Previdência privada tem benefício fiscal subutilizado pela maioria dos contribuintes

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Fonte: Zurich

Conforme dados divulgados pela Confederação Nacional de Dirigentes Lojistas (CNDL) e pelo Serviço de Proteção ao Crédito (SPC Brasil) em novembro, 34% dos brasileiros tinham a intenção de poupar, economizar ou investir as parcelas do 13° salário que receberiam este ano.

Com o dinheiro “extra” no orçamento de muitos brasileiros, a previdência privada é uma opção de investimento que costuma estar aquecida no final no ano. E as vantagens fiscais estão entre uma série de aspectos que devem ser analisados na hora de optar por um investimento – mas para uma parte dos brasileiros, essa pode não estar sendo a realidade.

De acordo com o documento “Grandes Números IRPF”, da Receita Federal, R$ 118 bilhões deixaram de ser deduzidos na Declaração de Imposto de Renda (IR) – Ano-Calendário 2020/Exercício 2021 pelos contribuintes que utilizaram o modelo Completo de Declaração do Imposto de Renda.

Pela análise de John Liu, Diretor de Investimentos da Zurich no Brasil, apenas R$ 16,4 bilhões de um total de R$ 134,8 bilhões de toda a base compensável foi aproveitada pelos participantes do sistema de previdência complementar aberta. Ou seja, 87% do que poderia ser utilizado legalmente como benefício fiscal – este é o mesmo percentual observado no levantamento da empresa, feito no final de 2020.

“Os investidores em planos de previdência na modalidade PGBL [Plano Gerador Benefício Livre] têm por direito deduzir até 12% da renda bruta anual tributável, mas precisam indicar isso em suas Declarações. O fato de que apenas 13% do montante total foi declarado, mostra que ainda há muito o que caminhar na educação financeira”, avalia John.

Segundo o executivo, não é um problema que R$ 118 bilhões tenham ficado com a Receita, já que o Tesouro Nacional destina os recursos do IR em prol da sociedade. “Mas denota que as pessoas, inclusive as de maior renda, que são as que geralmente que possuem planos PGBL, não estão aproveitando o benefício fiscal que esse tipo de investimento de longo prazo proporciona”, pondera.

O executivo lembra que até o próximo dia 31 de dezembro é possível aproveitar a possibilidade de investir nesse tipo de plano e deduzir 12% da renda bruta anual tributável para quem realiza a declaração no modelo completo. 

“No ano passado, a Zurich lançou nove diferentes fundos e, em 2021, mais dois, todos com foco em diferentes perfis de investidor – do mais conservador ao mais agressivo – e com variados benchmarkings, que são índices de referência de rentabilidade. Pretendemos atender a demanda de todos os investidores, inclusive o que quiserem fazer portabilidade para a Zurich nestes tempos de retomada de crescimento da taxa Selic”, alerta o executivo.

Previdência ofertada pelas empresas pode contribuir para o futuro das novas gerações

O mercado brasileiro de previdência privada aberta ultrapassou em 2021 a marca histórica de R$ 1 trilhão de ativos sob gestão, de acordo com a Federação Nacional de Previdência Privada e Vida (FenaPrevi). Deste total, 10,9% são de planos coletivos; a maior parte ainda vem dos planos individuais, que respondem por 87,7% daquele total; o restante, 1,4%, vem dos planos do segmento menor.

Embora os números impressionem, a penetração da previdência privada é considerada pequena pelos especialistas: cerca de 25% do PIB, conforme dados de 2020 da Organização para Cooperação e Desenvolvimento Econômico (OCDE), que figuram no documento Pension Markets in Focus 2021. Em países desenvolvidos, nos quais a cultura da poupança é mais arraigada, passa de 100%. É o caso da Dinamarca (229%), Holanda (213%) e Islândia (207%).

Nesse cenário, a diferença entre a realidade brasileira e a de nações desenvolvidas pode ser minimizada pela adesão das empresas à previdência privada, ao oferecer planos para seus funcionários – resultando num fenômeno semelhante ao que aconteceu com o seguro saúde há alguns anos. No Brasil, embora 60% das empresas, a maioria de grande porte, ofereçam planos de previdência aos seus funcionários, no total estes representam apenas 8% dos trabalhadores formais. A título de comparação, nos EUA, a proporção é de 52%.

