MetLife passa a reciclar lixo eletrônico dos clientes de seguro de vida individual

Fonte: MetLife

A MetLife fez uma parceria com a empresa GM&C, de soluções em logística reversa e reciclagem, passa a oferecer a todos os cerca de 50 mil clientes dos seguros de vida – Vida Total, Vida Segura e Vida Protegida – no Brasil, a oportunidade de realizarem gratuitamente o descarte correto de itens eletrônicos como computadores, impressoras, aparelhos de som e vídeo portáteis, videogames, pilhas e lâmpadas, celulares, fones e cabos.  Com a parceria, a empresa dá um passo importante em seu objetivo de contribuir, de forma concreta, com a economia circular e fortalecer seu pilar de sustentabilidade.  

O programa “Descarte Consciente MetLife” tem início em setembro e aqueles que quiserem contar com o serviço podem fazer a solicitação pelo 0800 779 4500 ou por um formulário, que estará disponível em uma landing page no portal da MetLife. A GM&C fará o agendamento da coleta e, após retirado, o material será levado para a matriz em São José dos Campos – SP, onde passará pelo processo de transformação de produto físico em matéria-prima. Depois, esse material será destinado a empresas de fundição e refino de metais como ferro e aço, lingotes, injetora plástica, entre outros. 

Com a utilização de alta tecnologia de separação de metais ferrosos e não ferrosos, o processo contribui para a não contaminação dos aterros ou lençóis freáticos com os materiais pesados provenientes destes objetos. O impacto positivo da reciclagem de eletrônicos coopera com a preservação dos recursos naturais. Em 2020, por exemplo, a GMC&C processou 4.300 toneladas de eletroeletrônicos pelo País, isso representa mais de 442 toneladas de CO2 que deixaram de ser emitidas no ar e quase 25 milhões de litros de água economizados, assim como mais de 4 milhões de KWH de energia. Em termos de comparação, cerca de 15 mil árvores deixaram de ser cortadas. 

“O projeto vai ao encontro dos objetivos da MetLife de implementar ações concretas que tragam um impacto real para a sociedade e impulsionem a missão de projetar um futuro melhor para a próxima geração. Com o Descarte Consciente, damos um passo importante em nossa contribuição para a economia circular e somamos àquilo que projetamos para o ano do ponto de vista de sustentabilidade”, comenta Paula Toguchi, Superintendente de Produtos da MetLife Brasil.  

Para acompanhar a efetividade da iniciativa e informar os clientes sobre o real impacto da coleta seletiva e reciclagem no meio ambiente, a MetLife terá acesso a um balanço ecológico com dados sobre quantas árvores deixaram de ser cortadas, quantos KW/H de energia foram economizados, quantos litros de água preservados e quantas toneladas de CO2 deixaram de ser emitidas a partir do descarte correto. Os clientes que contribuírem também receberão informativos sobre como e quando foi descartado o item doado, bem como dados sobre os impactos positivos da ação para o meio ambiente. 

“Essa é uma ação que gera um impacto significativo positivo para o meio ambiente e, por isso, tem sido cada vez mais procurada por empresas que se preocupam com a sustentabilidade. Estamos realizados em entrar com a MetLife neste projeto”, comenta Marcelo Oliveira, Diretor Comercial da GM&C. 

Em webinar, ESSOR apresenta os diferenciais do Seguro Reta em parceria com a ASAS

essor seguros

Fonte: ESSOR

Com registro de cerca de R$ 16 milhões em prêmios emitidos, em 2020, segundo dados da Susep, e expectativa de crescimento de 30% para este ano, o seguro de Responsabilidade Civil Explorador/Transportador Aéreo ou, como popularmente é conhecido, Seguro RETA é uma oportunidade de incremento na carteira de vendas do corretor de seguros com processo simples de cotação. A ESSOR Seguros realizou webinar para apresentar aos profissionais do mercado segurador os diferenciais do seu produto em parceria com a ASAS, que tem o slogan “Voe mais alto com o Seguro Reta”. O evento virtual aconteceu nesta terça-feira, 31 de agosto, no canal da seguradora no Youtube: https://www.youtube.com/watch?v=aMmM3a8s9Ng . 

