Chubb registra lucro de US$ 4,57 bilhões no primeiro semestre deste ano

A Chubb divulgou lucro líquido de US$ 2,27 bilhões no segundo trimestre, em comparação com um prejuízo líquido de US$ 331 milhões no mesmo período de 2020. No primeiro semestre de 2021, a Chubb registrou lucro líquido de US$ 4,57 bilhões, contra um prejuízo líquido de US$ 79 milhões no mesmo período de 2020. O índice combinado de seguros melhorou para 88,6% no primeiro semestre, em comparação com 101% no primeiro semestre de 2020.

As perdas com catástrofes antes dos impostos foram de US$ 280 milhões no segundo trimestre deste ano – principalmente de severos eventos climáticos nos EUA – contra US$ 1,81 bilhão no mesmo período do ano passado. O índice combinado no segundo trimestre foi de 85,5%, em comparação com 112,3% no mesmo período de 2020. Os prêmios líquidos emitidos aumentaram 14,3%, para US$ 9,55 bilhões, no segundo trimestre, enquanto os prêmios líquidos emitidos de seguros de danos, ou Property & Casulity (P&C) aumentaram 15,5% globalmente, para US$ 8,93 bilhões. Isso foi impulsionado por um aumento de 19,9% nos prêmios emitidos líquidos comerciais.

O presidente e CEO da Chubb, Evan G. Greenberg, disse a analistas durante a teleconferência que a empresa continua a avançar em “um mercado sólido ou firme” para P&C na maioria das áreas do mundo. “Com base no que vemos hoje, estou confiante de que essas condições continuarão”, disse ele. Greenberg também disse que o risco cibernético é uma questão fundamental que envolve mais do que apenas taxas, e que as empresas devem ser obrigadas a obter permissão do Tesouro para fazer pagamentos de ransomware.

Greenberg disse que a Chubb continua a experimentar um ambiente de precificação de P&C “necessário e robusto” com “melhoria contínua na taxa de exposição ano a ano”, tanto em negócios novos quanto em renovação. Na América do Norte, as taxas gerais de propriedades / acidentes comerciais aumentaram 13,5%, o que foi além de um aumento de taxas de 14,7% no ano passado para o mesmo negócio, levando o aumento acumulado de dois anos para mais de 30%, disse ele. “Na América do Norte, as taxas vêm subindo há quase quatro anos. No entanto, eles excederam os custos de perdas por apenas cerca de dois anos ”, disse Greenberg.

Nas operações internacionais de seguros gerais da Chubb, o Reino Unido e a Austrália se destacaram em termos de aumentos de taxas, disse Greenberg. No Reino Unido, as taxas aumentaram 18% no segundo trimestre, enquanto as taxas na Austrália aumentaram 23%. As taxas de atacado de Londres aumentaram 13% no trimestre. “A indústria começa com uma sinistralidade bastante elevada. Para alcançar um retorno ajustado ao risco razoável, ela precisa continuar a atingir uma taxa superior ao custo de perda por um período prolongado”, disse Greenberg a analistas.

Riscos cibernéticos

O risco cibernético, assim como a pandemia, tem um potencial de catástrofe que não tem tempo ou limite geográfico, disse ele. A Chubb começa abordar isso em sua subscrição, mas outros têm sido “lentos para reagir”, disse Greenberg. “Embora eu não ache que o governo deva proibir os pagamentos de ransomware neste momento, acho que devemos analisar se permitimos pagamentos de criptomoeda”, disse ele. As leis de combate à lavagem de dinheiro devem exigir que as empresas obtenham permissão do Tesouro para fazer um pagamento de ransomware. “Devíamos remover o incentivo do sistema para ataques de ransomware que envolvem dinheiro”, disse Greenberg.

Icatu é premiada no CX Excellence Award, promovido pela NICE

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Fonte: Icatu

O trabalho home office foi uma das principais mudanças causadas pela pandemia no setor corporativo. Com o novo cenário, muitas empresas precisaram migrar suas equipes para o trabalho remoto, seguindo as orientações dos órgãos públicos para a preservação da saúde. Foi o que aconteceu com a Icatu – maior seguradora entre as independentes em Vida, Previdência, Capitalização e Investimentos, que realizou a transição de 100% de sua equipe do Centro de Relacionamento com o Cliente (CRC) para trabalhar de casa, com a operação na nuvem, no primeiro ano da pandemia. Este feito, em apenas 72 horas, levou a Icatu a ganhar o prêmio internacional CX Excellence Award, promovido pela NICE – líder mundial de soluções para Contact Centers.

