Luiz Morales apresenta sua candidatura ao Sincor-SP para os associados da UCS

A UCS – União dos Corretores de Seguros – realizou no dia 26 de outubro seu 9º Trocando Ideias de 2021, recebendo Luiz Morales, candidato à presidência do Sincor-SP (sindicato da categoria no Estado). O presidente da UCS, Arno Buchli Junior, explicou na abertura do evento que o convite para apresentação de propostas foi feito para os dois candidatos, mas o outro declinou. “A UCS tradicionalmente realiza evento para apresentação dos candidatos e propostas para o nosso Sincor-SP, é uma pena não termos os dois lados”, disse.

Luiz Morales enfatizou que desde que fundou a UCS sempre teve como filosofia quebrar paradigmas, realizando ações para valorização dos corretores de seguros. “O período é de desafios para a corretagem de seguros, os problemas vêm a nós constantemente, ‘forças ocultas’ continuam impedindo o desenvolvimento dos corretores de seguros. Esse é um discurso que eu trago desde o início da UCS, em 2004, e não abro mão de lutar pelo que o corretor precisa, e eu sei o que o corretor de seguros precisa”, garantiu, defendendo que quer continuar seguindo nesta luta com os fundamentos da campanha, que construiu ouvindo a categoria. “Quem me conhece sabe que desde a UCS eu sigo não apenas ouvindo os corretores, mas principalmente executando as propostas”.

Ele explicou  o propósito do movimento “Sincor Como Queremos”. “É um movimento legítimo, no qual eu, que estava incomodado, e mais outros corretores que também estavam, começamos a conversar, e pensamos em nos unir para fazer voltar a brilhar o papel do corretor de seguros. Na UCS estamos trabalhando há quase 20 anos para entregar isso ao corretor, e essa proposta para o Sincor-SP foi construida meses antes da formação das chapas, foi um pleito dos corretores colocar os profissionais novamete como protagonistas, e para isso precisamos trazer o pertencimento à nossa entidade representativa”, disse. “Nada pode derrotar um movimento necessário, cuja hora chegou”, frisou. “Os corretores têm que entender que têm a capacidade de transformar sua realidade, e o movimento Como Queremos está tendo sucesso porque estão assimilando essa ideia”.

Questionado sobre o que o motivou ao desafio, foi enfático: “Quem me conhece sabe minha paixão e amor pelo corretor de seguros, o querer fazer e entregar para o corretor de seguros”, disse Luiz Morales. “Mas para isso eu preciso ser a sua voz, corretor de seguros, no Sincor-SP. Quero fazer de nós o maior símbolo de representatividade da nossa categoria. Quero mudar sim, quero inovar, fazer o corretor ganhar dinheiro e traçar o melhor para nossa profissão. Eu sempre trouxe isso comigo, o famoso bordão da UCS ‘Vamos juntos!’ é sobre isso. O pertencimento que precisamos e perdemos no Sincor-SP é o caminho”.

Morales apresentou alguns membros de sua chapa, defendendo a importância da oxigenação. “O Sincor-SP é nosso, precisamos dar o poder de volta para o corretor de seguros. E como fazer isso? Temos um celeiro de líderes, todos aqui na UCS somos líderes, a criação de eventos como o Trocando Ideias e o Trocando Negócios são entregas da nossa liderança. Demos as mãos e dissemos ‘Vamos juntos’”.

“Tenho um time grande, de 21 corretores de seguros, mas vou apresentar alguns relacionados à UCS, bem como ex-presidentes da UCS, que compõem a chapa”, afirmou. Ele apresentou Shirtes Pereira, seu candidato a 2º vice-presidente no Sincor-SP, que atua na cidade de São José do Rio Preto, e será o representante do interior. Também deu a palavra para Cesar Bertacini, ex-presidente da UCS, candidato a Ouvidor no Sincor-SP. Em seguida, Marcelo Guirao, também ex-presidente da UCS, candidato a 1º Tesoureiro no Sincor-SP. Seguiu com Ezaqueu Bueno, ex-presidente da UCS, candidato a 1º Secretário no Sincor-SP. Por fim, Raquel Gomes, também ex-presidente da UCS, candidata a 1ª vice-presidente no Sincor-SP.

