BNP Paribas Cardif lança seguro para proteção de bens e perdas financeiras por roubo de dados online para pessoas físicas

A BNP Paribas Cardif, braço de seguros do conglomerado grupo financeiro francês, traz ao mercado brasileiro um produto inédito: Proteção de Bens e Cyber. O potencial de crescimento de proteção de dados online é imenso, segundo os especialistas no segmento. O Brasil é um dos principais alvos de hackers e boa parte do prejuízo financeiro acaba comprometendo o orçamento já apertado da população das classes D, C e uma parcela da B, alvos do produto que a companhia lança neste mês. 

No mundo, a seguradora já comercializa este tipo de apólice, experiência que ajudou a criar o produto no Brasil, onde a oferta de seguro cibernético é restrita a empresas, com vendas próximas a R$ 50 milhões de janeiro a julho deste ano, um crescimento aproximado de 10% em relação ao mesmo período do ano anterior, segundo dados da Superintendência de Seguros Privados (Susep). 

Segundo informou a BNP Paribas Cardif, o produto já está sendo comercializado em dois parceiros do ramo varejo, com resultados positivos na venda digital e presencial. A expectativa é que a partir de 2022, ele seja lançado em outros vários canais de distribuição. Não apenas nas varejistas parceiras, como também em instituições financeiras e outras empresas com grande base de consumidores em pontos de vendas físicos. 

O otimismo com o produto é que além da novidade de poder ser contratado individualmente, ele foi criado dentro da filosofia central do plano estratégico da companhia: a BNP Paribas Cardif quer que todos os seus produtos ofereçam benefícios ao longo da validade das apólices. Para isso, vem investindo em tecnologia e criando ecossistemas de serviços digitais que possibilitam a oferta de produtos mais completos, com preços mais acessíveis.

Por menos de R$ 10 por mês, o seguro cobre perdas financeiras causados pelo roubo de dados pessoais que foram vazados na internet. Alguém faz uma dívida financeira utilizando informações pessoais do cliente, como RG, CPF, endereço, sem seu conhecimento, com dados obtidos na internet sem sua autorização. Aí chega a conta para pagar de uma dívida indevida em seu nome. O cliente não paga porque não reconhece a compra. Até conseguir provar que o débito foi fruto do uso fraudulento de dados, o nome da pessoa pode parar na lista de devedores. Para evitar isso, a BNP Paribas Cardif indeniza o valor da perda e o cliente tem tempo para resolver a questão com as autoridades elegíveis. De acordo com a companhia, a proposta deste seguro é cobrir prejuízos decorrentes de roubo de dados fora das responsabilidades de bancos e instituições. 

A apólice também cobre bens dentro do veículo e da residência, desde que estejam em posse do segurado, vítima de roubo ou furto qualificado. A seguradora revisitou o seguro bolsa protegida existente no mercado e traz uma cobertura que agrega valor ao dia a dia do cliente, Proteção de Bens. Uma das mudanças é inerente à realidade digital. Boa parte do seguro bolsa protegida atrelava a indenização mediante o roubo do cartão. Com a digitalização financeira, muitas pessoas deixaram de usar o cartão físico. Por isso, a proteção passa a considerar o pagamento dos danos sem atrelar ao roubo do cartão e também incluir objetos típicos de bolsas, como relógios, tablet e notebook, entre os itens seguráveis.

O posicionamento da seguradora com este produto é trazer conhecimento e tornar o seguro parte do dia a dia das pessoas e não apenas uma apólice acionada quando o risco se concretiza. Para isso, com o ecossistema de serviços digitais, o cliente pode usar o seguro no mesmo dia da compra, aproveitando o serviço adicional de monitoramento online de dados. Assim, em caso de vazamento ou uso indevido dos seus dados, ele recebe alertas sobre o evento e orientações de especialistas do que tem de ser feito, como troca de senhas, uso de duas etapas de confirmação de senhas entre outras dicas de segurança.  

