Revista de Seguros apresenta planos do novo titular da Susep e diversidade de soluções para os seguros

CNseg

Fonte: CNseg

As principais diretrizes da gestão do economista Alexandre Camillo, novo titular no comando da Superintendência de Seguros Privados (Susep) desde dezembro último, são apresentadas em entrevista da nova edição da Revista de Seguros (nº 919), publicada pela Confederação Nacional das Seguradoras – CNseg.  Com mais de 40 anos de atuação no mercado segurador, o novo Superintendente detalha seu projeto de instituir uma política de fomento ao seguro, ratifica seu apoio à modernização do marco regulatório, comenta as ações de sustentabilidade setorial, além do desafio de ampliar a taxa de penetração do seguro no País.

As matérias da publicação destacam a ampla diversidade de soluções para os seguros, como a consolidação da economia digital, listando seus extraordinários impactos no dia a dia de diversos negócios e sobre o comportamento dos consumidores. Acompanhando a popularização das plataformas de streaming, o setor automotivo incorpora a seu modelo de negócio a assinatura de carros, antes restrito às locadoras. O resultado disso são ganhos adicionais de toda a cadeia automotiva, beneficiando também os seguros.

Da mesma forma, a Revista de Seguros destaca que a presença crescente das imobiliárias virtuais abre novos negócios para o Seguro de Fiança e os Títulos de Capitalização, vencendo antigas resistência aos produtos de caução, sobretudo com mudanças nas normas que agilizaram a contratação das duas modalidades.

A tecnologia também impulsiona a fase de maturidade e inovação dos negócios sociais. Da criação de uma “bolsa de valores” que negocia apenas ações de empresas de favelas, passando por fintechs dedicadas à inclusão bancária de negros ou à capacitação tecnológica de egressos do sistema prisional, até ifood e empresa de logística com sede em comunidades, são diversos os exemplos da contribuição da tecnologia à criatividade e à abrangência dos negócios sociais, que, de quebra, podem representar novas oportunidades para diferentes ramos e modalidades de seguros. 

Outra matéria constata que o chamado “marketplace”, lugar de encontro entre as várias partes que interagem para a entrega dos seguros, se fortalece como canal online de venda no dia a dia de seguradoras e corretoras, em sintonia com a transformação tecnológica no setor. Ao apresentar-se como vitrine para a exposição de produtos de seguro, previdência e capitalização de várias companhias, o marketplace ajuda a escolha da solução mais adequada à necessidade de cada consumidor. 

A conjuntura setorial é tema de outra matéria, que reúne diagnósticos de 2021 e prognósticos de lideranças nacionais e regionais do setor segurador para 2022. A expansão em cenário caracterizado por um ambiente econômico ainda incerto exige que a governança e a gestão de riscos sejam prioridades estratégicas das empresas, concordam os líderes. 

A adesão crescente aos preceitos ASG (ambientais, sociais e de governança) é enfocada com destaque, com empresas brasileiras identificando diferenciais competitivos e geração de novos negócios a partir dessa subscrição. O potencial do investimento verde no Brasil é estimado hoje em US$ 1,3 trilhão, considerando apenas os setores de energia, transporte, edificações, gestão de resíduos e eficiência energética industrial, informa a reportagem. Segundo estudos da Brazil Green Finance Programme, o volume de captação global de recursos no País pode chegar a R$ 3,6 trilhões até 2040.  Ao mesmo tempo, as questões ASG podem afunilar os recursos necessários aos negócios que coloquem em risco o meio ambiente. Faz parte do jogo para conter efeitos catastróficos das mudanças climáticas.

Liberty Seguros reconhece mais de 300 oficinas que adotam boas práticas em Sustentabilidade 

Marcio Probst Liberty Seguros

Fonte: Liberty

A preferência dos consumidores por marcas que tenham práticas sustentáveis tem crescido significativamente com o passar dos anos. Uma pesquisa divulgada pela Euromonitor Internacional aponta que, em 2021, 67% dos consumidores tentaram causar um impacto positivo no meio ambiente com suas ações do dia a dia e, por consequência, esperam ações alinhadas à agenda ESG por parte das marcas. 