A seguradora, que concorria com outros cases internacionais e brasileiros, ganhou na categoria Rookie Of The Year, que identifica os clientes que regulamentaram as melhores práticas na implementação de solução do portfólio NICE ou NICE inContact em 2020. A categoria considera, entre os critérios de desempenho, excelência em comunicação e parceria com fornecedores, melhores práticas de implementação, incluindo eficiência de implementação, adoção de produtos, soluções e treinamento de agentes e equipe de supervisão. 

Segundo o diretor de Marketing e Relacionamento com Clientes da Icatu, Rafael Caetano, o reconhecimento reforça o cuidado da companhia com as pessoas em um momento crucial. “Diante do cenário de pandemia, precisávamos implantar rapidamente uma solução tecnológica que viabilizasse o funcionário de realizar todo o atendimento de casa, além de oferecer qualidade de comunicação para evitar impacto aos clientes que poderiam precisar da Icatu a qualquer momento, já que nossa linha de negócios é especialmente focada em pessoas”, relata Rafael. “Ganhar esse prêmio mostra que alcançamos o nosso objetivo, que foi possibilitar aos nossos colaboradores um emprego seguro, além de continuar atendendo os nossos clientes”, completa. Durante o período de março a dezembro de 2020, a seguradora não apenas conseguiu manter o atendimento ao cliente sem interrupções, como também registrou um aumento de 10% de chamadas, comparado ao mesmo período do ano anterior.

“Temos muita satisfação de ver o projeto corajoso e arrojado da Icatu receber o CX Excellence Award. A empresa respondeu de forma proativa aos desafios da pandemia e garantiu tanto a segurança de seus agentes quanto a excelência do atendimento aos seus clientes com a plataforma CXone, uma solução nativa em nuvem que permite que organizações de todos os tamanhos façam a transição rápida de agentes de seus contact centers para o trabalho remoto, movam interações de forma dinâmica entre canais e lidem com volumes significativamente maiores tanto de chamadas por voz quanto digitais à medida em que a demanda aumenta nas áreas afetadas. Parabenizamos a Icatu pela premiação”, diz Luiz Camargo, Vice-Presidente da NICE para a América Latina.

Pandemia fez a população pensar em se proteger e se prevenir, inclusive, contra outros riscos

Fonte: CVG-SP

O presidente do CVG-SP, Marcos Kobayashi, diretor Comercial Nacional Vida da Tokio Marine Seguradora, participou, nesta quarta-feira (28/07), do Workshop Vida e Saúde – Oportunidades e desafios no pós-pandemia, promovido pelo Sindseg-SP. Transmitido ao vivo pela internet, o evento foi mediado pelo presidente do Sindseg-SP, Rivaldo Leite, e contou com as participações de Luciano Lima, da SulAmérica Seguros, e de Marco Antonio Gonçalves, do Grupo MAG.

Questionado por Rivaldo Leite sobre o bom desempenho do seguro vida durante a pandemia, Kobayashi explicou que o ramo vem apresentando crescimento contínuo e consistente. Tanto que, em 2017, ultrapassou a arrecadação do seguro automóvel e, em 2019, do seguro saúde. Segundo ele, esse desempenho é fruto de um trabalho de conscientização e esclarecimento da população. “A pandemia materializou de uma forma dura para as pessoas a necessidade de enxergar a proteção pessoal, financeira e familiar como parte do processo de planejamento”, disse. Na Tokio Marine, por exemplo, Kobayashi informou que o seguro de vida individual cresceu 71% no último semestre.

Para Marco Antonio Gonçalves, a pandemia fez a população pensar em se proteger e se prevenir, inclusive, contra outros riscos, como o de doença grave. Na sua visão, o mercado de seguros tomou a decisão acertada ao cobrir os sinistros provocados pela covid-19, honrando as indenizações. Mas, o vírus acabou antecipando muitas mortes e sequelas nas pessoas, tornando o preço do seguro inadequado. Apesar disso, o seguro de vida tem crescido. “Hoje, o seguro é contratado para outras finalidades, além do risco de morte, como é o caso do planejamento sucessório. Temos muitos a avançar, e estamos no caminho certo”, disse.

