ambientais no mercado brasileiro de seguros”, avalia o executivo.

Sustentabilidade é um pilar da Zurich

A sustentabilidade é um valor fundamental no posicionamento de marca global da Zurich e vem permeando as ações da marca em várias esferas. No Brasil, no que diz respeito a serviços, por exemplo, a empresa vem oferecendo diferenciais aos clientes, como é o exemplo do descarte ecológico e consultoria ambiental disponibilizados na cobertura do seguro residencial.

Com relação aos produtos, o seguro para carros elétricos e o recém-lançado Zurich4Power, seguro para instalação e manutenção de painéis fotovoltaicos, são exemplos de iniciativas que incentivam a busca por matrizes energéticas mais sustentáveis no país. Os investimentos também são uma frente de atuação da companhia, que já colocou R$ 230 milhões nos chamados green bonds, ou títulos verdes.

Tudo isso faz parte de um alinhamento internacional do Zurich Insurance Group, que figura no topo do Índice Dow Jones de Sustentabilidade e integra a Net-Zero Asset Owner Alliance da Organização das Nações Unidas (ONU), com o compromisso de zerar as suas emissões de carbono até 2050.

Lucro da Liberty Mutual avança para US$ 856 milhões no primeiro trimestre de 2021

liberty mutual

A Liberty Mutual Holding Co. divulgou lucro líquido de US$ 856 milhões no primeiro trimestre, um aumento de 64,7% em relação ao primeiro trimestre do ano passado, uma vez que os fortes resultados de investimento compensaram as maiores perdas por catástrofe.

O prêmio líquido subscrito da seguradora sediada em Boston cresceu 3,6% para US$ 10,4 bilhões, com o aumento vindo principalmente de seu negócio de Global Retail Markets, que melhorou seu prêmio líquido em 5,2% para US$ 6,85 bilhões.

No negócio de Soluções de Risco Global, o prêmio líquido emitido aumentou 1% para US$ 3,6 bilhões e as taxas de renovação aumentaram 12% devido ao “impulso de preços sustentado” nas linhas comerciais, disse David Long, presidente e CEO da Liberty Mutual, em um comunicado.

O índice combinado geral da seguradora piorou 5,2 pontos para 101,5%, em grande parte devido às perdas por catástrofe. O índice combinado para o segmento Global Retail Markets piorou para 100,5% de 93,6%, enquanto o índice combinado para o segmento Global Risk Solutions melhorou 1,2 ponto, para 99,3%.

“As perdas com catástrofes no trimestre foram de US$ 1 bilhão, US$ 734 milhões acima do trimestre do ano anterior, incluindo US$ 690 milhões das tempestades de inverno de fevereiro, que afetaram o Texas e outros estados”, disse Long. “No geral, foi um trimestre forte, apesar de um nível elevado de perdas por catástrofes, e estamos satisfeitos com o progresso que estamos fazendo em direção aos principais objetivos de negócios.”

Valmir Rodrigues sai e 4 diretores assumem diretoria comercial da Tokio Marine

A Tokio Marine Seguradora comunica ao mercado a mudança de sua Diretoria Executiva Comercial. Após 30 anos de serviços prestados à Companhia, Valmir Rodrigues vai dedicar-se a projetos pessoais e passa a gestão para quatro Diretores de Canais que já faziam parte do time: João Luiz de Lima, Diretor Comercial Nacional Varejo; Marcia Silva, Diretora de Canais Especiais; José Luís Franco, Diretor Comercial Corporate; e Marcos Kobayashi, diretor comercial nacional Vida. A partir do dia 30 de junho, os executivos responderão diretamente ao presidente José Adalberto Ferrara. 

“Com muito orgulho, dedicação total e eterna gratidão, passei uma grande parte da minha vida dentro da Tokio Marine e tomei a decisão de seguir novos rumos pessoais com muita tranquilidade porque tenho absoluta confiança de que o caminho está pavimentado para que a área comercial continue prestando o melhor atendimento aos nossos Corretores e Assessorias.  Esta não foi uma decisão abrupta, uma vez que desde 2018 venho trabalhando a minha saída com um forte trabalho de coaching, pelo qual comecei a delegar cada vez mais as atribuições para os Diretores de Canais. Sob o comando destes quatro excelentes profissionais, a companhia está preparada para os grandes desafios e oportunidades que estão por vir”, pontua Valmir Rodrigues. 

Em nome de todos os times da companhia, o presidente José Adalberto Ferrara destaca a importância do trabalho desenvolvido ao longo dos anos por Valmir e reforça que o novo corpo diretivo comercial dará continuidade às melhores práticas estabelecidas pelo diretor executivo comercial ao longo de sua trajetória na Tokio Marine, iniciada em 1991. 

