Nova regulamentação torna seguro automóvel mais competitivo, afirma Antonio Trindade

Antonio Trindade

Fonte: FenSeg

A Federação Nacional de Seguros Gerais (FenSeg) vê com otimismo a Circular Susep 639/2021, publicada nesta sexta-feira, que traz uma grande contribuição para modernizar o Seguro de Automóvel. As novas regras para estruturação e comercialização de contratos representam ganhos para toda a sociedade. Com normas mais flexíveis, fica aberto o caminho para ampliar a base de segurados, com produtos mais ajustados às necessidades do consumidor.

“O ambiente regulatório mais flexível está alinhado às melhores práticas internacionais envolvendo o Seguro Auto. Neste aspecto, o normativo traz benefícios significativos para o consumidor e para o mercado de seguros como um todo. A padronização de produtos deixa de ser a forma clássica de atuação das seguradoras. A Circular estimula a criação de novos produtos, com claro ganho de eficiência. O resultado é o aumento da competitividade e da inovação no segmento”, afirma Antonio Trindade, presidente da FenSeg.

A FenSeg destaca alguns pontos importantes da Circular, que contribuem para ampliar o acesso ao Seguro Auto. Entre elas, a possibilidade de contratação do seguro de Responsabilidade Civil Facultativa em nome do condutor, sem a vinculação com um veículo específico. Da mesma forma, cabe destacar a formatação de combos de coberturas, abrangendo diferentes situações de riscos do veículo e ainda possibilidade de ofertar produto para atendimento exclusivo em rede referenciada até então vedada para o segmento de automóveis.

Hoje, em todo o Brasil, pouco mais de 30% da frota circulante de veículos possui algum tipo de cobertura securitária. O mercado vem se recuperando gradativamente desde o início da pandemia. De janeiro a junho, o volume acumulado de prêmios soma cerca de R$ 17,5 bilhões, uma expansão nominal de 6,8% em relação ao mesmo período de 2020.

Importante ressaltar que as mudanças foram precedidas de ampla Consulta Pública. A revisão das normas traz uma série de contribuições para o desenvolvimento do Seguro Auto, com apoio da Federação Nacional de Seguros Gerais (FenSeg), Federação Nacional dos Corretores de Seguros (Fenacor), Sindicatos de Seguradoras (SindSegs) e representantes da sociedade civil.

Resolução Normativa nº 470 da ANS é tema de debate

Fonte: CNseg

Promovido pela Revista Justiça & Cidadania, com apoio da Confederação Nacional das Seguradoras – CNseg, do Superior Tribunal de Justiça (STJ) e do Conselho Nacional de Justiça (CNJ), o “Seminário Análise Econômica dos Atos Regulatórios na Saúde Suplementar” , realizado em 12/08, possibilitou a reflexão e o debate sobre a  Resolução Normativa nº 470, editada em julho pela Agência Nacional de Saúde Suplementar (ANS).

Na abertura do evento, o ministro Humberto Martins, presidente do STJ, afirmou que o tema da saúde suplementar ainda é “incipiente e controverso no Brasil”, desde a aprovação da Lei 9.656/1998. O ministro avaliou que a existência de planos anteriores e posteriores à criação da Lei são as maiores fontes de conflitos de um processo regulatório “implicando na coexistência de dois mundos com regras contratuais e possibilidades regulatórias distintas”, gerando beneficiários com direitos diferenciados. O magistrado chamou ainda a atenção para o papel do STJ na uniformização das decisões “oferecendo segurança jurídica sobre saúde complementar”.

Já o ministro Paulo de Tarso Sanseverino, do STJ, lembrou que o histórico da saúde suplementar no Brasil vai completar 100 anos em 2023, o que coincide com a edição Eloy Chaves. “Desde então, a saúde suplementar no Brasil teve um crescimento exponencial e chegou a 50 milhões de usuários em 2014 e, em função das crises econômicas, temos, atualmente, em torno de 47 milhões, o equivalente a 22,5% da população”. Para o magistrado, a pluralidade de fontes normativas e as características dos contratos de saúde suplementar – mutualismo, liberdade de vinculação e longa duração contratual – impactam diretamente na jurisprudência. 

“A saúde suplementar tem a sua raiz na Constituição Federal, no artigo 197. Mas, ao mesmo tempo, a Constituição coloca como um dos seus princípios os pilares fundamentais do nosso Estado democrático de Direito a dignidade da pessoa humana, que tem íntima relação com as questões de saúde. Temos ainda uma lei específica para os planos de saúde, a 9.656 de 1998, e temos ainda a lei que criou a ANS, a 9.961/2000”.  O ministro lembrou ainda do Código de Defesa do Consumidor, de 1990, do Código Civil, de 2002 e do Estatuto do Idoso, de 2003. 