Rivaldo Leite citou dados da FenaPrevi sobre a sinistralidade do ramo de pessoas, desde que boa parte das seguradoras decidiu cobrir o risco de pandemia, excluído da maioria dos contratos, e indenizar os sinistros provocados pela covid-19. Segundo os dados apurados, o mercado indenizou até o momento 72.043 vidas. Em 2021, foram pagos 48.121 sinistros, que já ultrapassaram o montante de R$ 2,1 bilhões. “Somando 2020 com 2021, o mercado já indenizou R$ 3,1 bilhões. É um alto valor e não estava precificado”, disse.

Kobayashi confirmou a informação e acrescentou que as 20 maiores seguradoras apresentaram resultado inferior ao mesmo período de 2020 na carteira de vida. Ele reconheceu que haverá a necessidade de revisão na precificação do seguro, mas observou que é possível reduzir outros gastos, como, por exemplo, os de despesas administrativas, para fazer o contraponto com o aumento de custos. “Trata-se de um grande desafio e um dos caminhos é aumentar o nosso público, trazendo os mais jovens para a proteção do seguro”, disse. 

O presidente do Sindseg-SP comentou o impacto da pandemia na saúde suplementar, observando que, a princípio, não acreditava que o setor fosse ser muito afetado. “Mas, então, veio a segunda onda e a situação se complicou”, disse Rivaldo Leite. De acordo com Luciano Lima, na primeira onda, de fato, os hospitais estavam mais vazios e houve redução na sinistralidade. Já na segunda, o setor enfrentou o pico de casos, com o aumento do período de internações. “Uma internação que custava R$ 20 mil, aumentou para R$ 100 mil”, disse. Logo em seguida, também houve aumento de procedimentos eletivos e dos custos médicos. 

Para Kobayashi, o aumento da média de diárias de internação, que passou de 3 dias para 10 dez dias e, em muitos casos, superou até os 30 dias, agravou os custos. Mesmo assim, ele acredita que o setor continuará crescendo. “Não tenho bola de cristal, mas afirmo que nos próximos anos os setores de vida e saúde continuarão crescendo porque o mercado – assessorias, corretores e seguradoras – tem feito um forte trabalho de conscientização”, disse.

Fairfax lança seguro para a cafeicultura

Fabio Damasceno Fairfax

Fonte: Fairfax

A Fairfax lançou um seguro agrícola para proteger a cafeicultura brasileira dos danos causados por chuvas de granizo e incidência de geadas. O novo produto está disponível para cafezais de variedades do tipo arábica, cultivados em sequeiro, em qualquer região do Brasil.

Tradicionalmente, os seguros disponíveis no Brasil são voltados para garantir o pé de café. Ou seja, em caso de sinistro, o seguro convencional cobre os tratos culturais, como os procedimentos de esqueletamento e recepa, para que a planta volte a produzir. A proposta da Fairfax segura o valor de produção. A seguradora avalia os danos causados pelo evento climático para calcular a indenização. Desse modo, o cafeicultor será ressarcido de acordo com as perdas na safra segurada, o que engloba os insumos e preço das sacas de café que deixou de colher.

“Permitimos que o produtor forneça dados de histórico de produção e parâmetros para subscrição como idade do café, variedade e espaçamento das entrelinhas. É um seguro para café arábica, uma apólice de dano direto causado por granizo e geada, em que se indeniza o valor da produção”, explica Fabio Damasceno, diretor de agronegócios da Fairfax Brasil.

Coberturas disponíveis

O seguro agrícola para cafeicultura da Fairfax tem como cobertura obrigatória a proteção contra granizo e o cafeicultor pode optar por contratar a cobertura contra geada. Quando um cafezal é atingido por essas intempéries, a planta sofre lesões e fica mais suscetível à incidência de doenças e pragas, por isso, também é importante reforçar o manejo. Pensando nessa necessidade, a Fairfax também oferece a cobertura adicional de tratamento fitossanitário, que indeniza o produtor com o valor necessário por hectare para realizar um tratamento preventivo, com aplicação de fungicidas e inseticidas.