O grande diferencial desta parceria ESSOR/ASAS foi incorporar inovação e tecnologia no Reta, um seguro que já tem uma subscrição parametrizada de forma automática, ou seja, de acordo com as características das aeronaves cotadas. “O produto ganhou um sistema de cotação rápido e intuitivo, tornando as suas operações simples e ágeis, com possibilidade de obter a apólice e os boletos online para encaminhar ao cliente”, afirmou Leandro Poli, diretor técnico – linhas especiais e atuarial da ESSOR, que destacou a relação com a empresa parceira: 

“A ESSOR uniu a sua experiência internacional ao conhecimento técnico da ASAS para criar Seguros Aeronáuticos diferenciados, de características sob medida para proteger qualquer tipo de aeronave. A ASAS é uma agência de subscrição, que fica, além da questão comercial, com a parte técnica de análises de dados enquanto a ESSOR é a responsável operacional junto a Susep”.

Além do RETA, que é um Seguro de Responsabilidade Civil Obrigatório exigido pela Agência Nacional de Aviação Civil (ANAC) para todo tipo de aeronave em território brasileiro, a ESSOR/ASAS também oferece outras opções de seguros mais abrangentes: o seguro de Casco Aeronáutico e uma cobertura para Responsabilidade Civil de Terceiros a Segundo Risco – LUC. 

“O RETA é uma espécie de DPVAT de tudo que voa, mas é um seguro básico e limites muito baixos. Temos outras opções mais abrangentes para o segurado como o Seguro de Casco, com uma cotação fora do sistema, e inclusive com cobertura para guerra. E oferecemos uma cobertura para Responsabilidade Civil de Terceiros a Segundo Risco, como um adicional em que o segurado pode escolher um limite adequado para exposição que ele tem. Alguns países requerem um limite mínimo para o tráfego aéreo, por exemplo. Ou seja, um seguro que pode ser mais relevante para o segurado”, destacou Carolina Varaldo, diretora internacional – Riscos Aeronáuticos da ASAS.

Pier capta R$ 108 milhões e será a primeira insurtech do sandbox a pedir licença definitiva na Susep

A Pier recebeu um aporte de R$ 108 milhões (U$ 20 milhões), em rodada Séries B, liderada pelo Raiz Investimentos, sendo um dos principais investidores o fundador do Sem Parar, que agora enfrenta forte concorrência da Connect Car, com a entrada da Porto Seguro, a principal seguradora de auto do Brasil, sócia do Itaú neste segmento. O investimento recebido pela Pier ajuda no protocolo de licença definitiva de seguradora, possibilitando que a Pier se torne a primeira insurtech do programa Sandbox a solicitar essa autorização. A nova licença, no curto prazo, remove as limitações de itens e importância segurada, e, no longo prazo, traz flexibilidade para expansão de produtos de seguro, como residência e vida.

O montante recebido será utilizado para impulsionar o crescimento e transformar a experiência com seguro auto no Brasil. Para isso, a insurtech pretende, ainda este ano, dobrar a sua equipe de 120 pessoas, especialmente as áreas de dados e desenvolvimento. Hoje, a experiência do Seguro Smartphone é automatizada de ponta a ponta através do uso de inteligência artificial.

O objetivo é ampliar essa tecnologia proprietária para o seguro auto, garantindo que, em ambos produtos, os clientes possam contratar em menos de 1 minuto e receber sua indenização em apenas 10 segundos. “A tecnologia tem nos permitido inserir novos usuários no mundo de seguros. Hoje 75% dos nossos clientes não tinham seguro antes da Pier e com o aporte vamos conseguir levar uma experiência excepcional para ainda mais brasileiros”, comenta Igor Mascarenhas, CEO e CO-Founder da Pier, em nota divulgada.

