Zurich inicia reabertura de filiais e retoma as visitas presenciais aos corretores parceiros

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Fonte: Zurich

O Brasil tem progredido no combate à Covid-19. Com mais de 57% da população completamente imunizada, diversas atividades estão sendo retomadas após autorização das autoridades competentes. Embora a pandemia não tenha prejudicado o relacionamento da Zurich com os corretores, depois de criteriosa avaliação, a empresa decidiu pela reabertura gradual das suas filiais comerciais, a fim de retomar as visitas presenciais e restabelecer o olho no olho com seus parceiros estratégicos. 

O processo começou no dia 04 de outubro e, até o momento, foram reabertas 12 filiais da companhia. São elas, em São Paulo: Ribeirão Preto, São José do Rio Preto, Piracicaba, Campinas e Bauru; em Santa Catarina: Florianópolis e Chapecó; na Bahia: Salvador; em Minas Gerais: Uberlândia; em Goiás: Goiânia; e no Paraná: Curitiba.

Até 29 de novembro, deverão ser reabertos mais 13 filiais em outros estados brasileiros: Rio de Janeiro, na capital fluminense; em Minas Gerais: Belo Horizonte, Ipatinga, Divinópolis, Juiz de Fora e Poços de Caldas; em Pernambuco: Recife; em Santa Catarina: Blumenau e Joinville; no Paraná: Maringá e Cascavel; e no Rio Grande do Sul: Porto Alegre e Caxias do Sul. A reabertura total das filiais se dará até o final de 2021 – porém, se o quadro da pandemia mantiver os índices de visível melhora e controle.

Essa reabertura vem sendo planejada há algum tempo pela Zurich, e o processo foi feito a partir do serviço de consultoria de uma das mais referenciadas instituições de saúde do país – o Hospital Israelita Albert Einstein –, que após criteriosa avaliação do cenário atual da pandemia, validou a reabertura dos escritórios e a retomada das atividades presenciais. A entidade manterá o monitoramento e o serviço consultivo para orientar a seguradora até 2022.

Conta o Diretor Executivo de Distribuição da Zurich no Brasil, Marcio Benevides: “Começamos a avaliar essa possibilidade no final de 2020, ao observarmos queda nos números de casos e vítimas fatais. Mas quando a segunda onda começou, no início de 2021, decidimos por manter o atendimento aos corretores parceiros apenas de forma remota. Com a consultoria do Hospital Israelita Albert Einstein, foram avaliados diversos indicadores, como a ocupação de UTIs, o acesso aos nossos funcionários aos hospitais, se estavam imunizados, entre outros. A decisão de reabertura só foi tomada depois que a iniciativa foi considerada segura por parte do hospital”.

Marcio ressalta, porém, que o retorno presencial às filiais da Zurich está sendo feito de forma voluntária: “Só o fará quem desejar e se sentir seguro para tal”, pontua. Mesmo assim, é preciso que os profissionais estejam com o ciclo da vacina completo: os que tomaram a dose única só voltam ao escritório após 21 dias vacinados, e aqueles que se imunizaram com as variedades que requerem duas doses, somente retornam após 14 dias da segunda aplicação. Embora representem menos de 3% da população, a empresa também está atenta à saúde dos que fazem parte do grupo de risco, que também podem se voluntariar. Porém, ao fazê-lo, é preciso que passem por uma avaliação de um médico do trabalho (prestador).

Observância às normas sanitárias e orientação

A Zurich está sendo rigorosa com os protocolos e cuidadosa com o bem-estar dos funcionários de suas filiais, assim como com o dos corretores parceiros. A empresa desenvolveu e distribuiu aos primeiros uma cartilha orientativa com todas as medidas que precisam ser observadas, reforçada por outras medidas de comunicação.

“Com a decretação da pandemia, estivemos distantes fisicamente, mas sempre nos mantivemos próximos dos corretores parceiros. Estamos muito felizes com a retomada das visitas presenciais. E acreditamos que a melhor forma de evitar casos dentro da Zurich é informando sobre os cuidados que nossos colaboradores precisam tomar”, observa o Diretor Executivo de Distribuição da Zurich no Brasil, Marcio Benevides.

A cartilha discorre sobre cuidados que precisam ser seguidos, como: distanciamento social, higiene pessoal, uso de máscaras, limpeza e higienização do ambiente, monitoramento das condições de saúde e reforço constante da comunicação para a importância do cumprimento das recomendações estabelecidas.

