109 insurtechs mapeadas e US$ 50 milhões em investimentos até junho no Brasil

insurtechs no Brasil

Está quase impossível acompanhar todas as notícias sobre a entrada de novos investidores em seguros. Todo dia recebo dezenas de alertas de investimento no setor. Até o momento já foram investidos mais de US$ 349 milhões em empresas de tecnologia focadas em seguros no país desde 2011, sendo que 50% de todo este montante foi captado nos últimos 24 meses. Apenas em 2020 foram investidos US$ 92 milhões e os próximos anos prometem ser ainda mais movimentados uma vez que só na metade de 2021 já foram investidos cerca de US$ 50 milhões, traz o mais recente report da Distrito, que vende seus conteúdos, obtido pelo blog Sonho Seguro.

No mundo já são mais de 1 mil insurtechs. No Brasil, apesar de nenhuma das 109 insurtechs mapeadas pela Distrito em 2021 (eram 37 em 2015) estar listada no ranking das 100 seguradoras, muitas delas são responsáveis pelo aumento das vendas das companhias tradicionais, seja por apoiarem as vendas com leads ou intermediação de produtos e serviços, bem como serem as responsáveis pela conexão com outros parceiros, principalmente dos diversos marketplaces financeiros que surgem diariamente com seguradoras tradicionais. 

O avanço não é de agora. Já vem há uns 10 anos, quando havia cerca de 10 startups atuando com produtos ou serviços de B2B, B2C ou B2B2C. Muitas agiam de forma silenciosa para não serem alvos da fúria dos corretores de seguros, que hoje deixam o temor de lado para serem parceiros e surfarem a onda de crescimento e inovação que vive o mercado segurador. Algumas delas foram frutos de investimento em hubs de aceleração independentes ou criados pelas seguradoras e resseguradoras tradicionais, como Porto Seguro que criou a Oxigênio ou MAG Seguros e IRB Brasil Re num programa de inovação junto com a PUC-Rio, entre outros.

Nada como uma pandemia e um órgão regulador, a Superintendência de Seguros Privados (Susep), obcecado por transformação digital – que tem o Open Insurance como meta -, para acelerar ainda mais o apetite do investidor em um setor que demorou para entender que o cliente é quem decide o que quer comprar, o quanto quer pagar, por quanto tempo quer ter a cobertura do seguro e quais as informações ele quer compartilhar com concorrentes para ter uma oferta mais competitiva. 

Tudo isso é um prato cheio para acirrar a competição, algo vital para a inovação e crescimento de qualquer setor. E o resultado é esse: o setor é notícia todo dia, porque todos querem fazer negócio. Todos querem aparecer e conquistar os investidores e os consumidores, que ainda estão reticentes em comprar seguros. A queixa mais comum das startups é que as pessoas preferem pagar 20%, 30% a mais para ter uma cobertura de uma seguradora que já conhece. Certamente não será do dia para noite que as pessoas vão decidir comprar seguros. Mas isso acontecerá se o seguro couber no bolso das pessoas. Se elas tiverem emprego e renda. Afinal, não adianta só ter emprego. É preciso ter sobra para investir. E este é um esforço que todos esperam do governo. Que o Brasil cresça. De verdade.

Enquanto aguardam o milagre brasileiro, todos se empenham para fazer algo que aprimore desde processo de criação até o pagamento de indenizações em seguros. As ideias já apresentadas vão desde um app que agiliza o pagamento de uma indenização como um que faz a gestão de risco para a seguradora melhorar a subscrição do risco. Mas o que tem mais chamado a atenção de todos é aumentar a venda para que a escala reduza dos custos. Isso tem de priorizar uma oferta de seguro que faça sentido para o risco do dia a dia e para o bolso do consumidor.

E as ofertas são diversas. Vão desde celular e saúde até o campo, com as agrotechs. Estão no radar desde a compra espontânea até mesmo o mercado de seguros obrigatórios, como acontece com a cobertura de incêndio para estabelecimentos comerciais, de proteção de responsabilidade civil para indenizar terceiros, como o velho e novo DPVAT, ou mesmo a exigência de seguro garantia em licitações públicas, entre outros.

A compra espontânea foi conquistada por anos de investimento do setor em difundir a cultura de seguros. A pandemia, que potencializou os riscos, também ajudou o brasileiro a pensar mais em riscos e proteções. Os produtos mais demandados são de carro em cidades com alto índice de roubos; apólices de vida com recursos financeiros para o caso de um diagnóstico de doença grave e seguro viagem para assegurar o retorno para casa em caso de doenças ou acidentes imprevistos. O seguro celular também avança, com a entrada de novatas para ofertar cobertura para danos e para furto simples, duas coberturas que são excluídas de muitos contratos.

