Com Selic a 9,25% os rendimentos da poupança e dos investimentos mudam, alerta executiva da MAG Investimentos

patricia pereira mag

Com a decisão do Comitê de Política Monetária (Copom) de elevar em 1,5% a taxa básica de juros (Selic) para 9,25% ao ano, o cálculo da rentabilidade da poupança voltará às velhas regras. Com a mudança, a rentabilidade da poupança passa a ser de 0,50% ao mês + TR, ou 6,17% ao ano, mais a TR – o equivalente a receita já paga pela chamada “poupança antiga” (depósitos anteriores a maio de 2012). Quando a Selic fica igual ou abaixo de 8,5% ao ano, a poupança rende 70% da Selic mais a variação da TR. 

Ainda que o retorno da poupança aumente com a alta da Selic, o método de investimento mais popular do país continuará a perder de outras opções de investimentos com características semelhantes, na opinião da estrategista-chefe da MAG Investimentos, Patrícia Pereira. “Estamos vendo uma volta muito forte para investimentos em renda fixa em geral”, diz ela. “Investimentos indexados à Selic, como a LFT (Letra Financeira do Tesouro, ou Tesouro Selic), fundos DI e títulos de crédito privado que pagam em % do CDI tem performado bem. Para o investidor conservador, acaba sendo uma notícia ainda melhor”, explica Pereira. 

Sobre a composição da carteira dos investidores nesse contexto, Patrícia acredita que “o apetite ao risco para o próximo ano deve ser bastante reduzido”. De acordo com o contexto econômico e político do país, a bolsa de valores brasileira, por exemplo, tem apresentado resultados insatisfatórios. “A bolsa tem ido mal, muito mais pelo ambiente institucional do país do que pelos valores das empresas em si”, explica Patrícia. “Com as eleições de 2022, a incerteza aumenta, o que traz volatilidade e ainda mais desafio para os investimentos de maior risco. Difícil ser otimista, no curto e médio prazo, e consequentemente em tomar algum risco nos investimentos”, comenta a executiva. 

Vale lembrar que a Selic está subindo exatamente porque a inflação está bastante elevada. Logo, o ganho real no curto prazo segue desafiador. Títulos que pagam IPCA mais uma taxa são boas alternativas para se proteger da alta da inflação e promover uma diversificação na renda fixa, mas são mais arriscados. Títulos privados indexados à Selic também promovem diversificação, com risco mais controlado. Nesse caso, vale atentar para a diminuição do spread desses títulos, assim como para o rating do emissor. 

No entanto, é sempre bom lembrar que retornos mais elevados costumam estar associados a aplicações financeiras mais arriscadas e de mais longo prazo. Portanto, ao investir, é necessário avaliar não apenas a rentabilidade esperada, mas também os objetivos do seu investimento, a demanda por liquidez e a disposição para enfrentar as volatilidades do mercado (perfil de risco do investidor). 

“A visão institucional do Brasil está abalada. Não sabemos quem vai ser o candidato [das eleições], não conseguimos aprovar reformas”, destaca Patrícia. “A curto prazo o conservadorismo vai reinar, certamente”, analisa. 

Prevenção e Combate à Corrupção Manifesto dos especialistas de Compliance

Este é um movimento apartidário que busca um Brasil melhor e mais justo para todos a partir do combate efetivo à corrupção.

Trabalhamos para que as organizações atuem com integridade, com ética nas decisões e respeito às leis, regulamentações e políticas vigentes, no âmbito público ou privado, em todos os setores.

Vimos a público nos manifestar, para enfatizar a relevância da prevenção e do combate à corrupção no cotidiano das pessoas.

Corrupção mata e perpetua desigualdades sociais – a corrupção faz mal para o Brasil e para toda a sociedade. É um crime com muitas vítimas e por isso deve ser combatido, independentemente das justificativas.

Recursos e meios para o combate à corrupção – defendemos a transparência e auditoria do uso dos recursos públicos. Os órgãos de fiscalização e controle devem ter a independência, o orçamento e os recursos necessários para combater a corrupção e outros crimes relacionados. As leis devem ser respeitadas e aprimoradas, de modo a permitir que os recursos desviados sejam rapidamente recuperados e os envolvidos, punidos.

Independência e autonomia das instituições – consideramos indispensável que os órgãos de Estado (Executivo, Legislativo, Judiciário, Ministério Público e Tribunais de Contas, dentre outros), cada um nas suas esferas de competência, tenham as suas prerrogativas constitucionais respeitadas, para que exerçam o seu papel com autonomia e liberdade no combate à corrupção.