A Pier encerrou 2020 com o faturamento anualizado de R$17 milhões, mas em meados de 2021, após atingir o marco dos 50 mil clientes protegidos, este valor dobrou. Como o crescimento do seguro de auto se mantém em patamares acima de 30% ao mês, a empresa espera alcançar em dezembro deste ano R$60 milhões de faturamento anualizado.

Fundada em 2018 pelos empreendedores Igor Mascarenhas, Lucas Prado e Rafael Oliveira, a seguradora já passou por outros três aportes, liderados pelo BTG Pactual e fundos como Monashees e Canary. O último foi uma rodada Séries A, no último trimestre de 2020, que possibilitou que a Pier se tornasse a primeira insurtech a virar seguradora no Brasil.

“A Pier nasceu com o compromisso de descomplicar e oferecer serviços mais acessíveis com uma experiência incrível desde o momento da contratação à solicitação do reembolso, podendo assim, democratizar e atender à parcela da população que não tem seguro”, finaliza o CEO.

Munich Re emite € 1 bilhão em green bonds

Christoph Jurecka Munich Re

Depois de emitir com sucesso um título verde em 2020, a Munich Re lançou um título subordinado verde pela segunda vez em sua história corporativa. O volume da emissão é de € 1 bilhão. O título tem cupom de 1,00% e vencimento em 2042. Ao lançar o título, a Munich Re reforça sua base de capital com foco nas oportunidades de crescimento que surgem em muitos mercados de resseguro.

Como parte do Ambition 2025, a Munich Re adotou um amplo programa de proteção climática com metas concretas de proteção climática para seus investimentos, negócios de seguros e operações. Este título destaca o compromisso da Munich Re em usar os mercados de capitais para ajudar a alcançar uma transformação da economia favorável ao clima.

A Munich Re usará o capital levantado para financiar ou refinanciar projetos sustentáveis ​​de acordo com o Green Bond Framework da empresa. Os projetos incluem investimentos de capital e dívida em energia renovável, eficiência energética, transporte limpo, edifícios verdes, gestão sustentável de água e águas residuais, economia ecoeficiente e gestão ambientalmente sustentável de recursos naturais e da terra, informa nota divulgada pelo grupo.

“A proteção do clima é parte integrante da estratégia do Ambition 2025. Ao emitir um título verde, mais uma vez alavancamos os mercados de capitais para financiar investimentos verdes. Fortalecemos nossa base de capital, o que nos dá flexibilidade financeira para aproveitar as oportunidades de crescimento atuais”, afirma o CFO Christoph Jurecka.

Icatu é eleita pela sétima vez uma das melhores empresas para trabalhar no RJ

Fonte: Icatu

Pelo sétimo ano consecutivo, a Icatu foi eleita uma das melhores empresas para trabalhar no Rio de Janeiro, de acordo com o Great Place to Work (GPTW). A seguradora foi a segunda colocada no levantamento entre as grandes empresas com matriz no Rio, edição 2021, cuja cerimônia de premiação foi realizada ontem (31 de agosto). É o reconhecimento interno entre aqueles que ajudam, dia após dia, a entregar o propósito da seguradora de garantir que cada pessoa possa estar financeiramente protegida, e, assim, que viva melhor com mais qualidade de vida. De acordo com o levantamento, 95% dos funcionários que participaram da pesquisa recomendariam, com certeza, a seguradora para familiares e amigos como um lugar excelente para trabalhar.

“Os funcionários da Icatu são de fato os protagonistas de uma conquista como essa. Somos uma seguradora de pessoas para pessoas e temos concentrado esforços para melhorar ainda mais o clima organizacional da empresa. Vê-los destacar o bom ambiente de trabalho,  as oportunidades de crescimento e os benefícios, nos motiva a seguir investindo na melhoria contínua da nossa relação com os times”, afirma Camila Asenjo, diretora de Pessoas da Icatu.

