Prazo para deduções de até 12% do IR termina em dezembro

O prazo final já se aproxima para quem pretende contratar, ainda este ano, um plano de previdência privada pelo modelo PGBL (Plano Gerador de Benefício Livre) para ter direito a abater até 12% da renda bruta anual, antes de qualquer dedução, sobre o Imposto de Renda de 2022, ano calendário 2021. Para ter direito à dedução do imposto, o requerente precisará fazer a declaração do Imposto de Renda (IR) na modalidade completa e estar vinculado a algum regime de previdência, como o INSS ou regime próprio dos servidores. O benefício não é válido para a declaração simplificada. A vantagem também se aplica a quem já possui planos de previdência nesta modalidade, porém apenas novos aportes são considerados para o diferimento tributário. 

Para ter direito às vantagens tributárias, é preciso correr contra o tempo: o prazo final para as aplicações no fundo se encerra em dezembro, para que o investimento possa ser lançado a tempo na declaração do IR do próximo ano, com direito ao benefício – com possibilidade do contribuinte ter um desconto ou restituição maior, a depender da declaração de cada pessoa. Na Icatu, o consumidor que desejar fazer um investimento deste tipo tem até o dia 30 de dezembro para fazer a aplicação. 

Segundo o diretor de Produtos de Previdência da Icatu, Henrique Diniz, o aumento da demanda em dezembro por planos PGBL na seguradora costuma ocorrer por conta da elevação da circulação de dinheiro na economia em função do 13° salário e também pela proximidade do prazo final do investimento para as deduções do IR: “O cliente de Previdência tem a consciência da importância dos investimentos com retorno de longo prazo, principalmente em um momento ainda atípico que estamos vivendo por conta da pandemia. Na Icatu, temos opções de investimentos para diferentes perfis de risco. Os investidores estão optando por fundos diversificados e diferenciados”, comenta Diniz. Mais robusto e diversificado marketplace de Previdência do país, com cerca de 330 fundos em mais de cem gestores dos mais renomados, a Icatu acredita que democratizar o acesso dos brasileiros a soluções financeiras é a melhor forma de planejar o futuro.

Nos planos de previdência, o investidor poderá optar pelo regime de tributação regressivo ou progressivo na declaração do IR. Para a melhor análise, o diretor de Produtos de Previdência da Icatu recomenda que o contribuinte avalie fatores como renda, tempo de aplicação, sua reserva de emergência para ajudar na tomada de decisão já que existem alíquotas diferentes de tributação a depender do regime escolhido.

Embora não seja dedutível do imposto de renda, a modalidade VGBL (Vida Gerador de Benefício Livre) também pode ser uma boa opção para quem faz a declaração de imposto de renda de forma simplificada ou é isento. Neste caso, a tributação feita no momento do recebimento do benefício será apenas sobre o rendimento ao longo do tempo, e não sobre o valor total acumulado, como ocorre na modalidade PGBL.

Novidade – Desde novembro deste ano, a Icatu reduziu, em média, 67% do valor de entrada para a contratação dos fundos de previdência. A medida impacta toda a grade de distribuição da seguradora que conta atualmente com 129 fundos, entre opções de renda fixa, crédito privado, multimercado e ações. Em alguns casos, a redução chega a 95% dos valores de entrada. “A decisão da Icatu vai permitir uma maior diversificação para o investidor com o mesmo valor que antes ele contrataria um ou dois fundos”, afirma Henrique Diniz.

Na grade, os fundos qualificados tiveram redução de entrada de R$ 10 mil para R$ 5 mil. Fundos para varejo participante, após a redução de entrada, podem ser contratados por R$ 1,5 mil ou R$ 3 mil, dependendo do tipo de fundo. Ou seja, será possível contratar fundos de consagradas gestoras de investimentos por um valor bem menor do que o praticado antes da medida.

Dados mais recentes da Susep confirmam que, em setembro, a seguradora somava mais de R$42 bilhões em reservas de previdência, uma elevação de 8,2% em relação ao mesmo período do ano passado, enquanto o mercado cresceu 5% no mesmo intervalo. 