O magistrado dividiu ainda as questões que chegam ao Judiciário em três grandes grupos: vínculo contratual, extensão da cobertura e questões procedimentais. Sobre isso, o ministro revelou que há uma divergência de entendimento no STJ. Enquanto a Terceira Turma mantém um entendimento mais tradicional, no que seria um “rol exemplificativo”, levando em conta a complexidade de fontes normativas, a Quarta Turma opta por aplicar o modo mais restritivo, o “rol taxativo”. E explicou que esse entendimento deve ser uniformizado.

O ministro Marco Aurélio Bellizze, do STJ, abriu o Painel I sobre “A resolução 470 da ANS”, destacando que o debate tinha como foco principal o rol da ANS. “O rol taxativo é um dos principais fundamentos do equilíbrio econômico”, avaliou. “A 2ª Seção do STJ está em vias de decidir se o rol é taxativo ou exemplificativo. A jurisprudência era pacífica pela natureza meramente exemplificativa, mas em 2019, a 4ª Turma do STJ reconheceu a natureza taxativa do rol de procedimentos”, explicou.  O magistrado ressaltou que o tempo de atualização do rol alterado pela Resolução 470 da ANS deve ser levado em conta na análise da questão.

 “A saúde é uma coisa cara a todos nós. A racionalidade acaba quando verificamos que uma pessoa está precisando de ajuda e uma questão jurídica, contratual, impede. É diferente da locação, da prestação de um carro, que estamos acostumados a julgar”, afirmou. O magistrado ponderou que “por outro lado, temos o empresário com suas aspirações legítimas e importantes para toda a sociedade, que o serviço seja bem prestado. É um tema difícil e sensível”.

Dando continuidade ao Painel, o Diretor-Presidente da Agência Nacional de Saúde Suplementar, Paulo Rebello, afirmou que das 150 mil reclamações recebidas pela agência, 90% são resolvidas por meio do instrumento Notificação de Investigação Preliminar (NIP). Rebello destacou ainda que a norma nº 470, que vai entrar em vigor no dia 01/10/2021, vai romper o conceito do ciclo de atualização do rol, que passará a acontecer a cada seis meses.

“O rol é um instrumento importante para o consumidor, para o setor da saúde suplementar e garante mais segurança jurídica para os instrumentos contratuais. Em síntese, o rol determina o procedimento em saúde que o beneficiário tem ou não direito através do seu plano de saúde.” O diretor destacou ainda que é fundamental “buscar o equilíbrio e a sustentabilidade” para que o sistema continue entregando assistência, pois um desequilíbrio no cerne do mutualismo “pode causar riscos à assistência do beneficiário”, afirma. 

Fechando o painel, o médico oncologista Stephen Stefani, especializado em Economia da Saúde, avaliou a utilização de novas tecnologias. Ele explicou que no passado, os médicos tomavam decisões baseadas na intuição, além de sinais e sintomas do paciente. Atualmente, os estudos clínicos e as evidências são os fatores levados em consideração. E no futuro, as decisões médicas terão o respaldo de algoritmos garantindo a precisão. O médico chamou a atenção para os preços dos novos medicamentos oncológicos que entram no mercado, cada medicamento custa em torno de R$ 50 mil por mês, por isso, cabe ao médico avaliar o real benefício na qualidade de vida do paciente decorrente desse custo. O oncologista citou um estudo chamado “Choosing Wisely”, da American College of Physicians, para destacar a importância de equilibrar recursos que não são infinitos entre vários pacientes. Para isso, usou um exemplo didático.

“Se eu chegar no consultório e tiver dez pacientes e eu gastar quatro horas para atender o primeiro, estou prejudicando os outros nove. Eu tenho que ter um pouco de responsabilidade na hora de distribuir o meu tempo, que é um bem indivisível, e garantir que todos saiam de lá realmente atendidos”, explicou.  “O Brasil gasta aproximadamente 10% do PIB em saúde. Não é um número ruim, o problema é que mais da metade disso se gasta com 25% da população que tem plano de saúde. Obviamente que se os custos do plano ficam muito onerosos por conta de uma série de incorporações que não estavam no cálculo atuarial, isso vai empurrar mais pessoas para o SUS”, afirma.

