Rede D’Or São Luiz incorpora a centenária SulAmérica

patrick larragoiti

A Rede D’Or São Luiz e SulAmérica, celebraram acordo de associação, por meio dos quais acordaram os termos e condições de uma operação de combinação de negócios entre as duas companhias, com a unificação de suas bases acionárias, por meio da incorporação da SASA, holding listada do Grupo SulAmérica, pela Rede D’Or.

A relação de substituição da incorporação foi determinada a partir dos preços de mercado das ações de emissão da Rede D’Or e das units referenciadas nas ações de emissão da SASA, considerando-se as cotações de fechamento de 18 de fevereiro de 2022 como referência, acrescido de um prêmio de 49,3% sobre as units da SASA. A família Larragoiti, que controla a SulAmérica, passa a deter uma participação minoritária no grupo da família Moll, controladora da D’Or. Patrick Larragoiti terá uma cadeira no conselho da Rede D’Or. Segundo fato relevante, a operação será submetida à avaliação dos acionistas em assembleias gerais de ambas as companhias.

“A SulAmérica é uma empresa comprometida com a sociedade brasileira há mais de 126 anos, oferecendo acesso à saúde de qualidade. Essa transação aproxima as empresas, que seguem com suas operações independentes, mas comprometidas com valores comuns” assinala Jorge Moll, fundador e presidente do Conselho de Administração da Rede D’Or.

Patrick Larragoiti Lucas (foto), membro da família fundadora e presidente do Conselho de Administração da SulAmérica, completa. “A Rede D’Or cresceu oferecendo saúde de qualidade, segurança aos pacientes e garantindo as melhores condições de trabalho para os profissionais de saúde. Essa operação concretiza o compromisso de longo prazo que temos com o país e com os nossos beneficiários e clientes.”

Pelo acordo, as empresas seguem de forma independente em saúde. A combinação de negócios será realizada por meio da incorporação da SASA pela Rede D’Or, resultando na extinção da SASA, que será sucedida pela Rede D’Or em todos os seus bens, direitos e obrigações e no recebimento, pelos acionistas da SASA, de novas ações ordinárias de emissão da Rede D’Or em substituição às ações ordinárias ou preferenciais da SASA de que sejam titulares na data de consumação da incorporação, as quais serão extintas.

A Rede D’Or assumirá o controle das sociedades atualmente controladas, direta ou indiretamente, pela SASA, destacadamente as sociedades que operam os negócios de saúde, odontologia, seguros de vida e previdência. Destaca-se além das operações de seguros, o relevante papel da SulAmérica Investimentos, uma das principais gestoras e administradoras de recursos independentes do País, que manterá seu time de gestão, sua operação e estratégia de sucesso inalteradas.

A operação engloba dois líderes do mercado de saúde no Brasil, juntando a maior rede hospitalar a uma das principais seguradoras independentes do País. A combinação entre as companhias baseia-se em fundamentos estratégicos para expansão e alinhamento dos seus ecossistemas de saúde, incluindo os negócios de saúde, odonto, vida, previdência e investimentos, em favor de todos os clientes, beneficiários e parceiros de negócio.

Brasilseg lucra R$ 1,2 bilhão em 2021, alta de 33,8%

Fonte:Brasilseg

A Brasilseg, empresa BB Seguros, encerrou 2021 com lucro líquido da holding foi de R$ 1,2 bi, volume 33,8% superior ao do mesmo período de 2020. As vendas tiveram crescimento de 16,2% em relação ao ano anterior, emitindo R$12,06 bilhões em prêmios. O resultado foi impulsionado pelos segmentos de seguros rurais e de vida, com crescimento de 35,5% e 17,1% sobre 2020, respectivamente. 

Os resultados da Brasilseg, que avançaram também nas carteiras de seguros residenciais e empresariais/massificados, contribuíram para que a controladora BB Seguridade alcançasse o melhor resultado de um trimestre – nesse caso o quarto de 2021 – desde o IPO que deu origem à companhia, em 2013.

