Coriolano, da CNseg, defende que regras de open insurance precisam de adaptação às condições brasileiras

Fonte: CNseg

“Os normativos do Banco Central do Brasil, depois copiados para a Susep, foram inspirados nos fundamentos da União Europeia e, no caso dos seguros, precisam de adaptação às condições brasileiras”, afirmou o Presidente da Confederação Nacional das Seguradoras – CNseg, Marcio Coriolano, em debate sobre Open Insurance promovido pelo Sindicato das Seguradoras Norte e Nordeste (SindSeg N/NE). Coriolano argumentou que os paradigmas do sistema aberto de seguros não observam as diferenças estruturais e funcionais entre ele e o Open Banking, especialmente o espaço competitivo, complexidade de produtos, grau de fidelidade, portabilidade e o papel importantíssimo do corretor de seguros.

“Não se pode comparar um ativo financeiro com um produto de previdência, vida ou grandes riscos. O grau de complexidade destes é muito maior. Assim como o grau de fidelidade e portabilidade é diferente. É mais difícil haver uma migração de pessoas entre instituições bancárias, pela fidelidade. No seguro não.  A cada ano que vou renovar o meu seguro de automóvel, eu repenso qual vai ser a minha seguradora. São espaços competitivos completamente diferentes”, explica Coriolano.

A partir desse raciocínio, o Presidente da CNseg destacou então que o volume de dados requerido deve ser moderado de acordo com as especificidades do sistema de seguros. Porque a exigência de um número volumoso de informações, ao invés de facilitar a compreensão do cliente, pode complicar. Outro ponto destacado por Coriolano é que a implementação deveria ocorrer em etapas, a primeira após a conclusão do Sistema de Registros de Operações (SRO).  “Ninguém está contra o Open Insurance, a CNseg apoia, porém é preciso observar os princípios da progressividade e simplificação para garantir seu sucesso e economia de custos”, frisou.

Na visão dele, um dos pontos mais importantes sobre a norma regulatória das Sociedades Iniciadoras dos Serviços de Seguros diz respeito ao corretor de seguros, que não está incluído no seu escopo. “Isso nos parece uma falha regulatória que precisa ser suprida. O corretor não está no sistema, e isso nos parece inadmissível”, defendeu. 

O debate iniciou com exposição da coordenadora educacional da Escola de Negócios e Seguros (ENS), a advogada Angélica Carlini, e foi mediado por Ronaldo Dalcin, presidente do Sindicato das Seguradoras Norte e Nordeste (SindSeg N/NE). O link para o evento está disponível no canal do YouTube do Sindicato.

Miti, a assistente virtual da Mitsui Sumitomo Seguros, está pronta para prestar atendimento digital, ágil e humanizado

Mitsui Sumitomo Seguros Miti

A Mitsui Sumitomo Seguros lança mais um canal de atendimento: o WhatsApp. O aplicativo tem se mostrado o meio favorito dos corretores e de clientes pela agilidade e maneira descomplicada de solucionar demandas do dia a dia. A Miti, assistente virtual, é quem vai iniciar a conversa, que pode ser transferida para alguém da Equipe a qualquer momento do processo.

“Seu fonema é igual ao nome feminino japonês Michie, que significa caminho. Michie tem suas variantes Michiyo – pessoa no caminho; e Michiko – beleza, sabedoria, caminho. Portanto, podemos dizer que a Miti trilha o caminho da evolução digital, conduzindo ao objetivo planejado com sabedoria e beleza”, explica Bruno Porte, diretor de TI, Sinistros e Operações da Mitsui Sumitomo Seguros. 

De acordo com Bruno, a Miti nasceu a partir da mudança no relacionamento entre empresas e clientes, para aumentar o engajamento e para atender o novo consumidor. E o WhatsApp está presente em 99% dos celulares do Brasil, dos quais 93% o utilizam diariamente, de acordo com a pesquisas divulgadas. 

