Conjuntura CNseg nº 45 destaca temas relevantes para o seguro

Fonte: CNseg

As grandes oportunidades para o mercado de Grandes Riscos criadas pela Resolução CNSP 407, uma análise do panorama e das perspectivas sobre as mudanças nas normas de investimentos, o aumento do número de beneficiários da Saúde Suplementar com expansão maior na faixa etária acima de 59 anos e a retomada da capitalização estão entre os temas de Destaques dos Segmentos da Conjuntura CNseg nº 45, uma publicação da Confederação Nacional das Seguradoras.

A edição inclui outros assuntos relevantes nas demais seções. No Boxe Regulatório, é abordado que o Brasil está a caminho de ser o pioneiro na implementação do open insurance no mundo. Mas, para que essa experiência não entre no rol daquelas boas ideias que por falhas em sua execução, não alcancem todo seu potencial, a CNseg considera que há aspectos importantes que merecem ser mais bem debatidos e avaliados.

O Boxe Estatístico trata da utilização do Google Trends como ferramenta complementar de análise de tendências do setor segurador. De acordo com o artigo, a pandemia da Covid-19 e suas consequências abruptas amplificaram a necessidade de acompanhar em tempo real o que tem acontecido na economia e nos setores, acelerando um processo que já vinha ocorrendo há alguns anos: a adoção de indicadores alternativos para o acompanhamento econômico.

Uma análise sobre o setor de seguros, previdência e capitalização no Boletim Consumidor em Números 2020, lançado em março pela Secretaria Nacional do Consumidor (Senacon), é objeto do Boxe Relações de Consumo. Em 2020, foram 15.641 reclamações cadastradas, representando 1,3% das ocorrências da plataforma Consumidor. gov.br.

Para finalizar, no Boxe de Produção Acadêmica, os leitores são apresentados a uma variedade de temas, desde a fraude nos seguros de automóveis, a transformação digital nos seguros, passando pelos impactos da operação Lava Jato nos seguros D&O entre outros assuntos relevantes.

Thales Penna do Amaral assume diretoria de associações da Zurich

Fonte: Zurich

Depois de promover mudanças estratégicas em suas diretorias regionais, a seguradora Zurich acaba de anunciar seu novo líder da Diretoria de Associações: o economista Thales Penna do Amaral. Com cerca de 23 anos de experiência no mercado segurador, atuando nas áreas operacional, técnica, comercial e de produtos, o executivo deve contribuir para ampliar as parcerias da empresa, em especial no mercado de vida e previdência, foco do profissional em sua carreira.

Thales é graduado em economia pela Universidade Candido Mendes e possui MBA em finanças pelo IBMEC-RJ. Em sua trajetória profissional, tem sólida atuação na área de seguros de vida, previdência complementar e capitalização, por ter exercido cargos de liderança em diretorias comerciais de empresas, como Alfa Previdência e Vida, Prudential do Brasil e Icatu Seguros. Ele assume a Diretoria de Associações da Zurich no lugar de Luiz Gasperi, que é Gerente Executivo de Relacionamento com Corretores da companhia e estava interinamente no cargo desde 12 de abril.

Segundo Marcio Benevides, Diretor Executivo de Distribuição da Zurich no Brasil, a chegada de Thales está alinhada à promessa da seguradora aos corretores parceiros para gerar valor mútuo. “Thales dará continuidade ao plano estratégico da linha de negócio da Zurich e à construção de novas e prósperas parcerias. Tenho certeza de que o seu amplo conhecimento no mercado segurador, sua atitude colaborativa, foco e profissionalismo trarão resultados expressivos à Diretoria de Associações”, afirma o executivo.

Artigo: Vamos falar de ideias e intra empreendedorismo?

Por Ismael Andrade, Superintendente de Estratégia e Inovação da Zurich no Brasil

Seguros não são commodities. A venda é consultiva, já que cada cliente, seja pessoa física ou jurídica, tem necessidades específicas de proteção. E, embora os produtos das seguradoras sejam parecidos, eles não são iguais. Por isso, como em qualquer mercado, destacam-se na indústria de seguros as empresas que oferecem os melhores produtos e serviços de forma diferenciada. É aí que entra a criatividade e a capacidade de inovar em um segmento que, à primeira vista, parece “comoditizado”.