Os temas de ESG (sigla que engloba sustentabilidade, sociedade e governança) são essenciais para a Liberty Seguros, que trabalha para adotar práticas mais sustentáveis em toda a companhia, além de promover essa cultura em toda a cadeia de serviços e produtos. Pensando nisso, a seguradora anunciou hoje o reconhecimento do Selo Sustentabilidade da companhia para 363 oficinas que atuam de forma sustentável no dia a dia. Alguns dos cuidados realizados pelos parceiros reconhecidos com o selo são a gestão de resíduos, atenção para a emissão de CO2, captação e reutilização de água, responsabilidade social, entre outros.

As oficinas também receberão um Selo de Boas Práticas em Sustentabilidade que estará disponível nos sistemas internos da Liberty, além do site da companhia e aplicativo, para fácil identificação destas oficinas que terão este reconhecimento.

“A Liberty trabalha para implementar cada vez mais atitudes sustentáveis na operação e isso se estende aos nossos parceiros. Por meio do Selo de Sustentabilidade, a companhia fomenta boas práticas ambientais e sociais, o que no longo prazo pode fazer a diferença para ajudar o planeta a ser um lugar melhor”, comenta Marcio Probst, diretor adjunto de sinistros da Liberty Seguros. 

Mercado mantém, em janeiro, a confiança no crescimento

Fonte: Fenacor

Pesquisa divulgada pela FENACOR indica que, em janeiro, o Índice de Confiança do Setor de Seguros (ICSS) se manteve em alta, pelo segundo mês consecutivo, atingindo 108,5. Esse é o maior percentual apurado desde outubro do ano passado, quando chegou a 110,2. Realizado pela Rating de Seguros Consultoria, por encomenda da FENACOR, o ICSS é um indicador mensal que mede a confiança do setor de seguros no Brasil.

Esse indicador é o resultado da média de três variáveis utilizadas na pesquisa: o ICES (Índice de Confiança e Expectativas das Seguradoras); o ICER (Índice de Confiança e Expectativas das Resseguradoras); e o ICGC (Índice de Confiança das Grandes Corretoras). No seu cálculo, o indicador leva em conta aspectos referentes à economia brasileira, ao faturamento e à rentabilidade de cada um dos setores citados.

A partir dessas informações, e após cálculos estatísticos, é definido esse índice, cujo valor varia de 0 a 200. O número 100, que divide o índice ao meio, sinaliza que a expectativa atual é que a situação permaneça a mesma no futuro. Por outro lado, quanto maior esse valor, mais otimista está o segmento; e vice-versa.

Em janeiro, o índice com maior evolução foi o que mede a confiança das Seguradoras, que chegou a 109,2, o que representou um avanço de 5,1 pontos em relação ao mês anterior. O ICGC também indicou um aumento da confiança dos Corretores de Seguros, chegando a 110,2, com avanço de 3,3 pontos em comparação a dezembro de 2021.

PESQUISA. Em todos os finais de mês são enviadas perguntas simples, de múltipla escolha, em que as empresas dizem sobre o que esperam que aconteça nos próximos seis meses, com relação a algumas variáveis relevantes do setor. Ao todo, aproximadamente 100 companhias são entrevistadas em cada oportunidade. Embora todas as perguntas sejam de caráter institucional, as respostas não são divulgadas individualmente.

Prudential investe para conquistar empresas com pacote de benefícios sob medida

Patricia Prudential

Tem seguro de vida? Esta é uma pergunta recorrente no processo seletivo de funcionários diante da trágica experiência proporcionada pela morte de mais de 623 mil pessoas por Covid-19 no Brasil até janeiro de 2022. No mundo, 5,6 milhões. Tal realidade trouxe significativas mudanças para o segmento de seguro de vida. As grandes empresas geralmente ofertam pacotes negociados com os sindicatos de trabalhadores, mas que passam por revisões. Já as médias e pequenas empresas, que ainda constroem um programa de benefícios mais encorpado, começam a olhar para o seguro de vida com outros olhos. 