5G aquece mercado de celulares usados e estimula seguros, revela pesquisa da Assurant

A pesquisa Década Conectada 2021, desenvolvida pela Assurant, líder global em produtos e serviços de proteção ligados a vida conectada, mostra como a relação dos consumidores com dispositivos tecnológicos acelerou no último ano. Alguns resultados relevantes do período são o aumento do consumo e uma visão mais positiva sobre tecnologia inteligente: entrevistados do Brasil, EUA, Alemanha, Canadá, Japão, Reino Unido e Austrália relataram maior uso de tecnologia conectada em casa e, também, maior interesse em compras futuras.

“A Assurant atualiza a pesquisa periodicamente para podermos oferecer soluções que façam sentido com o perfil do mercado em que estamos presentes, beneficiando sempre os consumidores e as empresas parceiras. No mercado de celulares, por exemplo, investimos no trade-in como uma solução que aumenta o poder de compra dos consumidores, facilitando a atualização dos aparelhos, ” afirma Federico Bunge, Presidente da Assurant na América Latina.

O volume de uso aliado ao problema de conectividade faz com que o brasileiro seja um consumidor ávido pela chegada do 5G no país. Para o estudo, 30% dos usuários de internet afirmam terem enfrentado problemas de conectividade ou problemas de configuração inicial com a internet durante a pandemia. Ou seja, o Wi-Fi é a principal frustação dos consumidores de tecnologia inteligente, seguido por problemas no hardware, interferência e falhas de software; e, ainda, 40% dos consumidores brasileiros atualizariam seus dispositivos para ter a capacidade 5G, enquanto 49% afirmam que o 5G é importante, mas que priorizariam outros recursos ao pensar no upgrade.

Os celulares despontam como um dos principais aliados dos consumidores para estarem conectados e, com isso, o trade-in surge como opção para o mercado nacional engajado em novas tecnologias e que busca atualização constante, além de também ser uma alternativa sustentável. Cada aparelho usado e descartado é uma oportunidade perdida, pois o ciclo de vida de um smartphone pode ser melhor explorado. De acordo com a pesquisa, 86% dos clientes brasileiros teriam interesse em participar de um programa de upgrade de dispositivos.

Segundo Ricardo Fiuza, Presidente da Assurant no Brasil, “O mercado de trade-in é uma boa saída para o consumidor brasileiro, pela possibilidade de substituição e atualização de aparelhos, monetizando o smartphone antigo. Enquanto isso, os varejistas poderão oferecer novos aparelhos, de maior valor agregado, e proteções, resultando ainda em um grande ganho para o meio ambiente e garantindo o avanço na economia circular. “

A segurança do celular, tanto física quanto de dados também são pontos de atenção. Segundo a pesquisa feita pela Mobile Time, 61% dos brasileiros já tiveram seus aparelhos celulares roubados ou furtados durante a vida; enquanto isso, os ataques a dados aumento 150% somente no último ano. Com isso, suporte técnico, seguros e proteções se tornam essenciais para a tranquilidade do consumidor.

Entre os serviços atrelados à dispositivos tecnológicos, a sensação de insegurança é um fator relevante e faz com que 70% dos brasileiros tenham interesse em seguros e proteções adicionais, seguido por programas de upgrade. Segurança de dados e suporte técnico são os dois primeiros itens da lista, com 83% e 73% de pessoas interessadas, respectivamente.

Brasil é líder em consumo de tecnologia

Em um cenário em que o distanciamento social foi essencial e que o trabalho remoto se tornou uma realidade para 40% da população mundial, mais do que nunca os consumidores adotaram o estilo de vida conectado. Para 87% dos brasileiros, usar a internet foi a atividade mais realizada durante a pandemia, seguida por compras online, segundo 76% dos entrevistados.

A pesquisa também aponta que 72% dos consumidores brasileiros adquiriram produtos conectados no último ano, fazendo do Brasil líder na categoria, a frente, inclusive, dos EUA com 66%. “O Brasil se destaca cada vez mais no consumo e confiança de tecnologia inteligente. Ter a tecnologia como valor e estar conectado ao consumidor certo, com várias opções de atendimento é o que vai destacar e impulsionar as empresas vencedoras nos próximos anos. A tendência é que estar conectado seja cada vez mais indispensável para situações cotidianas de trabalho, estudo e vivência social”, complementa Fiuza.