Fonte: UCS

Marcio Coriolano, da CNseg, MetLife e EZZE Seguros debatem perspectivas do setor em webinar da Bússola, no site da Exame

webinar cnseg

Fonte: CNseg

Ao classificar a atividade de seguros como procíclica, o Presidente da CNseg justificou o comportamento do setor perante a pandemia: resiliente no pior momento da crise epidemiológica e em expansão acelerada aos primeiros sinais de retomada econômica a partir do segundo semestre, perfazendo o movimento em V em sua reação.  

Em números, significou uma expansão de mais de 12,9% em 2019, desaceleração para 1,3% em 2020, e alta anualizada de 12,2% até agosto de 2021. Marcio Coriolano foi um dos participantes do webinar Bússola, plataforma de conteúdos publicada no site da Revista Exame, cujo tema central foi “Seguros e Previdência: aspectos da pandemia e o futuro do setor”. Realizado nesta quarta-feira, 27, e moderado pelo jornalista Rafael Lisbôa, o webinar contou também com a presença de Paula Toguchi, Superintendente de Produtos da MetLife, e de Edson Toguchi, Vice-Presidente de Produtos da Ezze Seguros, que relataram as principais ações dos seus grupos perante a pandemia.

Marcio Coriolano reconheceu que os danos colaterais da pandemia (recessão, desemprego, e renda em queda) afetaram o setor como um todo, materializando-se, contudo, de forma heterogênea entre os ramos e modalidades de seguros. Os ramos de seguros ligados a atividades econômicas, como Riscos de Engenharia, Seguro Viagem, Garantia Estendida, tiveram contração, voltando a níveis de 2019, 2015 e 2011, respectivamente.

Ao mesmo tempo, a pandemia despertou o sentimento de aversão a riscos por enormes parcelas da população, levando-as à compra de seguros, preferencialmente de Vida, Saúde, Residencial e Habitacional para se cercar de proteção. Também se destacaram o seguro Rural, o de Crédito e o de Responsabilidade Civil. 

A desregulamentação promovida pela Susep nos últimos dois anos foi outra contribuição para o andamento positivo dos negócios, por dar mais flexibilidade aos produtos e liberdade de ação.  Marcio Coriolano, contudo, destacou dois pontos de atenção no processo de desregulamentação do setor: a submissão dos prazos de implantação do open insurance aos do open banking e o papel das Sociedades Iniciadoras de Serviço de Seguro (SISS), em consulta pública, que não está claro além de não prever o corretor de seguros.

Marcio Coriolano afirmou que o mercado de seguros, um dos mais ágeis em se adaptar aos desafios criados pela pandemia, está pronto para atender a um consumidor que será cada vez mais empoderado, mais tecnológico, com menos renda disponível e disposto a se aproveitar das melhores oportunidades que serão criadas com a concorrência mais acirrada esperada no setor nos próximos anos.

SulAmérica apresenta novidades no portfólio de seguros de Vida individuais

Fonte: SulAmérica

A SulAmérica concluiu mais uma atualização da sua oferta de seguros de Vida individual. Alinhada ao compromisso de entregar produtos cada vez mais completos dentro do conceito de Saúde Integral, os produtos Vida Individual e Vida Mulher, contam, a partir desta semana, com maior proteção para a cobertura Doenças Graves e com duas novas coberturas: Acessibilidade Física e Aquisição de Jazigo. A novidade também amplia o leque de soluções oferecidas pelos corretores de seguros, parceiros fundamentais da seguradora.

Os clientes que optarem pela nova cobertura Doenças Graves passarão a ter 30 opções de patologias e poderão escolher 24 delas de forma personalizada. Além da vantagem de ter a cobertura mais completa do mercado, o capital segurado também foi ampliado de R$ 400 mil para R$ 1 milhão. A proteção também conta com outro diferencial competitivo: o cancelamento da cobertura somente quando o segurado atingir 85 anos, enquanto a média praticada no mercado é aos 70 anos de idade.

Mais uma novidade é a cobertura Acessibilidade Física, que garante ao segurado pagamento de indenização em caso de Invalidez Permanente Total ou Parcial por Acidente para ser utilizada nas despesas com adaptação da residência ou do veículo.

Além disso, os produtos passaram a contar também com a opção de cobertura Aquisição de Jazigo, que consiste em indenização para a pessoa que arcou com custos da aquisição de jazigo ou carneiro para o segurado titular do seguro em cemitério público ou privado, limitado ao valor contratado.

