It´sSeg adquire corretora Basel,  uma das líderes da região Nordeste

Thomaz Menezes CEO It´s Seg _ 1

Depois de fechar acordo para a  venda do controle para a corretora norte-americana Acrisure, a It´sSeg volta  às compras e anuncia a aquisição da operação da  Basel, uma das maiores corretoras de seguros e benefícios da  região Nordeste. Esta é 12ª aquisição da It´sSeg desde que a companhia foi fundada há 8 anos pelo executivo Thomaz Menezes. O valor da transação não foi revelado.

A Basel foi fundada em 2015 e tem sede em Recife, mas atua em todo o país. A companhia tem uma carteira de 120 mil vidas e prêmios anuais de R$ 240 milhões. Cerca de 90% da operação da empresa está focada em benefícios e 10% em seguros gerais. Os negócios corporativos respondem por 91% da atividade da empresa e 9% são resultado de operações de varejo. Os sócios Othoniel Pimentel e José Mendonça permanecerão na operação.

Em outubro do ano passado o fundo britânico Actis fechou acordo para a venda de controle da It´sSeg para a Acrisure, um dos 10 maiores brokers globais de seguros, com receita anual de US$ 3 bilhões. A venda está tramitando em aprovação da ANS. 

“A entrada de um sócio estratégico nos permitiu seguir avançando na compra de corretoras de qualidade para ganhar escala”, diz Thomaz Menezes. De acordo com o executivo, “o Brasil ainda tem um mercado de muito fragmentado, o que abre boas oportunidades de negócios, especialmente praças regionais”.

Para José Mendonça e Othoniel Pimentel, sócios da Basel e que permanecem no negócio, a associação com a It’sSeg irá fortalecer os negócios atuais da corretora, trazendo inúmeros benefícios para colaboradores e clientes da carteira.

Desde 2014, a It´sSeg adquiriu as operações das corretoras Torres Benefícios, Raduan, Você Clube, Barela Seguros, PMR Seguros, MBS, LP Corretora, Bergus, Gebram, Victory e B2P.

A It´sSeg fechou 2021 com prêmios totais de R$ 2,5 bilhões, volume 11% maior que o verficado em 2020. A companhia tem uma carteira com 1000 clientes corporativos e cerca de 1,5 milhão de vidas administradas, antes da aquisiçõa da Basel.

A It´sSeg é formada pela corretora que dá nome ao grupo e pelas empresas Barela (braço de corretagem especializado em seguros para pequenas empresas e indivíduos), Gebram (distribuidora líder de seguros no interior de São Paulo), Você Clube (especializada em administração de benefícios), B2P (focada em gestão de licenças médicas) e Oktuz (tecnologia para RH).

Europ Assistance Brasil patrocina InvestSmart 2022

Newton Queiroz, CEO da Europ Assistance Brasil e da CEABS 1hb

Fonte: Europ Assistance

A Europ Assistance Brasil – uma das três maiores empresas de soluções em serviços e assistências (emergências e não emergenciais) do Brasil – participará nesta semana do InvestSmart, considerado o maior evento de investimentos do Rio de Janeiro. O encontro acontecerá nos dias 10 e 11 deste mês no Expo MAG, na região central da capital fluminense.

São esperados mais de 1.500 investidores, entre estudantes e executivos, e contará com 60 palestrantes e mais de 50 expositores. Para Newton Queiroz, CEO da Europ Assistance e da CEABS Serviços, este é um evento muito importante para a marca. Por conta disso, a empresa contará com um stand para receber clientes e prospects interessados em construir parcerias.

“Somos muito mais que uma empresa de assistência, nós trabalhamos com proteção, e este evento é uma ótima oportunidade para ajudar a divulgar esse tipo de consciência a respeito de nossos serviços. Sempre lembrando que contratar uma proteção, por meio de um pacote de assistência ou seguro, são formas de investimento, pois proporcionam segurança para os seus bens de consumo e para toda a família”.

O InvestSmart será dividido em quatro áreas: InvestStage, onde estarão os principais nomes do evento e do mercado financeiro; InvestClasses, espaço com conteúdos mais didáticos e técnicos; InvestArena, onde os grandes nomes das finanças poderão falar, sem filtros, sobre suas perspectivas sobre o mercado e pessoais; e Feira de Negócios, para networking e conhecer de perto os principais players das finanças, como fundos, assessoria de investimento, empresas de crédito e seguros.