Um dos problemas que atrapalhava o crescimento das vendas de seguros era a forma de pagamento, com emissão de boletos, o que encarecia o produto. Está praticamente superado com o PIX, com as transações via whatsapp e pelas big techs. Hoje quase um terço (30%) dos consumidores de serviços bancários no mundo já faz pagamentos por meio de uma gigante de internet Google, Amazon, Facebook, Apple. E elas afirmam que querem avançar sobre seguros. E claro que tem muitas noivas, jovens e idosas, à disposição para concretizar este casamento. 

Essas noivas também estão de olho nos bancos digitais, fintechs e gestoras de investimentos. Entre os que mais já revelam os benefícios do casamento estão Nubank, Inter e C6. E as notícias sobre novos bancos não param. Nesta semana, o Master, novo nome do banco Máxima, adquiriu a seguradora Invest e a rebatizou como Kovr, levando pesos pesados de seguradoras tradicionais para administrá-la. A proposta é ter um portfólio pulverizado, em nichos específicos, como responsabilidade civil para ônibus, e um seguro desenvolvido em parceria com o Banco Interamericano de Desenvolvimento (BID), de garantia de eficiência energética.

Gestoras de investimentos também começam a namorar, como a Creditas com Icatu e que recentemente investiu na compra de uma das primeiras insurtechs do Brasil, a Minuto Seguros. A Órama tem a SulAmérica como sócia. A Genial Investimentos lançou recentemente sua plataforma de seguros, com o apoio da Ebix. Mercado Pago fechou com a insurtech Pitzi para vender seguro celular. O Guiabolso com a Icatu para vender seguro de vida. 

As tradicionais, que lideram o ranking do setor, saíram da zona de conforto e estão prá lá de ativas. A Porto Seguro comprou participação na insurtech Segfy, na PetLove e na Connect Car. A Icatu tem dezenas de acordos com diversas instituições financeiras. Zurich e AXA digitalizam a operação que têm com diversas redes varejistas. Itaú já conta mais de 15 seguradoras parceiras vendendo no balcão do banco, inclusive planos de saúde, ramo que gerou um trauma para o banco na década de 90, tamanho o prejuízo com a operação Hospitaú. Bradesco vive uma revolução digital, com foco no ganho que seguros traz para o banco. Algo próximo de 30% e que quer não só manter como aumentar. 

A associação com startups tem se mostrado estratégica para um novo olhar para processos, produtos e serviços, segundo Murio Riedel, CEO da HDI, uma das patrocinadoras da Distrito. “Nossa estratégia é estar atento as oportunidades que façam sentido para a nossa eficiência operacional e crescimento sustentável”, comenta ele no Report da Distrito. A HDI criou uma  insurtech com o Santander Auto. “Este tipo de plataforma estabelece novos patamares de serviços bem como favorece a concorrência saudável no mercado. A operação vem dando bons frutos graças as nossas sinergias. Somos especialistas em seguro automóvel e o Santander em financiamento de carros. Ambos acreditamos no uso de tecnologia para entregar simplicidade agilidade e mobilidade aos nossos clientes.”

Fusões, aquisições e parcerias

Os investidores estão de olho em tudo isso e buscam resolver problemas que antes limitavam o avanço de seguros. O apetite fica claro com o número de fusões e aquisições, que triplicarem de 8 em 2019 para 27 em 2020 e seguem em 2021 já com 16 registradas mundialmente, segundo o report da Distrito.

O número de insurtechs “oficiais” deve crescer ainda neste ano. Da primeira leva selecionada no projeto Sandbox da Susep, 9 estão em plena produção. Apenas uma delas, a MAG Seguros, provém da lista de seguradoras tradicionais. Outras 15 serão selecionadas pelo órgão regulador ainda neste ano. Mas as novatas aderiram ao termo insurtech, estando ou não autorizadas pela Susep. Entre as mapeadas pela Distrito, as notícias se dão ainda pelo aporte de capital e não pelas vendas.

180° Seguros, fundada por Alex Korner, ex-Mapfre e Santander, recebeu aporte de US$ 8,2 milhões em maio. Ela quer criar produtos para serem distribuídos em sites e aplicativos de venda de imóveis, do setor financeiro e do varejo. O primeiro produto lançado em parceria com a Loft, startup do mercado imobiliário, foi um seguro residencial. Também lançou em junho um seguro de vida distribuído a partir da plataforma da empresa Caju, de benefícios para funcionários, conta ao blog Sonho Seguro Mauro Levi D’Ancona, um dos primeiros executivos do Nubank e que deixou o banco digital para empreender em seguros. 

A insurtech Justos, depois de obter um aporte de R$ 15 milhões antes de colocar seu produto no mercado, vai lançar neste ano um seguro para automóvel que tem seu preço reduzido de acordo com a qualidade da condução do motorista, medida pelos sensores presentes no celular. Para angariar adeptos, lançou uma campanha que vai dar até 3 anos de seguros grátis para quem obtiver mais de 95 pontos na avaliação de direção segura com o uso da telemetria. 