Bienalidade do café

O produto também vai contemplar as especificidades da cultura. O novo seguro da Fairfax para café leva em consideração o fenômeno da bienalidade, que faz com que as plantas registrem safras mais produtivas alternadas aos anos de queda na produção. A ocorrência de intempéries geralmente agride a planta de tal modo que pode comprometer o andamento da safra atual, mas também impactar nos resultados da temporada posterior. Por se tratar de uma planta perene, o cafeeiro produz continuamente, então os resultados de diferentes safras estão relacionados. Por essa razão, o produtor pode optar por assegurar apenas a safra corrente ou proteger a safra atual e a safra futura em uma mesma apólice da Fairfax.

HDI Seguros apoia Hospital Pequeno Príncipe do Paraná

A HDI Seguros apoia o programa “Juntos Protegemos”, criado pela Rede Lojacorr, a maior rede de corretoras de seguros independentes. O programa destinou 100% dos recursos obtidos para o Hospital Pequeno Príncipe (HPP), de Curitiba (PR), que também sofre as consequências da pandemia de COVID-19. No total, a HDI Seguros destinou, em 2020 e 2021, R$ 24 mil, que, somados aos esforços de outros parceiros, estão garantindo o bom funcionamento da instituição. O HPP é o maior hospital pediátrico do País, com atendimentos em 32 especialidades e centro de referência no diagnóstico e tratamento de crianças e adolescentes.  

Com o intuito de ampliar a missão de proteger, a Rede Lojacorr criou, em julho de 2020, o programa de ação social “Juntos Protegemos”, estruturado para se perpetuar após a pandemia. De acordo com a analista de Comunicação Interna da Rede Lojacorr, Nicollie Catine, idealizadora do programa, o Pequeno Príncipe é uma instituição filantrópica e foi escolhido porque, com a chegada da pandemia e todas as medidas tomadas pelo Hospital, as despesas aumentaram e foram suspensos os atendimentos, as cirurgias eletivas – o que acarretou uma queda de 90% no número de cirurgias. “Como a nossa missão é proteger, pensamos numa forma de unir forças e agir em prol dos projetos em que a Rede acredita.”  

O Hospital adotou uma série de medidas essenciais, por conta da pandemia, que afetaram diretamente a sustentabilidade econômico-financeira da instituição. Foram criados leitos exclusivos de UTI e áreas de isolamento, e aumentaram muito os custos com treinamento de equipes e compra de insumos de proteção. Além disso, cirurgias eletivas tiveram de ser canceladas, assim como todos os eventos que auxiliam na captação de recursos. 

Ainda assim, o balanço dos atendimentos no Pequeno Príncipe é bastante positivo. Foram realizados mais 150 mil atendimentos ambulatoriais, mais de 700 mil exames, mais de 12 mil cirurgias e 247 transplantes, sendo 15 transplantes de fígado, que classificam o Hospital como referência nesse tipo de procedimento no Paraná.  

A equipe de pesquisa do Hospital também está trabalhando em 17 novos estudos sobre a COVID-19, buscando novas formas de diagnóstico e terapias que amenizem a grave crise sanitária que atinge o País. “Proteção faz parte da nossa missão. A campanha da Rede Lojacorr e o trabalho do Hospital Pequeno Príncipe estão alinhados com o que desenvolvemos na HDI. Para nós, é um prazer poder contribuir para a ciência e para os atendimentos que o Hospital proporciona”, comenta Murilo Riedel, CEO da HDI Seguros. 

O diretor de Mercado e Operações da Rede Lojacorr, Luiz Longobardi, acrescenta que todo profissional securitário, assim como as companhias seguradoras, têm em seu DNA a proteção. “Em situações de sinistros, riscos e grandes causas sociais, como essa do HPP, nós nos identificamos com a necessidade de contribuir de alguma forma. Por isso, poder contar com a HDI para apoiar o projeto nos faz acreditar na força do ecossistema do mercado segurador”, diz o gestor.  

Seguro de viagem ficou mais atrativo após a pandemia, revela pesquisa da Chubb

seguro viagem

Fonte: Chubb

Pesquisa publicada pela Chubb conclui que os viajantes a negócios de todo o mundo, incluindo da América Latina, acreditam que a pandemia e as restrições de viagens relacionadas à crise sanitária afetaram negativamente sua eficácia no trabalho, bem como a capacidade de seus empregadores de desenvolver negócios, servir aos clientes e manter relações comerciais.