Segundo o executivo, o que antes era comodidade, principalmente no ambiente residencial, hoje é uma necessidade, mudando a forma de realizar tarefas diárias. O destaque entre os aparelhos adquiridos é para aparelhos e acessórios que permitem reproduzir o ambiente de trabalho em casa ou a aproximação de familiares e amigos. Também cresce o número de tecnologias de controle e otimização de tempo, como automatização de tarefas cotidianas.

A pesquisa Década Conectada é um esforço da Assurant para evoluir sua estratégia e visão no desenvolvimento de novos produtos que atendam a evolução do mercado, enquanto melhora a experiência do cliente. Assim, é possível ouvir e entender as principais demandas, colocando as necessidades do consumidor como o foco do serviço.

Pesquisa revela panorama das saúdes física, emocional e financeira dos brasileiros durante a pandemia

O Instituto FSB Pesquisa realizou um levantamento exclusivo, a pedido da SulAmérica, para avaliar a saúde dos brasileiros na pandemia de Covid-19. O estudo foi realizado em setembro de 2021, com uma amostra de 2.010 entrevistas por abordagem online (de todas as regiões do país – nas 27 Unidades da Federação) e traz um panorama nacional inédito das saúdes física, emocional e financeira da população brasileira, ou seja, de sua Saúde Integral. 

A pesquisa revela que o brasileiro está “mais apertado” por conta da pandemia de Covid-19. Segundo o levantamento, 6 em cada 10 brasileiros tiveram de reduzir gastos; 66% cortou despesas de casa porque o dinheiro estava curto; 57% diminuíram gastos com transporte e só 43% dos brasileiros poupa dinheiro quando sobra algo no final do mês. 

Um outro dado sobre a saúde financeira dos brasileiros é que 56% dos entrevistados deixaram de planejar a compra ou reforma da casa e 46% acreditam que até o próximo ano devem retomar a uma situação de vida similar ao que tinham antes da pandemia. A pesquisa também mostra que aGeração X é a mais endividada: 42% dos adultos (entre 40-60 anos) pegaram empréstimo ou contraíram alguma dívida no último ano. 

De acordo com o levantamento, a saúde financeira é a que mais preocupa os brasileiros. A pesquisa revela que 4 em cada 10 brasileiros estão mais preocupados com a saúde financeira do que com as saúdes física e emocional: 67% dos entrevistados dizem que pensam muito antes de gastar dinheiro; 48% dizem saber quando devem procurar orientação de como usar o seu dinheiro e 5 em cada 10 brasileiros já planejam o futuro financeiro. 

6 em cada 10 brasileiros que fazem terapia começaram tratamento durante a pandemia  

A pesquisa mostra que a saúde emocional da população brasileira está “na UTI” e deve ser tornar uma preocupação cada vez maior: 60% dos entrevistados que se consultam hoje com psicólogos começaram a fazer terapia depois do início da pandemia.  

O levantamento confirma ainda que só 10% dos entrevistados afirmam que fazem consultas regulares com psicólogos. A Geração Y é a que mais se consulta, seguida da Geração Z. Para 53% dos brasileiros, a saúde emocional piorou com a pandemia: 53% relataram sentir ansiedade, 42%, alteração de humor e 41%, insônia.  

64% da população brasileira diz estar acima do peso 

De acordo com o levantamento realizado pelo Instituto FSB Pesquisa, 6 em cada 10 brasileiros avaliam estar acima do peso e só 30% acreditam estar com o peso ideal. A pesquisa revela ainda que 70% dos entrevistados afirmam que realizar alguma atividade física é a principal forma de mudança para atingir o peso considerado ideal. 

Para 54% dos entrevistados na pesquisa, a pandemia dificultou os cuidados com a saúde e o bem-estar: 46% dos brasileiros dizem que cuidam mais ou menos da alimentação; 53% afirmam que diminuíram os exercícios físicos por conta pandemia; 63% revelam ter baixa ou nenhuma frequência de atividades físicas e 55% afirmam que se exercitam com caminhadas. 