“Agradeço muito ao Valmir por toda a sua dedicação à companhia ao longo de sua trajetória. Tenho a plena convicção de que a nossa área comercial está preparada e plenamente motivada para dar continuidade ao trabalho desempenhado por ele, que sempre foi um líder muito próximo das equipes. Seguiremos com o mesmo foco em manter o forte relacionamento junto aos Corretores e Assessorias, que são nossos principais canais de distribuição, e a quem devotamos o maior respeito e devemos os excelentes resultados que temos obtido nos últimos dez anos”, afirma Ferrara.

Atualmente, a Tokio Marine conta com mais de 33 mil Corretores e Assessorias em sua base, cujo trabalho como consultores de proteção é fundamental para a expansão da cultura do seguro no País.

Segmento de vida da AIG registra perdas de US$ 40 milhões no 1o. trimestre de 2021

Fonte: agências internacionais

A American International Group Inc. superou as estimativas de lucro do primeiro trimestre, com o forte desempenho de suas unidades de seguros gerais e de vida e aposentadoria atenuando o impacto das tempestades de inverno e reivindicações de mortalidade relacionadas ao coronavírus. Os prêmios brutos emitidos aumentaram 6%, para US$ 10,73 bilhões no negócio de seguros gerais, impulsionados pela seguradora na América do Norte e linhas comerciais internacionais.

A empresa registrou uma receita de subscrição de US$ 73 milhões em seus negócios de seguros gerais no trimestre, em comparação com um prejuízo de US$ 87 milhões no ano anterior, quando registrou grandes perdas relacionadas à pandemia. O índice combinado anual de acidentes de seguro geral da seguradora, que exclui perdas por catástrofes, foi de 92,4% no trimestre, em comparação com 95,5% um ano antes.

O grupo reservou US$ 422 milhões para perdas por catástrofes na unidade, principalmente relacionadas a tempestades de inverno, mas não estimou perdas relacionadas ao COVID-19. As seguradoras globais enfrentaram no ano passado um aumento acentuado nos pagamentos relacionados à crise da saúde em um momento em que os investimentos em que dependem para pagar sinistros se desfizeram.

Os retornos dos investimentos agora se recuperaram e muitas seguradoras viram uma queda nos sinistros relacionados ao coronavírus, uma vez que o lançamento de vacinas ajudou mais economias a se reabrir. A receita ajustada após os impostos atribuível aos acionistas ordinários da AIG aumentou para US$ 923 milhões no trimestre encerrado em 31 de março, de US$ 105 milhões um ano antes. Excluindo itens, a AIG obteve um lucro de US$ 1,05 por ação, excedendo as estimativas dos analistas de 97 centavos, de acordo com o Refinitiv IBES.

A unidade de vida e aposentadoria da AIG registrou um salto de 57% na receita ajustada antes dos impostos para US$ 941 milhões, impulsionada em parte por maiores retornos de patrimônio privado. O negócio de seguro de vida, no entanto, registrou um prejuízo ajustado antes dos impostos de US$ 40 milhões, refletindo em grande parte mais mortes pelo surto do vírus.

Lucro da Munich Re sobe para € 589 milhões no 1o. trimestre de 2021

A gigante de resseguros global Munich Re reportou um sólido trimestre de lucros para o primeiro trimestre de 2021, uma vez que gerou 589 milhões de euros de lucro, acima dos 221 milhões do mesmo período do ano anterior. O segmento de resseguro contribuiu com 410 milhões de euros do lucro, com resseguros de bens e acidentes com 358 milhões de euros do total. “Apesar do impacto de grandes perdas e catástrofes, a maior das quais foram as tempestades de inverno nos EUA e o clima congelante, estamos no caminho certo para cumprir nossa meta anual de 2,8 bilhões de euros, graças a ganhos operacionais robustos”, disse o diretor financeiro, Christoph Jurecka, segundo comunicado.

A empresa relatou outros 167 milhões de euros em perdas relacionadas à pandemia COVID-19. Enquanto isso, as renovações de resseguro de abril ajudarão a gerar mais lucros sólidos para a Munich Re, já que a empresa relatou 17,1% de crescimento de prêmio, junto com preços 2,4% mais altos.

