Títulos de Capitalização apoiam instituições de assistência social com mais de R$ 500 milhões

Fonte: FenaCap

As mudanças de comportamento causadas pela pandemia despertam um interesse social para a filantropia e o auxílio às instituições que se dedicam a contribuir para o bem-estar e um mundo melhor para todos. As pessoas estão mais sensíveis às causas sociais, dedicadas aos cuidados de preservação da vida e dos vínculos sociais. Neste contexto, os títulos de Capitalização ganham mais destaque, sobretudo pela modalidade que apoia entidades filantrópicas. De janeiro a junho deste ano, esses produtos garantiram mais de R$ 558 milhões em recursos a essas organizações, segundo a Federação Nacional de Capitalização (FenaCap). 

Regulamentada pela Superintendência de Seguros Privados (Susep) e em vigor desde 2019, a modalidade de Filantropia Premiável permite que o comprador do título ceda seu direito ao resgate para alguma instituição de assistência social previamente cadastrada, mediante a chance de participar de sorteios. De acordo com a Associação Brasileira de Captadores de Recursos, cerca de 6.200 instituições em todo o país estão aptas a receber recursos provenientes da Capitalização. 

“A Filantropia Premiável contribui para a manutenção de centenas de projetos de assistência pelo país. A modalidade traz ainda soluções e produtos mais aderentes àquele consumidor sensível às causas sociais”, explica Marcelo Farinha, presidente da FenaCap. 

MAG Seguros, SulAmérica e Sensedia debatem desafios do Open Insurance

open insurance

Fonte: Sensedia

Na visão de Marcílio Oliveira, Chief of Growth da Sensedia, o open everything é um caminho sem volta para diversos mercados, e para o de seguros não é diferente. Segundo ele, a regulação do open insurance acelera esse movimento, mas não é o único motivador. O que está por trás de tudo é a possibilidade de promover a criação de um ecossistema de inovação aberta para melhorar a experiência dos usuários com os serviços de seguros. O novo conceito vai trazer mais transparência na relação entre cliente e seguradora, além de aumentar a concorrência do mercado. Os desafios e oportunidades que os negócios abertos trazem para as seguradoras foram pontos discutidos durante o APIX, principal evento de APIs das Américas que aconteceu entre os dias 1 e 3 de setembro. 

Durante o painel intitulado “O cenário de seguros e o futuro com o open insurance”, Luiz Queiroz, Head of Enteprise Architecture da MAG Seguros, valida a afirmação de Oliveira. Segundo ele, a MAG Seguros, que é uma empresa S3, vai aderir ao open insurance e quer ir além. “Por sermos um grupo que atua em outras frentes, como a financeira, por exemplo, temos a oportunidade de oferecer jornadas diferentes, cruzando o open banking com o open insurance e trazendo soluções mais personalizadas para os nossos clientes. Jornadas misturadas são muito promissoras e para isso estamos colocando os clientes no centro de tudo”. 

“As seguradoras não vão mais ter a garantia da sua carteira de milhões de beneficiários. É preciso se reinventar”, complementa Cristiano Bezerra, Gerente de Arquitetura Corporativa e Automação do Desenvolvimento da SulAmérica. A empresa é a maior seguradora independente do Brasil, com mais de 7 milhões de usuários, que vem se posicionando como uma empresa que quer entregar saúde integral para os seus clientes e vem trabalhando, com a ajuda da Sensedia. Na sua estratégia de inovação aberta e transformação digital com esse objetivo. 

Jornadas misturadas são a grande oportunidade

O cruzamento de jornadas no ambiente digital é uma das principais oportunidades do open insurance, que vão muito além da questão pura e simples do compartilhamento de dados. Com um ecossistema de parceiros integrados, o real valor para o negócio de seguros vai acontecer quando uma pessoa puder receber uma oferta de seguros no momento que ela compra um eletrodoméstico num grande varejista, por exemplo. “Estou curioso em relação à quantidade de ecossistemas que vão surgir em torno disso”, diz Queiroz, da MAG Seguros.

“O cliente vai chegar num ponto de compreender que se ele quer algo mais exclusivo, ele vai precisar compartilhar o dado dele. Só que em paralelo ele também vai passar a exigir um maior controle disso, mais clareza e transparência. E ele vai querer acompanhar isso na palma da mão, no celular dele. E isso abre um novo mercado com novos personagens, como agregadores de dados, que podem ou não trabalhar junto com seguradoras provendo novas soluções”, reforça Bezerra. 