“A pandemia ampliou o debate nas empresas sobre o bem-estar dos funcionários, fazendo desse produto um benefício de baixo custo e relevância na atração e retenção de talentos”, afirma Patrícia Freitas, vice-presidente de Parcerias Estratégicas Multicanais da Prudential do Brasil. Segundo ela, há muitas oportunidades no seguro de vida corporativo, principalmente para as pequenas e médias empresas. O seguro de vida empresarial, responsável por quase 80% das vendas das seguradoras, está consolidado em grandes empresas, mas entre as PMEs e estatais está apenas começando. 

A modernização das coberturas, a inclusão de benefícios que podem ser usados em vida pelo segurado e plataformas digitais que possibilitam a gestão dos benefícios de forma simplificada foram fatores decisivos para agradar tanto os corretores como os profissionais de RH das empresas. O resultado fica visível com os números do setor. Segundo dados da Superintendência de Seguros Privados (Susep), o seguro de vida registrou crescimento de 17% de janeiro a novembro de 2021, ultrapassando R$ 21 bilhões. Desse valor, vida individual representa R$ 8,9 bilhões e vida em grupo R$ 12,1 bilhões. “Este valor está muito aquém da média mundial, o que nos sinaliza o tamanho do potencial que temos para levar proteção financeira a toda sociedade”, ressalta Patrícia Freitas. 

Susana de Cassia Goncalves Almeida, coordenadora de saúde e bem estar da Klabin, afirma que a principal prioridade do departamento em relação ao seguro de vida para os colaboradores é a proteção que é dada a ele ou seus familiares num momento tão difícil. “Com certeza o seguro de vida é um atrativo por proporcionar essa segurança aos colaboradores e seus familiares”, conta ela, que é cliente da Prudential. “Somos clientes da Prudential há muitos anos e o fato de não temos reclamações de colaboradores e familiares na condução dos processos é primordial para o nosso dia a dia na gestão de benefícios”, acrescenta. 

Legenda: Susana, da Klabin: nossa prioridade é a proteção que é dada ao nosso colaborador ou seus familiares num momento tão difícil

Para Susana, um dos principais serviços que uma seguradora pode prestar está ligado à gestão dos benefícios. “Quanto mais integrado seus sistemas, maior a sinergia na gestão, sugere. 

Os corretores afirmam que a demanda pelo seguro de vida empresarial está realmente aquecida. “Com a pandemia, o seguro passou a ser percebido efetivamente pelas empresas e pelas pessoas como uma proteção financeira relevante para as famílias num cenário de tanta incerteza gerado por este vírus que ceifou mais de 600 mil vidas só no Brasil”, comenta Pedro Monteiro, diretor executivo D’Or Vida. 

Segundo ele, esta mudança de conceito trouxe para as empresas uma necessidade de revisão de coberturas e capitais e, ao mesmo tempo, a oportunidade de valorizar este benefício. “A família do colaborador quer entender de qual forma está protegida”, afirma o corretor. Também foi consolidado o entendimento e a importância do capital ser estabelecido por múltiplo salarial. O colaborador entende que, na sua falta, a indenização dará o equilíbrio financeiro para a sua a família por determinado período. “O consumidor está mais exigente e muito mais informado e devemos estar mais preparados, para superar as suas expectativas”, acrescenta. 

Coberturas mais recomendadas

Mesmo com o aumento considerável do número de indenizações, por uma situação nova e extremamente inesperada, o mercado de seguros entendeu da importância de incrementar as coberturas, que ampliaram significativamente o conceito de proteção e serviços. 

Legenda: Pedro Monteiro, da D’Or Consultoria: cada empresa deve ter as coberturas e serviços do seguro de vida avaliado de forma particular

O desenho de coberturas e capitais deve ter relação direta com várias características da empresa como grau de risco da atividade, alocação de cargos e funções, perfil etário dos funcionários e outras informações, que irão determinar o melhor desenho e relação custo-benefício. Além das coberturas tradicionais como morte por doença e acidente; invalidez por acidente e doença, o corretor Pedro Monteiro recomenda a avaliação de coberturas que ampliam, consideravelmente o benefício, como, por exemplo: indenização especial por acidente, assistência funeral familiar, doenças graves e auxílio financeiro. “Mas, ressalto: cada empresa deve ser avaliada de forma particular”. 

