MAG Seguros concluí série de treinamentos dos Facilitadores da Inovação

Fonte: Mag Seguros

Na última semana, a MAG Seguros, companhia de 186 anos especializada em seguro de vida e previdência, concluiu a série de treinamentos dos Facilitadores da Inovação. A iniciativa de formação é uma continuação do desenvolvimento dos colaboradores que passaram pelo Insurtech Innovation Program, programa que busca pensar soluções inovadoras para o setor, desenvolvido em parceria com o IRB Brasil RE e PUC Rio. 

Ao todo ocorreram três encontros, via Teams, com a participação de 13 funcionários, que recebiam materiais de estudo prévio e uma apostila com os principais assuntos abordados. Dentre eles, estão as principais ferramentas e metodologia usadas para o desenvolvimento de soluções inovadoras, técnicas de transmissão de ideias e conhecimento e ideias para multiplicar esses aprendizados para dentro da empresa. 

“Iniciativas como essa são ótimas oportunidades para os colaboradores assumirem ainda mais o papel de agentes inovadores, não só das suas áreas, mas para a companhia como um todo. É muito gratificante ver o crescimento e desenvolvimento dos nossos funcionários. Isso reforça, cada vez mais, o nosso perfil e posicionamento de uma companhia comprometida e com a cultura da inovação e tem esse pilar em seu DNA”, pontua Renata Loyola, superintendente de Gestão da Inovação da MAG. 

Setor de seguros mantém recuperação consistente no semestre, informa CNseg

marcio Coriolano

Fonte: Agência Brasil

A recuperação do setor segurador vem se mantendo de forma consistente após o início da pandemia do novo coronavírus, no ano passado. Os números do primeiro semestre – sem saúde e sem Seguro de Danos Pessoais Causados por Veículos Automotores de Via Terrestre (Dpvat) – divulgados pela Confederação Nacional das Seguradoras (CNSeg), confirmam os “bons resultados”. “É uma recuperação muito forte’, afirmou o presidente da entidade, Marcio Coriolano, em entrevista à Agência Brasil.

De janeiro a junho deste ano, o mercado de seguros brasileiro cresceu 19,8%, com arrecadação de R$ 145,1 bilhões, superando a do segundo semestre de 2019, antes da pandemia, que atingiu R$ 144,7 bilhões. Os destaques no semestre foram o segmento de cobertura de pessoas, que inclui vida e previdência, cuja arrecadação evoluiu 23,7%, seguido pelos segmentos de danos e responsabilidades (15,4%) e títulos de capitalização (8,4).

Segundo Coriolano, em danos e responsabilidades, o segmento patrimonial aumentou 20,7%, e de o seguro residencial, que movimentou o mercado, crescimento de 19,1% em relação ao primeiro semestre do ano passado. “É a questão das pessoas estarem em casa, investindo nos imóveis e trazendo junto o seguro.”

O seguro habitacional também teve evolução de 12,5%, procurado por pessoas para compra de material de construção, e o seguro rural (+37,9%), “que foi espetacular”, informou. Ele hamou a atenção também para os planos de risco, no segmento de coberturas de pessoas, que subiram a arrecadação em 16,3% no semestre. Os seguros cobrem morte, invalidez, doença e sobrevivência. Todos tiveram boa alavancagem nos últimos meses de maio e junho.

O seguro de responsabilidade civil também surpreendeu no semestre, com alta de 37,4%. O presidente da confederação comentou que não é um seguro muito comum no Brasil, mas ganhou proporção grande por conta de processos judiciais, “porque tem muita gente que entra na Justiça contra o fornecedor que não entregou a mercadoria ou por paralisação de atividades, por exemplo”. Os seguros de transporte também tiveram incremento de 34,1% em seis meses.

Expansão

O resultado do ano revela expansão de 12% da arrecadação, similar à do período pré-pandemia, de 2019, sendo 13,1% no segmento de pessoas, 12,3% de danos e responsabilidades e 3,3% dos títulos de capitalização. Marcio Coriolano ressaltou que já a partir de maio do ano passado, o mercado tinha recomeçado a crescer.

“Agora, já estamos comparando com taxas do ano passado que haviam voltado a crescer. O desafio é saber se a demanda por produtos de seguros vai continuar crescendo ou se vai estacionar”. No primeiro caso, a tendência é fechar o ano com dois dígitos. “Todo mundo continua muito preocupado em proteção de seguros. Aí, eu acho que tem tudo para ir para um patamar superior ao que tivemos até agora”. A expectativa é alcançar algo em torno de 12,5%.