“A pandemia tem testado nossa solidariedade e autodisciplina todos os dias. A única maneira de realmente melhorar a situação, entretanto, é um ritmo mais rápido de vacinações COVID-19. Faremos nossa parte em sete unidades da Munich Re e ERGO na Alemanha assim que a equipe médica de nossa empresa tiver permissão para administrar as vacinas. Em termos de negócios, esperamos que o impacto da pandemia em 2021 seja limitado para Munich Re”, afirmou Jurecka.

As perdas por catástrofes naturais durante o primeiro trimestre totalizaram 646 milhões euros, bem acima dos 208 milhões do primeiro trimestre de 2020 e acima da média do trimestre. O principal fator para isso foi a tempestade de inverno Uri e o congelamento do Texas, que contribuíram com 450 milhões de euros para as perdas.

Enquanto a Munich Re aproveitou as oportunidades de crescimento durante as renovações de resseguro de abril, a empresa também disse que continua a podar sua carteira, interrompendo negócios não lucrativos ao mesmo tempo. Explicando os preços do resseguro, a empresa disse: “Os preços subiram em geral, com aumentos variando em relação à experiência de sinistros e situação específica em cada mercado individual. Os preços da cobertura de resseguro aumentaram consideravelmente em alguns lugares, incluindo o Japão. Em contraste, os preços aumentaram apenas ligeiramente em regiões e classes de negócios com baixa experiência de sinistros, como a Europa. Ao todo, os preços do portfólio da Munich Re aumentaram 2,4%.”

Olhando para o futuro, a Munich Re acredita que as condições do mercado de resseguro persistirão: “A Munich Re antecipa que o ambiente do mercado irá melhorar ano a ano na próxima rodada de renovação em julho, como foi o caso com as renovações anteriores”. Devido às condições positivas do mercado de resseguro, a Munich Re aumentou sua meta para prêmios de resseguro de 37 bilhões de euros para 39 bilhões para o ano.

Consumidor decidirá se vai compartilhar dados, afirma Susep

Fonte: Susep

A Superintendência de Seguros Privados (Susep) mostrou durante webinar realizado no último dia 4 as propostas que estão em consulta pública e a Circular que regulamenta o Open Insurance no mercado de seguros brasileiro. O objetivo do Open Insurance é prover um ecossistema que facilite o acesso dos consumidores aos produtos e serviços de seguros, ampliando a cidadania financeira, aliado a uma capacidade de compartilhamento seguro de dados.

As normas criam uma oportunidade para permitir que consumidores acessem e compartilhem seus dados de forma segura, ágil, precisa e conveniente. Os dados poderão ser utilizados para desenvolver produtos e serviços inovadores que atendam às necessidades atuais e futuras dos consumidores, além de integrar com o Open Banking, ecossistema de compartilhamento padronizado de dados e serviços no âmbito do mercado financeiro, regulado pelo Banco Central.

Na ocasião, participaram a superintendente da Susep, Solange Vieira, o diretor da Susep Eduardo Fraga, o chefe do Departamento de Tecnologia da Informação e Comunicação, Leonardo Brasil, o coordenador da Susep Thiago Barata e a coordenadora de Monitoramento de Riscos, Paloma Habib. 

Solange destacou que a Susep vem fazendo uma mudança regulatória com a desregulamentação de várias normas. “Isso tudo vem em um conjunto de buscar criação de novos produtos e base de dados confiáveis que permite evoluir para o open insurance”, explicou.

A expectativa, de acordo com a superintendente, é permitir que grandes e pequenos sejam vistos pelo consumidor com o mesmo tamanho. “Do lado do consumidor enxergamos que ele vai ter mais oferta de produtos e acesso e assim, esperamos aumentar muito a cobertura de seguro no país. Temos espaço para mais do que dobrar o volume de prêmios. Esperamos que o mercado passe por processo de concorrência saudável que resulte em maior qualidade e menor preço para o consumidor”, afirmou.

Na sequência, Eduardo Fraga, diretor da Susep, destacou a estimativa. “Há uma previsão que em dezembro de 2021 comece o compartilhamento de dados referentes às transações relacionadas a produtos de seguro, previdência e capitalização”, disse. Ele explicou que nem todas as supervisionadas do mercado de seguros usam o canal bancário, por isso, a Susep achou que haveria uma assimetria no mercado”

Fraga explicou que o open finance é a junção do banking e insurance. “Ele é visto como operacionalização da LGPD. Se olharmos os artigos inicias da LGPD, vamos ver entre os principais fundamentos a promoção do desenvolvimento econômico e tecnológico do país e a concorrência”.

