Banco digital do Bradesco, next, lança seguro de vida a partir de R$ 8,90 ao mês

Fonte: Bradesco

O banco digital next inicia hoje a ampliação de sua oferta de seguros com o lançamento do Seguro de Vida Next. Pelo valor inicial de R$ 8,90 (para quem tem até 40 anos), o usuário contratante pode listar até 15 beneficiários (pessoas escolhidas para receber o valor do seguro); contar com assistência funeral familiar ampliada (que cobre cônjuges, pais, filhos e sogros) e assistência pet (para emergências com cães e gatos), além de concorrer a sorteios semanais de R$ 10 mil – o dobro do que é oferecido por bancos digitais. A cobertura se aplica tanto em caso de morte natural quanto acidental, com indenização inicial de R$ 10 mil. 

O seguro é oferecido em parceria com a Bradesco Vida e Previdência, e complementa a área de seguros do next, que já conta com os seguros odontológico e de cartões. “Há uma demanda emergente entre nossos usuários por soluções de planejamento financeiro e de vida, com pensamento de longo prazo”, afirma Renato Ejnisman, CEO do next. “Decidimos criar um seguro de vida acessível a todos, que ofereça benefícios relevantes desde o valor inicial”, completa. A contratação é feita diretamente pelo aplicativo, bem como o gerenciamento do plano. O pagamento por débito automático em conta, não sendo necessário gerar boletos. 

O next superou, recentemente, o marco de 5 milhões de clientes. No fim de março, registrou um crescimento de 244% em quantidade de transações comparando com o mesmo período do ano passado. 

Agosto Dourado: D’Or Consultoria lança um guia de aleitamento materno gratuito

Fonte: D’Or Consultoria

A D’Or Consultoria, empresa do Grupo Rede D’Or São Luiz, aderiu à campanha nacional do Agosto Dourado e lança, este mês, um guia prático – e nada convencional – de amamentação para mamães de primeira viagem. Disponível gratuitamente no site , o documento traz dicas e informações importantes para a saúde da mulher e do bebê. 

O objetivo é tirar dúvidas como, por exemplo, sobre fissuras e rachaduras nos seios, relactação, depressão pós-parto, alimentação ideal para a mulher neste período, qual a melhor posição para amamentar e demais informações.

“O Agosto Dourado é um momento especial do ano que visa aumentar a conscientização, o incentivo e o apoio ao aleitamento materno. Criamos o guia para ajudar as mães a terem acesso às orientações sobre o tema. A amamentação muitas vezes é divulgada de forma romantizada, mas, na realidade, grande parte das mulheres enfrenta dificuldades para amamentar e a ideia do guia é auxiliá-las, até mesmo as que precisam recorrer a outros métodos pela falta de leite, ressecamento e outros problemas comuns da lactação. Sempre há uma alternativa”, explica Ricardo Freiesleben, gerente de Marketing da D’Or Consultoria.

O leite materno é o alimento mais completo para bebês até os 6 meses de vida. Além disso, é totalmente acessível e reduz em 13% a mortalidade infantil. Em média, um bebê saudável mama de 8 a 12 vezes por dia, mas isso não é uma regra. De acordo com o Ministério da Saúde e a Sociedade Brasileira de Pediatria (SBP), a amamentação deve ser por livre demanda.

Amamentar também beneficia a saúde das mães, prevenindo doenças cardiovasculares, osteoporose, a diabetes tipo 2, o câncer (mama, ovário e útero), o sangramento no útero e a depressão.

Para além da primeira viagem

O material criado pela D’Or Consultoria serve de guia não só para mães de que estão passando por essa experiência pela primeira vez, pois contém dicas para mulheres que precisam voltar ao trabalho, informações sobre a introdução alimentar do bebê e, também, alguns dados para ajudar os pais na prevenção e proteção dos bebês em tempos de coronavírus. 

Não há evidências de que o leite materno transmita a doença e alguns estudos mostram, inclusive, que mulheres vacinadas imunizam seus bebês a partir da amamentação. É importante que mães com suspeita ou que testaram positivo para a Covid-19 mantenham cuidados básicos de higiene: lavar as mãos e as mamas (só com água) antes da mamada, usar máscara e evitar que o bebê toque seu rosto, olhos ou cabelos.

Além do guia de aleitamento materno, a D’Or Consultoria inicia em seu canal no YouTube e demais redes sociais, uma campanha de conscientização ressaltando a importância dessa prática pelo menos até os seis meses de idade dos bebês. Quem quiser aderir à campanha “Vou amamentar e agora?” pode baixar o vídeo e outros materiais no portal.

Lucro da BB Seguridade recua para R$ 1,7 bilhão no primeiro semestre

BB Seguridade

A BB Seguridade divulgou nesta manha dados do balanco lucro ajustado de R$ 753,7 milhões no segundo trimestre, uma queda de 23,2% na comparação com o mesmo período do ano anterior.  No semestre, o lucro recuou de R$ 1,83 bilhão em 2020 para R$ 1,73 bilhão neste ano. Até maio, o grupo liderava o ranking de lucro da consultoria Siscorp, elaborado com bases em dados enviados à Superintendência de Seguros Privados (Susep). Os prêmios emitidos na subsidiária BrasilSeg atingiram R$ 3,1 bilhões, com queda anual de 22,2%. As reservas de previdência aumentaram R$ 5 bilhões e a arrecadação com títulos de capitalização ficou em R$ 955 milhões. 