Há dois tipos de planos que as companhias brasileiras podem oferecer aos seus funcionários: instituído e averbado. No primeiro, a cada R$ 1 que eles investem, a empresa aporta o mesmo valor. Já o segundo, apenas o funcionário faz a contribuição, mas ainda assim tem o benefício de acessar planos com condições diferenciadas para a empresa.

“Independentemente do modelo que a empresa adotar, entre tantos benefícios, há um que é importante no país: ajuda a incutir no funcionário e, indiretamente, em seus dependentes, a cultura da poupança no longo prazo”, destaca o Diretor Executivo de Investimentos da Zurich no Brasil, John Liu.

Com a reforma da Previdência Social, que tornou a possibilidade de se aposentar pelo teto (R$ 6,5 mil) cada vez mais distante, a previdência complementar é, como diz o nome, o melhor meio de as pessoas manterem a renda que tinham na ativa após o período laboral.

“De acordo com o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), a renda média da população ativa é de R$ 2.507,00, ao passo que o valor médio da aposentadoria é de R$ 1.450,00. Se as gerações Y, Z e até Alpha não tiverem consciência de que é preciso pensar agora no futuro, a situação financeira deles na maturidade poderá ser bem complicada. Os planos de previdência podem ajudar a mudar esse cenário”, finaliza John Liu.

Zurich reforça rede de atendimento para atender aumento de chamados durante o verão

A Zurich e a Tempo Assist – parceira da seguradora na prestação de serviços para esses dois tipos de proteções – atuarão em conjunto para dar suporte para os clientes dos produtos Zurich Automóvel e Zurich Seguro Residência.

A iniciativa consiste em diversas ações combinadas, como no aumento da capacidade da Central de Atendimento. No caso do seguro auto, especificamente, houve incremento da escala de prestadores de serviços, além do deslocamento de guinchos para prestar socorro nas cidades litorâneas nos estados de São Paulo, Rio de Janeiro, Espírito Santo, Santa Catarina, Paraná, Rio Grande do Sul, Ceará, Rio Grande do Norte, Bahia, Paraíba, Pernambuco, Alagoas e Sergipe. A estrutura contempla, ainda, reforço no número de caminhões-cegonha para transporte de veículos. 

Já para o seguro residencial, a Tempo Assist também promoveu aumento de escala da rede para as ocorrências que envolvem serviços básicos e de reparo em produtos da linha branca (geladeira e fogões, por exemplo), bem como a substituição de vidro quebrado ou o atendimento emergencial de um chaveiro, por exemplo. Especificamente para este tipo de proteção, foram elencados aqueles municípios que, historicamente, têm mais demandas nesta época do ano. São eles: Unaí, em Minas Gerais; Pindamonhangaba, Junqueirópolis, Louveira, Itanhaém e Taubaté, em São Paulo; Viamão e Rio Grande, no Rio Grande do Sul; e São Francisco do Sul e Palhoça, em Santa Catarina.

“Toda essa movimentação extraordinária tem um único objetivo: oferecer a melhor experiência ao segurado. Nosso desejo é que, aqueles que se deslocarem em viagens de automóvel para aproveitar bons momentos com suas famílias, não tenham contratempos. O mesmo quando estiverem em suas residências. Mas, se for preciso acionar nossos seguros, terão como contrapartida – como sempre – o nosso melhor para atenuar a situação”, comenta o Diretor Executivo de Personal Lines da Zurich no Brasil, Rafael Ramalho.

Estrutura de atendimento reforçada

Denominada Projeto Integrado de Verão (PIV), a operação, que se iniciou no dia 17 de dezembro de 2021, durará 27 dias – período que envolve o hiato que antecede o Natal e ultrapassa o Réveillon –, até chegar ao dia 12 de janeiro, considerando, portanto, os picos de deslocamentos.

Empresa líder do mercado nacional de serviços emergenciais e de conveniências, nos segmentos de veículos, imóveis e pessoas, a Tempo Assist estima um aumento considerável no volume de assistências prestadas, em comparação ao mesmo período do ano anterior. Por isso, a empresa montou o PIV para suprir a demanda e garantir o atendimento aos usuários dos serviços.

