Nos últimos anos, até por uma questão de sobrevivência, as companhias de seguro decidiram romper com o conservadorismo. Foram empurradas para um ambiente de mudanças graças às novas tecnologias capazes de democratizar o seguro, dentro de um novo contexto regulatório, e com a chegada do PIX e transferências por WhatsApp, que possibilitam inúmeros lançamentos ao ter um sistema de pagamento de baixo custo. Neste processo de adaptação, para o qual ainda há um longo caminho a ser percorrido, foi preciso se abrir mais ao mercado. O avanço das insurtechs escancarou o ativismo do consumidor mais exigente. O novo roteiro estratégico das companhias passou a incluir compra e venda de carteiras e O movimento de fusões e aquisições tem sido intenso na última década, com quase duas centenas de operações.
Seguradoras e resseguradoras investem em tecnologia, processos e pessoas para cumprir a norma internacional IFRS 17, mesmo sem ainda ter uma previsão da Superintendência de Seguros Privados (Susep) sobre como o tema será regulado. “É um tema técnico e revolucionário para o mercado segurador. Apesar de ser uma regra em essência contábil, afeta a companhia de uma forma ampla. Há impactos desde como a seguradora vende seus produtos até a composição de suas reservas técnicas”, afirma Dinarte Bonetti, sócio da empresa de consultoria e auditoria PwC Brasil. A normatização internacional, que tem prazo para ser implementada até 2023, vai ocupar boa parte da agenda dos atuários.
Bonetti afirma que a IFRS 17 passa a ter um papel muito relevante nos resultados da companhia, ao dar comparabilidade com seus pares. A norma possui uma natureza atuarial muito grande fazendo com que contadores e atuários trabalhem em conjunto para explicar o resultado das seguradoras. Para que toda essa transição ocorra de forma satisfatória serão necessárias mudanças nos processos internos das companhias, adaptações ou aquisição de novos sistemas financeiros e contábeis, além do treinamento de pessoal e alteração na forma de divulgação das informações financeiras.
Companhias de capital aberto precisam apresentar suas demonstrações financeiras de acordo com as normas internacionais, caso por exemplo do IRB Brasil RE, maior resseguradora do país e única de capital aberto. A norma aplicada atualmente nas instituições do mercado segurador, a IFRS 4, não estabelece princípios para o reconhecimento, mensuração, apresentação e divulgação dos contratos de seguro.
“Contudo, a IFRS 17 chega para equiparar esses princípios trazendo mais transparência, pois as seguradoras terão que mensurar seus contratos de seguro pelo valor atual, utilizando premissas atualizadas sobre fluxos de caixa, taxa de desconto e risco. Além disso, a adoção da IFRS 17 é extremamente desafiadora, pois não se trata de uma mudança simples de princípios contábeis”, afirma Leonardo Giuberti Mattedi, diretor financeiro do IRB Brasil RE.
Mattedi cita como benefícios a comparabilidade das informações financeiras entre as companhias do setor de seguros. “Com a adoção da IFRS 17, entidades poderão ter suas informações financeiras comparadas com as demais ao redor do mundo. Os analistas e investidores poderão identificar as semelhanças, diferenças econômicas e de risco entre as seguradoras. Desta maneira, haverá mais transparência ao mercado de forma global”, comenta.
Empresas brasileiras de capital fechado já se antecipam e também se preparam para a implementação da norma, como é o caso da Icatu Seguros, que está em pleno processo de implementação da IFRS 17. “Já demos início ao processo com a orientação de uma consultoria externa com experiência na implementação da IFRS 17 em vários países. Contratamos profissionais experientes no mercado de seguros para reforçar o time e temos outras ações complementares, como a implantação do SAP”, informa Ivandro Oliveira, Superintendente Contábil e Tributário.
Mesmo sem a exigência da norma pela Superintendência de Seguros Privados (Susep), que estuda o assunto e deverá se manifestar em breve sobre como a exigência será regulada no Brasil, a Icatu acredita que a convergência é provável e que as normas do órgão regulador poderão convergir, mesmo que posteriormente. “A conversão não é algo trivial e que se faça no curto prazo, por isso investe no projeto acreditando ser a melhor estratégia a longo prazo e que, adicionalmente, estaremos prontos para aderir a uma tendência global”, afirma Oliveira.
Com a IFRS 17, a contabilidade de seguros muda bastante, dando foco à previsão de caixa de cada contrato, por safra anual e controlando separadamente os contratos superavitários dos deficitários. O executivo da Icatu cita, entre os benefícios esperados, a redução do custo de capital, acesso facilitado ao mercado financeiro internacional, comparabilidade das seguradoras em patamar global, melhor entendimento do “business” por parte de investidores, melhor cenário de governança e de transparência, entre outros.