“A ampliação e oferta de mais opções de proteção às pessoas vêm reforçar o cuidado da SulAmérica com a Saúde Integral dos nossos beneficiários, buscando o equilíbrio e bem-estar entre as saúdes física, financeira e emocional. A companhia apresenta produtos e serviços que vão sempre ao encontro do momento de vida das pessoas. Também amplia o portfólio para os corretores e corretoras de seguros oferecerem Saúde Integral aos seus clientes”, finaliza Victor Bernardes, diretor de Vida e Previdência da SulAmérica.

Pelo 10º ano consecutivo, Tokio Marine apoia o “Teleton”

Fonte: Tokio Marine

Sempre firme no propósito de contribuir para o desenvolvimento da sociedade, a Tokio Marine, uma das maiores seguradoras do País, participou do Teleton, pelo décimo ano consecutivo. A maior maratona solidária da TV brasileira é transmitida pelo SBT e arrecada recursos para a Associação de Assistência à Criança Deficiente (AACD). 

Mais uma vez, a Tokio Marine ofereceu uma contribuição financeira de R$ 300 mil para a campanha. A importante causa da AACD mobiliza também os mais de 2,6 mil Colaboradores da Companhia, que colaboram por meio de descontos voluntários em folha de pagamento. Além disso, os mais de 35 mil Corretores e Assessorias parceiros da Tokio são estimulados a participar de uma campanha de solidariedade, na qual os pontos do Programa Nosso Corretor (PNC) podem ser convertidos em doações à AACD.

“A AACD realiza um trabalho de extrema relevância, que se tornou uma referência no tratamento e desenvolvimento das pessoas com deficiência física. Para nós, é engrandecedor fazer parte dessa corrente do bem. A Tokio Marine tem ampliado cada vez mais as práticas sociais, ambientais e de governança, com foco nas melhores práticas de ESG, pois faz parte do DNA da nossa Companhia contribuir para o desenvolvimento da sociedade”, comenta a Diretora de Canais Especiais, Márcia Silva.

Ranking Valor Inovação: conheça as vencedoras em seguros e planos de saúde

O anuário Valor Inovação, divulgado ontem, traz cinco vencedoras em seguros e planos de saúde. O ranking é liderado pela SulAmérica, seguido pela MAG Seguros, Unimed BH, Brasilseg e Bradesco Seguros. Todas elas já investiram muito em tecnologia para trazer inovação para a operação e prometem muito mais para 2022.

A pandemia apenas acelerou os investimentos em inteligência artificial (IA), internet das coisas (IoT), telemetria, Big Data, analytics e algoritmos de machine learning, como mostra a pesquisa realizada pelo Valor, em parceria com a Strategy&, consultoria estratégica da PwC, que serviu de base para o ranking do anuário Valor Inovação Brasil. O estudo revela que 50% das seguradoras entrevistadas investiram entre 1% e acima de 5% do faturamento em 2020 em inovação, e 40% até 0,5%. Os 10% restantes aportaram recursos entre 0,5% e 1% do volume de vendas. Um valor que tem transformado o dia a dia das companhias e de seus parceiros de negócios em todos os processos, da precificação do seguro ao pagamento da indenização. 

Outro dado relevante da pesquisa da Strategy& e que não poderia faltar nestes tempos em que ataques cibernéticos são constantes no noticiário é a segurança dos dados. Nem mesmo as grandes empresas do mundo tem ficado imune aos hackers. Preocupadas em garantir a integridade de seus parceiros de negócios e clientes, cerca de 70% das participantes do segmento de seguros e planos de saúde afirmaram investir há mais de 3 anos em segurança da informação. Em seguros e planos de saúde, 45% dos entrevistados citaram terem sido alvos de ataques de hackers no último ano, sendo que 80% registraram o incidente como “severidade baixa”, com danos minimizados pelo acionamento dos sistemas de segurança adotados.

O Open Insurance, o compartilhamento de dados pessoais no mercado segurador -como o Open Banking – promete ser um divisor de águas. O Brasil é o primeiro país do mundo a regulamentar o mercado aberto e a intensificar um caloroso debate entre as seguradoras e o órgão regulador, a Susep.

Há divergências em relação a prazos, segurança de dados e quais informações devem ser compartilhadas. Apesar disso, parece haver um consenso: o open insurance, com a última fase prevista para o final de 2022, pode trazer facilidades ao cliente ele terá acesso a dados e informações e a possibilidade de receber produtos mais adequados às suas necessidades.