O URA Visual também é uma solução inovadora lançada pela seguradora japonesa para trazer o autoatendimento digital à jornada de experiência do cliente e oferecer um melhor serviço. O sistema é híbrido, com a possibilidade de atendimento via bot (robô) ou humano. Para dúvidas simples, o cliente consegue eliminar a necessidade de um atendimento humano. Caso o problema não seja solucionado, ele é transferido para um atendente. 

 “Mais do que gerar vendas, é preciso oferecer uma experiência que resolva. É preciso impressionar e cativar quem está do outro lado em todos os canais por meio do atendimento ominichanel. A nossa simpática e carismática Miti unifica o discurso e oferece suporte ao nosso segurado, corretor e parceiro, de maneira simultânea nas mais diversas plataformas de comunicação”, destaca Helio Kinoshita, VP da seguradora. 

De acordo com Helio, praticamente todos os serviços e informações disponíveis no call center estão agora no atendimento pelo WhatsApp. O objetivo é que a assistente virtual Miti ajude a reduzir o tempo de espera e remeter o cliente para o chat humano a qualquer momento da conversa. 

Em 2021, 70% das chamadas de call center da Mitsui Sumitomo Seguros se concentraram em serviços que a empresa agora automatizará e oferecerá por meio de soluções digitais, tais como: status do processo de sinistro, informações sobre a apólice /faturas, regularização de parcelas e 2° via da documentos.

 A Miti estará apta para atender todos os produtos comercializados, dentre eles: Automóvel, residencial, empresarial, condomínio, transportes. O número do WhatsApp da Mitsui Sumitomo Seguros para atendimento é (11) 3177-5700.

Vendas de seguros avançam 16,8% de janeiro a julho, informa CNseg

Fonte: CNseg

O setor de seguros apresentou evolução positiva de 16,8%, abrangendo todos os ramos de janeiro a julho do ano se comparado ao mesmo período de 2020. “Demonstra consistência do crescimento setorial”, afirma o Presidente da Confederação Nacional das Seguradoras – CNseg, Marcio Coriolano, em seu editorial da nova edição da Conjuntura CNseg (nº 53). Um dos destaques é o segmento de Cobertura de Pessoas com crescimento de 19,3% e que apresenta vantagem na liderança comparativamente ao segmento de Danos e Responsabilidades, agora com mais do dobro da arrecadação acumulada no ano (R$ 109,0 bilhões versus R$ 49,9 bilhões).

De janeiro a julho 2021 em relação aos sete primeiros meses de 2020, os segmentos de Danos & Responsabilidades registraram aumento de 14,5% e Capitalização de 7,4%.  “Esse desempenho setorial no acumulado do ano até julho, comparado com o mesmo período de 2020 (16,8%), foi superior ao de outros setores de atividade econômica conforme as recentes Pesquisas Mensais do IBGE para julho. A indústria evoluiu 10,9%, o comércio 6,6% e os serviços – incluídos os seguros, avançaram 10,7%. O efeito precaucional contra riscos continua despertando maior interesse por ramos de seguros com coberturas diretamente correlacionadas à proteção de patrimônios e também de pecúlios e rendas para a família”, avalia Marcio Coriolano.

Segundo Coriolano, os dados dos sete primeiros meses do ano repetiram a tendência já verificada no semestre. “Há forte aumento das receitas, mesmo contra uma base crescentemente aumentada pela recuperação observada no ano passado a partir de junho. Da mesma forma, permanece grande a influência dos planos de acumulação VGBL, que cresceram 23,2%. A arrecadação global foi de R$ 172,6 bilhões, sem saúde e sem DPVAT”, afirma.

O Presidente da CNseg avalia que, em termos agregados, o setor de seguros, atualmente, está R$ 5,9 bilhões acima, em termos absolutos, da arrecadação dos últimos sete meses de 2019 anteriores ao surgimento da pandemia no Brasil. Para ele, considerando os resultados dos próximos meses de 2021 – agosto a dezembro, o desempenho dos agregados da economia brasileira não parece comprometer o ritmo de recuperação de ramos atingidos mais fortemente pela pandemia. “Embora projeções firmes dependam do já progressivo retorno à vida em ambientes fora do domicílio, da estabilidade política e, agora, do comportamento futuro da inflação”, destaca.

