Allianz disponibiliza solicitação de assistência 24h via WhatsApp


Fonte: Allianz

A Allianz Seguros lança mais uma funcionalidade para seus clientes, de forma a reforçar a agilidade no atendimento e proporcionar uma melhor experiência: o atendimento de assistência 24 horas via WhatsApp. Os segurados de automóvel podem solicitar pelo aplicativo reboque, socorro mecânico e pane elétrica/bateria, para veículos de passeio e pick-ups. 

Para acessar, basta o cliente adicionar o número de telefone em sua agenda ou clicar no link disponível nos canais digitais da seguradora. O atendimento é realizado de forma 100% digital, com chatbot, e a interação com uma equipe de analistas ocorre quando necessário, sem que o cliente precise sair do WhatsApp. A iniciativa é realizada em parceria com a Allianz Partners Brasil, empresa do Grupo Allianz. 

“Este é mais um recurso pensado na experiência do segurado, para que ele tenha mais opções para solicitar a Assistência 24h quando e onde precisar, da forma que preferir, e que reforça a importância da digitalização em nossos processos. Em breve, mais novidades estão chegando dentro do universo digital Allianz”, diz Renato Roperto, diretor executivo de Sinistros da Allianz Seguros. 

Canais digitais

Recentemente, a Allianz Seguros também passou a disponibilizar o acionamento da assistência 24 horas, via site, para os serviços de reboque, mecânico, borracheiro e chaveiro. O canal traz a mesma experiência já disponível no wallet e no link enviado por SMS, quando o segurado, no contato telefônico, opta por continuar a solicitação de forma digital. Pelo também recém-lançado aplicativo, o app “Allianz Cliente Auto”, o segurado pode solicitar os mesmos serviços de Assistência 24h, além de ter na palma da mão outras informações do seu seguro.

O app “Allianz Cliente Auto” está disponível por enquanto para clientes com seguro contratado para carro de passeio e/ou pick-up. Em breve será disponibilizado também para motos.

Artigo: As mudanças nos seguros do grupo de responsabilidades

por Walter A. Polido, advogado, coordenador acadêmico da especialização em Direito do Seguro e Resseguro da ESA-OAB-SP, árbitro e parecerista em seguros e resseguro, sócio e professor da Conhecer Seguros

Seguindo com o programa de flexibilização das condições contratuais dos diversos ramos de seguros, a Susep lançou a Circular 637/2021 e imprimiu através dela grau de evolução nunca experimentado pelo mercado de seguros nacional, na comercialização dos produtos relacionados aos diversos ramos afetos: Responsabilidade Civil Geral (RC Geral); Responsabilidade Civil Profissional (E&O); Responsabilidade Civil Riscos Ambientais (Seguros Ambientais); Responsabilidade Civil Compreensivo Riscos Cibernéticos (Cibernéticos); Responsabilidade Civil de Diretores e Administradores de Empresas (D&O).

No Brasil, as Seguradoras sempre estiveram atreladas a modelos padronizados de coberturas, quer durante o período do monopólio de resseguro, quer após a abertura e até o momento anterior à referida Circular. Os modelos estavam presos a bases construídas em outro momento histórico, especialmente no tocante ao RC Geral, não mais condizentes com a evolução dos riscos, da tecnologia, do Direito e dos interesses seguráveis. O ramo ocupa lugar de destaque na produção mundial e também no mercado nacional ele tem crescido em importância, ainda que por forças horizontais, ou seja, quando uma empresa impõe a existência de uma determinada apólice de seguro RC para comprar produtos ou contratar serviços de modo geral.