“A boa performance reflete o nosso comprometimento em promover uma experiência cada vez mais completa aos nossos clientes. A transformação digital no campo, por exemplo, tornou o nosso seguro um ponto de apoio para a adoção de boas práticas de cultivo, tecnologia, assistência e gestão de risco”, diz o CEO da Brasilseg, Rogerio Idino. “Já a nossa oferta renovada do que chamamos de ‘seguro pra vida’, foi muito importante no momento desafiador vivido no ano passado, e os clientes tiveram acesso a um produto completo, modular e que o ajuda em seu dia a dia. Novos clientes chegaram e muitos renovaram suas apólices. São resultados que demonstram a solidez da companhia e o trabalho de todas as áreas em levar sempre o melhor para o consumidor”, completa Idino.

Além da manutenção da liderança de mercado nos ramos em que atua, o desempenho permitiu à wmpresa manter também a posição de destaque em suas principais linhas de negócios: a Brasilseg segue líder absoluta em seguros para o agronegócio, além de vida e prestamista, com participação de 55,5% e 14,9% respectivamente.

Residencial e Empresarial

Outros destaques são os crescimentos de 23,4% em prêmios do seguro residencial e de 36,7% do seguro empresarial/massificados (produtos desenvolvidos para proteger o patrimônio de empresas, excluindo-se grandes riscos) em 2021 sobre 2020. 

“Com o lançamento do novo seguro residencial em maio de 2021 criamos uma nova experiência para os nossos clientes, que aumentaram a percepção de valor do produto. Para lançá-lo, ouvimos os desejos dos consumidores e construímos coberturas, benefícios e pacotes de assistências com uma série de comodidades que se enquadram na sua rotina, de grande conexão com o lar no ano passado. O mercado entendeu nossa proposta e pudemos colher esse resultado”, avalia o CEO.

De acordo com a Brasilseg, o crescimento do seguro empresarial é atribuído à preocupação dos segurados com a sustentação do seu negócio: “Num momento crítico como foi o ano de 2021, imprevistos podem gerar impactos maiores à vida da empresa e a proteção de um seguro confere mais tranquilidade para a operação do negócio. Novamente os clientes foram sensíveis a esse aspecto”, enfatiza Idino.

Melhor jornada do cliente

Seguindo seu plano de proporcionar a melhor jornada aos seus clientes, a Brasilseg registrou um grande impulso em seus índices de atendimento digital – o acesso aos canais virtuais teve crescimento de 26% em relação a 2020, com destaque para o uso do aplicativo do Banco do Brasil e do atendimento via WhatsApp, que representaram 62% e 36% de participação, respectivamente.

A Empresa apostou na transição das etapas de acionamento de assistência e abertura de sinistro para o aplicativo do Banco do Brasil. Além disso, foi lançado o novo portal da BB Seguros, com um visual mais intuitivo e uma moderna Central de Ajuda, que prioriza o autoatendimento oferecendo mais autonomia e simplicidade na resolução de dificuldades e dúvidas. Destaque também para a adoção de um novo recurso tecnológico, uma plataforma multicanal que integra voz, chat, e-mail, gravação e discador, tornando o suporte da Central de Atendimento mais ágil e eficiente.

2022

A perspectiva da Brasilseg neste ano é continuar investindo na centralidade do cliente como foco de suas operações. A transformação digital segue sendo a diretriz das atividades da Companhia, que busca atrelar todos os seus serviços aos canais digitais visando a satisfação e a excelência operacional da Empresa. “Na linha de produtos, continuaremos aprimorando o nosso portfólio e buscando benefícios e serviços que reflitam o propósito da Companhia de cuidar das pessoas e de tudo que é valioso para elas. Com um esforço conjunto, temos a confiança de alcançar mais resultados e atender cada vez melhor nossos segurados”, finaliza Idino.

XP Seguros lança Seguro de Vida próprio

Fonte: XP

A XP Seguros dá mais um passo importante na sua estratégia de se consolidar entre as principais seguradoras do país, com o lançamento do seu Seguro de Vida próprio. O novo produto irá complementar a oferta atual de seguros de vida que são comercializados no Marketplace da XP Vida e Previdência, e que reúne Prudential, MAG, MetLife, Icatu e Omint, entre outras seguradoras. O Seguro de Vida XP pode ser contratado diretamente pelo próprio app, com uma experiência 100% online para a base de clientes das marcas XP e Rico. 

