Willy Jordan é o novo CFO do IRB Brasil Re

Fonte: IRB

O Conselho de Administração do IRB Brasil RE elegeu Willy Otto Jordan Neto como novo o diretor vice-presidente financeiro e de Relações com Investidores (CFO) da companhia. Em Fato Relevante, o IRB informa que Jordan assume tão logo esteja concluído o processo de autorização prévia perante a Susep. Ele substitui a Werner Süffert, que permanece no cargo até sua posse no novo posto.  

Com mais de 20 anos de experiência na gestão de empresas financeiras e não financeiras, Willy Jordan é graduado em Economia pela PUC-Rio e possui mestrado em Economia pela EPGE/FGV. Antes de chegar ao IRB, em eleição precedida de um processo de seleção, realizado com o auxílio de empresa de consultoria especializada, Jordan foi vice-presidente Financeiro do Banco Luso Brasileiro, diretor executivo financeiro, corporativo e de Relações com Investidores da Cetip e diretor de Planejamento, Estratégia e Relações com Investidores do Banco Pan. Teve passagens ainda por Suzano, SAB Trading e Banco Itaú.  

O novo CEO do IRB Brasil RE, Raphael de Carvalho, disse que a chegada de Jordan marca um novo momento da trajetória recente do ressegurador, dentro do processo de reestruturação e transformação em curso na companhia: “Tenho convicção de que Willy Jordan se junta ao time para dar continuidade, com ainda mais dinamismo, ao trabalho de recuperação do IRB, na direção de resultados que garantam ainda mais sustentabilidade à companhia”, afirma. 

Willy Jordan diz que recebe “com entusiasmo o desafio de ajudar o IRB neste momento”: “Tenho claro que o time do IRB e eu teremos oportunidade de contribuir de forma ainda mais efetiva na consolidação de resultados consistentes para a companhia”, comentou. Ainda no Fato Relevante, o IRB reitera o agradecimento a Werner Süffert por sua ampla colaboração para a sustentabilidade e melhoria da credibilidade e transparência em um período intenso e complexo da companhia. 

MDS firma parceria com Grupo Unimed-Rio

Fonte: MDS

A MDS Brasil, uma das principais corretoras do país no segmento de seguros, resseguros, gestão de benefícios e consultoria de riscos, firma, neste mês de outubro, uma nova parceria com o Grupo Unimed-Rio, a Green Corretagem de Seguros. A empresa irá operar como corretora de seguros complementares aos de saúde e odontológico — os quais continuarão a ser comercializados exclusivamente pela operadora carioca.  

Com a negociação, a cooperativa detém 100% da composição acionária da Green e a MDS Brasil fica responsável pelo gerenciamento operacional das atividades. Agora, uma equipe exclusiva de atendimento do broker realiza todo o processo de venda de seguros, incluindo abordagem, apresentação do negócio ao cliente, coleta de dados, proposta, implantação, venda e pós-venda dos seguros. O objetivo é conquistar novos segurados, aumentando a participação da MDS no mercado e incrementando a carteira de clientes da Unimed-Rio. Os produtos de seguro serão comercializados para cooperados e prestadores de serviços da mais nova parceira. 

Para Paulo Loureiro, diretor Executivo de Filiais da MDS Brasil a parceria demonstra o quanto as duas empresas estão atentas às movimentações do mercado e comprometidas com a criação de soluções de distribuição de seguros neste momento desafiador. “Os últimos anos foram um verdadeiro convite à reinvenção para o universo dos seguros e da consultoria em riscos. Agora, chegou a hora de reagir e lançar mão de novas parcerias e dos conhecimentos adquiridos para atender com excelência às novas demandas dos nossos clientes. Este é o momento de explorar todo o potencial, capilaridade e experiência que a MDS Brasil e a Green compartilham, com o objetivo de aumentar nossa participação no mercado”, afirma.  

Índices de confiança do mercado ganham a atenção de boletim da CNseg

pedro simoes, CNSEG

 “Com a volatilidade apresentada pelos indicadores de atividades, observar os índices de confiança publicados tem sido importante para tentar estimar o rumo da economia a partir do terceiro trimestre”, afirma o economista Pedro Simões, do Comitê de Estudos de Mercado da CNseg, a Confederação Nacional das Seguradoras, em seu boletim sobre expectativas econômicas desta segunda-feira, 18 de outubro. 