Na Europa, a discussão é mais rotineira do que no Brasil. Os europeus afirmam que a IFRS, discutido há 20 anos, foi projetado para simplificar as demonstrações financeiras complexas das seguradoras. O impacto das novas regras não será sentido de maneira uniforme em todo o setor. As seguradoras de vida serão mais afetadas do que as seguradoras de danos, que engloba bens patrimoniais e responsabilidades. “Trata-se de uma norma abrangente, que afeta várias áreas operacionais de uma seguradora, não apenas seu departamento de contabilidade”, alerta o sócio da PwC Brasil. A IFRS 17 entra em vigor em 1º de janeiro de 2023.
Parceria. Treinamento e qualificação dos corretores. Atualização do portfólio dos produtos e inclusão de novos serviços. Uso da inteligência artificial para proporcionar ao corretor vendas mais assertivas. Lançamento da plataforma Pra Saber. Essas são as bases da estratégia chamada Saúde Integral lançada em 2020 pela SulAmérica, que traz um olhar 360 graus do cliente, abrangendo o física, o mental e o financeira, e que já traz resultados significativos. Mesmo em cenário desafiador, a companhia cresceu em número de beneficiários, focou em iniciativas de tecnologia, inovação e cuidado coordenado, contam Victor Bernardes, diretor de Vida e Previdência, e os diretores comerciais Solange Zaquem e Luciano Lima, ao blog Sonho Seguro.
“As vendas de seguro de vida individual dobraram. A média era de 1,8 mil itens por mês. Em março, atingimos 4 mil, com 100% delas com assinatura eletrônica”, contou Victor Bernardes, diretor de Vida e Previdência SulAmérica. Segundo o executivo, a vulnerabilidade da vida, sentimento potencializado no mundo pela pandemia, despertou as pessoas para a importância da proteção financeira. “O seguro de vida individual tem uma participação ínfima no Brasil, com 1% do Produto Interno Bruto (PIB), comparada aos mercados mais maduros, como os Estados Unidos e Japão, acima de 5%. Temos muito a conquistar”.
Infelizmente, uma propaganda do seguro vem de quem tem recebido indenizações, dando ao menos um alívio financeiro para perdas irreparáveis. As seguradoras pagaram de março de 2020 a março de 2021 mais de R$ 1,7 bilhão em indenizações por covid-19. A SulAmérica pagou R$ 90 milhões em seguro de vida, indenizando mais de 2,3 mil pessoas. “Impactou a rentabilidade do segmento tanto em 2020 quanto nos primeiros meses de 2021, pois tomamos a decisão de indenizar clientes mesmo com coberturas de exclusão de pandemia. A expectativa é retomar níveis normais à medida que a situação da pandemia esteja controlada, com o avanço do processo de vacinação no país”, diz. Em saúde, a SulAmérica registrou, desde o início da pandemia até 11 de maio, 20.427 beneficiários internados devido à doença causada pelo novo coronavírus. Desse total, 9.667 precisaram de UTI. Houve 1.403 óbitos, enquanto 18.119 segurados se recuperaram.
Além do plano de saúde, o seguro de vida passou a ser visto como uma proteção financeira com uso inclusive em vida e isso é uma grande mudança. Antes da pandemia, a seguradora já vinha modernizando o seguro de vida numa tentativa de trazer benefícios que pudessem ser usados em vida, quebrando o rótulo de “seguro de morte”. Com a pandemia, clientes passaram a conhecer melhor o seguro que oferece coberturas em vida, como consultas com médicos por meio da telemedicina, doenças graves e valores diários para dias de internação hospitalar.
Este novo ciclo do produto, trouxe novos clientes. Segundo Bernardes, a carteira de vida individual já mostra uma redução da idade média dos clientes e avanço do público feminino. “Antes da pandemia, havia igualdade entre homens e mulheres. Agora temos mais mulheres, com idade média que saiu de 44 anos para 35. Enquanto a idade das mulheres caiu 11 anos, no público masculino a redução foi 5 anos. Uma mudança significativamente em 18 meses”, pontua. “Temos uma atualização constante do nosso portfólio visando ampliar vantagens para clientes, corretores e acionistas, um tripé que rege a nossa estratégia”. Uma atualização recente foi a aceitação do PIX para os pagamentos de seguro de vida.
Previdência traz tranquilidade para quem cria o hábito de poupar
Previdência teve momento forte de saques no início da pandemia no ano passado, pois as pessoas precisaram de suas reservas. Mas o ritmo de captação já é registrado em 2021. Dados da Federação Nacional de Previdência Privada (FenaPrevi) mostram reservas acima de R$ 1 trilhão. Boa parte disso está concentrada em bancos, mas as gestoras independentes atraem cada dia mais clientes com fundos diferenciados, taxas mais acessíveis e entrega de boa performance. “Ofertar produtos com respostas para o atual momento, consultores financeiros e uma boa comunicação com a base de clientes traz benefícios para todos”, avalia.
