Generali Brasil cria Comitê de Diversidade & Inclusão

Andrea Crisanaz, CEO da Generali Brasil (3)

Fonte: Generali

O Grupo Generali lançou em março deste ano a iniciativa Be Bold For Inclusion (Seja ousado para a inclusão, em tradução livre), com foco em promover a inclusão e a diversidade na companhia. E umas das suas ações é a criação do Comitê de Diversidade & Inclusão da Generali Brasil, que aconteceu este mês e é composto por dez funcionários. Esse grupo será responsável por fomentar as iniciativas, promover o engajamento e executar os planos de D&I, amparados pelos pilares de diversidade cultural, habilidades, gênero, gerações e LGBTQIA+.

“O nosso objetivo é transformar, cada vez mais, a Generali em uma companhia orgulhosa de ter colaboradores diversos e comprometida com a promoção de um ambiente inclusivo. É por isso que vamos investir em metas concretas e sustentáveis para a empresa. Precisamos encarar o assunto com a seriedade e a atenção necessárias, assumindo um papel de protagonismo na transformação de um mercado tão tradicional, como o segurador”, comenta Andrea Crisanaz, CEO da Generali Brasil.

O tema Diversidade & Inclusão (D&I), especificamente, é importante para o Grupo e é por isso que é preciso mantê-lo no topo da agenda de todos os colaboradores e seus líderes. “Nosso time está completo e a data do primeiro encontro oficial do grupo já está marcada.  Eles, agora, vão representar a companhia nos pilares Gênero, Cultura, Gerações, Habilidades e LGBTQIA+. Uma oportunidade para todos os integrantes começarem a planejar, executar e acompanhar ações de D&I, estimulando o engajamento dos colegas no dia a dia. Parabéns para esse time de peso”, finaliza Crisanaz.

MAPFRE abre inscrições para programa de inovação aberta

mapfre logo

Fonte: Mapfre

A MAPFRE abriu inscrições para a segunda edição de seu programa de inovação aberta. Elaborado juntamente com a aceleradora de inovação corporativa e impacto socioambiental Worth a Million – WaM (www.wam106.com), a iniciativa tem como objetivo selecionar startups que possuam projetos de rápida implementação e possam resolver os seguintes desafios dentro da companhia: a otimização do relacionamento com clientes e distribuidores, a personalização da oferta baseada em dados e a eficiência operacional.

“Quando falamos de inovação, no geral, as pessoas associam somente à tecnologia, mas podemos inovar em relacionamento com cliente, produtos e processos também. Com estes desafios, a MAPFRE vem continuamente estimulando seus líderes e colaboradores a pensarem diferente, e estão seguindo uma tendência forte de personalização de serviços”, explica Valéria Barros, CEO da WaM.

Os três desafios desta edição – otimização do relacionamento com clientes e distribuidores; efetividade na conversão de vendas por meio da personalização da oferta baseada em dados e  eficiência operacional – foram resultado de um mapeamento de desafios feito pela WaM na companhia, no qual surgiram pontos a serem trabalhados por meio da inovação.

“O primeiro passo foi levantar e saturar informações com os responsáveis por conduzir a estratégia da organização, uma vez que possuem a visão de quais são os desafios e oportunidades que a MAPFRE e suas respectivas áreas possuem. A área de Inovação foi responsável por estruturar entrevistas com os executivos-chave, captando a percepção de cada um. Ao final, temos os desafios mapeados, priorizados e alinhados à estratégia da companhia, o que potencializa ainda mais a possibilidade nesta busca por startups”, afirma Flavia Varga, head de Inovação da MAPFRE Brasil.

O primeiro tema tem como objetivo tornar a jornada do seguro ainda mais amigável, por meio da disponibilização de diferentes canais para que cliente e distribuidor possam escolher aquele que melhor se ajuste à sua necessidade. Já o segundo visa ampliar a conversão de vendas utilizando ofertas personalizadas, com base na inteligência de dados, para que o produto seja customizado ao cliente. Por fim, o terceiro pretende otimizar a eficiência operacional da companhia, com a adoção de novas tecnologias que possam contribuir com a gestão de recursos, técnica e de riscos de toda a jornada de seguros.