Ele acrescentou também que a interoperabilidade permite às pessoas consolidar a vida financeira por meio de soluções tecnológicas que sejam desenvolvidas para elas com acesso aos planos de previdência que ela tenha, seguros e vida financeira. “O ecossistema do open finance é de grande valor também para pequenas e médias empresas porque elas têm necessidade de gestão de fluxos de caixa e contratos, além de consolidar as apólices. Qualquer ajuda que se dê a PME´s é ajudar o país”, afirmou.

Fraga garantiu também que a segurança e a privacidade dos dados são pilares fundamentais dentro do open finance.

Thiago Barata, é o coordenador para tratar do open finance dentro da Susep, destacou que o cliente é o centro da jornada. “Com o consumidor no centro da propriedade de seus dados é natural que com a LGPD tenha uma necessidade da troca de informações no momento em que o segurado entenda que tenha benefícios nesse compartilhamento”, disse. Para ele, é natural que os dados sejam transacionados dentro do setor. “O open insurance é uma padronização desse compartilhamento de dados e regras para que isso funcione de forma segura, precisa, ágil e, de acordo com a conveniência do segurado”, sintetizou.

Ele explicou que os padrões estão relacionados a API’s, diretório de participantes, resolução de disputas, direitos e obrigações dos participantes do sistema e mostrou as fases de implementação.

Em seguida, Paloma Habib, coordenadora de riscos da Susep, falou do escopo de dados e serviços que vão estar no ambiente do open insurance. “Os dados são separados em três categorias: abertos, pessoais e serviços relacionados a seguros”, destacou.

Ela explicou que os dados das sociedades supervisionadas serão abertos ao público de forma padronizada. “A ideia é que surjam empresas que vão criar aplicativos, sites que vão ajudar o consumidor a visualizar esses dados por meio de ferramentas. É um grande Market place”, sintetizou.

No caso dos dados pessoais dos clientes, Paloma explicou que eles não vão ficar públicos. “São individuais e só serão compartilhados com outra sociedade participante do ecossistema. O cliente vai decidir se ele vai compartilhar, com quem e por quanto tempo. Existem aqui serviços ligados a seguros. A verdade é que o mercado vai ter toda a abertura para criar serviços a partir desses dados. O foco é melhorar a experiência do consumidor”, ressaltou.

Leonardo Brasil, chefe de departamento de tecnologia, explicou como vai funcionar a tecnologia por trás do open insurance que é, segundo ele, um ambiente propício à inovação e que tem o consumidor no centro da experiência.

Ele disse que o Banco Central estabeleceu alguns princípios de design e arquitetura das API’s e têm, entre as características básicas, foco no desenvolvedor. “As empresas vão se debruçar nas API’s para oferecer novos produtos e é importante que seja padronizado. Ele precisa ser simples para que seja facilmente interpretada pelos desenvolvedores”, ressaltou.

Brasil destacou que a segurança é um desafio e mostrou a necessidade de um diretório central. “Todos os participantes têm que ter certeza da identidade. No momento da transação o participante tem que ser certificado porque envolve dados pessoais e contratuais”, disse.

Ele explicou que durante a implantação do open banking na Europa, os países tinham suas autoridades competentes e todos queriam participar. “Essas empresas deveriam ser certificadas e os certificados depositados nos órgãos reguladores de forma descentralizada”, explicou.

Ao responder uma das questões do público, Solange Vieira disse acreditar em um avanço na atuação do corretor de seguros. “Entendo que o corretor vai virar não só o intermediário na venda, mas um consultor à medida que a gente espera que haja um aumento no número de pessoas a contratar seguros”, disse.

Para ela, deve entrar no mercado uma massa grande de pessoas que não entende de seguros. “O corretor vai ser o conselheiro de como deve contratar e qual o seguro deve ser contratado. Acredito que o corretor vai ser um analista de seguros mostrando qual seguro é mais indicado e ideal para a pessoa”, afirmou.

180° Seguros recebe R$ 44 milhões em rodada Seed

Mauro Levi D’Ancona

Fonte: 180° Seguros

A 180° Seguros acaba de fechar sua rodada Seed no valor de R$ 44 milhões (U$ 8 milhões), liderada pelos fundos Canary, Dragoneer e Rainfall. O investimento dará o suporte necessário para a insurtech impulsionar a estratégia de consolidação de seu modelo de negócio insurance as a service, com foco no desenvolvimento de produtos e na melhor experiência dos clientes, além de um time interno de primeira linha. 

Fundada em 2020, a 180° atua por meio de um modelo B2B2C, provendo uma solução completa para que empresas consigam vender de forma inovadora e digital os produtos de seguros e assistências. Com uma metodologia própria, focada em alta tecnologia, a 180° estuda cada canal de distribuição identificando oportunidades de criar produtos únicos com a venda de seguros na jornada do cliente final, o “Embedded Insurance”. 