Chubb registra lucro de US$ 1,83 bi no terceiro trimestre, alta de 53,5%

A Chubb Ltd. divulgou no final de outubro lucro líquido de US$ 1,83 bilhão no terceiro trimestre, um aumento de 53,5% em relação aos US $ 1,19 bilhão no mesmo trimestre do ano anterior, uma vez que o crescimento dos prêmios de linhas comerciais de dois dígitos impulsionou os resultados.

Os prêmios líquidos subscritos aumentaram 16,9%, para US$ 9,9 bilhões, enquanto a receita de subscrição saltou 57,5%, para US$ 617 milhões.

“O ambiente robusto de preços comerciais permanece no ritmo em quase todas as regiões do mundo”, disse o presidente e CEO da Chubb, Evan G. Greenberg, a analistas durante uma teleconferência de resultados na quarta-feira.

Os prêmios comerciais líquidos subscritos aumentaram 22% para US$ 7,430 bilhões e o índice combinado da seguradora melhorou para 93,4% de 95,2% um ano antes, mesmo com as perdas por catástrofe aumentando para US$ 1,15 bilhão de US$ 925 milhões no terceiro trimestre de 2020.

Liberty Mutual tem alta de 81,6% no lucro do terceiro trimestre, para US$ 721 milhões

liberty mutual

A Liberty Mutual Holding Co. Inc. relatou um salto no lucro e receita do terceiro trimestre, uma vez que melhores resultados de investimento e preços mais altos impulsionaram os resultados da seguradora.

O lucro aumentou 81,6%, para US$ 721 milhões, informou a Liberty Mutual na quinta-feira passada. As perdas por catástrofe antes dos impostos no trimestre foram de US $ 1,2 bilhão, em comparação com US $ 980 milhões no mesmo período do ano passado, com perdas relacionadas ao furacão Ida totalizando US $ 812 milhões.

O prêmio líquido subscrito aumentou 6,5% para US$ 11,41 bilhões. Seu negócio de grandes contas relatou um aumento de 11,3% no prêmio, impulsionado por aumentos de taxas e aumento da exposição, disse a seguradora em um comunicado.

Sua receita de investimentos em ações mais do que dobrou, para US$ 1 bilhão no trimestre.

O índice combinado da seguradora se deteriorou ligeiramente para 104,4%, em comparação com 103,6% no período do ano anterior.

Lucro da Porto Seguro recua 29,1%, para R$ 880,6 milhões, no acumulado até setembro de 2021

Porto Seguro

A Porto Seguro registrou lucro líquido recorrente foi de R$ 206,5 milhões no terceiro trimestre, queda de 47,5%, e de R$ 880,6 milhões no acumulado de janeiro até setembro de 2021, queda de 29,1% em relação ao mesmo período do ano passado. Segundo comunicado do grupo, no terceiro trimestre e nos nove primeiros meses de 2021, a jornada de aceleração do crescimento dos negócios se manteve, evidenciado pela expansão na receita total de 15,4% (vs. 3T20) no trimestre e de 13,0% no acumulado do ano (vs. 9M20), e pela ampliação considerável na base de clientes, tanto em produtos mais maduros quanto nas iniciativas mais recentes.

Os prêmios emitidos totais do Auto avançaram acima de 12% tanto no trimestre quanto no acumulado do ano, com adição de 419 mil veículos nos últimos 12 meses, o maior crescimento anual de itens em mais de 7 anos. Na marca Porto Seguro, os prêmios trimestrais cresceram 14,6%, com aumento de 104 mil veículos na frota segurada (vs. 3T20), enquanto na marca Azul, os prêmios aumentaram 8,6%, favorecidos pelo crescimento de 316 mil veículos (vs. 3T20), o que representa o maior incremento de itens em um ano na história da marca.

A sinistralidade consolidada do Auto atingiu 55,9% no 3T21 e 50,1% no acumulado de janeiro a setembro de 2021, impactada principalmente pelo retorno da circulação de veículos, em razão da redução do impacto da pandemia sobre a mobilidade da população. Comparando a sinistralidade atual com a registrada no 9M19, um período mais comparável antes do início da pandemia, a sinistralidade do 9M21 ainda está em nível inferior ao do 9M19, e a do 3T21 está no mesmo nível do ano de 2019 até setembro. Esse desempenho é reflexo de uma boa gestão dos nossos modelos de precificação, subscrição de riscos e custo dos sinistros, que são ajustados de forma dinâmica para se adequar rapidamente à variação da sinistralidade.

No Patrimonial, evoluímos 10,5% em prêmios em comparação ao 3T20, impulsionados principalmente pelo seguro Empresarial (+16,4% vs. 3T20), que incrementou 28 mil empresas em seu portfolio, beneficiado pelo aumento da atividade econômica e pelas ações comerciais realizadas no período. No Residencial, ampliamos em 80 mil o número de residências seguradas, explicado principalmente pelo aumento da demanda por proteção e serviços.