 Questões econômicas

Na abertura do segundo painel, Análise Econômica dos Atos Regulatórios, o ministro Ricardo Villas Bôas Cueva reconheceu que as decisões judiciais, em sua maioria, não levam em contas as consequências econômicas no setor de Saúde, mas a dimensão custo é fundamental para que o sistema seja minimamente viável.

“Isso começa a mudar com a lógica consequencialista, na qual o juiz, o administrador e o aplicador do Direito são obrigados a levar em conta as consequências que as suas decisões terão no mundo real”, avaliou. O ministro afirmou que “a chamada Lei de Liberdade Econômica também introduziu a Análise de Impacto Regulatório, ferramenta que já é vastamente usada no mundo inteiro e que é fundamental para que se possa aquilatar o custo e o benefício de uma determinada regulação”.

A economista Ana Carolina Maia, da Universidade de São Paulo (USP), deu sequência ao painel alertando que a gestão do negócio pode ser dificultada com liberação de procedimentos fora do rol.

“Com o rol exemplificativo, operadoras passam a desconhecer despesas futuras, e não podem assumir contratos, uma vez que não podem garantir fluxos de pagamento para prestadores e formação de rede suficiente”, explica.

Fechando o painel, a atuária e diretora de Saúde do IBA, Raquel Marimon, lembrou que todo e qualquer novo custo, seja com remuneração dos prestadores, seja com oferta de novas tecnologias médicas, é incorporado ao preço do produto, tornando-o cada vez mais caro para empresas ou pessoas físicas a compra de cobertura de Saúde. “Hoje, os custos com planos de saúde representam 10% ou 12% das despesas das empresas, um gasto que, no fim das contas, deixa de ir para o bolso do trabalhador ou deixa de fora do sistema um número crescente de pessoas que compram proteção individualmente”, avaliou. 

Ao encerrar o encontro, o ministro Luiz Felipe Salomão, do STJ, destacou que o webinar explicitou alguns dos desafios sérios que envolvem a Saúde Suplementar e sua sustentabilidade. “O índice de judicialização tem crescido e embora seja um setor regulado, o que faria com que as regras das agências impedissem a judicialização, o que assistimos é exatamente o contrário”, afirmou. O evento teve a apresentação do editor-executivo da Revista Justiça& Cidadania, Tiago Salles. 

Oxigênio Aceleradora seleciona startups para participar do 11° ciclo de aceleração

oxigenio aceleradora

Fonte: Oxigêncio

A Oxigênio Aceleradora selecionou as dez startups que irão participar do seu 11° ciclo de aceleração. O programa, que tem foco na geração de negócios, oferece um processo mais simplificado e uma série de benefícios para startups que precisam de incentivos para dar andamento aos seus projetos. Este ano, o processo conta com a parceria da Liga Ventures, responsável pela gestão de aceleração, e terá duração de quatro meses.

“A Porto Seguro segue com o seu foco principal pela busca por inovação e criação de oportunidades de negócios. Já temos mais de 75 projetos produzidos pelo programa de aceleração da Oxigênio e continuamos na busca de soluções inovadoras para o empreendedorismo brasileiro”, afirma o gerente de Pesquisa e Desenvolvimento da Porto Seguro e Oxigênio Aceleradora, Mauricio Martinez.

Confira abaixo as startups participantes do décimo primeiro ciclo de aceleração:

Certdox: plataforma flexível de serviço digital que provê a conexão automatizada de operações, contratos e garantias com Cartórios, e toda e qualquer Entidade Oficial de Registro. (https://certdox.com.br/);

Zaig: oferece soluções completas para Antifraude e Compliance. Apresentando soluções disruptivas e seguras, além de trazer tranquilidade e confiança para seus clientes em um mundo digital com crescentes ameaças. (https://zaig.com.br/);

Juit: legaltech que entrega tecnologias sofisticadas para o mercado jurídico. Oferecendo aos operadores do Direito a capacidade de tomar decisões baseadas em dados. (https://rimor.juit.io/teste-gratis);

Fligoo: empresa global de tecnologia situada em São Francisco, Estados Unidos, desde 2013. Com mais de 7 anos de experiência trabalhando com Advanced Analytics and Decision Science, desenvolve soluções inteligentes baseadas em uma estrutura de algoritmos própria usada por líderes globais nas indústrias de Serviços Financeiros e Varejo. (https://fligoo.com/);