“A estrutura cuidadosamente concebida contempla todas as etapas de atendimento ao cliente: do momento em que ele aciona até a prestação do serviço que ele necessita e que é coberta pelo seguro, tudo para proporcionar a melhor experiência possível. São cerca de 450 prestadores de serviços que reforçam a estrutura atual de parceiros em todo o país, que ficarão a postos para essa missão”, conclui João Carlos Armesto, Diretor Executivo Comercial da Tempo Assist.

Antonio Trindade permanece na presidência da FenSeg no triênio 2022-2025

Antonio Trindade - Presidente FenSeg (2)

A Federação Nacional de Seguros Gerais (FenSeg) realizou Assembleia Geral Ordinária com as associadas, no último dia 16, e elegeu seus dirigentes para o triênio 2022–2025. A Diretoria foi eleita em chapa única. Antonio Trindade, CEO da Chubb, terá novo mandato na presidência da Federação, que representa as seguradoras atuantes nos segmentos de Danos e Responsabilidades.

A posse da nova Diretoria eleita está marcada para fevereiro de 2022.  A FenSeg será representada pelos seguintes dirigentes:

Presidente:  Antonio Trindade (Chubb)

Vice-presidentes: Bruno Campos Garfinkel (Porto Seguro), Eduard Folch Rue (Allianz), Roberto Junior de Antoni (Mapfre) e Ney Ferraz Dias (Bradesco Auto/RE).

Diretores: Alfredo Lalia Neto (Sompo), Luciano Calabró Calheiros (Berkley), Fabio Henrique Ferreira de Pinho (Essor), Rogerio Aparecido Idino (Brasilseg), Thisiani Gisele Matsumura Martins (AXA XL), Gustavo Henrich (Junto), Hélio Hiroshi Kinoshita (Mitsui Sumitomo), Luciano Santos (Chubb), Eduardo Nogueira Domeque (Itaú Seguros), Marcelo Goldman (Tokio Marine), Murilo Setti Riedel (HDI), Marcos Machini (Liberty) e Rafael de Gouveia Ramalho (Zurich Minas Brasil).

Membros titulares do Conselho Fiscal: Emmanuel Pelege (Cardif), Roberto de Souza Santos (Porto Seguro) e Wady José Mourão Cury (Sancor).

Suplentes: Caio Cézar Valli Júnior (Alfa), Gleice Coelho Ferreira (Chubb) e Gustavo Genovez (Mitsui Sumitomo).

SulAmérica lança programa de acompanhamento especializado para beneficiários com sobrepeso e obesidade

Raquel Imbassahy, SulAmérica

Fonte: SulAmérica

A obesidade é um dos problemas de saúde pública mais graves da atualidade. A Organização Mundial de Saúde afirma que, em 2025, a estimativa é de que 2,3 bilhões de adultos ao redor do mundo estejam acima do peso, sendo 700 milhões de indivíduos com obesidade, isto é, com um índice de massa corporal (IMC) acima de 30. Além dos prejuízos para qualidade de vida, o sobrepeso e a obesidade estão diretamente ligados com o desenvolvimento de comorbidades, como diabetes, hipertensão, entre outras doenças crônicas.

Pensando nisso, no mês de dezembro, a SulAmérica lança o Cuidado na Medida, programa de saúde direcionado para clientes com necessidade de orientações sobre sobrepeso e obesidade. O novo programa tem como objetivo realizar um acompanhamento clínico individualizado em serviço de referência multidisciplinar, apoiando o protagonismo no cuidado com sua saúde física e emocional.

O programa foi lançado inicialmente para beneficiários da cidade de São Paulo, em parceria com o serviço de Atenção Primária à Saúde, DaVita Indianópolis. São elegíveis para o programa beneficiários da cidade de São Paulo, com sobrepeso ou obesidade e com mais de 18 anos de idade.

Aderindo ao programa, o cliente SulAmérica terá um acompanhamento multiprofissional e coordenado, com acesso a consultas com médico e enfermeiro especialistas em saúde da família, endocrinologista, nutricionista e psicólogo, em atendimentos que podem ser feitos de forma presencial e por telemedicina. A iniciativa conta ainda com o acompanhamento mensal por enfermeiros de coordenação de cuidado e grupo de apoio.