Uma das novidades que marca o pioneirismo da SulAmérica é o SOS Prev, lançado em outubro passado. O produto visa atender a necessidade de recursos imediatos dos clientes de VGBL e PGBL e evitar saques, por meio de empréstimos que usam como garantia o saldo dos participantes. A iniciativa surgiu a partir de uma instrução da Superintendência de Seguro Privados (Susep), a circular 600/2020 de 3 de agosto, que estabeleceu regras para a concessão de assistência financeira com recurso próprio pelas sociedades seguradoras e entidades abertas de previdência complementar a participantes ou assistidos nos planos.
O produto da SulAmérica permite ao cliente tomar um valor correspondente a até 50% do saldo acumulado nos planos. Os valores depositados no VGBL ou PGBL garantem o empréstimo na mesma proporção. “A ideia é que, se o cliente precisar resgatar um pedaço da reserva para fazer jus às despesas, a SulAmérica ofereça o empréstimo para evitar que ele interrompa a disciplina de acumulação e continue poupando”, explica. “Os clientes têm o valor que precisam depositados em sua conta rapidamente, uma vez que o crédito conta com a garantia do fundo de previdência. O custo do crédito muitas vezes é menor do que a penalidade de pagar uma taxa mais elevada de Imposto de Renda com saques antes do prazo de uma taxa menor”.
Em maio deste ano, a SulAmérica lançou dois novos fundos multimercado. O SulAmérica Occam Prev FIC FIM, criado em parceria com a Occam Brasil Gestão de Recursos, é um fundo que pode investir até 70% em renda variável, com exposição de até 10% em ativos com variação cambial e investimentos no exterior de forma indireta. Já o SulAmérica Panamby Inno Prev FIE I FIC FIM, que conta com a expertise da Panamby como gestora, é um produto de risco moderado, com o objetivo de entregar ao investidor uma rentabilidade de CDI+5% ao ano. “Ter uma carteira diversificada de fundos é muito importante para o investidor poder navegar em momentos mais turbulentos, como os que vivemos com a pandemia”, afirma o executivo.
Executivos da área comercial comemoram as conquistas
Solange Zaquem Thompson Motta e Luciano Lima, que cuidam dos corretores em todo Brasil que atuam no varejo, comemoram as conquistas num período atípico que vive o mundo. “Nos conforta saber que podemos amenizar os problemas de vários clientes e corretores neste período tão conturbado que vivemos hoje, com mais de 450 mil mortes e uma situação econômica incerta no Brasil”, comenta Lima.
Lima: “Quando o corretor assiste os cursos, ele automaticamente acumula pontos, inclusive para as campanhas de incentivo da seguradora. Com a pontuação alcançada é possível acessar os cursos de MBA da PUC-RS, com aceite de créditos e certificação”
Com o aumento da demanda por proteção por parte dos clientes e os estímulos financeiros e educacionais ofertados pela SulAmérica, o corretor passou a investir na diversificação do portfólio e a se interessar mais pelos cursos ofertados na Pra Saber, uma plataforma nascida a partir das demandas dos corretores de seguros. “Sempre apoiamos o corretor a empreender e com a pandemia passamos a ter muito mais sucesso nesta luta. Desde o lançamento da plataforma em outubro de 2020, 3 mil corretores já concluíram os cursos ofertados. A importância da qualificação do corretor fica clara quando pesquisas mostram que 90% das pessoas que têm recursos investidos não contam com acompanhamento adequado. Muitos corretores de seguros descobriram isso e aproveitam esta brecha para cativar seus clientes”.
São cursos gratuitos para que o corretor invista no seu negócio e na sua carreira. A diferença para outras iniciativas do setor é que a SulAmérica traz mais do que treinamento sobre produtos. “Oferecemos uma escola de empreendedorismo e negócios”, ressalta Lima. Outro destaque da plataforma é o estímulo ao aprendizado. “Quando o corretor assiste os cursos, ele automaticamente acumula pontos, inclusive para as campanhas de incentivo da seguradora. Com a pontuação alcançada é possível acessar os cursos de MBA da PUC-RS, com aceite de créditos e certificação”, acrescenta Lima.
Solange, que atua há mais de 34 anos com corretores, disse que este foi o período mais desafiador da vida de todos
Solange, que atua há mais de 34 anos com corretores, disse que este foi o período mais desafiador da vida de todos. “Os profissionais da área comercial são acostumados a ter um relacionamento presencial, tanto com as seguradoras como com os clientes. E neste momento de pandemia, todos nós fomos testados e certamente aprendemos e evoluímos muito, principalmente no ambiente digital. Antes eles nos acionavam e iam nas filiais para tirar as dúvidas. Agora eles têm muito mais autonomia para resolver questões do dia a dia”.