Ao mesmo tempo, os viajantes a negócios dizem que, embora confiem nos protocolos de biossegurança das companhias aéreas, não acreditam inteiramente nas medidas de autocuidado de seus companheiros de viagem. Por isso, dão maior importância ao seguro de viagem que possuem e analisam com maior atenção as coberturas que lhes proporcionam.

Entre as conclusões da pesquisa da Chubb, intitulada ‘É hora de voar: o impacto da Covid-19 no presente e no futuro das viagens de negócios’, estão as seguintes:

  • Na América Latina, 80% dos viajantes a negócios acreditam que, por não poderem ter contato e comunicação direta com seus interlocutores, é impossível para eles perceberem a linguagem corporal ou outras pistas visuais relevantes na hora de fechar um negócio. Globalmente, essa crença é compartilhada por 82% dos participantes.
  • Quase três em cada quatro viajantes a negócios (74%) na América Latina e no resto do mundo afirmam que são menos eficazes em seu trabalho devido à pandemia e às oportunidades de viagens severamente limitadas. As áreas afetadas incluem atendimento ao cliente e a capacidade de manter relacionamentos com clientes e parceiros de negócios.
  • 87% dos viajantes a negócios se preocuparam com a possibilidade de contrair COVID-19 durante a pandemia e tomam medidas para se proteger, incluindo o uso de máscaras e o distanciamento social. A adesão aos protocolos de saúde é maior entre os viajantes da América Latina, com 87%.
chubb pesquisa viagens

“Uma das descobertas mais interessantes da pesquisa é o quanto os viajantes a negócios de todas as regiões concordam com a afirmação de que a pandemia e as limitações de viagens que a acompanham têm custado aos viajantes e a seus empregadores a capacidade de atender e manter relacionamentos com clientes e parceiros de negócios de maneira eficaz”, enfatiza John Thompson, presidente da Divisão de Acidentes e Saúde Internacional.

No entanto, embora os entrevistados sintam falta das viagens de negócios e dos benefícios das reuniões presenciais, eles reconhecem alguns benefícios de trabalhar virtualmente. Em particular, 70% dos entrevistados latino-americanos afirmam que podem usar de forma produtiva o tempo que gastariam viajando e, embora globalmente 82% afirmem que videoconferências e chamadas telefônicas podem ser alternativas eficazes às viagens de negócios, na América Latina a cifra sobe para 91%.

Seguro de viagem olhado com mais atenção

Apesar de a maioria dos viajantes a negócios terem um alto nível de confiança nas companhias aéreas – 85% dizem que as companhias aéreas estão fazendo todo o possível para manter as viagens seguras – quase 9 de cada dez entrevistados têm receio de seus companheiros de viagem não estarem seguindo os protocolos de biossegurança de maneira responsável.

Por esse motivo, não foi surpresa o fato de o estudo da Chubb revelar que mais de quatro em cada cinco viajantes a negócios (81%) acreditam que a pandemia os fará prestar mais atenção às coberturas de seguro de viagem daqui por diante. Já na América Latina, 89% estarão mais atentos à sua cobertura. Os viajantes a negócios latino-americanos também concordam amplamente (90%) que ter um seguro de viagem os deixa mais tranquilos quando viajam a negócios ou lazer. As previsões acima fazem mais sentido considerando que cerca de 80% dos entrevistados esperam outra pandemia em algum momento no futuro.

O estudo da Chubb é o primeiro desse tipo a ouvir viajantes a negócios em quatro regiões: América Latina, América do Norte, Europa e Ásia-Pacífico. A Chubb pesquisou 2.100 viajantes a negócios, com 20 anos de idade ou mais, que estão atualmente empregados e passaram regularmente a noite em viagens de negócios em um ano normal. A pesquisa foi realizada entre 24 de fevereiro e 30 de março de 2021.

Conjuntura CNseg 49 avalia tendências econômicas para os próximos meses

Conjuntura 49 CNseg

A edição nº 49 da Conjuntura CNseg, publicação produzida pela Confederação Nacional das Seguradoras, faz uma avaliação sobre o que esperar da economia brasileira até o final do ano e apresenta o desempenho dos seguros até maio. No Brasil, os efeitos da segunda onda da Covid-19 foram consideravelmente piores que os da primeira em questão de saúde pública. Entretanto, a mobilidade da população foi menos afetada, o que é atestado por dados de diversas fontes, como o Google Mobility Report. A menor adesão às medidas de isolamento, restringindo pouco as atividades econômicas, ajudou o Produto Interno Bruto (PIB) no primeiro trimestre do ano, que cresceu 1,2%.  A julgar pelos índices de confiança, após o susto da segunda onda que os fez cair nos primeiros meses do ano, o segundo trimestre deve continuar a ser de recuperação.