Alinhamento de práticas com os países desenvolvidos – os planos de governo da União, Estados e Municípios devem contemplar ações de combate à corrupção e crimes relacionados, alinhadas às recomendações da OCDE, de forma que o Brasil se aproxime das melhores práticas já adotadas com sucesso pelos países desenvolvidos.

Incentivo aos Programas de Integridade – reconhecemos a importância dos Programas e Sistemas de Integridade (Compliance) no combate à corrupção e outros ilícitos. Por esse motivo, recomendamos que todas as organizações tenham um Programa de Integridade efetivo e, obrigatoriamente, aquelas que recebem dinheiro público, direta ou indiretamente, como requisito de contratação.

Combate ao conflito de interesses – defendemos ações concretas para evitar conflito de interesses envolvendo o uso de recursos e cargos públicos. Qualquer pessoa que detenha função pública não pode tomar decisões sobre recursos públicos baseadas em interesses privados. Por exemplo, decisões de aumentar o próprio salário e benefícios, de contratar parentes e amigos ou suas empresas.

Imprensa livre – reconhecemos a importância da imprensa plural e livre para dar publicidade aos casos de corrupção e crimes financeiros, bem como ajudar a mobilizar os cidadãos na defesa do interesse público.

Educação sobre cidadania e ética – entendemos essencial que escolas e faculdades contemplem cidadania e ética em sua grade curricular, para formar cidadãos que compreendam e defendam os seus direitos, conheçam os impactos da corrupção na sociedade e exijam transparência para fiscalizar o uso do dinheiro público.

Profissionais de Compliance que assinam o manifesto (em ordem alfabética):

Adriano BaptistaIsabel FrancoRicardo Caiado
Akira Ano JrIuri CamiloRoberta Codignoto
Alessandro ThullerJairo TcherniakovskyRoberta Pegas
Álvaro Luís Gonçalves SantosJefferson KiyoharaRoberta Porto
Ana GomesJosé ProençaRogéria Gieremek
André CruzJulio Borges de CarvalhoSuzana Fagundes Ribeiro de Oliveira
André ParenteLaercio Almeida JúniorThiago Sombra
Antonio FonsecaLaís CoslopWagner Giovanini
Beatriz PodcameniLetícia SugaiWalquiria Favero
Brunno CruzLuciana Dutra de CamargoYoon Jung Kim
Bruno MassardMagda Kiehl
Bruno Pires BandarovskyMaira Martela
Chantal PilletMarcelo Borowski Gomes
Christina Montenegro BezerraMarcelo Zenkner
Cibele FernandesMarco Aurélio Borges de Paula
Claudio PeixotoMarcos Augusto Assi Pereira
Claudio ScatenaMarcos Rossa
Daniele PenhaMaria Cecilia Andrade
Danielle PescadinhaMarianne Camargo
Denise IwakuraMarisa Peres
Fabia CunhaMatheus Cunha
Fernanda BarrosoNatalia Fonseca
Filipe PenaOlga Pontes
Flavia RisoPatrícia Godoy Oliveira
Gabriela RoitburdPaulo Moraes
Giovani SaavedraPedro Sutter
Gustavo BiagioliRaul Siqueira
Heloisa MacariRenata Andrade
Isabel CarvalhoRicardo Bocutti

Chape: executivo diz a CPI que seguradora busca ‘compensação adequada’

chapecoense seguros

Fonte: Agência Senado

Em depoimento à CPI sobre a situação de familiares e vítimas do acidente da Chapecoense, Robert Wilson, diretor de subscrição da seguradora Chubb Global Markets, afirmou que a companhia está disposta a pagar o valor que caberia a ela dentro do contrato de seguro de US$ 25 milhões e que busca, junto com a seguradora Tokio Marine, “achar formas de compensação adequadas” para o caso. Nesta quarta-feira (8), o executivo respondeu perguntas feitas pelo relator da CPI, senador Izalci Lucas (PSDB-DF).

De acordo com Wilson, a Chubb é uma das 12 corporações resseguradoras ou agentes gestores para o pagamento do seguro que são liderados pela Tokio Marine. Segundo ele, a parte do risco da Chubb é de 1,125% do valor. Mas durante todo o processo de execução do contrato com a empresa LaMia, de acordo com o executivo, a companhia não participou ativamente de decisões, informações ou declarações. Ele disse que essa responsabilidade ficou a cargo da Tokio Marine.