As estruturas contratuais até então utilizadas pelas Seguradoras no país são anacrônicas e não correspondem mais às exigências encontradas na contemporaneidade. A garantia de RC Produtos e Operações Completadas, por exemplo, sofre de absoluta obsolescência dos termos e condições das apólices, grande parte deles construídos em épocas anteriores ao novo Código Civil de 2002 e sequer sob a orientação principiológica encontrada no Código de Defesa do Consumidor. Os seguros, contratados sob este paradigma estagnante, não só se mostraram confusos em relação ao descompasso legislativo, como também se tornaram ineficazes, na medida em que deixaram de oferecer a garantia esperada de um contrato de seguro e pautada justamente na indenidade do segurado. Quem contrata, transfere os riscos e deseja permanecer indene, mais precisamente não deseja que o seu patrimônio seja atingido em face da obrigação de indenizar que lhe pesa, nos termos do ordenamento civil. Havia, até mesmo, clausulados concebidos à luz do princípio do reembolso e quebrando, peremptoriamente, qualquer pretensão de indenidade, uma vez sobrevindo sinistros. Este princípio espúrio, encontrado com exclusividade no Brasil, deve ser extinto de vez, em face da nova Circular em comento.

As Seguradoras, especialmente aquelas de origem estrangeira e que operam no país há décadas, têm a missão ou mesmo a obrigação de trazerem, rapidamente, as melhores práticas contratuais encontradas nos seus respectivos países de origem e mesmo de outros mercados nos quais elas também operam em grau bem diferente dos modelos atualmente comercializados por elas no Brasil. Novo tempo. Novo comando regulatório. Novas exigências que devem ser requeridas, principalmente pelos corretores de seguros em face dos seus clientes. Não há como tardar a melhoria dos clausulados, todos eles sobejamente conhecidos e praticados nos mercados maduros, nos países desenvolvidos. Devem ser internalizados, com urgência.  

Não só a forma, a estrutura das condições contratuais tendem a ser modificadas, eliminando a profusão de cláusulas atualmente praticada, desnecessariamente, como também o âmbito dos conceitos técnico-jurídicos dos termos. Inconcebível, por exemplo, as Seguradoras manterem a exclusão de danos morais, assim como de danos estéticos e apenas oferecerem a garantia sob condição particularizada, inclusive sublimitada. Ora, são apenas parcelas integrantes do “quantum” indenizatório em sede de responsabilidade civil. Não cabe manter tratamento extremamente severo e desconexo, inclusive, com a realidade jurisprudencial em termos de valores arbitrados, os quais não espelham nenhuma espécie de excesso ou descompasso. O seguro tem de ser útil aos seus contratantes.

O momento é de ação proativa e visando buscar a melhoria do standard local, repise-se, hoje num patamar pleno de anacronismos e que agora foram expurgados, para sempre. As empresas devem exigir produtos de melhor qualidade, assim como também os corretores de seguros têm a obrigação funcional de agir com este objetivo em prol de seus clientes. Devem, até mesmo, colocar propostas apenas naquelas Seguradoras que efetivamente oferecerem mudanças consideráveis na respectiva atuação nos segmentos de responsabilidade civil como tomadoras efetivas de riscos.

A especialização requerida neste novo cenário é inconteste, na medida em que somente realizará mudanças quem de fato estiver tecnicamente preparado para empreendê-las. Um novo olhar para a técnica, portanto, se faz necessário. O elemento preço do seguro deixa de ser fator único diferenciador e os corretores passarão, necessariamente, a considerar o leque de coberturas que os diferentes produtos oferecem. É momento de aprendizado, para todos os players do mercado, sem exceção. Cenário propício à criatividade construtiva e eficaz, tecnicamente sustentável. Essa é a base do seguro na pós-modernidade e que agora, mesmo atrasada, chega ao mercado brasileiro, impulsionando-o, finalmente, ao século XXI.

AXA oferece upgrade em serviço de seguro para celular

Fonte: AXA

A área de Sinistros da AXA no Brasil, em parceria com a PLL, lança ao mercado uma nova iniciativa de Upgrade de celulares, que consiste na opção de um modelo superior quando é necessária a substituição ou na inviabilidade de oferecer um aparelho igual ao segurado. Após um projeto piloto que permitiu melhorias contínuas em todo processo, a companhia anuncia a novidade e já conta com cerca de 35% dos clientes optando pelo upgrade.

Devido à impossibilidade da reposição por fatores como o período de pandemia ou aparelho descontinuado, foi preciso pensar em uma alternativa que garantisse uma solução mais benéfica para o cliente. A possibilidade de um upgrade surgiu a partir da análise de comentários dos clientes e validada no Comitê de Clientes, realizado pela companhia com foco em melhoria de experiência e jornada. 