A Thinkseg, fundada por Andre Gregori em 2016 e que acumula cerca de US$ 30 milhões em aportes, espera concluir em setembro a listagem de ações em Nova York. A Mutuus, insurtech que se define como corretora especializada em PMEs, anunciou em abril a captação total de R$ 1,5 milhão, liderado pelo aporto do Fundo Anjo, do BNDES, gerido pela Domo Invest, com R$ 500 mil. A Domo também investiu R$ 5 milhões na Flix, participante do Sandbox da Susep e especializada em seguro residencial. 

A insurtech Darwin, que tem entre os investidores um experiente executivo de seguros, Enrique Ventura, ex-diretor da Bradesco Auto Re, levantou R$ 11 milhões e promete lançar um seguro que quer premiar os motoristas prudentes com apólices mais em conta. O seguro de auto ainda aguarda autorização para ser lançado.  Enquanto isso, a equipe pensa em outros como residencial e celular, além da oferta de produtos financeiros que tenham sinergias com a carteira de clientes, como o crédito para pessoa física.

A Pier levantou US$ 14,5 milhões com investidores no final de 2020 e afirma ter uma fila de 100 mil pessoas para contratar o seguro, enquanto ela aprimora o algoritmo para definir preço do produto sob medida para cada cliente. A 88i, também participante do Sandbox da Susep, desenvolve proteções para serem vendidas em aplicativos de corrida e de delivery (para motoboys e entregadores), via fintechs ou a partir de lojas eletrônicas (caso de seguro contra quebra de produto ou falha na entrega).

A insurtech Easy2Life nasceu com aportes de capital feitos por Carlos Antonio Trindade, um dos fundadores e ex-CEO da Icatu Seguros e vice-presidente da SulAmérica nos últimos 15 anos. Tem um plano de negócios que prevê R$ 6 milhões em 5 anos. Ele busca investidores para captar cerca de R$ 1,5 milhão junto a investidores-anjo e assim financiar a consolidação do projeto, com a aceleração do time de funcionários e do crescimento nos próximos 12 meses. A previsão é ter 10 mil clientes ao final do segundo ano. Depois disso, está na lista uma captação série A, para complementar os R$ 6 milhões, e a Easy2Life se tornar autônoma.

E por ai vai. Negócios todos os dias, ainda mais agora com o Open Banking, que traz novas formas de negócios e inclui o Open Insurance, com a primeira fase em dezembro de 2021, e que juntos criarão em 2022 o Open Finance. Entre os benefícios que o Open Banking trará para o país estão maior autonomia e liberdade para consumidores; estímulo para inovações em produtos e serviços de instituições financeiras e de pagamentos; desenvolvimento do setor financeiro; facilidade para migrações desejadas por clientes; padronização dos sistemas; melhor qualidade de serviços e produtos graças a menor burocracia e, consequentemente, maior competitividade no mercado, cita Barbara Bazzani, do escritório de advogados Tozzine Freire, em relatório.

E eu adoro isso. Ver todos juntos e misturados, pensando em como democratizar o seguro. Ver novatos se esforçando ao máximo para proporcionar uma jornada mais fluida e amigável com o consumidor. E ver as seguradoras tradicionais de lupa para escolher quais delas irão fazer valer cada centavo do investimento na aquisição resultando em menores custos, vendas maiores e clientes mais satisfeitos. O Sonho Seguro aguarda mais notícias.

Swiss Re lucra US$ 1 bilhão no semestre e vendas de resseguro crescem 8,9%

A Swiss Re divulgou lucro líquido de US$ 1 bilhão no primeiro semestre desta ano, enquanto a receita líquida poderia ter chegado a US$ 1,7 bilhão sem as perdas com a pandemia de COVID-19. O segmento de Property & Casualty (P&C) Re gerou US$ 1,2 bilhão de lucro como resultado de vários anos de aumentos nas taxas. As vendas de resseguro geral cresceram 8,9%, para US$ 10,5 bilhões, impulsionados pelos aumentos de volume e preço, bem como pela evolução favorável do câmbio estrangeiro. O retorno sobre o patrimônio líquido (ROE) foi de 8,2% para o grupo, mas poderia ter sido de 13,4% sem os efeitos da perda pandêmica. O ROE foi particularmente forte na divisão de resseguros de P&C, com 27,2%.

O CEO do Grupo Swiss Re, Christian Mumenthaler, comentou sobre o resultado: “Estamos muito satisfeitos com a maior lucratividade alcançada pelo grupo no primeiro semestre deste ano. O foco na qualidade do portfólio da P&C Re está entregando resultados muito sólidos e estamos colhendo os frutos de nossas ações decisivas que trouxeram a Corporate Solutions de volta aos trilhos. Embora a Life & Health (L&H) Re ainda seja afetada por reivindicações relacionadas ao COVID-19, pois apoiamos nossos clientes e a sociedade durante esta pandemia, seus negócios subjacentes continuam a ter um bom desempenho. Todos os nossos negócios estão crescendo, e nossa posição de capital muito forte nos permite buscar oportunidades atraentes em todas as linhas de negócios”.