Ao contrário da maior parte das corporações, estrangeiras ou brazucas, em que a capacidade de inovar vem de cima pra baixo, na Zurich o movimento também acontece na outra direção. Ou seja: funcionários de qualquer nível hierárquico livremente propõem ideias para seus líderes. E, como todo o time é comprometido com esse direcionamento da empresa de se diferenciar, o processo criativo é constantemente incentivado e está sempre aberto: todos podem fazer sugestões, sejam as relacionadas a algo novo, sejam as que proponham o aperfeiçoamento de processos já estabelecidos para clientes e parceiros estratégicos, como os corretores.

Esse processo simples tem um nome até meio complicado: intraempreendedorismo. Mas a mensagem por traz dessa palavra é de fácil compreensão: todos podem dar ideias. Afinal, a capacidade de observar e criar não é restrita apenas àqueles profissionais que trabalham nos departamentos de Inovação ou Marketing.

Ainda que a empresa onde eu trabalho seja inovadora e tenha seu dia a dia voltado para a simplificação de processos, quero aqui contar, para você leitor (e, quem sabe, com isso, te inspirar) sobre um programa instituído na companhia em agosto de 2020 e que, em poucos meses, gerou resultados importantes.

O nome da iniciativa – Central de Ideias – não poderia ser mais simples (sim, pois ainda existe o tabu de que as melhores ações inovadoras precisam ser complexas). A ação foi direcionada a todos os 1.500 funcionários da companhia no Brasil para estimular, ao mesmo tempo, a criatividade, a interação e o famoso “pensar fora da caixa”, mas de uma forma lúdica, por meio da gamificação.

Como surgiu o projeto

Falei antes que o fomento à criatividade na empresa não se restringe a áreas ou cargos específicos, certo? Prova disso é que a Central de Ideias nasceu de uma sugestão de dois funcionários.

Tínhamos percebido que precisávamos sistematizar a inovação, pois, antes disto, recebíamos muitas sugestões e sentíamos que precisávamos encontrar uma forma de administrar o recebimento das propostas, avaliá-las e dar feedbacks aos idealizadores, além de implementar as escolhidas.

Assim, após analisamos esse cenário, decidimos trabalhar com a plataforma de uma empresa especializada em soluções de intraempreendedorismo, a AEVO. A diretoria gostou tanto da proposta que, além de ela ter se tornado parte de um projeto maior e que envolve toda a empresa – o nosso Programa de Inovação –, tornou-se uma plataforma para a gestão da inovação na companhia.

Conhecendo as etapas da Central de Ideias

Os processos na Central de Ideias acontecem em cinco fases. Na primeira delas, lançamos um desafio aos colaboradores (“Zurichers”, como nós nos tratamos internamente), relacionado aos seguros de automóvel e residência e à nossa estratégia de atuação no mercado.

Apenas duas semanas após o lançamento, já somávamos cerca de 70 ideias cadastradas. Ao final, foram 139. Mas, mais que quantidade, reconhecemos a qualidade delas.

As propostas sugeridas passaram para a segunda fase, a da Célula de Inovação, na qual foram triadas e avaliadas. Já na terceira fase, denominada Idea Case, as sugestões foram submetidas à ótica de três visões: do cliente, do mercado e do negócio. 

Na quarta fase, de Avaliação, as sugestões eram expostas aos “sponsors” (as pessoas responsáveis pelos desafios), que as avaliaram a partir de critérios predeterminados, selecionando, assim, as melhores propostas. Em seguida, veio a fase de Validação, na qual as cinco ideias finalistas foram apresentadas por meios de Pitch Sessions.

A última fase é a etapa de Implementação em que ocorre a priorização das ideias que podem ser aprovadas ou não e enviadas para execução.

Depois de meses ricos e intensos, a certeza de crescimento do time

O formato do projeto permitiu interação entre as pessoas no aprimoramento das ideias inscritas. Tanto que, em um determinado momento, identificamos mais de 1,4 mil interações na plataforma, prova inequívoca de que o intraempreendedorismo esteve e está bastante presente entre nossos colaboradores.

A iniciativa foi considerada um sucesso, principalmente pela aprendizagem obtida pelo time ao longo de todas as cinco etapas, durante as quais nossos funcionários assumiram o protagonismo das situações, organizando-se e interagindo entre si. O ápice foram os pitches, durante os quais eles puderam colocar em prática a capacidade de síntese para apresentar seus projetos.

O fato é que o ganho de experiência e desenvolvimento profissional dos funcionários durante os sete meses de duração do primeiro desafio da Central de Ideias foi o maior saldo que colhemos.