Com 21 anos no Brasil, a BNP Paribas Cardif conta com estoque de 29 milhões de certificados ativos e 1.2 milhão de novas apólices por mês. Outras novidades estão prontas para serem lançadas em 2022 com vistas a disseminar e incentivar a cultura de seguros, e aproveitar o potencial de crescimento dos seguros no País, visto como um dos maiores do mundo quando avaliados indicadores como consumo per capita e penetração do setor no Produto Interno Bruto (PIB), que estão muito aquém da média mundial. 

SulAmérica é eleita a empresa mais inovadora do segmento de Seguros e Planos de Saúde

sulamerica inovação alexandre putini

Fonte: SulAmérica

A SulAmérica une inovação e tecnologia com foco em trazer melhorias para a vida das pessoas e propiciar a melhor experiência para os clientes, colaboradores, corretores e parceiros. Como reconhecimento a esses esforços, a empresa acaba de ser eleita como a vencedora do Prêmio Valor Inovação na categoria “Seguros e Planos de Saúde”.  

“Nos últimos 125 anos, a inovação teve papel decisivo na consolidação da SulAmérica como uma das empresas mais pulsantes do país. Somos digitais na essência, cuidadosos no contato, parceiros nas relações e visionários no olhar. É com muita alegria que recebo esse prêmio e divido com todo o time da SulAmérica que se dedica todos dias na busca por soluções inovadoras, que impactam positivamente a vida de milhares de brasileiros pela busca da Saúde Integral”, ressalta Alexandre Putini, diretor de Inovação, Transformação Digital e Advanced Analytics da SulAmérica. 

Alguns principais projetos da SulAmérica ganham destaque quando o tema é atuação inovadora unida a um profundo estudo de tendências de mercado, experiências, tecnologias e negócios. O primeiro deles é o “Conexão Criativa”, que tem por objetivo de acelerar a inovação interna por meio de colaboradores de diversas áreas que passam por processos de coaching e mentoria dentro da garagem de inovação da empresa. Outra relevante iniciativa é o “Bio Feedback”, uma solução de aferição de indicadores de saúde por meio da imagem do paciente durante uma consulta médica digital. Por fim, destaca-se ainda o Uso da Inteligência Artificial, como foco na prevenção e predição de doenças graves, além da recomendação de programas de saúde preventivos para os clientes.  

O Prêmio Valor Inovação é realizado pelo jornal Valor Econômico em parceria com Strategy& – consultoria estratégica da PwC. As empresas que se inscreveram foram avaliadas em cinco pilares: intenção de inovar, esforço para realizar a inovação, resultados obtidos, avaliação do mercado e geração de conhecimento. 

Swiss Re reverte prejuízo e lucra US$ 1,3 bilhão em nove meses de 2021

Christian Mumenthaler Swiss Re

A Swiss Re registrou lucro líquido US$ 1,3 bilhão de janeiro a setembro de 2021, revertendo o prejuízo líquido de US$ 691 milhões no mesmo período do ano anterior. O lucro líquido excluindo COVID-19 aumentou 38% ano a ano para US$ 2,3 bilhões.

O resultado foi comemorado pela empresa, pois o ganho foi conquistado apesar do grande volume de pedido de indenizações por tempestades em ambos os lados do Atlântico. As reclamações de grandes catástrofes naturais – incluindo o furacão Ida nos Estados Unidos e inundações na Alemanha e em outros lugares – totalizaram US$ 1,7 bilhão no período, um valor que foi maior do que a empresa inicialmente esperava.

“Os resultados nos dão confiança para o restante do ano e até 2022, com todos os nossos negócios bem posicionados para continuar seu forte desempenho”, disse o CEO Christian Mumenthaler, em um comunicado.

O balanço traz um ROE de 6,6%, no contexto da pandemia contínua de COVID-19 e de grandes eventos de catástrofe natural. Os prêmios líquidos ganhos e a receita de comissões para aumentaram 5,9%, para US$ 32 bilhões nos primeiros nove meses de 2021 em comparação com o mesmo período do ano passado, com todas as empresas relatando aumentos.

A Swiss Re alcançou um retorno sobre os investimentos de 3% nos primeiros nove meses de 2021. O resultado do investimento foi amplamente impulsionado por receitas recorrentes, bem como ganhos de avaliação patrimonial, combinados sem prejuízos de crédito, no ambiente de baixo rendimento.