O diretor financeiro do Grupo Swiss Re, John Dacey, acrescentou: “Nossos negócios de propriedades e acidentes estão a caminho de cumprir suas ambiciosas metas de índice combinado para este ano. Na L&H Re, acreditamos atualmente que o progresso dos programas globais de vacinação levará à diminuição das perdas de COVID-19 nos próximos trimestres. A gestão de ativos da Swiss Re continua a navegar com sucesso nos mercados financeiros e entregar retornos sólidos para o Grupo.”

Durante o primeiro semestre, o segmento de resseguros P&C da Swiss Re sofreu US$ 521 milhões em perdas por catástrofes, em grande parte devido à tempestade de inverno Uri nos Estados Unidos. Além disso, grandes perdas causadas pelo homem foram relatadas como US$ 100 milhões durante o primeiro semestre.

Como resultado, o índice combinado de resseguro P&C foi de 94,4% no primeiro semestre de 2021, uma melhora em relação aos anos anteriores de 115,8%. Por causa da “subscrição disciplinada e melhoria das margens”, a Swiss Re espera que sua divisão de resseguros P&C esteja no caminho certo para um índice combinado normalizado abaixo de sua meta de 95% em 2021.

A Swiss Re também comentou como os principais eventos do terceiro trimestre podem afetar seus resultados futuros. A resseguradora disse que as coisas permanecem “altamente incertas” com esses eventos de perda recentes, mas que estimada algo como US$ 500 milhões uma perda combinada após as graves inundações europeias em julho e os distúrbios e distúrbios sociais na África do Sul. As estimativas até agora apontam para perdas totais de 5 bilhões de euros somente com os alagamentos na Alemanha.

A Swiss Re também informou que as renovações de resseguros de P&C em 1º de julho, registraram aumento de preço nominal de 4% nas renovações acumuladas no ano. Nas renovações de julho, os volumes de prêmios aumentaram ligeiramente, disse a resseguradora, acrescentando que cresceu nos negócios de catástrofes naturais nos Estados Unidos.

SulAmérica Investimentos expande área de Crédito Privado com contratações e intensifica atuação no setor

Fonte: SulAmérica

Uma das maiores assets independentes do Brasil e com R﹩ 46 bilhões de ativos sob gestão, a SulAmérica Investimentos expandiu sua área de Crédito Privado e reforçou o time com nomes estabelecidos no mercado. Os movimentos são parte da estratégia de fortalecimento do segmento de crédito com mais afinco em um momento de retomada da economia. 

Hoje já são cerca de R$ 7 bilhões nesta classe de ativo sob gestão entre mandatos exclusivos e fundos abertos, com potencial de crescimento. Para Marcelo Mello, vice-presidente de Investimentos, Vida e Previdência da SulAmérica, a estratégia tem grande potencial de expansão na carteira de clientes, contando ainda com fortes pilares no tema ESG (sigla em inglês para ASG – ambiental, social e governança corporativa). 

Reforço dedicado 

A área, que desde o fim de 2020 é comandada pela Head de Crédito Privado, Daniela Gamboa (ex-BankBoston, Itaú BBA e Kinea), agora também conta com Leandro Trielli na Gestão de Crédito. 

Trielli iniciou sua carreira no Unibanco e passou por Unibanco Asset Management, Santander Asset e Schroders. Possui Mestrado em Economia pelo Insper e graduação em Engenharia Elétrica pela Universidade Federal de Santa Catarina. Foi a quarta contratação para o time de crédito desde o ano passado. 

“É um excelente momento para os fundos de crédito privado, com subida de juros e captação de dinheiro na indústria. Mais do que dobramos a equipe de Crédito porque acreditamos no crescimento e desenvolvimento da classe de ativo”, afirma Daniela Gamboa. “Este setor tem características de liquidez e de mercado que demandam especialização. Por isso era importante ampliarmos esta área dentro da asset. A equipe maior permite a gestora ser mais ativa nos mercados primário e secundário e também deve permitir o lançamento de produtos mais sofisticados”, continua. 

Além de Gamboa e Trielli, o time também é composto por Marcelo Vecci (formado em Economia pela PUC-SP, faz parte da SulAmérica desde 1997 e trabalha nas operações financeiras da asset desde 2000), Lauro Campos (formado em Economia no Mackenzie, atua desde 1990 em análise de crédito, tendo trabalhado anteriormente em Banco Dibens, Banco BBA e BankBoston; ingressou na SulAmérica Investimentos em 1997) e outros três analistas de crédito, Daniel Batarce (ex-S&P, Fitch Ratings e Newfoundland Capital), Caroline Naves (ex-Banco de Tokyo, Fator e Banco Santander) e Bárbara Barbosa, todos com sólida experiência no setor financeiro e de crédito. 

Produtos com compromisso 

Alinhada com as melhores práticas ESG e ancorada na estratégia de expansão da área de Crédito Privado, a SulAmérica Investimentos lançou a família SulAmérica Crédito ESG, o primeiro que alia um filtro ESG à experiência em crédito da gestora. A oferta tem dois fundos: um destinado a investidores qualificados como pessoa física (SulAmérica Crédito ESG FI RF CP) e outro voltado para o segmento institucional (SulAmérica Crédito ESG Institucional FI RF CP). 