O economista lembra que tais indicadores vêm sinalizando uma mudança no humor de empresários e consumidores tanto em agosto quanto em setembro. “Apesar da melhora da economia em meio ao avanço da vacinação em massa, vetores como a inflação persistentemente alta, riscos fiscais e as questões de política econômica em tramitação no Congresso, como o Teto de Gastos, os precatórios, a extensão do auxílio emergencial e o programa social que substituiria o Bolsa Família, contribuem para comprometer uma retomada mais previsível”, disse ao comentar as projeções divulgadas no Boletim Focus pelo Banco Central do Brasil nesta manhã. 

Os analistas de mercado aumentaram pela 28ª semana consecutiva as projeções para o IPCA este ano, agora de 8,59% para 8,69% e voltaram a reduzir, na margem, a projeção para o PIB, que caiu de 5,04% para 5,01%. Para 2022, a previsão de expansão do PIB passou de 1,54% para 1,50%. Nesta semana, as discussões em torno dos precatórios priorizam a atenção dos agentes de mercados. “A PEC dos Precatórios, que está na Câmara, certamente está entre essas prioridades e deve ter o parecer de seu relator na Comissão Especial votado esta semana”, avalia Simões. 

Leia a íntegra do boletim Acompanhamento de Expectativas Econômicas semanal feito pela Superintendência de Estudos e Projetos (Suesp) da CNseg, no portal da CNseg.

Catástrofes, inflação e taxas de juros baixas pressionam preço do seguro, afirma Munich Re

Munich Re alta resseguro

As perdas mais graves na Europa este ano foram em conexão com as enchentes que atingiram a Europa Central em meados de julho. As perdas globais totalizaram cerca de € 46 bilhões, dos quais mais de € 9 bilhões estavam segurados. Na Alemanha, a inundação – que produziu perdas globais de cerca de € 33 bilhões e perdas seguradas de pelo menos € 7 bilhões – foi a catástrofe natural mais cara de sua história. Para além de medidas preventivas melhoradas, a influência das alterações climáticas, que torna precisamente este tipo de precipitação extrema regional mais provável, tem de ser mais precisa nas avaliações de risco.

Ao mesmo tempo, a zona do euro teve um aumento recente da inflação – bem acima de 3% em setembro, e subindo para mais de 4% na Alemanha. A inflação mais alta também leva a custos de sinistros mais altos. No longo prazo, as taxas de inflação provavelmente voltarão a se normalizar, mas permanecerão acima do nível pré-COVID. Em contraste, os níveis das taxas de juros permaneceram praticamente inalterados. Juntos, esses dois fatores estão produzindo uma pressão de alta no que diz respeito aos preços de seguros.

“O aumento dos preços de vários ativos e as últimas perdas importantes tornam prováveis taxas de resseguro consideravelmente mais altas na Europa. As maiores perdas produzidas por inundações extremas na Europa Central e o aumento de eventos climáticos como secas e incêndios florestais afetam regiões que, em alguns casos, não são caracterizadas por preços e condições adequadas ao risco. Além disso, o aumento da inflação é acompanhado pela continuação de baixas taxas de juros para os investimentos. Conseqüentemente, vejo uma série de indicadores de endurecimento prolongado do mercado quando as renovações vierem”, disse Doris Höpke, membro do conselho de admnistracao da Munich Re, Encontro de Resseguro de Baden-Baden.

Perdas elevadas e o papel do seguro

Em resposta às perdas muito grandes resultantes de inundações, pandemia e, cada vez mais, ataques cibernéticos, a estratégia da Munich Re é ser um ponto de contato confiável para todos os aspectos da gestão de risco dos clientes no contexto de riscos muito grandes – de consultoria na prevenção e transferência de riscos, trabalhando em conjunto com o Estado ou o mercado de capitais sempre que necessário, para apoiar a recuperação de desastres.