Neste cenário, tanto a cliente Susana como o corretor Pedro afirmam que a Prudential se mostrou como uma seguradora ágil, especializada, desburocratizada, que oferece importantes alternativas de produtos, com simplificação para a contratação das apólices e, principalmente, no pagamento das indenizações de forma rápida, no momento de necessidade das famílias. “As empresas e seus RH’s investem em determinados benefícios e precisam ter a plena certeza de que os funcionários e suas famílias estarão seguros. A Prudential tem este conceito de proteger as pessoas”, afirma o diretor da corretora D’Or. A Prudential é especialista em proteger. As empresas são diferentes, as necessidades são únicas.

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SulAmérica Investimentos aposta em renda fixa para 2022 e lança novos produtos

Fonte: SulAmérica

Em meio a um cenário de instabilidade na B3 (bolsa de valores brasileira) e de altas recentes da taxa Selic (a taxa básica de juros), a renda fixa voltou a ganhar destaque na carteira de investidores em todo o país. E é nesta classe de ativos que a SulAmérica Investimentos, uma das maiores assets independentes do país e com 25 anos de história, aposta, trazendo três novos produtos neste mês de janeiro para diversificar o portfólio.

Esse movimento vem na esteira de uma série de investimentos que a asset realizou em sua gestão. Em 2021, a gestora criou um núcleo de inteligência quantitativa para trazer uma abordagem focada nos processos e entregar mais dados para a análise dos cenários, ativos e tomada de decisão, além de expandir o time de Crédito Privado, com a contratação de profissionais estabelecidos no mercado de crédito. 

“Estamos investindo de forma contínua em nossa atividade e em busca de retornos consistentes para nossos investidores e parceiros”, comenta Marcelo Mello, vice-presidente de Investimentos, Vida e Previdência da SulAmérica.

Dois dos novos lançamentos, o SulAmérica Income FI RF LP e o SulAmérica Capital FI RF LP, são destinados a investidores em geral, mas também estão enquadrados na Resolução CMN nº 4661, que dispõe sobre a aplicação dos recursos das entidades fechadas de previdência complementar. Já o terceiro produto, o SulAmérica Retorno Total FI RF LP, tambémvoltado aos investidores em geral, terá um viés mais focado nos clientes de plataformas de investimentos de varejo.

“Depois de fechar 2021 com a Selic a 9,25%, a expectativa da gestora é que a taxa chegue a 12% neste ano. Com isso, surgem boas oportunidades para se investir em renda fixa, seja em produtos atrelados à Selic, ao CDI ou a inflação”, comenta Luis Garcia, CIO da SulAmérica Investimentos. “Neste momento, produtos pós-fixados podem se beneficiar do cenário no curto prazo, enquanto os investimentos em inflação miram no longo prazo, buscando proteção do poder de compra”, avalia.

SulAmérica Income é um fundo de renda fixa com menos risco, cujo objetivo é superar seu benchmark, o IMA-B 5, com taxa de administração de 0,25% a.a. O SulAmérica Capital, por sua vez, é um produto de renda fixa que terá estratégias de juros e também posições em ativos de crédito privado, podendo chegar a até 49% nesta classe. Ele visa entregar o CDI + 1,50% ao ano, com taxa de administração de 0,70% a.a. e taxa de performance de 20% sobre o que exceder o benchmark, 100% do CDI.

Para a Head de Crédito Privado da asset, Daniela Gamboa, o cenário é propício para se obter resultados com investimentos em renda fixa local. “A renda fixa está vivendo um momento positivo devido à alta da Selic e sentíamos que faltava na nossa grade de produtos um fundo que combinasse nossas estratégias em juros com a nossa expertise em crédito privado, o que representa uma boa oportunidade de retorno com menor risco”, afirma.