“Um dos principais desafios do mercado de seguros tem sido a melhoria da qualidade analítica dos dados e o uso deles para aprimorar as experiências com clientes. Embora isto não seja algo inédito no setor, fazê-lo de modo proveitoso e de forma consistente figura como desafio para muitos. A MAPFRE tem focado esforços de inovação nesta direção”, conclui Valéria.

Para participar do MAPFRE OPEN INNOVATION (MOI), as startups interessadas devem se cadastrar no site oficial: https://moibr.mapfre.com.br/. Além da implementação das soluções dentro da MAPFRE Brasil, há a possibilidade das startups selecionadas serem contratadas para aplicarem suas ideias em qualquer país onde a MAPFRE opera.

Profissionais buscam mais do que rótulos e poder, afirma diretora de RH da Swiss Re Corporate Solutions

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A caminho da espiritualidade. É neste estágio que boa parte dos funcionários está, afirma a diretora de RH para o Grupo Swiss Re na América Latina, Cristina Aiach Weiss. “A crise atual nos chama à reflexão. E, no limite, nos faz questionar o próprio sentido da vid”, comenta ela. A executiva tem percebido em seu dia a dia, que boa parte dos profissionais passou a considerar a realização como algo mais amplo, que transcende a remuneração, o cargo e o glamour de fazer parte de uma instituição de renome. “Esses profissionais buscam mais do que rótulos e poder. Sabem do impacto que lhes causa entregar suas vidas a um ritmo de trabalho estressante; têm ciência de como sua privacidade está ameaçada pelos recursos tecnológicos agora disponíveis; e procuram resistir ao automatismo do mundo moderno. Durante minha jornada profissional, encontrei várias pessoas assim.”

Leia abaixo a íntegra do interessante artigo escrito por ela para a associação de mulheres do mercado de seguros, Sou Segura.

O compromisso de encontrar um sentido mais amplo nunca me deixou. Isso inclui o trabalho, mas também a vida pessoal e a construção da família. Em 2018, escrevi um livro com minha filha, “Mamãe dá Trabalho”, sobre o desafio de conciliar a atividade profissional e a condição de mãe. Surgiu da necessidade de dar respostas a diversas inquietações de minha filha sobre meu trabalho e sobre as longas horas dedicadas a ele, em casa ou no escritório. Este sempre foi um desafio para mães que trabalham: a divisão do tempo e como atender a tantas demandas ao mesmo tempo. Comigo não foi diferente.

Em meu livro, digo para minha filha que alguns trabalham com o coração, outros não, alguns trabalham por necessidade, outros por opção. O trabalho sempre fez parte da vida das pessoas e foi por meio dele que as sociedades se desenvolveram. Trabalhar gera satisfação pessoal, conhecimento e desenvolvimento econômico. Por isso, o trabalho sempre foi tão valorizado.

Mas, levando esse raciocínio adiante, devo dizer que o mundo do trabalho também pode ser bastante conflituoso. As relações humanas nem sempre são norteadas por valores nobres. A falta de confiança gera, muitas vezes, uma atmosfera de competição e falsidade. E a insegurança faz com que muitos se engajem em uma corrida desenfreada atrás de objetivos puramente econômicos e individuais. Em algum ponto da corrida, eles precisariam parar e perguntar para si mesmos: afinal, por que estou correndo? Porém esse autoquestionamento é um ato de coragem, que nem todos parecem dispostos a assumir.

Ter a resposta de porque trabalhamos é fundamental. 

O dinheiro é o grande enigma a ser decifrado. Como afirmou o filósofo indiano Aurobindo Ghose, o dinheiro é uma dádiva universal de origem divina que foi usurpada pelo ego. Daí sua luz, daí sua sombra. Se não soubermos diferenciar a luz da sombra, seremos aprisionados pelo fascínio do dinheiro em seu ininterrupto jogo caleidoscópico.