Health id lab: realiza predições de Doenças e Estratificação do Risco Saúde para aproximar Operadoras de Saúde ao seu beneficiário. Os sistemas Health ID entregam detalhado conhecimento beneficiários das Operadoras. (https://www.healthidlab.com/);

Octágora: empresa brasileira de tecnologia que desenvolveu e fornece uma plataforma corporativa de assistência visual e colaboração remota por vídeo, facilitando o diagnóstico e resolução de problemas técnicos de forma interativa e eficiente. (https://octagora.com.br/);

Cinnecta: plataforma que permite que empresas conheçam melhor o seu consumidor por meio de inteligência de dados. Os algoritmos utilizados auxiliam na produção de insights e estratégias que ajudam a gerar valor para o negócio. (https://cinnecta.com/);

Pareto: software RPA que vem contribuindo com mais de 12 mil empresas em 84 países a atingirem a máxima performance em times de marketing, através de uma poderosa plataforma IA de automação ponta-a-ponta. (https://pareto.io/pt-br/);

Play2Sell: desenvolve games que transformam os treinamentos numa jornada divertida e engajadora, aumentando a taxa de conversão em vendas. (https://www.play2sell.com/);

Ololu: plataforma completa para vendas de consórcio, feita por especialistas. Oferece liberdade para vender sem vínculo empregatício, com todas as ferramentas e recursos disponíveis de grandes bancos e administradoras. (https://ololu.com.br/plataforma-digital).

Para mais informações sobre o funcionamento e inscrições para os programas da Oxigênio Aceleradora estão no site: oxigenioaceleradora.com.br.

Sincor-SP cria Plantão Regional para atender corretores de todo o Estado

Fonte: Sincor-SP

o Sincor-SP acaba de criar o Plantão Regional. Um serviço de atendimento online da categoria em diversas regiões do Estado de São Paulo. O calendário está disponível na área de Benefícios do site da entidade.

Mensalmente, os diretores regionais do Sincor-SP irão realizar os atendimentos com os corretores locais para dar orientações profissionais, tirar dúvidas sobre os benefícios da entidade, receber demandas regionalizadas, além de fortalecer o networking da categoria.

“É o Sincor-SP de portas abertas para ouvi-lo”, diz o presidente do Sincor-SP, Alexandre Camillo. “O atendimento nas Regionais do Sincor-SP já existe de maneira eficaz. O que vamos fazer agora é aproximar, ainda mais, o diretor regional dos corretores, com o objetivo de entender e solucionar, de maneira ainda mais rápida, as demandas de cada região”, explica Camillo.

A iniciativa conta com a organização do 1º secretário, Marcos Abarca. Segundo ele, esse período de transformação, impulsionada pelo isolamento social, fez com que o Sincor-SP se preparasse tecnicamente para ampliar os serviços no ambiente digital. “Tivemos essa adaptação, com as Comissões Técnicas, permitindo que os corretores tenham acesso mais rápido aos especialistas de cada ramo, e, agora, queremos encurtar o caminho para que os corretores conversem com a nossa diretoria local.”

Abarca aponta que com o Plantão Regional será possível ouvir os corretores locais e já demandar os pedidos aos departamentos internos, agilizando as tratativas. “Imaginem que, durante o Plantão de Araçatuba, por exemplo, o diretor regional ouça diversas reclamações a respeito de determinado fornecedor ou seguradora no atendimento ao segurado. Com esses registros, o diretor já poderá encaminhar o caso para a nossa Assessoria Técnica ou direcionar para a Comissão Intersindical discutir e buscar melhorias no processo da região. Realmente, estaremos muito mais ágeis para resolução dos problemas do corretor”, exemplifica Abarca.

Cada regional tem um dia do mês específico para fazer o atendimento. Para acompanhar de maneira mais clara os dias e horários, os corretores podem acessar o calendário no site do Sincor-SP. “Definitivamente, estamos mostrando aos corretores que nossas Regionais estão mais atuantes do que nunca”, conclui Camillo.

Susep simplifica seguro auto a partir de 1º de setembro

Solange Vieira Susep

A Superintendência de Seguros Privados (Susep) publicou hoje (13), no Diário Oficial da União (DOU), a Circular nº 639, que dispõe sobre regras e critérios para a operação de seguros do grupo automóvel. A nova norma, que entrará em vigor no dia 1º de setembro, simplifica e flexibiliza o seguro auto e visa a inclusão e a ampliação de acesso, promovendo o desenvolvimento do mercado. 

