Qualicorp anuncia aquisição após perda de clientes

A Qualicorp, administradora de planos de saúde, comunica que firmou contrato para a aquisição da totalidade do capital social da Elo Administradora de Benefícios e da APM Assessoria Comercial e Corretora de Seguros, empresa do Grupo Elo, pelo valor total de R$ 129,5 milhões. Em paralelo, a Quali também assinou um acordo de direitos de comercialização com a Seguros Unimed e a Central Nacional Unimed (CNU), pelo qual pagará R$ 45 milhões e possibilitará a venda de diversos produtos das duas operadoras de saúde. 

“A aquisição do Grupo Elo fortalece a posição da Quali como principal player de comercialização e administração de planos de saúde com atuação relevante em todo o território nacional’, diz Bruno Blatt, CEO da Qualicorp. “A assinatura dos acordos com a Seguros Unimed e a CNU representa um importante marco no relacionamento comercial entre a Quali e o sistema Unimed, um dos mais relevantes parceiros comerciais da Companhia e um dos principais players na saúde suplementar no Brasil.”

A notícia vem logo em seguida a divulgação do balanço do grupo, que nao agradou o mercado diante da queda de 15% das ações da corretora no pregão de quarta-feira, 11. Além da queda de 28% no lucro do segundo trimestre deste ano, para R$ 90,3 milhões, pesou o fato de a corretora ter perdido 138,2 mil usuários no segundo trimestre após repassar um reajuste de 23,2%, que incluiu o reajuste de 14,8% do ano passado, que foi postergado para 2021 a uma parcela da carteira de usuários da empresa. A perda de usuários, registrada entre abril e junho, é 71% superior a um ano antes. 

Com o fechamento da transação, a Qualicorp será a única sócia do Grupo Elo, administradora com atuação nacional e concentração no Distrito Federal. A aquisição permitirá à Quali adicionar 52.000 novos clientes ao seu portfólio de adesão e empresarial, sendo cerca de 42 mil novas vidas de saúde (com 30 mil no segmento coletivo por adesão) e 10 mil dental. O grupo Elo atua com foco nas operadoras Seguros Unimed, CNU, Bradesco e Amil, além de manter importantes relacionamentos comerciais com outras operadoras de saúde do mercado. O tíquete médio da Elo no segmento de saúde é de R$ 730,00 mensais. 

Com o acordo com a Seguros Unimed, a Quali assegurará o direito de voltar a comercializar os planos de saúde coletivos por adesão ofertados pela seguradora, importante operadora com atuação nacional e histórica parceira comercial da Companhia, cujo contrato havia sido rescindido em 2015. Além disso, o acordo garante a distribuição do inovador PME Estipulado da Seguros Unimed, pelo qual a Quali poderá comercializar planos de saúde para Pequenas e Médias Empresas (PME) atuando como a estipulante de tais planos juntamente à operadora de planos de saúde.

Adicionalmente, os acordos comerciais garantirão à Quali o direito de distribuição de outros produtos do portfólio da Seguros Unimed, como os planos dentais e o Seguro de Renda por Incapacidade Temporária (SERIT), um seguro voltado a profissionais liberais, que buscam a garantia de renda mensal, em caso de afastamento do trabalho por acidente ou doença, que a Qualicorp terá o direito de distribuir tanto a profissionais de saúde do sistema Unimed, quanto para médicos que não atuam no sistema Unimed. O acordo também permite que a Quali distribua com exclusividade um produto da CNU na Bahia.

ESSOR e ASAS são parceiras em sistema inovador para o Seguro RETA

Fonte: Essor

O seguro de Responsabilidade Civil Explorador/Transportador Aéreo ou como popularmente é conhecido Seguro RETA, é de contratação obrigatória para todas as aeronaves que trafegam no Brasil. Instituído pelo Decreto Lei 73 de 1966, não é possível decolar voos no espaço aéreo brasileiro sem possuir uma apólice vigente. Trata-se de um Seguro de Responsabilidade Civil Obrigatório exigido pela Agência Nacional de Aviação Civil (ANAC).