O lucro possibilita que as empresas realizem objetivos maiores. Mas a busca genuína do lucro deve ser norteada pelo propósito. Só assim, as empresas poderão beneficiar não apenas os acionistas, mas também seus funcionários, clientes, fornecedores e a sociedade como um todo.

A espiritualidade é a busca do sentido em tudo que se faz. É a intuição de que todas as nossas ações e seus resultados estão vinculados a um propósito maior. É a convicção de que um poder invisível permeia e sustenta o mundo visível. É a esperança de que podemos superar nossas limitações e comungar com essa realidade transcendental.

Acredito que a espiritualidade esteja fundamentalmente vinculada ao sentido. Quando sabemos por que fazemos o que fazemos, isso nos dá a possibilidade de sermos mais compassivos, generosos e inclusivos.

O caminho da espiritualidade é, para mim, um caminho sem volta. À medida que nos aproximamos do sofrimento, buscamos um sentido para a vida, buscamos entender por que um ciclo se encerra e outro principia, por que sentimos um vazio a troco de nada e depois uma alegria sem explicação. A espiritualidade está presente em nossas vidas como o vento, que não vemos, mas cujo impacto, rude ou suave, devastador ou reconfortante, podemos sentir.

Sem passar por cima das consciências individuais, sem cercear o livre-arbítrio das pessoas, acredito que as empresas deveriam incorporar, não apenas à sua pauta, mas à sua própria essência uma perspectiva mais espiritual. O papel dos indivíduos e das organizações na sociedade pode e deve ser mais amplo.

Importante dizer que espiritualidade não é uniformidade. Quanto mais diferentes formos, mais desafiadora se tornará nossa convivência. E mais enriquecedora também. Pela similaridade, nos relacionamos; pela diferença, nos aprimoramos. As Upanishads, antigos tratados místico-filosóficos indianos, dizem que a Verdade é uma só, embora os sábios a chamem por diferentes nomes. Não precisamos concordar nos nomes. Para ter um vislumbre da Verdade, basta praticar o bem.

Artigo: O mercado de seguros em um cenário de desafios

por Eduarda Tenes, diretora Executiva de Placement da Marsh Brasil

Para aqueles que iniciaram suas carreiras no mercado de seguros há 10 anos, talvez estejamos vivendo um momento bem particular. Naquele período, o mercado refletia uma tendência “soft” e com muitos players disponíveis, além de capacidade para colocação do risco com opções.

Nos dois últimos anos, no entanto, houve uma mudança radical no cenário. Sentimos, primeiramente, o mercado internacional mudar seu posicionamento, com reduções de capacidades, players deixando de operar em linhas não rentáveis, e o mercado mostrando cada vez mais sua tendência de endurecimento de termos e condições.

Ainda nesse cenário de transformação, mesmo que temporária e associada a prejuízos, tivemos o início da pandemia do coronavírus, que desde o primeiro trimestre de 2020 tem sido de extremo desafio para a saúde, economia e sociedade como um todo.

A situação de crise trouxe impactos consideráveis à estrutura da sociedade e transformou a maneira de fazer negócios. As empresas precisaram mudar suas rotinas de trabalho, adaptando-se da noite para o dia para a modalidade home office. Muitas não tiveram escolha senão realizar demissões pontuais e reduzir significativamente seu quadro de colaboradores. O mercado foi obrigado a lidar com a falta de matérias-primas decorridas dos extensos períodos de lockdown, paralelamente a questões regulatórias em revisão.

Vimos os mercados internacionais recebendo reclamações de prejuízos relevantes relacionados a perdas financeiras por suas paralisações e as apólices emitidas naqueles territórios sem restrições claras para esse tipo de perda, até porque esse não era um cenário previsto nas análises e subscrição dos riscos, o que resultou numa disputa importante.