A resseguradora atribuiu o bom desempenho aos resultados de subscrição em sua divisão de resseguros de seguros de danos, ou Property & Casualty (P&C). Sua divisão de resseguros de vida e saúde perdeu dinheiro devido a sinistros relacionados à COVID 19. No ano passado, a Swiss Re divulgou seu primeiro prejuízo desde a crise financeira de 2008, mas havia dito que esperava retornar aos lucros neste ano financeiro.

O segmento de resseguro de vida e saúde, a L&H Re, relatou um prejuízo líquido de US$ 62 milhões nos primeiros nove meses de 2021. Isso se compara a uma receita líquida de US$ 72 milhões no período do ano anterior, uma vez que a empresa incorreu em sinistros significativamente maiores relacionados ao COVID-19 de US$ 1,2 bilhão nos primeiros nove meses de 2021, originados principalmente dos Estados Unidos. Apesar do impacto da pandemia, a L&H Re relatou receita líquida positiva para o segundo e terceiro trimestres de 2021. Os prêmios líquidos ganhos e as receitas de comissões aumentaram 10,2% para US$ 11,1 bilhões, sustentados por grandes transações e desenvolvimentos cambiais favoráveis.

MAPFRE registra crescimento de 16,3% em prêmios no Brasil até setembro de 2021

fernando mapfre

Fonte: Mapfre

A MAPFRE Brasil registrou crescimento de 16,3% em prêmios de janeiro a setembro deste ano em comparação ao mesmo período de 2020. Em moeda local, o volume atingido pela companhia no País totalizou R$ 16,1 bilhões (2,54 bilhões de euros). O desempenho dos prêmios foi representado, principalmente, pelos Seguros Gerais, que contribuíram com R$ 8,5 bilhões (1,33 bilhão de euros), enquanto os de Vida representaram R$ 5,5 bilhões (863 milhões de euros) e os de Automóveis R$ 2,1 bilhões (336 milhões de euros). 

“Mesmo diante de um cenário desafiador, nosso modelo de negócio sólido e diversificado se confirmou extremamente resiliente. Permanecemos otimistas e confiantes no Brasil, segunda maior operação da MAPFRE globalmente”, comenta Fernando Pérez-Serrabona, CEO da MAPFRE no Brasil.

A MAPFRE no mundo 

O lucro líquido da MAPFRE nos nove primeiros meses deste ano totalizou 524 milhões de euros, o que representa um incremento de 16,4% em comparação ao mesmo período de 2020. As receitas do Grupo superaram 19,78 bilhões de euros (+3,8%), enquanto os prêmios cresceram 7%, para 16,63 bilhões de euros. 

Entre janeiro e setembro, os sinistros no Seguro de Vida derivados da Covid- 19 totalizaram 344 milhões de euros. Desde o início da pandemia em 2020, a MAPFRE alocou mais de 666 milhões de euros em indenizações relacionadas ao coronavírus. 

Na Espanha, os prêmios aumentaram 7,6% diante de um avanço do setor de 4,1%, mantendo-se como o país que mais contribui para o resultado do Grupo, com 328 milhões de euros. A Regional Latam Sul (Colômbia, Peru, Chile, Argentina, Venezuela, Equador, Uruguai e Paraguai) registrou 6,8% de incremento em prêmios (1,16 bilhão de euros). Destacou-se a contribuição do Peru, com 375 milhões de euros, a Colômbia, com um incremento no volume de negócio de até 284 milhões de euros, e o Chile com 219 milhões de euros. 

Na Regional Latam Norte (México, República Dominicana, Panamá, Nicarágua, Honduras, El Salvador, Guatemala e Costa Rica), os prêmios totalizaram 1,74 bilhão de euros (+44,5%), mesmo diante da depreciação das principais moedas da região. 

Chubb investe para difundir cultura de seguro de responsabilidade civil de executivos no Brasil

Fonte: Chubb

De acordo com dados da Federação Nacional de Seguros Gerais (FenSeg), a arrecadação registrada no segmento de Directors & Officers (D&O, na sigla em inglês) no período de janeiro a julho deste ano atingiu R$ 651 milhões, o que representa um aumento de 49,1% em relação ao mesmo período de 2020. Líder do mercado, de acordo com dados publicados pela Superintendência de Seguros Privados (Susep), a Chubb está promovendo uma série de ações para oferecer aos corretores de seguros acesso a informações e detalhes do produto. O objetivo é ajudar os parceiros a levar essa proteção a um número ainda maior de executivos.