A taxa de crescimento anualizada – até julho 2021 / até julho 2020 – evoluiu 11,9%. Na comparação entre julho contra o mesmo mês do ano anterior, que ameniza sazonalidades, a taxa de progresso dos negócios também vem reduzindo à medida que aumenta a recuperação observada no ano passado, desta vez tendo sido (junho contra junho) de 3,2%, após crescimentos de dois dígitos observados em meses anteriores. Os destaques devem ser conferidos a ramos de maior densidade setorial em volume de negócios. São eles: Planos de Vida Risco, representatividade de 25% e taxa de 6,3%; Automóvel, 43% e crescimento de 5,4%; Patrimonial, 20% e taxa de 11,6%; Rural, 12% e taxa de 45%; Habitacional, 5% e taxa de 10,4%; Transportes, 4% e taxa de 22,5% e Responsabilidade Civil, representatividade de 3% e taxa de 19,6%

Luciano Snel, CEO da Icatu, é eleito uma das 500 personalidades mais influentes da América Latina

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Fonte: Icatu

Divulgada na última terça-feira (5), a lista 500 da América Latina, apresentada pela Bloomberg Línea, multiplataforma de notícias, reúne as 500 personalidades mais influentes da América Latina que estão criando valor em seus setores e ajudando a levar a região à recuperação e ao retorno à normalidade. Na lista, foram mencionados 181 brasileiros. Entre eles, o CEO da Icatu, Luciano Snel, que foi eleito na categoria Finanças, onde participam outras 37 personalidades.

“É uma honra estar ao lado de grandes líderes da América Latina, sobretudo do Brasil. Estamos vivendo um momento muito importante para o setor de seguros, onde atuo há quase 20 anos, e que se mostra cada vez mais necessário para a nossa sociedade, como agente de estabilização social e econômica para o país. Sou um entusiasta no poder transformador do mercado segurador porque acredito que o planejamento financeiro é essencial para se ter uma melhor qualidade de vida e empoderar as pessoas e famílias a atingirem o seu potencial e viver uma vida plena”, afirma Luciano Snel, CEO da Icatu.

A lista 500 da América Latina inclui personalidades de 18 países da região, destacando empresários, executivos, filantropos, atletas e autoridades governamentais do Brasil, México, Argentina e Colômbia, com base na representatividade de suas populações e economias. Os critérios utilizados pela Bloomberg Línea na escolha dos participantes envolvem conceitos como criação de empregos, atividades para enfrentar a pandemia, projetos inovadores bem sucedidos, bem como influência no apoio a iniciativas filantrópicas e na condução de políticas públicas de recuperação econômica.

D’Or Consultoria realiza lives para abordar o tema Outubro Rosa

Fonte: D’Or

A D’Or Consultoria, empresa do Grupo Rede D’Or São Luiz, realizará em 13 e 20 de outubro, livessobre o Outubro Rosa: mês de conscientização sobre o câncer de mana. A primeira, na próxima quarta-feira (13/10), será com o Dr. Gilberto Amorim, oncologista da Oncologia D’Or. O médico vai tirar dúvidas e explicar um pouco sobre os tipos de tumores, como diagnosticá-los, tratamento e a importância de uma vida saudável para a prevenção da doença. A live é gratuita, no Youtube às 17h30. 

A próxima será em 20/10, também às 17h30, com a escritora e influenciadora digital Debora Aquino para contar um pouco da sua jornada pessoal na luta contra o câncer de mama. Debora era conhecida por seu perfil nas redes sociais, o blog da Debs, sobre vida saudável, quando foi diagnosticada com a doença, aos 39 anos. 