“Estamosos, nos últimos três meses, com taxas anualizadas beirando dois dígitos ou superando. É uma tendência de aumento. Acho que chegaremos no segundo semestre com taxa de dois dígitos”, disse. O presidente da CNSeg destacou que o mercado de seguros brasileiro continua crescendo acima de qualquer outro setor da economia.

“Tem um efeito importante aí para a população que está comprando mais seguros do que qualquer outro serviço”. O desempenho de 2021 vai depender ainda da vacinação da população, do comportamento da inflação, que já acumula alta de 8,4% em 12 meses, e do crescimento do Produto Interno Bruto (PIB, soma de todos os bens e serviços produzidos no país).

Expectativa

A expectativa é que o segmento de danos e responsabilidades continmuer liderando, com ênfase nos seguros rural, residencial e voltado para empresas, informou o presidente da confederação. No caso dos seguros para pessoas, ele ressaltou que deve ser dada atenção para os seguros VGBL (Vida Gerador de Benefício Livre) e PGBL (Plano Gerador de Benefício Livre), que são, respectivamente, seguro de pessoa e seguro de previdência. Coriolano acredita que agora, com o aumento da taxa de juros básica Selic, esses seguros passem a ter um fator de competição adicional, que haviam perdido quando a taxa de juros caiu. “Com os juros mais altos, eles passam a ser mais competitivos. É um produto de previdência”, reiterou.

Em relação os títulos de capitalização, o presidente da CNSeg avaliou que a tendência é de recuperação, mas não devem chegar a níveis alcançados em outros anos, pelo fator de competição de outros ativos. “Depende muito do apetite do consumidor. Com juros altos, a capitalização tende a ser beneficiada”, concluiu.

Junho

A análise dos dados de junho mostra que o setor cresceu 18,8%, em comparação ao mesmo mês de 2020, com arrecadação de R$27,7 bilhões. Embora tenha sido um desempenho positivo, ficou abaixo do resultado do mês anterior (41,1%) que sofreu forte influência da baixa arrecadação de maio de 2020 devido ao pico da pandemia da covid-19 no Brasil.

O segmento de danos e responsabilidades evoluiu 18,4% em prêmios, enquanto o de cobertura de pessoas registrou aumento de 19,7% comparativamente a junho do ano passado. Os planos de risco mantiveram o bom resultado apresentado ao longo do ano e cresceram 23,1% sobre junho de 2020.

O seguro viagem, que aumentou 70,4% em relação a junho de 2020, é destaque, embora esse resultado seja parcialmente explicado pela base comprimida daquele ano.

Nos planos de acumulação, a Família VGBL seguiu mostrando resultados positivos, embora menores que os observados nos últimos três meses. Em junho, esse conjunto de planos evoluiu 20,3% em relação ao resultado do ano passado, indicou Marcio Coriolano. Já os títulos de capitalização tiveram incremento de 12,5% sobre o mesmo mês do ano passado. 

Nova plataforma SRO, criada pela Susep, vai integrar dados de seguros de todo o país

Suthub

Fonte: Suthub

O mercado de seguros do Brasil começa, no segundo semestre de 2021, uma nova fase dentro do Sistema de Registro de Operações (SRO), especificamente a criação de uma plataforma integrada de dados na qual deverão ser disponibilizados todos os seguros e operações registradas pelas registradoras no âmbito da interoperabilidade.

Para atender a demanda, B3, CERC e CSD, as três primeiras registradoras de seguros homologadas pela Susep, criaram uma associação e, ao analisar o mercado, fecharam contrato com a SUTHUB, insurtech pioneira na distribuição digital de seguros. A empresa está desenvolvendo uma plataforma que entregará informações amplas e consolidadas sobre o mercado de seguros e que ficarão ao alcance da superintendência para análise e fiscalização do mercado. Futuramente, a plataforma realizará a entrega de dados das seguradoras diretamente para a Susep, com ganhos de escala e diminuição do custo de observância para o mercado. 

A SUTHUB atua no mercado desde 2017 como uma VAN (Value Added Network) especializada em seguros, interligando canais digitais, meios de pagamento, sistemas de enriquecimento de dados, corretoras, seguradoras e assistências para que as empresas acelerem a implantação de projetos de vendas de seguros de forma 100% digital. 