Voltado a garantir o ressarcimento de valores pagos a título de indenização determinada pela Justiça por danos causados a terceiros em consequência de atos de gestão do executivo, o D&O já vem crescendo de forma consistente há algum tempo no Brasil. Segundo dados da FenSeg, o volume de prêmios arrecadados pelas seguradoras com o produto de janeiro a dezembro de 2020 foi 52,4% superior ao registrado ao longo de 2019. A ampliação do interesse espelha um aumento da percepção de risco por parte dos executivos e das corporações. Mudanças na legislação, como a chamada “lei anticorrupção”, de 2014, e novas normas criadas na sequência, certamente estão entre os fatores responsáveis.

As recentes transformações no ambiente de negócios geradas pela pandemia também afetam a percepção de risco e fazem com que empresários e executivos busquem reduzir sua exposição. Esse movimento foi percebido por conta do crescimento dos seguros de responsabilidade civil de forma geral. O segmento teve alta de 34,7% no volume de prêmios arrecadados na primeira metade de 2021, em comparação com o mesmo período do ano passado. Nesse mesmo intervalo de tempo, o seguro de D&O avançou de 47,2%.

“Em um cenário turbulento, marcado por desarranjos no setor produtivo gerados pelas paralisações ou pela falta de insumos, como reflexo da pandemia, as disputas na Justiça tendem a aumentar. Isso torna a contratação de uma apólice de D&O uma exigência adicional para proteção dos executivos”, avaliarei, Vice-Presidente de Subscrição P&C da Chubb. O crescimento da carteira de D&O no mercado segurador fez com que um número cada vez maior de executivos tivesse acesso a essa proteção, mas a distribuição não se deu de forma homogênea.

“Empresas multinacionais e grandes empresas de capital aberto já assimilaram a importância da contratação desse tipo de proteção, cada dia mais exigida por executivos que assumem postos de liderança”, diz o executivo. “Por outro lado, boa parte dos executivos de empresas familiares e de organizações de médio ou pequeno porte ainda não desfruta esse benefício. É justamente nessa faixa que queremos atuar, por meio de um trabalho de sensibilização, realizado em parceria com os corretores”, completa Santos.

Ao longo do mês de outubro, a Chubb promoveu treinamentos focados no seguro de D&O. A cada terça-feira, executivos da Chubb estiveram reunidos com corretores nos encontros do evento virtual denominado Chubb Digital. Lançada em março de 2020, a iniciativa já contou com a participação de milhares de corretores. A cada mês, a seguradora mapeia os temas relevantes para os parceiros e coloca seus especialistas para desenvolver o roteiro e participar das transmissões ao vivo pela internet.

ENS anuncia criação de Certificação Avançada em Insurtechs

Tarcisio Godoy

Fonte: ENS

A Escola de Negócios e Seguros (ENS) divulgou oficialmente, nesta quarta-feira, 27, o seu mais recente programa educacional, a Certificação Avançada em Insurtechs. Em coletiva de imprensa voltada a jornalistas do mercado de seguros, executivos da Escola apresentaram detalhes do curso, que está com inscrições disponíveis.

Abrindo as atividades, o diretor geral da ENS, Tarcísio Godoy, ressaltou que 2021 ano foi um ano de muito trabalho e entrega no segmento de inovação, e que a Escola investiu e continuará investindo fortemente no tema. “O setor de Inovação é hoje o que mais se desenvolve em nosso mercado e, consequentemente, necessita de mão de obra altamente capacitada e especializada. Inovação é o combustível que move qualquer indústria e a mão de obra é necessária para transformar esse combustível em energia”.

A diretora de Ensino Técnico da ENS, Maria Helena Monteiro, complementou a afirmação de Godoy e destacou que a nova certificação é o coroamento de um ano importante. “Em 2021, nossa Escola promoveu mais de 22 lives sobre empreendedorismo, inovação e insurtechs. Este programa é uma grande aposta para 2022”.

