Lucro da Wiz tem queda de 49,5%, para R$ 56,7 milhões no terceiro trimestre de 2021

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A Wiz Soluções (WIZS3), gestora de canais de distribuição de seguros e produtos financeiros, registrou lucro líquido ajustado de R$ 56,7 milhões no terceiro trimestre de 2021, redução de 49,5% em comparação ao período anterior. O caixa da Wiz fechou com um saldo ajustado de R$ 525,9 milhões ao final do trimestre, um crescimento de 83,9% em relação ao 2T21, parte proveniente da emissão de debêntures. A Receita Bruta de R$ 212,5 milhões no 3T21. A Companhia comemora um ano do acordo com o Bmg, que já representa 27,8% de todo o resultado. Bem como a maturação do vínculo com o Inter: houve aumento de 224,9% na quantidade de vendas de produtos de seguridade.

“Seguimos como uma Companhia rentável. Estamos com melhor governança, dando lucro e com dinheiro em caixa. Contando com um time jovem, obstinado e com muito apetite para novos negócios” afirma o CEO da Wiz, Heverton Peixoto, em comunicado.

A análise fria da Receita Bruta da Wiz no 3T21 revela desempenho 24,8% inferior comparado ao do mesmo período do ano passado. Contudo, o número já era esperado, dado o término do contrato com a Caixa Seguridade. A Companhia se preparou para essa perda momentânea de arrecadação ao estabelecer acordos comerciais nos últimos dois anos, especialmente com instituições bancárias e concessionárias de automóveis, cujas operações estão em desenvolvimento.   

Ao longo do 3T2021, a Wiz celebrou a parceria com a LG lugar de gente para criação da BenTech, que irá distribuir benefícios por adesão para as áreas de RH de empresas e seus colaboradores. A nova Joint Venture, com um marketplace inovador e completo, ajudará o RH de empresas de todos os portes a promover engajamento positivo e satisfação aos times com uma experiência diferenciada, a partir de produtos de crédito, seguros e benefícios.


“Neste trimestre, fortalecemos nossa cultura organizacional, consolidamos operações recentes importantes, ampliamos e diversificamos nossa atuação. A Wiz está bem alicerçada, com movimentos consistentes e perspectivas muito positivas de crescimento de curto a médio prazo. Temos o desafio da escalabilidade e evolução dos novos negócios para captura de ganhos. Seguimos firmes por resultados ainda mais valorosos para os parceiros, investidores e acionistas”, diz Heverton Peixoto. 

Em fevereiro de 2021, a Wiz celebrou um contrato de transição com a Caixa Seguridade, com duração de 6 meses, com o objetivo de transferir as operações desempenhadas pela Companhia para a corretora própria da Caixa Seguridade. Houve remuneração nas vendas novas de seguros com bases decrescentes de pagamento durante esse período. O serviço e, consequentemente o recebimento deste pagamento, foram encerrados na metade do mês de agosto, impactando a receita do 3T21.

Em contrapartida, após um ano da aquisição de 40% da Bmg Corretora, a receita dessa operação adicionou R$ 59,1 milhões à Receita Bruta da Wiz no 3T21. Uma performance semelhante a do trimestre anterior, revelando consolidação da atuação. O valor foi obtido especialmente com seguros de Vida, com crescimento de 29,7% em relação ao mesmo período do ano anterior.  “Os números da Bmg Corretora estão em progresso. Estamos atuando em novos cenários para o desenvolvimento dos negócios de forma sustentável”, enfatiza Heverton Peixoto.

A operação da Wiz BPO, unidade de negócio especialista em toda a esteira de pós-venda de seguros e produtos financeiros, com plataformas modernas de digitalização para a otimização de processos e mitigação de riscos, agregou R$ 25,3 milhões, pouco mais de 5% acima do resultado alcançado no mesmo trimestre em 2020. 

A Wiz Conseg, unidade de negócio com foco no setor automotivo, trouxe R$ 2,8 milhões frente os R$ 1,5 milhão dos três meses anteriores. Muito em função da expansão da operação de seguros auto e prestamista em mais de 130 concessionárias, um crescimento de 186% em relação ao mesmo trimestre do ano passado.

O acordo firmado há pouco mais de dois anos para a participação na Inter Seguros tem gerado resultados expressivos. A Companhia destaca que no 3T21 houve aumento de 224,9% na quantidade de vendas, sendo 244,3 mil no período. A carteira de clientes já passa de 680 mil ativos, mais de 279% em relação ao mesmo trimestre do ano anterior. A equivalência patrimonial trouxe R$ 6,8 milhões ao Lucro Líquido da Wiz, resultado 210,4% superior ao 3T20.