O seguro auto é uma das principais modalidades do país, responsável pela arrecadação de R$ 17,43 bilhões em prêmios no primeiro semestre do ano. O valor é 6,8% superior ao do mesmo período de 2020. No entanto, dados do Denatran e da Susep indicam que apenas 16% da frota de veículos no Brasil tinha cobertura de seguros em 2019, número que chega a pouco mais de 33% se considerados apenas veículos com até 10 anos de fabricação. Para a superintendente da Susep, Solange Vieira, a circular representa uma ação importante no processo de acesso ao seguro e desenvolvimento do setor. “Temos trabalhado para que o seguro seja cada vez mais uma opção para que o cidadão possa se proteger e proteger seu patrimônio. As mudanças no seguro auto propiciarão muitas oportunidades para o mercado e, principalmente, para novos consumidores de seguro. Trata-se de oferecer mais acesso e possibilidade de escolhas”, afirma Solange. 

Entre as mudanças implementadas pela Autarquia está a possibilidade de o seguro ser contratado sem a identificação exata do veículo. Esta medida, alinhada a práticas internacionais, aumenta, por exemplo, o acesso a motoristas de aplicativos e condutores que já adotam o compartilhamento de automóveis, utilizam carros por assinatura ou alugados. 

Outras novidades são a possibilidade de comercialização de coberturas de casco abrangendo, de forma isolada ou combinada, diferentes riscos a que esteja sujeito o veículo segurado. A permissão para estruturação de coberturas de casco de forma parcial, com assunção apenas de parte do risco pela sociedade seguradora, e a exclusão de limite para caracterização de indenização integral permitirão maior diversificação de produtos e preços, atendendo às necessidades e preferências de diferentes consumidores. “Esperamos um crescimento significativo do mercado nos próximos anos, com ampliação de cobertura, inclusão e, principalmente, inovação. E, a partir de agora, as bases para um ambiente favorável à competição e novos negócios, com menos restrições regulatórias, estão lançadas”, afirma o diretor da Susep, Rafael Scherre. 

Além disso, será possível a contratação de coberturas de responsabilidade civil facultativa, assistência e acidentes pessoais de passageiros vinculadas ao condutor, independentemente de quem seja o proprietário do veículo. “A proposta traz grande flexibilidade em relação às regras atuais. Esperamos novos produtos e mais segurados, sempre com boas práticas de conduta e total transparência por parte das seguradoras”, explica Mariana Arozo, coordenadora-geral de regulação de seguros massificados, pessoas e previdência da Susep. 

Wiz registra lucro líquido 66% maior no 2T21, para R$ 84,6 milhões

Fonte: Wiz

 A Wiz Soluções obteve lucro líquido ajustado de R$ 84,6 milhões no 2º trimestre de 2021. O lucro líquido ajustado da gestora de canais de distribuição de seguros e produtos financeiros foi 66,8% maior neste 2T21 do que o alcançado no mesmo período do ano anterior. Com destaque para a performance no modelo bancassurance com a Bmg Corretora, a expansão do crédito especialmente em consórcios e a ampliação dos canais de vendas.

“Nossos resultados evidenciam o fortalecimento da cultura corporativa e do planejamento sólido do negócio. No 2º trimestre, selamos acordo com o Banco de Brasília, um dos que mais crescem no País, principalmente em função do Nação BRB Fla, o banco digital que atingiu recentemente a marca de 1,5 milhão de clientes. Agora partimos com o BRB para a criação de uma joint venture e teremos 20 anos para comercializar produtos”, celebra o CEO da Wiz, Heverton Peixoto.

A corretora atingiu R$ 244,8 milhões de Receita Bruta, no 2T21. Isso representa um crescimento de 44,5% em relação ao realizado no mesmo intervalo de avaliação do ano passado e o EBTIDA ajustado de R$ 109,5 milhões, um aumento de 43,8% no ciclo de análise, informa comunicado.

A parceria com a Bmg Corretora trouxe resultado de R$ 59,5 milhões em Receita Bruta, o que corresponde a 24,3% do total registrado no período em questão. O resultado da operação que atua nos canais do Banco Bmg foi alavancado pelas vendas de seguros de vida – que cresceram 400% – e prestamista.

A Wiz Parceiros alcançou R$ 1,6 bilhão com a comercialização de consórcios durante o 2T21. O montante representa 11,4% a mais do que nos mesmos três meses do ano anterior. 

