SulAmérica Investimentos lança fundo de crédito atrelado à inflação

daniela gamboa

Fonte: SulAmérica

A alta da inflação tem sido assunto frequente no dia a dia do brasileiro, ao mesmo tempo que tem fomentado oportunidades para investidores que desejam se proteger dessa alta dos preços. O SulAmérica Crédito Inflação FI RF CP LP, mais novo lançamento da SulAmérica Investimentos, é prova disso.

Segundo dados recentes do IBGE – Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística, o Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA) acumulado nos últimos 12 meses é de 10,25%, e a mais recente projeção do Banco Central dá conta de que o indicador chegue a 8,59% ao final de 2021.

Neste contexto, o novo fundo investirá em ativos como debêntures, letras financeiras e FIDCs emitidos diretamente em IPCA + spread ou sintetizados por meio de derivativos de cupom de IPCA (DAP). Os ativos serão selecionados de forma criteriosa, assim como os demais fundos da asset, com aprovação dos ativos mediante avaliação fundamentalista dos emissores.

“O fundo foca na alocação de emissores de baixo risco de crédito conhecidos como high grades.“, explica a Head de Crédito Privado da SulAmérica Investimentos, Daniela Gamboa.

No que diz respeito à gestão, o processo visa entregar retorno por meio de uma combinação de carrego dos ativos e ganho de capital. A diferença é o benchmark do produto, o IMAB-5, que é formado por títulos públicos indexados à inflação medida pelo IPCA. Além disso, o Crédito Inflação FI RF CP LP está alinhado com a resolução nº 4.661 do Banco Central, que regulamenta os fundos de pensão.

“O objetivo do Crédito Inflação é proteger o poder de compra do investidor no longo prazo e proporcione boa rentabilidade. E o casamento do benchmark deste fundo [IMA-B 5] com as metas atuariais, usualmente ligadas à inflação, nos faz acreditar que ele tem grande potencial”, afirma Gamboa.

O fundo, classificado como “Renda Fixa Livre Duração Crédito Livre” na Anbima, é destinado a investidores de perfil moderado, possui taxa de administração de 0,50% a.a. e 20% de performance do que exceder o IMA-B 5. O produto está disponível na plataforma Órama, com aplicação mínima de R﹩ 1 mil.

Insurtech PICSEL, voltada para o mundo agro, recebe aporte da Poli Angels

Picsel insurtech

Fonte: PICSEL

Com o objetivo de democratizar e desburocratizar o acesso ao seguro agrícola com uma plataforma 100% digital, a insurtech PICSEL acaba de conquistar um aporte da Poli Angels, grupo de investidores anjo criado por ex-alunos da Escola Politécnica (USP). 

Apesar da sua importância, os seguros agrícolas ainda são produtos complexos e com baixa penetração no agronegócio. A PICSEL quer mudar essa realidade, já que se estima que há mais de 4,9 milhões de produtores sem esse tipo de proteção no Brasil, o que corresponde a cerca de R$ 254 bilhões em crédito rural sem seguro agrícola. 

Em um ano como 2021, no qual problemas climáticos geraram enormes prejuízos para o setor agrícola, o assunto tomou ainda mais importância. A ocorrência de uma seca severa, seguida de duas grandes geadas, reduziu o valor da produção do milho no Paraná em R$ 11,3 bilhões, enquanto no Mato Grosso do Sul a redução foi de R$ 7,7 bilhões. 

Em Minas Gerais, produtores de café tiveram prejuízos da ordem de R$ 9 bilhões. Por sua vez, a cana-de-açúcar sofreu a pior quebra de safra dos últimos dez anos, com expectativa de redução de 5 milhões de toneladas de açúcar e 3 bilhões de litros de etanol.

“Optamos por receber o aporte dos associados da Poli Angels, que nos possibilitará seguir um caminho de crescimento para nos transformar em uma das principais insurtechs do agronegócio. Nesse momento tão importante em que recebemos o aporte, também acabamos de ser aprovados na segunda edição do sandbox regulatório da SUSEP. Ter acesso ao conhecimento e a rede de networking dos investidores será fundamental para subscrever riscos e levar aos produtores rurais uma nova experiência em seguros”, explica Daniel Miquelluti, co-fundador e COO da PICSEL.

“Enxergamos muito potencial de expansão na PicSel, já que menos de 20% do mercado de agrícola conta com seguro para reduzir os riscos das suas safras. Ou seja, há uma perspectiva de crescimento exponencial para oferecer soluções digitais para fazendas e empresas agrícolas, assim como para as seguradoras e reguladoras de seguro.”, comenta Mario Humberg, da Poli Angels, que liderou os investidores nesse aporte.