Lucro da Porto Seguro recua 8,5% em 2021, para R$ 1,54 bilhão

Porto Seguro

A Porto Seguro divulgou lucro líquido de R$ 1,54 bilhão em 2021, recuo de 8,5% em relação ao ano anterior. O lucro liquido recorrente recuou 28,6%, para R$ 1,17 bilhão. As receitas atingiram R$ 21,5 bilhões em 2021, o que, segundo comunicado da companhia, é um recorde.

Na vertical Seguros, o grupo atingiu R$ 14,9 bilhões em prêmios emitidos em 2021 e R$ 4,2 bilhões no quarto trimestre, com desempenho favorecido pela fidelização e expansão na base de clientes através de soluções segmentadas para os diferentes perfis de consumidores. No seguro Auto, o grupo obteve incremento de 311 mil veículos em 2021, encerrando o ano com 5,8 milhões de veículos segurados, além de 4,2 milhões de pessoas cobertas pelos nossos seguros de Vida e 2,6 milhões de apólices vigentes nos seguros Patrimoniais.

Na vertical Saúde, as receitas chegaram a R$ 2 bilhões em 2021 e R$ 597 milhões no quarto trimestre. O grupo encerrou o ano com 349 mil (+28,8% vs. 2020) vidas cobertas pelo Seguro Saúde, o maior patamar dos últimos 8 anos, com um incremento de 78 mil vidas em 2021, proveniente da manutenção de elevadas taxas de renovação e de um aumento consistente no número de novas vendas.

A vertical Negócios Financeiros atingiu R$ 3,5 bilhões de receita em 2021 e R$ 1 bilhão no quatro trimestre, e também segue crescendo em ritmo acelerado, com a carteira de crédito atingindo R$ 13,3 bilhões de saldo ao final de 2021, crescimento de 33% no ano, alavancado principalmente pela operação de Cartão de Crédito e Financiamento, através de iniciativas bem sucedidas de vendas e de uma estratégia eficaz de gestão de crédito, informa o comunicado.

A vertical Serviços atingiu R$ 350 milhões de receita em 2021 e R$ 95 milhões no 4T21, decorrente principalmente da evolução dos negócios do Carro Fácil, que atingiu 10 mil contratos ativos ao final do ano, e pelo crescimento dos serviços de assistência Porto Faz e Reppara!, que juntos aumentaram a receita em 36% em 2021.

No consolidado de todos os negócios de seguros, o grupo encerrou o ano com um Índice Combinado de 94,9%, permanecendo 1,1 p.p. abaixo da média dos últimos 10 anos. Segundo a nota, o resultado é decorrente de uma sinistralidade controlada, que atingiu 53,1% em 2021, a despeito dos desafios enfrentados no período, e dos ganhos de eficiência operacional observados nos últimos anos, refletidos na soma dos índices de D.A.+D.O, que atingiram 16,4% no ano.

O resultado financeiro atingiu R$ 468 milhões em 2021 e R$ 138 milhões no trimestre. A rentabilidade das aplicações financeiras (ex-previdência) foi equivalente a 184% do CDI no ano, favorecida principalmente pelo desempenho dos títulos indexados à inflação, e a 93% do CDI no trimestre, impactada principalmente pelos ativos de renda variável.

A Porto destaca no balanço que o ano de 2021 foi bastante dinâmico na agenda de inovação, transformação digital e crescimento, tanto de forma orgânica como inorgânica. No campo societário, criou a Mobitech, uma joint venture em parceria com a Cosan, para oferecer soluções inovadoras de mobilidade; consolidou a aquisição de 50% da Conectar; incorporou a participação societária na Petlove, através da transferência do Porto.Pet para o ecossistema de produtos da empresa; adquiriu 75% da insurtech Segfy e também 75% da fintech Atar; e já no início de 2022, adquiriu ainda participação de 10% na startup Plugify.

Na agenda de inovação, destaca o lançamento do Bllu, primeiro seguro mensal de automóvel com contratação 100% digital do mercado; o VidaOn, seguro de vida para que os beneficiários possam usufruir em vida os benefícios do produto; o Techfácil, solução de assinatura de produtos eletrônicos; e o SuperApp, que já simplifica o relacionamento dos nossos clientes através de um único aplicativo para os diversos produtos que oferecemos.