A Wiz Parceiros fechou nos últimos meses acordos com grandes instituições financeiras. Em maio, foi anunciado o contrato com o Santander para a oferta de consórcios, cuja operação recém-iniciada adicionou R$ 100 mil à Receita Bruta da Wiz, no 2T21. No mês passado, houve ampliação do vínculo com o Itaú Unibanco, agora para a comercialização de financiamento imobiliário.  Ainda em julho, o pacto com o Banco do Brasil para a venda de consórcios veio à tona. 

A rede credenciada comercial conta com 17 mil pontos de vendas em todo o Brasil (eram 1 mil a menos no 1T21). No ano passado, a Wiz Parceiros atingiu R$ 5,6 bilhões na venda de consórcios, o que representa 8% do market share no País.

A Wiz Conseg, focada na distribuição de seguros e produtos financeiros para o segmento de concessionárias de veículos, obteve R$ 2,2 milhões de Receita Bruta no 2T21, crescimento de 65,2% em relação ao 2T20. O resultado foi impulsionado pela receita do produto Prestamista, que já representa 58,9% dos ganhos da operação.

A parceria da Wiz com o Inter, por meio da Inter Seguros, completou dois anos em maio. Os resultados seguem em expansão: são 532 mil clientes em carteira, um aumento de 342,5% em relação ao 2T20. 

O aplicativo do Inter conta com 17 produtos de seguridade totalmente digitais, levando comodidade, praticidade e agilidade aos públicos de interesse. Com isso, ao longo do 2T21, a operação adicionou R$ 5,9 milhões aos cofres da gestora de canais de distribuição de seguros e crédito.

MDS Brasil lança e-book que reúne tendências e mudanças no mercado segurador no pós-pandemia

A pandemia da Covid-19 envolveu o mundo em uma crise sistêmica, impactando, além da saúde pública, o convívio social, a economia e o comércio dos países. Adaptações à nova realidade precisaram ser feitas em todos os setores, e isso não seria diferente no mercado segurador. Esse momento de desafios evidencia a necessidade de revisar o planejamento e reagir rapidamente às transformações que acontecem diariamente.  

Atenta ao cenário, a MDS Brasil, uma das principais corretoras do país no segmento de seguros, resseguros, gestão de benefícios e consultoria de riscos, lança e-book contendo informações, vivências e experiências transmitidas pelos líderes da companhia. Cronologicamente estruturado, o livro digital remonta à descoberta do coronavírus e sua chegada em solo nacional. Também traz entrevistas e artigos nos quais executivos da companhia descrevem as adaptações e reinvenções que foram feitas em seus modelos de negócio para garantir a continuidade à prestação e serviços de qualidade aos clientes e à sociedade como um todo diante desta nova realidade mundial.  

O material tem infográficos com dados exclusivos de saúde mental, economia nacional, mundial e os reflexos sobre as diferentes modalidades de seguros do setor, e conta com a colaboração de executivos de destaque no cenário internacional, como José Manuel Dias da Fonseca, CEO Global da MDS e também Chairman e fundador da Brokerslink; Ariel Couto, CEO da MDS Brasil e Américas Regional Manager da Brokerslink e Jorge Luzzi, CEO Global da RCG, que contribuíram com análises estratégicas e um olhar clínico para entender como o setor terá desdobramentos nos pós pandemia. O conteúdo é complementado com entrevistas de grandes empresas parceiras da MDS, que tiveram êxito ao entenderem o cenário e transformarem com maestria os processos durante a pandemia.  

Produzido a partir da visão multidisciplinar de diversos especialistas do setor, o Dossiê traz prefácio da jornalista Karin Fuchs e entrevistas exclusivas com José Manuel e Ariel Couto assinadas por Denise Bueno, referência na Imprensa para o mercado de seguros. Seguindo o seu propósito como companhia, a MDS deixa seu legado por meio do e-book, compartilhando conhecimento e disseminando boas práticas por meio de exemplos e experiências reais. “Não é novidade que a pandemia impactou quase todos os projetos e planos que a precederam. A chegada dessa crise mundial foi – e continua sendo – um forte parâmetro para rearranjar as decisões tomadas no presente e, consequentemente, recalibrar o olhar para o futuro pós-pandêmico. E foi o que fizemos. Reagimos de forma rápida, assim como o mercado de forma geral, adaptando os nossos processos e nossas soluções à novas necessidades que, até então, não eram vistas como importantes a curto prazo. Nesse dossiê, conseguimos reunir alguns casos de sucesso da nossa empresa e de grandes parceiros de negócios”, afirma Ariel.  