Destaque também para carteira de Transporte, que cresceu 23,8% em comparação ao 3T20, impulsionado pela retomada no fluxo de cargas do Brasil e das ações comerciais realizadas. Dentro da linha de “Outros”, que cresceu 18,7% no período (vs. 3T20), os novos seguros obtiveram crescimento expressivo, destacando os seguros para celulares/smartphones, e seguro para bike.

No 3T21, atingimos 4,1 milhões de vidas seguradas, um aumento de 7,8% em comparação ao mesmo período do ano anterior. A redução de 29% frente ao número de vidas seguradas no 3T19 se deve principalmente pelo fechamento/redução de quadro de empresas, restrições às operações de varejo (prestamista) e suspensão de eventos, com coberturas de Acidentes Pessoais, durante a Pandemia, ainda em fase de retomada. O crescimento entre 3T20 e 3T21 contribuiu para um aumento nos prêmios do Vida de 14,9% (vs. 3T20), impulsionados principalmente pelos prêmios de seguro de Vida Individual, que cresceram 16,0% no trimestre (vs. 3T20) e pelo Vida Coletivo, que expandiu 17,1% no período (vs. 3T20). O Seguro Viagem seguiu a trajetória de retomada do crescimento, mais do que dobrando o volume de prêmios em relação ao mesmo período do ano anterior. Além disso, seguimos avançando na estratégia de oferecer produtos que promovam a inclusão securitária também no Vida, através de iniciativas como o Vida On, nosso novo seguro digital.

A sinistralidade do Vida atingiu 47,0% no 3T21, apresentando uma melhora significativa em relação ao trimestre imediatamente anterior (-28,4 p.p. vs. 2T21), decorrente da redução substancial no número de mortes por Covid-19 conforme o avanço da vacinação no país.

No consolidado de todos os negócios de seguros, o índice combinado recorrente atingiu 95,2% no 3T21 (+7,3 p.p. vs. 3T20). O aumento é decorrente essencialmente da elevação da sinistralidade do Auto (explicado principalmente pelo retorno da circulação de veículos) e do Saúde (explicado pela volta dos eventos eletivos somados aos eventos de Covid-19). A sinistralidade total permaneceu em linha com a média histórica (55,3% no 3T21 vs. 55,4% de média entre 2010 -2019).

Já na vertical de Negócios Financeiros, cresceu 28,8% (vs. 3T20) em receitas, alavancados principalmente pelas operações de Crédito e Financiamento, cuja carteira de crédito atingiu R$ 12,5 bilhões, um aumento de 41,4% nos últimos 12 meses. Obtive um crescimento significativo também nas receitas da vertical Serviços (+46,0% vs. 3T20), decorrente principalmente do avanço do Carro Fácil, que expandiu seu faturamento em 81,4% e atingiu 9,2 mil contratos ativos (+60,3% vs. 3T20).

O resultado financeiro recorrente atingiu R$ 54,8 milhões no trimestre, através de um retorno sobre as aplicações financeiras (ex-previdência) de 1,55% (equivalente a 127% do CDI no período). Esse resultado é decorrente principalmente do retorno sobre as alocações em títulos indexados à inflação, parcialmente impactado pelo desempenho dos ativos de renda variável.

No campo societário, em outubro adquirimos participação majoritária na Atar, fintech que desenvolve soluções de Banking-as-a-Service (BaaS), com o objetivo de acelerar o processo de transformação digital da vertical de Negócios Financeiros. Como evento subsequente ao fechamento do trimestre, anunciamos já em novembro uma joint venture com a Cosan para oferecer um amplo portfólio de soluções voltadas para a mobilidade.

O Carro Fácil, nosso serviço de veículos por assinatura, será uma das soluções no portfólio, que também será composto por diversas outras soluções, tais como gestão de frota de veículos leves e pesados, aluguel de veículos em diversas modalidades, entre outras, explorando a estrutura operacional e as boas práticas de gestão já existentes na Porto Seguro e Cosan. Essa parceria reforça nosso posicionamento no segmento de mobilidade através da associação a um player relevante, com vantagens competitivas complementares e sinérgicas às nossas. Ambas operações estão sujeitas à aprovação dos órgãos reguladores.