Trabalhar na companhia tem um sentido especial para 91% dos colaboradores. Mesmo atuando durante o último ano de forma remota, 83% dos entrevistados disseram que tiveram algumas ou várias oportunidades significativas de desenvolverem novas e melhores formas de trabalhar. 

“A Icatu é uma empresa de oportunidades, uma seguradora que investe nas pessoas e está sempre atenta em reter e atrair novos talentos. Aqui, apoiamos nossos funcionários a desenvolver habilidades técnicas e pessoais que os suportem no planejamento de suas carreiras e evolução profissional. Somos um time que joga e aprende junto, sempre em busca dos melhores resultados”, destaca Camila.

De acordo com a pesquisa do GPTW, 93% dos colaboradores afirmam que pretendem continuar trabalhando na Icatu por muito tempo. Eles ainda destacam que a seguradora é um lugar amistoso e descontraído para trabalhar, onde se valoriza as boas relações entre os funcionários e as pessoas são bem tratadas, independentemente da idade, gênero, cor ou orientação sexual.

GPTW Rio – Segundo os organizadores do GPTW, ao total 95.384 funcionários participaram da 14ª edição do ranking Rio de Janeiro, os quais puderam fazer suas avaliações sobre as práticas dos lugares onde trabalham no ano passado. Das premiadas, dez empresas são de grande porte, 40 são médias e dez, pequenas. 

MDS Brasil aumenta participação e adquire 100% da 838 Soluções

 Fonte: MDS

O equilíbrio entre o bem-estar dos colaboradores e a adequação dos custos com os pacotes de benefícios continua a ser um dos principais desafios das empresas, sobretudo durante a pandemia da Covid-19, que alterou a dinâmica do mercado de trabalho e as necessidades dos funcionários. Atenta a este cenário, a MDS Brasil aumentou sua participação e adquire 100% da 838 Soluções, companhia pioneira no desenvolvimento de ferramentas para a gestão automatizada de Benefícios e Benefícios Flexíveis. Esta é apenas uma parte do investimento que a MDS Brasil está fazendo, em adição a recursos e desenvolvimento tecnológico para garantir que a 838 continue a ser reconhecida pela sua expertise e atuação na área.  

“Há cerca de três anos, a inserção da 838 na operação da MDS Brasil abriu as portas para novas possibilidades em termos de Gestão de Benefícios, sobretudo com a oferta da solução para a gestão de Benefícios Flexíveis. Chegou o momento apostar ainda mais em multiespecialização e inovação, reforçar o nosso posicionamento na vanguarda tecnológica do setor e trazer ainda mais satisfação aos nossos clientes e parceiros, adquirindo 100% da Companhia. Agradeço à Andrea Huggard-Caine e os demais sócios fundadores da empresa, que construíram e posicionaram a 838 como a melhor empresa para o desenho e administração de benefícios flexíveis. Eles continuam conosco prestando apoio e consultoria para a nova gestão assegurando uma transição suave para os clientes atuais e parceiros, bem como apoiando o desenvolvimento de novas operações”, conclui Ariel Couto, CEO da MDS Brasil e Américas Regional Manager da Brokerslink. 

Pipo Saúde lança seguro de vida com insurtech 180° Seguros

Alex Körner

Fonte: 180° Seguros

A Pipo Saúde, corretora de benefícios de saúde que recebeu um aporte de R$ 100 milhões, lança um seguro de vida empresarial em parceria com a 180° Seguros, insurtech dedicada a desenvolver produtos de seguros e de assistências no Brasil. O benefício aposta na combinação entre proteção de vida e assistência de saúde.

“A pandemia trouxe mudanças de comportamento e novas preocupações, por isso as empresas precisam, mais do que nunca, colocar o colaborador no centro das atenções: como adaptar os benefícios para a nova realidade?”, questiona Manoela Mitchell, CEO e cofundadora da Pipo Saúde.