Cuidado Coordenado

O programa voltado para o tratamento de sobrepeso e obesidade faz parte da estratégia de Cuidado Coordenado da SulAmérica, sempre olhando para o paciente no centro. “Estamos conectando e coordenando toda a jornada do beneficiário, promovendo uma experiência diferenciada de cuidado, com foco no bem-estar do paciente e na medicina de excelência, em alinhamento com prestadores médicos, empresas clientes e outros agentes da cadeia de saúde no mesmo propósito. Contamos com o apoio de uma plataforma eletrônica que permite essa conexão, sempre respeitando a privacidade do paciente e o sigilo médico”, diz Raquel Imbassahy, diretora de gestão de Saúde Populacional da SulAmérica.

Zurich: fusão com WIT Insurance deve potencializar atuação em Campinas e região

A Zurich e a corretora EMF Insurance, com sede em Campinas (SP), especializada em seguros corporativos, registrou crescimento na emissão de apólices de seguros de quase 400% nos últimos quatro anos. “Parceira da Zurich desde que foi fundada, em dezembro de 2014, a EMF Insurance acreditou na nossa proposta de valor, oferecendo soluções em seguro para empresas nas mais diversas modalidades, como patrimonial, risco cibernético e garantia, por exemplo, com apólices na maioria das vezes desenhadas, sob medida, em parceria com a nossa área de Risk Engineering, a partir de criteriosa análise dos riscos específicos a que esses clientes estão sujeitos”, revela o diretor regional São Paulo Interior da Zurich no Brasil, João Amato.

Este cenário se desenha ainda mais próspero por conta de uma mudança recente pela qual a corretora passou: no começo de 2021, a EMF fundiu-se à WIT Insurance, uma empresa da WIT Wealth, Investments & Trust, que também é de Campinas. Segundo nota da Zurich, a WIT Insurance percebeu a necessidade de ampliar sua atuação na área de seguros corporativos. E, com a fusão com a EMF, identificou a oportunidade de potencializar sua atuação neste segmento. Com a união, além de contar com uma empresa ainda mais profissionalizada sob o ponto de vista de gestão, os clientes da EMF Insurance ganham pontos de atendimentos em novas praças, todas no interior de São Paulo, entre elas São João da Boa Vista, São José do Rio Preto, Araçatuba, Ribeirão Preto, Votuporanga e Piracicaba, além de Campinas.

As duas marcas caminharão juntas com o objetivo de segmentar ainda mais o foco de atuação. Haverá a criação de uma plataforma digital para explorar os seguros de varejo, inclusive com a busca de profissionais mais voltados aos seguros de afinidades, maior atuação no segmento agro, além da abertura de novos escritórios.

“A fusão teve o objetivo de desenvolver a EMF cada vez mais no nicho em que atua, potencializando a empresa com o modelo de negócio da WIT Insurance ao implementar uma gestão moderna e profissional. Nossa expectativa é duplicar o faturamento da EMF em 2022”, diz o CEO da WIT Wealth, Investments & Trust, Tomás Zakia.

“Temos uma equipe com sólida experiência no mercado que é potencializada com a soma de vários anos de cada um no segmento de seguros e benefícios, o que representa conhecimento profundo que atravessou vários ciclos e segue as melhores tendências”, acrescenta Eduardo Ramirez, que fundou a EMF há sete anos e na WIT Insurance passou a atuar como Head de Operação do Segmento de Seguros e Benefícios. “Trabalhar com gestão de riscos empresariais é algo muito importante para todas as empresas, por isso temos o maior prazer em agregar valor nos relacionamentos corporativos, identificando e mitigando riscos”.

IRB Brasil Re reduz prejuízo no acumulado de outubro de 2021

Em outubro, o IRB teve prejuízo de R$ 84,8 milhões, frente a perdas de R$ 33,9 milhões no mesmo mês do ano passado. Quando excluídos os efeitos do run-off e one-off, o resultado foi negativo em R$ 27,6 milhões. No acumulado do ano, o resultado foi negativo em R$ 396,6 milhões, frente a perdas no mesmo período de 2020 de R$ 871,1 milhões, ou seja, uma redução de 54,5%. Quando excluídos os efeitos do run-off e one-off, nos dez primeiros meses de 2021 a empresa apresenta um resultado líquido positivo de R$ 74,0 milhões.