SulAmérica lucra R$ 363,9 milhões de janeiro a setembro de 2021, queda de 51%

ricardo botas sulamerica

A SulAmérica registrou lucro líquido das operações continuadas de R$ 363,9 milhões no acumulado janeiro a setembro deste ano, queda de 51% diante dos R$ 754 milhões do mesmo período do ano anterior. Considerando o mesmo ganho no terceiro trimestre, a queda foi de 2%, para R$ 280 milhões.

“A pandemia acelerou processos internos, principalmente na área de inovação, que se provaram estratégias bem-sucedidas, como o Saúde na Tela no nosso aplicativo de Saúde. Os vários desafios potencializaram oportunidades para atuarmos ainda mais como uma gestora de Saúde Integral”, observa o CEO Ricardo Bottas. “Fomos eleitos também, em outubro, a empresa mais inovadora do setor pelo Valor Inovação pelo segundo ano consecutivo, mais um reconhecimento das nossas soluções inovadoras”, conta. 

Segundo comunicado, a companhia registrou receitas operacionais de R$5,2 bilhões no trimestre, aumento de 3,7% em relação ao mesmo período do ano anterior, e de R$15,6 bilhões no acumulado do ano, aumento de 5,8% frente a 2020, impulsionadas pelos segmentos de Saúde, Odonto e Vida. Nas carteiras de Saúde e Odonto, o crescimento nas receitas operacionais foi de 5,2% no trimestre, com aumento no número de beneficiários em planos coletivos de 8,5%, o que representou 341 mil novas vidas, contribuindo para alcançar o total de 4,5 milhões de beneficiários ao final de setembro de 2021, tendo saltado em 2021 para a 2ª posição no ranking de receitas entre as seguradoras e operadoras de saúde no Brasil.  

Em Vida, o aumento no número de segurados foi de 290 mil, consolidando a recuperação no crescimento de receitas (+10,9%) por mais um trimestre, em meio aos impactos ainda significativos da COVID-19 na rentabilidade da carteira. Em Previdência, as reservas totalizaram R$ 9,3 bilhões, aumento de 7,4% quando comparado com o mesmo período do ano anterior. 

No mais, a SulAmérica acelerou iniciativas do Cuidado Coordenado – estratégia que já conta quase 800 mil beneficiários ativos e cerca de 4 mil médicos e profissionais de saúde parceiros – ampliando a assistência, o cuidado e a proximidade com os beneficiários com uso de tecnologia e medicina conectada.  

A margem bruta operacional da SulAmérica neste trimestre alcançou R$357,2 milhões, 27,1% superior ao segundo trimestre de 2021, marcando um início de recuperação na rentabilidade da operação, acompanhando, principalmente, o menor impacto de custos associados à COVID-19 no segmento de saúde ao longo do período, com a melhora da situação de pandemia e o avanço no processo de vacinação da população. Já o lucro líquido somou R$280,3 milhões no trimestre, beneficiado principalmente por créditos decorrentes de disputas tributárias apurados no período, relativamente estável em relação ao número apresentado no mesmo trimestre de 2020. 

Neste contexto ainda desafiador em que a saúde dos beneficiários continuou sendo a prioridade da Companhia, a SulAmérica intensificou sua estratégia de Cuidado Coordenado, direcionando esforços para ampliar a atenção e o relacionamento com os segurados. Após um crescimento exponencial na utilização das ferramentas digitais no início da pandemia, os números de teleconsultas permaneceram em patamares elevados. A SulAmérica atingiu mais de 1 milhão de atendimentos remotos apenas em 2021, somando cerca de 1,7 milhão de interações digitais desde o início de 2020, com altos níveis de satisfação e resolutividade.  

A SulAmérica também avançou na democratização do acesso à saúde e seguiu com o SulAmérica Direto, família de produtos regionais mais acessíveis e de alta qualidade, que já somava cerca de 42 mil beneficiários no final de setembro em nove regiões do País, além de novos lançamentos já programados para os últimos meses do ano. Além disso, em outubro, a Companhia concluiu o processo de aquisição da carteira da Santa Casa de Ponta Grossa, adicionando mais de 25 mil vidas ao portfólio da Paraná Clínicas, que passarão a ser consideradas no 4T21. “Atingimos mais de 160 mil vidas no segmento midticket e continuamos buscando oportunidades de aquisições que poderão contribuir para ampliarmos cada vez mais a presença da SulAmérica em regiões altamente estratégicas”, afirma Bottas. 