Os principais diferenciais do novo produto estão na experiência digital do cliente, com coberturas e assistências a preços competitivos. Serão comercializados seguros de vida nas modalidades individual, temporário, anual renovável, prestamista e habitacional.

“Temos planos de conquistar uma posição de protagonismo no mercado de seguro de pessoas, democratizando e desburocratizando o acesso a esse serviço, e ser a principal seguradora do País nos próximos anos. Em apenas três passos é possível fazer a contratação do produto”, afirma Daian Moura, Head de Seguro de Vida da XP Inc.  

Daian explica que a XP Seguros irá envolver a rede de agentes autônomos da XP para ganhar escala com o produto. “Muitos escritórios da nossa rede já possuem uma estrutura com profissionais que atuam como corretor de seguros. Queremos utilizar esse conhecimento que já existe junto com a tecnologia XP para que eles possam ofertar o seguro de vida diretamente aos clientes”.

A XP Seguros já comercializa produtos de seguro de vida de outras seguradoras em seu MarketPlace. No último ano, a marca viu um grande salto na demanda por esses produtos. Em 2020, cerca de 200 contratos de apólices eram fechados por mês. No último trimestre de 2021, esse número superou a marca de 2 mil apólices emitidas.

“O lançamento do nosso próprio seguro de vida é um passo importante e alinhado com o pioneirismo da XP Seguros em seus quase três anos de mercado. Saímos na frente também ao oferecer planos previdenciários ESG, planos com taxa de zero de administração, FoFs de alocação, entre outros”, comenta Roberto Teixeira, Sócio e Head da XP Seguros. 

A XP Seguros conta hoje com aproximadamente R$ 30 bilhões em ativos sob custódia e é líder absoluta do mercado em portabilidades e captação líquida em Previdência Privada. Possui um total de 207 fundos de previdência, sendo 131 produtos para varejo e 76 fundos exclusivos.

Munich Re mais que dobra lucro em 2021, para 2,9 bilhões de euros

Joachim Wenning munich re

O grupo de resseguros alemão Munich Re prevê um salto de 14% no lucro este ano, diante da recuperação em 2021 da pandemia de coronavírus, apesar das grandes reivindicações de desastres naturais, segundo comunicado divulgado nesta manhã.

Marcado por furacões devastadores e ondas de frio nos Estados Unidos, 2021 foi um dos mais caros de todos os tempos para as re/seguradoras do mundo. No entanto, o lucro líquido da Munich Re em 2021 mais que dobrou para 2,9 bilhões de euros (US$ 3,28 bilhões), acima dos 1,2 bilhão de euros do ano anterior.

O número está em linha com as expectativas dos analistas, mas superou ligeiramente a própria meta da empresa de 2,8 bilhões de euros. Para 2022, a previsão é encerrar o ano com 3,3 bilhões de euros em lucro.

A resseguradora afirmou que as renovações de contratos de resseguro no início do ano aumentaram tanto em volume global de prêmios quanto em preço. “Impulsionados por esse momento, vamos aproveitar resolutamente o ambiente favorável do mercado à medida que aumentamos nosso lucro para 3,3 bilhões de euros em 2022”, disse o CEO Joachim Wenning.

SulAmérica é destacada mundialmente como empresa comprometida com a sustentabilidade 

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Fonte: SulAmérica

A SulAmérica está novamente presente no The Sustainability Yearbook 2022,elaborado pela S&P Global. O Anuário de Sustentabilidade Global lista as 15% melhores empresas de cada setor em políticas e desempenho de sustentabilidade.  

A SulAmérica foi classificada entre as 716 melhores empresas em todo o mundo avaliadas em seu desempenho na agenda ESG. O destaque “Industry Mover” foi concedido às empresas listadas no anuário que obtiveram o maior avanço na pontuação global da avaliação em seu setor. Entre os critérios de avaliação, estão a governança corporativa, ética e conduta, além de estratégia climática e de impacto social, pilares do ESG da companhia, aliadas à Agenda 2030 da ONU. 

“É uma grande satisfação termos sido reconhecidos como ‘Industry Mover’ do S&P Sustainability Yearbook. Temos uma longa trajetória de sustentabilidade, mas ainda há muito pela frente e esse reconhecimento mostra que temos avançado pelo caminho certo. Reforçamos nosso compromisso em continuar buscando ampliar o nosso impacto positivo na sociedade levando Saúde Integral para a vida das pessoas”, destaca Tomás Carmona, superintendente de Sustentabilidade na SulAmérica. 