Em outubro, o prêmio emitido totalizou R$ 543,2 milhões, um decréscimo de 21,6% em relação ao mesmo período de 2020, sendo R$ 345,5 milhões no Brasil (queda anual de 6,6%) e R$ 197,7 milhões no exterior (-38,8%). No ano o prêmio emitido foi de R$ 7,241 bilhões, uma redução de 11,8% em relação ao período acumulado de 2020, sendo R$ 4,424 bilhões no no Brasil (+4,7%) e R$ 2,817 bilhões no exterior (-29,3%). “A redução dos prêmios com origem no exterior está em linha com a estratégia de re-underwriting amplamente divulgada pela companhia”, segundo nota enviada ao mercado.

Site da Mitsui Sumitomo Seguros está de cara nova

O site da Mitsui Sumitomo Seguros está de cara nova. Ficou muito mais atrativo e intuitivo para proporcionar uma jornada mais fluida para clientes, corretores e parceiros de negócios. As iniciativas fazem parte de um projeto abrangente, que tem como objetivo repensar e reestruturar a comunicação para os diversos públicos.

“Nosso site traz conceitos de experiência do usuário, termo conhecido como UX, para tornar a jornada muito mais completa e incrível aos nossos públicos. Somos parte de um grupo japonês de quase 400 anos de história e a maior seguradora da Ásia, com um site jovem e moderno, e ao mesmo tempo sério, seguro e responsável, como a tradição japonesa”, comenta o vice-presidente, Helio Kinoshita. 

O novo portal traz funcionalidades inovadoras, como inteligência artificial para auxiliar nas buscas por informações, painel interativo e customizável com informações de produtos e serviços, implementação da avatar Miti para atendimento via chat, além de ampla gama de dados para atender de forma dinâmica clientes e corretores. 

O cliente pode acompanhar o andamento da regulação do processo de indenização para pagamento do contrato de seguro. Há também notícias sobre o grupo e a história do grupo japonês presente há 55 anos no Brasil. Pelo site da companhia, o corretor tem acesso para o Portal do Corretor e às oficinas credenciadas e durante o próximo ano, novas funcionalidades deixarão o portal muito mais completo. 

“Nosso objetivo é fazer com que as informações sobre a seguradora sejam cada vez mais claras, completas e acessíveis, e que possam atender às diversas demandas dos diferentes públicos. Para fazer isso, repensamos a nossa estratégia de comunicação e usamos as melhores tecnologias disponíveis. O novo site e a intranet marcam apenas o início desta jornada de inovação que temos pela frente”, afirma Helio Kinoshita. 

Economia permanece desaquecida no início do último trimestre

Pedro Simoes CNseg

Os indicadores de atividade divulgados ao longo da semana passada foram unânimes em confirmar que, após a queda do PIB no segundo e no terceiro trimestre – configurando uma recessão técnica – a economia permanece desaquecida no início do último trimestre do ano, destaca o economista Pedro Simões, do Comitê de Estudos de Mercado da CNseg, a Confederação Nacional das Seguradoras. “A grande questão é quanto vai custar a desinflação em termos de PIB. Vários indicadores que norteiam as projeções do Boletim Focus dependem de fatores que vão desde o timing do efeito da política monetária até o volume de chuvas para dar um alívio a questão hídrica. Com isso, a cada divulgação de indicador, as projeções sofrem mudanças”, comenta. 

Nesse cenário, as projeções para o crescimento do PIB este ano continuam em queda, de 4,65% para 4,58% nesta semana. Para 2022, a projeção de crescimento se manteve em 0,5%. Já as projeções para o IPCA exibem sinais mistos: o IPCA um pouco mais baixo que o esperado em novembro – ainda que alguns analistas levantem a hipótese de que as promoções da Black Friday expliquem isso – faz com que as projeções para este ano sejam levemente corrigidas para baixo (10,05% para 10,04%), enquanto, para o ano que vem, para cima (5,02% para 5,03%). 

Simões também ressalta a aprovação da PEC dos Precatórios pelo Congresso atrelando o espaço fiscal obtido ao Auxílio Brasil e às despesas com reajustes de benefícios previdenciários. “Isso não significa, de maneira alguma, que a questão fiscal ficou para trás, pois surgem novas demandas, como aumentos salariais, especialmente em um ano eleitoral. Além disso, o Orçamento será votado sem que se saiba exatamente qual será o teto de gastos, pois a PEC alterou sua correção para o uso do IPCA acumulado em 12 meses até dezembro.” 