— Para responder a essa pergunta específica, nossa parcela é muito pequena. Temos 1,125% dos US$ 25 milhões, que é o limite. Isso corresponde a US$ 281.250 — disse, ao explicar que a companhia já repassou quase todo o valor que lhe cabe ao fundo humanitário criado pela Tokio Marine .

O fundo humanitário permitiu a destinação de US$ 225 mil a cada família de vítima, com a condição de que esse seria o único valor devido pela empresa. Quem optasse por recebê-lo se comprometeria a desistir de todas as ações judiciais abertas no Brasil ou no exterior. No entanto, Izalci lembrou sentença da corte estadual da Flórida, nos Estados Unidos, que deu procedência ao pedido de indenização das famílias de 40 vítimas do voo. De acordo com o parlamentar, o valor total chega a US$ 844 milhões, que serão acrescidos de juros. O número de beneficiados representa mais da metade dos 77 passageiros do voo 2933 da companhia boliviana LaMia que levava o time da Chapecoense para a final da Copa Sul-Americana de 2016.

Izalci quis saber o motivo de a Chubb fazer parte do grupo das 12 corporações que tentam na Justiça de Londres parar o processo de indenização.

— Os nomes das 12 novas empresas apareceram encabeçados pela Tokio Marine, na Inglaterra, para que o processo aberto pela Justiça americana na Flórida fosse paralisado. No mercado de seguros, uma apólice pode ser dividida entre concorrentes, com percentuais diferentes entre elas. Caso as famílias das vítimas e sobreviventes ganhem o processo, as 13 empresas, incluída a resseguradora líder, a Tokio Marine, teriam de dividir a quitação da apólice. No entanto, ainda não está claro qual a porcentagem de cada uma das 13 empresas no resseguro da LaMia — alegou Izalci.

Em resposta, Robert Wilson declarou que “não há envolvimento nenhum” da Chubb nesse processo, “a não ser o apoio que damos na Tokio Marine para tentar chegar a um acordo adequado e pagar as quantias que foram solicitadas”.

O processo nos Estados Unidos foi aberto contra LaMia, Kite Air Corporation (dona da aeronave), Marco Antonio Rocha Venegas (proprietário da Kite) e Ricardo Albacete (um dos sócios da LaMia). No entanto, os alvos de fato são as empresas Aon (responsável pela corretagem do seguro), Bisa (seguradora) e Tokio Marine Klin (resseguradora).

Irregularidades

Izalci ainda citou dados e históricos de conversas os quais apontam possíveis irregularidades cometidas pela LaMia como na apólice de seguro. Entre elas a de que a apólice proibia que a empresa voasse para a Colômbia. Ele relatou ainda troca de emails entre Aon, Tokio Marine Klin, os donos da LaMia e da aeronave mostrando que todos os envolvidos tinham conhecimento de que os voos eram realizados para a Colômbia.

O senador também questionou se a Chubb tinha conhecimento de que o seguro da LaMia teve redução de cerca de US$ 300 milhões para US$ 125 milhões a partir do momento em que a companhia aérea deixou de fazer voos particulares e para transportar equipes de futebol, o que, segundo o senador, seria irregular. Na avaliação dele, o valor da apólice deveria subir, e não ficar mais baixo.

— É evidente que os atletas, as pessoas que estavam no voo, não perguntaram quando entraram no avião quanto era a apólice, mas a apólice inicial, que se pretende cobrar, que é exatamente a que deveria estar vigorando, era de US$ 300 milhões — argumentou.

O depoente, no entanto, disse que não estava ciente dessas variações de preço da apólice.

— E a Chubb, na posição em que se encontra, como mercado estrangeiro, é um consórcio que não tem atividade de seguradora, nem de resgate, de reclamações. Então, não temos todos os detalhes dessas informações o tempo inteiro, mas, como seguradora, estamos dispostos a pagar até o limite máximo da apólice.

No decorrer da oitiva, Izalci ainda fez questionamentos sobre detalhes do contrato, negociações e informações da Chubb em relação à apólice com a LaMia e as tratativas com a Tokio Marine. Ele ainda quis saber sobre outras operações da Chubb no Brasil, como com as cinco apólices de seguro com a Petrobras. Como o depoente não tinha as informações precisas, o senador pediu que ele as encaminhasse posteriormente à CPI para que fossem juntadas ao processo.