O SulAmérica Crédito ESG é resultado da parceria com a Resultante, uma consultoria especializada em avaliações ESG, e é um fundo essencialmente best-in-class, que investe nas companhias com as melhores avaliações dentro dos seus setores relacionados aos critérios ESG, e destinado a investidores qualificados. O fundo foi estruturado para aproveitar as oportunidades da ampla diversidade de ativos de crédito privadosoferecidas tanto no mercado local quanto em diversos mercados, e das oscilações entre preços dos ativos, com possibilidade de investimentos, entre outros, em debêntures de companhias abertas e fechadas, títulos bancários, CRIs, CRAs e FIDCs. 

Os fundos buscam entregar retorno de CDI de +1,80 e CDI +2,00% a.a. – com priorização de alocações do risco adequado para este retorno, taxa de administração de 0,60% para parcela alocada em crédito do fundo e de 0,15% para parcela em caixa, além de taxa de performance de 20% sobre o que exceder do CDI. 

“Tudo isso mostra que o SulAmérica Crédito ESG une o que há de melhor no mercado de investimentos com toda a responsabilidade dos critérios ESG e a tradição da SulAmérica”, finaliza Daniela. 

LGPD, você está preparado?

As sanções para quem descumprir a Lei Geral de Proteção de Dados (LGPD) começarão a ser aplicadas a partir de 1º de agosto. Com isso, o Direto & Reto com Camillo trouxe alerta sobre o assunto na 29ª edição, que foi ao ar nesta quarta-feira (28/07), pelo canal da TV Sincor-SP no YouTube. O tema “LGPD – Sanções a partir de 1º de agosto, você está preparado? Veja o que fazer”, foi abordado pelo Interim Chief Technology Officer da LGPDNOW, Paulo Moura, o vice-presidente financeiro da Fenacor e do Sincor-GO, Henderson de Paula Rodrigues, a diretora de Ensino Técnico da Escola de Negócios e Seguros (ENS), Maria Helena Monteiro, e pelo presidente do Sincor-SP, Alexandre Camillo. 

“Desde que a LGPD se tornou uma realidade, em agosto do ano passado, a CNseg, Fenacor e outras entidades deram as mãos para entender as exigências da Lei e criar um ambiente que não tivesse impactos nos negócios dos corretores. E o setor de seguros é o que mais uso faz dos dados das pessoas”, comenta o presidente. Camillo ainda explicou que as entidades tiveram que trabalhar em três etapas: o entendimento da Lei, a orientação aos corretores de seguros, e a instrumentalização do corretor para o cumprimento da LGPD. 

Pensando nisso, a Central de Gestão de Serviços, Produtos e Benefícios da Fenacor e Sincors (CGS), em parceria com a Empresa Quintodomínio, criaram a plataforma LGPDCOR. A ferramenta ajuda os corretores a se adequarem aos dispositivos da LGPD, seja no gerenciamento dos processos, visualização de pendências e dos riscos da empresa; no cadastramento e manutenção dos registros dos responsáveis por cada departamento e suas atividades de captura de dados; ou ainda no mapeamento de dados e inventários.

Segundo Henderson, a plataforma foi customizada para atender os corretores de seguros, que trabalham com os dados mais sensíveis da população. “É de suma importância que o corretor entenda a governança dos dados. A LGPDCOR permite que o profissional facilite e adapte os processos para atender a legislação. A ferramenta auxilia na adequação, trazendo relatórios e apontando o que precisa ser melhorado”, explica. 

O CTO da LGDPNOW, Paulo Moura, explicou algumas funcionalidades da LGPDCOR, destacando a usabilidade, a centralização das questões jurídicas e os treinamentos disponíveis na plataforma. “A LGPD é uma lei de compliance, e compliance significa evidenciar, mostrar que você está adequado. Por isso, quem contrata a ferramenta, ganha um selo de qualidade, que certifica que está em dia com a legislação,  o que traz confiança aos consumidores, bem como às seguradoras”, completa o executivo. 

Maria Helena comentou que a LGPD vai atingir a todos e, principalmente, os corretores de seguros, já que trabalham com um grande volume de dados pessoais. “Para orientar a categoria, a ENS preparou um curso, gratuito, que teve como conteudista a Dra. Angelica Carlini. Em duas vídeo aulas, o curso explica como a LGPD atinge os corretores e como são as punições”, declara a diretora da ENS.

MAG Seguros discute estratégias de Corporate Education em evento da EBDI

MAG Seguros CORONAVIRUS

Fonte: MAG

A MAG Seguros, seguradora de 186 anos especializada em seguro de vida e previdência, participou na última semana do evento digital Corporate Education, idealizado pela EBDI (Enterprise Business Development & Information). Claudia Lima, gerente de Educação Corporativa e Engajamento da MAG, representou a seguradora na roda de conversa ‘Lifelong Learning na promoção da diversidade, inclusão e saúde mental’, apresentando as estratégias da empresa para promover a educação corporativa dentro desses temas. No debate também estava presente Rodrigo Rubano, gerente de Treinamento, Desenvolvimento Organizacional, Diversidade e Inclusão da Klabin. 