Por fim, o SulAmérica Retorno Total FI RF LP tem perfil mais arrojado, com posições em derivativos no mercado de renda fixa e, portanto, buscando um retorno maior para o cotista. O objetivo deste fundo é entregar CDI + 3,00% ao ano, com taxa de administração de 1,20% a.a. e taxa de performance de 20% sobre o que exceder o benchmark, também 100% do CDI.

Sincor-SP apresenta novos diretores regionais

Fonte: Sincor-SP

A nova gestão do Sincor-SP, eleita em novembro do ano passado, agora está com o time completo. Foram nomeados os diretores regionais que irão representar a entidade em todo o Estado de São Paulo, no período de 2022 a 2025.

Chegam na casa os novos diretores: Carlos Eduardo Melato (Araraquara), Reinaldo Alves de Lima (Barretos), Ildebrando Gozzo (Bauru), Carlos Cunha (Campinas), Luis Pedro Nardin (Jundiaí), Cinthia Carrero Severino (Marília), Silvia Camacho (Piracicaba), Alex Dias Florentino (Presidente Prudente), Paulo Sergio de Souza (Santos), Renato Cappelli (São José dos Campos), Ivone Elise Gonoretske (São Paulo Centro), Nilson Moraes (São Paulo Leste), Luis Alberto d’Almenery (São Paulo Norte) e Ednir Fornazzari (São Paulo Oeste) e Mara Borges Sutto (São Paulo Sul).

E continuam para este novo mandato os diretores: Sady Viana (ABCDMR), Flávio Machado (Araçatuba), Jobel Cândido Venceslau Júnior (Assis), Odeir Vilar (Fernandópolis), Hildemar Silveira (Franca), Claudemir Machi (Guarulhos), Wilton Nogueira (Mogi das Cruzes), César Munis (Nova Alta Paulista), Eduardo Minc (Osasco), José Marcos Alonso (Ribeirão Preto), Antônio Gilberto Affonso de André (São Carlos), Gilberto Fadiga Filho (São João da Boa Vista), Antônio Roberto Mantovan (São José do Rio Preto), Eduardo Lemes (Sorocaba) e Lauro Barreto (Taubaté).

Os diretores regionais agora têm a missão de planejar e organizar as iniciativas locais, promover encontros, estimular o diálogo da categoria com as seguradoras e os prestadores de serviços, além de auxiliar os associados em suas dificuldades diárias.

“Damos as boas-vindas a toda diretoria que, com certeza, fará um excelente trabalho na representação dos corretores de seguros em todo o Estado. Nossa equipe é formada por profissionais qualificados e que sabem da importância de uma entidade fortalecida e uma categoria unida”, declara o presidente do Sincor-SP, Boris Ber.

TEx investe em gestão humanizada e desenvolve uma série de ações para seus colaboradores

emir tex

Especializada em soluções para o mercado segurador, a TEx investe continuamente no capital humano, por meio do desenvolvimento e ações que contribuem para motivação e felicidade de seus colaboradores. São programas de incentivo, ações internas que promovem a diversidade e inclusão, além de parcerias em educação financeira, cursos e aprimoramento profissional. Vale lembrar que a TEx conquistou pela segunda vez a Certificação Great Place to Work, consultoria que reconhece empresas com os melhores ambientes de trabalho em todo mundo.

Emir Zanatto, que assumiu o cargo CEO da TEx em junho de 2021, acredita na gestão humanizada como forma de potencializar o time, que conta com mais de 165 pessoas em diferentes Estados do País e no exterior. “São muitos fatores que podem afetar a entrega de uma empresa, mas o principal deles é como as pessoas se sentem no dia a dia, no ambiente de trabalho. Profissionais motivados tendem a ter maior desempenho e produtividade. Isso contribui consideravelmente para tornar a empresa mais competitiva no mercado, oferecendo produtos cada vez melhores para nossos parceiros, que se desdobram em corretores de seguros, empresas de tecnologia, outras insurtechs e Seguradoras”, explica Zanatto.