O programa é inovador e sem concorrência no mercado, segundo o consultor em Inovação Aberta e professor da ENS, Samy Hazan, que também é coordenador do novo curso. “Desde 2017, o valor global investido em insurtechs vem crescendo 6,5x a cada trimestre. Este é um programa inédito na América Latina e em muitas partes do mundo, que irá mostrar uma visão completa desse cenário, fundamentos, perspectivas para o futuro, estudos de casos e modelos disruptivos”.

Samy enalteceu outro diferencial do curso, o corpo docente, que conta com renomados especialistas nos diversos temas que serão abordados. Alguns nomes que compõem o time de professores são as advogadas Angelica Carlini e Camila Calais, e o CEO da Alper Seguros e co-founder da Duxx Investimentos, Marcos Couto.

Certificação completa ou parcial

Com início das aulas marcado para 8 de março, o programa completo é composto por seis módulos: Fundamentos das Insurtechs; Financiando Insurtechs; Revolucionando os Modelos de Distribuição de Seguros; O Futuro Colaborativo das Insurtechs; Estudos de Casos e Modelos Disruptivos; e Arcabouço Regulatório das Insurtechs.

Cada módulo terá 5 horas de duração, que serão divididas em dois encontros. O curso oferece ainda a possibilidade de os alunos optarem por fazer a certificação completa ou parcial, esta última com três módulos a escolha.

A versão completa da certificação tem investimento de R$ 6.734,00, enquanto a reduzida sai por R$ 4.714,00. Os valores podem ser parcelados em 10 vezes no cartão de crédito. Matrículas efetuadas até o fim de 2021 receberão desconto de 12%.

Os interessados podem obter mais informações no hotsite do programa, insurtech.ens.edu.br, onde é possível preencher a inscrição de interesse.

Luiz Morales apresenta sua candidatura ao Sincor-SP para os associados da UCS

A UCS – União dos Corretores de Seguros – realizou no dia 26 de outubro seu 9º Trocando Ideias de 2021, recebendo Luiz Morales, candidato à presidência do Sincor-SP (sindicato da categoria no Estado). O presidente da UCS, Arno Buchli Junior, explicou na abertura do evento que o convite para apresentação de propostas foi feito para os dois candidatos, mas o outro declinou. “A UCS tradicionalmente realiza evento para apresentação dos candidatos e propostas para o nosso Sincor-SP, é uma pena não termos os dois lados”, disse.

Luiz Morales enfatizou que desde que fundou a UCS sempre teve como filosofia quebrar paradigmas, realizando ações para valorização dos corretores de seguros. “O período é de desafios para a corretagem de seguros, os problemas vêm a nós constantemente, ‘forças ocultas’ continuam impedindo o desenvolvimento dos corretores de seguros. Esse é um discurso que eu trago desde o início da UCS, em 2004, e não abro mão de lutar pelo que o corretor precisa, e eu sei o que o corretor de seguros precisa”, garantiu, defendendo que quer continuar seguindo nesta luta com os fundamentos da campanha, que construiu ouvindo a categoria. “Quem me conhece sabe que desde a UCS eu sigo não apenas ouvindo os corretores, mas principalmente executando as propostas”.

Ele explicou  o propósito do movimento “Sincor Como Queremos”. “É um movimento legítimo, no qual eu, que estava incomodado, e mais outros corretores que também estavam, começamos a conversar, e pensamos em nos unir para fazer voltar a brilhar o papel do corretor de seguros. Na UCS estamos trabalhando há quase 20 anos para entregar isso ao corretor, e essa proposta para o Sincor-SP foi construida meses antes da formação das chapas, foi um pleito dos corretores colocar os profissionais novamete como protagonistas, e para isso precisamos trazer o pertencimento à nossa entidade representativa”, disse. “Nada pode derrotar um movimento necessário, cuja hora chegou”, frisou. “Os corretores têm que entender que têm a capacidade de transformar sua realidade, e o movimento Como Queremos está tendo sucesso porque estão assimilando essa ideia”.