“Abrimos os canais de diálogo com nosso público para entender nossos pontos de crescimento, bem como oportunidades de mercado, para trazermos soluções realmente eficientes e relevantes, o que endossa um dos pilares da área de Sinistros e da companhia, de sermos parceiros do cliente. Nosso objetivo está diretamente ligado à entrega de um serviço de excelência, com consumidores satisfeitos e uma experiência que surpreende”, relata Arthur Mitke, Diretor de Sinistros da AXA no Brasil.

A alta adesão se deve a economia gerada para o cliente, já que as condições para a escolha de um produto novo são vantajosas graças à capacidade de negociação dos parceiros. O prazo do upgrade é o mesmo das demais alternativas: 5 dias úteis para a expedição de um novo kit de celular, além do prazo de logística.

Justos.com vai premiar pessoas que dirigem bem com até 3 anos de seguro

justos.com

Fonte: Justos.com

Justos.com, insurtech de dados que trabalha em parceria com a seguradora Excelsior, lança a campanha “Suave na Nave”, que vai premiar quem dirige bem com até 3 anos de seguro auto. Para avaliar a direção de cada participante, cinco comportamentos serão observados pela Justos.com: a forma como o usuário realiza aceleração, frenagem, curvas, velocidade e se tem uma direção focada, que analisa se a pessoa utiliza o celular enquanto dirige.

A partir das informações coletadas, o avançado algoritmo da Justos.com atribuirá uma nota para cada motorista, de acordo com seu comportamento no trânsito. Todos aqueles que tiverem uma nota acima de 95 serão contemplados com um ano de seguro auto, enquanto aqueles que atingirem o score de 99 serão premiados com 3 anos. Para participar da premiação, o usuário precisa percorrer 200 km utilizando o aplicativo até o dia 6 de agosto. 

A apólice que os vencedores vão receber, também batizada de “Suave na Nave”, será um plano completo, com cobertura para colisões parciais, perda total, roubo, alagamentos, guincho, assistência 24 horas, entre outros. 

“Com essa campanha, queremos incentivar o motorista a ficar mais atento aos comportamentos que vamos avaliar, promovendo uma direção mais consciente e deixando as ruas mais seguras”, ressalta Dhaval Chadha, um dos fundadores da startup, em comunicado. “Esses aspectos serão sempre avaliados para poder oferecer descontos para os nossos clientes.” 

Para participar da campanha, é necessário baixar o aplicativo da Justos, disponível para Android e IOS. A nota de direção está liberada para motoristas de todo o Brasil, mas para ser premiado é necessário residir na Grande São Paulo. 

MDS contrata Marçal Liguori como superintendente de Relacionamento de Benefícios

Fonte: MDS

A MDS Brasil, uma das principais corretoras do País no segmento de seguros, resseguros, gestão de benefícios e consultoria de riscos, apresentou Marçal Liguori como novo superintendente de Relacionamento de Benefícios da empresa. Com mais de 28 anos em operação, gestão e consultoria em seguro de pessoas, Marçal também possui expertise com grandes contratos de benefícios e autogestão para empresas nacionais e multinacionais.  

Formado em ciências biomédicas pela Universidade de Mogi das Cruzes (UMC), com a especialização em administração de empresas pela PUC São Paulo, o novo superintendente tem uma extensa bagagem profissional na gestão de negócios e liderança de equipes seniores. Mestre em administração/saúde pela FGV, Liguori atuou desde 2004 nas empresas do grupo MMC Marsh & McLennan Companies, com passagens pela consultoria Mercer, seguradora Unibanco AIG e operadora Mediservice. Em 2015, o executivo recebeu a premiação Winner Circle MMC, destaque Divisão Internacional na América Latina como melhor iniciador de Negócio/Produtor. 

Marçal afirma que fazer parte da equipe da MDS Brasil representa um excelente desafio e uma grande satisfação, tanto pela potência da empresa diante do mercado de seguros e benefícios, quanto pelo quadro de profissionais qualificados que a corretora apresenta. ” Valorizo o trabalho em equipe primando pela colaboração entre todos, com foco na consistência e entrega dos resultados. Minha missão é obter o reconhecimento do mercado em excelência operacional e manter nosso valioso time engajado”, reforça.  