O resultado financeiro consolidado da BB Seguridade e de suas investidas foi negativo em R$ 102 milhões no segundo trimestre, de saldo positivo de R$ 65 milhões no primeiro e R$ 119 milhões no segundo trimestre do ano passado. Segundo a seguradora, o resultado financeiro é explicado pelo descasamento temporal e de indexadores na atualização dos ativos e passivos dos planos de benefício definido da Brasilprev. “Enquanto os ativos foram atualizados majoritariamente pelo IGP-M (+6,3%) e pelo IPCA (+1,7%) acumulados entre abril e junho, os passivos dos planos de benefício definido foram atualizados em grande parte pelo IGP-M acumulado entre março e maio (+8,8%), considerando o descasamento temporal médio de um mês na atualização das reservas”.

O índice combinado, que pondera a soma dos índices de sinistralidade e índice de despesas, avançou 81,4% para 89,9%, entre o primeiro e o segundo trimestre deste ano. Há um ano, havia sido de 77%. De acordo com a companhia, o aumento na sinistralidade foi atribuído “principalmente ao agravamento da crise sanitária, com o pico de mortes por covid-19 desde o início da pandemia sendo atingido no segundo trimestre de 2021”. Em menor escala, também houve aumento na sinistralidade do produto penhor rural.

O grupo anunciou revisão de suas projeções (guidance) para o ano de 2021, que passou do intervalo entre 8% e 13% para a faixa entre 1% e 6%, após avançar 3,1% no primeiro semestre, diante da redução na perspectiva de resultado operacional não decorrente de juros (ex-holdings).

Circuito SulAmérica de Música e Movimento anuncia 38 projetos apoiados em 2021

Fonte: SulAmérica

O Circuito SulAmérica de Música e Movimento apoiará neste ano 38 iniciativas em todo o país por meio das leis de incentivo à cultura e ao esporte. Dentre elas, 25 são projetos socioculturais e socioesportivos sem fins lucrativos, que beneficiam diretamente mais de 17 mil pessoas e geram cerca de mil empregos diretos e indiretos. Foram selecionados neste ciclo a Cia BEMO de Ballet, a Cia Teatro Transforma, o Tênis para Todos de Paraisópolis, a Escolinha de Triathlon, a Fundação Tênis e o Leitura na Amazônia, da ONG Vaga Lume, entre outros.

Apoiada desde 2017, a Orquestra Ouro Preto, de Minas Gerais, também realizará neste ano uma série de lives com grandes nomes da Música Popular Brasileira. A primeira será com Fernanda Takai, no dia 22/8. Diogo Nogueira (18/9), Ana Carolina (9/10), Alceu Valença (14/11) e Lulu Santos (4/12) serão os próximos convidados. A SulAmérica também patrocina a Academia da Orquestra Ouro Preto, programa de formação musical de talentos com 42 alunos bolsistas, que farão a abertura das duas primeiras live sessions.

“A SulAmérica tem muito orgulho de fomentar a arte e o esporte no país há mais de uma década por meio dos projetos incríveis que fazem parte do Circuito de Música e Movimento”, afirma Simone Cesena, diretora de Marketing da companhia. “Esse apoio está totalmente alinhado com a nossa visão de Saúde Integral, que incentiva as pessoas a viverem melhor por meio do equilíbrio entre saúde física, emocional e financeira. Estamos levando cuidado e bem-estar aos artistas, aos atletas, às crianças e jovens dos projetos sociais e à população em geral, o que tem sido especialmente importante neste momento de pandemia.”

Mais de 2,8 milhões de brasileiros foram impactados desde 2008 pelo Circuito SulAmérica de Música e Movimento. Já foram patrocinados espetáculos de sucesso, como Tim Maia – Vale Tudo, As Noviças Rebeldes, Cazuza – Pro Dia Nascer Feliz, Palavra Cantada, Turma da Mônica – O Show e Vamp – O Musical. Também foram apoiados eventos que incentivam a atividade física, como o Up Night Run, além de projetos socioculturais e socioesportivos.

eFestival
Dentro do Circuito de Música e Movimento 2021, a SulAmérica também é patrocinadora máster do eFestival, o maior concurso musical do país e o palco mais digital da música. Uma das novidades desta edição são duas subcategorias inéditas para profissionais da saúde e corretores de seguros. A votação popular na internet já começou. Os vencedores serão divulgados no dia 15 de setembro e dividirão o palco com grandes nomes da música nacional, como Carlinhos Brown e Titãs.