Por outro lado, aqui no Brasil acompanhamos uma tendência em outra rota. Riscos para os quais não temos capacidade de colocação não se mostraram tão frequentes, e em algumas atividades temos cenários de renovações com agravações mínimas entre 10% e 20%. Já para riscos complexos, com alta sinistralidade e dependência de capacidade internacional, o cenário se complica. Os riscos financeiros, por exemplo, foram severamente impactados no aumento de preços e ainda continuam na mesma tendência.

Neste momento, passamos pela implementação da Resolução 407 da Susep (Superintendência de Seguros Privados), que que tira amarras dos contratos de seguros com garantias acima de R$ 15 milhões. De modo geral, a nova regulamentação proporciona aos seguradores maior liberdade em termos de clausulado, e, portanto, um novo desafio se impõe: o mercado precisa estar preparado para entregar diferenciais relevantes aos clientes, sem deixar de considerar que as seguradoras estabelecidas no Brasil têm contratos de resseguros para seus próprios contratos e, consequentemente, a liberdade total é praticamente impossível.

Cabe aos corretores acharem sempre o melhor caminho, de forma a entregar a solução adequada e factível aos seus clientes.

MDS Brasil anuncia Danilo Rosa como diretor de agronegócio

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Fonte: MDS

A MDS Brasil, uma das principais corretoras do País no segmento de seguros, resseguros, gestão de benefícios e consultoria de riscos, anuncia Danilo Rosa como novo diretor de Agronegócios. O executivo assume com a missão de desenvolver essa importante área de negócios, que tem se destacado no cenário econômico do Brasil. À frente da nova diretoria, o profissional atuará na gestão da estratégia da área em conjunto com as estruturas Comercial e Técnica, com foco nos pilares de distribuição de seguros para o mercado Agro.  

Danilo é formado em Agronomia, Engenharia Ambiental e também tem pós-graduação em Engenharia de Segurança do Trabalho. Possui quase 10 anos de mercado e tem atuado na promoção e desenvolvimento do setor de seguros rurais nos diferentes canais de distribuição e regiões do País. Tem amplo conhecimento técnico e comercial nos ramos Risco Nomeado, Multirrisco Agrícola (Custeio, Produtividade, Faturamento e Paramétrico) para todos os grupos de cultivares (Grãos, Olerícolas, Frutas e demais), Pecuário e Floresta, Patrimonial Rural Danos: Benfeitorias e Máquinas/Equipamentos Agrícolas. 

Thiago Tristão, vice-presidente de Riscos Corporativos da MDS Brasil e CEO Brasil da MDS Reinsurance Solutions, reforça a vasta experiência do executivo no setor. “Sabemos que a agricultura tem extrema relevância para a economia do nosso País, por isso a importância de contar com um Seguro Agro. O destacado desempenho do segmento é fonte de renda para milhares de produtores pelo Brasil, logo, a cultura do seguro neste setor só aumenta e reforça que esses produtores estejam segurados contra prejuízos e danos. Danilo terá a missão de direcionar equipes, incentivar o crescimento profissional dos colaboradores e desenvolver talentos em conformidade com a estratégia da companhia”, conclui. 

O novo diretor reitera que o setor é um oceano de oportunidades. “A área de agronegócios cresce mesmo em cenários adversos e se mostra a força motriz da economia nacional. No entanto, nem 15% desse setor é segurado. Meu desafio é tornar a MDS Brasil uma referência neste mercado dentro do canal broker, levando a essência da empresa como modelo consultivo, e proporcionando ao cliente propostas customizadas e soluções para as suas necessidades”, finaliza. 

Zurich reduz 25% do tempo de cotação com plataforma Workflow

Fabio Tulmann
Fabio Tulmann

Fonte: Zurich

A Zurich informa que reduziu em 25% o tempo de cotação dos seus produtos com a plataforma chamada de Workflow, implementada em março de 2020. “Desde que entrou em funcionamento, o Workflow já colaborou para um crescimento de 15% nas oportunidades fechadas pela Zurich junto aos corretores parceiros e clientes, com cerca de 20 mil cotações desde então e tinha como principal premissa a agilidade e facilidade no fechamento de propostas. Isto foi possível investindo fortemente na automação e otimização de nossos procedimentos internos e em soluções para facilitar o trabalho de cotação”, conta Fábio Tulmann, Superintendente de Property e Energy da Zurich no Brasil.