Riscos evidenciados  

Riscos Cibernéticos, Saúde Mental e Interrupção de Negócios são algumas das ameaças constantemente presentes no cerne das questões trazidas pela Covid-19. E, embora pandemias sejam consideradas riscos não mitigáveis, os impactos sem precedentes do Coronavírus levaram seguradoras, operadoras de saúde e outros parceiros da corretagem a flexibilizarem regras, delinearem novas proteções e romperem paradigmas no intuito de proteger a sociedade e os negócios com ainda mais eficiência.  

As empresas de seguros devem propor soluções para remediar o impacto financeiro da pandemia e preservar vidas. Atenta às mudanças comportamentais, a MDS Brasil trabalha para ajudar as organizações a prevenir perdas. O uso de dados e tecnologia de uma forma mais estruturada tem possibilitado uma nova capacidade de adaptação para enfrentar os desafios que estão por vir. Aliado a esse foco, os anos de 2020 e 2021 já registram aumento nos investimentos em tecnologia digital e de dados em todo o mercado segurador. 

“Um estudo revelou que antes da Covid-19, em 2018, o mercado de seguros para riscos cibernéticos representava US$ 4.8 milhões. As projeções para 2026 indicavam crescimento de 25%, pulando para um valor de US$ 28.6 milhões. Com o advento do isolamento social e do home office, colaboradores de algumas empresas passaram a acessar o trabalho por conexões domésticas, que contam com menos proteção que as redes corporativas. Como consequência, os ataques se tornaram mais frequentes, além de sofisticados, o que acarretou na maior procura pela cobertura e a necessidade de desenvolvimento de produtos mais abrangentes pelo mercado”, explica Ariel Couto. Para o executivo, o Dossiê tem uma grande relevância tanto para os colaboradores e parceiros da MDS, quanto para as empresas que atuam no setor de seguros e buscam informações de credibilidade para traçar novos rumos de negócios. 

Coletânea de conteúdos Covid-19 

O e-book é mais uma iniciativa que se soma a outras feitas pela MDS desde o início da pandemia. A companhia disponibiliza informações relevantes sobre a Covid-19 por meio do portal www.covid19.mdsinsure.com.br. Usando uma linguagem simples e buscando conteúdo de qualidade, é possível obter em um único ambiente explicações básicas sobre o coronavírus, boletins epidemiológicos atualizados (Secretaria de Vigilância em Saúde), notícias, vídeos, além de desdobramentos das formas de contágio, como se proteger e quando buscar ajuda médica, por exemplo.  

No portal, o visitante também tem acesso a diversos materiais produzidos pela empresa envolvendo o tema Covid-19 que foram disponibilizadas desde o surgimento da pandemia. A página teve diversas atualizações ao longo de 2020 e 2021 e ainda segue como um importante canal de comunicação para colaboradores e parceiros. 

MAPFRE abre inscrições para patrocínios incentivados

Mapfre Brasil

Fonte: Mapfre

A MAPFRE procura constantemente contribuir com a sociedade por meio do incentivo a projetos que promovam o desenvolvimento socioeconômico e permitam acesso a pautas fundamentais para o futuro das comunidades em que a companhia atua. Essa busca ganha um novo reforço a partir da próxima segunda-feira, dia 16 de agosto, quando serão abertas as inscrições 
para o processo de seleção de patrocínios incentivados. 

“Nosso objetivo é fortalecer iniciativas que promovam a cultura, a educação, a preservação do meio ambiente, a proteção aos direitos humanos, a igualdade de gênero, as diversidades étnica e cultural, o esporte, a saúde e a qualidade de vida em diversas regiões brasileiras”, explica Tatiana Cerezer, superintendente de Marketing, Patrocínios e Incentivos da MAPFRE. 

Para participar do processo, os projetos precisam – até a sua data de inscrição – estarem aprovados dentro de alguma das Leis de Incentivo listadas no regulamento e terem previsão de realização para 2022. Podem participar pessoas jurídicas, cujo objeto social ou finalidade institucional envolvam atividades de natureza cultural ou artística, esportiva ou social, com ou sem fins lucrativos (instituições, sociedades, fundações ou associações). 

As inscrições vão até o dia 01 de novembro. Os projetos serão avaliados pelo Comitê de Patrocínios da MAPFRE e os selecionados serão divulgados em janeiro de 2022 no site da companhia.