Lima comenta que o corretor, que temia a venda digital, entendeu a importância da tecnologia, que o ajuda a vender mais e a prestar um serviço mais ágil aos consumidores. “O corretor passou a ganhar mais porque vende um produto que não vendia e tem uma renda vitalícia. Enquanto o cliente mantiver o seguro de vida ou saúde, a comissão do corretor é paga. Outro ponto bacana é que o profissional de vendas que indicar clientes para a gestora de recursos, que tem parceria com a Órama, também é bonificado financeiramente”.
Bernardes, Solange e Lima também destacam que, além de atender seu cliente no conceito de saúde integral, o corretor faz uma blindagem da sua carteira. Prestando um serviço de consultor, ele não fica mais refém de perder um cliente por uma diferença irrisória no preço do seguro ofertado por um concorrente. Tal cuidado está dentro da proposta de valor do grupo com produtos de Saúde Integral, que se propõe a combinar um portfólio de produtos de Saúde, Odonto, Vida, Previdência e Investimento com novas oportunidades de negócios. Uma estratégia que beneficia o cliente, o corretor e o acionista.
A Superintendência de Seguros Privados (Susep) publicou hoje (28) a Consulta Pública para o novo edital do seu Sandbox, projeto de inovação para o setor de seguros do País. A primeira edição, no ano passado, selecionou 11 projetos voltados para a inovação de produtos e serviços no mercado de seguros. Parte dos projetos selecionados já virou realidade com a criação de seguradoras digitais em operação. Desta vez, poderão ser selecionados até 15 projetos.
Além de capital mínimo requerido ajustado e proporcional ao Sandbox regulatório e à temporariedade da autorização, o projeto estabelece, ainda, outras facilidades, como a atuação em uma nova plataforma de comunicação tecnológica com a Susep e a redução do número de auditorias exigidas e do custo regulatório de forma geral.
Após a aprovação, a Susep concederá uma autorização para que essas empresas possam operar no setor de seguros com regras diferenciadas por 36 meses. O foco do Sandbox Regulatório está em produtos massificados de curto prazo e, com isso, estão excluídos os segmentos de previdência, resseguros, grandes riscos e responsabilidade civil, por exemplo.
A superintendente da Susep, Solange Vieira vê os avanços que o projeto propicia como como uma oportunidade estratégica para a inovação no setor: “O Sandbox é um importante passo para o setor e já podemos ver resultados com as empresas que estão operando. Nossa intenção com essa nova etapa é avançar no apoio ao desenvolvimento e inovações no mercado, permitindo novos entrantes e trazendo mais tecnologias, mais investimentos e mais acesso do seguro para a população”, afirma.
Entre as atividades que o Sandbox trouxe para o mercado de seguros brasileiros, está a oferta de coberturas contra furto simples de celular. Ainda no segmento mobile, outra novidade é a utilização de inteligência artificial na análise de processos de ativação do seguro pelo cliente, com pagamentos de indenizações em segundos.
De acordo com o diretor da Susep Eduardo Fraga, que está liderando as equipes do Sandbox, a primeira edição do programa viabilizou também inovações para o consumidor nos segmentos de vida, acidentes pessoais e automóvel on demand, além de soluções digitais para empresas em ecossistemas de mobilidade, delivery, fintech e e-commerce. “Acreditamos que teremos mais soluções inovadoras e focadas em novas demandas dos mercados de seguros com esse novo edital”, diz.
Assim como no Nivus e na nova versão do T-Cross 2021, a Porto Seguro, a Volkswagen Financial Services e a Volkswagen estão juntas novamente em outra parceria, agora com o lançamento do Taos, novo SUV da montadora. Além de oferecerem, mais uma vez, a possibilidade do acesso do App da Porto Seguro por meio do VW Play Apps, a loja de aplicativos da montadora, os clientes terão condições exclusivas na compra antecipada do carro. Todos os modelos que forem adquiridos durante a pré-venda já virão com o seguro gratuito do Porto Seguro Auto Premium. Após o período de pré-venda e pré-reserva, ao adquirir o veículo, os compradores terão a oferta de Seguro Auto Premium com condições exclusivas de preço nos primeiros seis meses de lançamento.