Geneva Association debate desafios para o setor mundial de seguros

Patrick Larragoiti, presidente do conselho da SulAmérica, e Antonio Cassio dos Santos, presidente do conselho do IRB Brasil Re, participam da Assembleia Geral da Geneva Association, a “think tank” da indústria mundial de seguros. Neste encontro, que acontece todos os anos na Suíça e reune os principais CEOs de empresas de seguros do mundo todo, todos comemoram como as seguradoras responderam imediatamente às restrições da pandemia, incluindo o trabalho remoto e continuando a cumprir promessas aos clientes.

O setor também se mostrou resiliente financeiramente, principalmente em comparação com a crise financeira de 2008. No entanto, embora a pandemia tenha revelado oportunidades para a indústria reafirmar sua proposta de valor no apoio à sociedade, ela também deixou claro que as seguradoras sozinhas não podem proteger a sociedade contra riscos sistêmicos como pandemias.

O mundo está começando a emergir da pandemia COVID-19 e as empresas estão se adaptando novamente. O encontro, que acontece hoje, dia 12, tem como debate um lugar para líderes globais de seguros trocarem opiniões sobre as mudanças em andamento e como o cenário de risco e a indústria de seguros serão afetados a longo prazo, examinando desafios e oportunidades.

Temas do encontro:

Mudança climática: Como o mundo se tornará Net Zero?, com mediação de Joachim Wenning, presidente do conselho da Munich Re

  1. Inteligência Artificial: Um progresso para a humanidade ou uma ameaça para as sociedades?, com palestra do Nobel de economia Paul Krugman e mediação de Yuan Siong Lee, presidente da AIA

Mitigando o aumento da desigualdade social: qual o papel da industria de seguros?, com mediação de Charles Lowrey, chairman e CEO da Prudential Financial

Diversidade e Inclusão. Por que isto importa”?, com mediação de Brian Duperreault, da AIG

“As seguradoras desempenham um papel fundamental ao possibilitar a inovação e a prosperidade em todas as áreas da economia. Podemos ser um agente chave na redução do risco da transição para um futuro sustentável, alavancando nossos pontos fortes e experiência em análise de dados, precificação, gestão de risco e prevenção. Os governos também têm um papel poderoso a desempenhar. Eles podem dar sinais fortes, estabelecendo uma agenda focada, definindo prioridades climáticas consistentes e fornecendo novo capital para acelerar o crescimento da tecnologia limpa”, disse em recente debate sobre carbono zero, Charles Brindamour, CEO da Intact Financial e presidente da The Geneva Association.

Para Maryam Golnaraghi, diretora de Mudanças Climáticas e Meio Ambiente da Geneva Association, enfatizou: “O papel das seguradoras na avaliação, precificação e gerenciamento de riscos não testados associados a novas tecnologias e processos será fundamental para a implementação em larga escala e levantamento de capital privado. Estamos felizes de poder iniciar uma pesquisa sobre ‘soluções inovadoras de seguro para reduzir o risco de tecnologias climáticas em direção ao carbono zero’. ”

Insurtechs prometem ofertas personalizadas para pequeno produtor

O Valor publica nesta sexta-feira, 12, especial Agronegócios. Nele, duas matérias de seguros. Uma conta que o seguro rural tem apresentado um grande desempenho em 2021. De janeiro a agosto, as vendas chegaram a R$ 6,2 bilhões, alta de 43% em relação ao mesmo período do ano passado, segundo dados compilados pela Confederação Nacional das Empresas de Seguros Gerais (CNseg), com base nas estatísticas da Superintendência de Seguros Privados (Susep).

“A experiência brasileira com PSR tem apenas 15 anos e países como EUA e Espanha levaram mais de quatro décadas para amadurecer e chegar na massificação que vemos hoje”, afirma Pedro Loyola, diretor do departamento de gestão de riscos do Ministério da Agricultura (Mapa). Segundo ele, em 2018, 11 empresas, entre seguradoras e resseguradoras, atuavam no mercado. Hoje são 15 e a expectativa é chegar a 18 em 2022.