Prêmio Antonio Carlos de Almeida Braga de Inovação em Seguros concederá NFTS a vencedores

cnseg premio inovacao

Fonte: CNseg

Uma das novidades do Prêmio Antonio Carlos de Almeida Braga de Inovação em Seguros, promovido pela Confederação Nacional das Seguradoras – CNseg, será a concessão de NFTs aos vencedores nas três categorias em disputa. Os NFTs, sigla em inglês para token não fungível, são novos formatos de ativos digitais que se integram à tecnologia blockchain. Equivalem a certificados que representam, no mundo digital, objetos de valor percebido elevado, como obras de arte, itens colecionáveis, músicas, GIFs entre outros, e cada vez mais populares em concursos e prêmios, incluindo o Oscar. Enfim, um certificado digital de posse real do indivíduo que tem o token.

“Decidimos lançar essa novidade para ratificar o compromisso de inovação que está no DNA do Prêmio Antonio Carlos de Almeida Braga. Ou seja, o Prêmio acompanha as tendências da inovação”, destaca Solange Beatriz Palheiro Mendes, Diretora-Executiva da CNseg.

Outra novidade será o show especialmente criado para o evento com apresentação de músicas que traduziram avanços e rupturas em suas épocas. Por exemplo, a canção “Penny Lane/ Strawberry Fields”, dos Beatles, um compacto que deu origem ao revolucionário “Sargent Peppers” e fonte de inspiração para deflagrar o Tropicalismo no Brasil.  Também vão fazer parte músicas que marcaram a história do seguro e registraram as grandes invenções do século XX, como o rádio, a tv, a internet até chegar aos dias de hoje, com Emicida e Marília Mendonça, que provocou uma revolução na música sertaneja cantando o empoderamento feminino.

Nesta edição do Prêmio, 15 finalistas disputam os três primeiros lugares nas categorias “Produtos e Serviços”, “Comunicação” e “Processos e Tecnologias”. Os vencedores serão conhecidos na cerimônia virtual de premiação no próximo dia 15 de dezembro, a partir das 16h. O evento será transmitido pelo canal da CNseg no YouTube.

Com 11 anos de existência, a premiação contou, nesta edição de 2021, com o número recorde de 167 projetos inscritos. Ao longo de todas as edições, mais de 850 projetos foram inscritos. Veja quem são os finalistas pelo link: premioseguro.com.br/finalistas2021

Zurich promove mudanças na Diretoria de Seguros Corporativos

Fernando Saccon
Fernando Saccon

Por conta dos novos desafios de expansão comercial e sustentabilidade junto aos clientes, a Zurich, que é uma seguradora multilinha e multiproduto, realiza promoções em sua diretoria de seguros corporativos. Fernando Saccon, até então Superintendente de Linhas Financeiras e Seguro Garantia, assume o cargo de Diretor Comercial de Seguros Corporativos. Sua antiga posição passa a ser ocupada por Marck Sá, que atuava como Gerente Executivo de Linhas Financeiras.

Fernando Saccon é formado em direito pela Universidade Presbiteriana Mackenzie e com especializações pela Fundação Getulio Vargas (FGV). Com mais de 17 anos de experiência no mercado securitário e com passagens em empresas como Tokio Marine, Metlife e Mapfre, trabalha na Zurich desde 2009, onde acumula experiência nas áreas jurídicas,compliance e subscrição na gestão das carteiras e equipes de linhas financeiras e seguro garantia.

Marck Sá, que é formado em direito pelo Pontifícia Universidade Católica de São Paulo (PUC-SP), atuou como advogado na área de mercado de capitais por cerca de três anos. Possui especializações em Direito do Seguro e Resseguro, Contratos de Seguro e Responsabilidade Civil, também pela FGV. No setor de seguros, trabalhou como analista de risco no setor de linhas financeiras na AIG Seguros e, na Zurich, até ser promovido era Gerente Executivo de Linhas Financeiras.

Outra movimentação da Diretora de Seguros Coorporativos da Zurich no Brasil deu-se com Guilherme Ramiro. Ele, que até então era Gerente de Seguro Garantia, passa a ser Gerente Executivo de Subscrição de Seguro Garantia. Formado em Administração de Empresas pela Universidade Presbiteriana Mackenzie, possui uma especialização em Produtos Financeiros e Gestão de Riscos pela Fundação Instituto de Administração (FIA). Antes de ingressar na Zurich, Guilherme atuou com riscos de crédito na Ford e no Banco Santander.

Allianz, SulAmérica, Bradesco e Minuto Seguros são as grandes vencedoras do Prêmio Reclame Aqui

reclame aqui seguradoras 2021

O Prêmio Reclame AQUI 2021, que reconhece o trabalho das empresas que mais respeitam o consumidor, valorizando o atendimento e proporcionando uma experiência positiva, divulgou os vencedores na categoria saúde, seguradoras e seguros. A lista traz a Allianz, que comprou a carteira de auto, residencial da SulAmérica, como a grande vencedora na categoria Seguradora. Em Planos de Saúde, venceu a SulAmérica. Em Seguros ligados a bancos, o troféu foi para a Bradesco Seguros. Em seguros online, Minuto Seguros.