Acompanhando a queda consistente no número de hospitalizações e óbitos e a melhora da situação de pandemia nos últimos meses, é esperada uma redução dos impactos negativos nos resultados da Companhia nos próximos meses. “Não fechamos os olhos à situação crítica que se anunciava e decidimos, ainda no início da pandemia, cobrir os custos associados a óbitos da COVID-19 para segurados de Vida, além de toda a assistência oferecida aos beneficiários de Saúde. Tais impactos foram significativos em nossos resultados, mas não medimos esforços, pois esse é o nosso propósito: proteger e atuar para melhorar a vida das pessoas em todos os momentos”, destaca o CEO Ricardo Bottas. 

Na agenda ASG (aspectos ambientais, sociais e de governança), a SulAmérica seguiu se posicionando como uma das empresas mais inovadoras e sustentáveis no setor em que atua. A 9ª emissão de debêntures da SulAmérica foi mais um passo neste sentido, sendo o primeiro sustainability-linked bond (SLB) da Companhia. Na prática, significa que esta será a primeira emissão de dívida com uma métrica atrelada a um indicador de sustentabilidade, estabelecendo a meta de aumentar o número de pessoas com acesso a saúde emocional para mais de 150 mil pessoas até 31 de dezembro de 2026, um tema cada vez mais relevante no presente e no futuro e que precisa ser enfrentado, mas, principalmente, direcionados recursos para sua promoção. Em gestão e administração de recursos, nossa gestora SulAmérica Investimentos fez parte de um grupo seleto de 18 investidores brasileiros entre institucionais e gestores de fundos que somam R$ 873 bilhões em ativos sob gestão – o grupo publicou uma declaração conjunta para apoiar políticas públicas que desenvolvam uma economia de baixo carbono e demais iniciativas em favor do clima. 

Setores público e privado buscam crescimento da saúde suplementar

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Fonte: Abramge

A parceria entre o setor privado e o público deu o tom da abertura do 25º Congresso Abramge (Associação Brasileira de Planos de Saúde). As declarações iniciais foram do secretário executivo do Ministério da Saúde, Rodrigo Cruz; senador Sérgio Petecão (PSD-AC); deputado Dr. Luizinho (PP-RJ), presidente da Comissão de Seguridade Social e Família da Câmara; presidente da Agência Nacional de Saúde Suplementar (ANS), Paulo Roberto Rebello; e do presidente da Abramge, Renato Casarotti (foto). O evento está sendo realizado entre hoje (10) e amanhã (11) em Brasília, com transmissão on-line.

“Inauguramos essa pauta de diálogo constante para que o governo federal possa ampliar o alcance da saúde suplementar e, assim, desonerar a pública”, destacou o secretário executivo do Ministério da Saúde, Rodrigo Cruz. Ele citou o faturamento anual do sistema privado de R$ 230 bilhões para um público de 48 milhões de beneficiários, enquanto o orçamento do Sistema Único de Saúde (SUS) é de R$ 140 bilhões para uma população três vezes maior (cerca de 160 milhões de brasileiros). 

O deputado Dr. Luizinho apontou para a necessidade de desburocratização do setor de saúde suplementar e de uma normatização clara, a partir da interlocução dos atores. “Para um atendimento de qualidade, precisamos dar apoio a todos os brasileiros pelo SUS e ter um sistema de saúde suplementar forte, para chegarmos a uma cobertura de 100 milhões de beneficiários”, propôs. 

Para o presidente da ANS, Paulo Rebello, há desafios estruturantes, como o crescente custo em saúde. “Precisamos promover uma regulação firme, para promover o interesse público em busca de mais saúde”, apontou.

O presidente da Abramge, Renato Casarotti, lembrou que o sistema de saúde suplementar cedeu mais de 800 leitos ao setor público durante a pandemia, além da doação de mais de R$ 50 milhões em EPIs, medicamentos e apoio social. Também destacou o papel da Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) na agilidade para liberar a importação de produtos em escassez no mercado nacional, com os kits de intubação e a imunoglobulina. 

“Algumas operadoras se adiantaram e importaram respiradores ainda no início, quando a contaminação crescia na China, pela preocupação com seus beneficiários”, lembrou o presidente da Abramge, que agradeceu a escuta ativa das autoridades durante a crise sanitária.

Casarotti citou medidas tomadas em caráter de urgência, como a prorrogação do prazo para procedimentos eletivos, para liberar leitos, e a suspensão do reajuste dos planos individuais, por adesão e com até 29 vidas (conhecidos como PME) por três meses pela maioria dos associados da Abramge e da FenaSaúde, entre maio e junho de 2020, no momento agudo da pandemia. 

“A contratação e o treinamento de mais de 10 mil profissionais de saúde e a abertura de mais de 2.800 novos leitos, incluindo a antecipação da inauguração de hospitais inteiros, foram decisões tomadas pelas operadoras para solucionar a crise de atendimento”, ressaltou.