“É um desafio e uma honra termos sido escolhidos para criar a plataforma de SRO no Brasil. Trabalhar com grandes volumes de dados é o nosso dia a dia desde sempre. Mas, agora, fazer isso em âmbito ainda mais amplo, com o apoio das registradoras e da Susep, é uma missão muito importante, pois sabemos o quanto a plataforma será utilizada pelo órgão fiscalizador e é uma peça importantíssima para o desenvolvimento do mercado e do Open Insurance”, explica Marcos Kenji Watanabe (foto), Chief Data Scientist da SUTHUB.

“A plataforma integrada que está sendo construída pela SUTHUB é um passo importante na próxima fase de entrega do Sistema de Registro de Operações. Contar com a expertise da SUTHUB no mercado vai permitir uma entrega simples, rápida e completa para auxiliar a Susep no seu processo de supervisão do mercado. A plataforma integrada é um marco importante desse processo de digitalização e evolução do mercado de seguros”, afirma Icaro Demarchi Araujo Leite, Superintendente de Produtos de Seguros da B3. 

“O setor de seguros é muito sofisticado e cresce em ritmo acelerado já há alguns anos. Neste contexto, a introdução do SRO pela Susep representa um grande passo na transformação digital do setor, começando pela substituição dos tradicionais mapas de risco por ferramentas de analytics baseadas nos dados do SRO, para supervisão do mercado pela Susep. A atuação de parceiros inovadores e ágeis como a SUTHUB é crucial para que os benefícios trazidos pelo SRO sejam possíveis e se expandam para muito além da substituição de mapas de risco, viabilizando serviços de conectividade e análise de dados, reduzindo riscos, custos e – acima de tudo – promovendo o crescimento sustentável do mercado, com muita segurança,” diz Marcelo Maziero, Chairman e fundador da CERC.

“Contar com a SUTHUB nesse projeto tão importante é muito bom para o SRO. Com conhecimento do mercado de seguros e capacidade técnica, a SUTHUB é o parceiro ideal para apoiar esse projeto de grande relevância, que vai gerar valor para o mercado todo, reduzindo custos e aumentando eficiência”, comenta Daniel Miranda, CFO da CSD.

Lucro da Munich Re avança para € 1,1 bilhão

A resseguradora alemã Munich Re registrou lucro líquido trimestral de € 1,1 bilhão (US$ 1,29 bilhão) em comparação com € 579 milhões um ano antes, impulsionados pelos ganhos nos segmentos de resseguro de propriedades e acidentes (P&C) e vida e saúde (L&H), apesar das perdas contínuas relacionadas à pandemia COVID-19, que chegaram a € 241 milhões. O lucro operacional foi de € 1,55 bilhão, acima dos € 755 milhões no ano anterior. Os prêmios brutos emitidos chegaram a € 14,64 bilhões, em comparação com € 12,83 bilhões, informou a empresa em comunicado.

Para o primeiro semestre do ano, um período em que o lucro geral da Munich Re aumentou para cerca de € 1,7 bilhão, a contribuição do resseguro foi de € 1,4 bilhão para o resultado consolidado. A empresa reiterou que está a caminho de atingir sua meta de lucro líquido de € 2,8 bilhões no ano inteiro, mas disse que pode não ser capaz de cumprir sua meta de lucro inferior de € 400 milhões em seus negócios de resseguro de vida e saúde.

A resseguradora aumentou suas previsões de vendas, com prêmio bruto para o ano inteiro para € 58 bilhões, compreendendo € 40 bilhões para resseguro e € 18 bilhões com a seguradora ERGO.

Os gastos gerais com sinistros para resseguro e na ERGO devem ficar na faixa de milhões de euros em relação a eventos climáticos severos e inundações em várias regiões da Europa.

As perdas com a pandemia ficaram acima das expectativas no resseguro L&H para Munich Re, impactando o resultado trimestral em € 140 milhões. “Estes foram dominados pelos desenvolvimentos na Índia e África do Sul e pela tendência decrescente nas despesas antecipadas para coberturas de mortalidade nos Estados Unidos. Além dos impactos do COVID-19, o segundo trimestre foi bem no geral, principalmente devido aos aumentos retroativos no prêmio para o negócio australiano de invalidez e um efeito único positivo referente a um grande tratado de resseguro da América do Norte ”, explica a empresa.