Seguradoras: Allianz (ex-SulAmérica Auto, Residencial e Condomínio)

Saúde – Planos de saúde: SulAmérica Saúde e Odonto

Seguros – Bancos: Bradesco Seguros

Seguros Online – Minuto Seguros

PrevidênciaSulAmérica

Em sua 11ª edição, a premiação contou com a participação de 801 companhias, que disputaram o voto dos consumidores em 148 categorias. Para indicação ao voto popular, as empresas passaram por uma fase de seleção com base em diversos critérios, que incluíam reclamações avaliadas; manter no mínimo quatro meses de reputação em nível Bom, Ótimo ou RA1000; entre outras avaliações.

“Estamos muito felizes com essa conquista, considerada a maior premiação de atendimento do país. O reconhecimento é resultado de todo o trabalho desenvolvido pelos colaboradores da Allianz e reforça que estamos no caminho certo ao colocar o cliente no centro das nossas ações”, comemora o diretor de Marketing, Transformação e Organização da Allianz Seguros, Luiz Cartolano. “Seguiremos nos empenhando e nos aperfeiçoando constantemente para que nossos segurados tenham as melhores experiências e acesso a produtos simples e intuitivos, assim como um atendimento ágil e descomplicado”, completa.

“O principal direcionador da filosofia de trabalho da Minuto é a união do atendimento humano de qualidade com a tecnologia. Ao longo da nossa história prezamos por compartilhar conhecimento para ajudar os clientes na escolha do melhor seguro e preparar nossos colaboradores tanto nos aspectos técnicos como no entendimento da relevância do relacionamento humano”, afirma o CEO da Minuto Seguros e VP de Seguros da Creditas, Marcelo Blay.

A Liberty Seguros foi considerada, pela sexta vez consecutiva, uma das melhores seguradoras do país em atendimento ao cliente segundo o Prêmio Reclame Aqui. “Estamos honrados pela Liberty Seguros ter ficado novamente entre as empresas destaque no Prêmio Reclame Aqui, o que reforça o compromisso da companhia com a qualidade do atendimento aos clientes”, afirma Leandro Bordon, Superintendente de Planejamento de Operações e Sinistros  da Liberty Seguros. “Um de nossos focos principais é oferecer a melhor experiência possível para os nossos públicos e continuaremos trabalhando para que todos possam sempre contar com a Liberty”, completa.

Com a premiação, o Reclame AQUI apresenta ao mercado brasileiro as 135 empresas com o melhor atendimento para o consumidor em mais de 100 categorias de atuação. E, mais uma vez, mostra o papel estratégico que o atendimento e a experiência do cliente têm dentro das empresas. Ainda mais em um período transformador de pandemia.

As empresas foram escolhidas pelo voto popular. Uma prova de que o consumidor estava de olho nas marcas o tempo todo, mais do que nunca na pandemia, e disposto a reconhecer uma boa relação: esta edição teve recorde de votos, mais de 12 milhões. Além disso, profissionais e empresas terão o trabalho reconhecido em 7 categorias especiais, e 3 homenagens são aguardadas durante a cerimônia.

Prêmio Nacional de Jornalismo em Seguros chega à sexta edição

Premio de Jornalismo Seguros

Uma das maiores premiações do País voltadas a profissionais de imprensa está de volta, trazendo novidades. A Escola de Negócios e Seguros (ENS) agora será a organizadora do Prêmio Nacional de Jornalismo em Seguros, que chega à sexta edição. A Escola contará com o apoio institucional da Federação Nacional dos Corretores de Seguros (Fenacor), idealizadora da iniciativa, e daConfederação Nacional das Seguradoras – CNseg.

As inscrições poderão ser feitas a partir de 15 de dezembro e até 31 de maio de 2022. Estarão em disputa cinco categorias, quatro delas já conhecidas dos jornalistas: Mídia Impressa, Audiovisual (incluindo Rádio e TV), Webjornalismo e Imprensa Especializada do Mercado de Seguros. A quinta categoria é mais uma novidade desta edição, com o tema inédito Inovação. A proposta é estimular a produção de reportagens com foco em ideias originais, criativas e inovadoras, desenvolvidas por empresas que agregaram novas tecnologias e ferramentas disruptivas, a fim de proporcionar melhorias para todo o setor de seguros.