Para o vice-presidente de Saúde e Benefícios, Gustavo Quintão, a chegada do novo executivo é um grande ganho para a companhia. “Mesmo diante dessa crise mundial, por conta da Covid-19, a companhia conseguiu se reinventar e estamos vivendo um bom momento na empresa. Acredito que a chegada do Marçal é uma possibilidade para ele construir uma nova história de sucesso e crescer juntamente conosco”, finaliza.  

Austral RE publica estudo de resseguro

O Austral Ranking traz um estudo de como as resseguradoras que atuam no Brasil estão desempenhando seus negócios. O material traz um cenário comparativo entre março de 2020 e março de 2021 no volume de resseguro cedido. Nesse período,  o mercado somou R$ 20,3 bilhões em resseguro aceito das seguradoras locais, frente a R$ 18,5 bilhões. Houve um aumento de 10% no prêmio cedido, impactado por ramos como Patrimonial, Rural e Garantia, que somam 64% do total, os mais representativos do setor.

O prêmio cedido para a linha de Automóvel teve destaque percentual, com 57% de crescimento. Já Microsseguros e Aviação cresceram 38% e 25%, respectivamente. 

O Brasil se mantém o principal país em relação ao resseguro cedido, com participação de mercado de 38,6%. Em seguida, Alemanha e Estados Unidos são os principais parceiros do mercado ressegurador brasileiro, com 15,5% e 13,5%, respectivamente

Com a publicação, a empresa reforça seu compromisso com o mercado brasileiro de gerar informações relevantes sobre o desenvolvimento dos negócios no país. O estudo traz ainda a análise dos prêmios cedidos pelo mercado segurador para cada ressegurador, por linha de negócio, além de outros dados comparativos.

Austral Re avança uma posição em resseguro aceito no Brasil 

Com a aquisição da Markel Resseguradora do Brasil, a Austral Re chega  a quarta posição  com maior aceitação de resseguros no mercado nacional com R$ 1 bilhão. Esse número volume foi 12% superior na comparação dos dois períodos analisados. 

De acordo com o levantamento,  os cinco maiores grupos econômicos se mantiveram no topo. São eles: IRB (31%), Mapfre (10,6%), Munich (7,3%), Zurich (5,1%) e  Austral (4,9%). Os dados mostram que os cinco maiores grupos econômicos recebem 58,5% do resseguro cedido, dez grupos recebem 77,2% do volume e 20 grupos cerca de 94,0% do volume.

Parceria entre a Zurich e a Kadima traz novas alternativas em fundos de previdência privada

Fonte: Zurich

Em janeiro de 2020, a seguradora Zurich fechou um fundo de previdência privada aberta com a gestora Kadima, que ampliou e diversificou sua oferta com os fundos quantitativos, que operam com base em modelos matemáticos. Na janela de 12 meses, findos em março de 2021, os retornos da estratégia multimercado dos fundos de previdência administrados pela gestora foram de 12,2% (563% do CDI), números que mostram o potencial da estratégia quando comparada com a de alguns outros investimentos e denotam o sucesso da parceria em seu primeiro ano.

Os fundos de previdência da Zurich geridos pela Kadima são chamados de fundos “quanti”: eles utilizam regras de probabilidade matemáticas preestabelecidas e exaustivamente testadas – por meio de algoritmos – para indicar o momento de compra ou venda de determinado ativo. Como explica Daniel Ferrara, Superintendente de Investimentos da Zurich no Brasil, um dos fatores que explicam o bom desempenho dos fundos quantitativos em previdência é justamente a natureza desse tipo de aplicação.

“Na estatística, uma dada probabilidade tem maior chance do ocorrer quanto maior o número de observações do evento. No mercado financeiro, isso se traduz em tempo. Como os fundos quantitativos se baseiam em probabilidade de ocorrência, quanto maior a duração do investimento, maiores as chances da a estratégia ter sucesso. E a previdência é justamente o veículo mais adequado para investimentos de longo prazo no Brasil”, pontua o executivo.