O The Sustainability Yearbook é considerado referência para investidores, por apresentar líderes em sustentabilidade do mercado. Para este ano, foram mais de 7.500 empresas analisadas de todo o mundo que participaram voluntariamente da S&P Global Corporate Sustainability Assessments 2021 (CSA), mesma base de avaliação para o DJSI Dow Jones Sustainability Index. 

BNP Paribas Cardif firma parceria exclusiva com Neon, que ingressa no mercado de seguros

Cardif Neon
(da esquerda para a direita: Jean Sigrist, Presidente do Conselho de Administração da Neon, e Emmanuel Pelège, CEO da BNP Paribas Cardif. Créditos: Neon)

A seguradora BNP Paribas Cardif é parte do Grupo financeiro francês BNP Paribas. É líder mundial em parcerias bancassurance e seguros prestamista, e a maior especialista em seguros massificados do Brasil. A companhia conquistou uma aliança exclusiva com a Neon, primeira conta digital do País e uma das principais fintechs unicórnio do mundo, que captou, recentemente, R$1,6 bi de investimentos recebidos integralmente pelo banco espanhol BBVA que, entre outros fatores, irá reverberar para o desenvolvimento do negócio de seguros.  

A parceria envolve a oferta de produtos de proteção financeira, de bens e de vida para os mais de 15 milhões de clientes da fintech. “Juntos, construiremos um programa completo, com ofertas variadas e nada convencionais, que terão muito mais do que coberturas de seguro, mas um ecossistema agregado, com serviços digitais de alta usabilidade e disponíveis a partir do primeiro dia de contratação. Tenho certeza de que será um marco para o mercado brasileiro”, afirma Emmanuel Pelège, CEO da BNP Paribas Cardif. 

Pesquisa feita com os clientes da Neon apontou que 80% não têm seguros e a principal causa é o alto custo. Além disso, muitos que já contrataram o produto no passado, justificam que não renovaram por conta de questões financeiras (37%) e experiências ruins (12%). “O brasileiro trabalhador pode ter a sua vida muito afetada por uma perda ou um desastre, como sofrer um acidente e ficar incapacitado de trabalhar, ser demitido ou ter um celular roubado, por exemplo. Por isso, oferecer seguros acessíveis, simples e justos possibilitará que os clientes consigam proteger o seu futuro, cuidar de suas famílias e enfrentar as situações difíceis e, muitas vezes, inesperadas do dia a dia”, afirma Jean Sigrist, Presidente do Conselho de Administração da Neon.

A escolha da Neon levou em conta a trajetória de sucesso dos mais de 21 anos da BNP Paribas Cardif no País, sua solidez global no modelo de negócio B2B2C, o alto investimento que a companhia tem feito em tecnologia, seu processo de transformação digital e o alinhamento de propósito entre as duas empresas. O executivo da Neon destacou que a fintech tem a missão de unir tecnologia e design para redesenhar e simplificar a experiência dos clientes. Em 2021, a empresa triplicou de tamanho, atingindo 15 milhões de clientes, sendo 88% das classes C, D e E. “Os programas de proteção financeira são essenciais dentro da nossa estratégia de reduzir as desigualdades, apresentando caminhos financeiros acessíveis para os nossos clientes. E a parceria com a BNP Paribas Cardif nos permitirá oferecer a melhor experiência do mercado”, acrescentou Sigrist. 

A construção do programa de proteção levará em consideração as principais preocupações dos clientes, partindo de preços justos, com seguros a partir de R$ 4,99 mensais, e proporcionando uma oferta abrangente e inovadora. “Temos como uma de nossas missões conscientizar a população brasileira sobre a importância e valor do seguro, inclusive da necessidade de tê-lo como parte do planejamento familiar, contribuindo para o desenvolvimento econômico e social do País. Nessa aliança com a Neon, temos a honra de trabalhar com uma empresa que tem os mesmos valores que os nossos”, finalizou o CEO da BNP Paribas Cardif.