As coberturas contemplam vantagens exclusivas do Seguro Volkswagen e do Porto Seguro Auto Premium como a garantia de indenização pelo valor do carro 0km estendida por um ano, desconto na franquia ou créditos em apps de transporte, serviço de leva e traz para revisões, atendimento concierge em caso de sinistro, assistência 24 horas com serviços para casa e cobertura para objetos deixados no interior do veículo (para mais informações basta consultar um corretor Porto Seguro ou as concessionárias Volkswagen). Todas essas opções e emergências poderão ser acessadas pelo App Porto Seguro Auto via VW Play – avançado sistema de informação, entretenimento e serviço que opera praticamente todos os formatos de mídia – direto da central multimídia do carro.
“Esse recurso, que vem sendo implementado ao longo do ano passado, anteriormente com o lançamento do Nivus, do T-Cross e agora com o Taos, reforça a nossa estratégia de investimento em tecnologia e inovação em nossos canais digitais de autoatendimento, trazendo mais agilidade e facilidade ao segurado”, explica Jaime Soares, diretor do Porto Seguro Auto. “Agora, trazemos a parceria também para o segmento Auto Premium, que vem ganhando cada vez mais espaço e que possui um público ainda mais exigente, principalmente quando pensamos em tecnologia”, completa o executivo.
O Porto Seguro Auto Premium oferece um seguro para veículos de alto valor, a partir de R$ 150 mil, com coberturas exclusivas e serviços que agregam conveniência e comodidade. O cliente ainda conta com uma Central de atendimento exclusiva e concierge para acompanhamento especializado e individualizado de todo processo de sinistro.
O World Insurance Report 2021 da Capgemini e da Efma concluiu que as seguradoras precisam repensar seus modelos de distribuição para oferecer um serviço sem interrupções, uma experiência superior ao cliente (CX) e o valor máximo conforme a dinâmica de negócios do setor continua a evoluir. À medida que desastres naturais e riscos emergentes como a COVID-19 se tornam mais graves, e os lockdowns e necessidades de distanciamento social estimulam a adoção de canais digitais, o mundo está mais preocupado com os seguros. Portanto, as seguradoras precisam capacitar suas redes de distribuição com tecnologias emergentes, incluindo realidades, aumentada e virtual, e Inteligência Artificial, além de incorporar o seguro na rotina dos clientes adotando o Open Insurance, concluiu o relatório.
De acordo com o WIR, mais de 60% dos executivos de seguros entrevistados disseram que a COVID-19 afetou os esforços de aquisição de clientes de suas empresas e cerca de 40% citaram um impacto na retenção de clientes. Para recuperar o terreno perdido, as seguradoras devem considerar a abordagem ‘CARE’ (Convenience, Advice and Reach, em tradução livre, Conveniência, Aconselhamento e Alcance) estão no centro da concepção e avaliação da eficácia de seus canais. E, embora 87% das seguradoras digam que vão investir em melhorias digitais, apenas 32% afirmam que os canais digitais são eficazes para garantir as vendas porque carecem de recursos de aconselhamento personalizado.
Os canais digitais receberam notas altas por disponibilidade 24 horas por dia e 7 dias por semana, facilidade de atualização de informações para seguradoras e recursos de pesquisa. No entanto, sua incapacidade de fornecer aconselhamento detalhado e personalizado aos clientes que buscam produtos complexos, como planos de aposentadoria, deixou claro que os agentes e corretores ainda são essenciais para a compra desses tipos de seguro.
Conveniência como vantagem competitiva de uma seguradora Os clientes de seguros que responderam a pesquisa disseram que a facilidade e a velocidade de acesso às informações afetam a conveniência de sua experiência. Um total de 77% dos executivos de seguros dizem que os agentes e corretores são seus canais de distribuição mais proeminentes. No entanto, mais de 40% dos clientes de linha pessoal disseram que era um desafio entrar em contato com agentes e corretores fora do horário normal de expediente – e bloqueios e distanciamento social complicam a situação. Ao contrário dos segurados pessoais, as linhas comerciais e pequenas e médias empresas (PMEs) não viram uma diferença significativa na conveniência oferecida por agentes e corretores, canais digitais ou canais diretos. Mais de 50% das PMEs classificaram sua experiência de interação com agentes e corretores como conveniente, da mesma forma que mais de 60% também classificaram os canais digitais como convenientes.
A tecnologia pode sobrecarregar a eficácia do canal Agentes e corretores querem aumentar seus recursos de engajamento digital e cerca de 44% deles disseram que precisam do suporte de suas seguradoras. Mais da metade dos agentes e corretores que responderam a pesquisa disseram que, para ajudar os clientes de forma eficaz, eles precisam de colaboração digital e ferramentas de engajamento, como plataformas de compartilhamento de tela e ferramentas de assinatura digital de documentos. Eles também disseram que a conveniência do cliente melhora quando são oferecidos formatos digitais e ferramentas de comparação de produtos em uma única tela. No entanto, menos de dois terços das seguradoras disseram que fornecem aos agentes e corretores essas ferramentas digitais muito procuradas para aprimorar a experiência do cliente. No futuro, a ‘Digi-intermediação’ – um processo em que os agentes são digitalmente habilitados e os canais virtuais são humanizados – eliminará lacunas de distribuição, aumentará o CX e otimizará o valor entregue.