Já no tempo livre, 56% dos brasileiros assistem à TV, enquanto 52% usam as redes sociais e 42% ficam em casa pra descansar. O estudo revela ainda que 88% da população brasileira tem o hábito de ir ao médico.  

Segundo o Instituto FSB Pesquisa, no perfil médio da amostra da população no levantamento, a maioria é do público feminino, de classe C, em idades bem distribuídas, com média de 41 anos, e especialmente localizados na região sudeste do país. 

A pesquisa de opinião quantitativa contou com amostra representativa dos brasileiros com acesso à internet no país com idade a partir de 18 anos, nas 27 Unidades da Federação (UFs). A margem de erro no total da amostra é de 2 pp, com intervalo de confiança de 95%. As entrevistas foram realizadas entre os dias 15 e 23 de setembro de 2021. 

BC deve manter ritmo de aumento da Selic, apesar da deterioração das expectativas de inflação

pedro simoes, CNSEG

As tendências predominantemente negativas das projeções mais uma vez se mantiveram no relatório Focus divulgado pelo Banco Central nesta segunda-feira, 6. Em relação ao PIB, a projeção mediana para 2021 recuou de 4,78% para 4,71% e de 0,58% para 0,51% no ano que vem. “A queda de 0,1% no terceiro trimestre, na comparação com os três meses imediatamente anteriores, confirmou a possibilidade para a qual já alertávamos há alguns meses, do ingresso do país em nova recessão técnica (dois trimestres seguidos de contração do PIB”, comenta Pedro Simões, do Comitê de Estudos de Mercado da CNseg, a Confederação Nacional das Seguradoras.

Ele destaca que a estagnação da indústria e um crescimento aquém do esperado para os serviços – dada a reabertura da economia com o sucesso da vacinação no controle da pandemia no País – deixam claro que, sem drivers consistentes de crescimento, a economia brasileira se encontra praticamente estagnada. “É o que os economistas têm chamado de recuperação em formato de raiz quadrada: em “V”, rápida, no início, mas a seguir estagnada no nível anterior”, explica. “Os primeiros números do quarto trimestre não foram animadores: a produção industrial, medida pela PIM-PF, caiu 0,6% em outubro, a quinta queda mensal consecutiva. Ao mesmo tempo, a emergência da variante Ômicron do vírus que causa a Covid-19 mostra que, na confecção de cenários para o ano que vem, um novo agravamento da pandemia é uma possibilidade que não deve ser desprezada. O Banco Central deve levar isso em consideração na reunião do Copom desta semana”, acrescenta. 

Para Simões, a aprovação da MP do Auxílio Brasil e da PEC dos Precatórios no Senado – ainda que os trâmites relacionados às modificações feitas no texto aprovado pela Câmara possam provocar algum atrito entre as Casas nos próximos dias – traz mais previsibilidade aos cenários para o ano que vem e, por isso, é bem vista pelo mercado financeiro.

Leia a íntegra do boletim Acompanhamento de Expecthttps://cnseg.org.br/analises-e-estatisticas/acompanhamento-das-expectativas-economicas-aee-8A8AA8A37A39FA6A017AC49414B164B8.htmlativas Econômicas semanal feito pela Superintendência de Estudos e Projetos (Suesp) da CNseg, no portal da CNseg.

Fundo ESG da MAG Investimentos é destaque de rentabilidade no seu primeiro ano

Fernando-Gabriades MAG SEGUROS

Fonte: MAG

A MAG Investimentos, gestora de ativos do Grupo Mongeral Aegon, está disponibilizando nas maiores plataformas digitais de investimentos do mercado brasileiro o fundo MAG Global Sustainable FIC FIM IE. Um fundo de ações globais que atende aos critérios ESG, e que possui a gestão feita pela Aegon Asset Management que está na vanguarda do investimento responsável há mais de 30 anos. O veículo offshore globalmente conhecido, 5 estralas Morningstar e premiado como um dos melhores fundos sustentáveis do mundo pela ONU conta com mais de US$ 530 milhões de patrimônio líquido. O veículo local, que acaba de completar 1 ano, já captou mais de R$ 250 milhões e durante esse período, registrou rentabilidade de mais de 28%. 