Questionado sobre o que o motivou ao desafio, foi enfático: “Quem me conhece sabe minha paixão e amor pelo corretor de seguros, o querer fazer e entregar para o corretor de seguros”, disse Luiz Morales. “Mas para isso eu preciso ser a sua voz, corretor de seguros, no Sincor-SP. Quero fazer de nós o maior símbolo de representatividade da nossa categoria. Quero mudar sim, quero inovar, fazer o corretor ganhar dinheiro e traçar o melhor para nossa profissão. Eu sempre trouxe isso comigo, o famoso bordão da UCS ‘Vamos juntos!’ é sobre isso. O pertencimento que precisamos e perdemos no Sincor-SP é o caminho”.

Morales apresentou alguns membros de sua chapa, defendendo a importância da oxigenação. “O Sincor-SP é nosso, precisamos dar o poder de volta para o corretor de seguros. E como fazer isso? Temos um celeiro de líderes, todos aqui na UCS somos líderes, a criação de eventos como o Trocando Ideias e o Trocando Negócios são entregas da nossa liderança. Demos as mãos e dissemos ‘Vamos juntos’”.

“Tenho um time grande, de 21 corretores de seguros, mas vou apresentar alguns relacionados à UCS, bem como ex-presidentes da UCS, que compõem a chapa”, afirmou. Ele apresentou Shirtes Pereira, seu candidato a 2º vice-presidente no Sincor-SP, que atua na cidade de São José do Rio Preto, e será o representante do interior. Também deu a palavra para Cesar Bertacini, ex-presidente da UCS, candidato a Ouvidor no Sincor-SP. Em seguida, Marcelo Guirao, também ex-presidente da UCS, candidato a 1º Tesoureiro no Sincor-SP. Seguiu com Ezaqueu Bueno, ex-presidente da UCS, candidato a 1º Secretário no Sincor-SP. Por fim, Raquel Gomes, também ex-presidente da UCS, candidata a 1ª vice-presidente no Sincor-SP.

Fonte: UCS

Marcio Coriolano, da CNseg, MetLife e EZZE Seguros debatem perspectivas do setor em webinar da Bússola, no site da Exame

webinar cnseg

Fonte: CNseg

Ao classificar a atividade de seguros como procíclica, o Presidente da CNseg justificou o comportamento do setor perante a pandemia: resiliente no pior momento da crise epidemiológica e em expansão acelerada aos primeiros sinais de retomada econômica a partir do segundo semestre, perfazendo o movimento em V em sua reação.  

Em números, significou uma expansão de mais de 12,9% em 2019, desaceleração para 1,3% em 2020, e alta anualizada de 12,2% até agosto de 2021. Marcio Coriolano foi um dos participantes do webinar Bússola, plataforma de conteúdos publicada no site da Revista Exame, cujo tema central foi “Seguros e Previdência: aspectos da pandemia e o futuro do setor”. Realizado nesta quarta-feira, 27, e moderado pelo jornalista Rafael Lisbôa, o webinar contou também com a presença de Paula Toguchi, Superintendente de Produtos da MetLife, e de Edson Toguchi, Vice-Presidente de Produtos da Ezze Seguros, que relataram as principais ações dos seus grupos perante a pandemia.

Marcio Coriolano reconheceu que os danos colaterais da pandemia (recessão, desemprego, e renda em queda) afetaram o setor como um todo, materializando-se, contudo, de forma heterogênea entre os ramos e modalidades de seguros. Os ramos de seguros ligados a atividades econômicas, como Riscos de Engenharia, Seguro Viagem, Garantia Estendida, tiveram contração, voltando a níveis de 2019, 2015 e 2011, respectivamente.

Ao mesmo tempo, a pandemia despertou o sentimento de aversão a riscos por enormes parcelas da população, levando-as à compra de seguros, preferencialmente de Vida, Saúde, Residencial e Habitacional para se cercar de proteção. Também se destacaram o seguro Rural, o de Crédito e o de Responsabilidade Civil. 

A desregulamentação promovida pela Susep nos últimos dois anos foi outra contribuição para o andamento positivo dos negócios, por dar mais flexibilidade aos produtos e liberdade de ação.  Marcio Coriolano, contudo, destacou dois pontos de atenção no processo de desregulamentação do setor: a submissão dos prazos de implantação do open insurance aos do open banking e o papel das Sociedades Iniciadoras de Serviço de Seguro (SISS), em consulta pública, que não está claro além de não prever o corretor de seguros.