Segundo Leandro Poli, diretor técnico – linhas especiais e atuarial da ESSOR, “a seguradora uniu a sua experiência internacional ao conhecimento técnico da ASAS para criar Seguros Aeronáuticos diferenciados, de características sob medida para proteger qualquer tipo de aeronave: Agrícola, Táxi Aéreo, Aeronaves experimentais e Aeronaves de pequeno e médio porte em geral, além de drones.

“As coberturas são as mais variadas possíveis”, explica Vinicius Anderaos, head da área de Seguros Aeronáuticos da ASAS. São elas: Danos à passageiros (e suas bagagens de mãos), à tripulantes (e suas bagagens de mãos), à terceiros no solo, além de abalroamento com aeronaves de terceiros e bagagens despachadas de terceiros (cobertura exclusiva para taxi aéreo). 

Características – O seguro obrigatório aeronáutico possui limites pré-definidos por lei, ou seja, a característica da aeronave contratada definirá as coberturas do seguro. Como os limites são obrigatórios seguindo as exigências da ANAC, a subscrição do seguro é parametrizada de forma automática, ou seja, de acordo com as características das aeronaves cotadas.

Mas o que chama mais atenção no produto da ESSOR/ASAS, na avaliação do executivo, é o seu diferencial: sistema de cotação rápido e intuitivo. Com poucos cliques e com extrema facilidade o corretor de seguros obtém a cotação e, em caso de fechamento do negócio, o corretor no mesmo sistema poderá obter a apólice e os boletos online para encaminhar ao cliente final. Tudo para agilizar e facilitar as operações do profissional”, afirma.

Crescimento – A estimativa dos parceiros ASAS e ESSOR é de um crescimento de 30% do seguro este ano. Num futuro próximo, “pretendemos  aumentar a nossa capilaridade no mercado com a facilidade do nosso sistema, principalmente no segmento de seguro RETA para drones, onde há grande crescimento de compra desses equipamentos para diversos tipos de utilização, ressaltando que a ESSOR/ASAS apenas operam com drones não recreativos. O seguro RETA aeronáutico já está consolidado no mercado e, com nosso sistema, esperamos trazer inovação e agilidade aos nossos clientes”, comemora, Carolina Varaldo, diretora internacional – riscos aeronáuticos.

Catástrofes naturais somam US$ 40 bilhões em perdas seguradas no primeiro semestre, segundo Swiss Re Institute

As perdas por catástrofes naturais somaram US$ 40 bilhões no primeiro semestre de 2021, de acordo com as estimativas preliminares de sigma do Swiss Re Institute. Isso está acima da média dos dez anos anteriores de US$ 33 bilhões e a segunda maior já registrada no primeiro semestre depois de 2011, quando os principais terremotos no Japão e na Nova Zelândia empurraram o total de seis meses para US$ 104 bilhões. Desastres provocados pelo homem provocaram outros US$ 2 bilhões estimados em perdas seguradas no primeiro semestre deste ano, menos do que o normal e provavelmente refletindo as restrições remanescentes do COVID-19.

As perdas econômicas globais com eventos de desastre são estimadas em US$ 77 bilhões no primeiro semestre de 2021. Isso está abaixo da média dos últimos dez anos (US$ 108 bilhões). O número de perdas econômicas deve aumentar à medida que mais perdas forem contabilizadas nos próximos meses. A primeira metade do ano também não é representativa dos números do ano inteiro, porque o terceiro trimestre é historicamente o mais sujeito a perdas em termos de catástrofes naturais. Do total de perdas econômicas estimadas no primeiro semestre de 2021, US$ 74 bilhões foram causados ​​por catástrofes naturais, enquanto os desastres provocados pelo homem geraram US$ 3 bilhões adicionais. Quase 4 500 pessoas perderam a vida ou desapareceram em desastres no primeiro semestre.