Zurich lança seguro para indenização de transações via PIX para os clientes do Banco Mercantil

Luis Reis
Luis Reis

A seguradora Zurich fez parceria com o Banco Mercantil para a comercialização do Transferência Protegida. Trata-se de um seguro que garante proteção para os segurados que passarem por transações eletrônicas indevidas em suas contas. Com a popularização do PIX, ele é o maior foco do produto, que também dá cobertura a outros tipos de transferências, como TED e DOC. 

O seguro tem prêmio mensal de R$ 5,99 (prêmio é a “mensalidade” que é cobrada dos clientes) e proporciona indenização para cobrir prejuízos de até R$ 5 mil, como os decorrentes de extorsão, coação e sequestro, apresentando um excelente custo-benefício. 

“Com o Transferência Protegida, queremos trazer mais tranquilidade e segurança para que os clientes do Banco Mercantil, nosso parceiro de longa data, contem com proteção caso passem pelo infortúnio de serem vítimas de situações de crimes que envolvam transações bancárias indevidas”, comenta o diretor executivo de Parcerias da Zurich no Brasil, Luis Reis, em comunicado.

Seguradora Porto Seguro e Cosan desistem de joint venture

Porto Seguro

A Porto Seguro e a Cosan informaram que foi rescindido acordo de investimento visando potencial formação da joint venture para atuação em mobilidade, denominada “Mobitech”, segundo em fato relevante enviado à Comissão de Valores Mobiliários (CVM) na noite de segunda-feira.

O grupo segurador Porto Seguro ressalta no aviso que “mantém sua estratégia de expansão do negócio de mobilidade ‘Carro Fácil’, no ramo de assinatura de veículos, tendo investido mais de R$ 600 milhões no negócio desde 2014, e que permanece firme na estratégia de crescimento e diversificação dos negócios da companhia”.

A Cosan informou que decidiu por adotar uma diretriz mais conservadora com relação ao compromisso de investimentos, “tendo em vista o agravamento da conjuntura macroeconômica, resultando em níveis mais altos de inflação, escalada das taxas de juros e aumento do custo de capital, visando preservar a geração de valor a seus acionistas e priorizar a a alocação de capital em seu atual portfólio de negócios”.

O acordo para a formação de uma joint venture de assinatura de veículos e de gestão de frotas havia sido anunciado em novembro passado. A joint venture teria participação de 50% de cada sócia, com a Porto Seguro participando do negócio por meio de sua unidade Carro Fácil, que já atua em assinatura de veículos. A Cosan aportaria cerca de R$ 300 milhões na parceria.

Criado em 2016, o Carro Fácil, serviço de assinaturas de carros zero quilômetro, tem crescido mais de 50% ao ano, e atualmente tem uma base de quase 10 mil clientes, segundo informou a Porto Seguro.

Inflação segue no radar da CNseg, com mediana em alta pela sexta semana consecutiva no Boletim Focus

priscila cnseg

A semana começa com volatilidade nos mercados financeiros e expectativa com dados da inflação no Brasil e nos Estados Unidos, pressionando os indicadores macroeconômicos. O principal deles é o IPCA. A mediana da projeção do Boletim Focus para o IPCA deste ano subiu pela sexta semana consecutiva, passando de 5,50% para 5,56%, no boletim divulgado pelo Banco Central nesta segunda-feira, 21. Para 2023, a mediana permanece estável em 3,50% pela terceira semana consecutiva. As projeções para o PIB 2022 e 2023 não sofreram alteração em relação à semana anterior, permanecendo em 0,30% e 1,50%, respectivamente. Para a Selic, a estimativa do Focus foi mantida em 12,25% a.a. para 2022 e 8,00% a.a. em 2023.

“As tensões voltaram a se elevar quanto a um agravamento da situação entre a Rússia e a Ucrânia, com ações na região parcialmente controlada por rebeldes e com movimentos militares de forças russas na fronteira e em países vizinhos. Nesta semana, as movimentações diplomáticas devem ser intensas, mas a incerteza quanto aos próximos acontecimentos continuará afetando os mercados. O reflexo nas bolsas internacionais indica um início de semana conturbado, sem direção definida, com alta volatilidade nos preços dos ativos”, comenta Priscila Aguiar, economista da CEM – Comissão de Estudos de Mercado da CNseg.