“Entendendo a mudança nas relações entre colaboradores e empresas em adaptação ao distanciamento social, desenvolvemos seguros exclusivos que podem ser oferecidos por empresas ao seu time. Disponíveis para contratação 100% online e de imediato, os Seguros de Vida Pipo Powered by 180° estendem cuidados e segurança a públicos internos e seus familiares em caso de imprevistos ou em momentos adversos”, explica Alex Körner, CIO e cofundador da 180° Seguros. 

Como ponto de partida, o seguro de vida possui dois tipos de planos: o Lite, mais simples e o Premium, que já traz um leque mais completo de atendimento. Combinado ao Seguro de Vida, é possível contratar pacotes de benefícios adicionais de acordo com a necessidade do beneficiário, destacando as soluções de saúde, como consulta médica virtual, check-up preventivo, orientação psicológica disponível em plataforma online o ano todo, entre outros. Esses pacotes extras podem ser solicitados separadamente e também tem um custo atrativo para o mercado, em média R$ 20 por colaborador, por mês. 

Swiss Re e Climeworks se unem para redução de carbono por 10 anos, no valor de US$ 10 milhões

Christian Mumenthaler Swiss Re

A Swiss Re e a Climeworks, uma das principais especialistas no mundo em tecnologia de captura de dióxido de carbono, fecham parceria no combate às mudanças climáticas. As organizações assinaram o primeiro contrato de compra de longo prazo para captura direta de ar e armazenamento de dióxido de carbono no mundo, com duração de uma década, no valor de US$ 10 milhões. Para a Swiss Re, a colaboração é um marco cujo objetivo é tornar suas próprias operações net-zero, ou seja, atingir neutralidade nas emissões de carbono, até 2030. A parceria também é uma sinalização da Swiss Re em apoio à indústria de captura de carbono e traz ao Grupo acesso desde já aos novos grupos de risco de remoção de carbono e classes de ativos.

Tanto o prazo de dez anos quanto o montante de US$ 10 milhões são até hoje inéditos no mercado voluntário, voltado para este tipo de remoção de carbono de alta qualidade, o que envia um importante sinal de urgência para desenvolvedores, investidores e outros players do mercado. As companhias também concordaram em colaborar no desenvolvimento de conhecimentos de gestão de risco e soluções de transferência de risco, bem como explorar oportunidades futuras de investimento e financiamento de projetos.

“Para mitigar os riscos das mudanças climáticas, o mundo precisa acelerar a remoção de carbono para além das reduções de emissões, em vez de limitar-se a isso. Em parceria com a Climeworks, podemos usar nossos pontos fortes neste trabalho conjunto, como tomadores de risco, investidores e compradores visionários de soluções climáticas”, disse o CEO Christian Mumenthaler,  e copresidente da Aliança do Fórum Econômico Mundial de CEOs Climate Leaders.

A solução tecnológica de remoção de carbono oferecida pela Climeworks na Islândia filtra o dióxido de carbono (CO2) do ar ambiente utilizando energia geotérmica. O CO2 capturado é então enviado para armazenamento permanente nas camadas de rocha próximas. Assim, Deniseé dissolvido em água e bombeado para o subsolo, onde reage naturalmente com a rocha basáltica circundante para formar minerais carbonáticos estáveis ​​- o CO2 transforma-se, literalmente, em pedra. Esta é considerada a forma mais segura e durável de todas as soluções de remoção de carbono que estão disponíveis comercialmente hoje.

Com um preço de centenas de dólares por tonelada de CO2 removida, essa atualmente é também uma das opções mais caras. Instalações maiores e mais econômicas de captura e armazenamento de ar só podem ser realizadas se os clientes estiverem comprometidos com contratos de longo prazo. Eles garantem um fluxo de receita futuro para os desenvolvedores, tornando novos projetos mais viáveis para financiamento.

“Estamos muito orgulhosos de ter estabelecido bases para uma parceria única de longo prazo com uma empresa líder em conhecimento de risco, a Swiss Re. Este é um marco decisivo para a expansão da Climeworks e da indústria de captura direta de ar”, relata Christoph Gebald, co-CEO e co-fundador da Climeworks.