A principal iniciativa da empresa apresentada por Claudia foi a MAG Universidade, na qual os colaboradores, considerados peça-chave para o sucesso da companhia, têm à disposição um amplo portfólio de materiais e cursos voltados ao seu aprimoramento profissional. A iniciativa foi idealizada sob quatro pilares: Lifelong Learning, Interdisciplinaridade e Transversalidade, e segue o modelo educacional dos 6Ds – Determinar resultados, Desenhar experiência, Direcionar aplicação, Definir transferência, Dar apoio à performance e Documentar resultado. 

“Você tem que se fazer a pergunta ‘O que tira o sono do meu CEO?’ e, assim, desenvolver uma ação em que seu propósito vá de encontro à estratégia da companhia. Além disso, é importante apresentar aos gestores o porquê abordar essas questões e os resultados que serão alcançados, tanto na performance dos colaboradores, quanto para negócio”, explica Claudia. 

Outra iniciativa da MAG Seguros apresentada foi o Plural, o programa de diversidade e inclusão da companhia. Para isso, foi realizada uma pesquisa interna, gerando o diagnóstico que norteará as próximas ações que o Plural desenvolverá. 

Por último, a Cláudia apresentou o Você + Saudável, que visa abordar os principais pilares do bem-estar – a saúde emocional/mental e física. Um exemplo de ação citada é a ‘Tamo Junto’, com o objetivo de apoiar os colaboradores em quatro pilares: psicológico, social, jurídico e financeiro por meio de palestras e workshops – “Entendemos que qualquer desequilíbrio em um desses pilares afeta a vida desse colaborador, tanto pessoalmente quanto profissionalmente, por isso buscamos ajudá-lo”, completa. 

Allianz disponibiliza solicitação de assistência 24h via WhatsApp


Fonte: Allianz

A Allianz Seguros lança mais uma funcionalidade para seus clientes, de forma a reforçar a agilidade no atendimento e proporcionar uma melhor experiência: o atendimento de assistência 24 horas via WhatsApp. Os segurados de automóvel podem solicitar pelo aplicativo reboque, socorro mecânico e pane elétrica/bateria, para veículos de passeio e pick-ups. 

Para acessar, basta o cliente adicionar o número de telefone em sua agenda ou clicar no link disponível nos canais digitais da seguradora. O atendimento é realizado de forma 100% digital, com chatbot, e a interação com uma equipe de analistas ocorre quando necessário, sem que o cliente precise sair do WhatsApp. A iniciativa é realizada em parceria com a Allianz Partners Brasil, empresa do Grupo Allianz. 

“Este é mais um recurso pensado na experiência do segurado, para que ele tenha mais opções para solicitar a Assistência 24h quando e onde precisar, da forma que preferir, e que reforça a importância da digitalização em nossos processos. Em breve, mais novidades estão chegando dentro do universo digital Allianz”, diz Renato Roperto, diretor executivo de Sinistros da Allianz Seguros. 

Canais digitais

Recentemente, a Allianz Seguros também passou a disponibilizar o acionamento da assistência 24 horas, via site, para os serviços de reboque, mecânico, borracheiro e chaveiro. O canal traz a mesma experiência já disponível no wallet e no link enviado por SMS, quando o segurado, no contato telefônico, opta por continuar a solicitação de forma digital. Pelo também recém-lançado aplicativo, o app “Allianz Cliente Auto”, o segurado pode solicitar os mesmos serviços de Assistência 24h, além de ter na palma da mão outras informações do seu seguro.

O app “Allianz Cliente Auto” está disponível por enquanto para clientes com seguro contratado para carro de passeio e/ou pick-up. Em breve será disponibilizado também para motos.

Artigo: As mudanças nos seguros do grupo de responsabilidades

por Walter A. Polido, advogado, coordenador acadêmico da especialização em Direito do Seguro e Resseguro da ESA-OAB-SP, árbitro e parecerista em seguros e resseguro, sócio e professor da Conhecer Seguros

Seguindo com o programa de flexibilização das condições contratuais dos diversos ramos de seguros, a Susep lançou a Circular 637/2021 e imprimiu através dela grau de evolução nunca experimentado pelo mercado de seguros nacional, na comercialização dos produtos relacionados aos diversos ramos afetos: Responsabilidade Civil Geral (RC Geral); Responsabilidade Civil Profissional (E&O); Responsabilidade Civil Riscos Ambientais (Seguros Ambientais); Responsabilidade Civil Compreensivo Riscos Cibernéticos (Cibernéticos); Responsabilidade Civil de Diretores e Administradores de Empresas (D&O).