Segundo o executivo, a plataforma contribui na agilização do processo de cotação de casos mais complexos, que necessitam de participação do subscritor, via ordenamento do processo e do fluxo desde o cadastramento do pedido do corretor até a cotação encaminhada ao mesmo. Entre os benefícios citados aos clientes e corretores, Tulmann afirma que o Workflow confere velocidade na apresentação das cotações de casos mais complexos. “A ferramenta permite maior objetividade na concretização das propostas. Isso porque todas as etapas do processo, que antes dependiam de e-mails e telefonemas para a confirmação de dados, agora acontecem de maneira mais ágil e automática dentro do Workflow, desde a prospecção até a emissão. Informações como data de solicitação da cotação ou envio de materiais, dia de início do processo de avaliação de risco ou da previsão de envio de uma cotação, já estão todas registradas na ferramenta. Ela entrega um relatório em tempo real para acompanhamento de performance e da atividade comercial, o que evita o desencontro de informações e agiliza o processo”.

Fundación MAPFRE lança programa de empreendedorismo feminino

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Fonte: Mapfre

Com o objetivo de fomentar o empreendedorismo feminino e capacitar mulheres para o mercado de trabalho, a Fundación MAPFRE lança o “Ela Segura”, um programa de desenvolvimento pessoal e capacitação técnica para mais 50 mil mulheres em situação de vulnerabilidade social em todo o país. 

Em parceria com o Instituto Rede Mulher Empreendedora (RME), a iniciativa tem como objetivo impactar profissionalmente mulheres que tenham passado por situações como desemprego, fome, violência doméstica e outras adversidades sociais. Ao final do projeto, com duração de 1 ano, 160 negócios receberão aporte financeiro de R$ 3 mil e acompanhamento técnico para o seu desenvolvimento. 

O projeto contempla capacitações pessoais, técnicas e comportamentais, em plataforma de conteúdo digital, para que as mulheres participantes possam desenvolver atuais ou novos negócios, se reposicionar no mercado de trabalho ou conquistar outras formas de atividade remunerada. O programa ainda oferecerá, exclusivamente para mais de 2.500 mulheres selecionadas, treinamento e mentorias online, além de um auxílio alimentação no valor mensal de R$ 110,00 durante seis meses. 

Os detalhes da parceria serão informados durante a Live “Empreendedorismo feminino: impactos da pandemia entre as mulheres” no perfil da Fundación MAPFRE no Instagram (@fundacionmapfrebrasil) em 20/05, às 17h. 

“O empreendedorismo feminino é um importante instrumento de inclusão e transformação social que conduz as mulheres ao fortalecimento de seus valores e rompe ciclos de violência, falta de visibilidade, respeito e empoderamento. Participar desta iniciativa, reforça nosso compromisso com a Agenda 2030, ao fomentar a igualdade de gênero e empoderar mulheres para que conquistem novos espaços no mercado de trabalho”, afirma Fátima Lima, representante da Fundación MAPFRE no Brasil . 

“No Brasil temos muitas mulheres em situação de vulnerabilidade social e financeira, dependentes e acabam oprimidas, fora ou dentro de casa. Para reverter isso, é preciso auxiliá-las, tanto na autoestima como em suas condições profissionais. Acreditamos que mulheres desenvolvidas financeira e emocionalmente são fundamentais para o desenvolvimento pessoal e da comunidade onde vivem”, diz Ana Fontes, presidente do Instituto RME 

O programa acontecerá no formato online em decorrência da pandemia e será direcionado exclusivamente para mulheres brasileiras, de todas as regiões do país, residentes nas periferias. 