Para o segmento de P&C, a expectativa de perda pandêmica permanece a mesma, o que significa que a Munich Re aumentou sua expectativa de perda da COVID-19 para seu negócio de resseguro como um todo para € 700 milhões dos € 500 milhões anteriores.

Relatório do IPCC sinaliza a gravidade das mudanças climáticas

estudo IPCC

Os cientistas do IPCC (sigla em inglês para Painel Intergovernamental de Mudança do Clima da ONU) quantificaram em um relatório o aumento da frequência e da intensidade dos eventos extremos ligados às mudanças climáticas. “Este relatório reflete esforços extraordinários em circunstâncias excepcionais”, disse Hoesung Lee, presidente do IPCC. “As inovações neste relatório e os avanços na ciência do clima que ele reflete fornecem uma contribuição inestimável para as negociações e tomadas de decisão sobre o clima.”

O documento, que apresenta as bases da ciência física do clima, foi divulgado nesta segunda-feira (9), assinado por 234 autores de 65 países. O relatório do Grupo de Trabalho I é a primeira parte do Sexto Relatório de Avaliação do IPCC (AR6), que será concluído em 2022.

Aquecimento mais rápido

A ciência climática já previa nas últimas décadas o aumento de eventos extremos, como tempestades, enchentes, furacões, ciclones, secas prolongadas e ondas de calor. Agora, com modelos computacionais mais modernos, passou a ser possível atribuir o grau de influência das mudanças climáticas nesses eventos, calculando-se quantas vezes mais frequentes e mais intensos eles se tornam em função do aquecimento global.

No horizonte, a projeção é de que o aquecimento do planeta provoque em diferentes partes uma “ruptura social”. Mas em todos os cenários para o século 21, as conclusões apontam para a mesma direção: serão os mais pobres e vulneráveis quem pagarão um preço mais elevado pela transformação climática.

O relatório mostra que as emissões de gases de efeito estufa das atividades humanas são responsáveis ​​por aproximadamente 1,1 ° C de aquecimento desde 1850-1900, e conclui que, em média, nos próximos 20 anos, a temperatura global deverá atingir ou ultrapassar 1,5 ° C de aquecimento. Esta avaliação é baseada em conjuntos de dados observacionais aprimorados para avaliar o aquecimento histórico, bem como o progresso na compreensão científica da resposta do sistema climático às emissões de gases de efeito estufa causadas pelo homem.

“É praticamente certo que o nível médio global do mar continuará a subir ao longo do século 21, com uma provável elevação de 0,28-0,55 m (no cenário menos pessimista) e 0,63-1,02 m (no cenário mais pessimista) em relação à média de 1995-2014”, diz. No caso da Amazônia, o rascunho do informe inclui a floresta entre os pontos do planeta que poderão caminhar para um “ponto de ruptura”.

O levantamento constata ainda que as concentrações atmosféricas de CO2, metano e N2O são mais altas do que em qualquer momento em pelo menos 800 mil anos, e as atuais concentrações de CO2 não foram experimentadas por pelo menos 2 milhões de anos. A certeza dos cientistas é que o aquecimento é uma realidade e os eventos climáticos extremos vão se multiplicar pelo século 21, mesmo que a comunidade internacional consiga neutralizar as emissões de CO2.

O estudo fala do impacto na segurança alimentar, com risco de fome em 2050 para até 80 milhoes de pessoas. Prevê a expansão de terras secas até 2100” e aumento da concorrência por terra, energia e água através da intensificação da produção de alimentos.

O IPCC ainda alerta que, sem adaptação, as mortes causadas pelas inundações aumentarão globalmente em cerca de 130% em comparação ao período entre 1976-2005, num cenário de aquecimento de 2°C. Mas, ao mesmo tempo, a insegurança hídrica causada pela escassez de água aumentará, afetando potencialmente 170 milhões de pessoas. “Em cenários de maior risco, projeta-se que as cidades sejam negativamente afetadas por secas de até 20 vezes mais até 2100”, alerta.

Outro resultado previsto é o aumento de doenças não transmissíveis e infecciosas, incluindo doenças transmitidas por vetores, doenças transmitidas pela água e por alimentos. “As doenças transmitidas por mosquitos e carrapatos são projetadas para se expandir para latitudes e altitudes mais elevadas”, apontaram os cientistas, indicando uma migração de doenças até agora restritas aos trópicos. “O risco de dengue crescerá e seu alcance será espalhados na América do Norte, Ásia, Europa e África subsaariana, colocando potencialmente outras 2,25 bilhões de pessoas em risco”, destacam.