Luis Garcia é o novo diretor de Investimentos da SulAmérica

Fonte: SulAmérica

Uma das maiores assets independentes do Brasil e com mais de R﹩ 46 bilhões em ativos sob gestão, a SulAmérica Investimentos anuncia a contratação de Luis Garcia para liderar a Diretoria de Investimentos da asset. O executivo tem sólida experiência no mercado financeiro, tendo atuado com gestão de fundos e de times de alta performance. Em mais de 30 anos de carreira, passou por JP Morgan, Itaú Bankers Trust, Itaú BBA, Corttex Capital e Mauá Capital. 

“Minha missão é fortalecer ainda mais a estratégia de crescimento consistente da SulAmérica Investimentos, com alto nível de governança, critérios ESG na gestão de recursos e forte relacionamento com investidores e parceiros”, afirma Garcia. 

Fundada em 1996, a SulAmérica Investimentos administra os recursos dos clientes com transparência, rigoroso controle de risco, foco em retornos consistentes e visão de longo prazo. Há 11 anos consecutivos, conquista a nota máxima na avaliação de gestores de fundos de investimentos da Standard & Poor’s (AMP-1 – Muito forte). O portfólio diversificado com produtos de vida, previdência e investimentos traz opções customizadas para cada perfil de cliente e estratégia. 

Liberty Seguros lança nova temporada da Academia Digital para treinar corretores

Liberty Seguros

Fonte: Liberty

A Liberty Seguros lança mais uma edição da Academia Digital, treinamento criado para engajar e capacitar corretores a venderem seguros por meio das redes sociais. Além de recapitular dicas para ampliar os negócios em mídias como Facebook e Instagram, por meio de módulos revitalizados de versões passadas do treinamento, a edição deste ano do curso engloba técnicas para os corretores ofertarem seguros pelo LinkedIn, principal rede social voltada para negócios. 

A nova temporada terá início no dia 19 de agosto, às 16h, durante o webinar de lançamento na plataforma de treinamento da Liberty, ministrado pelo especialista de marketing digital e parceiro da seguradora, Lorran Souza. A Academia Digital faz parte do “Cresça com o Digital”, que reúne todas as iniciativas e ferramentas digitais que a companhia oferece para que os corretores possam desenvolver o trabalho nas redes sociais. 

Para este ano, a seguradora desenvolveu um mix de conteúdos gravados, que serão versões revitalizadas de módulos compartilhados em versões passadas do treinamento, e aulas ao vivo com temáticas inéditas.

“Desde a primeira edição da Academia Digital, em 2018, os treinamentos já impactaram mais de 2.700 corretores, e estamos extremamente orgulhosos pelo resultado”, comenta o vice-presidente comercial da Liberty Seguros, Marcos Machini. “A quarta temporada do curso vem para recapitular o que já foi ensinado com foco em Facebook e Instagram e trazer dicas para vender seguros no Linkedin, com o objetivo de desenvolver os corretores nestas ferramentas, para ajudá-los a crescer junto à companhia e expandir suas carteiras por meio do digital”, completa. 

Abaixo, os conteúdos da quarta temporada da Academia Digital:

Conteúdos revitalizados

  • Episódio 1: Facebook Business e as mais novas atualizações para seguros
  • Episódio 2: Instagram Business e seus últimos recursos
  • Episódio 3: Google Meu negócio para corretores de seguros
  • Episódio 4: Como criar campanhas de Google ADS em 2021
  • Episódio 5: Produção de conteúdo na era digital para corretores

Aulas inéditas

  • Episódio 6: Bate-papo com os corretor sobre os resultados de marketing digital, no webinar ao vivo
  • Episódio 7: Linkedin para corretores de seguros
  • Episódio 8: Bate-papo com corretores ou profissionais de marketing digital sobre produção de conteúdo no LinkedIn em webinar ao vivo, com a participação de Eduardo Cortês.
  • Episódio 9: Anúncios avançados no Instagram e Facebook 
  • Episódio 10: Ferramentas da Liberty para corretores de seguros
  • Episódio 11: Webinar de encerramento com Lorran Souza e Dalva Correia sobre o conteúdo compartilhado nas aulas anteriores + aula ao vivo sobre como escrever posts no Instagram

Além do webinar de abertura, a Liberty realizará mais duas lives com especialistas de setores variados como parte da Academia Digital. No dia 1º de setembro, a companhia promoverá um encontro entre Lorran Souza e o especialista em vendas, Eduardo Cortêz. Já no dia 16 de setembro, a seguradora encerrará o treinamento com um evento online sobre comunicação de impacto, novamente intermediado por Lorran Souza, e trará como convidada Dalva Corrêa, LinkedIn Top Voice 2020, mentora de escrita e fundadora do Batida Perfeita.