Mundialmente, a retomada das atividades ocorreu com cadeias de produção ainda desorganizadas, o que resultou em pressões de preços por causa da escassez localizada e pelo aumento de demanda por commodities, o que pode perdurar por alguns meses, até que a reorganização e reação da oferta melhorem. A publicação da CNseg avalia que, sob determinadas condições, choques temporários podem reverberar em prazos mais longos, e é contra esses efeitos secundários que as autoridades monetárias, em geral, procuram atuar.

A Conjuntura CNseg aborda em profundidade o desempenho do setor de seguros, que apresentou crescimento de 41,1% em maio com relação ao mesmo período de 2020, sem Saúde e DPVAT. Em valores nominais, a arrecadação foi de R$ 24,7 bilhões. A recuperação mais forte foi em Cobertura de Pessoas que cresceu 24,6% em 2021. Em maio, o segmento de Danos e Responsabilidades arrecadou o montante de R$ 6,7 bilhões. O seguro Automóvel, que representa 40% do segmento, avançou menos, mas importantes 14,1% sobre o mesmo mês do ano anterior. No acumulado do ano, essa arrecadação cresceu 5,8%, acompanhando alguma recuperação da venda de veículos novos, com 26% de aumento no número de emplacamentos nos cinco primeiros meses de 2021 em relação ao mesmo período do ano anterior.

A publicação destaca que o seguro Habitacional foi um dos que menos sentiu os efeitos da pandemia e continuou a crescer. Em maio, o avanço foi de 13,9%.  Os seguros de Crédito e Garantia tiveram queda pelo terceiro mês consecutivo, com recuo de 13,1% em maio, mas, no acumulado do ano, o resultado é positivo com leve crescimento de 1,8%.  Já o Garantia Estendida cresceu quase 150%.  Os Planos de Vida Risco movimentaram R$ 4,2 bilhões em prêmios no quinto mês do ano e o seguro Prestamista arrecadou R$ 1,4 bilhão. Os Planos de Acumulação atingiram R$ 11,5 bilhões em contribuições em maio, avançando em 66,5% o volume de contribuições. Já a arrecadação dos planos da Família VGBL foi de R$ 10,7 bilhões, um avanço de 71,9%. O segmento de Capitalização fechou o mês de maio em alta de 17,8%.

“Que seguro é esse?”, novo programa do Canal CNseg

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Fonte: CNseg

“Que seguro é esse?” é o nome do novo programa que passa a fazer parte da grade do Canal CNseg no YouTube. Sua apresentação está a cargo do Presidente da Confederação Nacional das Seguradoras – CNseg, Marcio Coriolano, que promove um bate-papo com especialistas convidados para detalhar o funcionamento e as regras dos produtos disponíveis no mercado. Na estreia, o Diretor-Executivo da Federação Nacional de Seguros (FenSeg), Danilo Silveira e o Coordenador da Comissão de Linhas Financeiras da Gerais da FenSeg, Gustavo Galrão, são os convidados para debater o avanço do seguro de Responsabilidade Civil (RC) no setor segurador brasileiro. A iniciativa é aderente ao Programa de Educação em Seguros da CNseg.

O seguro de RC, do segmento de danos, apresenta taxa média de crescimento de 5,6% nos últimos cinco anos, ao passo que o segmento de danos como um todo, de 2,5%, informa Marcio Coriolano.  O programa tem duração de cerca de 25 minutos e detalha as principais características do seguro que indeniza outras pessoas por erros, falhas e omissões causadas por segurados.

Marcio Coriolano explica que o seguro de RC recebe um nome que não traduz toda a sua importância na vida diária das empresas e das pessoas. Sua abrangência é efetiva e inclui, de danos materiais ou pessoais causados por uma simples placa de letreiro que caia e gere prejuízo, a acontecimentos catastróficos, como os acidentes de Mariana ou Brumadinho.