Projeção da Selic é mantida, mesmo com intenção do Copom em reduzir o ritmo do ajuste em próximas reuniões

pedro simoes cnseg

O destaque desta semana nas previsões do Boletim Focus do Banco Central divulgado nesta segunda-feira, 7, traz a sinalização bastante firme dada pelo Comitê de Política Monetária (Copom) em sua última reunião. A autoridade monetária manteve o ritmo de aumento em 150 pontos-base, levando a Selic a 10,75%, mas deixou explícita a intenção de reduzir no ritmo do ajuste nas próximas reuniões. Os economistas do mercado financeiro mantiveram a projeção para os juros básicos da economia no fim de 2022. A projeção continuou em 11,75% e o cenário para a taxa básica de juros da economia foi mantido para os anos seguintes.

“O risco parece estar na política fiscal, afinal, é importante lembrar que a grande desancoragem das expectativas de longo prazo no ano passado aconteceu por conta de uma questão fiscal, a PEC dos Precatórios, e não por uma decisão de política monetária. O Banco Central parece ter deixado uma mensagem: sem deterioração fiscal adicional, o ajuste promovido até agora e já programado são suficientes para, nas defasagens adequadas, levar a inflação de volta à meta em prazo razoável”, comenta Pedro Simões, economista do Comitê de Estudos de Mercado da CNseg. 

Outro destaque é que as revisões negativas para o crescimento do PIB este ano cessaram. A projeção mediana para o crescimento do PIB em 2022 permaneceu em 0,30%. Já para 2023, houve nova queda, de 1,55% para 1,53%.  O economista da CNseg credita esta boa notícia é uma consequência de surpresas positivas nas divulgações para o nível de atividades em novembro. O primeiro indicador conjuntural para dezembro surpreendeu novamente para cima: a produção industrial, medida pela PIM-PF, do IBGE, teve alta de 2,9% em dezembro, acima do esperado. Com esse resultado, a indústria acumulou alta de 3,9% em 2021, depois de dois anos de queda. 

“Apesar desse primeiro resultado positivo para as atividades, a síntese das sondagens de confiança da FGV revela que houve queda da confiança de empresas e consumidores em janeiro. Entre as empresas, o avanço da variante Ômicron e as incertezas do ano eleitoral pesam. Já para os consumidores, a confiança não apenas voltou a cair em janeiro como permanece em níveis mais baixos que a do empresário. Refletem preocupações com a inflação que permanece alta, aumento das taxas de juros, maior endividamento e o mercado de trabalho ainda fraco, com aumento de emprego ainda focalizado nas ocupações de renda mais baixa, o que faz cair o rendimento médio”, enumera Simões. 

Leia o boletim Acompanhamento de Expectativas Econômicas desta semana neste link, no portal da CNseg.

Edson Franco, da Zurich, assume hoje nova gestão na Fenaprevi

Edson Franco Zurich Fenaprevi

Nesta segunda-feira, 7, inicia a nova diretoria que irá gerir a Fenaprevi pelo próximo triênio 2022 – 2025. O presidente da Federação será Edson Luis Franco, da Zurich Brasil, em substituição a Jorge Pohlmann Nasser, da Bradesco Vida, Previdência e Capitalização, que passará a ser o 1° Vice-presidente.

Também assumem os mandatos, os demais vice-presidentes, além dos membros da Diretoria Estatutária e do Conselho Fiscal.

Em relação às prioridades da gestão, Edson Franco explica que a Federação atuará para ampliar o acesso, a democratização e a simplificação dos produtos de pessoas. “Seguiremos com um olhar cada vez mais atento às necessidades dos consumidores, levando informação e fomentando as discussões relacionadas à importância da proteção à renda”.

Ele acrescenta que outro papel da entidade é mostrar à sociedade a importância de se preparar para o futuro. “Vamos trabalhar para consolidar ainda mais a previdência privada como o principal instrumento de planejamento para uma aposentadoria com maior tranquilidade”.

Por fim, Franco afirma que a Fenaprevi irá manter o protagonismo nos assuntos relacionados ao Setor. E que o diálogo com os Poderes Legislativo, Executivo, Judiciário e as outras entidades associativas será uma agenda permanente.

“Temos um longo e desafiador caminho para percorrer. Estaremos sempre guiados pela missão que nos é intrínseca, a de oferecer as melhores soluções em cuidado e proteção para as famílias brasileiras”, encerra o presidente.