Poderão concorrer nessa categoria reportagens e artigos publicados e/ou veiculados na mídia impressa, rádio, TV, Websites e na Imprensa Especializada, que versem sobre ações desenvolvidas por instituições e empresas do mercado com o objetivo de preparar os profissionais do setor para atender, com agilidade, qualidade e eficiência, as novas demandas dos consumidores brasileiros.

Cada categoria terá cinco finalistas, escolhidos por uma Comissão de Seleção. Serão premiados os três melhores trabalhos, eleitos pela Comissão de Julgamento. Poderão ser inscritas reportagens e matérias veiculadas entre 16 de novembro de 2020 e 30 de maio de 2022. Com um total de R$ 120 mil, a premiação está distribuída da seguinte maneira: R$ 15 mil para o primeiro colocado, R$ 6 mil para o segundo e R$ 3 mil para o terceiro.

De acordo com o presidente da ENS, Lucas Vergilio, ao se tornar a organizadora do Prêmio a Entidade reforça um de seus objetivos institucionais. “A Escola de Negócios e Seguros tem como uma de suas missões estatutárias a difusão da cultura do seguro em todo o País. Ficamos muito honrados em receber da Fenacor a atribuição de organizar o Prêmio e temos a convicção de que manteremos o êxito obtido por esta iniciativa, fundamental para tornar a nossa indústria cada vez mais conhecida e bem vista por toda a sociedade”.

Desde 2016, o Prêmio tem se consolidado como um reconhecimento aos profissionais de imprensa que cobrem um setor estratégico para o Brasil. Nas cinco edições anteriores, foram mais de 3.500 trabalhos inscritos, produzidos por cerca de 700 profissionais. A cerimônia de premiação da sexta edição deverá ocorrer entre junho e setembro de 2022, provavelmente em formato via Web.

“Em cinco anos, o Prêmio se consolidou como o mais importante do Brasil voltado aos profissionais de imprensa. Ele ajuda a conscientizar e esclarecer a população acerca da importância e dos benefícios dessa valiosa ferramenta de proteção que é o seguro. Gostaria de render uma homenagem especial ao presidente da Fenacor, Armando Vergilio, que foi um dos mentores dessa iniciativa, e agradecer ao Conselho de Administração da ENS e à CNseg pelo apoio que sempre deram ao Prêmio”, afirma o diretor geral da ENS, Tarcísio Godoy.

As inscrições e o regulamento completo do VI Prêmio Nacional de Jornalismo em Seguros estarão disponíveis a partir de 15 de dezembro no endereço premiodejornalismo.ens.edu.br.

Prudential divulga finalistas de premiação para jovens voluntários

Fonte: Prudential

A seguradora Prudential do Brasil divulgou os dez finalistas da sétima edição do Prêmio Prudential Espírito Comunitário, que reconhece iniciativas de voluntariado promovidas por estudantes de 14 a 19 anos de todas as cidades brasileiras. Em 2021, a premiação recebeu 2.125 inscrições. Os vencedores serão conhecidos na cerimônia virtual de premiação, que será realizada na próxima segunda-feira, 13 de dezembro, às 17h, com transmissão ao vivo pelo canal da companhia no YouTube.

Em mais um ano marcado pela pandemia de Covid-19, dez jovens que fizeram a diferença por meio de ações voluntárias nas áreas de educação e inclusão social vão concorrer a medalhas de ouro e de prata, além de prêmios em dinheiro. Os valores deverão ser investidos em instituições sem fins lucrativos para as quais os estudantes realizaram a ação voluntária ou para alguma outra escolhida por eles. O primeiro colocado vai receber R$ 25 mil e o segundo, R$ 10 mil. Desde a primeira edição do prêmio, em 2015, a Prudential já investiu mais de R$ 140 mil em ações de voluntariado.

Para estimular e incentivar a vocação empreendedora dos estudantes, todos os dez finalistas vão receber uma bolsa de estudos para um curso sobre empreendedorismo social e poderão contar com uma mentoria do Instituto Ekloos, organização que apoia o desenvolvimento de iniciativas de impacto social.

“O trabalho voluntário desses jovens contribui para incluir e ajudar muitos brasileiros, especialmente durante a pandemia. De maneira generosa, corajosa e estratégica, os estudantes empreendem e mudam a situação de suas comunidades. É um orgulho para nós poder reconhecer e incentivar essas iniciativas”, afirma Gabriela Al-Cici, diretora de Recursos Humanos da Prudential do Brasil.