“Quem recebe a indenização contrata novamente e recomenda aos amigos, pois o benefício de ter uma folga financeira para esperar o novo plantio é vital para a sustentabilidade do negócio”, diz Laura Emília Dias Neves, CEO da AgroBrasil Seguros, braço agrícola da Essor Seguros

De janeiro de 2019 até julho de 2021, as seguradoras habilitadas no PSR pagaram aos agricultores R$ 7,2 bilhões em indenizações. “Quem recebe a indenização contrata novamente e recomenda aos amigos, pois o benefício de ter uma folga financeira para esperar o novo plantio é vital para a sustentabilidade do negócio”, diz Laura Emília Dias Neves, CEO da AgroBrasil Seguros, braço agrícola da Essor Seguros.

A executiva pondera que os agrônomos são fundamentais no acompanhamento das normas no campo. “Preferimos conferir in loco e corrigir o que for necessário para que o produtor seja elegível ao seguro no momento da indenização”, afirma.

Joaquim Neto, presidente da Comissão de Seguro Rural da Federação Nacional de Seguros Gerais (FenSeg), afirma que mesmo sem o subsídio o produtor tem contratado o seguro, pois já sentiu o benefício de uma proteção financeira que dê fôlego para esperar o novo plantio após perder parte da colheita por variações climáticas. “A nossa luta está em aumentar o volume de subvenção do governo”, afirma ele, que é superintendente de produtos agro da Tokio Marine Seguradora, que atua com 80 culturas agrícolas.

A segunda matéria do Valor aborda insurtechs e tecnologia. Se depender do apetite das seguradoras pelo agronegócio, o número de agrotechs, startups de tecnologia voltadas para o agronegócio, deve crescer rapidamente em 2022. As insurtechs, startups focadas nos clientes das seguradoras, se unem às agrotechs para viabilizar até mesmo o complexo seguro rural de forma digital.

Entre as 21 insurtechs aprovadas pela Superintendência de Seguros Privados (Susep) para a segunda edição do sandbox – ambiente regulatório constituído com condições especiais para teste de produtos, serviços ou novas formas de prestar serviços tradicionais – três são dedicadas ao agronegócio: Modelo, Picsel e Inn Tech. Todas prometem usar a tecnologia para ofertar um preço personalizado ao produtor rural.

“Vislumbramos uma oportunidade de negócio que contemplasse os pilares ESG e uma possível solução para um problema que afeta o pequeno produtor brasileiro: a falta de oferta de proteção securitária para mais de 4 milhões de famílias, afirma Carlos Caputo, CEO da NEWE e da insurtech Modelo selecionada para o Sandbox da Susep

“Vislumbramos uma oportunidade de negócio que contemplasse os pilares ESG e uma possível solução para um problema que afeta o pequeno produtor brasileiro: a falta de oferta de proteção securitária para mais de 4 milhões de famílias. Apenas 10% desse universo conta com o Pró Agro e Pro Agro Mais”, conta Carlos Caputo, CEO da Newe Seguros e presidente da CBM, responsável pela Modelo, nome ainda provisório da insurtech incluída no sandbox.

A Picsel possui uma plataforma que permite contratar e monitorar remotamente as propriedades seguradas, antecipar as perdas e simplificar as vistorias de sinistros pelos peritos, explica Daniel Miquelluti, co-fundador e diretor operacional. “Temos como missão facilitar a contratação do seguro e desburocratizar o processo para o corretor e o produto rural.

Já a Inn Tech prevê iniciar a plataforma com soja e depois expandir para milho em julho de 2022. “O modelo vem sendo desenvolvido e testado por dois anos e, com as informações já coletadas, poderemos realizar vários ensaios com os perfis das áreas de risco e bonificar o produtor que adota boas práticas agrícolas”, conta o presidente Juarez Gonçalves Dias.

As insurtechs elegíveis para o sandbox fazem parte de um ecossistema que já conta com mais de 1,5 mil startups de tecnologia mapeadas pelo Radar Agtech Brasil 2020/2021. Dessas, 42 atuam na classificação “antes da fazenda” em finanças, em nichos como crédito, câmbio, seguro, créditos de carbono e análise fiduciária.

Zurich Innovation Championship entra em sua terceira edição

Fonte: Zurich

O Zurich Insurance Group (Zurich) convida startups do mundo todo para se inscreverem na nova edição do Zurich Innovation Championship, onde terão uma chance de crescerem e cooperarem com soluções para alguns dos maiores desafios do setor de seguros.

A companhia lançou o campeonato no WebSummit 2021 em Lisboa, Portugal, e a inscrição via www.zurich.com/zic está aberta até 23 de dezembro de 2021. A empresa selecionará até 12 startups promissoras no início de 2022 para uma fase intensiva de três meses do Innovation Championship Accelerator.