Desde o início da pandemia, a Abramge está alinhada aos protocolos divulgados pelas autoridades de saúde a favor da segurança clínica da população e do controle eficaz da Covid-19. Agora, durante o 25º Congresso Abramge, a entidade manteve seu compromisso com os órgãos oficiais e estipulou limite de inscrições, respeitando a capacidade do local e o distanciamento social. O evento conta com testagem PCR para todos os participantes e ambiente próprio para a realização de teleconsultas, além de consultório reservado com profissionais de saúde.

Lucro da Allianz sobe para US$ 2,45 bi no terceiro trimestre de 2021

Oliver Batt CEO do Grupo Allianz (6)

A Allianz elevou sua previsão de lucro recorde em 2021 ainda mais na quarta-feira, após um terceiro trimestre abundante, enquanto tenta calcular quanto dinheiro pode precisar reservar para uma investigação nos EUA sobre sua divisão de gestão de fundos.

A seguradora alemã disse que espera um lucro operacional próximo a 13 bilhões de euros (US$ 15 bilhões), acima de uma previsão anterior de entre 12 bilhões e 13 bilhões [US$ 13,9 bilhões e US$ 15,1 bilhões] e acima de um recorde de 11,9 bilhões de euros [US$ 13,8 bilhões ] em 2019, antes do início da pandemia.

A Allianz abandonou sua meta de lucro no ano passado devido à incerteza econômica resultante da disseminação do coronavírus e relatou seu primeiro declínio no lucro operacional em quase uma década.

Como outras seguradoras, a Allianz enfrentou clientes reclamando interrupções de negócios e eventos cancelados devido a bloqueios, enquanto a demanda por seguros de automóveis e viagens também caiu, informa a Reuters.

No terceiro trimestre, o lucro líquido da seguradora atribuível aos acionistas chegou a 2,111 bilhões de euros [$ 2,45 bilhões], ante 2,063 bilhões de euros [$ 2,39 bilhões] um ano antes e à frente de uma previsão consensual de 2,044 bilhões [$ 2,37 bilhões].

O CEO Oliver Baete disse que foi o terceiro trimestre mais forte da empresa já registrado. Os números trimestrais foram impulsionados pelas divisões da Allianz para gestão de ativos, que se beneficia dos mercados em ascensão, e seguro saúde e vida, disse a empresa.

Susep abre consulta pública sobre seguros de pessoas e de garantia

Fonte: Susep

A Superintendência de Seguros Privados (Susep) abriu hoje consulta pública sobre os normativos de seguros de pessoas com coberturas de risco. A iniciativa é parte do processo de flexibilização e modernização regulatória que a Autarquia vem realizando, visando promover a diversificação de produtos, a simplificação do entendimento do consumidor e o estímulo ao desenvolvimento do setor. No exercício de 2020, o segmento de seguros de pessoas com coberturas de risco respondeu por cerca de 36% do volume total de prêmios do mercado de seguros (danos e pessoas, desconsiderando planos Dotais e VGBL).  

As minutas propostas seguem abordagem mais principiológica e têm o objetivo de simplificar o arcabouço regulatório dos seguros de pessoas com coberturas de risco, estendendo aos seguros de pessoas o processo de revisão e simplificação regulatória já iniciado para os seguros de danos no ano passado. Vale destacar ainda a consolidação da regulamentação aplicável ao segmento, seguindo as diretrizes do Decreto nº 10.139/2019. As diversas normas – gerais e específicas – passarão a ser consolidadas em uma resolução CNSP e uma circular Susep, facilitando o entendimento pelas empresas, consumidores e demais participantes do mercado. 

De acordo com a coordenadora-geral de Regulação de Seguros Massificados, Pessoas e Previdência da Susep, Mariana Arozo, a revisão normativa busca simplificar a operacionalização dos produtos de seguro de pessoas, visando fornecer adequada proteção aos usuários desse mercado ao mesmo tempo que permite o desenvolvimento de um mercado competitivo, dinâmico e inovador, que oferte produtos diversificados, acessíveis e capazes de atender aos anseios dos consumidores. “A flexibilização busca criar condições regulatórias mais favoráveis à oferta de novos produtos, mais inovadores e adequados às necessidades do consumidor. Esperamos que este avanço contribua com a ampliação do acesso da população aos seguros de pessoas.” afirma. 