SETOR DE SEGUROS E PLANO DE SAÚDE 

  1. SulAmerica (49 na classificação geral) 
  2. MAG Seguros (58) 
  3. Unimed-BH (72) 
  4. Brasilseg (84) 
  5. Bradesco Seguros (87) 
  6. Liberty Seguros (115) 
  7. IRB Brasil RE (127) 
  8. Zurich (134) 
  9. Icatu (144) 

MAG Seguros é uma das empresas mais inovadoras do setor e do país

Nuno David mag

Fonte: MAG Seguros

A MAG Seguros, seguradora mais longeva do país com 186 anos de atuação ininterrupta, também é uma das empresas mais inovadoras. A seguradora, especializada em vida e previdência, foi reconhecida ontem a segunda empresa mais inovadora no segmento de Seguros e Planos de Saúde, segundo o Prêmio Inovação Brasil, do Valor Econômico com a PwC. A empresa também figura na 58ª posição na lista das 150 companhias mais inovadoras do país. 

“A premiação é consequência da nossa cultura. Inovação está presente no nosso DNA. Sem dúvida este é um dos pilares que contribuem para que a companhia seja protagonista do mercado e apresente crescimento constante acima de dois dígitos nos últimos 10 anos”, explica Nuno Pedro David, CMO da seguradora. 

Ao longo dos últimos anos, a MAG Seguros vem investindo fortemente e continuamente em inovação e tecnologia, a fim de desenvolver e entregar soluções que promovam melhores experiências e negócios para os diversos públicos de interesse da companhia, como corretores, parceiros, clientes e colaboradores. 

“Podemos destacar importantes iniciativas, como a criação da Simple2u, seguradora 100% digital voltada para a comercialização de seguros on demand desenvolvida a partir do projeto aprovado no sandbox regulatório; e o MAG Leads, ferramenta baseada em tecnologia, inbound marketing e inteligência algorítmica que tem como principal objetivo a captação e a gestão de leads qualificados no ambiente digital”, acrescenta David. 

A MAG Seguros também conta com o seu proprietário, completo, escalável portal de APIs que é integrável a sistemas de outros parceiros. Isso coloca a companhia com uma maior facilidade e agilidade de implementação de novas parcerias por meio deste catálogo. 

Além do desenvolvimento de projetos, a MAG Seguros acompanha de perto os principais centros de inovação do mundo, como a Singularity University, no Vale do Silício, o RISE, na Ásia e o ecossistema israelense. 

A companhia também desenvolveu, em 2018, junto com a PUC-RJ, o Insurtech Innovation Program, que forma grupos multidisciplinares nos quais são propostos desafios para o desenvolvimento de projetos baseados em inovação e tecnologia para o mercado de seguros. Por fim, vale ressaltar a parceria com a Endeavor, que permite à seguradora a conexão com startups maduras e o desenvolvimento de soluções de forma rápida. 

Faturamento do setor segurador volta a bater dois dígitos e cresce 18,2% em agosto

irb inteligencia mercado

Fonte: IRB

A 12ª edição do Boletim IRB+Mercado, relatório mensal da plataforma IRB+Inteligência, mostra que a alta do faturamento do setor de seguros voltou a bater dois dígitos em agosto: 18,2% em relação ao mesmo mês de 2020, totalizando R$ 12,6 bilhões em prêmios emitidos. Houve crescimento nos seis segmentos analisados, com destaque para Rural, que obteve variação positiva de 59,9%, considerando agosto do ano passado. No acumulado de 2021, o faturamento alcançou R$ 91,93 bilhões, alta de 15,8% em relação ao totalizado nos oito primeiros meses de 2020.

O índice de sinistralidade, por sua vez, chegou a 53,3% em agosto, aumento de 8,5 pontos percentuais (p.p.) na comparação com o mesmo mês de 2020. E 50,9% no acumulado do ano: 7,8 p.p. a mais em relação ao índice verificado no mesmo período do ano passado. A taxa no segmento de Vida alcançou 50,3% no acumulado dos oito primeiros meses do ano e foi a maior da série histórica – desde 2014 – para esse período. O lucro líquido das seguradoras fechou em R$ 611 milhões no mês, ultrapassando a marca de R$ 5 bilhões no acumulado do ano. O número, no ano, é 60,4% menor que o registrado nos oito primeiros meses de 2020.