“A união do nosso alcance e escala com as novas ideias das startups provou ser uma combinação vencedora para o Zurich Innovation Championship, e espero uma grande participação novamente”, disse Giovanni Giuliani, Group Head de Strategy, Innovation and Business Development do Grupo. “Queremos trabalhar com startups ambiciosas, desejosas de explorar e moldar o futuro do nosso setor. E estamos orgulhosos em ver o Zurich Innovation Championship se tornar um dos programas com maior participação global de startups do segmento”.

A Zurich está procurando startups com iniciativas que abordam os desafios do negócio relacionados à simplificação, sustentabilidade e prevenção e mitigação.

Na primeira categoria, Simplificação, as startups poderão propor soluções simples que melhorem a cadeia de valor dos seguros, desde a avaliação de risco até elementos da distribuição de seguros.

A segunda categoria, Sustentabilidade, é dedicada a soluções sustentáveis para nossos clientes, comunidades, corretoras e colaboradores, bem como soluções para construção da confiança na sociedade atual.

A terceira categoria, Prevenção e Mitigação, visa encontrar soluções que melhorarão a experiência do cliente e ajudarão a melhor entender, prevenir e gerenciar riscos.

Uma quarta categoria, Repensando o Seguro, recebe as demais iniciativas, concebidas para criar propostas diferenciadas em relação ao objetivo da Zurich de “juntos construirmos um futuro melhor”.

De acordo com a executiva responsável pela inovação na Zurich no Brasil, Lucía Sarraceno, firmar parcerias com parte da comunidade de startups e de insurtechs é, também, uma maneira de ajudar a seguradora a inovar. 

“As startups surgiram para apontar soluções a problemas, ou mesmo explorar novas oportunidades, de forma inusitada. Com elas, a Zurich, que é uma seguradora com quase 150 anos de história, pode aprender no processo de identificação do problema, ideação pensada ‘fora da caixa’ e, assim, fazer uma implementação ágil – todos os processos alavancados por uma cultura forte de inovação. É, portanto, um caminho bastante próspero para a adoção das novas tecnologias e para agilização de processos, que se unem à experiência e credibilidade de que já dispomos. A inovação aberta é essencial”, diz Lucía.

Como uma das maiores competições abertas de inovação com startups no setor de seguros, o Zurich Innovation Championship oferece benefícios substanciais a empreendedores, em termos de financiamento, promoção e implementação. Um apoio financeiro exclusivo de até US$ 100.000 será providenciado para cada uma das 12 startups em uma fase de três meses de aceleração, juntamente com o apoio dos especialistas da Zurich. Eles permitirão que as startups preparem e testem um projeto para crescimento da proposta de negócio conjunta.

A fase de aceleração é uma nova adição à última edição do Zurich Innovation Championship, e ocorrerá de abril a junho de 2022, seguida de uma fase de implementação até setembro de 2022.

Na edição de 2019/2020, três vencedores foram selecionados. O Ouro foi para ClaimFlo, uma plataforma de processamento de reclamações de seguros de patrimônio e responsabilidade civil, desenvolvida pela fintech Safekeep, sediada em Nova York. Duas startups levaram a Prata: Pops! Diabetes Care, que oferece uma nova forma de testar níveis de glicose no sangue, e Jupiter Intelligence, cuja ferramenta de modelagem inclui a mudança climática atual. Elas surgiram de um processo de inscrição que começou em 2019 com mais de 1.350 participantes.

Atualmente, há mais de 12 projetos de inovação em desenvolvimento com participantes das duas primeiras edições do Zurich Innovation Championship, demonstrando o compromisso do Zurich com a cooperação.

Presente no Brasil há mais de 80 anos, uma forma que a companhia promove a inovação é engajando todas as áreas da companhia, caso do projeto da Central de ideias, que consiste no lançamento de desafios de negócio em que todos 1.500 funcionários podem cadastrar uma ideia inovadora. Com isso, a companhia consegue disseminar a cultura de inovação em todos os níveis da organização, além de proporcionar ao time um ganho de experiência e de desenvolvimento profissional.

A Zurich no Brasil também tem investido em inovação aberta, mantendo-se ativa no estabelecimento de projetos com diversas fintechs e insurtechs, que são consideradas suas parceiras de negócio. Além disso, a companhia vem apostando na transformação digital como forma de otimizar e agilizar processos, melhor atender às necessidades dos clientes e até mesmo promover iniciativas mais sustentáveis dentro da empresa.