A economista destaca que os dados de inflação no Brasil e nos Estados Unidos também ajudarão a dar o tom dos mercados nesta semana. Na quarta-feira (23), o IBGE divulga o IPCA-15 (Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo) de fevereiro, prévia da inflação oficial, que ainda deverá vir elevado, pois a metodologia do IBGE coleta os reajustes na Educação em fevereiro. “Com isso, a alta dos preços acumulada em 12 meses deverá se manter acima dos 10%, com sinais mais persistentes pelo menos até maio, quando é esperado uma desaceleração com a retirada da bandeira extra de crise hidrológica, que impacta o IPCA em quase 1 p.p.”. 

A taxa de câmbio também é destaque no boletim desta segunda-feira. A valorização do Real ao longo da semana passada, que surpreendeu pela intensidade, deve-se a vários fatores, desde a tendência de alta da Selic, reforçada pela Ata do Copom mas hawkish (duro), gerando operações de carry-trade (aplicações de curto prazo em renda fixa), o potencial de alta nas commodities que beneficiam as exportações brasileiras e até entrada de recursos para aplicações no mercado de renda variável. 

Leia a íntegra do boletim Acompanhamento de Expectativas Econômicas semanal feito pela Superintendência de Estudos e Projetos (Suesp) da CNseg, no portal de CNseg.

Brasilprev registra lucro líquido de R$ 1 bilhão e encerra ano com R$ 318,2 bi em ativos sob gestão

angela assis brasilprev

Fonte: BrasilPrev

A Brasilprev divulgou lucro líquido ajustado (que exclui resultados extraordinários) de R$ 1,008 bilhão. O valor é 11% superior ao apresentado em 2020, quando a companhia registrou R$ 912 milhões. Além disso, a carteira total de investimentos também registrou crescimento, encerrando o ano com R$ 318,2 bilhões em ativos sob gestão, o equivalente a 30% de market share.

“Ainda que 2021 tenha sido marcado pela continuidade da pandemia, o mercado se mostrou resiliente, e apoiados pela forte rede de distribuição do Banco do Brasil, conseguimos consolidar este resultado positivo”, comenta a presidente da Brasilprev, Ângela Assis (foto). “Também percebemos neste período a solidificação do papel social da previdência, que respondeu com agilidade à necessidade das pessoas, e ampliou a consciência sobre educação financeira e a construção de reservas de médio e longo prazo”.

Segundo o diretor de Planejamento e Controle da Brasilprev, Nelson Katz, durante todo o ano a Brasilprev buscou ampliar e melhorar a qualidade da assessoria prestada aos mais de 2,4 milhões de clientes. “Nós aceleramos o processo de transformação digital da companhia e investimos muito em tecnologia e inteligência artificial. Um dos exemplos é o nosso WhatsApp, que hoje oferece diversos serviços e tem uma alta taxa de aprovação”. 

O diretor revelou ainda que a forte atuação junto aos clientes permitiu uma mudança no cenário de investimentos da Brasilprev. “Nós seguimos lançando fundos e estratégias cada vez mais personalizadas, e por conta das taxas de juros mais baixas registradas no ano passado, também conseguimos reforçar a discussão sobre a importância da diversificação dos investimentos”, disse. “Para se ter uma ideia, abrimos 2021 com 85,8% de ativos em renda fixa, e 14,2% em Multimercado. Atualmente os fundos multimercado representam 33,2% da carteira. Foi um grande trabalho dos nossos consultores, que renderam ótimos respostas dos nossos clientes”.

Outros indicadores da Brasilprev – Em 2021, as receitas dos planos de previdência da Brasilprev atingiram a marca de R$45,8 bilhões, representando um crescimento de 11,4% frente ao mesmo período de 2020, mantendo a empresa em primeiro lugar entre as seguradoras no ranking de arrecadação total.

Além disso, o saldo das reservas técnicas total evoluiu 1,6% em relação ao mesmo período de 2020, totalizando R$313,2 bilhões. Quando se compara este dado com os R$ 318,2 bilhões da carteira de investimentos, a disponibilidade da empresa supera em R$5 bilhões a necessidade de recursos para a cobertura dos eventos de aposentadoria, invalidez, pensão e pecúlio contratados.