A insurtech conta com novas políticas e programas de incentivo que visam promover não só o bem-estar da equipe como também oferecer conhecimento técnico e profissional para os colaboradores. “Desde o ano passado somos petfriendly, o que permite maior interação entre as equipes e traz um ambiente mais agradável para nossos colaboradores. Também adotamos o Day OFF no aniversário, e o Indique um TalenTEx, que premia as indicações de novos colaboradores dentro do time. Em se tratando de educação, todos nossos colaboradores têm acesso ao Alura, plataforma de ensino para realização de cursos e aprimoramento profissional com premiação dos colaboradores que tiveram destaque”, explica Zanatto. A insurtech também tem parceria com a TC Educa, que promove cursos de educação financeira.

Atualmente a TEx está presente em mais de 13 Estados do Brasil, como Acre e Paraíba, e em mais de 57 cidades, como Videira-SC e Camaragibe-PE. De janeiro de 2021 até o momento foram realizadas 118 contratações.

Empresa Cidadã — Ao longo de 2021 a equipe de gestão e cultura, em conjunto com a área de marketing, realizou uma série de ações internas como Campanha do Agasalho, Setembro Amarelo, Outubro Rosa, Novembro Azul e Campanha Adote Uma Cartinha de Natal. “Foram ações fantásticas que tiveram adesão maciça de colaboradores de todos os Estados. O que prova para nós que a gestão humanizada só tem a agregar valor para a empresa”, ressalta.

A pandemia também trouxe uma série de ensinamentos que são aplicados diariamente pela TEx, como adesão da modalidade de trabalho officeless, política de feedback periódico, times orientados com base em dados e metas. “Esse período de Covid-19 fez com que aprimorássemos uma série de ações já praticadas e adoção de ferramentas fundamentais para entrega de resultados de forma eficiente”, finaliza.

Na última semana de 2021 foi realizado o TEx Day, evento interno idealizado por Emir Zanatto, que reuniu parte da liderança da empresa para apresentar os resultados e dividir os desafios e planos para 2022.

Boletim IRB+Mercado aponta que prêmios emitidos alcançaram R$ 12 bilhões, alta de 13,3% no mês de novembro

irb inteligencia mercado

A 15ª edição do Boletim IRB+Mercado, relatório mensal da plataforma IRB+Inteligência divulgado hoje (02/02), mostra que, em novembro de 2021, houve crescimento dos prêmios emitidos pelas seguradoras em todos os seis segmentos analisados. O destaque ficou por conta de Crédito e Garantia que, após dois meses de retração, registrou a maior variação positiva: 45,2%. Ao todo, o faturamento do setor no penúltimo mês do ano passado chegou a R$ 12 bilhões, um avanço de 13,3% frente a igual período de 2020. No acumulado de 2021, os prêmios emitidos totalizaram R$ 128,2 bilhões, o que representa alta de 14,1% em relação ao ano anterior. 

A sinistralidade geral do setor também cresceu em novembro. A alta, na comparação com o mesmo mês de 2020, chegou a 4,8 pontos percentuais (p.p.). No acumulado de 2021, o índice aumentou 6,8 p.p. em relação à taxa dos 11 primeiros meses de 2020, resultando em 50,3%. Os segmentos com as sinistralidades mais elevadas do ano passado até aqui são Rural (77,2%) e Automóvel (61,9%). Apesar do lucro líquido do setor de seguros ter crescido 26,1% em novembro, no acumulado o resultado é 44,6% menor que em 2020. 

Por segmento, em novembro, Crédito e Garantia chegou a R$ 436 milhões em prêmios emitidos. Em seguida, Automóvelsomou R$ 3,5 bilhões (+17%); Danos e Responsabilidades, R$ 2 bilhões (+14,6%); Individual Contra Danos, R$ 1,1 bilhão (10,9%); e Rural, R$ 635 milhões (+9,3%). O segmento de Vida, que detém 36,3% do mercado de seguros, faturou R$ 4,3 bilhões (+8,8%). 

O Boletim IRB+Mercado resume as operações de seguros a partir dos dados públicos disponibilizados pela Susep em 17/01, considerando os seguros de danos, responsabilidades e pessoas. A edição também lista os cinco maiores grupos seguradores por linha de negócios.