Considerando cada segmento, em agosto, Rural arrecadou R$ 1,2 bilhão. Automóvel somou R$ 3,4 bilhões (+11,9%). Já Vida faturou R$ 4,6 bilhões (+15,9%). O segmento Corporativo de Danos e Responsabilidades totalizou R$ 1,9 bilhão (+15,7%); Individuais contra Danos, R$ 1,1 bilhão (+15,8%); e Crédito e Garantia, R$ 398 milhões (+28,2%).

O Boletim IRB+Mercado resume as operações de seguros a partir dos dados públicos disponibilizados pela Susep em 11/10, considerando os seguros de danos, responsabilidades e pessoas. A edição também lista os cinco maiores grupos seguradores por linha de negócios. A análise está disponível, na íntegra, no site do IRB Brasil RE. No mesmo endereço, o Dashboard IRB+Mercado Segurador permite consulta dinâmica e gratuita às informações de todo o setor.

COP26: Zurich lança documento com ações para frear os impactos das mudanças climáticas

Fonte: Zurich

A Zurich lança mundialmente o relatório “Podemos juntos limitar o aquecimento global a 1,5°C?”, documento que traz o contexto atual dos temas sociais, ambientais e econômicos relacionados às mudanças climáticas, com sugestões e direcionamentos de como podemos frear os impactos dessas transformações em nosso planeta. O paper ajuda a esclarecer os compromissos dos governos no Acordo de Paris, em 2015, e destaca que o homem é o responsável pelos danos à natureza por conta de velhas práticas.

Um dos destaques do documento é o Scorecard de Mudanças Climáticas da Zurich que, por meio de 12 métricas climáticas, aponta como estamos evoluindo para reduzir o aquecimento global a menos de 2° C – o que evitaria que o mundo chegasse num ponto sem retorno no qual não haverá mais como evitar uma situação catastrófica. 

Segundo Lucía Sarraceno, superintendente responsável por Sustentabilidade na Zurich no Brasil (foto), o papel principal do relatório é mostrar o que podemos fazer para limitar o aquecimento global a 1,5°– e principalmente, reforçar que isso é possível.

“O paper apresenta soluções para governos, empresas e instituições diminuírem os riscos das mudanças climáticas, com investimentos em novas tecnologias de energias renováveis, redução/eliminação do consumo de combustíveis fósseis e inovações para a captura de carbono”, pontua a executiva. “E alerta que, para que tudo isso seja feito em tempo hábil, serão necessários investimentos anuais de US$ 6,9 trilhões até 2030. Faz, portanto, um balanço da situação entre a COP21, há cinco anos, e a COP26, que acontece em Glasglow, na Escócia, em novembro”, complementa.

Intimamente comprometida com a causa, em 2019, a Zurich aderiu à Net-Zero Asset Owner Alliance e vem fazendo investimentos globais de impacto que deveriam totalizar US$ 5 bilhões até 2022 – a companhia superou esse valor em 2020, quando registrou US$ 5,8 bilhões em investimentos de impacto, com ações que incluem investimentos em green bonds e em infraestrutura limpa, como parques eólicos e solares. A empresa também foi a primeira seguradora a se inscrever no Business Ambition, em junho de 2019, com a meta de limitar o aumento da temperatura média global a 1,5°C acima dos níveis pré-industriais – que é um ponto central que o paper discute.

Junto com o relatório, a companhia anunciou novas medidas globais com relação à sustentabilidade, com o objetivo principal de reduzir as emissões de carbono em até 70% até 2029 – serão 40 mil toneladas de emissões de CO2 a menos por ano. Diminuição das viagens aéreas em 70% em relação aos níveis pré-pandemia, adoção de uma frota de carros elétrica ou híbrida até 2025 e a estruturação de uma comunicação 100% digital com os clientes no mesmo prazo são exemplos dessas ações.

Alinhada aos compromissos globais da seguradora, a Zurich no Brasil vem incorporando as questões sustentáveis em diversos produtos, serviços e projetos, bem como na sua estratégia de alocação de recursos nos chamados títulos verdes. Essas ações envolvem todos os públicos com os quais a seguradora se relaciona: funcionários, clientes, parceiros de negócios e comunidades apoiadas pela empresa. Entre as iniciativas, estão:

Green Bonds – A alocação destinada em “títulos verdes” atingiu um montante próximo à meta estabelecida pela Zurich para 2022, que é de R$ 170 milhões. Atualmente, a companhia soma R$ 150 milhões em Green Bonds, que correspondem a 5% do total de ativos da seguradora.