As últimas perdas muito grandes, incluindo aquelas na Europa, mostram que o papel do seguro deve ir muito além de assumir riscos e compensar perdas. Consultoria baseada em experiência sólida de risco pode promover uma prevenção mais ativa, ajudando a prevenir ou reduzir perdas. A suposição de risco impõe um preço aos riscos, o que apóia uma ação adequada ao risco. Contribuímos com nosso know-how na prevenção de riscos e no desenvolvimento de soluções de seguro inovadoras, como pools apoiados pelo estado. E quando se trata de gerenciar perdas, as seguradoras podem ajudar firmando parcerias com empresas adequadas e trabalhando para garantir que os reclamantes recebam suporte que vai além da simples compensação de perdas.

Onde a consciência de risco das pessoas é muito baixa, ou o risco excede as capacidades de suporte de risco das seguradoras privadas, os provedores de resseguro trabalham ativamente para ajudar a encontrar novas soluções. Os exemplos a serem mencionados incluem o tópico continuamente discutido do seguro obrigatório contra inundações na Alemanha, ou a expansão potencial de grupos de risco apoiados pelo estado, que seriam necessários para cobrir interrupções de negócios relacionadas à pandemia. Grupos de risco apoiados pelo estado também seriam necessários para combater certos riscos cibernéticos sistêmicos, por exemplo, os resultantes da guerra cibernética, uma vez que não podem ser suportados apenas pelas seguradoras.

“É assim que vejo o futuro papel do seguro: queremos ser o parceiro central para uma gestão de risco abrangente, para ser um provedor de resiliência, se você quiser. A base do seguro e da gestão de risco de qualquer tipo é monitorar e compreender os riscos e, posteriormente, desenvolver soluções com visão de futuro que possam fortalecer a sociedade no longo prazo. E, claro, queremos ajudar a reduzir as lacunas consideráveis ​​em seguros que ainda podem ser encontradas em muitos países industrializados, como o seguro para perdas com inundações na Alemanha. Caso contrário, muitas pessoas não terão como cobrir suas perdas, ou terão que esperar receber apoio do estado, mesmo que essas perdas pudessem ter sido seguradas em troca de um prêmio adequado ”, disse Höpke, segundo comunicado.

CNPC aprova regras de contratação de seguros por entidades fechadas

O Conselho Nacional de Previdência Complementar (CNPC) aprovou resolução que trata de regras de contratação de seguros por planos de benefícios operados por entidades fechadas de previdência complementar.  A Resolução CNPC nº 47, publicada na edição de sexta-feira, 15, do Diário Oficial da União, diz que a contratação deverá ser fundamentada por estudo e poderá incluir, entre outras coberturas, invalidez de participante; morte de participante ou assistido; sobrevivência do assistido; desvios das hipóteses biométricas; e outros riscos atuariais ou financeiros. Tais riscos previstos na resolução poderão ter cobertura total ou parcial.

Brasilseg lança segundo ciclo do Impulso Open e participa da primeira jornada de Blockchain no Brasil

Fonte: Brasilseg

A Brasilseg, uma empresa da BB Seguros, anuncia o segundo ciclo do seu programa de conexão com startups, o Impulso Open. Além disso, a companhia vai participar da primeira jornada de blockchain do país, o Corda Challenge Brasil. Em ambas iniciativas, as startups inscritas terão que desenvolver soluções para desafios técnicos propostos pela Brasilseg com base em necessidades trazidas pela própria empresa. As inscrições para o Impulso Open estão abertas até o dia 3 de novembro, enquanto que, para a participação no Corda Challenge Brasil, as startups terão até 24 de novembro para se inscreverem. 

“Essa é uma oportunidade única para as startups brasileiras se conectarem a uma empresa líder no mercado de seguros no Brasil. Para a Brasilseg, trabalhar na oferta de produtos e serviços que incentivem o cuidado com cliente e o meio ambiente é uma premissa de trabalho que, internamente, também inspira inovações relacionadas aos produtos e ao portfólio da companhia”, comenta Rogério Idino, presidente da Brasilseg. 

Na segunda edição do Impulso Open, o foco da Brasilseg será buscar soluções para impulsionar os produtores rurais a um patamar lucrativo e sustentável, hoje e no futuro. Serão trabalhados desafios voltados para contabilização de emissão de gases de efeito estufa (GEE), mercado de crédito de carbono, integração com Programa de Pagamento por Serviços Ambientais (PSA), uso de fontes alternativas de geração de energia elétrica e inclusão digital nos ambientes rurais. A segunda edição do programa será realizada em parceria com o Agtech Garage, um dos principais hubs de Agronegócio do país. 