Rodrigo Petry é o novo Head de TI e Inovação da Sabemi

Rodrigo Petry, Head de TI do Grupo Sabemi (2)


Fonte: Sabemi

Reforçar a Tecnologia da Informação para conhecer ainda melhor os segurados e ser propulsora dos negócios da Sabemi, uma das principais empresas do ramo de seguros, previdência e serviços financeiros do país, está entre as prioridades do novo Head de TI e Inovação da Companhia, Rodrigo Petry. 

O executivo conta com 25 anos de experiência no mercado, especialmente no setor financeiro, e assumiu como Head de TI da Inovação de todas as empresas do Grupo Sabemi com a meta de potencializar e unir diferentes ações nas quais a Companhia vem investindo fortemente desde 2020. 

“A Sabemi tem um horizonte muito claro de onde quer chegar em termos de inovação e transformação digital. E, para isso, vamos posicionar a TI de forma estratégica, como estimuladora de novos negócios e catalizadora de diferentes ações e trabalhar muito em parceria com todas as áreas”, ressalta Petry. 

Neste contexto de aceleração digital, ele antecipa que a prioridade é não apenas atuar com foco na gestão da tecnologia e da sua equipe, mas também agregar um olhar de negócios a tudo que é feito pela área. Uma das principais ações será apoiar a modernização que já vem sendo feita nos canais digitais assim como, em conjunto com todas as lideranças, aprimorar a experiência do cliente e oferecer um conjunto mais amplo de informações para que a cultura de dados seja ainda mais presente na tomada de decisões. 

“Me somo ao grupo para apoiar os muitos projetos desenvolvidos até aqui, como o Inova, programa de inovação aberta lançado neste ano, com sucesso. Também vamos criar soluções que nos possibilitem conhecer melhor os segurados e fortalecer novas parcerias”, antecipa Petry. 

Um dos focos do executivo é ampliar a competitividade da Sabemi e, ao mesmo tempo, facilitar o uso de dados já disponíveis e não aproveitados em sua plenitude. A área de TI será também um suporte ainda mais presente nos canais físicos de vendas e de relacionamento com os segurados. 

“A Sabemi quer explorar os canais digitais de forma diferenciada no mercado e, ao mesmo tempo, potencializar os negócios já existentes e tradicionais com representantes, corretores e lojas próprias”, explica Petry. 

O prazo para as inscrições no Programa AceleraD’Or de Mentoria se encerra amanhã

Fonte: D”Or

Pequenas e médias corretoras de seguros, de todos os ramos de atuação, que tenham o desejo de ampliar oportunidades não podem perder tempo. As inscrições estarão abertas até amanhã, 12 de novembro. Ao todo, 10 empresas serão selecionadas para o projeto, que tem como objetivo prover uma conexão direta com a D’Or Consultoria, seus parceiros e mentorias personalizadas, para potencializar o mercado de seguros e acelerar pequenas e médias corretoras em todo o Brasil.

Bruno Iannuzzi, CEO da D’Or Consultoria e um dos mentores da iniciativa, considera a iniciativa um importante posicionamento da empresa junto aos corretores. “Está no DNA do Programa AceleraD’Or de Mentoria promover  o compartilhamento de conhecimento e experiências em um ambiente com profissionais multidisciplinares, que irão ajudar os participantes a alcançarem os objetivos individuais e corporativos de crescimento de forma sustentável. Apostamos nisso com o compromisso de entrega, qualidade, superação de desafios e zelo pela excelência no que fazemos”.

Projeto patrocinado pela D’Or Consultoria, o programa, que não tem qualquer custo de inscrição e nem para as empresas futuramente selecionadas, conta com um time de especialistas com mais de três décadas no setor e visa auxiliar empresas do mercado nos principais desafios de gestão. E, possivelmente, acelerar algumas delas ao fim do programa.

“Nossa missão é potencializar o mercado de seguros, e fomentar pequenas e médias corretoras, em todo Brasil, com o que temos de melhor no segmento de saúde, onde somos líderes de mercado”, destaca o diretor da D’Or Consultoria e responsável pelo Programa AceleraD’Or de Mentoria, Carlos Oliveira, corretor de seguros há mais de 30 anos e um dos mentores do projeto.

Conheça os demais mentores 

Há quase cinco anos como Diretor Executivo de Saúde Populacional do Grupo Rede D’Or São Luiz, o infectologista e epidemiologista Gustavo Guimarães é outro especialista do programa, com formação pela Santa Casa de São Paulo, especialização pela Faculdade de Medicina da Universidade de São Paulo (USP), MBA em gestão de saúde pela FGV e pós-graduação na Harvard Medical School. “Gosto muito de trabalhar com bancos de dados médicos, que vinculem custo com qualidade assistencial, para aprimorarmos nossa capacidade gerencial, e melhorarmos os resultados da cadeia de saúde suplementar”, enfatiza o médico. 