Já estamos pensando no próximo desafio, mas aí é um capítulo que ainda não foi escrito e que terei o maior prazer de dividir com você numa próxima oportunidade.

AXA atualiza seguro condomínio residencial

Fonte: AXA

A AXA no Brasil implementou nova precificação no produto Condomínio para atender as necessidades do mercado, com foco na cobertura ampla, que traz mais tranquilidade para síndicos e condôminos. Com essa modalidade, o condomínio pode contar com as coberturas para todos os eventos da Básica Simples e outros imprevistos, como danos elétricos, desmoronamento, alagamento, vendaval, roubo, etc. Isso tudo em uma única verba segurada.

“O novo modelo de trabalho refletiu na alta procura desses produtos, inclusive aqui na AXA. Nosso seguro está ainda mais competitivo, com foco nas coberturas amplas, tudo para atender à demanda do corretor e do cliente. Com as pessoas em casa realizando todas as atividades básicas, a percepção do risco aumentou e trouxe mais oportunidades”, comenta Clovis Silva, Superintendente de Produtos Massificados, Automóvel e Frotas da AXA no Brasil.

Em 2021, o Seguro Condomínio da AXA foi reconhecido pelo segundo ano consecutivo em premiação de destaque nacional. “Estamos trazendo mais funcionalidades digitais e melhorias para este momento, não só no Seguro Condomínio, mas em todos os produtos. Essas são iniciativas importantes que, em conjunto, nos posicionam estrategicamente de uma maneira ainda mais relevante e atrativa no mercado.” reforça Clovis Silva.

Braço de seguros do mega investidor Warren Buffett investe US$ 500 milhões no Nubank

O banco digital Nubank anunciou nesta terça-feira (8) a extensão de uma rodada de investimentos de . O banco digital Nubank recebeu aporte de US$ 750 milhões (R$ 3,787 bilhões), sendo US$ 500 milhões (R$ 2,525 bilhões) do braço segurador Berkshire Hathaway, do megainvestidor Warren Buffett. Com isso, o Nubank passa a ter um total de US$ 2 bilhões (cerca de R$ 10,1 bilhões) levantados com investidores para acelerar sua expansão desde o início do negócio.

O negócio chama a atenção das seguradoras. Uma delas, a Chubb, primeira a fazer parceria com o banco digital, mesmo num momento em que todos questionam o prejuízo de R$ 95 milhões (1º semestre de 2020) em seu oitavo ano de operação, com uma base de 40 milhões de clientes, somando Brasil, México e Colômbia, e mais de 4 mil, de 37 nacionalidades diferentes.

Lançado em dezembro de 2020 em uma parceria com a Chubb Brasil, o Nubank Vida registrou mais de 90 mil seguros ativos em menos de um trimestre, com valor corresponde a um valor total que supera R$ 9 bilhões em cobertura. O preço médio inicial é de R$ 9,00 por mês, sem reajuste por idade durante cinco anos, e varia conforme a cobertura escolhida. 

Com a proposta de democratizar o seguro de vida, todas as profissões de risco, muitas vezes rejeitadas devido à alta periculosidade da ocupação, estão contempladas. O seguro também cobre pandemias como Covid-19 e doenças geralmente excluídas nos asteriscos, como diabetes, e não exige exames ou atestados médicos.

O gerenciamento do seguro Nubank Vida é 100% digital e todo o processo de contratação, incluindo a simulação e confirmação do serviço, leva menos de um minuto diretamente no aplicativo do Nubank. Além do atendimento 24 horas da equipe do banco digital, essa agilidade também inclui prazos rápidos de pagamento de indenização garantidos pela Chubb – seguradora responsável pelo Nubank Vida -, que estruturou uma equipe dedicada e revisou fluxos e processos para o produto por meio da Chubb Studio, a plataforma digital global recém-lançada pela seguradora.

O CEO do Nubank, David Vélez, conversou com o “Pipeline”, site de negócios do Valor, e destacou a importância do seguro no aporte feito pela Berkshire. “Dado o DNA deles no setor de seguros, ficaram bem impressionado com o Nubank Vida, nosso primeiro produto de seguros. Acreditamos que esse tem sido o produto de seguros de maior crescimento da história do Brasil. Em mais ou menos três meses, passamos de mais de 300 mil apólices. Mais de 50% dos clientes compraram um seguro de vida pela primeira vez. Mostra que somos mais do que um simples cartão de credito. Temos braços de investimentos, seguros, crédito, depósitos, conta para pessoa jurídica”, disse Vélez.