Artigo: Mercado de seguros tem uma escola que pode chamar de sua

por Marcio Serôa de Araujo Coriolano, presidente da Confederação Nacional das Seguradoras, CNseg

No Brasil, infelizmente, o processo de formação e qualificação de recursos humanos geralmente não tem sido proporcional aos avanços da sociedade e da economia. São esses descompassos que têm gerado as quedas da produtividade da mão de obra, amplamente reconhecidas por estudiosos de todos os matizes. E parece haver convergência também sobre o remédio para esse estado de coisas: maior dotação orçamentária para escolas públicas, maior investimento privado na educação e prioridade para a revisão de currículos e diversificação de meios de ensino.

Mesmo com todas as dificuldades do compasso da educação, o setor brasileiro de seguros tem contado com uma escola especializada – a ENS: Escola de Negócios e Seguros – e vários centros de ensino adjacentes que oferecem disciplinas permanentes e cursos temporários de seguros. A ENS (ex-Funenseg) pode até ser considerada um patrimônio do mercado securitário, já que foi fundada há 50 anos pelas suas principais representações institucionais -de seguradores e de corretores – razão pela qual vem despertando hoje, muito recentemente, depois desse formidável investimento, o apetite de entidades convencionais para investir na capacitação de recursos humanos de um setor tão diversificado quanto complexo. 

Já há pelo menos vinte anos que os seguros vêm crescendo a uma taxa anual que supera a da maioria dos outros setores de atividades. Tornou-se fonte de riqueza para a Nação, de investimentos para o País e de empregos para os seus cidadãos. E quase que pelos seus exclusivos méritos, já que apenas muito recentemente vem merecendo maior atenção da área econômica do Governo. É um dos setores de atividades que mais investem em tecnologia, e grande parte das empresas consolidadas mantém o seu próprio centro de inovação, aproximando as famosas insurtechs das suas áreas incumbentes que se apropriam de verdadeiras revoluções de processos e rotinas operacionais.

O resultado desse investimento continuado na formação de profissionais especializados em seguros resulta na mão de obra diferenciada. Historicamente, a ENS sempre teve o cuidado de preparar os corretores para serem consultores, capazes de avaliar rapidamente a realidade econômica de cada consumidor, de forma a oferecer o produto mais adequado. Se atualmente o mercado segurador é reconhecido pela solidez financeira e resiliência, grande parte se deve ao corretor de seguros, que, no contato direto com o público, reforça que o compromisso do setor com a sociedade não se resume a uma relação de compra e venda. E isso, os corretores aprendem na nossa escola. Ensinamento esse que é ampliado para outros securitários, sejam eles administradores, atuários, economistas, contadores, advogados, entre outras importantes especialidades que formam a extensa cadeia de valor dos seguros.

Não foi por outra razão senão a de acompanhar a modernização e ativa inovação permanente do mercado de seguros que a ENS reviu recentemente o seu nome e marca, incorporando os negócios ao seu coração de atividades. Veio, portanto, se preparando para a sadia competição que se avizinha no mercado em que atua.

Eu próprio sou testemunha, como ex-conselheiro da administração da ENS, de todo o verdadeiro turbilhão de mudanças que a colocaram no patamar onde está hoje. Foram muitos milhares de cursos de habilitação de corretores, de cursos regulares para profissionais de seguros sobre as várias etapas da cadeia produtiva dos seguros, curso superior, cursos à distância. E, mais importante, tudo com a reconhecida excelência do seu corpo permanente de docentes ao que se somam gabaritados catedráticos e especialistas que prestam serviços à Escola.

Vivemos uma era de popularização do ensino, nos mais diferentes segmentos de atividades. Por isso, é fundamental ter em conta que todos aqueles que buscam oportunidades profissionais no imenso universo dos seguros querem ter confiança nos propósitos e na isenção de quem lhe oferece o conhecimento. E querem conquistar a sabedoria por meio de contato com entidades e profissionais experientes, em ambiente concorrencial cujo principal atributo seja o respeito à trajetória de cada concorrente e à diversidade de paradigmas e opiniões. Sim, porque missão profissional também se aprende na escola. 

109 insurtechs mapeadas e US$ 50 milhões em investimentos até junho no Brasil

insurtechs no Brasil

Está quase impossível acompanhar todas as notícias sobre a entrada de novos investidores em seguros. Todo dia recebo dezenas de alertas de investimento no setor. Até o momento já foram investidos mais de US$ 349 milhões em empresas de tecnologia focadas em seguros no país desde 2011, sendo que 50% de todo este montante foi captado nos últimos 24 meses. Apenas em 2020 foram investidos US$ 92 milhões e os próximos anos prometem ser ainda mais movimentados uma vez que só na metade de 2021 já foram investidos cerca de US$ 50 milhões, traz o mais recente report da Distrito, que vende seus conteúdos, obtido pelo blog Sonho Seguro.

No mundo já são mais de 1 mil insurtechs. No Brasil, apesar de nenhuma das 109 insurtechs mapeadas pela Distrito em 2021 (eram 37 em 2015) estar listada no ranking das 100 seguradoras, muitas delas são responsáveis pelo aumento das vendas das companhias tradicionais, seja por apoiarem as vendas com leads ou intermediação de produtos e serviços, bem como serem as responsáveis pela conexão com outros parceiros, principalmente dos diversos marketplaces financeiros que surgem diariamente com seguradoras tradicionais. 