Com atuação voltada para a evolução da performance e na transformação dos meios de comercialização de seguros, o diretor de Saúde & Inovação na D’Or PME, Glauco Martins, trabalha com inovação digital, além do desenvolvimento de TI, BI e CRM. Líder em iniciativas inovadoras, pioneiro na inovação digital do setor (Saúde PME), atua no desenvolvimento de simuladores que transformam e ampliam as formas de ofertas de seguros, com objetivo de promover e multiplicar oportunidades para clientes, corretores e operadoras de saúde. 

“Busco estar à frente de iniciativas inovadoras, construindo simuladores que transformam e ampliam os meios de desenvolver e ofertar seguros, promovendo e multiplicando oportunidades para clientes, corretores e operadoras de saúde”, explica Martins.

Completa o quinteto de mentores o diretor comercial da D’Or Consultoria, Paulo Dart. Ao longo da carreira, ele passou pelas mais variadas etapas que compõem a implementação de um seguro ou benefício, atuando em diversos players: operadora, seguradora e corretora.

“Atualmente, levo aos prospects uma proposta de valor inovadora e proativa no gerenciamento de sinistro e promoção à saúde, apresentando sistemas e ferramentas próprios, além de soluções exclusivas da única consultoria ligada à maior rede hospitalar privada da América Latina”, explica Dart.

Como participar?

Ao todo, 10 empresas serão selecionadas para o programa e terão, por três meses, o acompanhamento de especialistas que prestarão auxílio para o crescimento do negócio, em networking, exposição e visibilidade das corretoras mentoradas. 

Os interessados devem se inscrever até amanhã, 12 de novembro. Um comitê avaliará as inscrições e a segunda fase será uma entrevista dos corretores pré-selecionados com o time do AceleraD’Or. Ao fim desta fase é que as 10 empresas serão selecionadas.

A mentoria será on-line, mas, com o retorno presencial, haverá a possibilidade de que as corretoras participantes usufruam dos escritórios da D’Or Consultoria em sete capitais do Brasil e vivenciem de perto as oportunidades de negócio com os mentores/especialistas do programa.

Para realizar a inscrição no AceleraD’Or, é pré-requisito ser uma corretora pessoa jurídica, devidamente registrada. Saiba mais em aceleradormentoria.com.br e inscreva-se.

Zurich inicia reabertura de filiais e retoma as visitas presenciais aos corretores parceiros

zurich seguros marcio benevides

Fonte: Zurich

O Brasil tem progredido no combate à Covid-19. Com mais de 57% da população completamente imunizada, diversas atividades estão sendo retomadas após autorização das autoridades competentes. Embora a pandemia não tenha prejudicado o relacionamento da Zurich com os corretores, depois de criteriosa avaliação, a empresa decidiu pela reabertura gradual das suas filiais comerciais, a fim de retomar as visitas presenciais e restabelecer o olho no olho com seus parceiros estratégicos. 

O processo começou no dia 04 de outubro e, até o momento, foram reabertas 12 filiais da companhia. São elas, em São Paulo: Ribeirão Preto, São José do Rio Preto, Piracicaba, Campinas e Bauru; em Santa Catarina: Florianópolis e Chapecó; na Bahia: Salvador; em Minas Gerais: Uberlândia; em Goiás: Goiânia; e no Paraná: Curitiba.

Até 29 de novembro, deverão ser reabertos mais 13 filiais em outros estados brasileiros: Rio de Janeiro, na capital fluminense; em Minas Gerais: Belo Horizonte, Ipatinga, Divinópolis, Juiz de Fora e Poços de Caldas; em Pernambuco: Recife; em Santa Catarina: Blumenau e Joinville; no Paraná: Maringá e Cascavel; e no Rio Grande do Sul: Porto Alegre e Caxias do Sul. A reabertura total das filiais se dará até o final de 2021 – porém, se o quadro da pandemia mantiver os índices de visível melhora e controle.

Essa reabertura vem sendo planejada há algum tempo pela Zurich, e o processo foi feito a partir do serviço de consultoria de uma das mais referenciadas instituições de saúde do país – o Hospital Israelita Albert Einstein –, que após criteriosa avaliação do cenário atual da pandemia, validou a reabertura dos escritórios e a retomada das atividades presenciais. A entidade manterá o monitoramento e o serviço consultivo para orientar a seguradora até 2022.