Maratonista, ela passou a postar sobre o tratamento, a alimentação e, inclusive, os efeitos colaterais da quimioterapia e radioterapia, com o intuito de inspirar outras mulheres que estavam na mesma situação a encarar a doença de uma forma mais leve.  Sua história virou livro – Num piscar de olhos. O bate-papo terá a duração de uma hora e ficará disponível para quem quiser assistir posteriormente. 

As lives fazem parte das ações da companhia para o Outubro Rosa. Acesso o https://www.youtube.com/dorconsultoria e acompanhe. 

Vendas de seguros em julho é o maior já registrado desde o início da série histórica, em 2014

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Fonte: IRB

A 11ª edição do Boletim IRB+Mercado, relatório mensal da plataforma IRB+Inteligência, aponta faturamento das seguradoras, em julho, de R$ 12,4 bilhões, alta superior a 9% no comparativo com igual período de 2020. É o maior valor para julho já registrado desde o início da série histórica, em 2014. Já no acumulado até o sétimo mês, os prêmios emitidos somaram R$ 79,31 bilhões, avanço de 15,4% e acréscimo de R$ 10,6 bilhões em relação ao totalizado entre janeiro e julho de 2020. O lucro líquido das seguradoras atingiu R$ 523 milhões, número 72,1% menor que o registrado em julho de 2020.

O segmento de Vida faturou R$ 4,4 bilhões e responde pela maior parte do faturamento de julho, com 35,7%. Em seguida, Automóveis com R$ 3,4 bilhões; Danos e Responsabilidades, R$ 2,1 bilhões; Rural, R$ 1,1 bilhão; Individual Contra Danos, R$ 1 bilhão; e Crédito e Garantia, R$ 383 milhões. No acumulado, Vida também responde pelo maior crescimento dos prêmios emitidos: R$ 3,8 bilhões a mais.

Por outro lado, a sinistralidade segue em alta. O índice de Sinistros Ocorridos sobre o faturamento de julho apresentou aumento de 14 pontos percentuais (p.p.) na comparação com o mesmo mês de 2020. No acumulado do ano, o índice também cresceu: 7,6 p.p. a mais em relação à taxa registrada no mesmo período do ano passado. A sinistralidade do segmento de Automóveis, de janeiro a julho, chegou a 58%, superior 4,6 p.p. em relação à taxa de 53,4% registrada na mesma época de 2020.

O Boletim IRB+Mercado resume as operações de seguros a partir dos dados públicos disponibilizados pela Superintendência de Seguros Privados (Susep) em 17 de setembro de 2021, considerando os seguros de danos, responsabilidades e pessoas. A edição também lista os cinco maiores grupos seguradores por linha de negócios.

AXA no Brasil anuncia novidades nas áreas de tecnologia e sinistros

Fonte: AXA

A AXA no Brasil anuncia mudanças nas estruturas das equipes de tecnologia e sinistros, com o objetivo de automatizar e aprimorar processos, aproximando os times para entregar e liderar a transformação digital e tecnológica da seguradora. A companhia traz Márcia Wolff como CTO, com ampla experiência em tecnologia da informação e liderança de projetos e operações em empresas como Vivo, Oi e Claro.

“A AXA tem uma enorme ambição e um time com grande apetite de ser e fazer mais, com total clareza de que essa transformação ocorre pela tecnologia e inovação. O desafio é grande, mas temos o que é preciso e formamos uma equipe engajada, sólida e disposta, além de promover uma integração fundamental entre as áreas para garantir a experiência do cliente”, comenta Márcia.

Com a missão de entregar resultado por meio de tecnologia de ponta, Canabarro Pereira assume o cargo de diretor de Delivery. Anteriormente, passou por seguradoras como Mapfre e Tokio Marine. Na área de Governança, Marcos Pereira assume como superintendente para a implantação do Ágil, KPIs, gestão financeira e eficiência com automatizações. Amelia Okubo assume como superintendente de Operações de Tecnologia e Infraestrutura, Helder Cordeiro como superintendente de Segurança da Informação, Adriano Ruz como superintendente de Dados da empresa. Por fim, Andre Grecchi,  que está à frente da área de Arquitetura, tem o desafio de traçar o roadmap e plano de arquitetura da companhia.