“Os efeitos da mudança climática estão se manifestando em temperaturas mais altas, aumento do nível do mar, padrões de chuva mais erráticos e maiores extremos climáticos. Juntamente com o rápido desenvolvimento urbano e o acúmulo de riqueza em áreas propensas a desastres, os perigos secundários, como tempestades de inverno, granizo, enchentes ou incêndios florestais, levam a perdas por catástrofes cada vez maiores. A experiência até agora em 2021 ressalta os riscos crescentes desses perigos, expondo comunidades cada vez maiores a eventos climáticos extremos. Por exemplo, a tempestade de inverno Uri atingiu a magnitude de perda que perigos de pico como os furacões podem causar. O setor de seguros precisa aumentar seus recursos de avaliação de risco para esses perigos menos monitorados, a fim de manter e expandir sua contribuição para a resiliência financeira”, disse Martin Bertogg, chefe da Cat Perils na Swiss Re, em comunicado divulgado nesta quinta-feira, 12.

Eventos climáticos severos aumentam as perdas por catástrofes naturais

Em fevereiro, um período de frio extremo combinado com forte nevasca e acúmulo de gelo nos EUA – comumente referido como tempestade de inverno Uri – provocou perdas seguradas estimadas de US$ 15 bilhões, o maior já registrado para este perigo nos EUA e cerca de 38% de todas as perdas seguradas estimadas em catástrofes naturais no primeiro semestre deste ano. Em junho, um clima severo, incluindo tempestades, granizo e tornados, atingiu a Europa, afetando casas e veículos na Alemanha, Bélgica, Holanda, República Tcheca e Suíça. As perdas seguradas desta atividade de tempestade convectiva são estimadas em US$ 4,5 bilhões.

O calor extremo do final de junho quebrou os recordes de temperatura em todo o oeste do Canadá e noroeste dos EUA, com temperaturas atingindo mais de 45 ° C (113 ° F) por dias consecutivos. O calor, juntamente com condições de seca severa, levou a incêndios florestais que se espalharam para o sul da Califórnia. Indo para a segunda metade do ano, julho viu severas inundações causando destruição de propriedades e perda de vidas na Europa e na China.

Espera-se que as inundações na Alemanha e em seus países vizinhos causem perdas substanciais para os segurados, estimadas apenas na Alemanha em EUR 4,5 – 5,5 bilhões (US $ 5,3 – 6,5 bilhões), de acordo com a Associação Alemã de Seguros. Na China, severas inundações na província de Henan resultaram em sinistros de segurados estimados em CNY 11 bilhões (US$ 1,7 bilhão), de acordo com a Comissão Reguladora de Bancos e Seguros da China. Em agosto, o calor extremo gerou incêndios florestais na Turquia, Grécia e Itália, que devem levar a mais perdas econômicas e de segurados.

“A mudança climática é um dos maiores riscos que a sociedade e a economia global enfrentam. A análise recente do Painel Intergovernamental sobre Mudanças Climáticas da ONU confirma as expectativas de condições meteorológicas mais extremas no futuro e a urgência de agir para limitar o aquecimento global. Trabalhando com o setor público, a indústria de resseguros desempenha um papel fundamental em ajudar a fortalecer a resiliência das comunidades, afastando o desenvolvimento de áreas de alto risco, fazendo investimentos de adaptação, mantendo a segurabilidade de ativos e reduzindo as lacunas de proteção”, afirmou Jérôme Jean Haegeli, economista-chefe do Grupo Swiss Re.

Caixa Seguridade lucra R$ 426 milhões

A Caixa Seguridade Participações registrou lucro líquido de R$ 426,6 milhões no segundo trimestre deste ano, 8,3% superior se comparado com o mesmo período do ano passado. A emissão de prêmios de seguros somou R$ 2 bilhões no período e foi elevada em 23,9% na comparação com o ano anterior, com destaque para a performance dos ramos Residencial, Vida e Prestamista.

Em Previdência, a Caixa Seguridade atingiu a marca histórica de R$ 100 bilhões em reservas, com contribuições que acumularam R$ 7,8 bilhões no segundo trimestre de 2021, incremento de 177,6% no comparativo com o mesmo período de 2020. A Caixa Seguridade também ocupa o primeiro lugar no ranking de captação líquida acumulada nos últimos 12 meses divulgado pela Fenaprevi.