No Brasil, as Seguradoras sempre estiveram atreladas a modelos padronizados de coberturas, quer durante o período do monopólio de resseguro, quer após a abertura e até o momento anterior à referida Circular. Os modelos estavam presos a bases construídas em outro momento histórico, especialmente no tocante ao RC Geral, não mais condizentes com a evolução dos riscos, da tecnologia, do Direito e dos interesses seguráveis. O ramo ocupa lugar de destaque na produção mundial e também no mercado nacional ele tem crescido em importância, ainda que por forças horizontais, ou seja, quando uma empresa impõe a existência de uma determinada apólice de seguro RC para comprar produtos ou contratar serviços de modo geral.

As estruturas contratuais até então utilizadas pelas Seguradoras no país são anacrônicas e não correspondem mais às exigências encontradas na contemporaneidade. A garantia de RC Produtos e Operações Completadas, por exemplo, sofre de absoluta obsolescência dos termos e condições das apólices, grande parte deles construídos em épocas anteriores ao novo Código Civil de 2002 e sequer sob a orientação principiológica encontrada no Código de Defesa do Consumidor. Os seguros, contratados sob este paradigma estagnante, não só se mostraram confusos em relação ao descompasso legislativo, como também se tornaram ineficazes, na medida em que deixaram de oferecer a garantia esperada de um contrato de seguro e pautada justamente na indenidade do segurado. Quem contrata, transfere os riscos e deseja permanecer indene, mais precisamente não deseja que o seu patrimônio seja atingido em face da obrigação de indenizar que lhe pesa, nos termos do ordenamento civil. Havia, até mesmo, clausulados concebidos à luz do princípio do reembolso e quebrando, peremptoriamente, qualquer pretensão de indenidade, uma vez sobrevindo sinistros. Este princípio espúrio, encontrado com exclusividade no Brasil, deve ser extinto de vez, em face da nova Circular em comento.

As Seguradoras, especialmente aquelas de origem estrangeira e que operam no país há décadas, têm a missão ou mesmo a obrigação de trazerem, rapidamente, as melhores práticas contratuais encontradas nos seus respectivos países de origem e mesmo de outros mercados nos quais elas também operam em grau bem diferente dos modelos atualmente comercializados por elas no Brasil. Novo tempo. Novo comando regulatório. Novas exigências que devem ser requeridas, principalmente pelos corretores de seguros em face dos seus clientes. Não há como tardar a melhoria dos clausulados, todos eles sobejamente conhecidos e praticados nos mercados maduros, nos países desenvolvidos. Devem ser internalizados, com urgência.  

Não só a forma, a estrutura das condições contratuais tendem a ser modificadas, eliminando a profusão de cláusulas atualmente praticada, desnecessariamente, como também o âmbito dos conceitos técnico-jurídicos dos termos. Inconcebível, por exemplo, as Seguradoras manterem a exclusão de danos morais, assim como de danos estéticos e apenas oferecerem a garantia sob condição particularizada, inclusive sublimitada. Ora, são apenas parcelas integrantes do “quantum” indenizatório em sede de responsabilidade civil. Não cabe manter tratamento extremamente severo e desconexo, inclusive, com a realidade jurisprudencial em termos de valores arbitrados, os quais não espelham nenhuma espécie de excesso ou descompasso. O seguro tem de ser útil aos seus contratantes.

O momento é de ação proativa e visando buscar a melhoria do standard local, repise-se, hoje num patamar pleno de anacronismos e que agora foram expurgados, para sempre. As empresas devem exigir produtos de melhor qualidade, assim como também os corretores de seguros têm a obrigação funcional de agir com este objetivo em prol de seus clientes. Devem, até mesmo, colocar propostas apenas naquelas Seguradoras que efetivamente oferecerem mudanças consideráveis na respectiva atuação nos segmentos de responsabilidade civil como tomadoras efetivas de riscos.

A especialização requerida neste novo cenário é inconteste, na medida em que somente realizará mudanças quem de fato estiver tecnicamente preparado para empreendê-las. Um novo olhar para a técnica, portanto, se faz necessário. O elemento preço do seguro deixa de ser fator único diferenciador e os corretores passarão, necessariamente, a considerar o leque de coberturas que os diferentes produtos oferecem. É momento de aprendizado, para todos os players do mercado, sem exceção. Cenário propício à criatividade construtiva e eficaz, tecnicamente sustentável. Essa é a base do seguro na pós-modernidade e que agora, mesmo atrasada, chega ao mercado brasileiro, impulsionando-o, finalmente, ao século XXI.

AXA oferece upgrade em serviço de seguro para celular

Fonte: AXA

A área de Sinistros da AXA no Brasil, em parceria com a PLL, lança ao mercado uma nova iniciativa de Upgrade de celulares, que consiste na opção de um modelo superior quando é necessária a substituição ou na inviabilidade de oferecer um aparelho igual ao segurado. Após um projeto piloto que permitiu melhorias contínuas em todo processo, a companhia anuncia a novidade e já conta com cerca de 35% dos clientes optando pelo upgrade.