Reunião do CEM da CNseg lista fatores de riscos à retomada global

seguros

Fonte: CNseg

A primeira reunião do ano do Comitê de Estudos de Mercado (CEM) da Confederação Nacional das Seguradoras – CNseg, ocorrida nesta quinta-feira (27), tratou dos fatores que poderão afetar o ritmo de retomada da economia global em 2022 e as consequências disso para o Brasil.

Tensão geopolítica na Europa, com o risco de invasão da Ucrânia pela Rússia, manutenção da inflação global, o avanço mundial da variante Ômicron (e seus desdobramentos indesejáveis), os preços em alta do petróleo, provável alta acelerada dos juros básicos da economia americana e a perspectiva de desaceleração da China, dadas as medidas severas para conter a Covid-19, estão entre os problemas que países emergentes deverão colocar no radar, já que são os mais propensos a sentir os efeitos de uma desaceleração global.  “Será um ano particularmente difícil para os emergentes (até para a China), sob os quais o aperto das condições monetárias globais tende a ter um peso maior”, relatou o economista Luiz Roberto Cunha, membro do CEM, destacando, entre as consequências, menores fluxos de investimentos externos, desvalorizações cambiais, pressões inflacionárias adicionais, em um cenário de inflação global resiliente.

Dois dos principais parceiros brasileiros- EUA e China – seguem em caminhos opostos em termos de retomada. EUA demonstram forte crescimento, de 6,9% anualizado no último trimestre, ao passo que a China perde pontos de expansão, em virtude de sua política de buscar zerar novos casos de Covid-19. Um pode elevar os juros e, com isso, reduzir fluxos de capitais para o Brasil, e o outro pode adiar o fim dos gargalos estruturais que travam a produção das cadeias globais. O resultado disso seria uma inflação permanentemente alta e ameaças reais no nível de atividades, principalmente em países emergentes.

Ao lado do cenário externo, a eleição presidencial de outubro, juros e inflação mais elevados e as questões fiscais foram outros temas tratados na reunião do CEM. A conclusão é de que, com tantas variáveis capazes de afetar o ritmo de recuperação, o cenário básico de 2022 é ainda de incerteza. 

O desempenho positivo do setor, cuja arrecadação cresceu 13,3%, para R$ 275,3 bilhões até novembro (sem Saúde e DPVAT), foi outro tópico abordado no encontro, além do avanço da sinistralidade em algumas carteiras, como a de Automóvel. Nesse caso, o sinistro apresentou uma evolução de 40%, a maior da série histórica, ao passo que a arrecadação subiu 17,2% na comparação de novembro de 2021 versus o mesmo mês de 2020. Pela variação de 12 meses, constata-se uma recuperação em v da sinistralidade.

Também o Seguro Rural segue com forte pressão nas despesas com indenizações. O Rural acumulou R$ 9 bilhões em prêmios até novembro, crescimento de 38,8% sobre 2020. Ao passo que os sinistros têm apresentado forte aumento- atingiram R$ 4,1 bilhões – devido à seca no Sul e às fortes chuvas no Sudeste e em parte do Nordeste do País. 

Na carteira de Vida, a arrecadação mantém a tendência de crescimento, ao passo que o volume de sinistro dá sinais de desaceleração, após pico ocorrido de abril e agosto do ano passado, quando chegou a pagar mais de R$ 1 bi /por mês.

Os especialistas destacaram ainda o ano muito positivo dos seguros Residencial e Empresarial que, juntos, representam aproximadamente 60% do grupo Massificados. Foi constatada ainda a trajetória do Habitacional, com receita acumulada de R$ 446,1 milhões e alta de 12,6% no acumulado do ano. Na pauta ainda, o comportamento do Garantia Estendida, seguro de Transportes e Capitalização.

Seguradora Zurich patrocina exposição “Amazônia”, do fotógrafo Sebastião Salgado

De 15 de fevereiro a 10 de julho, o Sesc Pompeia recebe a exposição “Amazônia”, de Sebastião Salgado. A mostra exibe o resultado de sete anos de experiências e expedições fotográficas na Amazônia brasileira. As fotografias – feitas por terra, água e ar –  revelam a floresta, rios, montanhas e a vida em 12 comunidades indígenas, em uma Amazônia ainda desconhecida que não cessa de surpreender com a cultura e engenhosidade de seus povos, seus mistérios, sua força e sua incomparável beleza. Esse denso universo marcou o olhar do fotógrafo com imagens impressionantes, em sua grande maioria mostradas ao público pela primeira vez.