“Novos investidores, como a Berkshire Hathaway, nos ajudam a acelerar a nossa missão de desburocratizar a vida das pessoas na América Latina”, afirmou o Nubank em comunicado. De acordo com a instituição, os novos investimentos colocam a fintech como “o banco digital mais valioso do mundo e uma das maiores instituições financeiras da América Latina”. O valor de mercado do Nubank é estimado em US$ 30 bilhões (R$ 151 bilhões), superando o da corretora XP, com US$ 22,9 bilhões (R$ 115 bilhões), e do banco BTG (R$ 115 bilhões). Também é maior que o do Banco do Brasil, de R$ 104 bilhões. O Itaú tem valor de mercado de R$ 302 bilhões, e o Bradesco, de R$ 255 bilhões, enquanto o Santander Brasil é avaliado em R$ 170 bilhões, segundo levantamento da Folha de São Paulo.

AIG Seguros promove ações de conscientização e voluntariado junto a mulheres trans

Para marcar o Mês do Orgulho LGBTQ+, a AIG prepara diferentes atividades voltadas à conscientização de seus funcionários e corretores parceiros sobre diversidade, inclusão e respeito, e estimula seus funcionários a contribuir para o desenvolvimento profissional de mulheres trans vítimas de violência e situação de rua. Neste quinto ano de parceria com a ONG Junior Achievement São Paulo, após ter impactado cerca de 600 alunos no Ensino Médio, agora os voluntários AIG vão liderar oficinas virtuais sobre temas ligados à empregabilidade, educação e empreendedorismo a cerca de 60 mulheres assistidas pela Casa Florescer, Cento de Acolhida de Mulheres Trans. 

“À medida que os debates na AIG avançam sobre a temática do respeito à orientação sexual e de gênero, tivemos a oportunidade de conhecer a Casa Florescer e seu trabalho em prol das mulheres trans que querem sair das ruas e drogas. Nos aproximamos da instituição ano passado, inicialmente com apoio e doações e, neste ano, pensamos em uma atividade mais prática, compartilhando conhecimento e dicas simples para auxiliá-las nessa jornada”, explica Lúcio Mocsányi, Diretor de Comunicação e Marketing da AIG para o Brasil e América Latina, responsável pelas atividades voltadas à comunidade. Ao longo de junho, serão realizadas oito sessões de oficinas virtuais, com dicas e muita troca, com o apoio do grupo de afinidade LGBTQ+ e Aliados da companhia. 

Diversidade impacta pessoas e o negócio 

Um dos temas na agenda mensal do AIG LAB, central de treinamentos virtuais a corretores parceiros da AIG, será a importância de práticas concretas de diversidade, equidade e inclusão nas empresas, e sua relação com o Seguro de Práticas Trabalhistas Indevidas. Thales Dominguez, advogado e especialista nos seguros de responsabilidade administrativa na AIG, conversará com Juliana Kaiser, especialista na empresa de diversidade, equidade e inclusão ImpulsoBeta, sobre casos atuais em que políticas de diversidade – ou a falta delas – fizeram a diferença na operação das empresas, e como funcionários, organizações e o judiciário têm encarado temas ligados a preconceito e desrespeito. “A empresa deve estar atenta a criar um ambiente interno que seja favorável ao respeito entre os colaboradores. Nosso Seguro de Práticas Trabalhistas Indevidas cobre custas da empresa em processos trabalhistas, mas deve ser visto como uma ferramenta de gerenciamento de riscos e não um respaldo à violação de direitos”, explica Thales. Para inscrição ao treinamento que acontece em 17 de junho, clique aqui 

Aos colaboradores, o grupo Diversitas LGBTQ+ e Aliados, formado por funcionários AIG, também prepara diferentes iniciativas ao longo do mês, que será encerrado com uma conversa virtual com a psicóloga Patrícia Augusto sobre o impacto da pandemia na saúde mental e como essa realidade se soma aos demais desafios de aceitação vivido pela comunidade LGBTQ+. “A diversidade é um valor global da AIG e que vem sendo promovida de forma constante e contundente pelos diferentes níveis e posições na companhia. Tenho muito orgulho em compartilhar que, no Brasil, nossas conversas e entendimentos extrapolam o ambiente interno e também procuram impactar parceiros de negócios e a comunidade”, afirma Fabio Protasio Oliveira, CEO da AIG no Brasil. 