Wiz Corporate cria área de Aviação e nomeia Régis Lima como diretor

Wiz corretora de seguros

Fonte: Wiz

A Wiz Corporate criou a área de Aviação para oferecer soluções de seguros especializadas às empresas do setor. Régis Lima chega para ser o diretor Comercial. Ele irá atuar com mercados locais e internacionais para indústria e companhias aéreas, de aviação geral, táxi aéreo, seguradoras/resseguradoras,Original Equipment Manufacturer (OEM), bancos/arrendadores, aeroportos, Maintenance, Repair and Operation (MRO), prestadores de serviços e escritórios de advocacia procurando mitigação de riscos, continuidade de negócios e estratégias de gerenciamento de crises.

Régis Lima é pós-graduado em Gestão Empresarial pela Ibmec e bacharel em Administração pela Unesp. Ele tem mais de 20 anos de experiência na indústria de seguros e aviação. Acumula vivências em programas de seguros corporativos, mapeamento e gerenciamento de riscos, gestão de sinistros de grande porte e alta complexidade, regulamentações em catástrofes, planejamento de resposta a emergências e assistência familiar.

O novo diretor já foi Head de Riscos, Seguros e Garantias do Grupo Latam Airlines, quando liderou equipes sediadas no Brasil e no Chile, tendo desenvolvido estratégias para alcançar um melhor desempenho, integração e eficiência no gerenciamento de riscos do grupo. Ainda no Grupo Latam, ele atuou na Multiplus, unidade de negócios inovadora focada na venda online de seguros massificados aos seus participantes.

A Wiz Corporate é a unidade da Wiz Soluções (B3: WIZS3) especializada no mercado B2B com soluções de seguros para médias e grandes empresas. Atua na oferta de produtos personalizados, com equipe técnica-comercial própria.

BB Seguridade lucra R$ 3,9 bilhões em 2021

BB Seguridade

A BB Seguridade divulgou nesta manhã lucro líquido ajustado de R$ 3,9 bilhões em 2021, incremento de 1,4% em seu lucro líquido ajustado em relação ao ano anterior. No quarto trimestre de 2021, o ganho chegou a R$ 1,2 bilhão, melhor resultado trimestral desde o IPO, representando um incremento de 33,8% em relação ao quarto trimestres de 2020. Segundo nota da empresa, a Covid-19 representou R$ 864 milhões em sinistros no ano, volume quase quatro vezes superior ao registrado em 2020.

O resultado operacional líquido de impostos consolidado das empresas do grupo também registrou crescimento, chegando a R$ 3,8 bi, aproximadamente 3% superior ao registrado em 2020. Quanto ao resultado financeiro líquido consolidado, a perda que vinha sendo acumulada até setembro foi revertida no 4T21, fechando o ano em R$110 milhões, o que representa cerca de 3% do lucro líquido do ano, o menor patamar da história.

O lucro normalizado teve elevação de 8%, chegando a R$ 4,4 bi, resultado que reforça a tendência de recuperação dos negócios. Lucro líquido normalizado representa o resultado estrutural da companhia, excluindo do lucro líquido ajustado, tanto de 2021 como de 2020, os efeitos que a companhia espera que não se repitam em 2022, tais como o volume elevado de sinistros por Covid, que representou impacto negativo de R$ 382 milhões no lucro do ano, e o aumento temporário da alíquota de CSLL nas investidas, vigente entre julho e dezembro/21, que retirou R$85 milhões do lucro líquido.

Seguros: prêmios emitidos crescem 16,2% em 2021 e sinistralidade retorna ao patamar pré-pandemia Os prêmios emitidos foram impulsionados pelo forte desempenho em seguros rurais (+35,5%), decorrente da evolução do crédito para custeio da safra 2021/2022; seguros de vida (+17,1%), sustentado tanto pelo crescimento de vendas novas como pelo maior volume de renovações; e seguros residenciais (+23,4%), puxado pelo aumento das vendas. A sinistralidade, que na visão acumulada do ano teve alta de 8,5 p.p. em relação a 2020, como consequência da maior frequência de avisos em produtos com cobertura por morte a partir do agravamento da pandemia, deu continuidade à tendência de queda, retraindo 14,1 p.p. em relação ao terceiro trimestre do ano, reflexo do avanço na imunização da população.