Conhecimento mais abrangente do cliente permite aconselhamento personalizado Os agentes e corretores disseram que precisam saber mais sobre os segurados e clientes em potencial para converter leads em vendas de maneira mais eficaz. APIs e análises baseadas em IA podem ajudar os agentes e corretores a entender as preferências dos clientes, responder a perguntas e oferecer produtos apropriados para eventos especiais da vida dos segurados. Ferramentas analíticas baseadas em IA e uma visão de 360 graus dos clientes são essenciais para uma experiência personalizada. As seguradoras de maior sucesso ganharão e reterão clientes reinventando seu ecossistema operacional para apoiar um modelo “phygital” baseado em uma mistura de presença física e envolvimento digital (physical and digital).
“As seguradoras têm a oportunidade de converter o tráfego digital em vendas, concentrando-se em uma experiência virtual hiperpersonalizada”, afirmou Anirban Bose, CEO do Capgemini’s Financial Services e Membro do Board do Grupo Capgemini. “Os clientes de hoje esperam que a interação com suas seguradoras seja fácil, e os provedores precisam garantir que seus canais possibilitem uma experiência de cliente conveniente e perfeita. Ao investir nas tecnologias certas, as seguradoras podem conquistar e reter clientes, ao mesmo tempo que capacitam seus agentes e corretores para aprofundar relacionamentos”.
“O impacto global da adoção digital completa mudou a maneira como as seguradoras precisam operar para satisfazer seus clientes. O investimento digital em canais conectados é um ingrediente crítico para que as seguradoras do futuro tenham sucesso,” afirma John Berry, CEO da Efma
Metodologia de relatório O Relatório Mundial de Seguros 2021 apresenta percepções de três fontes principais – a Pesquisa Global Insurance Voice of the Customer, as Entrevistas Executivas de Seguros Globais 2021 e a Pesquisa Global Agents and Brokers 2021. Juntas, essas fontes cobrem insights de 25 mercados: Austrália, Bélgica, Brasil, Canadá, China, Chipre, Finlândia, França, Alemanha, Hong Kong, Índia, Itália, Japão, México, Noruega, Portugal, Romênia, Cingapura, Espanha, Suécia, Suíça, Holanda, Turquia, Reino Unido e Estados Unidos.
As pessoas com diabetes interessadas em adquirir um seguro de vida têm até domingo (30/05) para aproveitar a promoção da WinSocial, insurtech especializada na oferta de seguro de vida. Isso porque a startup desenvolveu a campanha Cashbetes, em que o usuário que comprar um seguro da WinSocial ganhará o valor da 1ª mensalidade de volta para usar no Diabetic Center, o maior site de produtos para diabetes do Brasil, em que é possível encontrar medicamentos, insulinas, monitores, tiras e lancetas etc.
Essa é a primeira campanha de cashback do país voltada especificamente para pessoas com diabetes. “Estamos sempre focados em oferecer soluções diferenciadas para o público de diabetes. O seguro de vida é uma oportunidade de proteger quem você ama e agora, quem tem diabetes pode adquirir essa proteção, contar com serviços e descontos para cuidar do diabetes e ainda receber dinheiro de volta”, completa Rafael Rosas, diretor da WinSocial.
A promoção é válida para a compra do Seguro de Vida Bem-Estar Diabetes desde o dia 20/5/21 até 30/5/21, limitada ao valor de cashback de R$ 120,00. A premiação será entregue por vale-presente no e-mail do titular do seguro, após a emissão da apólice.
São Paulo, Brasil 10-12-2018 Retrato de Lucimara Santos , Gerente Comercial de Vida e Previdência da Porto Seguro , na sede da empresa em São Paulo. Fotos : Fernando Martinho.
Fonte: Porto Seguro
A data de 28 de maio coloca em destaque dois importantes assuntos voltados ao público feminino: o Dia Internacional de Luta pela Saúde Feminina e o Dia Nacional de Redução da Mortalidade Materna, que visam conscientizar a sociedade sobre os problemas de saúde e distúrbios comuns na vida das mulheres. De acordo com o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), hoje elas representam 51% da população brasileira, são a maioria em todas as faixas-etárias a partir dos 25 anos e também são as principais provedoras de renda em 46% das residências do país.