Diversidade na AIG 

Com 135 grupos de afinidade espalhados por 37 países em todo o mundo, a AIG tem um posicionamento firme na defesa da diversidade, equidade e inclusão, inclusive com sua liderança global, que lidera o Comitê Executivo de Diversidade. No Brasil, além do Diversitas LGBTQ+ & Aliados, a AIG possui outros dois grupos: Women@Work (WOW) – Mulheres e Aliados, focado no desenvolvimento profissional para as mulheres e equidade de gênero, e o DÆRC (Diversidade Étnico-Racial Consciente), cujo objetivo é ampliar e fortalecer as oportunidades à população negra, por uma sociedade mais justa e sem preconceitos. Juntos, os colaboradores da seguradora estão envolvidos em esforços para promover uma cultura inclusiva para todos. Dos 250 funcionários da AIG no Brasil, cerca de 20% (em torno de 50 pessoas) participam ativamente e de forma voluntária de algum grupo de diversidade. 

Lojacorr registra vendas de R$ 362 milhões de janeiro a maio, alta de 30%

Fonte: Lojacorr

A Lojacorr, rede de corretoras de seguros independentes do País, produziu R$ 70 milhões em maio em todos os segmentos. O crescimento em relação ao mesmo período do ano anterior representou 28,21% em seguros (R$ 64,9 milhões). No período de janeiro a maio de 2021, as vendas totalizaram R$ 362 milhões em prêmios de todos os segmentos (seguros, consórcios e demais), o que representou um crescimento global de 30%. Todos os principais ramos comercializados apresentaram alta, com destaque para: Rural 246%, RD Equipamentos 199%, Transporte 126%, Saúde 121%, Odontológico 56%, Vida 37%, Responsabilidade Civil 35%, Automóvel 25%, Residencial 24% e Náutico 13%.

Segundo o diretor Comercial (CCO) da Rede Lojacorr, Geniomar Pereira, no mês de maio, 21 novas corretoras de seguros (PJ’s) entraram para o ecossistema da Lojacorr. “Em termos percentuais, considerando apenas os ramos de seguros, seguimos com um crescimento expressivo, uma performance excepcional, que só comprova a força da Rede”, afirma.

A Lojacorr vem buscando ser uma facilitadora para a comunidade da proteção por meio de programas como o ‘Indica Mais’, além de parcerias com novas companhias e empresas que possam auxiliar o corretor de seguros na sua atuação junto ao cliente. “O intuito é oferecer as melhores ferramentas do ecossistema de seguros para os brasileiros com as mais inovadoras soluções do mercado, além de tecnologias eficientes e o fator humano para atender as necessidades globais do segurado”, finaliza o gestor.

Chubb reforça debate sobre sustentabilidade e preservação do meio ambiente

Fonte: Chubb

No mês em que se comemora o Dia Mundial do Meio Ambiente, a Chubb vai promover ações especiais, voltadas a sensibilizar clientes, parceiros e corretores da importância do tema. Em parceria com a SOS Mata Atlântica, a seguradora formatou projeto para colaborar com a preservação de um dos biomas mais ameaçados do país. Ao longo de junho, a cada apólice de seguros do segmento de Pequenas e Médias Empresas fechada com os parceiros da companhia, será plantada uma árvore em região de importância para projetos de reflorestamento com espécies nativas da Mata Atlântica definidos pela ONG. Além do plantio, os técnicos e colaboradores da entidade acompanham cada muda ao longo de cinco anos, a fim de garantir a efetividade das ações.

Em paralelo com a iniciativa, a primeira transmissão do mês do Chubb Digital, evento virtual semanal direcionado aos corretores de seguros, realizada em 1º de junho, teve a participação especial da ativista ambiental e comunicadora Fernanda Cortez e do geógrafo, educador e ambientalista Gustavo Veronesi. Fernanda é idealizadora da Menos 1 Lixo, a maior plataforma brasileira com foco nos temas relacionados à sustentabilidade e ao consumo consciente, com 1,5 milhão de visitantes únicos por mês. Veronesi tem mais de 20 anos de atuação em organizações do terceiro setor e atualmente é coordenador do Programa Observando os Rios, da SOS Mata Atlântica.