A Brasilseg também buscará um desenvolvedor para uma plataforma própria, com sistema de informações geográficas que consuma serviços de forma aberta de vários parceiros, alimente os sistemas legados da companhia e seja uma ferramenta de gestão de carteira com grande especialização e geoprocessamento dos dados. 

“Queremos aproveitar o que há de melhor, independentemente da origem. A inovação surge a partir da interação de ideias, tecnologias, processos e pessoas, sem limitação de empresa, geografia ou segmento de mercado, motivo pelo qual estamos fortalecendo nossa atuação em inovação aberta. O Impulso Open e a participação no primeiro Corda Challenge do país são consequência desse posicionamento”, afirma Ullisses Assis, presidente da BB Seguros. 

Já o Corda Challenge Brasil é promovido juntamente com a R3, desenvolvedora da plataforma de blockchain Corda, e com o Distrito, principal hub de inovação do país. Os participantes da iniciativa deverão passar por 3 fases para desenvolver um protótipo e uma estratégia Go To Market. Para o programa, a Brasilseg tem como objetivo desenvolver um novo processo de contratos inteligentes e auto executáveis e explorar o potencial de automatização do processo de sinistro rural. 

Os resultados do Impulso Open e do Corda Challenge Brasil serão revelados em 2022.

Liberty Seguros anuncia os três vencedores do projeto Cresça Minha Ideia

Fonte: Liberty

A Liberty Seguros, uma das seguradoras mais inovadoras do país, anuncia hoje os três vencedores do Cresça Minha Ideia, primeiro programa de aceleração no mercado de seguros voltado exclusivamente para corretores. A iniciativa, lançada em abril deste ano, tem como objetivo fomentar o espírito empreendedor nos corretores, além de estimular a criatividade para atender às necessidades dos clientes de forma disruptiva e impulsionar a cultura de inovação em todo o mercado. 

Ao longo dos últimos meses, a seguradora avaliou 253 ideias de cerca de 400 corretores de todo o Brasil, que concorreram com projetos para responder ao seguinte desafio: “Como a Liberty Seguros pode ser mais digital e ajudar os corretores a oferecerem uma melhor experiência ao cliente? Após a curadoria das ideias, 15 finalistas passaram pela fase de jornada inovadora e puderam enviar video-pitch para a banca examinadora – composta por executivos da Liberty, Andrea Iorio, especialista em transformação digital e ex-diretor do Tinder e da L’Oréal no Brasil, e Gustavo Doria, especialista no mercado de seguros e fundador do portal CQCS – que avaliou cada ideia em conjunto e escolheu os vencedores. 

Confira os vencedores:

O primeiro lugar é a ideia “Experiência de Sinistro Whatsapp”, criada por Vitor Bezerra, Thiago Fernandes e Eder Silverio, da Nossa Adm e Corretora De Seguros Ltda, que tem como objetivo transformar a experiência dos clientes e corretores durante o processo de sinistro por meio de recursos do WhatsApp. O projeto campeão levará o prêmio de R$10 mil e será acelerado em 2022, com lançamento previsto para o primeiro trimestre do ano, além de uma consultoria de negócios com um time da Liberty especializado em metodologias ágeis e desenvolvimento de projetos. 

O segundo lugar, que levará um prêmio de R$ 7 mil, é a ideia do “Cashback Liberty”, desenvolvido por Mariana Cunha, Maíra de Oliveira e Deivison Pereira, da Madema Corretora e Adm de Seguros Ltda, que visa aplicar ao mercado de seguros a tendência de recompensas em dinheiro. 

O terceiro lugar, premiado com R$ 3 mil, é a “Gamificação Liberty”, criada por Marcos Ferreira, da corretora Rodrigo Geraldo de Souza, que propõe aplicar o conceito de gamificação – possibilitando uma interface interativa entre os parceiros e os segurados da companhia.