Sinistro e operações

Para transformar e aprimorar ainda mais a experiência do cliente AXA, conectando diversas iniciativas de todas as áreas da companhia, a área de Gerência de Experiência do Cliente, liderada por Luciana Soares, passa a integrar a estrutura de Arthur Mitke que, além da área de Sinistros que já liderava, passa a ser oficialmente responsável por Operações/Atendimento e por Clientes.

“Integrar ainda mais os diversos setores da companhia, especialmente as áreas de cliente e sinistros, contribui para o desenvolvimento de todo o negócio, produtos e jornada com um olhar de ponta a ponta, algo que vai transformar a experiência do segurado e a percepção do corretor. Aliado ao investimento em tecnologia e inovação, garantimos ainda mais agilidade e eficiência em todos os processos e operações” afirma Mitke.

AXA no Brasil lança campanha “O que te impulsiona?” no Mês do Corretor

Fonte: AXA

Durante todo o mês de outubro, a AXA no Brasil vai realizar uma série de ações para reconhecer e valorizar os corretores parceiros. Com o mote “O que te impulsiona?”, as iniciativas da companhia vão contemplar conteúdos diferenciados, eventos, benefícios e prêmios.. A campanha terá início com o lançamento de um ebook com conteúdo exclusivo, produzido com a curadoria de Edney Interney, que traz informações valiosas para os corretores ampliarem seus conhecimentos em marketing digital e relacionamento por meio das redes sociais.

Para oferecer ainda mais instrumentos para o corretor se inspirar e aprimorar suas habilidades, a companhia irá promover também eventos para parceiros selecionados, com a participação de convidados especiais, que irão compartilhar informações relevantes sobre diversos temas. Além do conteúdo oferecido, haverá premiações para novos corretores com camisas do Liverpool, time inglês patrocinado pela AXA, e o lançamento da campanha “Emitiu, Ganhou!”, que vai reconhecer os corretores já cadastrados com R$ 100 a cada emissão de apólice do produto Empresa Flex.

“Queremos trazer o corretor para perto, reforçar sua parceria e recompensá-lo pelos seus esforços. A campanha foi construída a partir do questionamento “O que te impulsiona?” e, para nós aqui na AXA, o que nos move é justamente contribuir positivamente com a jornada dos nossos corretores e clientes”, destaca Igor Di Beo, vice-presidente de Subscrição, Comercial e Marketing da AXA no Brasil.

Toda a campanha “O que te impulsiona?” será intensificada, ainda, pela campanha trimestral com acelerador de pontos da Top Club. Integrado ao mês do corretor, serão 50 vouchers premiados para aproveitar como quiser na Lojas Americanas, e o acelerador oferecerá, entre 05/10 e 30/11, pontuação em dobro na emissão de apólices dos seguros Empresarial, Condomínio, Vida Corporate e Property, além do Transporte, que segue com o benefício durante o mês de outubro. Mais um estímulo para impulsionar os negócios dos parceiros e sua pontuação para a viagem de incentivo, que nesta edição, tem como destinos Santa Cruz Cabrália, na Bahia, e Atacama, no Chile.

MDS Brasil e BMG disponibilizam seguro empresarial para bares e restaurantes do Ifood

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Fonte: MDS

A MDS Brasil, uma das principais corretoras do país no segmento de seguros, resseguros, gestão de benefícios e consultoria de riscos, anuncia sua nova parceria com a BMG Seguros, para fornecer o Seguro de Bares e Restaurantes para estabelecimentos de todo o Brasil, parceiros do iFood, referência em delivery online de comida na América Latina. O novo seguro tem como objetivo atender às necessidades de empresas que fazem parte do setor alimentício, garantindo apoio a organizações gastronômicas, bares, restaurantes, padarias, pizzarias, choperias e buffets. 