O principal desafio agora é a digitalização de ponta a ponta e as APIs têm papel fundamental dentro da regulamentação para o open insurance, tanto nas questões de segurança, escalabilidade, formato de dados e experiência, e segundo Bezerra é “condição sine qua non que todos esses atores que vão participar do ecossistema de seguros”. 

De olho no pioneirismo brasileiro, outros países começam a se movimentar

A inovação aberta para as seguradoras já é uma realidade e o Brasil é o pioneiro no mundo na regulamentação do Open Insurance, que acontecerá em três fases, sendo que a primeira está prevista para acontecer em dezembro deste ano, e a segunda, e terceira etapas no decorrer de 2022. 

Mas empresas de outros países já estão olhando para essa oportunidade que o modelo de negócios abertos proporciona. É o caso da Nobloq, braço de inovação do Grupo Combiano Sura, principal player do mercado de seguros da América Latina (com exceção do Brasil), que vem se estruturando já há um tempo para surfar na onda do open insurance, e que durante a palestra do seu CEO, Federico Benitez, no APIX, contou sobre os desafios e aprendizados do grupo até o momento.

Focus traz crescimento menor e inflação e juros maiores pelo PIB do 2º trimestre

Pedro Simoes, CNseg

Ainda pela divulgação do desempenho do PIB no 2º trimestre e especulações sobre eventos públicos no feriado de 7 de setembro, os analistas consultados no relatório Focus fizeram ajustes também de valência negativa em suas projeções, com expectativas maiores para a inflação e para os juros e menores para o crescimento da economia, avalia Pedro Simões, do Comitê de Estudos de Mercado da CNseg, a Confederação Nacional das Seguradoras.

“A cada semana as projeções mostram que o país tem mais sinais de que a economia enfrentará diversos obstáculos até o próximo ano. Vemos uma crise hídrica agravada, que já impacta fortemente a inflação por via dos preços de alguns alimentos e pelas tarifas de energia elétrica, além de ter roubado pontos preciosos do crescimento da agropecuária, como ficou claro no PIB do segundo trimestre, divulgado na semana passada pelo IBGE”, avalia o economista da CNseg.

O PIB continua no patamar do fim de 2019, período pré-pandemia, e ainda está 3,2% abaixo do ponto mais alto da atividade econômica na série histórica, alcançado no primeiro trimestre de 2014. O carregamento para o segundo semestre ainda garante um crescimento de 4,9% no ano, por isso as projeções permanecem acima de 5,0%. No entanto, após a divulgação desses dados, a mediana da projeção para o crescimento do PIB este ano caiu de 5,22% para 5,15%. Para o ano que vem caiu para abaixo dos 2,0%, ficando em 1,93%, uma taxa muito modesta.

Como o boletim antecipou na semana passada, a projeção mediana para a Selic ao final deste ano subiu de 7,50% para 7,63%. Para o final do ano que vem, a mediana avançou de 7,50% para 7,75%. “Isso indica a aposta do mercado de que os juros continuarão a subir ao longo de 2022”, diz Simões.

Leia a íntegra do boletim Acompanhamento de Expectativas Econômicas semanal feito pela Superintendência de Estudos e Projetos (Suesp) da CNseg, no portal de CNseg.

Brasil lidera ranking de arrecadação de seguros na América Latina com 43,96% de participação

Seguros na America Latina 2020

Fonte: CNseg

O setor segurador emitiu US$ 127,7 bilhões em prêmios na América Latina em 2020, segundo estudo realizado pela instituição Latino Insurance Online, a pedido do Conselho da Presidência da Federación Interamericana de Empresas de Seguros (FIDES), do qual Marcio Coriolano é Presidente da Comissão Regional Sul. Realizado em 18 países latino-americanos, esse desempenho foi 16% menor em comparação ao ano anterior.  

Do total arrecadado, o Brasil teve 43,96% de participação, um pouco mais que o dobro do México, com 21,79%. Em terceiro lugar, ficou a Argentina, com 7,86% de arrecadação, seguida de perto pelo Chile, com 7,81%, enquanto a Colômbia respondeu por 6,52%.