As inscrições podem ser feitas neste link 

Seguros SURA eleva coberturas em seguro de RC para os transportadores rodoviários

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Fonte: Sura

A Seguros SURA reinventa seu portfólio com novas coberturas adicionais no Seguro de Responsabilidade Civil para Transportador Rodoviário. Com a atualização da linha do produto, a SURA agora oferece oito novas coberturas adicionais no Seguro de Responsabilidade Civil do Transportador Rodoviário de Cargas (RCTR-C), duas no Seguro de Responsabilidade Civil Facultativa por Desaparecimento de Carga (RCF-DC) e 14 novas coberturas adicionais no Seguro de Responsabilidade Civil do Transportador Rodoviário de Carga em Viagem Internacional (RCTR-VI). 

Dentre as novas coberturas, o Seguro de Responsabilidade Civil do Transportador Rodoviário de Cargas se destaca com três coberturas, desenhadas exclusivamente para assegurar o frete, inobservância de prepostos e colisão com objetos fixos, a fim de suprir as necessidades do mercado diante desses três eventos. No caso de acidentes, por exemplo, a seguradora garante que a transportadora não perca o frete mesmo se o transporte da carga for interrompido, assim como assegura os casos de acidentes com prejuízo e danos na carga por colisão em pontes, pedágios ou qualquer objeto fixo, e para os casos de acidentes gerados por uma falha do motorista, sem a responsabilidade direta da empresa. 

De acordo com Amilcar Spencer, diretor de Transportes e Competitividade Logística da Seguros SURA, para reinventar as soluções a companhia buscou entender as necessidades e as dores do setor para então chegar “ao seguro mais completo do mercado, onde conseguimos atender 100% das necessidades dos nossos clientes pela relevância das coberturas que hoje disponibilizamos em todo o território nacional”. 

“Além disso, os seguros para transportadores da SURA têm cláusulas de averbação e de gerenciamento de riscos que refletem a real necessidade da operação. Atualmente o segurado da SURA tem liberdade de escolha da Gerenciadora de Riscos, além de poder consultar as áreas de risco diretamente na web, em tempo real”, destaca Amilcar. 

“Essa também é uma forma de aplicar inovação através da criatividade de uma série de novas coberturas que estão de acordo com as necessidades do mercado e são relevantes para o dia a dia de cada um dos nossos clientes, proporcionando ainda mais vantagem competitiva no mercado”, finaliza Amilcar Spencer.  As novas coberturas dos produtos do Seguro de Responsabilidade Civil para Transportadores Rodoviários (RCTR-C, RCF-DC e RCTR-VI) podem ser contratadas através dos parceiros de negócios da companhia em todas as regiões do Brasil. 

Artigo: Proteção veicular não é seguro. Seguro Auto sim

marcio Coriolano

por Marcio Serôa de Araujo Coriolano, economista e presidente da CNseg, a Confederação Nacional das Seguradoras

Você comprou um carro com sacrifício, o melhor que você pode ter, seja para passeio ou trabalho. Um bem valioso, durável, sonho de consumo dos mais disputados, planejado como a casa própria. Bens pelos quais muitas vezes você adquire em suadas prestações.

Pensando nos riscos de um acidente ou de roubo, você decide que é preciso proteger o veículo, seus passageiros e ainda os titulares de um outro veículo que, porventura ou azar, venha a colidir com o seu. Fez bem em pensar em proteção. Fez mal se pensou em proteção veicular.

Vamos falar de risco? Ao contrário do que ocorre com os seguros tradicionais de auto, oferecidos por seguradoras, que são regulamentados pelo Governo e sujeitos às leis de defesa do consumidor, a chamada “proteção veicular” não é regida por nada. É oferecida por “associações” não fiscalizadas, que formam um fundo, fundo esse que ninguém sabe como é administrado.

 No seguro você contrata uma apólice, e transfere o risco para a seguradora. Na proteção veicular o risco é todo seu e dos demais “associados”, já que o que está em jogo é um contrato de responsabilidade mútua.