Os projetos de remoção de carbono podem usar soluções baseadas na natureza, como o reflorestamento, que traz muitos co-benefícios, como a melhoria da biodiversidade. Eles são, no entanto, limitados por outros tipos de uso da terra e são vulneráveis ​​ao relançamento do carbono armazenado, por exemplo, através de incêndios florestais. É por isso que soluções tecnológicas de remoção de carbono, como captura e armazenamento direto de ar, são necessárias para limitar o aquecimento global a longo prazo.

Aumentar a escala das soluções climáticas requer não apenas compreender as demandas corretas, mas também a redução dos riscos e o financiamento. O setor de seguros está posicionado de forma única para oferecer suporte em todas as três frentes: por meio de contratos de compra de longo prazo; fornecendo capacidade de seguro para potenciais riscos em evolução; e investimentos em novas classes de ativos, conforme descrito no recente relatório do Swiss Re Institute, sobre a lógica do seguro para soluções de remoção de carbono.

A Swiss Re se compromete a atingir emissões net-zero em seus negócios de seguros e investimentos até 2050, e em suas próprias operações até 2030, seguindo sua abordagem: “Faça o seu melhor, remova o resto”, que visa, em primeiro lugar, reduzir as emissões ao máximo possível, antes de equilibrar quaisquer emissões residuais por meio da remoção de carbono.

Seguros Unimed amplia projetos de Inteligência Tecnológica, diz Wilson Leal

Fonte: Unimed

Aprimorar as ferramentas tecnológicas da Seguros Unimed, aumentando a conectividade e fluidez de todos os processos”. Com esse objetivo, Wilson Leal assumiu recentemente a superintendência de Tecnologia e Inovação da Seguradora do Sistema Unimed. A empresa, que há anos investe na construção de bases mais eficientes e renovou aceleradamente sua realidade tecnológica com o advento da pandemia, se prepara para um novo salto nessa área: capacitar toda sua estrutura para suportar as frentes de crescimento que a empresa traçou para os próximos anos.

“Isso significa aumentar ainda mais os nossos níveis de conectividade, seguir com a transformação digital consistentemente, além de construir trilhas mais diretas para toda a esteira de informação, processos e fluxos da Companhia. Atividades que ainda estão fragmentadas serão compactadas em uma só estrutura, trazendo agilidade de resposta e eficiência à operação”, explica Leal.

Segundo ele, a Seguros Unimed pavimentou o caminho para mudanças mais ousadas e o momento chegou. Contabilizados cerca de R$ 100 milhões em investimentos em TI nos últimos três anos, sendo R$ 39 milhões somente em 2020, a seguradora concentra esforços na criação de sistemas sinérgicos que permitam reduzir custos, eliminar processos duplicados, viabilizar maior velocidade de resposta com os diferentes stakeholders e estabelecer uma transformação que impacte positivamente no resultado do negócio.

O trabalho realizado já aponta melhorias importantes. O projeto Digital+, criado há pouco mais de dois anos, permitiu que a seguradora economizasse R$ 14 milhões com a digitalização de processos e 7,6 milhões de páginas não impressas. Uma rede de sistemas segue em renovação, com grande foco em inovação, melhoria de processos e cibersegurança, aprimorando a integridade, rastreabilidade e segurança de todos os dados da companhia.

“Inovação e tecnologia são eixos de atenção e investimento permanentes e na Seguros Unimed não seria diferente. Estamos comprometidos em criar as melhores condições de conectividade com os clientes, que hoje já contam com o Super APP para diferentes acessos e consultas de todos os serviços e produtos. Temos um forte desafio de promover ações coordenadas que estabeleçam rapidamente estruturas ainda mais inteligentes para nossa força de vendas, sem interromper ou inibir nenhuma melhoria já conquistada”, ressalta Leal.