O estudo apontou também que a arrecadação do setor segurador representou 3,1% do Produto Interno Bruto (PIB) da região no ano passado, resultado igual ao de 2019. Na comparação dos prêmios emitidos x PIB de cada país, o Brasil liderou o ranking, com 3,95% de coeficiente de penetração, quase empatado com o Chile (3,93%), seguido pelo Panamá (3,16%) e Colômbia (3,10%).   

A arrecadação do seguro de vida representou 65% do total com relação aos outros ramos, mantendo a média aproximada dos anos anteriores. Nessa comparação, o Brasil é o primeiro do ranking, com arrecadação de 76%, único país que ficou acima da média da região.  

O estudo foi feito com base nos dados informados pelos órgãos reguladores de cada país e setor.  O material não considera os Títulos de Capitalização e, em Saúde Suplementar, só contempla as seguradoras (excluindo as outras modalidades de operadoras).

A respeito do estudo, o presidente da Comissão Regional Sul, Marcio Coriolano, disse que “como os valores constam em dólares, a formação da taxa de câmbio dos diferentes países pode trazer a necessidade de cálculo dos valores nominais para avaliação do crescimento comparativo, o que é possível pelas notas metodológicas que acompanham o levantamento”.

A íntegra do estudo está disponível, em espanhol e inglês, no portal da Confederação Nacional das Seguradoras e no site da FIDES.

Vendas globais de seguros de danos podem dobrar para US$ 4,3 trilhões até 2040, prevê Swiss Re Institute

swiss re

Espera-se que os prêmios globais de P&C mais do que dobrem, para US$ 4,3 trilhões em 2040 de US$ 1,8 trilhão em 2020, uma vez que a composição do portfólio de P&C deve mudar de seguros de automóveis de menor risco para linhas de seguros patrimoniais e de danos de maior risco, de acordo com o estudo sigma do Swiss Re Institute, More risk: the changing nature of P&C insurance opportunities to 2040. De acordo com o estudo, o seguro patrimonial pode se tornar a linha de negócios de crescimento mais rápido. O setor de automóveis, apesar da sua participação estar diminuindo, deverá permanecer a maior de todas as linhas de P&C, com prêmios previstos para quase duplicar até 2040.

O estudo prevê um crescimento anual de 5,3% nos seguros patrimoniais, com os prêmios globais de seguros subindo de US$ 450 bilhões em 2020 para US$ 1,3 trilhão em 2040. O desenvolvimento econômico continuará sendo o fator-chave do aumento dos prêmios de patrimonial, contribuindo com 75%, ou seja, até US$ 616 bilhões de novos prêmios. Espera-se que os riscos relacionados ao clima resultem em um aumento dos prêmios globais de patrimonial em 22%, ou até US$ 183 bilhões, durante os próximos 20 anos, uma vez que as catástrofes climáticas provavelmente se tornarão mais intensas e frequentes.

“Nosso trabalho tem o objetivo de tornar o crescimento econômico passível de ser segurado”, Jerome Haegeli, Swiss Re’s Group Chief Economist.

“Promover as condições para um crescimento sustentável a longo prazo é particularmente importante diante da mudança climática, o que representa a maior ameaça a longo prazo para a economia global. Se quisermos construir um sistema de seguros sustentável que permita à sociedade administrar e absorver riscos futuros, nós precisamos tornar os riscos e as oportunidades quantificáveis. Nosso trabalho também é vital para os formuladores de políticas, com os quais compartilhamos o objetivo de tornar o crescimento econômico passível de ser segurado”, Jerome Haegeli, Swiss Re’s Group Chief Economist.

Como se espera que a inflação social aumente a frequência de grandes vereditos e acordos, especialmente nos EUA, prevê-se que os prêmios de responsabilidade cresçam 4,7% ao ano em média, para US$ 583 bilhões até 2040, de US$ 214 bilhões em 2020. Outras áreas com potencial de crescimento a longo prazo em termos de responsabilidade vêm dos efeitos das mudanças climáticas, inteligência artificial e mudanças sociais e legais.

O setor de automóveis continuará sendo a maior linha de negócios

Como os segmentos de patrimonial e responsabilidade civil são mais voláteis, estes vêm ganhando importância, e a participação do seguro de automóveis, tradicionalmente um segmento de menor risco e de alto volume de P&C, diminuirá devido às melhorias de segurança da automação e da tecnologia inteligente e à uma queda nos sinistros associados. Embora a participação no portifólio de risco de P&C deva diminuir para 32% dos prêmios do setor até 2040, de 42% em 2020, de automóveis continuará sendo a maior linha de negócios, com previsão para quase duplicar os prêmios para US$ 1,4 trilhão até 2040 de US$ 766 bilhões em 2020.