O avanço não é de agora. Já vem há uns 10 anos, quando havia cerca de 10 startups atuando com produtos ou serviços de B2B, B2C ou B2B2C. Muitas agiam de forma silenciosa para não serem alvos da fúria dos corretores de seguros, que hoje deixam o temor de lado para serem parceiros e surfarem a onda de crescimento e inovação que vive o mercado segurador. Algumas delas foram frutos de investimento em hubs de aceleração independentes ou criados pelas seguradoras e resseguradoras tradicionais, como Porto Seguro que criou a Oxigênio ou MAG Seguros e IRB Brasil Re num programa de inovação junto com a PUC-Rio, entre outros.

Nada como uma pandemia e um órgão regulador, a Superintendência de Seguros Privados (Susep), obcecado por transformação digital – que tem o Open Insurance como meta -, para acelerar ainda mais o apetite do investidor em um setor que demorou para entender que o cliente é quem decide o que quer comprar, o quanto quer pagar, por quanto tempo quer ter a cobertura do seguro e quais as informações ele quer compartilhar com concorrentes para ter uma oferta mais competitiva. 

Tudo isso é um prato cheio para acirrar a competição, algo vital para a inovação e crescimento de qualquer setor. E o resultado é esse: o setor é notícia todo dia, porque todos querem fazer negócio. Todos querem aparecer e conquistar os investidores e os consumidores, que ainda estão reticentes em comprar seguros. A queixa mais comum das startups é que as pessoas preferem pagar 20%, 30% a mais para ter uma cobertura de uma seguradora que já conhece. Certamente não será do dia para noite que as pessoas vão decidir comprar seguros. Mas isso acontecerá se o seguro couber no bolso das pessoas. Se elas tiverem emprego e renda. Afinal, não adianta só ter emprego. É preciso ter sobra para investir. E este é um esforço que todos esperam do governo. Que o Brasil cresça. De verdade.

Enquanto aguardam o milagre brasileiro, todos se empenham para fazer algo que aprimore desde processo de criação até o pagamento de indenizações em seguros. As ideias já apresentadas vão desde um app que agiliza o pagamento de uma indenização como um que faz a gestão de risco para a seguradora melhorar a subscrição do risco. Mas o que tem mais chamado a atenção de todos é aumentar a venda para que a escala reduza dos custos. Isso tem de priorizar uma oferta de seguro que faça sentido para o risco do dia a dia e para o bolso do consumidor.

E as ofertas são diversas. Vão desde celular e saúde até o campo, com as agrotechs. Estão no radar desde a compra espontânea até mesmo o mercado de seguros obrigatórios, como acontece com a cobertura de incêndio para estabelecimentos comerciais, de proteção de responsabilidade civil para indenizar terceiros, como o velho e novo DPVAT, ou mesmo a exigência de seguro garantia em licitações públicas, entre outros.

A compra espontânea foi conquistada por anos de investimento do setor em difundir a cultura de seguros. A pandemia, que potencializou os riscos, também ajudou o brasileiro a pensar mais em riscos e proteções. Os produtos mais demandados são de carro em cidades com alto índice de roubos; apólices de vida com recursos financeiros para o caso de um diagnóstico de doença grave e seguro viagem para assegurar o retorno para casa em caso de doenças ou acidentes imprevistos. O seguro celular também avança, com a entrada de novatas para ofertar cobertura para danos e para furto simples, duas coberturas que são excluídas de muitos contratos.

Um dos problemas que atrapalhava o crescimento das vendas de seguros era a forma de pagamento, com emissão de boletos, o que encarecia o produto. Está praticamente superado com o PIX, com as transações via whatsapp e pelas big techs. Hoje quase um terço (30%) dos consumidores de serviços bancários no mundo já faz pagamentos por meio de uma gigante de internet Google, Amazon, Facebook, Apple. E elas afirmam que querem avançar sobre seguros. E claro que tem muitas noivas, jovens e idosas, à disposição para concretizar este casamento. 

Essas noivas também estão de olho nos bancos digitais, fintechs e gestoras de investimentos. Entre os que mais já revelam os benefícios do casamento estão Nubank, Inter e C6. E as notícias sobre novos bancos não param. Nesta semana, o Master, novo nome do banco Máxima, adquiriu a seguradora Invest e a rebatizou como Kovr, levando pesos pesados de seguradoras tradicionais para administrá-la. A proposta é ter um portfólio pulverizado, em nichos específicos, como responsabilidade civil para ônibus, e um seguro desenvolvido em parceria com o Banco Interamericano de Desenvolvimento (BID), de garantia de eficiência energética.

Gestoras de investimentos também começam a namorar, como a Creditas com Icatu e que recentemente investiu na compra de uma das primeiras insurtechs do Brasil, a Minuto Seguros. A Órama tem a SulAmérica como sócia. A Genial Investimentos lançou recentemente sua plataforma de seguros, com o apoio da Ebix. Mercado Pago fechou com a insurtech Pitzi para vender seguro celular. O Guiabolso com a Icatu para vender seguro de vida. 