Conta o Diretor Executivo de Distribuição da Zurich no Brasil, Marcio Benevides: “Começamos a avaliar essa possibilidade no final de 2020, ao observarmos queda nos números de casos e vítimas fatais. Mas quando a segunda onda começou, no início de 2021, decidimos por manter o atendimento aos corretores parceiros apenas de forma remota. Com a consultoria do Hospital Israelita Albert Einstein, foram avaliados diversos indicadores, como a ocupação de UTIs, o acesso aos nossos funcionários aos hospitais, se estavam imunizados, entre outros. A decisão de reabertura só foi tomada depois que a iniciativa foi considerada segura por parte do hospital”.

Marcio ressalta, porém, que o retorno presencial às filiais da Zurich está sendo feito de forma voluntária: “Só o fará quem desejar e se sentir seguro para tal”, pontua. Mesmo assim, é preciso que os profissionais estejam com o ciclo da vacina completo: os que tomaram a dose única só voltam ao escritório após 21 dias vacinados, e aqueles que se imunizaram com as variedades que requerem duas doses, somente retornam após 14 dias da segunda aplicação. Embora representem menos de 3% da população, a empresa também está atenta à saúde dos que fazem parte do grupo de risco, que também podem se voluntariar. Porém, ao fazê-lo, é preciso que passem por uma avaliação de um médico do trabalho (prestador).

Observância às normas sanitárias e orientação

A Zurich está sendo rigorosa com os protocolos e cuidadosa com o bem-estar dos funcionários de suas filiais, assim como com o dos corretores parceiros. A empresa desenvolveu e distribuiu aos primeiros uma cartilha orientativa com todas as medidas que precisam ser observadas, reforçada por outras medidas de comunicação.

“Com a decretação da pandemia, estivemos distantes fisicamente, mas sempre nos mantivemos próximos dos corretores parceiros. Estamos muito felizes com a retomada das visitas presenciais. E acreditamos que a melhor forma de evitar casos dentro da Zurich é informando sobre os cuidados que nossos colaboradores precisam tomar”, observa o Diretor Executivo de Distribuição da Zurich no Brasil, Marcio Benevides.

A cartilha discorre sobre cuidados que precisam ser seguidos, como: distanciamento social, higiene pessoal, uso de máscaras, limpeza e higienização do ambiente, monitoramento das condições de saúde e reforço constante da comunicação para a importância do cumprimento das recomendações estabelecidas.

Chubb registra lucro de US$ 1,83 bi no terceiro trimestre, alta de 53,5%

A Chubb Ltd. divulgou no final de outubro lucro líquido de US$ 1,83 bilhão no terceiro trimestre, um aumento de 53,5% em relação aos US $ 1,19 bilhão no mesmo trimestre do ano anterior, uma vez que o crescimento dos prêmios de linhas comerciais de dois dígitos impulsionou os resultados.

Os prêmios líquidos subscritos aumentaram 16,9%, para US$ 9,9 bilhões, enquanto a receita de subscrição saltou 57,5%, para US$ 617 milhões.

“O ambiente robusto de preços comerciais permanece no ritmo em quase todas as regiões do mundo”, disse o presidente e CEO da Chubb, Evan G. Greenberg, a analistas durante uma teleconferência de resultados na quarta-feira.

Os prêmios comerciais líquidos subscritos aumentaram 22% para US$ 7,430 bilhões e o índice combinado da seguradora melhorou para 93,4% de 95,2% um ano antes, mesmo com as perdas por catástrofe aumentando para US$ 1,15 bilhão de US$ 925 milhões no terceiro trimestre de 2020.

Liberty Mutual tem alta de 81,6% no lucro do terceiro trimestre, para US$ 721 milhões

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A Liberty Mutual Holding Co. Inc. relatou um salto no lucro e receita do terceiro trimestre, uma vez que melhores resultados de investimento e preços mais altos impulsionaram os resultados da seguradora.

O lucro aumentou 81,6%, para US$ 721 milhões, informou a Liberty Mutual na quinta-feira passada. As perdas por catástrofe antes dos impostos no trimestre foram de US $ 1,2 bilhão, em comparação com US $ 980 milhões no mesmo período do ano passado, com perdas relacionadas ao furacão Ida totalizando US $ 812 milhões.

O prêmio líquido subscrito aumentou 6,5% para US$ 11,41 bilhões. Seu negócio de grandes contas relatou um aumento de 11,3% no prêmio, impulsionado por aumentos de taxas e aumento da exposição, disse a seguradora em um comunicado.

Sua receita de investimentos em ações mais do que dobrou, para US$ 1 bilhão no trimestre.