Ao todo, são grandes cinco blocos de riscos cobertos pelas carteiras de Responsabilidade Civil, acrescenta Galrão. Segundo ele “há o RC de Administradores, RC Profissional, o RC para Riscos Ambientais, o RC de Riscos Cibernéticos e o RC Familiar”.  Só o RC Profissional abrange universo de situações de falhas profissionais, como erro médico, de projetos de engenharia, perda de prazo processual de advogados, que gerem danos pessoais ou prejuízos materiais. Os riscos de vazamento de dados pessoais, punidos de forma rigorosa pela Lei Geral de Dados Pessoais (LGPD), estão previstos no RC de Riscos Cibernéticos, cobrindo perdas e despesas financeiras decorrentes de um ataque cibernético, ainda segundo Galrão.

Danilo Silveira destaca: “Um dos principais desafios do seguro de Responsabilidade Civil é aferir os capitais segurados adequados nessa modalidade, uma vez que, ao contrário de outras apólices que miram bens, objetos e contam com preços referenciados pelo setor, os riscos cobertos pelo RC são valores subjetivos fixados para saldar terceiros prejudicados por ações nossas – seja pessoa física, pessoa jurídica. Mesmo assim, os preços das garantias são acessíveis a todo tipo de consumidor e, quanto maiores os capitais segurados, menores são os valores dos prêmios, proporcionalmente”.

Sabemi unifica assistências no canal de atendimento 0800

0800


Fonte: Sabemi

A Sabemi centralizou todas as solicitações de assistências no canal de atendimento 0800. A partir do início deste ano a prestação de serviços foi centralizada no canal, gerando resultados positivos nas pesquisas de satisfação. As pesquisas respondidas pelos segurados após os atendimentos registravam nota média de satisfação 9,0. Com a centralização, a nota subiu para 9,4 em abril e, no mês de junho, aumentou para 9,5. 

Antes, havia diferentes canais para as variadas assistências fornecidas pela seguradora, como Assistência Alimentação, Assistência Residencial, Assistência Help Desc, Orientação Psicológica, Assistência Pessoal, entre outros tipos de atendimento. A mudança implementada teve como objetivo garantir melhor qualidade e segurança na prestação do serviço, com mais agilidade no fornecimento de informações e no esclarecimento de dúvidas dos segurados. 

“Sentimos a necessidade de unir nosso atendimento com o know-how de nossos assistentes. Buscamos promover atendimento de primeiro nível dentro dos procedimentos que a empresa segue, com empatia no encaminhamento das questões de nossos segurados”, explica Aline Severo, Gerente de Relacionamento Institucional & Atendimento ao Cliente da Sabemi. 

Para acionar os serviços, basta ligar para 0800 880 1900. O canal está disponível para todas as regiões do Brasil. 

MAG Seguros lança promoção de Dia dos Pais

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Fonte: MAG

Em comemoração ao Dia dos Pais, a MAG Seguros lançou a  promoção “Pai + Seguro”, que irá sortear uma moto elétrica para quem adquirir um seguro de vida entre 26 de julho e 8 de agosto. Para estrelar a campanha, a seguradora conta com um dos seus embaixadores, Jakson Follmann, que é também ex-goleiro do Chapecoense, cantor, palestrante e pai do Joaquim.

“Pai é sinônimo de força, segurança e amparo, características que se refletem também o seguro de vida. Para a nossa promoção de Dia dos Pais, contamos com o nosso embaixador, Jakson Follmann, como garoto propaganda, que possui muita sinergia com a nossa companhia. Além de compartilhar frequentemente o seu dia a dia com o pequeno Joaquim, Follmann também é cliente da companhia, o que mostra a sua preocupação e cuidado com o futuro do filho. Durante o período da campanha, ele nos ajudará a transmitir a mensagem da importância do seguro para o planejamento financeiro familiar nas diferentes etapas da vida”, conta Mirella Lavrini, superintendente de Comunicação e Marca da seguradora.

Para participar da promoção, os novos clientes devem contratar um seguro da MAG por meio de um dos canais de distribuição ou diretamente pela página desenvolvida para a campanha, de forma 100% digital, fácil e com a máxima segurança. Em seguida, quando estiver com seu seguro ativo, deve se cadastrar no link até o dia 23 de agosto para gerar seu número da sorte, garantindo a participação no sorteio.