Nas próximas edições do Chubb Digital também serão abordados temas relacionados ao assunto. Entre eles, os detalhes do Seguro de Riscos Ambientais Chubb. A seguradora é líder mundial e líder no segmento pelo 6º ano consecutivo no Brasil e está otimista com o aumento do interesse das empresas no produto. Em 2020, o ramo apresentou um crescimento de 21% no volume de prêmios captados, na comparação com o ano anterior, de acordo com dados de mercado divulgados pela SUSEP (Superintendência de Seguros Privados). Esse desempenho não é uma novidade. Nos últimos tempos, o volume de vendas desse tipo de produto cresce consistentemente a taxas de dois dígitos a cada ano.

Nesse cenário, a Chubb vislumbra um enorme potencial para os corretores interessados em levar essa proteção a seus clientes. “A incorporação dos valores ESG (sigla que vem do inglês Environmental, Social and Governance) de forma estruturada à cultura corporativa e, consequentemente, na gestão de riscos, é apontada como uma das principais tendências para esta década”, destaca Fábio Barreto, head para a América Latina da carteira de Riscos Ambientais da Chubb. “Como o seguro ambiental tem um caráter socioambiental e toda a estrutura da seguradora está voltada a ajudar os clientes a aprimorar seus processos de governança na área ambiental, nosso produto é ideal para empresas realmente comprometidas e aderentes com as questões ESG”, conclui.

O Chubb Digital foi lançado em março de 2020 e já contou com a participação de milhares de corretores. A cada mês, a seguradora mapeia os temas relevantes para os parceiros e coloca seus especialistas para desenvolverem conteúdo e participarem das transmissões ao vivo. O sucesso da iniciativa se traduz no aumento da procura pelos treinamentos. “Em 2020, ao adotarmos o modelo atual do Chubb Digital, em apenas seis meses tivemos o dobro do número de participantes registrado em todo o ano anterior”, revela Rodrigo Albuquerque, diretor Comercial do Canal Corretor Brasil da Chubb.

Lucro líquido do mercado de seguros recua para R$ 3,1 bilhões no primeiro quadrimestre de 2021

O lucro líquido do mercado segurador recuou quase 40%, de R$ 5 bilhões de janeiro a abril de 2020 para R$ 3,1 bilhões no mesmo período deste ano, segundo dados divulgados pela Superintendência de Seguros Privados (Susep) analisados pela consultoria Siscorp. A Bradesco Seguros, que lidera o ranking há décadas, é a principal responsável pela queda do ganho do setor, mas foi acompanhada em menor escala pelas cinco maiores.

O grupo Bradesco saiu do bilhão de reais para milhão. No primeiro quadrimestre, o lucro líquido recuou de R$ 1,52 bilhão para R$ 838 milhões, segundo dados oficiais reportados ao órgão regulador. A ganho da Caixa registrou queda de R$ 771 milhões para R$ 673 milhões. O mesmo aconteceu com Banco do Brasil, passando de R$ 659 milhões para R$ 618 milhões. Porto Seguro recuou de R$ 406 milhões para R$ 275 milhões no primeiro quadrimestre deste ano.

São diversas as razões para um ganho menor. Algumas companhias registraram efeitos extraordinários como compra e venda de carteiras. Outras tiveram maiores perdas com pandemia, como alta no volume de indenizações de seguros de vida, diante das mais de 460 mil mortes registradas no Brasil por Covid-19. O risco pandemia não estava previsto em boa parte dos contratos, mas foi acordado que as seguradoras pagariam indenizações até mesmo para evitar uma judicialização em torno do assunto, uma vez que a morte poderia ser declarada por Covid-19 ou por outro motivo qualquer, como insuficiência respiratória, falências de órgãos entre outros.

A queda nas vendas neste período analisado também prejudicou o lucro, uma vez que .reduziu o volume de recursos aplicados no mercado financeiro. Depois de seis anos no mais baixo patamar já visto no Brasil, de 2,5% ano, em marco deste ano o governo elevou a Selic para 2,75%. A boa notícia para os acionistas é que as vendas voltaram a crescer a partir de março e a taxa Selic entrou num ciclo de alta. Claro que o ganho com os avanços proporcionados pela tecnologia, como maior capilaridade de vendas e redução de custos administrativos ajudou bastante elevar a eficiência operacional.