Nesta edição de 2021, os jovens finalistas representam os estados Bahia (3), Minas Gerais (1), Rio de Janeiro (3) e São Paulo (3). Os critérios de seleção levaram em conta pontos como esforço, impacto social, desenvolvimento pessoal e inspiração . Conheça abaixo os finalistas e seus projetos.

– Camila Sant’Anna, 16 anos, Rio de Janeiro: Construiu o programa de liderança para meninas da periferia – Lidere-se, com foco no desenvolvimento integral de suas habilidades cognitivas e socioemocionais. O programa oferece oportunidades como miniestágios, bolsas, palestras e clubes de empreendedorismo. Já impactou diretamente 1.100 meninas.

– Enzo de Andrade Freitas, 17 anos, Rio de Janeiro: Por meio das mídias sociais, conseguiu arrecadar 120 tablets para a ONG Associação Semente da Vida, da Cidade de Deus, comunidade da Zona Oeste da cidade do Rio. Os tablets proporcionaram acesso à educação, em meio a pandemia, para crianças e adolescentes da região.

– Felipe Cerqueira Carvalho, 18 anos, Bahia: Liderou a criação de simulações de conferências da ONU, bootcamps e cursos. Em parceria com a Secretaria de Educação da Bahia, desenvolveu a primeira MUN destinada a alunos de escolas estaduais, com 100 pessoas de 80 municípios, incluindo quilombolas e PCDs.

– Giulia Kanashiro, 18 anos, São Paulo: Com o Projeto DuBem, entrega 700 marmitas semanalmente na Praça da Sé, no Centro da cidade, e já ajudou mais de 42 mil pessoas desde setembro de 2020.

– João Santos, 19 anos, Bahia: Fundou o projeto Code Lab, que ensina programação gratuitamente para estudantes brasileiros por meio de mentorias e workshops. Mais de 20 alunos já participaram da formação.

– João Vitor Silva Conceição,18 anos, Bahia: Com o coletivo de jovens Incomode, cria cartilhas e promove ações de conscientização sobre o racismo e a violência contra a juventude negra, beneficiando dez escolas e 250 alunos. A partir da marcha anual “Incomode”, conseguiu a sanção da lei que instituiu o dia 20 de junho como o “Dia Estadual da Luta Contra Encarceramento da Juventude Negra”.

– Lucas Tejedor, 17 anos, Rio de Janeiro: Desenvolveu um site para que ONGs possam coordenar suas ações, atuando em uma rede de cooperação e otimizando o trabalho, de modo a ajudar mais pessoas.

– Luiza Brunelli Bührer, 17 anos, São Paulo: Fundou o Meninas na Ciência (MC²), curso online e gratuito de ciências e matemática para meninas do Ensino Fundamental II da rede pública. Realiza palestras com convidadas da área, workshops de desenvolvimento pessoal e gincanas. Em dois anos, já teve mais de 1.100 alunas de 20 estados, além de 150 voluntários de 15 estados.

– Priscila Brito, 17 anos, Minas Gerais: Desenvolveu um curso de alfabetização e letramento para jovens e adultos em parceria com a escola e com a prefeitura de sua cidade, Miraí, beneficiando 2 mil pessoas.

– Sabrina Jady Nogueira Rocha, 18 anos, São Paulo: RecicleWays, da Etec Francisco Morato, na região metropolitana da capital paulista, custeia viagens e visitas técnicas dos alunos através da utilização de materiais recicláveis. O projeto já conseguiu levar 40 estudantes ao exterior com recursos adquiridos por meio da economia circular.

Liberty Seguros está no top 3 do Prêmio Reclame Aqui pela sexta vez consecutiva

Fonte: Liberty

A Liberty Seguros foi considerada, pela sexta vez consecutiva, uma das melhores seguradoras do país em atendimento ao cliente segundo o Prêmio Reclame Aqui. O ranking é elaborado de acordo com voto do público, que escolhe as melhores companhias de acordo com o suporte ao consumidor em diversas categorias. Destaque nos últimos cinco anos, em 2021 a seguradora recebeu mais de 10 mil votos, conquistando o 3º lugar no ranking.

Diante dos desafios trazidos pela pandemia de COVID-19 nos últimos anos, a Liberty adaptou seus processos e anunciou novos serviços seguindo um dos propósitos da empresa de proporcionar experiências fluidas e personalizadas para os segurados. E para atingir esse objetivo, o investimento no  digital foi indispensável.