“Com a mudança do portfólio global de seguros de automóveis de menor risco para linhas de maior risco, o negócio de seguros de P&C se tornará mais volátil. Ao mesmo tempo, a modelagem de riscos se tornará mais complexa, o que levará a maiores exigências de capital e a um aumento da demanda por resseguros. Nesse ambiente de risco fundamentalmente diferente, resseguradoras desempenharão um papel crucial para manter os riscos passíveis de serem segurados”, disse Gianfranco Lot, Head Globals Reinsurance na Swiss Re.

Inscrições do Prêmio de Inovação da CNseg se encerram em 27 de setembro

Fonte: CNseg

O Prêmio Antonio Carlos de Almeida Braga de Inovação em Seguros, promovido pela Confederação Nacional das Seguradoras – CNseg, encerrará as inscrições de sua décima edição no próximo dia 27 de setembro. Os vencedores nas três categorias serão conhecidos e contemplados em dezembro. 

A premiação tem o propósito de estimular o desenvolvimento do setor de seguros, aprimorar o seu relacionamento com a sociedade brasileira, divulgar práticas inovadoras que beneficiem, em última instância, o consumidor de seguros. “O Prêmio de Inovação permite acompanhar os principais movimentos do setor e, ao mesmo tempo, despertar nas empresas e nos colaboradores o incentivo às mudanças primordiais para os resultados positivos que as seguradoras têm alcançado”, afirma a Diretora-Executiva, Solange Beatriz Palheiro Mendes.

Caberá a um júri formado por nove integrantes avaliar os projetos nas três categorias que integram a premiação: Produtos e Serviços; Comunicação; Processos e Tecnologias. Na edição de 2019, a última realizada, 124 projetos inovadores foram avaliados, criados por 485 autores e coautores.

Desde o lançamento do Prêmio, em 2011, mais de 690 projetos já foram avaliados, apresentando contribuições inovadoras e benefícios para o negócio. Nesta edição, a aderência ao Princípio da Sustentabilidade em Seguros (PSI) será o novo quesito avaliado na disputa.

O Prêmio Antonio Carlos de Almeida Braga de Inovação em Seguros reconhece a capacidade criativa dos securitários, corretores de seguros e prestadores de serviços que contribuem com a inovação do setor. 

Como premiação são oferecidos aos vencedores R$ 30 mil, R$ 15 mil e R$ 10mil para os primeiro, segundo e terceiro colocados em cada uma das três categorias, totalizando R$ 165 mil. 

O nome de Antonio Carlos de Almeida Braga foi unânime ao se pensar em uma iniciativa desse tipo, pelo fato de ser considerado um dos maiores empresários do país e se destacado por investir em novas modalidades de seguros. Além disso, aperfeiçoou o atendimento no mercado, incentivou a capacitação por meio da contratação de profissionais de áreas distintas e foi o primeiro a distribuir produtos de seguros por meio da rede bancária. Por seu espírito inovador, mereceu essa homenagem e serve a todos nós de inspiração. 

Insurtech de seguro de vida WinSocial cresce 428% em faturamento primeiro semestre de 2021

Raphael rosas

A pandemia causada pela covid-19 despertou a atenção de muitos brasileiros sobre a importância de um planejamento financeiro e isso é ainda mais evidente entre as pessoas que possuem comorbidades para o coronavírus, como é o caso da diabetes. 

A WinSocial, insurtech de seguro de vida para pessoas com diabetes, vem em um crescimento exponencial, tendo registrado em 2020 um aumento de 488% em novas vendas de seguro de vida, em comparação com 2019. Nos primeiros seis meses deste ano, a startup ampliou seu faturamento em 428%, em relação ao mesmo período do ano passado. 

“Sabemos que as pessoas estão mais conscientes sobre o futuro e pensando cada vez mais em deixar algo para seus dependentes, caso falte. E em um grupo como o de diabéticos, que já são acostumados a se cuidarem, esse senso de planejamento fica cada vez mais latente. É muito bom saber que estamos dando a eles oportunidade de ter um seguro de vida, uma vez que é um público não tão bem aceito nos modelos de negócios tradicionais”, completa Rafael Rosas, diretor da WinSocial. 