As tradicionais, que lideram o ranking do setor, saíram da zona de conforto e estão prá lá de ativas. A Porto Seguro comprou participação na insurtech Segfy, na PetLove e na Connect Car. A Icatu tem dezenas de acordos com diversas instituições financeiras. Zurich e AXA digitalizam a operação que têm com diversas redes varejistas. Itaú já conta mais de 15 seguradoras parceiras vendendo no balcão do banco, inclusive planos de saúde, ramo que gerou um trauma para o banco na década de 90, tamanho o prejuízo com a operação Hospitaú. Bradesco vive uma revolução digital, com foco no ganho que seguros traz para o banco. Algo próximo de 30% e que quer não só manter como aumentar. 

A associação com startups tem se mostrado estratégica para um novo olhar para processos, produtos e serviços, segundo Murio Riedel, CEO da HDI, uma das patrocinadoras da Distrito. “Nossa estratégia é estar atento as oportunidades que façam sentido para a nossa eficiência operacional e crescimento sustentável”, comenta ele no Report da Distrito. A HDI criou uma  insurtech com o Santander Auto. “Este tipo de plataforma estabelece novos patamares de serviços bem como favorece a concorrência saudável no mercado. A operação vem dando bons frutos graças as nossas sinergias. Somos especialistas em seguro automóvel e o Santander em financiamento de carros. Ambos acreditamos no uso de tecnologia para entregar simplicidade agilidade e mobilidade aos nossos clientes.”

Fusões, aquisições e parcerias

Os investidores estão de olho em tudo isso e buscam resolver problemas que antes limitavam o avanço de seguros. O apetite fica claro com o número de fusões e aquisições, que triplicarem de 8 em 2019 para 27 em 2020 e seguem em 2021 já com 16 registradas mundialmente, segundo o report da Distrito.

O número de insurtechs “oficiais” deve crescer ainda neste ano. Da primeira leva selecionada no projeto Sandbox da Susep, 9 estão em plena produção. Apenas uma delas, a MAG Seguros, provém da lista de seguradoras tradicionais. Outras 15 serão selecionadas pelo órgão regulador ainda neste ano. Mas as novatas aderiram ao termo insurtech, estando ou não autorizadas pela Susep. Entre as mapeadas pela Distrito, as notícias se dão ainda pelo aporte de capital e não pelas vendas.

180° Seguros, fundada por Alex Korner, ex-Mapfre e Santander, recebeu aporte de US$ 8,2 milhões em maio. Ela quer criar produtos para serem distribuídos em sites e aplicativos de venda de imóveis, do setor financeiro e do varejo. O primeiro produto lançado em parceria com a Loft, startup do mercado imobiliário, foi um seguro residencial. Também lançou em junho um seguro de vida distribuído a partir da plataforma da empresa Caju, de benefícios para funcionários, conta ao blog Sonho Seguro Mauro Levi D’Ancona, um dos primeiros executivos do Nubank e que deixou o banco digital para empreender em seguros. 

A insurtech Justos, depois de obter um aporte de R$ 15 milhões antes de colocar seu produto no mercado, vai lançar neste ano um seguro para automóvel que tem seu preço reduzido de acordo com a qualidade da condução do motorista, medida pelos sensores presentes no celular. Para angariar adeptos, lançou uma campanha que vai dar até 3 anos de seguros grátis para quem obtiver mais de 95 pontos na avaliação de direção segura com o uso da telemetria. 

A Thinkseg, fundada por Andre Gregori em 2016 e que acumula cerca de US$ 30 milhões em aportes, espera concluir em setembro a listagem de ações em Nova York. A Mutuus, insurtech que se define como corretora especializada em PMEs, anunciou em abril a captação total de R$ 1,5 milhão, liderado pelo aporto do Fundo Anjo, do BNDES, gerido pela Domo Invest, com R$ 500 mil. A Domo também investiu R$ 5 milhões na Flix, participante do Sandbox da Susep e especializada em seguro residencial. 

A insurtech Darwin, que tem entre os investidores um experiente executivo de seguros, Enrique Ventura, ex-diretor da Bradesco Auto Re, levantou R$ 11 milhões e promete lançar um seguro que quer premiar os motoristas prudentes com apólices mais em conta. O seguro de auto ainda aguarda autorização para ser lançado.  Enquanto isso, a equipe pensa em outros como residencial e celular, além da oferta de produtos financeiros que tenham sinergias com a carteira de clientes, como o crédito para pessoa física.

A Pier levantou US$ 14,5 milhões com investidores no final de 2020 e afirma ter uma fila de 100 mil pessoas para contratar o seguro, enquanto ela aprimora o algoritmo para definir preço do produto sob medida para cada cliente. A 88i, também participante do Sandbox da Susep, desenvolve proteções para serem vendidas em aplicativos de corrida e de delivery (para motoboys e entregadores), via fintechs ou a partir de lojas eletrônicas (caso de seguro contra quebra de produto ou falha na entrega).