Entre os exemplos de iniciativas com esse foco, há o atendimento via WhatsApp, o pagamento via Pix e o Meu Momento de Vida, ferramenta 100% digital criada para facilitar a compra e venda do seguro de vida de forma didática, ágil e personalizada. Por meio da plataforma, os consumidores podem escolher um seguro de vida que faz mais sentido para o momento e o patrimônio de cada um.

Além disso, a companhia disponibilizou diversas opções de atendimento nos aplicativos da empresa e no Meu Espaço Cliente, presente dentro do site institucional da Liberty. Até julho de 2021, a seguradora registrou um aumento de 39% de clientes utilizando o app, comparado a julho de 2020. Mais recentemente, a Liberty também lançou a opção de solicitar vistorias de videochamada por meio do app da companhia em caso de sinistros de quebra de vidros nas residências. O aplicativo de clientes ainda foi avaliado como o melhor entre os consumidores em uma pesquisa de NPS, realizada pela consultoria global Bain & Company.

“Estamos honrados pela Liberty Seguros ter ficado novamente entre as empresas destaque no Prêmio Reclame Aqui, o que reforça o compromisso da companhia com a qualidade do atendimento aos clientes”, afirma Leandro Bordon, Superintendente de Planejamento de Operações e Sinistros  da Liberty Seguros. “Um de nossos focos principais é oferecer a melhor experiência possível para os nossos públicos e continuaremos trabalhando para que todos possam sempre contar com a Liberty”, completa.

Uso dos planos de saúde aumenta oito pontos percentuais entre janeiro e setembro deste ano

Vera Valente FenaSaúde

Fonte: FenaSaúde

Com a pandemia estabilizada no Brasil e a vacinação caminhando, os beneficiários de planos de saúde retomaram os procedimentos antes deixados de lado. Essa retomada já impacta a operação dos planos de saúde, que no 3º Tri de 2021 pagou a fornecedores e prestadores assistenciais R﹩ 43 bilhões, o valor mais alto desde o primeiro trimestre de 2019, segundo dados da Agência Nacional de Saúde Suplementar (ANS). Esse custo recorde é consequência da inflação da saúde, da incerteza econômico brasileira, mas, sobretudo, pela alta demanda de procedimentos não urgentes. 

Ainda segundo a ANS, a sinistralidade no 3º Tri de 2021 ficou em 83%, oito pontos percentuais maior que no primeiro trimestre do ano, que foi de 75%. Considerada a projeção feita pela agência reguladora, o quarto trimestre é ainda mais preocupante: as operadoras podem encerrar 2021 com 85% de sinistralidade, dez pontos percentuais a mais que o apresentado no começo do ano. 

“Os números divulgados recentemente pela ANS corroboram alertas que temos feito desde o primeiro semestre: a sinistralidade está em escalada, o que indica forte aumento das despesas assistenciais. Assim como a redução do uso em 2021 resultou em queda das mensalidades neste ano, para 2022 o movimento, infelizmente, vai em direção contrária, com enorme pressão de custos que terá reflexos nos reajustes dos planos”, alerta a diretora executiva da FenaSaúde, Vera Valente. 

Ainda de acordo com a análise de Vera Valente, o que vem ocorrendo na saúde não é diferente do que ocorre em outros setores da economia brasileira. “A inflação tornou-se novamente preocupação central dos brasileiros, com índices gerais já estão acima de dois dígitos. Todos os setores de serviços estão sofrendo. Escolas terão os maiores aumentos em 5 anos e energia elétrica terá tarifas até 20% mais altas, segundo estimativas de mercado”, conclui. 

Custo Covid também em alta 

Embora as internações por Covid-19 tenham despencado desde o início da campanha de vacinação, o custo por paciente com a doença em uma internação UTI está em patamares máximos na pandemia. É o que aponta estudo da FenaSaúde (Federação Nacional de Saúde Suplementar) a partir de dados coletados com seis operadoras associadas à entidade, que representam 25% do total de beneficiários da saúde suplementar. 

Os custos por internação Covid-19 (UTI), em setembro/20, estavam em R﹩ 63.966 em média, por paciente. Após um ano, esse número saltou para R﹩ 97.328, valor 52,2% a mais. Em relação a agosto/21, os valores de setembro/21 se mostram estáveis, porém, a estabilidade se dá em níveis muito altos. 

Fonte: FenaSaúde (projeção baseada nos dados de seis associadas, que representam 25% dos beneficiários de planos médico-hospitalares) 

A FenaSaúde entende que os dados são reflexo da variação cambial, aumento de custos logísticos e das incertezas na economia brasileira, que refletem na escalada de preços.