O desempenho dos negócios de distribuição, formado pelas receitas de acesso à rede e uso da marca (BDF), e agora também pelas receitas da Caixa Corretora, somou R$ 214,3 milhões neste trimestre, um crescimento de 36,4% comparativamente ao 2T20. As receitas operacionais aumentaram 16,5% no período, acumulando R$ 541,5 milhões entre abril e junho de 2021.

O retorno sobre patrimônio líquido recorrente (ROE), de 38,7% ao ano, ficou acima do registrado no segundo trimestre de 2020 (30,7%). Na composição do índice, a variação entre 2020 e 2021 é devida à performance positiva do lucro líquido do primeiro trimestre, que reforça o numerador do indicador, e à redução do Patrimônio Líquido, proveniente do pagamento de dividendos, sensibilizando o denominador do ROE.

Capitalização cresce 8,45% até junho, impulsionada com produto filantropia premiável

Fonte: FenaCap

Apesar do período ainda desafiador para os negócios, em razão do impacto econômico provocado pela pandemia na renda dos brasileiros, o setor de Capitalização não perdeu fôlego e encerrou o primeiro semestre do ano com receitas que totalizaram R$ 11,6 bilhões. O crescimento foi de 8,45% sobre o mesmo período de 2020, de acordo com os números apurados pela FenaCap (Federação Nacional de Capitalização).

Outro ponto importante verificado foi o aumento nos recursos pagos em sorteios, cujo montante superou R$ 633 milhões, alta de 3% em relação ao registrado de janeiro a junho de 2020.

Os títulos tradicionais de Capitalização continuam liderando as vendas, com 71% da arrecadação, seguidos pela modalidade de Instrumento de Garantia (13%), de Filantropia Premiável (12%). As modalidades de Incentivo e Popular somam o percentual restante. Destaque para a modalidade Filantropia Premiável, que apresentou alta de 95%, em comparação a igual semestre do ano anterior. 

“O propósito do setor de preservar o mercado foi alcançado. Os resgates se mantiveram estáveis, o que mostra que as pessoas utilizam a capitalização como um instrumento de geração de reserva de emergência”, explica o presidente da FenaCap, Marcelo Farinha. “Este período também abriu espaço para que outros produtos fossem colocados à disposição do consumidor por meio de novos canais de distribuição e venda. O período de distanciamento serviu como um laboratório de testes para ações de inovação que agora passam a fazer parte do dia a dia das empresas associadas”, diz ele.  

No caso dos produtos de Filantropia Premiável, o aumento pode ser justificado por dois caminhos: o boom de lives de diversos artistas, que utilizaram soluções de sorteios para atrair os fãs, e também uma empatia maior da população com as causas sociais, dado o período de pandemia.

Nos títulos de Filantropia Premiável, o consumidor cede o direito de resgate de sua reserva para uma instituição previamente credenciada pelas empresas de Capitalização, permanecendo com o direito de concorrer a prêmios. De janeiro a junho deste ano, esses produtos contribuíram com um apoio de mais de R$ 558 milhões às entidades filantrópicas.

Por regiões, o Sudeste manteve a liderança na receita da comercialização de títulos, com 58% dos negócios realizados em seus estados, seguido pelo Sul (19%), Nordeste (10%), Centro-Oeste (9%) e Norte (4%). Isso garante ao segmento presença em todo o território nacional. 

Lucro da SulAmérica recua para R$ 83,6 milhões no 1o. semestre de 2021

ricardo-bottas

A SulAmérica apresentou lucro líquido de R$ 29,6 milhões no trimestre, recuo de 92% em relação ao mesmo período do ano anterior. O ganho no semestre foi de R$ 83,6 milhões, queda de 82,2%. “Com a esperada melhora da pandemia e a redução dos números de casos, o impacto de custos com a COVID-19 tende a diminuir gradualmente, possibilitando que tenhamos cenários mais normalizados de sazonalidade e frequência de sinistros”, afirma o presidente da companhia, Ricardo Bottas.