A insurtech Easy2Life nasceu com aportes de capital feitos por Carlos Antonio Trindade, um dos fundadores e ex-CEO da Icatu Seguros e vice-presidente da SulAmérica nos últimos 15 anos. Tem um plano de negócios que prevê R$ 6 milhões em 5 anos. Ele busca investidores para captar cerca de R$ 1,5 milhão junto a investidores-anjo e assim financiar a consolidação do projeto, com a aceleração do time de funcionários e do crescimento nos próximos 12 meses. A previsão é ter 10 mil clientes ao final do segundo ano. Depois disso, está na lista uma captação série A, para complementar os R$ 6 milhões, e a Easy2Life se tornar autônoma.

E por ai vai. Negócios todos os dias, ainda mais agora com o Open Banking, que traz novas formas de negócios e inclui o Open Insurance, com a primeira fase em dezembro de 2021, e que juntos criarão em 2022 o Open Finance. Entre os benefícios que o Open Banking trará para o país estão maior autonomia e liberdade para consumidores; estímulo para inovações em produtos e serviços de instituições financeiras e de pagamentos; desenvolvimento do setor financeiro; facilidade para migrações desejadas por clientes; padronização dos sistemas; melhor qualidade de serviços e produtos graças a menor burocracia e, consequentemente, maior competitividade no mercado, cita Barbara Bazzani, do escritório de advogados Tozzine Freire, em relatório.

E eu adoro isso. Ver todos juntos e misturados, pensando em como democratizar o seguro. Ver novatos se esforçando ao máximo para proporcionar uma jornada mais fluida e amigável com o consumidor. E ver as seguradoras tradicionais de lupa para escolher quais delas irão fazer valer cada centavo do investimento na aquisição resultando em menores custos, vendas maiores e clientes mais satisfeitos. O Sonho Seguro aguarda mais notícias.

Swiss Re lucra US$ 1 bilhão no semestre e vendas de resseguro crescem 8,9%

A Swiss Re divulgou lucro líquido de US$ 1 bilhão no primeiro semestre desta ano, enquanto a receita líquida poderia ter chegado a US$ 1,7 bilhão sem as perdas com a pandemia de COVID-19. O segmento de Property & Casualty (P&C) Re gerou US$ 1,2 bilhão de lucro como resultado de vários anos de aumentos nas taxas. As vendas de resseguro geral cresceram 8,9%, para US$ 10,5 bilhões, impulsionados pelos aumentos de volume e preço, bem como pela evolução favorável do câmbio estrangeiro. O retorno sobre o patrimônio líquido (ROE) foi de 8,2% para o grupo, mas poderia ter sido de 13,4% sem os efeitos da perda pandêmica. O ROE foi particularmente forte na divisão de resseguros de P&C, com 27,2%.

O CEO do Grupo Swiss Re, Christian Mumenthaler, comentou sobre o resultado: “Estamos muito satisfeitos com a maior lucratividade alcançada pelo grupo no primeiro semestre deste ano. O foco na qualidade do portfólio da P&C Re está entregando resultados muito sólidos e estamos colhendo os frutos de nossas ações decisivas que trouxeram a Corporate Solutions de volta aos trilhos. Embora a Life & Health (L&H) Re ainda seja afetada por reivindicações relacionadas ao COVID-19, pois apoiamos nossos clientes e a sociedade durante esta pandemia, seus negócios subjacentes continuam a ter um bom desempenho. Todos os nossos negócios estão crescendo, e nossa posição de capital muito forte nos permite buscar oportunidades atraentes em todas as linhas de negócios”.

O diretor financeiro do Grupo Swiss Re, John Dacey, acrescentou: “Nossos negócios de propriedades e acidentes estão a caminho de cumprir suas ambiciosas metas de índice combinado para este ano. Na L&H Re, acreditamos atualmente que o progresso dos programas globais de vacinação levará à diminuição das perdas de COVID-19 nos próximos trimestres. A gestão de ativos da Swiss Re continua a navegar com sucesso nos mercados financeiros e entregar retornos sólidos para o Grupo.”

Durante o primeiro semestre, o segmento de resseguros P&C da Swiss Re sofreu US$ 521 milhões em perdas por catástrofes, em grande parte devido à tempestade de inverno Uri nos Estados Unidos. Além disso, grandes perdas causadas pelo homem foram relatadas como US$ 100 milhões durante o primeiro semestre.

Como resultado, o índice combinado de resseguro P&C foi de 94,4% no primeiro semestre de 2021, uma melhora em relação aos anos anteriores de 115,8%. Por causa da “subscrição disciplinada e melhoria das margens”, a Swiss Re espera que sua divisão de resseguros P&C esteja no caminho certo para um índice combinado normalizado abaixo de sua meta de 95% em 2021.

A Swiss Re também comentou como os principais eventos do terceiro trimestre podem afetar seus resultados futuros. A resseguradora disse que as coisas permanecem “altamente incertas” com esses eventos de perda recentes, mas que estimada algo como US$ 500 milhões uma perda combinada após as graves inundações europeias em julho e os distúrbios e distúrbios sociais na África do Sul. As estimativas até agora apontam para perdas totais de 5 bilhões de euros somente com os alagamentos na Alemanha.