Investir em fundos ESG já é uma ideia consolidada no mundo e têm sido uma importante estratégia de diversificação dos investimentos no Brasil. Com aportes iniciais dos investidores podendo ser feitos a partir de R$ 1.000, o fundo já está sendo negociado em grandes plataformas digitais, em um novo movimento de expansão do fundo para o varejo. 

“O fundo investe em empresas inovadoras e disruptivas que estão fornecendo soluções para os desafios de sustentabilidade atuais. Este é um portfólio de alta convicção, focado no crescimento de 35-45 empresas, com o tema da sustentabilidade em cada posição. Uma excelente opção para os investidores que tenham um perfil mais arrojado e que buscam alternativas para minimizar os impactos da volatilidade do mercado brasileiro. O MAG Global Sustainable FIC FIM IE também oferece liquidez de D+4, o que, sem dúvida, é uma excelente alternativa”, comenta Fernando Gabriades, diretor comercial da MAG Investimentos. 

Liquidez, rentabilidade e foco em sustentabilidade, mas sem abrir mão de uma gestão ativa e qualificada também são importantes diferenciais do fundo. 

O MAG Global Sustainable FIC FIM IE foi aberto para investidores brasileiros em outubro de 2020, mas a estratégia existe desde 2016 sendo oferecida para investidores americanos e europeus. O portfólio do fundo é focado em empresas que seguem rígidos critérios ambientais, sociais e de governança aplicados em suas práticas, promovendo a sustentabilidade em todas as formas. 

Desde 2008 a MAG Investimentos vem trabalhando na gestão de seus ativos de forma conjunta com a Aegon Asset Management. Atualmente, a Aegon tem mais de US$ 650 bilhões de ativos sob gestão no mundo e aqui no Brasil, a MAG Investimentos possui mais de R$ 8 bilhões, com um crescimento médio de 20% ao ano e expectativa de nos próximos cinco anos chegar ao valor de R$ 15 bilhões. 

Time com nova estratégia 

A chegada de novos fundos como o MAG Global Sustainable FIC FIM IE no mercado nacional é parte da estratégia de negócios do time comercial da MAG Investimentos para atender seus clientes de forma ainda mais completa. Além da chegada de Fernando Gabriades em 2020 para assumir o cargo de sócio e diretor comercial, integram o time Edvaldo Torres como Head de Distribuição, e Gabriela Koller e Ronaldo Costa, como especialistas em Investimentos. A formação da nova equipe deu início a uma série de trabalhos visando a expansão de portfólio, novos acordos com corretoras de sucesso e o estudo e viabilização de novas oportunidades para o público geral. 

Os fundos ESG ou ASG (do inglês Environmental, Social and Corporate Governance, siglas que se referem a questões Ambientais, Sociais e de Governança) atingiram seu ponto mais alto dos últimos cinco anos no Brasil, principalmente no ano passado, em que temas como saúde, ciência, globalização, solidariedade e conscientização ambiental se tornaram mais presentes no pensamento do público em geral. 

Susep propõe discussão sobre requisitos de sustentabilidade no setor de seguros

Fonte: Susep

A Superintendência de Seguros Privados (Susep) divulgou hoje o Edital de Consulta Pública nº 44/2021, pelo prazo de 90 (noventa) dias, que trata dos requisitos de sustentabilidade a serem observados pelo mercado supervisionado. A proposta, prevista no Plano de Regulação de 2021 (Deliberação Susep nº 243, de 18 de dezembro de 2020), tem por finalidade estabelecer diretrizes para que as entidades supervisionadas incluam os aspectos ASG (Ambiental, Social e Governança) e climáticos em sua atuação no mercado de seguros, de forma a contribuir para a preservação de um mercado resiliente e sustentável. Com a medida, a Susep se equipara a jurisdições estrangeiras que já adotaram iniciativas no sentido de incentivar a adoção de boas práticas de gestão de riscos associadas aos fatores ambiental, social e climático, tendo por base diretrizes internacionais sobre o tema. 