Ele lembra que o enfrentamento de períodos atípicos, com maior volatilidade de resultados de curto prazo, era previsto, mas em nada altera nossa trajetória de longo prazo de controle deste indicador. “Se olharmos para frente, temos legados positivos desse período, seja nas oportunidades de crescimento no números de beneficiários, da consistente transformação digital ou de nosso posicionamento de Saúde Integral, com foco na geração de mais negócios e incremento de nossa posição no mercado”.

Com a sinistralidade mais alta em função do elevado número de casos de COVID-19 entre os meses de março e junho de 2021, aliado à crescente normalização de procedimentos eletivos e não urgentes, a empresa registrou custos que somaram cerca de R$530 milhões apenas neste período, considerando tanto os custos assistenciais no segmento de saúde quanto as indenizações no portfólio de vida. Desde o início da pandemia, levando em conta somente a COVID-19, tais custos somaram cerca de R$1,8 bilhão.

A SulAmérica registrou aumento foi de 8,6% nas receitas operacionais do trimestre (2T21), totalizando R$ 5,2 bilhões, e de 7,0%, alcançando R$10,4 bilhões, no acumulado em 2021 (1S21). O crescimento adicionou 13,6% no número de beneficiários dos planos coletivos de saúde e odonto, em comparação com igual período de 2020, equivalente a mais de 500 mil beneficiários.

Em seguro de vida, houve crescimento de 344 mil segurados em relação a junho de 2020, levando também uma retomada no crescimento de receitas. Isso foi possível por meio de novas iniciativas em tecnologia, transformação digital, cuidado coordenado, democratização do acesso à saúde e ações de parceria com os quase 40 mil corretores de seguros.

Na ampliação do acesso à saúde, outra vertente importante de seu modelo de negócios, a SulAmérica celebrou conquistas. A linha de produtos regionais mais acessíveis – SulAmérica Direto – já está em nove regiões do Brasil, registrando agora 33 mil beneficiários, e deve continuar crescendo, tendo sido lançada neste trimestre em Brasília e Belo Horizonte. A operadora de saúde Paraná Clínicas, que atua em faixa de preço similar, seguiu ampliando sua atuação no Sul do país.

A SulAmérica também avançou em sua jornada de transformação digital em meio à crise sanitária, na direção de um ecossistema de Saúde Integral, em que as saúdes física, emocional e financeira estão conectadas. “Temos, já há alguns anos, explorado iniciativas nos mercados em que atuamos, tanto por meio de projetos internos de transformação digital e melhoria na experiência do cliente quanto por vias de investimentos estratégicos”, explica Bottas.

Nesta jornada, destacam-se a aquisição da Docway, uma healthtech de saúde, em 2018, o crescimento da estratégia de cuidado coordenado – que é digital na essência – e o recente investimento no fundo Aggir, de venture capital em saúde e tecnologia.

No pilar de saúde financeira em que a companhia atua, foram registrados bons resultados. Em gestão de ativos, a SulAmérica Investimentos, uma das maiores gestoras independentes do país, pioneira em aspectos ESG no Brasil e que possui R$45 bilhões de ativos sob gestão, avançou no lançamento de novos fundos e desenvolvimento de novas estratégias assim como na parceria com a plataforma digital de investimentos Órama, da qual é sócia: o programa de indicação junto aos corretores de seguros agora conta com cerca de 3 mil corretores cadastrados. Em previdência, também continuou apresentando crescimento, mantendo um bom desempenho em termos de novas contribuições e portabilidade, chegando a quase R$10 bilhões em reservas.

Em meio aos desafios do período, a empresa desenvolveu novas tecnologias e inovações para apoiar os clientes de forma mais assertiva e digital, obtendo índices recordes de satisfação. Foram contabilizadas avaliações excelentes no aplicativo de Saúde – ferramenta relevante durante a pandemia para garantir assistência a distância aos beneficiários – com crescentes níveis de NPS (Net Promoter Score), além de destaques recorrentes no Reclame Aqui em todos os segmentos de atuação.