Com a expectativa de alta da taxa básica de juros para este ano, a projeção das companhias é recuperar o lucro até o final de 2021. Segundo o boletim Focus, divulgado ontem, dia 7, a projeto da Selic é de 5,75% ao ano para o fim de 2021 e 6,5% ao ano no de 2022. Algumas companhias registraram perdas com aplicações financeiras.

SulAmérica Investimentos realiza evento Conexão ESG nesta quinta

Fonte: SulAmérica

Referência em investimento responsável, a SulAmérica Investimentos realiza na próxima quinta-feira (10), a partir das 9h, um grande evento sobre a adoção de critérios ambientais, sociais e de governança – conhecidos pela sigla em inglês ESG – no mercado financeiro. O Conexão ESG será realizado de forma totalmente online e espera receber mais de 5 mil participantes, entre investidores institucionais e público em geral. 

“O investimento responsável é uma exigência crescente do investidor e também é uma convicção da SulAmérica Investimentos, que atua há mais de uma década a partir de uma cultura ESG na entrega da saúde financeira, um dos pilares do nosso posicionamento de Saúde Integral. Estamos felizes em promover este evento para fomentar ainda mais o debate sobre sustentabilidade no mercado”, afirma Marcelo Mello, Vice-Presidente de Investimentos, Vida e Previdência da SulAmérica. 

A SulAmérica Investimentos foi uma das primeiras assets, ainda em 2009, a se tornar signatária dos Princípios para o Investimento Responsável, rede apoiada pela Organização das Nações Unidas (ONU) com mais de 1.500 signatários em mais de 50 países, que representam mais de US﹩ 60 trilhões em ativos administrados, visando a estruturar um sistema financeiro global eficiente e sustentável. Além disso, há mais de dez anos, a asset lançou uma estrutura de governança para melhorar a tomada de decisões e passou a inserir indicadores no processo de investimentos para gestores de portfólio relacionados a ESG. A gestora tem, ainda, dois produtos temáticos ESG: o SulAmérica Total Impacto FIA e o SulAmérica Crédito ESG. 

Programação 

Três painéis de discussão serão realizados ao longo da programação, que terá abertura de Ricardo Bottas, CEO da SulAmérica, e do vice-presidente de Vida, Previdência e Investimentos da SulAmérica, Marcelo Mello. O primeiro fórum, de título “Decisões que Transformam – Práticas ESG”, acontecerá às 9h15 e terá participação do superintendente de Renda Variável da SulAmérica, Juan Morales, e da head de Crédito Privado da SulAmérica, Daniela Gamboa, com mediação da CEO da Resultante Consultoria, Maria Eugênia Buosi . 

Às 10, a Gerente de Projetos Educacionais na ONG Vaga Lume Lia Jamra, vai falar sobre a parceria entre a SulAmérica Investimentos e a ONG Vaga Lume, segundo a qual toda a receita da taxa de administração do Fundo Total Impacto FIA é direcionada para o projeto, que tem como missão construir bibliotecas na Amazônia para incentivar a leitura na primeira infância. 

Depois, às 10h10, Tasso Azevedo, empreendedor, consultor e especialista em sustentabilidade e clima, e Cátia Tokoro, conselheira e coordenadora do Comitê de Sustentabilidade da SulAmérica, debatem no painel “Agenda Climática: Desafios e Impactos no Mundo Corporativo”. 

Por fim, às 11h, o diretor-presidente da Abrapp (Associação Brasileira das Entidades Fechadas de Previdência Complementar), Luís Ricardo, o sócio-fundador e diretor executivo da Consultoria Aditus, Guilherme Benites,e o diretor de participações da Previ, Denísio Liberato, discutem sobre “Sustentabilidade e Finanças”, com mediação do vice-presidente de Vida, Previdência e Investimentos da SulAmérica, Marcelo Mello. O mestre de cerimônia será o superintendente de Investimentos da SulAmérica, André Caram. 

Com R﹩ 45 bilhões de ativos sob gestão, a SulAmérica Investimentos é uma das maiores assets independentes do Brasil. Fundada em 1996, administra os recursos dos clientes com transparência, rigoroso controle de risco, foco em retornos consistentes e visão de longo prazo. Há 11 anos consecutivos, a SulAmérica conquista a nota máxima na avaliação de gestores de fundos de investimentos da Standard & Poor’s (AMP-1 – Muito forte). O portfólio diversificado com produtos de previdência e investimentos traz opções customizadas para cada perfil de cliente e estratégia. 

Para mais informações e inscrição, acesse: https://www.conexaoesgsulamerica.com.br/