O índice combinado da seguradora se deteriorou ligeiramente para 104,4%, em comparação com 103,6% no período do ano anterior.

Lucro da Porto Seguro recua 29,1%, para R$ 880,6 milhões, no acumulado até setembro de 2021

Porto Seguro

A Porto Seguro registrou lucro líquido recorrente foi de R$ 206,5 milhões no terceiro trimestre, queda de 47,5%, e de R$ 880,6 milhões no acumulado de janeiro até setembro de 2021, queda de 29,1% em relação ao mesmo período do ano passado. Segundo comunicado do grupo, no terceiro trimestre e nos nove primeiros meses de 2021, a jornada de aceleração do crescimento dos negócios se manteve, evidenciado pela expansão na receita total de 15,4% (vs. 3T20) no trimestre e de 13,0% no acumulado do ano (vs. 9M20), e pela ampliação considerável na base de clientes, tanto em produtos mais maduros quanto nas iniciativas mais recentes.

Os prêmios emitidos totais do Auto avançaram acima de 12% tanto no trimestre quanto no acumulado do ano, com adição de 419 mil veículos nos últimos 12 meses, o maior crescimento anual de itens em mais de 7 anos. Na marca Porto Seguro, os prêmios trimestrais cresceram 14,6%, com aumento de 104 mil veículos na frota segurada (vs. 3T20), enquanto na marca Azul, os prêmios aumentaram 8,6%, favorecidos pelo crescimento de 316 mil veículos (vs. 3T20), o que representa o maior incremento de itens em um ano na história da marca.

A sinistralidade consolidada do Auto atingiu 55,9% no 3T21 e 50,1% no acumulado de janeiro a setembro de 2021, impactada principalmente pelo retorno da circulação de veículos, em razão da redução do impacto da pandemia sobre a mobilidade da população. Comparando a sinistralidade atual com a registrada no 9M19, um período mais comparável antes do início da pandemia, a sinistralidade do 9M21 ainda está em nível inferior ao do 9M19, e a do 3T21 está no mesmo nível do ano de 2019 até setembro. Esse desempenho é reflexo de uma boa gestão dos nossos modelos de precificação, subscrição de riscos e custo dos sinistros, que são ajustados de forma dinâmica para se adequar rapidamente à variação da sinistralidade.

No Patrimonial, evoluímos 10,5% em prêmios em comparação ao 3T20, impulsionados principalmente pelo seguro Empresarial (+16,4% vs. 3T20), que incrementou 28 mil empresas em seu portfolio, beneficiado pelo aumento da atividade econômica e pelas ações comerciais realizadas no período. No Residencial, ampliamos em 80 mil o número de residências seguradas, explicado principalmente pelo aumento da demanda por proteção e serviços.

Destaque também para carteira de Transporte, que cresceu 23,8% em comparação ao 3T20, impulsionado pela retomada no fluxo de cargas do Brasil e das ações comerciais realizadas. Dentro da linha de “Outros”, que cresceu 18,7% no período (vs. 3T20), os novos seguros obtiveram crescimento expressivo, destacando os seguros para celulares/smartphones, e seguro para bike.

No 3T21, atingimos 4,1 milhões de vidas seguradas, um aumento de 7,8% em comparação ao mesmo período do ano anterior. A redução de 29% frente ao número de vidas seguradas no 3T19 se deve principalmente pelo fechamento/redução de quadro de empresas, restrições às operações de varejo (prestamista) e suspensão de eventos, com coberturas de Acidentes Pessoais, durante a Pandemia, ainda em fase de retomada. O crescimento entre 3T20 e 3T21 contribuiu para um aumento nos prêmios do Vida de 14,9% (vs. 3T20), impulsionados principalmente pelos prêmios de seguro de Vida Individual, que cresceram 16,0% no trimestre (vs. 3T20) e pelo Vida Coletivo, que expandiu 17,1% no período (vs. 3T20). O Seguro Viagem seguiu a trajetória de retomada do crescimento, mais do que dobrando o volume de prêmios em relação ao mesmo período do ano anterior. Além disso, seguimos avançando na estratégia de oferecer produtos que promovam a inclusão securitária também no Vida, através de iniciativas como o Vida On, nosso novo seguro digital.

A sinistralidade do Vida atingiu 47,0% no 3T21, apresentando uma melhora significativa em relação ao trimestre imediatamente anterior (-28,4 p.p. vs. 2T21), decorrente da redução substancial no número de mortes por Covid-19 conforme o avanço da vacinação no país.