Liberty Seguros promove série de ações com corretores para comemorar três anos do Cresça com a Liberty

Fonte: Liberty

A Liberty Seguros comemora, em 2021, o aniversário de três anos do Cresça com a Liberty, programa criado pela companhia para desenvolver os corretores e contribuir para o crescimento de suas carreiras. Para celebrar a conquista, a seguradora realizou uma série de ações que impactaram mais de 6300 parceiros no mês de outubro.

A comemoração contou com palestras sobre diversidade, transformação digital e o lançamento do novo produto auto Aliro POP, da Aliro Seguro, marca da Liberty criada para clientes em busca de seguros acessíveis, mas sem abrir mão da qualidade. As lives contaram com a presença de lideranças de áreas variadas da Liberty e especialistas nas pautas abordadas. Ao final de cada live, a companhia realizou quizzes entre os corretores participantes, que renderam aos ganhadores prêmios como dispositivos Echo, com Alexa, da Amazon, vouchers de combustível para utilizar em postos Shell e bicicletas exclusivas.

Desde a criação do programa, em 2018, o Cresça com a Liberty já desenvolveu muitos corretores por meio dos 191 cursos ativos na Plataforma de Treinamentos – sendo 62 lançados apenas em 2021 -, webinars e campanhas, e a companhia está sempre em busca de novidades e tendências que podem beneficiar e informar os parceiros.

Ao longo de 2021, a Liberty lançou diversas ações para corretores como parte do Cresça com a Liberty, como o Acelera no Vida, projeto de capacitação dos parceiros com foco em vida, que está em sua terceira turma vigente. Até o fim do ano, a companhia espera formar 100 especialistas no segmento. Além disso, a seguradora trouxe regularmente especialistas de diferentes segmentos para mediar os eventos online da companhia, como o webinar de transportes, que contou com a participação do professor da Funenseg Vanderlei Moghetti; e promoveu uma roda de conversa sobre o setor de residência, que se transformou em um podcast.

Além das iniciativas para desenvolver os corretores, a Liberty Seguros mantém um relacionamento próximo com os parceiros, que há anos contribuem na co-criação de produtos e trazem sugestões para a companhia melhorar cada vez mais os processos e ferramentas. Um bom exemplo dessa parceria é o Café com Presidente, em que a CEO da seguradora, Patricia Chacon, se reúne com corretores de diferentes estados do país para discutirem os atuais desafios, novos projetos e as demandas específicas de cada região.

Outra forma de fomentar as vendas dos corretores, além de ajudá-los a expandir seus negócios e ampliar os conhecimentos sobre o mercado é por meio de campanhas de incentivo. Este ano, por exemplo, a Liberty Seguros lançou a Cresça com o Vida, com foco no segmento de vida, e a Residência Premiada, que gira em torno de produtos residenciais.

“O Cresça com a Liberty comemora três anos e estamos muito orgulhosos, pois a Liberty trabalha constantemente para trazer novidades para os parceiros, além de capacitar e desenvolvê-los da melhor forma possível. Queremos comemorar os próximos aniversários da mesma forma: crescendo lado a lado”, afirma Marcos Machini, Vice Presidente Comercial da Liberty Seguros.

Hidrogênio verde é matéria de capa da nova edição da Revista de Seguros

O hidrogênio, combustível capaz de assegurar protagonismo na busca de energia limpa, é o tema da matéria de capa da nova edição da Revista de Seguros (nº 918). Trata-se da principal aposta para substituir os hidrocarbonetos na maioria das suas aplicações, incluindo combustível para transporte e insumo para a produção de matérias-primas básicas como aço, no lugar do carvão, e produtos químicos, como já ocorre na cadeia dos fertilizantes nitrogenados. Produzido a partir de fontes limpas como a hídrica, a eólica e a solar, da qual o Brasil é rico, ele é o chamado hidrogênio verde.

A entrevistada desta edição é a economista Vilma da Conceição Pinto, 31 anos, que assumiu a direção daInstituição Fiscal Independente do Senado (IFI). Graduada em Economia pela Universidade do Estado do Rio de Janeiro (UERJ) e mestre em Economia Empresarial e Finanças pela Fundação Getúlio Vargas, ela conta como foi superar barreiras por ser mulher e negra e avalia impactos de decisões do atual Governo, com impactos econômico e fiscal rele­vantes.

Em tempos de emergência climática, o Brasil assume compromisso de conter o desmatamento ilegal da Amazônia durante a 26ª Conferência Climática da ONU (COP 26), realizada em Glasgow, na Escócia. Até aqui, na maior floresta tropical do mundo há um avanço do desmatamento desde 2019 – mais de 10 mil quilômetros quadrados de mata por ano.