De acordo com a proposta, as seguradoras deverão assegurar que os fatores ambiental, social e climático sejam observados pela administração das empresas em suas políticas e considerados no processo de tomada das decisões estratégicas, favorecendo o desenvolvimento de soluções inovadoras, a melhoria do desempenho operacional. 

Ainda, as supervisionadas deverão assegurar a efetiva integração dos fatores de risco associados às questões de sustentabilidade em seu processo de gestão de riscos e controles internos, de forma a avaliar em que medida impactam os riscos tradicionais de subscrição, de crédito, de mercado, operacional e de liquidez. Objetiva-se, também, proporcionar uma ampliação da transparência em relação à exposição do setor aos riscos de sustentabilidade, em linha com o padrão definido nas recomendações da Task Force on Climate-related Financial Disclosures (TCFD). 

Segundo o Coordenador-Geral de Regulação Prudencial, César da Rocha Neves, “a medida parte do entendimento de que as questões de sustentabilidade são importantes para a manutenção da estabilidade do mercado financeiro. E a indústria de seguros, que desempenha papel importante na promoção do desenvolvimento econômico e social, deve considerar esses aspectos em seus modelos de negócio, especialmente por conta de sua atuação fundamental na subscrição e precificação de riscos”. 

Com alta adesão, Programa AceleraD’Or de Mentoria entra em fase decisiva

Fonte: D ÓR

Em fase decisiva para a escolha das 10 empresas participantes do projeto, o Programa AceleraD’Or de Mentoria, patrocinado pela D’Or Consultoria, teve repercussão positiva e contou com a inscrição dos mais variados perfis de empresas de diversas regiões do Brasil, totalizando 130 inscritos. 

Alguns dos Estados que marcaram presença nesta fase de inscrição foram: Amapá, Bahia, Ceará, Distrito Federal, Minas Gerais, Paraíba, Pernambuco, Paraná, Rio de Janeiro, São Paulo, entre outros.

O programa, que não teve qualquer custo de inscrição e nem para as empresas futuramente selecionadas, conta com um time de especialistas com mais de três décadas no setor e visa auxiliar empresas do mercado nos principais desafios de gestão. 

Bruno Iannuzzi, CEO da D’Or Consultoria e um dos mentores do programa, ressalta a importância da iniciativa junto aos corretores. “Estamos muito satisfeitos com o número de interessados em participar do Programa AceleraD’Or de Mentoria e agradecemos todas as empresas que confiam na nossa expertise. Está no DNA da D’Or Consultoria promover o compartilhamento de conhecimento e experiências em um ambiente com profissionais multidisciplinares, auxiliando a alcançarem os objetivos individuais e corporativos de crescimento sustentável, com o compromisso de entrega, qualidade, superação de desafios e zelo pela excelência no que fazemos”.

As 10 empresas selecionadas terão, por três meses, o acompanhamento de especialistas que prestarão auxílio para o crescimento do negócio, em networking, exposição e visibilidade das corretoras mentoradas.

Próximas Etapas

O comitê responsável pela seleção dos participantes está avaliando criteriosamente os inscritos e tem a previsão de fechar os nomes dos 10 participantes até 13 de dezembro, para início da mentoria em 17 de janeiro de 2022.

A mentoria será on-line, mas, com o retorno presencial, haverá a possibilidade de que as corretoras participantes usufruam dos escritórios da D’Or Consultoria em sete capitais do Brasil e vivenciem de perto as oportunidades de negócio com os mentores/especialistas do programa.

Flix anuncia executivos para acelerar expansão

Felipe barranco flix insurtech

Fonte: Flix

A Flix, com foco exclusivo na venda de seguros e assistências residenciais, anuncia a chegada de quatro novas lideranças, além de estarem fortalecendo o time de parcerias. Os executivos terão a missão de reforçar a expansão da empresa nas áreas de tecnologia, marketing/growth e pessoas. A insurtech pretende alcançar 200 mil clientes ativos até julho do próximo ano, apoiada na estratégia de oferecer um produto simples, de baixo custo e sem taxas extras por utilização, preenchendo uma importante lacuna do mercado brasileiro, em que cerca de 86% dos domicílios não possuem qualquer tipo de cobertura que proporcionem benefícios para o dia a dia das pessoas.