Zurich4Power – Trata-se da cobertura abrangente e inovadora para os riscos relacionados à instalação, montagem e operação de painéis solares, tanto para pessoas físicas como jurídicas. Ou seja, o projeto, que foi lançado no começo de 2021, está relacionado à geração de energia renovável e tem como propósito apoiar os clientes, donos do novo equipamento, integradores ou mesmo fabricantes, em seus desafios de sustentabilidade.

Seguro para veículos elétricos e híbridos – Lançado em 2019, além de coberturas tradicionais relacionadas aos casos de colisão, roubo e incêndio, o produto conta com diferenciais, como assistência 24 horas com atendimento concierge, rede de oficinas especializadas e cobertura para os cabos de carregamento em caso de furto/roubo. A iniciativa reflete a aposta da companhia na mudança inevitável pela qual a sociedade está passando e que também é tema do relatório lançado pela Zurich.

Descarte responsável de celulares – Com o objetivo de reduzir ao máximo a emissão de CO2 na operação de sinistros da Zurich de forma certificada, o processo de descarte responsável de celulares e informática visa a reciclar os resíduos da operação de reparo desses equipamentos, tais como peças danificadas, acessórios e baterias – que são altamente danosos ao meio ambiente. Os resíduos passam por um processo inicial de separação de materiais em: plástico, vidro, metais e placas eletrônicas, descaracterização e decomposição em partes menores que são destinados às indústrias específicas para reciclagem. Em 2021, já foi processado 576,22 Kg de resíduos – ou seja, mais de 1/2 tonelada – coletados em urnas para descarte sustentável de celulares, informática, pilhas e baterias espalhadas por todo o território nacional.

Certificação Selo Verde e pagamento 100% digital às oficinas mecânicas – Para esses parceiros, a seguradora criou, no primeiro semestre de 2021, uma certificação para que elas melhorem sua eficiência ambiental e de gestão e, assim, recebam a Certificação Selo Verde – a primeira do gênero no mercado segurador brasileiro, desenvolvida em conjunto com o Instituto da Qualidade Automotiva (IQA). A expectativa é que, até 2023, 90% da rede credenciada da Zurich no país (305 estabelecimentos) seja contemplada com a certificação. Desde o lançamento, seis oficinas foram contempladas com o selo e 21 estão em processo de avaliação. Além disso, o processo de pagamento a esses parceiros não envolve papel, portanto, tem zero emissão de carbono.

Recolhimento de salvados e descarte de entulhos – Desde 2017, a Zurich aprimorou o serviço de retirada dos chamados salvados de danos elétricos no seguro residencial, que são mercadorias e bens avariados, resgatados dos sinistros da seguradora, dando um direcionamento ambientalmente correto para estes materiais. Até de agosto de 2021, foram recolhidas 18 toneladas de equipamentos, como geladeiras, TVs, micro-ondas, impressoras, computadores, máquinas de lavar, entre outros. Em todo o ano anterior, foram mais de 20 toneladas.

Consultoria ambiental – A empresa disponibiliza aos seus clientes do seguro residencial uma consultoria ambiental especializada, com profissionais que os ajudam com ações de consumo consciente de água, energia elétrica, reciclagem de lixo, entre outras. Além disso, a companhia também oferece consultores para auxiliar os segurados na realização de projetos sustentáveis e inteligentes para reaproveitamento de água da chuva e uso de energia solar, entre outros objetivos. Entre janeiro e agosto de 2021, 89 clientes foram atendidos por esse serviço de consultoria.

Vistoria digital no seguro patrimonial – Todo o processo de vistoria dos seguros patrimoniais (residências e empresas) é digital, por conta de uma plataforma eletrônica desenvolvida especialmente para isso. Por meio dela, assim que comunica a ocorrência, o segurado recebe um SMS com um link. Após acessá-lo, basta que ele envie fotos e documentos pela internet, conforme as instruções automáticas. Se estiver tudo OK, a liberação pode ocorrer até no mesmo dia.