Outra vantagem das estratégias quantitativas é o menor viés comportamental a que está sujeito o gestor. Segundo Daniel, esses modelos conseguem reduzir significativamente os vieses comportamentais que, muitas vezes, atrapalham os investidores. “Mesmo os gestores profissionais estão sujeitos aos vieses de seleção e de disponibilidade, por exemplo. As estratégias quanti mitigam significativamente estes tipos de viés”

Rodrigo Maranhão, gestor da Kadima que desde 2013 aplica este modelo nos fundos previdenciários, afirma que os números falam por si. Com a estratégia multimercado, os retornos dos investimentos em previdência nas janelas de 24, 36, 48 e 60 meses, tendo como parâmetro março de 2021, foram respectivamente de: 21,8% (306% do CDI); 34,94% (250% do CDI); 43,93% (194% do CDI); e 61,77% (159% do CDI).

“Esses fundos vêm apresentando alguns dos melhores resultados da indústria”, afirma o gestor. “As estratégias ‘quanti’ não se limitam a uma única classe de fundos, podendo ser aplicados na gestão de fundos de renda fixa, multimercados e renda variável. O investidor ainda pode combinar diferentes fundos quantitativos com fundos tradicionais, para obter um melhor retorno ajustado ao risco”, aponta.

Para Daniel Ferrara, considerando todas as vantagens dos fundos quantitativos, aliadas às mudanças do cenário brasileiro com relação à legislação previdenciária e aos juros e à maior educação dos investidores, é um passo natural que este tipo de estratégia ganhe espaço na indústria brasileira de previdência privada aberta como mais uma opção importante na diversificação do portfólio.

“Segundo o Relatório Mensal de Ativos da FenaPrevi, a participação dos fundos multimercado no total de ativos em previdência passou de 6% em 2016 para 16% em até maio de 2021. Isso quer dizer que as carteiras estão se tornando mais diversificadas”, aponta o executivo. “Nosso produto junto à Kadima é uma ótima opção nesse sentido, com excelentes rendimentos no longo prazo, e se encaixa totalmente na proposta da Zurich de atender os mais diferentes tipos de investidores”, finaliza.

5 indicadores financeiros que toda empresa deve monitorar diariamente

estudos sobe desce

Fonte: Euler Hermes

A pandemia da Covid-19 impactou a economia global como nenhuma outra crise desde a Segunda Guerra Mundial. Embora haja sinais de recuperação à frente, o futuro ainda está coberto por nuvens de incertezas.

O último ano mostrou que nenhuma empresa está imune a riscos. As crises financeiras costumavam levar tempo para se desenvolver e impactar países, setores e empresas. Hoje, chegam até nós com uma velocidade vertiginosa.

O diretor comercial da Euler Hermes, líder mundial em seguro de crédito, Luciano Mendonça, reforça que estabelecer bases sólidas para um futuro próspero, implica em realizar um monitoramento rigoroso do desempenho financeiro da empresa hoje, para agir de forma rápida e prevenir situações catastróficas amanhã.

“A sobrevivência nessas circunstâncias depende da capacidade de reação rápida e inteligente por parte da gestão. Manter todos os indicadores financeiros sob controle é fundamental, pois só assim é possível saber o que pode ser feito e o que deve ser evitado”, aconselha.

Pensando nisso, Mendonça lista abaixo os 5 indicadores mais importantes e que funcionam como um raio X instantâneo da saúde das empresas:

1: Necessidade de capital de giro (ncg)

A NCG é o valor mínimo que o seu negócio deve ter em caixa para garantir seu funcionamento. Fornece uma avaliação em tempo real da posição de caixa da empresa, indicando até que nível você pode lidar (ou não) com um evento imprevisto, como atraso de pagamento ou inadimplência.

Como calcular a NCG? Necessidade de capital de giro líquido = estoque + contas a receber – contas a pagar

Dica: uma NCG negativa (menos de 1) sinaliza que os fundos de saída necessários para as operações excedem as fontes de entrada do negócio. Por outro lado, uma NCG positiva (entre 1,5 e 2) é um sinal de que a empresa tem alta liquidez e que não precisará de empréstimos para satisfazer as necessidades de curto prazo.