Leia a íntegra do boletim Acompanhamento de Expectativas Econômicas semanal feito pela Superintendência de Estudos e Projetos (Suesp) da CNseg, no portal da CNseg.

MAG Seguros realiza Congresso Potencialize em janeiro em modelo híbrido

A MAG Seguros, seguradora de 186 anos especializada em seguro de vida e previdência, realizará no próximo ano a nova edição do Congresso Potencialize, evento direcionado a corretores de seguros com o objetivo de desenvolver e capacitar esses profissionais.

Realizado no modelo híbrido, o Potencialize contará com a participação de diversos convidados para falar sobre saúde, economia, tecnologia e planejamento financeiro. As palestras acontecerão no dia 14 de janeiro, às 8h30, com transmissão online e gratuita para os corretores previamente inscritos.

A programação tem a participação dos atletas e medalhistas olímpicos, Rebecca Andrade e Isaquias Queiroz, para falar sobre disciplina e superação como resultado de sucesso. Também estarão presentes o economista e professor da USP e Insper, Eduardo Gianetti; a médica infectologista e pesquisadora da Fiocruz, Margareth Dalcolmo; a fonoaudióloga e preparadora vocal, Lenny Kyrillos; o especialista em marketing digital, André Siqueira; e o palestrante internacional e corretor de seguros membro da MDRT, Eszylfie Taylor.

Além disso, Nilton Molina, presidente do Conselho de Administração da MAG Seguros, será entrevistado pela jornalista e escritora Mara Luquet, e falará sobre seu novo livro “O Vendedor de Futuros”; e o CEO, Helder Molina, apresentará a palestra “A MAG conectada ao futuro do mercado”.

A participação no Congresso Potencialize é gratuita mediante inscrição no site. O evento será online, das 8h30 às 14h.

Rivaldo Leite continua como presidente pelos próximos três anos

“Os próximos anos serão muito importantes para o mercado de seguros e o Brasil. Nosso setor é fundamental para a recuperação socioeconômica do país e o Sindseg SP vai apoiar as companhias e os corretores nesse esforço. Também vamos atuar para que as pessoas conheçam mais os nossos produtos e para que o seguro seja mais inclusivo, chegando a todas as classes sociais. Temos muito a fazer e essa diretoria tem as competências e a disposição para isso”, resume Rivaldo Leite.

Confira a diretoria completa do Sindseg SP:

Diretoria

José Rivaldo Leite da Silva – Presidente (Porto Seguro Cia. de Seguros Gerais)

Leonardo Pereira de Freitas – Diretor Vice-Presidente (Bradesco Seguros S.A.)

Luciano Macedo de Lima – Diretor Vice-Presidente – (Sul América Cia. Nacional de Seguros)

Hamilton Torres Carneiro Sobrinho – Diretor Vice-Presidente (Mapfre Seguros S.A.)

Celso Luiz Dobarrio de Paiva – Diretor Vice-Presidente (Alfa Seguradora S.A.)

Marco Antonio Messere Gonçalves – Direto (Mongeral Aegon Seguros e Previdência)

Walter Eduardo Pereira – Diretor (Zurich Minas Brasil Seguros S.A.)

João Luiz de Lima – Diretor (Tokio Marine Seguradora S.A.)

Fernando Antonio Grossi Cavalcante – Diretor (Sompo Seguros S.A.)

Adilson José Cardoso Pereira – Diretor (Brasilseg Companhia de Seguros)

Alexandre de Mattos Malho – Diretor – Icatu Seguros S.A.

Conselho Fiscal

Efetivos

Andreas Markus Kerl – Allianz Seguros S.A.;

Euclides Gerenutti Naliato – HDI Seguros S.A.;

Paulo de Oliveira Medeiros – American Life Cia Seguros

Suplentes

Francisco Alvarez Filho – Liberty Seguros S.A.

Helio Hiroshi Kinoshita – Mitsui Sumitomo Seguros S.A.

Felipe Votto Ferreira – Prudential do Brasil Seguros de Vida S.A. 

Delegados Representantes junto à Federação Nacional das Empresas de Seguros Privados, de Capitalização e de Previdência Complementar Aberta – Fenaseg

Efetivo: José Rivaldo Leite da Silva – Porto Seguros Cia de Seguros Gerais;

Suplente: Leonardo Pereira de Freitas – Bradesco Seguros S.A.