No consolidado de todos os negócios de seguros, o índice combinado recorrente atingiu 95,2% no 3T21 (+7,3 p.p. vs. 3T20). O aumento é decorrente essencialmente da elevação da sinistralidade do Auto (explicado principalmente pelo retorno da circulação de veículos) e do Saúde (explicado pela volta dos eventos eletivos somados aos eventos de Covid-19). A sinistralidade total permaneceu em linha com a média histórica (55,3% no 3T21 vs. 55,4% de média entre 2010 -2019).

Já na vertical de Negócios Financeiros, cresceu 28,8% (vs. 3T20) em receitas, alavancados principalmente pelas operações de Crédito e Financiamento, cuja carteira de crédito atingiu R$ 12,5 bilhões, um aumento de 41,4% nos últimos 12 meses. Obtive um crescimento significativo também nas receitas da vertical Serviços (+46,0% vs. 3T20), decorrente principalmente do avanço do Carro Fácil, que expandiu seu faturamento em 81,4% e atingiu 9,2 mil contratos ativos (+60,3% vs. 3T20).

O resultado financeiro recorrente atingiu R$ 54,8 milhões no trimestre, através de um retorno sobre as aplicações financeiras (ex-previdência) de 1,55% (equivalente a 127% do CDI no período). Esse resultado é decorrente principalmente do retorno sobre as alocações em títulos indexados à inflação, parcialmente impactado pelo desempenho dos ativos de renda variável.

No campo societário, em outubro adquirimos participação majoritária na Atar, fintech que desenvolve soluções de Banking-as-a-Service (BaaS), com o objetivo de acelerar o processo de transformação digital da vertical de Negócios Financeiros. Como evento subsequente ao fechamento do trimestre, anunciamos já em novembro uma joint venture com a Cosan para oferecer um amplo portfólio de soluções voltadas para a mobilidade.

O Carro Fácil, nosso serviço de veículos por assinatura, será uma das soluções no portfólio, que também será composto por diversas outras soluções, tais como gestão de frota de veículos leves e pesados, aluguel de veículos em diversas modalidades, entre outras, explorando a estrutura operacional e as boas práticas de gestão já existentes na Porto Seguro e Cosan. Essa parceria reforça nosso posicionamento no segmento de mobilidade através da associação a um player relevante, com vantagens competitivas complementares e sinérgicas às nossas. Ambas operações estão sujeitas à aprovação dos órgãos reguladores.

SulAmérica lucra R$ 363,9 milhões de janeiro a setembro de 2021, queda de 51%

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A SulAmérica registrou lucro líquido das operações continuadas de R$ 363,9 milhões no acumulado janeiro a setembro deste ano, queda de 51% diante dos R$ 754 milhões do mesmo período do ano anterior. Considerando o mesmo ganho no terceiro trimestre, a queda foi de 2%, para R$ 280 milhões.

“A pandemia acelerou processos internos, principalmente na área de inovação, que se provaram estratégias bem-sucedidas, como o Saúde na Tela no nosso aplicativo de Saúde. Os vários desafios potencializaram oportunidades para atuarmos ainda mais como uma gestora de Saúde Integral”, observa o CEO Ricardo Bottas. “Fomos eleitos também, em outubro, a empresa mais inovadora do setor pelo Valor Inovação pelo segundo ano consecutivo, mais um reconhecimento das nossas soluções inovadoras”, conta. 

Segundo comunicado, a companhia registrou receitas operacionais de R$5,2 bilhões no trimestre, aumento de 3,7% em relação ao mesmo período do ano anterior, e de R$15,6 bilhões no acumulado do ano, aumento de 5,8% frente a 2020, impulsionadas pelos segmentos de Saúde, Odonto e Vida. Nas carteiras de Saúde e Odonto, o crescimento nas receitas operacionais foi de 5,2% no trimestre, com aumento no número de beneficiários em planos coletivos de 8,5%, o que representou 341 mil novas vidas, contribuindo para alcançar o total de 4,5 milhões de beneficiários ao final de setembro de 2021, tendo saltado em 2021 para a 2ª posição no ranking de receitas entre as seguradoras e operadoras de saúde no Brasil.  

Em Vida, o aumento no número de segurados foi de 290 mil, consolidando a recuperação no crescimento de receitas (+10,9%) por mais um trimestre, em meio aos impactos ainda significativos da COVID-19 na rentabilidade da carteira. Em Previdência, as reservas totalizaram R$ 9,3 bilhões, aumento de 7,4% quando comparado com o mesmo período do ano anterior. 

No mais, a SulAmérica acelerou iniciativas do Cuidado Coordenado – estratégia que já conta quase 800 mil beneficiários ativos e cerca de 4 mil médicos e profissionais de saúde parceiros – ampliando a assistência, o cuidado e a proximidade com os beneficiários com uso de tecnologia e medicina conectada.  