A Swiss Re também informou que as renovações de resseguros de P&C em 1º de julho, registraram aumento de preço nominal de 4% nas renovações acumuladas no ano. Nas renovações de julho, os volumes de prêmios aumentaram ligeiramente, disse a resseguradora, acrescentando que cresceu nos negócios de catástrofes naturais nos Estados Unidos.

SulAmérica Investimentos expande área de Crédito Privado com contratações e intensifica atuação no setor

Fonte: SulAmérica

Uma das maiores assets independentes do Brasil e com R﹩ 46 bilhões de ativos sob gestão, a SulAmérica Investimentos expandiu sua área de Crédito Privado e reforçou o time com nomes estabelecidos no mercado. Os movimentos são parte da estratégia de fortalecimento do segmento de crédito com mais afinco em um momento de retomada da economia. 

Hoje já são cerca de R$ 7 bilhões nesta classe de ativo sob gestão entre mandatos exclusivos e fundos abertos, com potencial de crescimento. Para Marcelo Mello, vice-presidente de Investimentos, Vida e Previdência da SulAmérica, a estratégia tem grande potencial de expansão na carteira de clientes, contando ainda com fortes pilares no tema ESG (sigla em inglês para ASG – ambiental, social e governança corporativa). 

Reforço dedicado 

A área, que desde o fim de 2020 é comandada pela Head de Crédito Privado, Daniela Gamboa (ex-BankBoston, Itaú BBA e Kinea), agora também conta com Leandro Trielli na Gestão de Crédito. 

Trielli iniciou sua carreira no Unibanco e passou por Unibanco Asset Management, Santander Asset e Schroders. Possui Mestrado em Economia pelo Insper e graduação em Engenharia Elétrica pela Universidade Federal de Santa Catarina. Foi a quarta contratação para o time de crédito desde o ano passado. 

“É um excelente momento para os fundos de crédito privado, com subida de juros e captação de dinheiro na indústria. Mais do que dobramos a equipe de Crédito porque acreditamos no crescimento e desenvolvimento da classe de ativo”, afirma Daniela Gamboa. “Este setor tem características de liquidez e de mercado que demandam especialização. Por isso era importante ampliarmos esta área dentro da asset. A equipe maior permite a gestora ser mais ativa nos mercados primário e secundário e também deve permitir o lançamento de produtos mais sofisticados”, continua. 

Além de Gamboa e Trielli, o time também é composto por Marcelo Vecci (formado em Economia pela PUC-SP, faz parte da SulAmérica desde 1997 e trabalha nas operações financeiras da asset desde 2000), Lauro Campos (formado em Economia no Mackenzie, atua desde 1990 em análise de crédito, tendo trabalhado anteriormente em Banco Dibens, Banco BBA e BankBoston; ingressou na SulAmérica Investimentos em 1997) e outros três analistas de crédito, Daniel Batarce (ex-S&P, Fitch Ratings e Newfoundland Capital), Caroline Naves (ex-Banco de Tokyo, Fator e Banco Santander) e Bárbara Barbosa, todos com sólida experiência no setor financeiro e de crédito. 

Produtos com compromisso 

Alinhada com as melhores práticas ESG e ancorada na estratégia de expansão da área de Crédito Privado, a SulAmérica Investimentos lançou a família SulAmérica Crédito ESG, o primeiro que alia um filtro ESG à experiência em crédito da gestora. A oferta tem dois fundos: um destinado a investidores qualificados como pessoa física (SulAmérica Crédito ESG FI RF CP) e outro voltado para o segmento institucional (SulAmérica Crédito ESG Institucional FI RF CP). 

O SulAmérica Crédito ESG é resultado da parceria com a Resultante, uma consultoria especializada em avaliações ESG, e é um fundo essencialmente best-in-class, que investe nas companhias com as melhores avaliações dentro dos seus setores relacionados aos critérios ESG, e destinado a investidores qualificados. O fundo foi estruturado para aproveitar as oportunidades da ampla diversidade de ativos de crédito privadosoferecidas tanto no mercado local quanto em diversos mercados, e das oscilações entre preços dos ativos, com possibilidade de investimentos, entre outros, em debêntures de companhias abertas e fechadas, títulos bancários, CRIs, CRAs e FIDCs. 

Os fundos buscam entregar retorno de CDI de +1,80 e CDI +2,00% a.a. – com priorização de alocações do risco adequado para este retorno, taxa de administração de 0,60% para parcela alocada em crédito do fundo e de 0,15% para parcela em caixa, além de taxa de performance de 20% sobre o que exceder do CDI. 

“Tudo isso mostra que o SulAmérica Crédito ESG une o que há de melhor no mercado de investimentos com toda a responsabilidade dos critérios ESG e a tradição da SulAmérica”, finaliza Daniela. 

LGPD, você está preparado?

As sanções para quem descumprir a Lei Geral de Proteção de Dados (LGPD) começarão a ser aplicadas a partir de 1º de agosto. Com isso, o Direto & Reto com Camillo trouxe alerta sobre o assunto na 29ª edição, que foi ao ar nesta quarta-feira (28/07), pelo canal da TV Sincor-SP no YouTube. O tema “LGPD – Sanções a partir de 1º de agosto, você está preparado? Veja o que fazer”, foi abordado pelo Interim Chief Technology Officer da LGPDNOW, Paulo Moura, o vice-presidente financeiro da Fenacor e do Sincor-GO, Henderson de Paula Rodrigues, a diretora de Ensino Técnico da Escola de Negócios e Seguros (ENS), Maria Helena Monteiro, e pelo presidente do Sincor-SP, Alexandre Camillo. 