 2: Índice de endividamento

É a proporção dos ativos de uma empresa que são financiados por dívidas. Este índice mede a extensão da alavancagem do seu negócio. Acompanhando atentamente esse indicador, você pode olhar para o futuro com tranquilidade e tomar decisões totalmente embasadas.

Por exemplo, se comprar uma máquina específica é essencial para o crescimento do negócio, você pode optar por financiar a compra tomando um novo empréstimo ou trazendo novos investidores para o capital da empresa.

Essas duas estratégias bem distintas e terão impactos específicos no seu negócio, daí a necessidade de apoiar suas decisões em indicadores quantitativos. O cálculo desse índice também fornece uma visão sobre seu fluxo de caixa e independência financeira.

Como calcular o índice de endividamento? Índice de endividamento = dívidas totais / ativos totais

Dica: Um índice de endividamento superior a 100% indica que a empresa tem mais dívidas do que ativos, enquanto um índice de endividamento inferior a 100% indica que a empresa possui mais ativos do que dívidas.

3: Ponto de equilíbrio

O ponto de equilíbrio é um indicador que mostra o limite além do qual você começará a ganhar dinheiro.

Embora o ponto de equilíbrio seja sempre acompanhado quando um negócio está começando, às vezes pode acabar caindo em esquecimento quando a empresa está funcionando. Ainda assim, esse KPI precisa ser revisitado, pois muda constantemente em resposta a diferentes fatores: desde custos mais altos com fornecedores até uma folha de pagamento maior.

Como calcular seu ponto de equilíbrio? Ponto de equilíbrio = custos fixos / margem de lucro bruto

Dica: o ponto de equilíbrio é alcançado quando as receitas são iguais aos custos totais. Com base neste indicador, você pode ajustar seus custos de produção para obter lucro mais cedo.

4: Fluxo de caixa

“Fluxo de caixa” refere-se ao movimento de dinheiro para dentro e para fora da empresa. Por exemplo: operações, investimento e financiamento. O fluxo de caixa livre reflete o dinheiro que você tem disponível.

Uma previsão de fluxo de caixa é baseada nas estimativas desses movimentos no futuro. Ao atualizar sua previsão, digamos semanalmente ou mesmo diariamente, sua avaliação das próximas despesas e receitas estará intimamente alinhada com a situação real do seu negócio.

Como calcular o fluxo de caixa? Fluxo de caixa livre = lucro líquido + depreciação / amortização – variação no capital de giro – despesas de capital.

Dica: a previsão de fluxo de caixa está sempre evoluindo e, portanto, deve ser revisada pelo menos uma vez por semana.

5: Margem de lucro

Representa a porcentagem das vendas que se transformou em lucros. Existem vários tipos de margem de lucro. As principais são:

Margem de lucro bruto: diferença entre a receita de vendas e o custo de produção.

Margem de lucro operacional: a porcentagem do lucro produzido por uma empresa a partir da sua receita total e após o pagamento do custo variável, antes do pagamento de impostos ou juros.

Margem de lucro líquido: a porcentagem do lucro produzido por uma empresa após o pagamento dos custos variáveis e impostos/juros.

Você pode usar esses KPIs para estimar o lucro gerado pela sua empresa. A margem é ditada por diversos fatores, como o tamanho da empresa e o volume de produção. De modo geral, à medida que os volumes de vendas aumentam, também aumenta a margem de lucro.

Como calcular a margem de lucro? Margem de lucro bruto = receita total – custo de produção; Margem de lucro operacional = lucro operacional / receita; Margem de lucro líquido = lucro líquido / receita líquida.

Dica: Como a previsão do fluxo de caixa, sua margem de lucro está sempre mudando em resposta a uma ampla gama de fatores, desde descontos por volume até custos de produção. Acompanhar esse KPIs diariamente permitirá que você faça ajustes rápidos e se mantenha na direção dos seus objetivos.