A margem bruta operacional da SulAmérica neste trimestre alcançou R$357,2 milhões, 27,1% superior ao segundo trimestre de 2021, marcando um início de recuperação na rentabilidade da operação, acompanhando, principalmente, o menor impacto de custos associados à COVID-19 no segmento de saúde ao longo do período, com a melhora da situação de pandemia e o avanço no processo de vacinação da população. Já o lucro líquido somou R$280,3 milhões no trimestre, beneficiado principalmente por créditos decorrentes de disputas tributárias apurados no período, relativamente estável em relação ao número apresentado no mesmo trimestre de 2020. 

Neste contexto ainda desafiador em que a saúde dos beneficiários continuou sendo a prioridade da Companhia, a SulAmérica intensificou sua estratégia de Cuidado Coordenado, direcionando esforços para ampliar a atenção e o relacionamento com os segurados. Após um crescimento exponencial na utilização das ferramentas digitais no início da pandemia, os números de teleconsultas permaneceram em patamares elevados. A SulAmérica atingiu mais de 1 milhão de atendimentos remotos apenas em 2021, somando cerca de 1,7 milhão de interações digitais desde o início de 2020, com altos níveis de satisfação e resolutividade.  

A SulAmérica também avançou na democratização do acesso à saúde e seguiu com o SulAmérica Direto, família de produtos regionais mais acessíveis e de alta qualidade, que já somava cerca de 42 mil beneficiários no final de setembro em nove regiões do País, além de novos lançamentos já programados para os últimos meses do ano. Além disso, em outubro, a Companhia concluiu o processo de aquisição da carteira da Santa Casa de Ponta Grossa, adicionando mais de 25 mil vidas ao portfólio da Paraná Clínicas, que passarão a ser consideradas no 4T21. “Atingimos mais de 160 mil vidas no segmento midticket e continuamos buscando oportunidades de aquisições que poderão contribuir para ampliarmos cada vez mais a presença da SulAmérica em regiões altamente estratégicas”, afirma Bottas. 

Acompanhando a queda consistente no número de hospitalizações e óbitos e a melhora da situação de pandemia nos últimos meses, é esperada uma redução dos impactos negativos nos resultados da Companhia nos próximos meses. “Não fechamos os olhos à situação crítica que se anunciava e decidimos, ainda no início da pandemia, cobrir os custos associados a óbitos da COVID-19 para segurados de Vida, além de toda a assistência oferecida aos beneficiários de Saúde. Tais impactos foram significativos em nossos resultados, mas não medimos esforços, pois esse é o nosso propósito: proteger e atuar para melhorar a vida das pessoas em todos os momentos”, destaca o CEO Ricardo Bottas. 

Na agenda ASG (aspectos ambientais, sociais e de governança), a SulAmérica seguiu se posicionando como uma das empresas mais inovadoras e sustentáveis no setor em que atua. A 9ª emissão de debêntures da SulAmérica foi mais um passo neste sentido, sendo o primeiro sustainability-linked bond (SLB) da Companhia. Na prática, significa que esta será a primeira emissão de dívida com uma métrica atrelada a um indicador de sustentabilidade, estabelecendo a meta de aumentar o número de pessoas com acesso a saúde emocional para mais de 150 mil pessoas até 31 de dezembro de 2026, um tema cada vez mais relevante no presente e no futuro e que precisa ser enfrentado, mas, principalmente, direcionados recursos para sua promoção. Em gestão e administração de recursos, nossa gestora SulAmérica Investimentos fez parte de um grupo seleto de 18 investidores brasileiros entre institucionais e gestores de fundos que somam R$ 873 bilhões em ativos sob gestão – o grupo publicou uma declaração conjunta para apoiar políticas públicas que desenvolvam uma economia de baixo carbono e demais iniciativas em favor do clima. 

Setores público e privado buscam crescimento da saúde suplementar

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Fonte: Abramge

A parceria entre o setor privado e o público deu o tom da abertura do 25º Congresso Abramge (Associação Brasileira de Planos de Saúde). As declarações iniciais foram do secretário executivo do Ministério da Saúde, Rodrigo Cruz; senador Sérgio Petecão (PSD-AC); deputado Dr. Luizinho (PP-RJ), presidente da Comissão de Seguridade Social e Família da Câmara; presidente da Agência Nacional de Saúde Suplementar (ANS), Paulo Roberto Rebello; e do presidente da Abramge, Renato Casarotti (foto). O evento está sendo realizado entre hoje (10) e amanhã (11) em Brasília, com transmissão on-line.