Presidente da CNseg destaca o papel estratégico do corretor de seguros

Fonte: CNseg

O Presidente da Confederação Nacional das Seguradoras – CNseg, Marcio Coriolano, foi uma das lideranças que participou do encerramento do ciclo de eventos virtuais “Conexão Futuro Seguro 2021”, realizado pela Federação Nacional dos Corretores de Seguros (Fenacor), Sindicatos dos Corretores (Sincors) e Escola de Negócios e Seguros (ENS). 

Na apresentação do debate especial – o chamado Connection Talk – o presidente da Fenacor, Armando Vergílio, chamou a atenção para a forte resiliência do setor segurador, principalmente durante a pandemia, e afirmou que isso só foi possível em função da sinergia entre seguradoras e corretores de seguros. Vergílio lembrou que o mercado não é contra a inovação, mas alertou sobre as mudanças regulatórias que não foram experimentadas em nenhum outro país, a exemplo do Open Insurance

“O mercado de seguros, para acompanhar a própria dinâmica da sociedade, corre atrás todos os dias para se adequar as suas estruturas e projetos às necessidades das inovações e das ferramentas tecnológicas. Esse processo, que muitas vezes exige um alto investimento, tem esse custo agravado pelas alterações nas normas do setor impostas pelo órgão regulador, na esteira de um discurso pretensamente inovador”, afirmou. 

O presidente da CNseg, Marcio Coriolano, abriu o painel destacando que durante esses dois últimos anos em que o mundo atravessou tempos dificílimos, o cidadão brasileiro teve o amparo dos profissionais e lideranças deste setor que pode ser considerado um braço de proteção. 

“As seguradoras mostram que participam ativamente da economia e da sociedade com todo o histórico de investimento e capacidade de gestão durante esses momentos duríssimos, com forte e salutar concorrência, além de padrões reconhecidamente excelentes de solvência, modernidade, tecnologia e dinamismo. Tudo o que nós somos contraria o que alguns andam dizendo sobre a necessidade do setor se adaptar aos novos tempos”, avaliou.

Coriolano afirmou ainda que são os corretores que permitem que os seguros cheguem à população em um país tão grande e diverso.

“Um ponto importante é que essa tão propalada terceira onda inovadora não pode alcançar a todos os brasileiros sem o corretor de seguros. Porque a tecnologia e a inovação não é o fim em si mesmo, ela deve ser, sim, um instrumento de acesso. E quem melhor, senão o corretor, para promover o acesso das pessoas ao seguro? O corretor está sempre presente em todos os rincões do país, muitas vezes em locais onde tecnologia e a inovação não chegam”.

Para o presidente da CNseg, a integração da cadeia virtuosa de valor entre as seguradoras, o corretor e o cidadão é um dos diferenciais do setor.

“O resultado da nossa missão continua chegando a milhões de brasileiros. O nosso mercado de seguros é um exemplo da tal recuperação em “v”. Saímos na pré-pandemia com espetacular crescimento de 12,3%. E fomos ao fundo do poço com 1,3% de crescimento em 2020. E agora, em junho, anualizados os dados, voltamos ao patamar pré-crise e estamos crescendo 12 %. Isso é muito mais que qualquer outro setor da economia”, frisou. Para Coriolano, isso só é possível porque o mercado sempre esteve atento aos anseios da população. “Nós somos abertos e integrados para servir aos clientes”, afirmou.

O Connection Talk – debate especial dentro da programação que teve como pilares a inovação, o empreendedorismo e o digital – reuniu, além de Marcio Coriolano, os presidentes da ENS, Lucas Vergilio; da Fenacor, Armando Vergilio; da Bradesco Seguros, Ivan Gontijo; da Porto Seguro, Roberto Santos; da MAG, Helder Molina; da Tokio, José Adalberto Ferrara; da Zurich, Edson Franco; da SulAmérica, Ricardo Bottas; da Liberty, Patricia Chacon; e da HDI, Murilo Riedel.