Nessa linha, estão sendo propostas alterações e flexibilizações regulatórias, com manutenção de regramentos mais detalhados apenas para coberturas e situações específicas, conferindo maior liberdade para estruturação e oferecimento de coberturas diversas. Por exemplo, houve revisão da definição do conceito de Acidentes Pessoais, com a retirada da lista de eventos que são ou não classificados como acidente pessoal; flexibilização no que se refere à forma de pagamento da indenização, que poderá se dar, além do pagamento em dinheiro e do reembolso, sob a forma exclusiva de prestação de serviços; e flexibilização dos dispositivos sobre apuração do valor da indenização e caracterização da invalidez por acidente.  

Além disso, a consulta também abrange a revogação de dispositivos que limitam, como regra geral, a conjugação de coberturas de diferentes ramos, de forma que eventuais restrições sejam tratadas, se for o caso, em normas específicas. Conforme explica Rafael Scherre, diretor da Susep, “deixa de haver restrição regulatória para a elaboração de produtos conjugando coberturas de seguros de danos e de seguros de pessoas, o que pode trazer benefícios para o consumidor”. 

A proposta está alinhada aos objetivos estratégicos da Susep de “simplificar a regulação dos mercados” e promover um “ambiente favorável ao desenvolvimento de um mercado competitivo, transparente, inovador e com maior cobertura”. 

A Susep convida todos os interessados a participar da construção dessa importante proposta normativa para o mercado de seguros. A consulta pública estará aberta por 30 dias a contar de 10/11/2021 e pode ser acessada no site da autarquia.

Seguro garantia

A autarquia também iniciou a segunda consulta pública sobre a proposta para avanços no novo marco regulatório do seguro garantia. A sugestão revisa a Circular Susep nº 477/2013. A nova etapa de consulta pública tem como objetivo aprimorar ainda mais a redação final do normativo, acolhendo reflexões apresentadas pelo mercado e pela sociedade de um modo geral, na etapa anterior. A consulta tem início hoje e é válida por 30 (trinta) dias. 

A revisão do normativo busca assegurar ainda mais transparência nas operações e reduzir possíveis assimetrias de informações entre as partes contratantes. O fomento à criação de novos clausulados e a valorização da liberdade contratual também compõem os objetivos da proposta.  

O texto da minuta é resultado da experiência acumulada pelas áreas técnicas e jurídicas envolvidas direta e indiretamente com o tema, no curso do monitoramento da prática operacional do seguro. 

A proposta estabelece a definição precisa do objetivo do seguro garantia, além de aperfeiçoar diversos conceitos técnicos com o intuito de facilitar sua compreensão. Dentre as principais alterações propostas, está a exclusão do plano padronizado, dado o contexto atual de desenvolvimento do mercado de seguro garantia, visando estimular a inovação por meio do desenvolvimento de novos clausulados, seguindo o princípio da liberdade contratual previsto na Lei n.º 13.874, de 20 de setembro de 2019 (“Lei de Liberdade Econômica”). 

A nova norma é aderente à recém-publicada Lei n.º 14.133, de 1º de abril de 2021 (Lei de Licitações), com previsão de pagamento da indenização por meio da execução da obrigação garantida (step in), possibilidade de acompanhamento e monitoramento do objeto principal pela seguradora, atuação como mediadora em eventuais inadimplências ou conflitos entre segurado e tomador, ou ainda prestando apoio e assistência ao tomador. 

Liberty Seguros apoia programa de inclusão para pessoas com síndrome de Down e autismo por meio do esporte

Liberty Seguros Daniela

Fonte: Liberty

A Liberty Seguros anuncia o apoio ao Projeto Esporte e Inclusão, programa de incentivo à inclusão de pessoas com síndrome de Down e autismo na sociedade por meio do esporte. A ação, que terá início no mês de novembro e duração de 24 meses, tem como objetivo promover melhorias para a vida diária dos participantes, além de contribuir para a socialização e ampliação de assistência para estes públicos na cidade de Santos. 

A iniciativa é realizada através do Programa Nacional de Apoio à Atenção da Saúde da Pessoa com Deficiência (PRONAS/PCD), do Ministério da Saúde, e é fruto da parceria entre a ANDEE (Associação Nacional de Desenvolvimento Esporte e Educação), a Universidade Santa Cecília (UNISANTA) e a Prefeitura de Santos, por meio das Secretarias de Educação e de Saúde. 

Ao todo, 80 pessoas serão beneficiadas pelo projeto, que oferecerá atividades esportivas como futebol society, tênis de mesa, dança, teatro, artes e música na Universidade Santa Cecília, no Boqueirão, em Santos. A idade mínima dos participantes é de 10 anos e todos serão avaliados por um médico cardiologista, realizando exames laboratoriais que evitem a exposição a qualquer tipo de risco, além de receberem alimentação após as atividades. A equipe multidisciplinar do projeto também conta com assistente social, psicólogo e professores de educação física e da área cultural.