Previdência: captação bruta cresce 11,5% e 207 mil novos planos são adicionados à base em 2021 A captação bruta para a previdência no ano de 2021 totalizou R$ 45,7 bilhões, o segundo melhor ano da história da companhia. As reservas expandiram 1,6% em 12 meses, atingindo a marca de R$313 bilhões, enquanto as receitas com taxa de gestão cresceram 8% em 2021, refletindo o sucesso na estratégia de realocação de ativos sob gestão dos planos PGBL e VGBL para fundos multimercado, que ao final de dezembro de 2021 representavam 31,8% do total das reservas (vs. 10,6% em 2020).

Capitalização: arrecadação atinge R$4,3 bilhões no ano A arrecadação com títulos de capitalização retraiu 9,9% no comparativo com 2020, o que se justifica pela queda nas vendas de títulos de pagamento único e maior foco nas vendas de títulos de pagamento mensal, produto que apresenta maior recorrência para o resultado. Em 2021 a Brasilcap distribuiu R$ 67 milhões em prêmios de sorteio. Planos odontológicos: aumentam em 130% as vendas realizadas por meio de canais digitais Em 2021, a base de planos pessoas físicas cresceu 30% em relação a 2020, com aumento de 130% no total de vendas realizadas por meio de canais digitais.

Marcelo Homburger deixa comando da AON; José Luis Plana assume

marcelo homburger

José Luis Plana, que atualmente ocupa a posição de head de Riscos Corporativos para a América Latina da companhia, acumulará a liderança da operação brasileira, posição até então ocupada por Marcelo Homburger, que passa a atuar como consultor estratégico da empresa para toda a região.

As mudanças reforçam o momento de consolidação do modelo operacional regional da companhia, em que todos os países e linhas de solução trabalham de forma cada vez mais integrada. “José Luis é um líder com profundo conhecimento do mercado regional e reconhecido por liderar e inspirar colegas a entregar resultados excelentes aos nossos clientes”, afirma Alejandro Galizia, CEO América Latina da corretora.

Com mais de 30 anos de experiência no mercado de seguros, José Luis Plana tem passagens por seguradoras como AXA, Allianz, Liberty e RSA. Na Aon há mais de 10 anos, o executivo ocupou importantes cargos antes de assumir o atual desafio. Foi Presidente e CEO da operação colombiana da companhia até 2020, quando foi nomeado head de Riscos Corporativos para a América Latina, função que seguirá acumulando com a liderança do Brasil.

“Eu me sinto honrado e entusiasmado em trabalhar com a equipe do Brasil, que representa a maior operação da Aon em nossa região”, afirma Plana. “Contar com o apoio do Marcelo nesta transição será fundamental para dar sequência ao excelente trabalho que ele vinha desempenhando”.

Marcelo Homburger, após 22 anos na empresa, sendo os últimos três como head do Brasil, passa a atuar como um consultor estratégico para o Comitê Executivo América Latina da companhia. “Todos nos beneficiaremos da grande liderança do Marcelo e dos excelentes resultados que ele alcançou para os nossos colegas e os nossos clientes”, ressalta Galizia. “Sem dúvidas, ele deixa uma marca bastante positiva e duradoura em seus anos à frente da nossa operação brasileira”.

Revista de Seguros apresenta planos do novo titular da Susep e diversidade de soluções para os seguros

CNseg

Fonte: CNseg

As principais diretrizes da gestão do economista Alexandre Camillo, novo titular no comando da Superintendência de Seguros Privados (Susep) desde dezembro último, são apresentadas em entrevista da nova edição da Revista de Seguros (nº 919), publicada pela Confederação Nacional das Seguradoras – CNseg.  Com mais de 40 anos de atuação no mercado segurador, o novo Superintendente detalha seu projeto de instituir uma política de fomento ao seguro, ratifica seu apoio à modernização do marco regulatório, comenta as ações de sustentabilidade setorial, além do desafio de ampliar a taxa de penetração do seguro no País.

As matérias da publicação destacam a ampla diversidade de soluções para os seguros, como a consolidação da economia digital, listando seus extraordinários impactos no dia a dia de diversos negócios e sobre o comportamento dos consumidores. Acompanhando a popularização das plataformas de streaming, o setor automotivo incorpora a seu modelo de negócio a assinatura de carros, antes restrito às locadoras. O resultado disso são ganhos adicionais de toda a cadeia automotiva, beneficiando também os seguros.