“Essa parceria abre uma excelente oportunidade para pequenos e médios empresários deste ramo que, muitas vezes, ainda não tiveram a chance de contratar um seguro especializado como proteção abrangente. Nosso papel é tornar este serviço viável e acessível para estes empreendedores”, afirma Thiago Tristão, Vice-Presidente de Riscos Corporativos e CEO Brasil da MDS Reinsurance Solutions. 

A abrangência do seguro é alta e inclui coberturas específicas para clientes dos estabelecimentos, além de serviços de assistência e manutenção. “Nossa oferta está disponível para todos os estabelecimentos parceiros do iFood, por meio do programa Vantagens do Chef. Atualmente, o iFood tem mais de 250.000 restaurantes cadastrados em todo o território nacional. Nossa expectativa é atingir 10% desse total no primeiro ano. Levando em consideração que o iFood é líder de mercado no segmento e está presente em mais de 1.100 cidades em todos os estados brasileiros, e a nossa oferta alcança toda essa base, entendemos que a parceria tem potencial para alcançar a liderança na penetração de Seguros para Restaurantes.”, explica Michele Cherubini, diretor de Estratégia e Novos Negócios da BMG Seguros. 

As coberturas inclusas no seguro são voltadas a deterioração de mercadorias, danos elétricos a máquinas e outros equipamentos, incêndio e muito mais. O seguro, que já é de extrema importância, ganha ainda mais relevância no momento atual, no qual a situação econômica e as consequências do isolamento social desafiam a renda dos comércios do setor. Alinhadas a este cenário, as coberturas oferecidas pela parceria são específicas, de acordo com cada necessidade do segmento.  

“Essa parceria vai nos dar respaldo para irmos além de números e resultados, nós queremos hoje, ser uma referência, fonte de inspiração para os outras a partir de nossas ações e propósitos. À medida em que vamos crescendo, olhar para os funcionários e parceiros é fundamental para a expansão dos negócios”, finaliza Thiago Amorim, Gerente de Riscos e Seguros do iFood. 

Valor: Brasileiro desconfia de compartilhamento

Fonte: Valor

Ainda que os ganhos esperados com o “open insurance” venham sendo discutidos em reportagens e eventos, as pessoas físicas no Brasil permanecem alheias ao processo, segundo sugere uma pesquisa feita pela Bain & Company. Os resultados mostram que mais da metade dos entrevistados – ou 59% – ainda resiste a compartilhar seus dados, informa reportagem de Sérgio Tauhata, no Valor Econômico.

O estudo foi feito entre 21 de agosto e 10 de setembro, com aproximadamente 3,5 mil respondentes de todo o país. De acordo com o levantamento, 34% acham o compartilhamento de informações no open insurance um processo inseguro. Outros 33% revelam receio de que, se autorizar o acesso aos seus dados, poderão estar expostos a ligações indevidas de telemarketing.

Entre os que estão dispostos a compartilhar dados no open insurance, grupo que representa uma fatia de 41% dos entrevistados, a reputação da empresa e a transparência sobre como as informações serão utilizadas são os critérios mais importantes para que a permissão seja concedida. De acordo com a pesquisa, 59% apontam a reputação da companhia como principal fator, enquanto 57% citam a transparência sobre como utilizarão os dados. A qualidade do atendimento aos clientes é indicada por 43% do grupo. Um quarto fator relevante são os benefícios oferecidos pelas marcas, considerados decisivos por 38%.

Segundo a sócia da Bain & Company Luiza Mattos, apenas ter um relacionamento de longo prazo com a seguradora não é suficiente para convencer o consumidor a abrir os seus dados. “A pesquisa mostrou que apenas 22% dos respondentes consideram esse um critério relevante, o que revela que as companhias precisam repensar o tratamento com seus clientes”, diz.