O patrocínio do Projeto Esporte e Inclusão é mais uma iniciativa da Liberty Seguros com foco em promover a diversidade e inclusão. Neste ano, a companhia convidou os seus colaboradores a participarem dos grupos de afinidade, com o objetivo de promover a equidade e assegurar que a empresa está fomentando um ambiente inclusivo para todos e alinhada às boas práticas de DEI (Diversidade, Equidade e Inclusão). Além disso, a Liberty também participa de diversas discussões do mercado e apoia ações sociais.

“A Liberty Seguros trabalha para acolher cada vez mais as minorias e incorporar a diversidade em tudo o que fazemos, interna e externamente. Ao enaltecer as diferenças  e empoderar as pessoas a desenvolverem suas habilidades, cooperamos para o desenvolvimento de uma sociedade cada vez mais inclusiva”, afirma Daniela Bouissou, Diretora de Transformação da Liberty Seguros 

Marsh e Rodobens anunciam parceria

Fonte: Marsh

A consultoria de risco e corretora de seguros Marsh Brasil e a Rodobens, uma plataforma de serviços financeiros alavancada por um ecossistema de varejo automotivo, fecharam uma parceria estratégica para ofertar no mercado serviços únicos de seguros e consultoria em gestão de riscos logísticos. A aliança estratégica entre as empresas, que têm grande experiência no segmento de transporte e logística, trará benefícios mútuos como a ampliação de negócios e novas opções de produtos e serviços para a base de clientes.  

“A alta especialização da Rodobens na logística brasileira, combinada com as soluções globais, recursos e capacidade de colocação customizada de riscos da corretora Marsh permitirá que os clientes de ambas as empresas tenham acesso a soluções integradas e inovadoras com mais facilidade e que atendam suas necessidades específicas com maior eficiência”, afirma Sérgio Caron da Marsh Brasil. 

“Com as duas empresas atuando de maneira estratégica para oferecer novos produtos de seguros com gerenciamento de riscos, vamos potencializar nossas capacidades de fornecer serviços diferenciados a todos os agentes da cadeia logística, contribuindo de forma mais efetiva para a redução do custo total dos riscos envolvidos nas atividades”, complementa Luis Guilherme Figueiredo Vilela Santos, Diretor Comercial da Rodobens. 

Os executivos explicam que, com a parceria, o mercado ganhará mais soluções integradas, alternativas de colocação de riscos e mais expertise em logística. Em soluções integradas, os clientes terão um mapeamento da cadeia produtiva e fluxos logísticos para ampla análise de riscos de transportes e armazenagem e, ainda, treinamento para as equipes diversas a respeito do programa de seguros e procedimentos em eventuais sinistros. 

A parceria traz também para as grandes e médias empresas de transporte e logística alternativas de colocação de riscos. “Alguns riscos e atividades têm enfrentado grandes dificuldades na aprovação por parte das seguradoras. O perfeito alinhamento entre análise e gestão dos riscos, com acesso a capacidades de subscrição local e internacional, permite o desenvolvimento de opções de coberturas de seguros”, diz o Diretor Comercial da Rodobens.

No terceiro pilar da proposta de valor, os clientes vão se beneficiar de toda uma expertise em logística. “Entender com profundidade a atividade logística das empresas é fundamental para se desenhar apólices customizadas, cláusulas particulares diferenciadas e produtos específicos que vão ao encontro das reais necessidades dos clientes”, afirma o executivo da Rodobens. A Marsh tem larga experiência em programas de seguros para embarcadores e transportadores, com ênfase em gerenciamento de riscos, bem como na negociação e colocação de seguros de transportes junto ao mercado segurador nacional e internacional. A companhia administra apólices de transporte nacional e internacional de mais de 800 empresas (Embarcadores e Transportadores) – entre as quais as maiores empresas instaladas no Brasil. A companhia é hoje a maior corretora de riscos patrimoniais do mercado brasileiro. 

Destacando a eficiência da gestão de riscos, segundo Sérgio Caron da Marsh, nos clientes que foram instalados comitês de gerenciamento de riscos houve uma redução de, pelo menos, 25% de sinistros. 

A sinergia desta parceria se reflete também na sólida presença da Rodobens no segmento de transporte. Há 70 anos no mercado, a empresa possui um amplo portfólio de serviços financeiros suportados por um ecossistema sinérgico de rede de concessionárias próprias de automóveis e veículos comerciais, que dão ao cliente confiança e segurança dos produtos adquiridos.