“As mudanças climáticas provavelmente aumentarão a capacidade vetorial da malária e a infecção em partes da África Sub-Sahariana, África Oriental e Austral, Ásia e América do Sul. Doenças infecciosas ligadas à pobreza se tornarão mais severas, assim como a intensidade de febres hemorrágicas como ébola”, aponta.

Para milhões de pessoas pelo planeta, a transformação do clima será traduzido em miséria e fuga de suas próprias terras. Desde 2008, uma média de 12,8 milhões de pessoas são desalojadas anualmente por desastres naturais, sendo as tempestades e enchentes os dois maiores motores.

Num dos cenários trabalhados pelo IPCC, o número de pessoas vivendo em extrema pobreza poderá ser incrementada em 132 milhões em relação aos atuais 700 milhões que já se encontram nessas condições. Como resultado, as “futuras mudanças climáticas podem aumentam o deslocamento forçado”. “Mesmo com as mudanças climáticas atuais e moderadas, as pessoas vulneráveis experimentarão uma maior erosão de sua segurança de subsistência que pode interagir com crises humanitárias, como o deslocamento e a migração forçada e conflito violento, e levam a pontos de ruptura social”, alertam.

Mas não se trata apenas de temperatura. A mudança climática está trazendo várias mudanças diferentes em diferentes regiões – que irão aumentar com o aquecimento adicional. Isso inclui mudanças na umidade e seca, nos ventos, neve e gelo, áreas costeiras e oceanos. Por exemplo:

– As mudanças climáticas estão intensificando o ciclo da água. Isso traz chuvas mais intensas e inundações associadas, bem como secas mais intensas em muitas regiões.

– A mudança climática está afetando os padrões de precipitação. Em altas latitudes, é provável que a precipitação aumente, enquanto se prevê que diminua em grandes partes das regiões subtropicais. Esperam-se mudanças na precipitação das monções, que variam de acordo com a região.

– As áreas costeiras verão o aumento contínuo do nível do mar ao longo do século 21, contribuindo para inundações costeiras mais frequentes e severas em áreas baixas e erosão costeira. Eventos extremos ao nível do mar, que anteriormente ocorriam uma vez a cada 100 anos, poderiam acontecer todos os anos até o final deste século.

– O aquecimento adicional ampliará o degelo do permafrost e a perda da cobertura de neve sazonal, o derretimento das geleiras e mantos de gelo e a perda do gelo do mar Ártico no verão.

– Mudanças no oceano, incluindo aquecimento, ondas de calor marinhas mais frequentes, acidificação dos oceanos e níveis reduzidos de oxigênio, foram claramente associadas à influência humana.

  • Essas mudanças afetam os ecossistemas oceânicos e as pessoas que dependem deles e continuarão pelo menos até o final deste século. Para as cidades, alguns aspectos da mudança climática podem ser amplificados, incluindo o calor (já que as áreas urbanas são geralmente mais quentes do que seus arredores), enchentes devido a eventos de forte precipitação e aumento do nível do mar nas cidades costeiras

“Este relatório é uma verificação da realidade”, disse Valérie Masson-Delmotte do Grupo de Trabalho I do IPCC. “Agora temos uma imagem muito mais clara do clima do passado, presente e futuro, o que é essencial para entender para onde estamos indo, o que pode ser feito e como podemos nos preparar.”

Diversidade nas seguradoras

Solange_Beatriz_CNseg

A nova edição do Relatório de Sustentabilidade do Setor de Seguros, produzido pela Confederação Nacional das Seguradoras – CNseg, revela que 90,5% das empresas participantes do levantamento adotam práticas de promoção da diversidade e não discriminação. A publicação, que será lançada durante a CONSEGURO – maior evento do segmento no país e que será realizado de 27/09 a 01/10 em formato virtual – aponta ainda que 63,2% das seguradoras criaram um Comitê de Diversidade com ações que são relatadas diretamente para as principais lideranças das empresas.

Outro dado da pesquisa aponta que 68,4% das seguradoras monitoram os indicadores de diversidade do quadro de funcionários. “Essas iniciativas são essenciais para garantir que as seguradoras sejam efetivamente inclusivas, reforçando que a cultura da diversidade e não-discriminação é um valor fundamental para o setor segurador”, afirma Solange Beatriz Palheiro Mendes, diretora-executiva da CNseg. 