Da mesma forma, a Revista de Seguros destaca que a presença crescente das imobiliárias virtuais abre novos negócios para o Seguro de Fiança e os Títulos de Capitalização, vencendo antigas resistência aos produtos de caução, sobretudo com mudanças nas normas que agilizaram a contratação das duas modalidades.

A tecnologia também impulsiona a fase de maturidade e inovação dos negócios sociais. Da criação de uma “bolsa de valores” que negocia apenas ações de empresas de favelas, passando por fintechs dedicadas à inclusão bancária de negros ou à capacitação tecnológica de egressos do sistema prisional, até ifood e empresa de logística com sede em comunidades, são diversos os exemplos da contribuição da tecnologia à criatividade e à abrangência dos negócios sociais, que, de quebra, podem representar novas oportunidades para diferentes ramos e modalidades de seguros. 

Outra matéria constata que o chamado “marketplace”, lugar de encontro entre as várias partes que interagem para a entrega dos seguros, se fortalece como canal online de venda no dia a dia de seguradoras e corretoras, em sintonia com a transformação tecnológica no setor. Ao apresentar-se como vitrine para a exposição de produtos de seguro, previdência e capitalização de várias companhias, o marketplace ajuda a escolha da solução mais adequada à necessidade de cada consumidor. 

A conjuntura setorial é tema de outra matéria, que reúne diagnósticos de 2021 e prognósticos de lideranças nacionais e regionais do setor segurador para 2022. A expansão em cenário caracterizado por um ambiente econômico ainda incerto exige que a governança e a gestão de riscos sejam prioridades estratégicas das empresas, concordam os líderes. 

A adesão crescente aos preceitos ASG (ambientais, sociais e de governança) é enfocada com destaque, com empresas brasileiras identificando diferenciais competitivos e geração de novos negócios a partir dessa subscrição. O potencial do investimento verde no Brasil é estimado hoje em US$ 1,3 trilhão, considerando apenas os setores de energia, transporte, edificações, gestão de resíduos e eficiência energética industrial, informa a reportagem. Segundo estudos da Brazil Green Finance Programme, o volume de captação global de recursos no País pode chegar a R$ 3,6 trilhões até 2040.  Ao mesmo tempo, as questões ASG podem afunilar os recursos necessários aos negócios que coloquem em risco o meio ambiente. Faz parte do jogo para conter efeitos catastróficos das mudanças climáticas.

Liberty Seguros reconhece mais de 300 oficinas que adotam boas práticas em Sustentabilidade 

Marcio Probst Liberty Seguros

Fonte: Liberty

A preferência dos consumidores por marcas que tenham práticas sustentáveis tem crescido significativamente com o passar dos anos. Uma pesquisa divulgada pela Euromonitor Internacional aponta que, em 2021, 67% dos consumidores tentaram causar um impacto positivo no meio ambiente com suas ações do dia a dia e, por consequência, esperam ações alinhadas à agenda ESG por parte das marcas. 

Os temas de ESG (sigla que engloba sustentabilidade, sociedade e governança) são essenciais para a Liberty Seguros, que trabalha para adotar práticas mais sustentáveis em toda a companhia, além de promover essa cultura em toda a cadeia de serviços e produtos. Pensando nisso, a seguradora anunciou hoje o reconhecimento do Selo Sustentabilidade da companhia para 363 oficinas que atuam de forma sustentável no dia a dia. Alguns dos cuidados realizados pelos parceiros reconhecidos com o selo são a gestão de resíduos, atenção para a emissão de CO2, captação e reutilização de água, responsabilidade social, entre outros.

As oficinas também receberão um Selo de Boas Práticas em Sustentabilidade que estará disponível nos sistemas internos da Liberty, além do site da companhia e aplicativo, para fácil identificação destas oficinas que terão este reconhecimento.

“A Liberty trabalha para implementar cada vez mais atitudes sustentáveis na operação e isso se estende aos nossos parceiros. Por meio do Selo de Sustentabilidade, a companhia fomenta boas práticas ambientais e sociais, o que no longo prazo pode fazer a diferença para ajudar o planeta a ser um lugar melhor”, comenta Marcio Probst, diretor adjunto de sinistros da Liberty Seguros.