Projeto Origens® – No final de 2020, a Zurich no Brasil e a e Z Zurich Foundation (entidade do Zurich Insurance Group que se dedica a investimentos em projetos comunitários) estabeleceram um apoio ao projeto Origens Brasil®, rede de articulação multissetorial concebido pelo Imaflora (Instituto de Manejo e Certificação Florestal e Agrícola) e pelo Instituto Socioambiental (ISA), que viabiliza negócios sustentáveis na Floresta Amazônica. Durante três anos, a Zurich ajudará o Origens Brasil® a criar condições de mudar para melhor a forma como 3 mil produtores fazem negócios com mais de 30 empresas de maneira cada vez mais ética e transparente. Os produtos são provenientes da sociobiodiversidade brasileira e devem ajudar indiretamente cerca de 15 mil indígenas de populações tradicionais da Floresta Amazônica, gerando uma receita de R$ 11 milhões.

Compromissos globais e locais com a sustentabilidade do planeta

O Grupo Zurich tem um compromisso global e uma clara missão em todos os aspectos da sustentabilidade. Hoje, a corporação ocupa o topo do Índice Dow Jones de Sustentabilidade, resultado do seu esforço e do papel ativo na transição para uma economia mais sustentável.

Edson Franco, CEO da companhia no Brasil, explica que a Zurich tem três pilares estratégicos globais de sustentabilidade que norteiam toda a companhia. “O primeiro está relacionado ao propósito de liderar a mitigação e prevenção dos riscos voltados às mudanças climáticas. O segundo diz respeito à sustentabilidade no trabalho, com a promoção de um ambiente plural, diverso e inclusivo. E o terceiro pilar estratégico está voltado à confiança digital, com apoio à inovação, mas seguindo parâmetros de proteção e gerenciamento de dados”, enumera.

A seguradora é signatária dos Princípios para o Investimento Responsável (PRI), uma iniciativa da Organização das Nações Unidas (ONU) para nortear o mercado financeiro e de capitais na busca pelo desenvolvimento sustentável, por meio da incorporação de aspectos sociais, ambientais e de governança corporativa na tomada de decisão de investimentos, assim como também ao Pacto Global, outra organização da ONU. Além disso, apoia as bandeiras da Iniciativa Brasileira de Finanças Verdes (IBFV), bem como de outros projetos semelhantes mundo afora.

Brasil permanece como oitavo país com maior potencial para o mercado de seguros, aponta estudo

MAPFRE indice

O Brasil permanece como o 8º país com maior potencial para crescimento do setor segurador pelo terceiro ano consecutivo, segundo o “Índice Global de Potencial Segurador” (GIP), desenvolvido pela MAPFRE Economics – área do Grupo MAPFRE dedicada a pesquisas e análises sobre seguros, previdência, macroeconomia e finanças. No ranking, que analisou 96 mercados, o País sustentou o oitavo lugar nos segmentos Vida e Não Vida, mantendo-se estável em relação ao levantamento anterior, divulgado em outubro de 2020. 

“O GIP mostra que, além de seu valor social de proteção às pessoas, patrimônios e empresas, o seguro tem um peso específico nas economias, tanto nas desenvolvidas como nas emergentes. E mesmo diante de tantas adversidades causadas pela pandemia, o Brasil sustentou seu grande potencial para o desenvolvimento do mercado segurador”, comenta Fernando Pérez-Serrabona, CEO da MAPFRE Brasil. 

De acordo com o executivo, as oportunidades para a cultura do seguro seguir sua trajetória de crescimento já fazem parte do dia a dia do mercado brasileiro. “Vivemos uma sociedade cada vez mais consciente em planejar seu futuro, sua sucessão e a proteção de seu patrimônio”, acrescenta. 

O GIP-MAPFRE mostra que, em 2020, o potencial de seguro referente a cada um dos países que ocupam as dez primeiras posições do ranking teve leve aumento em relação ao registrado em 2019. Os dez principais países do ranking em 2020 representam 69,3% do seguro global potencial medido por meio do MAPFRE GIP, sendo que mais da metade desse potencial é atribuído a cinco mercados (China, Estados Unidos, Índia, Rússia e Japão). Em 2019, essas nações representavam cerca de 66%.

Na área de Não-Vida, cinco países (China, Estados Unidos, Índia, Japão e Indonésia) concentram 56,3% do mercado potencial, 1,3% a mais que no ano anterior. Outras cinco nações (Rússia, Alemanha. Brasil, Reino Unido e Turquia) respondem por, aproximadamente, 11,2% do potencial desse segmento de seguro, índice considerável estável em relação ao ano a passado (12%), mesmo diante da leve queda de 0,8%. Vale ressaltar que o Reino Unido não figurava entre os 10 primeiros em 2019, trocando de lugar com a França – que passou para a 12ª posição.