“Consideramos que é absolutamente essencial, como gestora de saúde, garantir assistência total durante a pandemia, em uma forte parceria com a rede de prestadores que permitiu altas taxas de resolutividade de pacientes hospitalizados com COVID-19. Estamos mostrando a força da nossa proteção, além da qualidade assistencial dos serviços da SulAmérica e de nossa rede de prestadores, oferecendo apoio em todos os momentos e garantindo a saúde física, emocional e financeira de nossos segurados.”, conclui Ricardo Bottas.

Planos de saúde ganham 1,5 milhão de beneficiários durante a pandemia

Vera Valente FenaSaúde

Fonte: FenaSaúde

Os planos de saúde ganharam 1,5 milhão de novos beneficiários entre junho de 2020 e junho de 2021 em todo o país, segundo dados da ANS (Agência Nacional de Saúde Suplementar). Os planos de saúde também conseguiram, mesmo diante da pandemia, bater o recorde de avaliação positiva. 

É o que indica um estudo realizado pelo Instituto de Estudos de Saúde Suplementar (IESS), que mostrou que 84% dos beneficiários estão muito satisfeitos com os planos de saúde. Em 2019, esse índice era de 80%. Dentre os quesitos mais bem avaliados está o que se refere à cobertura dos planos de saúde, cuja aprovação passou de 15%, em 2019, para 25%, em 2021. 

Para a FenaSaúde (Federação Nacional de Saúde Suplementar), a melhora na aprovação se deve, sobretudo, às iniciativas adotadas pelas operadoras de saúde no enfrentamento da pandemia, com esforços constantes por salvar vidas, desde atendimentos de emergência até o uso da telemedicina.  

“Isso só foi possível graças ao direcionamento de equipes e recursos para atendimento à Covid, capacitação, treinamento, além de investimentos na ampliação de leitos e na construção de novos hospitais”, ressalta a diretora executiva da FenaSaúde, Vera Valente. 

Outro ponto de destaque que contribui para a avaliação positiva é a implementação da telessaúde. A medida, autorizada durante a pandemia, mas somente enquanto permanecer a situação de emergência, se mostrou acertada e essencial. Entre março de 2020 e maio deste ano, foram realizados 3,1 milhões de teleatendimentos no país, segundo levantamento da FenaSaúde. A resolutividade dos casos durante as consultas on-line foi superior a 90% e o índice de satisfação variou entre 75% e 94%. 

“Essas consultas garantiram mais acesso à saúde para os beneficiários e evitaram o risco de contaminação pelo coronavírus numa ida ao hospital ou clínica”, explica a diretora executiva da FenaSaúde. 

Necessidade de novos produtos 

Ainda segundo o estudo feito pelo IESS, 41,4% das pessoas entrevistadas já tiveram plano de saúde, sendo a demissão do emprego e o preço das mensalidades as razões principais para não possuir mais o plano. A qualidade do atendimento e a comodidade/conforto são as justificativas mais recorrentes para o interesse em se ter plano de saúde (66%). Já entre aqueles que afirmam não ter interesse (34%), o preço da mensalidade é o principal impeditivo. 

“Esses dados mostram que as pessoas querem planos com mais opções, que sejam mais aderentes à sua capacidade de pagamento. Portanto, é fundamental diversificar e ampliar os tipos de cobertura que possam ser oferecidos e comercializados”, ressalta a diretora executiva da FenaSaúde.  

Ainda segundo Vera Valente, a medida visa aumentar o número de beneficiários, mas sobretudo desafogar o SUS, que está sobrecarregado e enfrenta restrições orçamentárias. “Assim, conseguimos deixá-lo apenas para quem não tem, realmente, condições de pagar por um plano de saúde.” 

Susep autoriza Split Risk Seguradora a atuar no sandbox

split risk insurtech

A Superintendência de Seguros Privados (Susep) autorizou a última insurtech a operar na primeira edição do Sandbox, totalizando 10. Trata-se da Split Risk Seguradora. O plano de negócios da Split Risk prevê iniciar a operação em 2021, com uma plataforma digital onde o próprio cliente fará a seleção do serviço, de acordo com suas necessidades. Inicialmente, a operação estará restrita à cidade de Uberlândia. No LinkedIn, a insurtech tem 310 seguidores e afirma ser uma seguradora que nasceu com o propósito de democratizar o acesso ao seguro auto.