Susep avança na simplificação dos seguros de responsabilidades com nova norma

Fonte: Susep

A Superintendência de Seguros Privados (Susep) publicou hoje a Circular Susep nº 637/2021, que revisa e consolida as regras aplicáveis aos seguros de responsabilidades, dando continuidade ao processo de simplificação regulatória, flexibilização na elaboração de produtos e estímulo à inovação.  A norma foi submetida à consulta pública entre os meses de março e abril deste ano. 

A superintendente da Susep, Solange Vieira, explica que o novo normativo adequa os seguros de responsabilidades aos avanços da norma geral de seguros de danos (Circular Susep nº 621/2021). “Com a medida, estamos simplificando as regras específicas do segmento, dando continuidade ao processo de redução das amarras regulatórias, possibilitando a diversificação dos produtos, com o objetivo de expandir a utilização destes seguros para proteção do patrimônio dos cidadãos e das empresas”, afirma.  

Outro avanço importante é a possibilidade de produtos sem limites predefinidos por cobertura, permitindo-se a utilização de todo o valor da apólice para diferentes coberturas ou garantias conforme a necessidade do segurado, conferindo maior flexibilidade aos contratos. Houve também aprimoramentos diversos do normativo, após recepção das sugestões advindas da consulta pública, destacando a inclusão de dois novos tipos de seguro de responsabilidades à base de reclamações: com notificações; e com primeira manifestação ou descoberta. 

A norma autoriza também que as seguradoras paguem indenizações impostas por decisões administrativas do Poder Público, como o TCU por exemplo, o que não é permitido atualmente. O diretor da Autarquia, Igor Lourenço, acrescenta que “a Circular também proporciona maior autonomia aos consumidores do mercado de seguros, uma vez que torna possível a livre escolha ou utilização de profissionais referenciados, pelos segurados, no caso de ser comercializada cobertura para os custos de defesa.” 

As linhas de negócio de responsabilidade civil vêm registrando crescimento contínuo nos últimos anos. Entre 2015 e 2020, houve crescimento nominal da ordem de 175%, com o segmento contabilizando total de R$ 2,6 bilhões de prêmios de seguros em 2020. O destaque vem sendo o ramo de responsabilidade civil geral, com cerca de R$ 1,2 bilhões em prêmios subscritos no ano de 2020, seguido dos de responsabilidade civil para diretores e administradores, com R$ 920 milhões. 

Mais acesso ao seguro 

A expectativa também é que as mudanças propostas colaborem com o desenvolvimento e crescimento do setor do Brasil, aumentando o acesso ao seguro. Dados da OCDE (Organização para a Cooperação e Desenvolvimento Econômico) mostram que há significativo espaço para crescimento do setor. No final de 2020, os seguros de responsabilidade civil representaram 0,06% do PIB e apenas 3,3% dos prêmios de seguros de danos no Brasil, enquanto outros países sul-americanos apresentam números superiores. Somente em 2019, Colômbia e Uruguai já registravam prêmios de seguros de danos equivalendo a 0,11% do PIB, e o Equador, 0,07%. Em países mais desenvolvidos, como Austrália, Alemanha e EUA, os números em relação ao PIB foram ainda mais expressivos – respectivamente 0,31%, 0,34% e 0,63%, ou seja, entre 5 a 10 vezes maior do que o verificado no Brasil. 

SulAmérica é mais uma vez confirmada no índice FTSE4Good


A SulAmérica (B3: SULA11) foi incluída por mais um ano no índice de sustentabilidade FTSE4Good Index Series, um dos mais importantes índices internacionais composto por companhias de capital aberto comprometidas com questões ambientais, sociais e de governança corporativa (ASG).

O FTSE4Good é aferido pela FTSE (Financial Times Stock Exchange) Russell, uma divisão da bolsa de valores de Londres. A elaboração do índice pela FTSE Russell é baseada em dados de domínio público, de forma independente, atendendo a rígidos critérios de seleção.

“A confirmação pelo quinto ano consecutivo nesse índice evidencia o comprometimento da SulAmérica na evolução da jornada em temas ambientais, sociais e de governança”, comenta o grupo em nota enviada a acionistas.