Se no seguro, você sabe exatamente o que vai pagar – uma taxa anual ou dividida em mensalidades, fixadas previamente – na proteção veicular a mensalidade soma uma taxa fixa de administração, mais um rateio que varia de mês a mês. E esse rateio significa a totalidade dos prejuízos dividido entre os “associados”.

Seguradoras têm reserva técnica que garante o pagamento da indenização. Tem resseguro, e isso quer dizer que em casos de catástrofes você pode dormir tranquilo. Mas você pode se preparar para surpresas na proteção veicular. O pagamento do prêmio vai depender do julgamento dos diretores de uma “associação” que você desconhece.

No seguro, você pode cancelar a sua apólice a qualquer momento. Na proteção veicular, adivinha? Você só cancela depois de cumprir 180 dias. Tem mais. No seguro, ninguém vai lhe cobrar por uso excessivo do “serviço”, o que acontece na tal proteção.

No seguro há o corretor de seguros, que vai lhe ajudar na hora do sufoco. Eles não existem na proteção veicular. Cobertura de furto simples? Eles também não têm.

Sabe aquele bônus, que lhe dá descontos no ano seguinte quando não houve ocorrência de sinistro? Esqueça-o, se você contratou proteção veicular.

Sem garantias, sem reconhecer os direitos do consumidor, sem transparência, sem tributos, sem fiscalização, as “associações” que prometem proteger do risco são um risco, elas próprias ao consumidor. Sob a roupagem de “proteção patrimonial” elas exercem ilegalmente a atividade securitária.

Nos últimos anos, o Ministério Público Federal e a Susep atuaram, por vezes em conjunto, para coibir tais “associações”, que se multiplicam por aí. Só a Susep ajuizou 213 ações civis públicas das quais 29 já foram julgadas reconhecendo a ilegalidade da atuação dessas associações no âmbito dos Tribunais Regionais Federais e no Superior Tribunal de Justiça.

Alertar a sociedade sobre as diversas formas de proteção encontradas no mercado é dever das organizações que se dispõem a atuar com transparência e nós, da CNseg, estamos juntos nessa luta. E toda luta que se preze deve ser honesta, dentro da legalidade, na mesma linha de regulação. 

Loft e 180° Seguros lançam seguro residencial

A startup Loft anunciou promoção na qual oferece um ano de seguro residencial gratuito para os primeiros mil clientes que adquirirem um imóvel com a plataforma digital no Rio de Janeiro. O seguro é uma parceria com a insurtech 180° Seguros, que fará a intermediação do seguroNo programa de assistência por pontos, o cliente tem direito a serviços emergenciais, instalação e revisão, além de assistência e manutenção, tal como chaveiros, eletricistas, encanadores e conserto de eletrodomésticos, entre outros, sem ficar limitado ao número de utilizações, segundo comunicado distribuído à imprensa.

“Dessa forma, é possível organizar tudo o que você precisa, de acordo com suas necessidades – como serviços de emergência, instalação e revisão”, diz Bruno Raposo, diretor-geral de Operações da Loft. “Dá para resolver tudo de forma simples, ágil e sem burocracia. Basta entrar em contato para acionar o seguro ou solicitar alguma assistência. Isso dá segurança e tranquilidade na hora de escolher seu novo apartamento – mesmo que haja algum imprevisto.” 

De acordo com Alex Körner, cofundador e CIO da 180° Seguros, os clientes da Loft poderão administrar a forma de consumir suas assistências com mais flexibilidade para usar todos os serviços disponíveis. “Buscamos entender o que a Loft gostaria de oferecer em benefícios e desenvolvemos um produto único e pioneiro no mercado de seguros. Hoje em dia, os consumidores ficam muito limitados para utilizarem os serviços de assistência e nossa ideia foi criar um produto inovador, que permita que cada pessoa utilize da maneira que preferir, como e quantas vezes quiser. Esse é só o começo da mudança no modelo de consumo de seguros no Brasil que estamos implantando”, pontua.