“O consumidor terá várias opções, sem ficar refém de uma apólice anual. A partir do exemplo dos bancos digitais, a SUSEP quer um ambiente regulatório mais ágil, que permita a atração de novos consumidores. Vamos oferecer uma nova experiência, por meio do uso de tecnologias inovadoras, como análise de dados e inteligência artificial”, detalhou Leandro Teixeira, diretor técnico da insurtech, em novembro de 2020, quando ela foi selecionada.

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O modelo Sandbox já está em sua segundo versão, com até 15 novas selecionadas previstas. As novas regras foram flexibilizadas com relação à primeira turma, com a entrada de mais ramos, como seguro agrícola e fiança locatícia. A divulgação dos projetos selecionados está prevista para o fim de outubro. 

Com isso, a iniciativa passa a contar com dez empresas que propõem novas tecnologias ou processos inovadores para o mercado de seguros brasileiro, modernizando o setor e trazendo recursos simples para os usuários. Com as autorizações da Susep, muitas dessas empresas iniciaram suas operações e já comercializam novos produtos. Os seguros oferecidos incluem tabletssmartphones e dispositivos portáteis; animais domésticos; residência; automóveis; acidentes pessoais; funeral. Haverá oferta de seguros intermitentes, utilizados sob demanda, bem como seguros paramétricos para desastres, de acordo com alertas das autoridades públicas de cada estado. 

Qualicorp lucra R$ 204 milhões no 1o. semestre de 2021, alta de 5,4%

Bruno Blatt - CEO da Qualicorp

A Qualicorp, administradora de planos de saúde coletivos, registrou lucro líquido da controladora, pós-participações minoritárias, recuou 28,4% no segundo trimestre de 2021, para R$ 90,3 milhões, abaixo dos R$ 126 milhões de igual período do ano passado, de acordo com os dados do relatório divulgado pela companhia ontem. No primeiro semestre, o lucro avançou 5,4%, para R$ 204 milhões.

Segundo a corretora, a queda foi influenciada pelo recuo do Ebitda (lucro antes de juros, impostos, depreciação e amortização) e pelo aumento de 29% no resultado financeiro líquido, parcialmente compensados pela redução de 13,4% das despesas de depreciação e amortização.

As vendas, por outro lado, registrou 132,1 mil novos clientes por adesão no período de abril a junho, o que representou crescimento de 32% sobre o primeiro trimestre do ano, que já havia sido recorde. “Atingimos uma média de vendas de 44 mil vidas por mês, bem próximos do limite superior da meta de 40 a 45 mil vidas que compartilhamos com o mercado no último trimestre”, diz Bruno Blatt, CEO da Qualicorp.

No portfólio de total de vidas, houve crescimento de 11,3%, em função de um crescimento de 7,3% na carteira do segmento de adesão médico-hospitalar (ajudado por aquisições), de 26% no segmento PME (orgânico) e de uma normalização dos resultados de outros segmentos.

MetLife lança campanha

Carolina Montanino. Head de Marketing da MetLife Brasil

A MetLife lança na próxima segunda-feira, 16, a sua primeira campanha institucional no Brasil. O intuito é desmistificar e valorizar o seguro de vida e destacar as opções voltadas aos diferentes tipos de famílias. A marca entende que esse é o momento adequado para abrir esse diálogo, já que a população passou a compreender melhor os benefícios que podem ser utilizados em vida.

A campanha contempla anúncios impressos em veículos nacionais, outdoors e busdoors, principalmente nas praças de Paraná, Santa Catarina e Minas Gerais. No digital, a MetLife fará anúncios nas principais redes sociais e em suas páginas oficiais fomentando o mote #SeguroéVida. Além disso, Bruno Gagliasso e Giovanna Ewbank se tornam embaixadores da marca, que contará com influenciadores que irão produzir conteúdo realizando um cross-mídia.

“Queremos que as pessoas comentem sobre seguro de vida, por isso, os embaixadores da marca e o squad de influenciadores trarão diversas situações em que o uso do seguro é essencial”, explica Carolina Montanino, head de marketing da MetLife.