“Fiquei positivamente surpreendido pelo engajamento dos corretores no programa Cresça Minha Ideia, e pela qualidade das ideias: foram tantas ideias boas que foi difícil escolher os 3 ganhadores. Por outro lado, a iniciativa da Liberty Seguros é extremamente louvável e demonstra um olhar atento para o papel do ecossistema de empreendedorismo como um acelerador do processo de transformação do mercado de seguros no Brasil” afima Andrea Iorio.

Os projetos ganhadores foram divulgados durante um webinar de transformação digital da Liberty Seguros para os corretores, com a presença do vice-presidente comercial da Liberty Seguros, Marcos Machini, Marcelo Blay, fundador e CEO da Creditas, e Luís Rasquilha, CEO da Inova Consulting. 

“Estamos muito felizes com os resultados do Cresça a Minha Ideia, uma iniciativa que reconhece a força dos corretores como fonte de inovação e avanço do mercado segurador” afirma Patricia Chacon, CEO da Liberty Seguros. “Recebemos ideias incríveis dos participantes, e como é nossa tradição e comprometimento com os corretores, vamos as colocar em prática para entregar cada vez jornadas mais fluidas aos nossos clientes e parceiros”

Seguros Unimed supera R$ 200 mi em indenizações por Covid-19

prejuízo covid

A Seguros Unimed tomou a decisão de flexibilizar a cláusula padrão dos seus contratos no ramo Vida, que excluía a cobertura em casos de pandemia e epidemia, desde o início de 2020. A medida reafirma o compromisso da empresa em assegurar proteção à vida de seus clientes, especialmente dos profissionais da saúde, em um momento de crise global. Desta forma, a Seguradora garante as indenizações por morte, funeral, invalidez e renda temporária mediante o diagnóstico confirmado de Covid-19. 

“Desde o início da pandemia, tomamos uma decisão que julgo inquestionável e vai ao encontro do nosso propósito de cuidar de pessoas. Assumimos o compromisso de ampliar a cobertura dos seguros de vida e de renda temporária, em um momento difícil para a sociedade. Temos honrado esse compromisso em um grande movimento nacional da Seguradora para o enfrentamento à crise, atuando ao lado dos médicos e zelando pela  proteção dos nossos clientes”, enfatizou Helton Freitas, presidente da Seguros Unimed. 

Cerc contrata executivos para expandir em seguros

A CERC anuncia a contratação de Lucy Pamboukdijan para o cargo de diretora da unidade de Seguros e Leonardo Botelho para a posição de Head de Tecnologia de Seguros. Os dois executivos possuem mais de 25 anos de experiência no mercado financeiro e têm como missão liderar a expansão de atuação da CERC no segmento de seguros. 

Ambos chegam quando as novas fases do SRO (Sistema de Registro de Operações) de seguros – estão sendo preparadas. A CERC foi uma das primeiras registradoras a ser homologada pela Susep (Superintendência de Seguros Privados) para fazer o registro de apólices de seguros. As registradoras homologadas e a Susep estão desenvolvendo uma plataforma que consolidará informações sobre o setor, cujos dados estarão disponíveis para análise e fiscalização do mercado.   

Segundo Fernando Fontes, fundador e CEO da CERC, Lucy e Botelho contribuirão para desenvolver o modelo de negócios da CERC Seguros, assim como preparar a unidade para o crescimento. A nova diretora explica que o que a motivou para aceitar o desafio foi justamente a grande transformação pela qual está passando o mercado de seguros, causada pelas mudanças regulatórias em implantação pela Susep. 

Lucy construiu sua carreira nas principais infraestruturas de mercado e bolsas de valores da América Latina. Só na Bovespa e na BM&FBovespa, a executiva tem 20 anos de experiência. Nessa empresa, ela passou por diversas posições até chegar ao cargo de Diretora de Negócios Internacionais. Lucy também teve um papel de destaque na Bolsa de Santiago e na CCLV (Câmara de Contraparte Central), como VPE Comercial e de ESG por cinco anos. “Nosso foco é ir além do SRO; estamos dedicados a oferecer ao cliente a melhor experiência, atendendo a legislação com uma tecnologia superior, serviço de excelência e custos isonômicos, ao mesmo tempo inovando no atendimento e desenvolvendo soluções e produtos em colaboração com nossos clientes”, diz Lucy. 