Para Felipe Barranco, CEO da Flix, a chegada de executivos experientes que acumulam passagens por diferentes players do mercado financeiro, segurador e de varejo, refletem a visão de inovação que a empresa trouxe ao mercado: “Nosso modelo de customização que combina assistências disponíveis, cobertura financeira e custo acessível transformam o seguro residencial em um investimento”, explica.

Fundada em outubro de 2020, a empresa já possui uma carteira com mais de 20 mil segurados ao oferecer uma solução sem carência, multas ou burocracia. Além da cobertura para pessoa física, a insurtech lançou recentemente a Flix2Business, uma plataforma B2B2C, com objetivo de oferecer uma nova frente para distribuição de produtos que tem como objetivo oferecer soluções de fidelização, recorrência e alta fidelidade a parceiros, clientes ou funcionários. 

Edmundo Brown é o novo Head de Tecnologia da Flix

Edmundo Brown possui 25 anos de mercado e acumula experiência nas áreas de tecnologia da informação em Engenharia de Software, Infraestrutura, Segurança e Governança de TI/Dados. Teve passagens pelo Banco Real, Santander, e Citibank, sempre atuando em projetos de alta complexidade e transformação digital. Nos últimos cinco anos, atuou na área de negócios como head de dados e CRM no Banco Original.

Glauco Menon é o novo Head de Clientes da Flix

Glauco Menon tem larga vivência em negócios corporativos em diferentes ramos do mercado de seguridade, com experiência na gestão comercial de operações complexas e de grande porte. Atuou por quase sete anos como Gerente de Novos Negócios na MAPFRE e três anos no Grupo Segurador Banco do Brasil e MAPFRE, onde trabalhou como Consultor Interno de RH e também Coordenador de RH. O executivo possui em seu histórico profissional experiências nas áreas de T&D, Recursos Humanos e Consultoria Interna, além de ser especializado em operações estruturadas de afinidades, por meio de distribuição tradicional ou digital.

Ricardo Martins é o novo Chief Growth Officer da Flix

Com 15 anos de experiência em marketing, projetos baseados na web e performance digital, Ricardo Martins acumula passagens por grandes agências do mercado publicitário, onde atuou em projetos para marcas como Spotify, Fiat, Jeep, Sodexo, Itaú, Renault e Santander, entre outras. O executivo assume o cargo de CGO e será o responsável pelo desenvolvimento de estratégias focadas em branding e captação.

Daniele Lima é a nova Head de Pessoas e Cultura da Flix

Daniele Lima tem 14 anos de mercado e sólida experiência no mercado de seguros, tendo passado por MAPFRE, Banco do Brasil e Caixa Vida e Previdência. Na Flix será a responsável pela área de Pessoas e Cultura e pela expansão dos times de desenvolvimento, inteligência e produtos. 

Índice de Preços do Seguro Automóvel (IPSA) – Valor do seguro segue estável em outubro

IPSA TEx

Fonte: TEx

A TEx, insurtech especializada em soluções online para o mercado segurador, divulga os números de outubro do IPSA – Índice de Preços do Seguro Automóvel . O estudo aponta a variação mensal dos preços do seguro auto de acordo com gênero, região, faixa etária e idade do veículo. 

O IPSA indica que em outubro o valor do seguro, tanto para homens como para mulheres, permaneceu estável com média de 5%, uma queda de apenas 0,1% comparado com o mês anterior. Por exemplo, ao contratar o seguro para um automóvel de R$ 50 mil, o valor do seguro passou de R$ 2.550 para R$ 2.500. “No momento atual de desarranjo do mercado automotivo o IPSA pode indicar uma redução ou estabilidade da taxa do seguro já que utilizamos o valor percentual. Na prática há um aumento do valor desembolsado pelos clientes, já que houve uma valorização generalizada do preço dos veículos”, explica Genildo Dantas, gerente de inteligência de dados da TEx. 