Aposta na inovação alavanca crescimento da ESSOR no primeiro semestre de 2021

Fonte: ESSOR

Os números do demonstrativo registram um robusto crescimento de 71,3% nos prêmios brutos emitidos, totalizando aproximadamente R$ 400 milhões para os seis primeiros meses de 2021. “Seguimos em 2021 com o mesmo empenho e dedicação aos nossos parceiros e aos sete mil corretores de seguros ativos”, afirma a Diretora Financeira da ESSOR, Vanessa Arteaga. 

A executiva destaca que “a ESSOR conta com uma equipe de colaboradores e parceiros cada vez mais empenhados em oferecer seguros inovadores e diferenciados para o mercado brasileiro. Estes resultados refletem a dedicação e expertise desta equipe preparada para enfrentar desafios de um mercado complexo, mas repleto de oportunidades contando com o auxílio de investimento em recursos tecnológicos por parte da ESSOR, disponíveis para aprimorar suas atividades”.

Icatu faz parceria com insurtech chilena Betterfly

A Icatu é a seguradora escolhida pela insurtech chilena Betterfly, para iniciar sua expansão na América Latina, a começar pelo mercado brasileiro. O acordo foi selado nesta sexta-feira (3), entre Luciano Snel, CEO da Icatu, e Eduardo della Maggiora, CEO da Betterfly, empresa de tecnologia considerada uma das mais inovadoras insurtechs da América Latina. O executivo está no país definindo os detalhes da parceria com a Icatu – seguradora brasileira líder entre as independentes em Seguros de Vida, Previdência, Capitalização e Investimentos, com R$60 bilhões em ativos e mais de 8 milhões de clientes.

A Betterfly inicia operação no Brasil por meio da parceria trazendo para o mercado nacional a sua plataforma de benefícios que une bem-estar, proteção financeira e impacto social. Pelo acordo com a Icatu, as empresas vão oferecer um produto inédito no país, que contempla um seguro de vida dinâmico. À medida que os usuários da plataforma realizam práticas saudáveis, como exercícios físicos, meditação, yoga e cursos livres, o valor da proteção aumenta automaticamente e também se transforma em doações sociais. 

O contrato com a Icatu ocorre três meses após a Betterfly ter levantado US$ 60 milhões em uma rodada série B, com investidores como DST Global, QEDInvestors, Valor Capital, EndeavorCatalyst e SoftBankLatinAmerica Fund, o que a transformou na insurtech de maior valor da América Latina. Da mesma forma, acontece três meses após a Icatu anunciar para o mercado brasileiro a sua nova logomarca, reforçando seu posicionamento ligado à tranquilidade financeira e qualidade de vida.

Nas palavras do CEO da Icatu, Luciano Snel, a parceria é consequência de uma “sinergia de valores e de propósitos entre as duas empresas em prol de um único objetivo: democratizar o acesso do brasileiro, em suas diferentes realidades socioeconômicas, a proteção financeira permitindo que as pessoas cuidem dos outros e de si mesmas, gerando um impacto social positivo no país.”

A oferta de seguro de vida é um importante diferencial competitivo também para empresas que almejam reter funcionários e agregar um benefício que usa tecnologia para gerar um alto engajamento entre as equipes de trabalho, como mostra o caso de sucesso no Chile. “Enxergamos um grande potencial no estímulo ao bem-estar, por meio da gamificação e engajamento da plataforma. Nosso propósito de levar tranquilidade financeira e qualidade de vida para as pessoas também é muito valorizado pelas empresas que querem proteger seu capital humano”, afirma Snel. A expectativa de ambas as empresas é que o produto beneficie milhões de brasileiros, ainda de acordo com o CEO da Icatu. 

Apesar de ser uma tendência e ter apresentado crescimento de demanda durante a pandemia, a penetração do seguro de vida ainda é baixa. No Brasil, menos de 20% da população têm seguro de vida.

O fundador e CEO da Betterfly, Eduardo della Maggiora, complementa as palavras de Snel: “Escolhemos a Icatu pela convergência de propósitos das duas companhias, da visão mútua de levar proteção a milhões de vidas brasileiras. O objetivo é que as pessoas possam usufruir benefícios em vida, de forma a democratizar o acesso ao bem-estar físico, mental e financeiro e, ao mesmo tempo, causando impacto em suas famílias e comunidade. A Icatu será uma grande aliada para avançarmos no nosso propósito geral e visão de proteger o futuro de cem milhões de famílias pelo mundo até 2025”.