Mesmo com uma rotina cheia de compromissos e jornadas duplas, é mais do que necessário que as mulheres não deixem de olhar atentamente para a sua saúde e bem estar. E uma das maneiras de garantir o cuidado próprio enquanto continua protegendo a família é por meio de um seguro de vida. A Porto Seguro, que oferece um seguro de vida exclusivo para o público feminino, observa que nos últimos anos as mulheres mais jovens têm recorrido a essa solução como apoio à rotina intensa que levam. De 2019 a 2021, 35% do seguro de vida voltado às mulheres foi contratado por clientes entre 20 e 29 anos. As mulheres entre 30 e 39 anos de idade aparecem na sequência e correspondem a 23% das adesões.
Na análise de Lucimara Santos, gerente comercial de Vida e Previdência da Porto Seguro, essa preocupação acontece não só pela necessidade de amparo financeiro aos familiares em caso de falecimento, mas principalmente porque as mulheres começaram a entender que o seguro de vida é, sobretudo, uma ferramenta essencial também para imprevistos que possam impactar suas atividades no dia a dia. “No país em que quase metade dos lares são chefiados por mulheres, é grande o risco de uma família, e a própria mulher, ficarem desamparadas em momentos delicados como, por exemplo, após o diagnóstico de uma doença. Ter um seguro de vida nessas situações faz toda a diferença”, alega a executiva, lembrando que o apoio financeiro é tão importante quanto o apoio físico e emocional. “Muitas vezes, as mulheres que são surpreendidas por um evento inesperado não contam com uma reserva financeira para ajudá-las e o seguro de vida cumpre esse papel, especialmente nos momentos de transição da vida, como no início da maternidade, por exemplo”, completa.
Para todas as fases da vida
O seguro de vida exclusivo para a mulher fornece segunda opinião médica para câncer de mama ou qualquer outro tipo de câncer (no caso do câncer de pele, a cobertura é somente para o melanoma maligno). No caso de diagnóstico da doença, a segurada recebe 50% do valor contratado para a cobertura de morte. Com esse dinheiro, ela pode focar em cuidados pessoais, comprar alimentação diferenciada, remédios ou fazer o que preferir.
A cobertura de câncer também é fornecida no seguro de vida individual, assim como a cobertura de transplantes e de doenças graves (AVC, insuficiência renal, infarto, esclerose múltipla, Alzheimer e Parkinson, queimaduras graves, paralisias, entre outras), que garante indenização em vida para que a segurada realize o tratamento ou utilize o dinheiro como quiser. Além disso, tem como diferencial um serviço de telemedicina disponível 24h por dia, um serviço que se tornou essencial em tempos de isolamento social.
Depois de lançar um dos seguros de vida individual mais completos do mercado em fevereiro, o “Zurich Vida Para Você”, a seguradora Zurich agora inova em remunerar o corretor em até dois dias, conta Marcio Benevides, diretor executivo de Distribuição da Zurich no Brasil. “Primeiro inovamos ao trazer um seguro completo e digital para o corretor agradar seu cliente. A novidade de hoje, para estimular ainda mais as vendas do produto, lançado em fevereiro, quando feitas com cartão de crédito, remunerará o corretor em até 48 horas, ou D+2, se toda a documentação estiver ok. A novidade é fruto do investimento da seguradora no desenvolvimento de soluções que simplificam processos e melhoram cada vez mais a qualidade dos seus serviços.”
A remuneração para os corretores em D+2 também foi implementada em janeiro para o seguro auto. “Tem sido ótimo o retorno que temos recebido dos corretores. Acreditamos que o nível de aprovação para o produto vida será tão alto como está sendo para o produto auto. Trata-se de um avanço e tanto para o mercado segurador em geral. No mercado, é comum comissionar o corretor em mais de 30 dias, em média, nos casos de pagamento do valor do seguro por meio do cartão de crédito. O produto possui comissão, paga ao longo do contrato; e o agenciamento, que é pago após a quitação da 1ª parcela do prêmio.
Além da rapidez no pagamento da comissão, a tecnologia embarcada neste produto praticamente elimina aquelas tele-entrevistas feitas pelo telefone e que tomava tempo do cliente e gerava um vai e vem de arquivos entre o corretor e a seguradora. “Atualmente, nosso processo de aceitação acontece de forma automática e 100% digital. Temos uma árvore decisória que nos permite realizar a maior parte do processo de aceitação automaticamente”, explica Benevides.
Segundo Benevides, o “Zurich Vida Para Você”, traz, além das coberturas tradicionais, outras proteções customizáveis, de acordo com a preferência do segurado, para serem utilizadas sempre que necessário, durante toda sua vida. Somado às coberturas, o produto disponibiliza 15 assistências para que o cliente escolha até três delas, sem custo adicional. Além de ser um produto flexível, o capital segurado (indenização a receber) pode ser de até R$ 5 milhões, valor acima da média praticada para seguros de vida.