Idealizada e concebida por Lélia Wanick Salgado, a mostra imersiva, um mergulho no coração da Amazônia, é um convite para ver, ouvir e, ao mesmo tempo, refletir sobre o futuro da biodiversidade e a urgente necessidade de proteger os povos indígenas e preservar esse ecossistema imprescindível para o planeta. “Ao projetar ‘Amazônia’, quis criar um ambiente em que o visitante se sentisse dentro da floresta, se integrasse com sua exuberante vegetação e com o cotidiano das populações locais”, comenta Lélia.

Para Danilo Santos de Miranda, Diretor do Sesc São Paulo, “realizar o debate acerca de temas cruciais para nosso destino enquanto sociedade consiste numa forma de criação de relações de pertencimento e partilha simbólica, propósitos que orientam as ações do Sesc desde sua fundação em 1946”. E complementa que “a exposição Amazônia cumpre, assim, a manutenção desse projeto de cidadania que, no caso específico da mostra, vislumbra, nos grãos que formam as fotografias, a semeadura nativa de discussões, engajamentos e diálogos que nos dizem respeito necessariamente”.

Acompanhada de uma criação sonora, uma original composição do músico francês Jean-Michel Jarre a partir dos sons concretos da floresta, a exposição – já inaugurada na França (Museu da Música – Filarmônica de Paris), na Itália (MAXXI Museu, em Roma) e na Inglaterra (Museu da Ciência, em Londres) – também dá voz às comunidades ameríndias. Além das mais de 200 fotografias, são exibidos sete vídeos com testemunhos de lideranças indígenas sobre a importância da Amazônia e os problemas enfrentados hoje em sua sobrevivência na floresta. “Esta exposição tem o objetivo de alimentar o debate sobre o futuro da floresta amazônica. É algo que deve ser feito com a participação de todos no planeta, junto com as organizações indígenas”, defende Sebastião Salgado.

A exposição apresenta ainda dois espaços com projeções de fotografias. Uma delas mostra paisagens florestais musicadas pelo poema sinfônico “Erosão – Origem do Rio Amazonas”, do compositor brasileiro Heitor Villa-Lobos (1887-1959); a outra, revela retratos de índios, com uma composição especial de Rodolfo Stroeter.

Ao final da exposição, um espaço dedicado ao Instituto Terra apresenta o trabalho realizado por Lélia e Sebastião Salgado desde 1998, que abrange o reflorestamento de uma área de cerca de 600 hectares de Mata Atlântica em Aimorés (MG), além do cultivo de milhões de mudas de árvores em extinção e capacitação de jovens ecologistas para um trabalho contínuo de proteção e conservação da biodiversidade da região.

Edson Franco: “Como seguradora, lidamos com impactos climáticos todos os dias e acreditamos que a sensibilização sobre este risco inspirará mais pessoas a tomarem medidas pelo planeta”

Edson Franco, CEO Brasil da seguradora multinacional Zurich Insurance Group, patrocinadora global da exposição Amazônia, afirma que: “Por acreditarmos no poder da imagem como instrumento de conscientização sobre as mudanças climáticas, apoiamos este projeto fotográfico de Lélia e Sebastião Salgado, que compartilham a nossa visão e aspiração por um mundo melhor, e com quem já temos estabelecida uma parceria no Instituto Terra”. Acrescenta ainda, que: “Como seguradora, lidamos com impactos climáticos todos os dias e acreditamos que a sensibilização sobre este risco inspirará mais pessoas a tomarem medidas pelo planeta”.  

Depois de São Paulo, a exposição segue para o Rio de Janeiro, no Museu do Amanhã, de 19 de julho de 2022 a 29 de janeiro de 2023. Amazônia vai ainda ser apresentada em Belém, além de estarem previstas outras capitais.