Com o aporte, a 180° irá pôr em prática seu plano de desenvolver novas soluções de seguros, trazendo inovação e flexibilidade para o mercado. “Os produtos de seguros e assistências vão passar por uma revolução na forma que são distribuídos, assim se tornando parte da jornada de compra dos clientes. O embedded insurance permite que uma oferta seja feita quando o cliente realmente necessita do seguro (por exemplo, ao comprar um apartamento) e, assim, se torna mais personalizado e acessível”, explica o CEO e cofundador da 180°, Mauro Levi D’Ancona. A 180° hoje conta com mais de 20 clientes, incluindo empresas consolidadas e listadas em Bolsa, startups e unicórnios, de setores como imobiliário, financeiro, benefícios e varejistas, entre outros. 

Em linha com a tendência de fundos globais de investirem cada vez mais em oportunidades no Brasil, a 180° recebeu o aporte seed liderado por grandes nomes do mercado como Canary, Dragoneer e Rainfall (fundos do Vale do Silício), além de 8VC (também do Vale do Silício), Quartz e Norte. Investidores anjos, incluindo executivos do Nubank e do mercado de seguros também participaram da rodada. Tal relevância se deve, entre outros fatores, pela trajetória do trio de fundadores – Mauro Levi D’Ancona, Alex Körner, e Franco Lamping – que têm experiência consolidada em tecnologia, seguros e startups. A história e o talento dos três se completa, trazendo know-how e toda inteligência por trás dos processos. 

Kovr chega ao mercado com Thiago Moura, Newton Queiroz e Eduardo Viegas

Fonte: Kovr

Com o objetivo de transformar o mercado de seguros oferecendo tecnologia e inovação focada nas demandas do cliente, a Kovr Seguradora chega ao mercado. A companhia é a nova cara da Seguradora Invest, e das companhias InvestPrev e Invest Capitalização, que já possuem uma história de mais de 45 anos, mais de 3.000 corretores parceiros, 200 funcionários receita de mais de R$ 1 bilhão.  O grupo de seguradoras passou recentemente por uma transformação societária, com a aquisição por parte do Banco Máxima, que trouxe um time de liderança experiente de executivos do mercado segurador , além de implantação de governança e plano estratégico focado em inovação e tecnologia.

“O mercado de seguros no Brasil tem muito espaço para crescimento. É preciso ampliar a cultura de produtos securitários, e investir em tecnologia para dar acesso e agilidade na distribuição dos produtos. O movimento de crescimento das fintechs precisa alcançar as insuretechs. Nosso alvo é ser um player relevante no Brasil”, diz Banco Máxima,  acionista da companhia. 

A Kovr chega ao mercado de seguros tendo como principal diferencial oferecer a melhor experiência para seus clientes, por meio de produtos elaborados sob demanda, para atender as necessidades especificas de cada pessoa, empresa ou parceiro, com foco em modalidades de distribuição e produtos altamente inovadores”, afirma Thiago Moura, CEO da Kovr.

Com corretores em todo o território nacional, a Kovr Seguradora oferece um extenso portfólio dividido entre os seguintes produtos: Soluções Imobiliárias (Seguros PF e PJ); Soluções para Empresas (Seguro Garantia, Responsabilidade Civil Profissional, Responsabilidade Civil Ônibus, Seguro de Viagem, Vida em Grupo); Soluções Empresariais para Pessoas (Acidentes Pessoais Passageiros, Acidentes Pessoais Coletivo, Vida em Grupo, Prestamista, Capital Global), Soluções em Previdência e Capitalização (PF e PJ).

Com esse portfólio de produtos, a seguradora usa de novas tecnologias e inovações para ofertar o melhor aos clientes finais, entendendo de perto as demandas específicas que atualmente não são atendidas por nenhuma outra seguradora.

Além da tecnologia, sustentabilidade e questões sociais são pilares importantes para a Kovr. A sede, localizada em São Paulo, fica no edifício Pátio Victor Malzoni, considerado modelo de sustentabilidade.

Estruturada a partir da Holding SegPar, tem como sócio majoritário o Banco Máxima. Comandada por especialistas, a Kovr tem como CEO Thiago Moura (ex-associado e diretor presidente da BTG Seguradora e Resseguradora), e Eduardo Viegas (ex-CEO da Berkley Brasil Seguros), Geraldo Castro (ex-Invest) e Newton Queiroz (ex-CEO Argo Seguros), como membros da diretoria.