O Índice

O GIP é a primeira métrica internacional que apresenta os países com mais possibilidades de crescimento para a indústria seguradora em médio e longo prazos. 

O índice, desenvolvido pela MAPFRE Economics, se baseia na Estimativa da Abertura de Proteção do Seguro (BPS), que representa a diferença entre as coberturas de seguros que são economicamente necessárias e benéficas para a sociedade e o valor dessas coberturas efetivamente adquiridas. 

O conceito se modifica em função do crescimento da economia e da população de um país e do surgimento de novos riscos inerentes ao desenvolvimento econômico e social. 

No estudo mais recente, essa diferença atingiu 5,67 trilhões de dólares em todo o mundo e está dividido em 68,1% para o BPS do segmento Vida e os 31,9% restantes correspondente ao segmento Não Vida (3,86 e 1,81 bilhões de dólares, respectivamente). 

“Em termos gerais, os impactos gerados pela pandemia afetaram menos o segmento Não-Vida do que o segmento Vida. Portanto, a taxa de penetração tem sido maior e a contração do BPS tem sido maior em Não-Vida do que em Vida”, avalia Manuel Aguilera Verduzco, diretor-geral da MAPFRE Economics. “Junto com o efeito anterior sobre os prêmios, devemos acrescentar o maior impacto negativo que a pandemia teve sobre o PIB mundial – que tem respondido com mais imediatismo em sua queda e que foi transferido por efeito indireto em uma taxa de penetração mais elevada”, conclui. 

O GIP-MAPFRE 2021 está disponível na íntegra, em português, neste link

Clientes do seguro de vida individual da Zurich agora podem fazer pagamento de suas apólices via PIX

Fonte: Zurich

De acordo com o Banco Central, o PIX já é o modelo de pagamento eletrônico mais utilizado no Brasil, à frente de instrumentos tradicionais como TED e DOC: apenas 5 meses após lançado, superou 1 bilhão de operações e segue líder na preferência dos usuários. Ciente disso, e com vistas a oferecer mais um meio que propicie comodidade e agilidade aos seus clientes, a Zurich passa a disponibilizar essa modalidade como meio de pagamento para o seu seguro de vida individual.

“A Zurich tem foco no cliente. Por isso, oferecer aos seus segurados do produto ‘vida individual’ a possibilidade de utilizar o PIX no pagamento dos prêmios (que é o nome que se dá para o valor que eles pagam para a contratação dos seguros, seja no montante total ou em parcelas) é uma iniciativa natural, justamente por conta dessa política”, comenta o Diretor Executivo de Finanças da Zurich no Brasil, Sven Feistel. Ele ressalta ainda que esse avanço permitirá que os corretores parceiros também sejam beneficiados em breve, já que poderão receber a comissão com mais agilidade para esta forma de pagamento.

“Agora, com a implantação de cobrança no seguro de vida por esse método, passamos a disponibilizar mais uma opção para os clientes, que escolhem se desejam pagar o seu seguro por meio de boleto bancário, cartão de crédito, débito automático ou via PIX – que é feito por meio do recebimento mensal de um QR Code, tudo com o objetivo de oferecer conveniência aos nossos segurados”, conta o executivo.

A empresa também está iniciando o uso do PIX para realização de pagamentos, seja para a comissão dos corretores parceiros, restituição de prêmio, devoluções e indenizações de sinistros (nome que se dá ao evento que é coberto na apólice de seguros), sendo que a modalidade está sendo cada vez mais aprimorada operacionalmente dentro da companhia.

Além dos aspectos de flexibilidade, comodidade, agilidade, menos burocracia e inovação – já que o PIX é um dos meios mais contemporâneos para transferência de valores no setor financeiro do país –, o uso da ferramenta também foca na segurança. Isto porque a única chave de endereçamento utilizada pela Zurich nas transações feitas via PIX é o CPF ou o CNPJ do cliente. “Os nossos clientes estão no centro de tudo o que fazemos, bem como a sua segurança. Analisamos o processo e opções e chegamos a um formato em que não há risco de a companhia direcionar o pagamento para alguém diferente do beneficiário”, conclui Sven.