Outra matéria trata do setor de turismo, um dos mais afetados com as restrições à mobilidade em razão da pandemia. Pelas contas da Confederação Nacional do Comércio de Bens, Serviços e Turismo (CNC), o setor apresentou perdas da ordem de R$ 341 bilhões no período, mas começa sua recuperação à medida que avança o número de pessoas vacinadas.

Nesta edição, apresentamos aos leitores um encarte especial sobre a Conseguro 2021, evento da Confederação Nacional das Seguradoras e o maior do mercado segurador brasileiro, realizado de 27 de setembro a 1º de outubro. A primeira Conseguro totalmente virtual entra para a história do mercado não só pelos números recordes de audiência (6 mil participantes) como também pelos mais de 100 palestrantes, moderadores e debatedores que participaram dos cinco blocos de temas da atualidade e do futuro: economia, infraestrutura, questões ASG, consumidores e regulação governamental, em 40 horas de programação. Foi consenso que o mercado de seguros terá um protagonismo ainda maior em cercar de proteção uma sociedade que se defrontará com riscos adicionais causados pelas mudanças climáticas e avanço dos crimes cibernéticos, enquanto se recupera dos danos da pandemia da Covid-19. Neste encarte, matérias que não se limitam a apresentar problemas, mas também a revelar ações e múltiplas visões para o equacionamento dos desafios, ensejando propostas do interesse da sociedade.

O corretor de seguros Alexandre Camillo é o novo superintendente da Susep

Foi publicado hoje (12 de novembro) no Diário Oficial da União uma portaria nomeando o corretor de seguros Alexandre Camillo como novo superintendente da Susep. Ele assume a posição de Solange Vieira, que estava no cargo desde fevereiro de 2019 e deixou a autarquia para conduzir um projeto no BNDES (Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social).

Alexandre Camillo começou sua carreira no mercado de seguros há 41 anos. Em 1990, fundou a Camillo Corretora de Seguros e incorporou a Ypiranga Corretora de Seguros em 2001. Com essa segunda empresa também empreendeu no ramo de certificação digital, e sua Autoridade de Registro Ypiranga iniciou operações em fevereiro de 2011. Em 2021 adquiriu a terceira corretora do grupo, a Elias Corretora de Seguros.

Na política setorial, assumiu o cargo de diretor social do Sincor-SP em 2005, dois anos depois foi nomeado 2º vice-presidente da entidade. Em 2012, foi eleito mentor do Clube dos Corretores de Seguros de São Paulo. Em março de 2014 foi eleito presidente do Sincor-SP para a gestão 2014-2018. Em março de 2018 foi reeleito por aclamação para mais uma gestão, no período 2018-2022. Desde 2015 é também vice-presidente da Fenacor na região Sudeste e responsável pela operação de certificação digital para os corretores de todo o País. Em 2018 candidatou-se pela primeira vez a um cargo na política partidária, como Deputado Estadual por São Paulo, tendo conquistado 21.086 votos.

É economista, com especialização em gestão para administradores e especialização em gerência de negócios de seguros.

IRB Brasil Re reverte prejuízo e apresenta lucro recorrente de R$ 101,7 milhões no acumulado até setembro de 2021

O IRB Brasil RE divulgou, nesta quinta-feira (11/11), seus resultados referentes ao terceiro trimestre (3T21) e aos nove primeiros meses (9M21) de 2021. O ressegurador apurou lucro líquido recorrente de R$ 101,7 milhões no resultado acumulado até setembro, comparado ao prejuízo de R$ 568,4 milhões no mesmo período de 2020. Já no resultado contábil, que incorpora os impactos dos negócios descontinuados e de despesas não recorrentes, houve redução de 62,8% no prejuízo líquido, que foi de R$ 311,8 milhões contra R$ 837,3 milhões nos nove primeiros meses do ano passado. No 3T21, o IRB registrou lucro líquido de R$ 44,5 milhões na visão recorrente e prejuízo de R$ 155,7 milhões na visão contábil, esse último 27,8% menor do que no mesmo trimestre de 2020. 

O resultado líquido contábil da companhia no 3T21 foi negativamente impactado pelos negócios descontinuados (em run-off), com efeito total negativo de R$ 329,5 milhões, dos quais R$ 219,4 milhões decorrentes da cauda de contrato descontinuado do segmento de Vida no exterior. Esse impacto foi parcialmente compensado por efeitos não recorrentes (one-offs) de R$ 129,3 milhões, principalmente devido ao ganho de ação judicial referente ao PIS/Pasep.