O executivo afirma que o objetivo é proporcionar as melhores experiências para os clientes e, também, para os corretores. Para os primeiros, o pagamento dos prêmios com cartão de crédito funciona como um meio de comodidade. Já para os corretores, que são nossos parceiros estratégicos, configura-se como um diferencial importante e alinhado à promessa que fazemos para eles, de colaborar para gerar valor mútuo.
Benevides afirma que o corretor tem uma importância enorme nas estratégias de Inovação da Zurich. A contratação pode ser 100% online, de forma simples e rápida, mas a Zurich disponibiliza uma ferramenta chamada Zurich Análise Financeira, que ajuda o corretor a identificar as necessidades do segurado e escolher a proteção ideal para o seu perfil. “O ZAF permite que seja realizada uma análise por meio do planejamento financeiro do segurado, considerando suas despesas, seu patrimônio, manutenção de estilo de vida de sua família, bem como dos custos para garantir, por exemplo, a educação dos filhos num horizonte de curto e médio prazos”, informa. Depois de preencher um questionário muito rápido, o simulador já traz uma recomendação de coberturas e valores que atendam especificamente às condições financeiras daquela família. O corretor pode ainda fazer ajustes para que o seguro caiba no bolso do segurado.
Para falar sobre os riscos a que todos estão expostos no dia a dia e as maneiras de nos protegermos, o Presidente da CNseg, Marcio Coriolano, participou nesta quinta-feira, dia 27, de live na página da Confederação Nacional das Seguradoras no Instagram (@cnseg_oficial), com a jornalista Mara Luquet, tendo como tema “Planejar é o segredo para tempos incertos”.
Como bem lembrado por Marcio, o risco está presente em todos os momentos de nossas vidas, desde o nascimento até a morte, mas, apesar disso, segundo ele, a população ainda não se deu totalmente conta da importância da prevenção, apesar de a pandemia do novo coronavírus estar ajudando a mudar esse quadro. “É importante tomar a consciência de que os riscos existem e usar essa consciência a nosso favor, pois o acaso não vai nos proteger, enquanto estivermos distraídos, como cantado na bela música dos Titãs”, afirmou.
Segundo ele, há um seguro para cada tipo de risco e é importante que as pessoas fiquem atentas para a necessidade de planejamento, escolhendo os seguros que considerarem mais importantes em cada fase de sua vida.
O Presidente da CNseg lembrou que até há algum tempo, as pessoas não tinham muito acesso a informações. Atualmente, além de muito mais acesso à informação e aos canais de comercialização, há muito mais competição no mercado segurador, fazendo com que a oferta e a qualidade dos produtos se ampliassem substancialmente. “Com essa competição, as seguradoras passaram a oferecer seguros muito mais adequados às necessidades e ao bolso de cada um, aproximando ainda mais o seguro das nossas vidas”, afirmou.
Quando questionado por Mara Luquet sobre com quem o cidadão deve recorrer para avaliar a quais riscos está mais exposto e quais os cuidados necessários na hora da verdade, Marcio respondeu que um agente importantíssimo para instruir os clientes é o corretor de seguros, que é o profissional treinado e habilitado. E alertou para a necessidade de o cliente usar todas as informações à sua disposição. Além disso, destacou que é muito importante que o consumidor verifique se a seguradora escolhida é devidamente registrada na Susep, “pois há empresas que se apresentam como seguradoras e não são”.
Em caso de problemas com o seguro contratado, o Presidente da CNseg citou as agências reguladoras do setor, que são a Susep e, no caso da saúde suplementar, a ANS, “que têm toda a capacidade de orientar os consumidores e, se for o caso, penalizar as seguradoras”. Ele também lembrou a recente presença do Consumidor.gov.br, descrito como um ente nacional como porta de entrada para reclamações. “É importante reclamar, quando for o caso, pois isso ajuda a melhorar os serviços prestados”, citando a possibilidade, antes das reclamações, do recurso às ouvidorias das seguradoras, que são um meio de encurtar caminhos.
Um outro canal de acesso para os consumidores lembrado por ele é o do Fale Conosco do Portal da CNseg (cnseg.org.br) e o próprio portal, que contém uma grande quantidade de conteúdo, como os produtos disponíveis, o tamanho do mercado, os canais para se recorrer em caso de problemas, entre outras informações, sendo uma importante ferramenta auxiliar.
Já ao final do bate-papo, Mara citou a importância do seguro, não só para as pessoas, mas para a economia do país, e Marcio afirmou que esse setor é um dos maiores investidores institucionais do Brasil, pois o dinheiro dos consumidores, enquanto sob a guarda das seguradoras, é utilizado para financiar uma série de projetos para o país. Entretanto, ele disse que esse tema merece futura live pelo Instagram da CNseg.
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