Devido à impossibilidade da reposição por fatores como o período de pandemia ou aparelho descontinuado, foi preciso pensar em uma alternativa que garantisse uma solução mais benéfica para o cliente. A possibilidade de um upgrade surgiu a partir da análise de comentários dos clientes e validada no Comitê de Clientes, realizado pela companhia com foco em melhoria de experiência e jornada. 

“Abrimos os canais de diálogo com nosso público para entender nossos pontos de crescimento, bem como oportunidades de mercado, para trazermos soluções realmente eficientes e relevantes, o que endossa um dos pilares da área de Sinistros e da companhia, de sermos parceiros do cliente. Nosso objetivo está diretamente ligado à entrega de um serviço de excelência, com consumidores satisfeitos e uma experiência que surpreende”, relata Arthur Mitke, Diretor de Sinistros da AXA no Brasil.

A alta adesão se deve a economia gerada para o cliente, já que as condições para a escolha de um produto novo são vantajosas graças à capacidade de negociação dos parceiros. O prazo do upgrade é o mesmo das demais alternativas: 5 dias úteis para a expedição de um novo kit de celular, além do prazo de logística.

Justos.com vai premiar pessoas que dirigem bem com até 3 anos de seguro

justos.com

Fonte: Justos.com

Justos.com, insurtech de dados que trabalha em parceria com a seguradora Excelsior, lança a campanha “Suave na Nave”, que vai premiar quem dirige bem com até 3 anos de seguro auto. Para avaliar a direção de cada participante, cinco comportamentos serão observados pela Justos.com: a forma como o usuário realiza aceleração, frenagem, curvas, velocidade e se tem uma direção focada, que analisa se a pessoa utiliza o celular enquanto dirige.

A partir das informações coletadas, o avançado algoritmo da Justos.com atribuirá uma nota para cada motorista, de acordo com seu comportamento no trânsito. Todos aqueles que tiverem uma nota acima de 95 serão contemplados com um ano de seguro auto, enquanto aqueles que atingirem o score de 99 serão premiados com 3 anos. Para participar da premiação, o usuário precisa percorrer 200 km utilizando o aplicativo até o dia 6 de agosto. 

A apólice que os vencedores vão receber, também batizada de “Suave na Nave”, será um plano completo, com cobertura para colisões parciais, perda total, roubo, alagamentos, guincho, assistência 24 horas, entre outros. 

“Com essa campanha, queremos incentivar o motorista a ficar mais atento aos comportamentos que vamos avaliar, promovendo uma direção mais consciente e deixando as ruas mais seguras”, ressalta Dhaval Chadha, um dos fundadores da startup, em comunicado. “Esses aspectos serão sempre avaliados para poder oferecer descontos para os nossos clientes.” 

Para participar da campanha, é necessário baixar o aplicativo da Justos, disponível para Android e IOS. A nota de direção está liberada para motoristas de todo o Brasil, mas para ser premiado é necessário residir na Grande São Paulo. 

MDS contrata Marçal Liguori como superintendente de Relacionamento de Benefícios

Fonte: MDS

A MDS Brasil, uma das principais corretoras do País no segmento de seguros, resseguros, gestão de benefícios e consultoria de riscos, apresentou Marçal Liguori como novo superintendente de Relacionamento de Benefícios da empresa. Com mais de 28 anos em operação, gestão e consultoria em seguro de pessoas, Marçal também possui expertise com grandes contratos de benefícios e autogestão para empresas nacionais e multinacionais.  

Formado em ciências biomédicas pela Universidade de Mogi das Cruzes (UMC), com a especialização em administração de empresas pela PUC São Paulo, o novo superintendente tem uma extensa bagagem profissional na gestão de negócios e liderança de equipes seniores. Mestre em administração/saúde pela FGV, Liguori atuou desde 2004 nas empresas do grupo MMC Marsh & McLennan Companies, com passagens pela consultoria Mercer, seguradora Unibanco AIG e operadora Mediservice. Em 2015, o executivo recebeu a premiação Winner Circle MMC, destaque Divisão Internacional na América Latina como melhor iniciador de Negócio/Produtor. 

Marçal afirma que fazer parte da equipe da MDS Brasil representa um excelente desafio e uma grande satisfação, tanto pela potência da empresa diante do mercado de seguros e benefícios, quanto pelo quadro de profissionais qualificados que a corretora apresenta. ” Valorizo o trabalho em equipe primando pela colaboração entre todos, com foco na consistência e entrega dos resultados. Minha missão é obter o reconhecimento do mercado em excelência operacional e manter nosso valioso time engajado”, reforça.  

Para o vice-presidente de Saúde e Benefícios, Gustavo Quintão, a chegada do novo executivo é um grande ganho para a companhia. “Mesmo diante dessa crise mundial, por conta da Covid-19, a companhia conseguiu se reinventar e estamos vivendo um bom momento na empresa. Acredito que a chegada do Marçal é uma possibilidade para ele construir uma nova história de sucesso e crescer juntamente conosco”, finaliza.