“Os números mostram recuperação e melhora da companhia. O IRB trabalha fortemente para ter processos bem estruturados, governança forte e estratégia de longo prazo, além de ter revisado toda sua carteira de subscrição para torná-la rentável e sustentável. Nosso objetivo é crescer com rentabilidade, usando nossos diferenciais competitivos para alavancar nossa participação no mercado local”, afirma o CEO do IRB Brasil RE, Raphael de Carvalho.

Sinistralidade

No 3T21, o sinistro retido total foi de R$ 1,9 bilhão, uma elevação de 33,9% ante o mesmo período em 2020. A alta é reflexo da elevação das provisões de sinistros a liquidar, que cresceram por conta do reconhecimento de sinistro de contrato descontinuado (run-off) no segmento de Vida no exterior, no montante de R$ 219,4 milhões. Excluindo os sinistros dos negócios descontinuados, que totalizaram R$ 349,2 milhões, o índice de sinistralidade do 3T21 foi de 99,6%.

“Vale ressaltar que, na comparação dos trimestres, o índice de sinistralidade foi impactado pela cauda dos contratos descontinuados. Na visão recorrente, registramos sinistros nos segmentos patrimonial, de riscos especiais e aviação, decorrentes de Contratos Facultativos, cuja cobertura dos riscos faz parte de nosso negócio e cuja sinistralidade está em linha com o mercado de seguros e resseguros, que no terceiro trimestre teve queda no desempenho em termos gerais”, analisa Wilson Toneto, Vice Presidente Técnico e de Operações  do IRB Brasil RE.

Prêmio emitido

Em linha com a estratégia de revisão do portifólio e de foco no mercado local, a participação dos prêmios emitidos no Brasil aumentou de 51% nos 9M20 para 61%, nos 9M21. De julho a setembro, o volume total de prêmios emitidos pelo IRB Brasil RE apresentou uma redução de 12,4% em relação ao 3T20, totalizando R$ 2,6 bilhões. Já o prêmio emitido no Brasil somou R$ 1,79 bilhão no 3T21, praticamente estável ante igual período de 2020. Destacam-se as linhas de Rural, com alta de 70,3%, e Vida, com 38,1%. O prêmio emitido no exterior, por sua vez, totalizou R$ 814,2 milhões no 3T21, o que representou uma redução de 30,2% em relação ao 3T20.

Nos nove meses de 2021, o volume total de prêmio emitido recuou 10,9% na comparação com o mesmo período do ano passado, totalizando R$ 6,69 bilhões. No acumulado do ano, o prêmio emitido no Brasil totalizou R$ 4 bilhões, o que representou um incremento de 5,8%, refletindo alta em Vida (+43,1%) e Rural (+28,5%). O prêmio emitido no exterior foi de R$ 2,6 bilhões, com uma queda de 28,5% em relação aos nove meses de 2020.

No entanto, graças ao menor volume de retrocessões em 2021, o prêmio ganho registrou crescimento tanto na comparação trimestral como no acumulado do ano. No 3T21, o prêmio ganho alcançou R$ 1,67 bilhão, 8,1% acima do 3T20, enquanto nos 9M21 o prêmio ganho foi de R$ 4.857,0 milhões, 1,7% maior do que em 2020.

Caixa operacional

O IRB Brasil RE apresentou geração de caixa operacional positiva pelo quinto trimestre consecutivo. Neste 3T21, a geração de R$ 604,8 milhões é 332% superior aos R$ 140 milhões gerados no 3T20. Nos 9M21, a geração de caixa operacional totalizou R$ 1,1 bilhão. “Vale destacar que os resultados e a geração de caixa têm que convergir no longo prazo. No passado o IRB dava resultados positivos e queimava caixa. Desde a reestruturação, em contrapartida, viemos pagando essa diferença com resultados contábeis que ainda estão negativos, mas a geração de caixa positiva indica que estamos avançando no caminho certo”, avalia Willy Jordan, Vice Presidente Financeiro e de Relações com Investidores da Companhia.

Solvência e enquadramento regulatório

O IRB Brasil RE registrou, no fim do 3T21, excesso de capital regulatório de R$ 647,2 milhões. Isso equivale a um índice de solvência regulatória de 143% (patrimônio líquido ajustado vs. capital de risco total), ao mesmo tempo em que o índice de solvência total da empresa (geralmente utilizado em outros países) alcançou o patamar de 264% (patrimônio líquido vs. capital de risco total). A companhia encerrou o trimestre com suficiência no enquadramento regulatório de R$ 43 milhões. Excluindo-se a margem adicional de 20% sobre o capital de risco, a suficiência de ativos elegíveis para garantia das provisões técnicas ficou em R$ 347,4 milhões.