Já Botelho foi executivo de tecnologia de seguradoras por 11 anos, além de ter atuado em empresas de outros setores, como petrolífero e financeiro. Para ele, as mudanças regulatórias permitem criar “soluções inovadoras” que agregam valor para todo o mercado de seguros. “Gerar mais eficiência e transparência na gestão de apólices, melhorar o processo de gestão de risco e apoiar na criação de produtos de seguros personalizados, mais adequados às necessidades e perfis dos clientes, são alguns dos nossos objetivos e o que me motiva a fazer parte desse desafio.” 

Além de seguros, a CERC atua no registro de recebíveis de crédito, como os recebíveis de cartões de pagamento e as duplicatas. O registro de recebíveis ajuda a expandir o crédito no Brasil, beneficiando empresas que passam a ter em mãos uma garantia sólida para negociar com bancos e quaisquer outros agentes financiadores. 

Zurich lança projeto que incentiva renovação de seguro de roubo e furto de aparelhos de celular

Luis Reis

Fonte: Zurich

A Zurich acaba de lançar um programa de renovação do seguro de roubo e furto de aparelhos de celular. Por meio de uma plataforma, a pessoa que já possui uma apólice próxima a expirar receberá automaticamente, via SMS e-mail e WhatsApp, um link com acesso a um voucher para uma nova contratação. A mensagem será enviada por meio das empresas com as quais a Zurich mantém parceria. Serão aceitos aparelhos com até 2 anos de uso.

“Diferentemente do que acontece com o segmento de automóveis, não existe a cultura de renovação de seguro de celular no país. Só que, além de ser um dos itens mais comuns nas mãos das pessoas em todo o território nacional, é também um dos bens mais subtraídos. A iniciativa marca a entrada da Zurich no mercado de seguros para aparelhos usados, cujo potencial é 227,3 milhões segundo a Agência Nacional de Telecomunicações (Anatel)”, observa o diretor Executivo de Parcerias da Zurich no Brasil, Luis Reis. 

O executivo lembra que, somente em São Paulo, de acordo com a Secretaria de Segurança Pública do estado, cerca de 30% dos crimes de roubo e furto têm como alvo aparelhos celulares. “Pode-se dizer que a cada 10 itens subtraídos 3 são justamente desses dispositivos. Infelizmente, os números nas outras unidades da federação não devem ser muito diferentes. Se unirmos esse fato a outro, o de que há cerca de 234 milhões de smartphones no Brasil, como apontou pesquisa da Fundação Getulio Vargas, dos quais apenas 7 milhões possuem seguro (fonte: Anatel), fica patente a necessidade de as pessoas contratarem esse tipo de proteção”, observa.

Cobertura da Zurich é diferenciada

A Zurich oferece, por meio de seus parceiros no varejo (como os citados acima), seguro para celulares com um investimento a partir de R$ 6,99 mensais. O valor varia de acordo com o custo do aparelho, o que está diretamente relacionado à marca e ao modelo, mas é a companhia que oferece uma das mais completas proteções para telefones móveis.

E, além do seguro para roubo e furto, a seguradora oferece outros produtos, como Danos Acidentais e Garantia Estendida.

Danos Acidentais  Garante o reparo do aparelho segurado em casos de ocorrência de danos acidentais não cobertos pela garantia do fabricante, e cobre ainda avarias decorrentes de quedas acidentais, derramamento de líquidos e danos elétricos. Se não for possível realizar o reparo do bem, o segurado recebe um novo aparelho igual ou semelhante ao descrito na apólice.

Garantia Estendida – Oferece a extensão da garantia original de fábrica.  Se o aparelho vier com um ano de garantia de fábrica, por exemplo, o Garantia Estendida só iniciará após esse prazo. O período de validade dependerá da escolha dentre as opções disponíveis na loja em que o cliente adquirir o celular, podendo chegar a até 3 anos após a garantia de fábrica. Em caso de defeito, a Zurich garante o reparo sem qualquer custo ao cliente.  Se não for possível o reparo, a Zurich poderá definir pela troca do produto por outro igual ou similar. Em casos extremos, em que não for possível a troca, o cliente será indenizado em dinheiro, de acordo com o descrito nas condições do seguro.