O produto será vendido no Brasil pela Betterfly para empresas pequenas, médias e grandes. A Icatu será também um braço comercial na distribuição do produto por meio de sua rede de parceiros.

Benefício com impacto social positivo

Além do acesso a programas de autocuidado físico e mental, os usuários brasileiros da plataforma de bem-estar da Betterfly também poderão acumular pontos que serão revertidos em ações sociais para instituições não-governamentais parceiras. 

Isso já acontece no Chile, onde a adoção de bons hábitos é convertida em doação de alimentos a crianças em situação de vulnerabilidade, desenvolvimento de planos de reflorestamento, distribuição de água potável a quem não tem acesso e outras iniciativas de impacto social positivo. Mais de 2 milhões de doações já foram realizadas pelos usuários da Betterfly.

Para a operação no Brasil, todos os conteúdos e serviços na plataforma estão sendo adaptados ao mercado brasileiro, incluindo também as ONGs brasileiras. No momento, as negociações com as entidades ainda estão em curso. Em breve, serão anunciados os nomes das instituições parceiras.

Sabemi está na lista de Lugares Incríveis para Trabalhar no Brasil de 2021

Fonte: Sabemi

A Sabemi, uma das principais seguradoras do Brasil, recebeu pelo segundo ano consecutivo o prêmio de Lugares Incríveis para Trabalhar no país. O reconhecimento é dado às empresas que, pelo olhar dos colaboradores e análise da Fundação Instituto de Administração (FIA), desenvolvem as melhores iniciativas para construção de um ambiente de trabalho saudável, colaborativo e que contribui para o desenvolvimento dos seus times. 

A pesquisa realizada pela FIA em parceria com o UOL ocorre em três etapas. Na primeira, em que os colaboradores respondem de forma voluntária e anônima a um questionário sobre temas relacionados ao ambiente de trabalho e as práticas da empresa, houve engajamento de 83,5% – 474 pessoas participaram, de um total de 567 colaboradores. As organizações documentam suas práticas de gestão ao instituto e, numa terceira fase, as que passam para essa etapa, recebem um analista que avalia e audita essas informações em cada um dos critérios que compõem o estudo. 

Entre as 50 empresas de médio porte, a Sabemi ficou com a 13ª posição. Dentre as 120 premiadas, a seguradora ocupa a 28ª posição geral. “O reconhecimento se deve a um conjunto de práticas desenvolvidas na organização. Entre elas, o investimento na qualificação dos colaboradores, programas de carreira e desenvolvimento, qualidade na comunicação interna e programas que trabalham, na prática, com sustentabilidade e diversidade”, destaca a Head de Recursos Humanos, Paula Bizzi. 

O Programa Plurais é um exemplo de iniciativa de conscientização sobre diversidade e representatividade e leva em conta temáticas de gênero, gerações, culturas, raças e comunidade LGBTQI+. Desde 2020, para colocar em pauta o tema “Gerações”, por exemplo, a Sabemi utiliza “currículos às cegas” no recrutamento dos profissionais. Dessa forma, os dados sobre idade são retirados dos currículos cadastrados no formulário “Trabalhe Conosco”, tornando o ambiente de trabalho cada vez mais plural. Com a ação 50+, a Sabemi vem promovendo oportunidades exclusivas a profissionais seniores. 

A valorização de todos começa, na Sabemi, desde o momento em que os interessados em integrar o quadro da empresa se tornam candidatos. A seguradora adotou a ferramenta de inteligência artificial PandaPé, software de recrutamento integrado com o InfoJobs. O recurso mantém os candidatos informados sobre cada etapa da seleção, ampliando a transparência e agilidade no processo seletivo e na comunicação. A implementação da inteligência artificial no recrutamento garante que 100% dos candidatos recebam retorno do processo seletivo. 

“Sempre tivemos uma relação de transparência e proximidade com nossos colaboradores, de modo a entender suas necessidades e garantir o bem-estar de todos. Esse trabalho vem trazendo resultados positivos e tornando nossas equipes cada vez mais engajadas e comprometidas com a companhia”, afirma o Diretor Executivo Financeiro da Sabemi, Alexandre Girardi.