Perspectivas

“No quarto trimestre nosso foco será direcionado a voltar a crescer com rentabilidade. Acreditamos que alguns vetores influenciarão positivamente essa trajetória, sobretudo em 2022, como por exemplo projetos de infraestrutura, concessões e a contínua retomada do emprego.  Esperamos também impacto positivo na rentabilidade financeira com o novo cenário de juros e o arrefecimento dos efeitos dos negócios em run-off”, analisa Raphael de Carvalho.

ANS sugere que paciente seja detentor dos próprios dados

Fonte: Abramge

O paciente precisa ser o detentor dos próprios dados para transitar em atendimento nos sistemas público e privado de saúde como alternativa ao prontuário eletrônico unificado, sugeriu o presidente da Agência Nacional de Saúde Suplementar (ANS), Paulo Rebello, no segundo dia do 25º Congresso Abramge (Associação Brasileira de Planos de Saúde). 

O Futuro da Saúde Pós-Pandemia demanda avanços de integração de dados, monitoramento e divulgação de indicadores de qualidade assistencial, incorporação unificada de tecnologias e revisão dos formatos de plano individual e ambulatorial, como relacionou o presidente da Abramge, Renato Casarotti. O evento reuniu autoridades e especialistas do setor de saúde durante dois dias (10 e 11) para dialogar sobre a evolução do sistema.  

“Temos que colocar o paciente no centro da discussão de democratização do acesso. O prontuário eletrônico precisa ter quem pague a conta, o custo é muito alto, mas o setor privado precisa avançar. Por que não trazer o beneficiário como detentor desses seus dados? Pode ser uma alternativa para que a gente possa reduzir esses custos”, lançou o presidente da ANS, Paulo Rebello.  

O deputado Dr. Luizinho (PP-RJ) citou o Conecte SUS como o início de uma unificação dos sistemas, ao disponibilizar a Carteira Nacional Digital de Vacinação. “O prontuário eletrônico é uma medida que pode vir induzida pela ANS como órgão regulador”, defendeu.

“Precisamos ajudar o cidadão a navegar entre os sistemas (público e privado). O prontuário eletrônico vai ajudar o paciente, sendo acessado pelo SUS e pelo plano ambulatorial. Com dados, teremos maior eficiência na gestão de recursos, o que resulta em preços mais acessíveis”, ponderou Casarotti.

Ex-ministro da Saúde, Nelson Teich lembrou que é preciso desenhar os projetos trabalhando a infraestrutura para recebê-los. “A Covid realçou as dificuldades do sistema. A gente precisa ter uma agência de inteligência. A incorporação e a avaliação de tecnologia precisa ser uma ferramenta”, apontou. 

Na mesma direção, Antônio Brito, diretor executivo da Associação Nacional de Hospitais Privados (Anahp), destacou a importância dos dados para o setor e ressaltou que o verdadeiro acesso será “uma assistência em todo o ciclo de cuidado focada na dignidade do tratamento dos brasileiros”. A entidade desenvolveu uma plataforma para a divulgação de indicadores com o desempenho de seus associados a cada três meses. 

A relevância dessa adesão é destacada por Casarotti: “Estimulamos todos os associados da Abramge a participar dos novos indicadores de qualidade da ANS e da plataforma da Anahp”, reforçou Casarotti.

Sobre a regulamentação definitiva da Telemedicina, o presidente da FenaSaúde, João Alceu Amoroso Lima, defendeu o projeto da deputada Adriana Ventura (NOVO-SP) por considerar o mais genérico entre os cinco em debate atualmente. Dessa forma, o detalhamento ficaria para a legislação infraconstitucional. “Sobre a primeira consulta, acreditamos que a necessidade de atendimento presencial deva ser uma decisão do médico, assim como sua remuneração”, opinou.  

Desde o início da pandemia, a Abramge está alinhada aos protocolos divulgados pelas autoridades de saúde a favor da segurança clínica da população e do controle eficaz da Covid-19. Agora, durante o 25º Congresso Abramge, a entidade manteve seu compromisso com os órgãos oficiais e estipulou limite de inscrições, respeitando a capacidade do local e o distanciamento social. O evento conta com testagem PCR para todos os participantes e ambiente próprio para a realização de teleconsultas, além de consultório reservado com profissionais de saúde.