Profissionais da saúde e corretores de seguros são finalistas do eFestival 2021

Efestival SulAmerica

Fonte: SulAmérica

O resultado dos finalistas das categorias Instrumental e Canção do eFestival 2021, o palco mais digital da música brasileira, foram divulgados no último dia 30/7. A votação popular, pela internet, já começou. Com 20 anos de história, o concurso bateu recorde de inscrições, com mais de 8 mil participantes de todo o Brasil. A maioria dos candidatos foi das regiões Sudeste (53%) e Nordeste (22%).  

Os curadores do projeto são o jornalista, editor e crítico musical Carlos Calado e o maestro, arranjador, produtor, compositor e pianista Ruriá Duprat, além de um júri técnico especializado. A lista completa dos finalistas já está disponível no site do evento: www.efestival.com.br  e a votação popular na internet segue até o final do mês de agosto. Um outro recurso para conhecer os finalistas será a interação pelas redes sociais e entrevistas com os curadores do projeto com os concorrentes.   

Uma das grandes novidades da edição 2021 do concurso musical foi a inclusão de duas subcategorias inéditas para profissionais de saúde e corretores de seguros, além da subcategoria já existente (público geral). 

Confira os classificados nas subcategorias profissionais da saúde e corretores de seguros:  

Instrumental  

Profissionais da Saúde  

Andrea Perrone – Porto Alegre (RS)  

Mandrágoras Experimental – Londrina (PR)  

Stefano Rossi – São Paulo (SP)  

Talita Sanches – São Paulo (SP)  

Corretores de Seguros  

Andy Batera – São José do Rio Pardo (SP)  

Pietro Putinatti – Curitiba (PR)  

Canção  

Profissionais da Saúde:  

Annibal Rebello – Itu (SP)  

Banda PPR – Passo Fundo (RS)  

Don e seus desvios – São Paulo (SP)  

Jackson Almafer – Salvador (BA)  

Lucas de Paula – Patos de Minas (MG)  

Marcio Deluk – Imperatriz (MA)  

Renan Barbosa – São Paulo (SP)  

Serjão Prole Preta – Niterói (RJ)  

Severino Aires – João Pessoa (PB)  

Vanessa Molina – Salvador (BA)  

Corretores de Seguros:  

Andiara Feil – Cascavel (PR)  

Abediel & Eduardo Henrique – Suzano (SP)  

Banda Belelau – Itu (SP)  

Lucas Rett – Santo André (SP)  

O eFestival é considerado o maior concurso do país para revelar novos talentos musicais. O principal objetivo do projeto é ampliar o acesso à música e cultura no Brasil.  

“Nosso propósito é melhorar a vida das pessoas e acreditamos que a música tem um grande papel na jornada de levar Saúde Integral para todos. E o eFestival nos proporciona essa oportunidade, de poder incentivar os músicos a seguirem seus sonhos, inclusive profissionais de saúde e corretores de seguros. A ação só reforça que estamos no caminho certo”, diz Simone Cesena, diretora de Marketing da SulAmérica.  

Os vencedores do concurso terão a oportunidade de receber coaching dos renomados curadores do festival, gravar um single para divulgação nacional, se apresentar, na final, ao lado de Carlinhos Brown – o maior instrumentalista da música popular brasileira, na categoria Instrumental e da banda Titãs na categoria Canção, além de um prêmio em dinheiro para alavancar a carreira.  

Idealizado e realizado pela Dançar Marketing, o eFestival é uma parceria com o Ministério do Turismo, através da Secretaria Especial de Cultura, e do Governo do Estado de São Paulo, por meio da Secretaria de Cultura e Economia Criativa. A SulAmérica é patrocinadora máster do concurso.  

Como votar: acesse o site www.efestival.com.br, escolha a categoria Instrumental ou Canção, assista aos vídeos e vote em seu artista favorito de cada subcategoria: Público Geral, Profissionais da Saúde e Corretores de Seguros.  

  

Carlos Marinelli assume como Head da Atlântica Hospitais, empresa do Grupo Bradesco Seguros


Com mais de 22 anos de experiência, sendo 16 na área da saúde e sete como CEO do grupo Fleury, Carlos Marinelli torna-se o executivo responsável pela Atlântica Hospitais, empresa de gestão e investimento em hospitais e saúde, do Grupo Bradesco Seguros. Sob sua gestão, o executivo ajudou a consolidar o Fleury como uma das 25 marcas mais valorizadas do Brasil e liderou o Grupo em um período de aumento contínuo de lucratividade, satisfação do cliente e penetração de mercado.