“Desde que a LGPD se tornou uma realidade, em agosto do ano passado, a CNseg, Fenacor e outras entidades deram as mãos para entender as exigências da Lei e criar um ambiente que não tivesse impactos nos negócios dos corretores. E o setor de seguros é o que mais uso faz dos dados das pessoas”, comenta o presidente. Camillo ainda explicou que as entidades tiveram que trabalhar em três etapas: o entendimento da Lei, a orientação aos corretores de seguros, e a instrumentalização do corretor para o cumprimento da LGPD. 

Pensando nisso, a Central de Gestão de Serviços, Produtos e Benefícios da Fenacor e Sincors (CGS), em parceria com a Empresa Quintodomínio, criaram a plataforma LGPDCOR. A ferramenta ajuda os corretores a se adequarem aos dispositivos da LGPD, seja no gerenciamento dos processos, visualização de pendências e dos riscos da empresa; no cadastramento e manutenção dos registros dos responsáveis por cada departamento e suas atividades de captura de dados; ou ainda no mapeamento de dados e inventários.

Segundo Henderson, a plataforma foi customizada para atender os corretores de seguros, que trabalham com os dados mais sensíveis da população. “É de suma importância que o corretor entenda a governança dos dados. A LGPDCOR permite que o profissional facilite e adapte os processos para atender a legislação. A ferramenta auxilia na adequação, trazendo relatórios e apontando o que precisa ser melhorado”, explica. 

O CTO da LGDPNOW, Paulo Moura, explicou algumas funcionalidades da LGPDCOR, destacando a usabilidade, a centralização das questões jurídicas e os treinamentos disponíveis na plataforma. “A LGPD é uma lei de compliance, e compliance significa evidenciar, mostrar que você está adequado. Por isso, quem contrata a ferramenta, ganha um selo de qualidade, que certifica que está em dia com a legislação,  o que traz confiança aos consumidores, bem como às seguradoras”, completa o executivo. 

Maria Helena comentou que a LGPD vai atingir a todos e, principalmente, os corretores de seguros, já que trabalham com um grande volume de dados pessoais. “Para orientar a categoria, a ENS preparou um curso, gratuito, que teve como conteudista a Dra. Angelica Carlini. Em duas vídeo aulas, o curso explica como a LGPD atinge os corretores e como são as punições”, declara a diretora da ENS.

MAG Seguros discute estratégias de Corporate Education em evento da EBDI

MAG Seguros CORONAVIRUS

Fonte: MAG

A MAG Seguros, seguradora de 186 anos especializada em seguro de vida e previdência, participou na última semana do evento digital Corporate Education, idealizado pela EBDI (Enterprise Business Development & Information). Claudia Lima, gerente de Educação Corporativa e Engajamento da MAG, representou a seguradora na roda de conversa ‘Lifelong Learning na promoção da diversidade, inclusão e saúde mental’, apresentando as estratégias da empresa para promover a educação corporativa dentro desses temas. No debate também estava presente Rodrigo Rubano, gerente de Treinamento, Desenvolvimento Organizacional, Diversidade e Inclusão da Klabin. 

A principal iniciativa da empresa apresentada por Claudia foi a MAG Universidade, na qual os colaboradores, considerados peça-chave para o sucesso da companhia, têm à disposição um amplo portfólio de materiais e cursos voltados ao seu aprimoramento profissional. A iniciativa foi idealizada sob quatro pilares: Lifelong Learning, Interdisciplinaridade e Transversalidade, e segue o modelo educacional dos 6Ds – Determinar resultados, Desenhar experiência, Direcionar aplicação, Definir transferência, Dar apoio à performance e Documentar resultado. 

“Você tem que se fazer a pergunta ‘O que tira o sono do meu CEO?’ e, assim, desenvolver uma ação em que seu propósito vá de encontro à estratégia da companhia. Além disso, é importante apresentar aos gestores o porquê abordar essas questões e os resultados que serão alcançados, tanto na performance dos colaboradores, quanto para negócio”, explica Claudia. 

Outra iniciativa da MAG Seguros apresentada foi o Plural, o programa de diversidade e inclusão da companhia. Para isso, foi realizada uma pesquisa interna, gerando o diagnóstico que norteará as próximas ações que o Plural desenvolverá. 

Por último, a Cláudia apresentou o Você + Saudável, que visa abordar os principais pilares do bem-estar – a saúde emocional/mental e física. Um exemplo de ação citada é a ‘Tamo Junto’, com o objetivo de apoiar os colaboradores em quatro pilares: psicológico, social, jurídico e financeiro por meio de palestras e workshops – “Entendemos que qualquer desequilíbrio em um desses pilares afeta a vida desse colaborador, tanto pessoalmente quanto profissionalmente, por isso buscamos ajudá-lo”, completa.