Esse cenário de insegurança dos clientes, porém, não é exclusividade do mercado se seguros. O open banking enfrenta o mesmo desafio. A evolução do sistema sugere que, quanto mais consolidados os serviços ficarem, mais confiança as pessoas depositarão no ambiente.

No primeiro trimestre de 2021, menos de 30% dos brasileiros tinham interesse em compartilhar seus dados no open banking, segundo a Bain. Com fortes investimentos em comunicação promovidos pelo setor sobre segurança, transparência no uso de dados e benefícios ao cliente, esse índice saltou para 44% no terceiro trimestre, aponta a consultoria.

O open banking está na fase dois de implantação, em que já começa a haver compartilhamento de dados entre os participantes. No entanto, isso ainda acontece de forma incipiente.

A expectativa da sócia da Bain é que novos entrantes mais calcados em tecnologia e “que não necessariamente estejam ligados à prestação de serviços de seguros” podem ganhar espaço com o open insurance. “A gente já vê, por exemplo, as fintechs acelerando muito no mundo de serviços financeiros e acreditamos que esse mesmo movimento vai acelerar [no setor de seguros] e promover formas de avançadas de análise de dados.”

Para a executiva, benefícios pode virar um “diferencial maior” na indústria. O levantamento revela que 60% dos entrevistados querem ter vantagens em programa de recompensas; 58% ter condições melhores de preço e cobertura; e 50% esperam receber ofertas de produtos mais personalizadas.

“O open insurance coloca o cliente no centro de tudo”, enfatiza o CEO da insurtech 88i, Fernando Moreira. “Mas grande parte do trabalho será, além de ouvir sobre suas necessidades, ajudá-lo a entender o tipo de proteção que precisa e deveria estar buscando.”

A relação entre prêmios de seguros sobre o PIB no Brasil representa a metade da média mundial. Enquanto no país a taxa se situa em 3,2%, globalmente esse indicador está na casa dos 7%. “O open insurance é uma oportunidade de aumentar essa fatia, porque tem mais de 120 milhões de brasileiros transitando nos vários ecossistemas digitais”, afirma. “O ambiente pode criar um ‘oceano azul’, ou seja, um novo mercado segurador e dobrar o tamanho da indústria em relação ao PIB.”

Uma das vantagens do novo ambiente é a viabilização da portabilidade de apólices. “Hoje é praticamente inviável a portabilidade de seguros, mas no futuro próximo isso vai se tornar realidade”, diz o CEO e co-fundador da insurtech Pier, Igor Mascarenhas. “Essa possibilidade de mudar de seguradora com facilidade vai levar as companhias a ter de entregar uma experiência superior aos clientes.”

Além de produtos inéditos e incentivo à portabilidade, novos canais tendem a surgir no mercado. Moreira, da 88i, cita, como exemplo, a própria experiência da startup digital, que faz “parcerias estratégicas com fintechs, empresas de e-commerce, de delivery e mobilidade para ajudar essas empresas a entregar soluções de proteção aos membros dos seus ecossistemas”.

Isso significa que a implementação do open insurance pode deflagrar uma corrida de transformação digital entre os incumbentes. Os vencedores poderão manter o status e até ampliar o mercado. Os que não se adaptarem poderão perder relevância.

Um estudo da Accenture, porém, revela que preparo da indústria tradicional para a nova realidade ainda é baixo. Segundo o levantamento, hoje, apenas uma em cada dez seguradoras alcançou um grau que a consultoria define como “operações prontas para o futuro”.

Do total, 57% das seguradoras relatam ter atingido um estado “preditivo” de maturidade operacional, onde já utilizam ciência de dados avançada e analytics. Mas, diferentemente das organizações que se dizem “prontas para o futuro”, ainda não têm processos digitalizados e transformados de ponta a ponta, com uso de inteligência artificial em larga escala e uma base tecnológica apoiada em estruturas como nuvem e blockchain.