MAPFRE e Bosch fecham parceria que auxiliará rede referenciada de oficinas nos reparos de automóveis

Fonte: MAPFRE

Os proprietários de automóveis vêm buscando cada vez mais serviços ágeis e de qualidade quando precisam de um conserto em seus veículos. A rede de oficinas recomendadas MAPFRE já pode contar com o apoio técnico da Bosch e da plataforma Mecânico Pro para auxiliá-la na busca por informações qualificadas, melhorando ainda mais a experiência dos segurados. 

O sistema MAPFRE e Mecânico Pro, pioneiro dentro do mercado segurador, possui informações técnicas de auxílio à reparação dos veículos de acordo com categoria, marca e modelo. Dentro da plataforma estão disponíveis fichas técnicas, vídeos e procedimentos de trabalho para apoiar a rede de oficinas a conduzir e solucionar os mais diversos problemas encontrados durante o processo de reparação elétrica e eletrônica de veículos. 

A plataforma funciona da seguinte forma: a oficina a acessa e busca o problema que precisa resolver de acordo com as informações do automóvel. Caso não consiga solucioná-lo, o prestador terá um canal aberto on-line com os técnicos do Centro de Treinamento Automotivo da Bosch (CTA), que irão apoiá-lo na identificação e resolução dos problemas. O apoio prestado se transforma em um novo conteúdo para a biblioteca da ferramenta, tornando-a cada vez mais autossuficiente e altamente alinhada com as necessidades do segmento. 

A MAPFRE e Mecânico Pro permite 14 dias de testes gratuitos para a rede de oficinas recomendadas MAPFRE. Depois do período, os estabelecimentos recebem 30% de desconto na mensalidade.  

“Com o crescimento do mercado de veículos elétricos e eletrônicos, entendemos que o apoio técnico ágil e qualificado que a MAPFRE, Bosch e Mecânico Pro oferecem vai tornar nossos serviços ainda mais eficientes. A rede de oficinas recomendadas da MAPFRE terá ao seu dispor, 24 horas por dia, um recurso para auxiliá-la nos reparos de veículos, aumentando sua produtividade e a qualidade de entrega”, afirma Túlio Dias Carvalho, diretor de Provedores da MAPFRE. 

Para Diego Riquero Tournier, chefe de Serviços Automotivos da Bosch América Latina, esta parceria une os potenciais de duas grandes multinacionais com competências e especialidades diferentes, mas totalmente complementares, com o objetivo de fortalecer o pacote de soluções e suporte técnico para as oficinas. “O Mecânico Pro – Powered by Bosch é uma forma de conectar, em tempo real, as oficinas com uma equipe altamente qualificada para resolver os problemas técnicos do dia a dia. Temos certeza que este é apenas o primeiro passo de uma parceria de sucesso”, afirma. 

Zurich apresenta novo portal de Seguro Garantia

Fernando Saccon

Fonte: Zurich

A Zurich, companhia global com mais de 80 anos de atuação no mercado brasileiro, acaba de lançar seu novo portal de Seguro Garantia, com foco na gestão de apólices, para atender corretores, clientes e a rede comercial da empresa. Pelo canal, é possível ter uma visão completa de toda a carteira, com acesso a diversas funcionalidades, como cotação em poucos cliques e emissão online; consulta de condições dos tomadores; limite aprovado disponível; consulta de apólices e impressão de 2ª via; prorrogação de boletos; impressão de relatórios de acúmulo e prêmio pendente; emissão de depósito recursal e garantias judiciais trabalhistas.

“O novo portal está bem completo e abre novas oportunidades de negócios. Desta forma, a Zurich fica ainda mais competitiva no segmento”, afirma o superintendente de Linhas Financeiras e Seguro Garantia da Zurich no Brasil, Fernando Saccon. “A automação dos processos facilita o dia a dia dos corretores e clientes. Queremos cada vez mais ser uma seguradora ágil e descomplicada”, completa.

O acesso ao Portal de Seguro Garantia da Zurich requer senha e a companhia recomenda que o corretor parceiro que não a possuir solicite acesso ao seu gerente comercial.