O estudo da TEx também traz informações quanto a evolução dos valores por gênero. Em outubro, o percentual do seguro para mulheres e homens seguiu com a mesma média de valor se comparado a setembro, sendo 4,6%, e 5,4%, respectivamente. O que indica que o valor final do seguro é cerca de 18% mais caro para os homens. Isso acontece porque há maior reincidência de homens em acidentes graves e com perda total do veículo. 

Quando a comparação é por faixa etária, o IPSA de outubro mostra que os motoristas mais novos costumam pagar mais pelo seguro automotivo. Os nascidos entre 1990 e 2014, conhecidos como geração Z, podem pagar quase o dobro (7,3%) do que os nascidos entre 1943 e 1964, conhecidos como Baby Boomer (3,9%). 

A região que o segurado reside também é um dos fatores analisados para precificação dos seguros. Para se ter uma ideia, em outubro, o seguro na Região Metropolitana do Rio de Janeiro (RJ) chegou a ser 55% superior à Região Metropolitana de Belém (PA). 

Analisando apenas a tabela FIPE, o IPSA revela que em outubro a taxa do seguro de veículos com valor entre 50 e 80 mil ultrapassou o nível de janeiro, passando de 4,5% para 4,8%. “Isso pode ser explicado porque nessa faixa de veículos encontram-se os seminovos que tiveram uma expressiva valorização durante esse ano”, revela Genildo Dantas. 

Outros fatores que interferem nos preços dos seguros são a idade do veículo e a quantidade de KM rodados. O estudo aponta que o valor do seguro para um carro usado, de 6 a 10 anos, custa quase o dobro de um zero KM.

Vale lembrar que o IPSA é produzido com base nos dados do TEx Analytics, ferramenta de inteligência de mercado desenvolvida pela TEx e é dividido em seis indicadores: IPSA, que mede a inflação geral e leva em consideração segurados de ambos os sexos de todo o país. 

Com mais R$ 3,5 bilhões de prêmios transmitidos por ano e mais de 2.000.000 de cotações por mês realizadas no TELEPORT, solução de Gestão e MultiCálculo da empresa para Corretoras de Seguros, é possível afirmar que a TEx possui o maior dataset do mercado, com abrangência nacional e mais de 20 mil Corretores utilizando suas soluções diariamente. “Essa penetração possibilitou a criação do Índice de Preços do Seguro Automóvel. O IPSA traz um panorama exato do cenário do seguro auto no Brasil”, comenta Emir Zanatto, sócio e CEO da TEx. 

Agger é adquirida pela Arco Capital e mira expansão

A Agger, empresa de gestão para corretoras de seguros do Brasil, foi adquirida pelo search fund Arco Capital, que tem entre seus investidores nomes reconhecidos no cenário nacional como Raphael Klein (Kviv Ventures), Guilherme Bonifácio (co-fundador do iFood) e Diego Libanio (co-fundador do Zé Delivery), além de fundos e investidores internacionais com experiência no mercado de tecnologia e de seguros nos EUA, segundo comunicado divulgado.

Com a aquisição, a marca tem como objetivo consolidar sua posição parceira com corretores e expandir sua atuação no país e no exterior. Nos últimos três anos, a insurtech dobrou o tamanho de seu faturamento e de equipe. Com cotações de 12 ramos diferentes de seguros, a empresa é responsável por realizar mais de 18 milhões de cálculos mensais no País.

Com a injeção do novo capital, a companhia pretende alcançar a marca de 60 mil usuários até 2024 – atualmente são 6,5 mil corretoras e mais de 40 mil usuários que utilizam suas soluções. A expectativa é de que a empresa ganhe musculatura no mercado, focando investimentos em produtos, tecnologia e atendimento.

Mesmo com a transição, toda a equipe de gestão da Agger irá se manter envolvida na empresa. Dentro do novo desenho, Gabriel Ronacher, managing partner da Arco Capital, assume como CEO da Agger. Com mais de 20 anos de empresa, André Marques passa a exercer a posição de diretor de operações. Já Leonardo Xavier é o novo diretor de tecnologia. 

“Além de preservarmos todos os pilares estratégicos, o objetivo é dar robustez para nossa operação, tendo nossos corretores parceiros no centro de nossas ações. Queremos levar mais ferramentas para mais pessoas”, aponta o diretor de operações André Marques.