“Inauguramos essa pauta de diálogo constante para que o governo federal possa ampliar o alcance da saúde suplementar e, assim, desonerar a pública”, destacou o secretário executivo do Ministério da Saúde, Rodrigo Cruz. Ele citou o faturamento anual do sistema privado de R$ 230 bilhões para um público de 48 milhões de beneficiários, enquanto o orçamento do Sistema Único de Saúde (SUS) é de R$ 140 bilhões para uma população três vezes maior (cerca de 160 milhões de brasileiros). 

O deputado Dr. Luizinho apontou para a necessidade de desburocratização do setor de saúde suplementar e de uma normatização clara, a partir da interlocução dos atores. “Para um atendimento de qualidade, precisamos dar apoio a todos os brasileiros pelo SUS e ter um sistema de saúde suplementar forte, para chegarmos a uma cobertura de 100 milhões de beneficiários”, propôs. 

Para o presidente da ANS, Paulo Rebello, há desafios estruturantes, como o crescente custo em saúde. “Precisamos promover uma regulação firme, para promover o interesse público em busca de mais saúde”, apontou.

O presidente da Abramge, Renato Casarotti, lembrou que o sistema de saúde suplementar cedeu mais de 800 leitos ao setor público durante a pandemia, além da doação de mais de R$ 50 milhões em EPIs, medicamentos e apoio social. Também destacou o papel da Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) na agilidade para liberar a importação de produtos em escassez no mercado nacional, com os kits de intubação e a imunoglobulina. 

“Algumas operadoras se adiantaram e importaram respiradores ainda no início, quando a contaminação crescia na China, pela preocupação com seus beneficiários”, lembrou o presidente da Abramge, que agradeceu a escuta ativa das autoridades durante a crise sanitária.

Casarotti citou medidas tomadas em caráter de urgência, como a prorrogação do prazo para procedimentos eletivos, para liberar leitos, e a suspensão do reajuste dos planos individuais, por adesão e com até 29 vidas (conhecidos como PME) por três meses pela maioria dos associados da Abramge e da FenaSaúde, entre maio e junho de 2020, no momento agudo da pandemia. 

“A contratação e o treinamento de mais de 10 mil profissionais de saúde e a abertura de mais de 2.800 novos leitos, incluindo a antecipação da inauguração de hospitais inteiros, foram decisões tomadas pelas operadoras para solucionar a crise de atendimento”, ressaltou.

Desde o início da pandemia, a Abramge está alinhada aos protocolos divulgados pelas autoridades de saúde a favor da segurança clínica da população e do controle eficaz da Covid-19. Agora, durante o 25º Congresso Abramge, a entidade manteve seu compromisso com os órgãos oficiais e estipulou limite de inscrições, respeitando a capacidade do local e o distanciamento social. O evento conta com testagem PCR para todos os participantes e ambiente próprio para a realização de teleconsultas, além de consultório reservado com profissionais de saúde.

Lucro da Allianz sobe para US$ 2,45 bi no terceiro trimestre de 2021

Oliver Batt CEO do Grupo Allianz (6)

A Allianz elevou sua previsão de lucro recorde em 2021 ainda mais na quarta-feira, após um terceiro trimestre abundante, enquanto tenta calcular quanto dinheiro pode precisar reservar para uma investigação nos EUA sobre sua divisão de gestão de fundos.

A seguradora alemã disse que espera um lucro operacional próximo a 13 bilhões de euros (US$ 15 bilhões), acima de uma previsão anterior de entre 12 bilhões e 13 bilhões [US$ 13,9 bilhões e US$ 15,1 bilhões] e acima de um recorde de 11,9 bilhões de euros [US$ 13,8 bilhões ] em 2019, antes do início da pandemia.

A Allianz abandonou sua meta de lucro no ano passado devido à incerteza econômica resultante da disseminação do coronavírus e relatou seu primeiro declínio no lucro operacional em quase uma década.

Como outras seguradoras, a Allianz enfrentou clientes reclamando interrupções de negócios e eventos cancelados devido a bloqueios, enquanto a demanda por seguros de automóveis e viagens também caiu, informa a Reuters.

No terceiro trimestre, o lucro líquido da seguradora atribuível aos acionistas chegou a 2,111 bilhões de euros [$ 2,45 bilhões], ante 2,063 bilhões de euros [$ 2,39 bilhões] um ano antes e à frente de uma previsão consensual de 2,044 bilhões [$ 2,37 bilhões].

O CEO Oliver Baete disse que foi o terceiro trimestre mais forte da empresa já registrado. Os números trimestrais foram impulsionados pelas divisões da Allianz para gestão de ativos, que se beneficia dos mercados em ascensão, e seguro saúde e vida, disse a empresa.