Marcio Coriolano afirmou que o mercado de seguros, um dos mais ágeis em se adaptar aos desafios criados pela pandemia, está pronto para atender a um consumidor que será cada vez mais empoderado, mais tecnológico, com menos renda disponível e disposto a se aproveitar das melhores oportunidades que serão criadas com a concorrência mais acirrada esperada no setor nos próximos anos.

SulAmérica apresenta novidades no portfólio de seguros de Vida individuais

Fonte: SulAmérica

A SulAmérica concluiu mais uma atualização da sua oferta de seguros de Vida individual. Alinhada ao compromisso de entregar produtos cada vez mais completos dentro do conceito de Saúde Integral, os produtos Vida Individual e Vida Mulher, contam, a partir desta semana, com maior proteção para a cobertura Doenças Graves e com duas novas coberturas: Acessibilidade Física e Aquisição de Jazigo. A novidade também amplia o leque de soluções oferecidas pelos corretores de seguros, parceiros fundamentais da seguradora.

Os clientes que optarem pela nova cobertura Doenças Graves passarão a ter 30 opções de patologias e poderão escolher 24 delas de forma personalizada. Além da vantagem de ter a cobertura mais completa do mercado, o capital segurado também foi ampliado de R$ 400 mil para R$ 1 milhão. A proteção também conta com outro diferencial competitivo: o cancelamento da cobertura somente quando o segurado atingir 85 anos, enquanto a média praticada no mercado é aos 70 anos de idade.

Mais uma novidade é a cobertura Acessibilidade Física, que garante ao segurado pagamento de indenização em caso de Invalidez Permanente Total ou Parcial por Acidente para ser utilizada nas despesas com adaptação da residência ou do veículo.

Além disso, os produtos passaram a contar também com a opção de cobertura Aquisição de Jazigo, que consiste em indenização para a pessoa que arcou com custos da aquisição de jazigo ou carneiro para o segurado titular do seguro em cemitério público ou privado, limitado ao valor contratado.

“A ampliação e oferta de mais opções de proteção às pessoas vêm reforçar o cuidado da SulAmérica com a Saúde Integral dos nossos beneficiários, buscando o equilíbrio e bem-estar entre as saúdes física, financeira e emocional. A companhia apresenta produtos e serviços que vão sempre ao encontro do momento de vida das pessoas. Também amplia o portfólio para os corretores e corretoras de seguros oferecerem Saúde Integral aos seus clientes”, finaliza Victor Bernardes, diretor de Vida e Previdência da SulAmérica.

Pelo 10º ano consecutivo, Tokio Marine apoia o “Teleton”

Fonte: Tokio Marine

Sempre firme no propósito de contribuir para o desenvolvimento da sociedade, a Tokio Marine, uma das maiores seguradoras do País, participou do Teleton, pelo décimo ano consecutivo. A maior maratona solidária da TV brasileira é transmitida pelo SBT e arrecada recursos para a Associação de Assistência à Criança Deficiente (AACD). 

Mais uma vez, a Tokio Marine ofereceu uma contribuição financeira de R$ 300 mil para a campanha. A importante causa da AACD mobiliza também os mais de 2,6 mil Colaboradores da Companhia, que colaboram por meio de descontos voluntários em folha de pagamento. Além disso, os mais de 35 mil Corretores e Assessorias parceiros da Tokio são estimulados a participar de uma campanha de solidariedade, na qual os pontos do Programa Nosso Corretor (PNC) podem ser convertidos em doações à AACD.

“A AACD realiza um trabalho de extrema relevância, que se tornou uma referência no tratamento e desenvolvimento das pessoas com deficiência física. Para nós, é engrandecedor fazer parte dessa corrente do bem. A Tokio Marine tem ampliado cada vez mais as práticas sociais, ambientais e de governança, com foco nas melhores práticas de ESG, pois faz parte do DNA da nossa Companhia contribuir para o desenvolvimento da sociedade”, comenta a Diretora de Canais Especiais, Márcia Silva.