Swiss Re reverte prejuízo e lucra US$ 1,4 bi em 2021

A Swiss Re reportou um lucro líquido de US$ 1,4 bilhão e um ROE de 5,7% em 2021, recuperando-se consideravelmente de uma perda líquida de US$ 878 milhões em 2020. Esse resultado foi alcançado quando o grupo absorveu grandes perdas por catástrofes naturais de US$ 2,4 bilhões em seus negócios, bem como reivindicações totais relacionadas ao COVID-19 de US$ 2 bilhões. A grande maioria das perdas do COVID-19 teve origem nos negócios da L&H Re, enquanto os impactos nos negócios de propriedade e acidentes foram mínimos. Excluindo os impactos do COVID-19, o lucro líquido da Swiss Re foi de US$ 3 bilhões, o que representa um aumento de 39%.

“2021 marcou um importante ponto de virada para a Swiss Re. Apesar dos impactos ainda grandes do COVID-19 e da alta ocorrência de grandes eventos de catástrofes naturais ao longo do ano, atingimos um lucro de US$ 1,4 bilhão. Temos trabalhado arduamente para fortalecer o desempenho dos negócios, com um foco rigoroso na qualidade do portfólio e na excelência de subscrição. Nossos resultados de 2021 são uma prova desses esforços e estamos convencidos de que nosso desempenho continuará melhorando”, disse o CEO do Grupo Swiss Re, Christian Mumenthaler.

A Swiss Re continuou a crescer em todos os seus negócios, aumentando os prêmios líquidos ganhos e as receitas de tarifas do grupo em 4,8% em comparação com o ano anterior, para US$ 42,7 bilhões em 2021.

O retorno sobre os investimentos de 3,2% em 2021 foi impulsionado pelo lucro recorrente e ganhos significativos de avaliação patrimonial. O grupo continua a gerir a sua carteira de investimentos com foco na entrega de rendimentos sustentáveis, informa em comunicado.

IRB Brasil RE melhora resultados em 2021 e projeta retorno ao lucro 

raphael de carvalho IRB

O IRB Brasil RE divulgou, nesta quinta-feira (24/02), os resultados referentes a 2021. O resultado contábil, que incorpora os impactos dos negócios e de despesas não recorrentes, mostra que houve redução de 54% no prejuízo líquido, que foi de R$ 683 milhões no ano passado contra R$ 1,482 bilhão em 2020.  

“Mais uma vez os resultados indicam a recuperação da companhia, mesmo considerando que enfrentamos um cenário mais adverso do que o planejado em 2021, com a pandemia ainda afetando os negócios e, internamente, com sinistros de contratos subscritos antes de junho de 2020, data do início do processo de ressubscrição, ainda impactando sensivelmente os números”, avalia o CEO do IRB Brasil RE, Raphael de Carvalho, em comunicado.

Em relação ao quarto trimestre do ano passado (4T21), o IRB registrou prejuízo de R$ 371 milhões na visão contábil, 42,4% menor do que o verificado no mesmo trimestre de 2020. O resultado líquido contábil da companhia no 4T21 foi negativamente impactado, primordialmente, pela maior frequência de sinistros, que foi 53,7% superior à do ano anterior. Os principais responsáveis foram os segmentos de rural, aviação e vida, notadamente nas carteiras no exterior. 

“Trabalhamos fortemente na nossa estratégia de longo prazo, com a revisão permanente da carteira, tendo como foco crescimento com rentabilidade. Estamos diluindo o risco, buscando uma quantidade maior de negócios com menor exposição por contrato. Ou seja, melhoria de subscrição, redução de sinistralidade, maior eficiência e nova cultura centrada no cliente. O ano de 2022 é de amadurecimento dessa estratégia, com inflexão nos resultados. Além do incremento de taxas previsto pelo mercado ressegurador global, esperamos também impacto positivo na nossa rentabilidade, com a alta de juros no Brasil e a redução gradual dos efeitos dos contratos anteriores a 2020”, afirma Raphael de Carvalho. 

Prêmios emitidos 

Em 2021, o volume total de prêmios emitidos decresceu 8,7% em relação a 2020, totalizando R$ 8,76 bilhões. Os prêmios emitidos no Brasil totalizaram R$ 5,329 bilhões, o que representou um incremento de 9,3%, refletindo a nova estratégia e a resiliência do negócio em um ano de pandemia, com maior volume de prêmios emitidos em vida (+43,7%) e rural (+23%). Já os prêmios emitidos no exterior foram de R$ 3,431 bilhões, com redução de 27,3% em relação a 2020, também em linha com a estratégia da companhia. 

“A nova estratégia começa por reafirmar nosso protagonismo no Brasil, que deve representar no mínimo dois terços de nosso portfólio, alavancando as claras vantagens competitivas que o IRB tem no mercado doméstico. A atuação no mercado internacional tem como prioridade países da América Latina, como extensão de nossas vantagens competitivas e nosso potencial de lucratividade. O foco em outros mercados internacionais é complementar, visando à diversificação de risco e ao atendimento de clientes estratégicos. No 4T21, 61% dos prêmios emitidos foram no Brasil”, reforça o CEO do IRB Brasil RE. 

A despesa com retrocessão, em 2021, apresentou uma redução de 24,1%, refletindo ajustes no portfólio que permitiram uma diminuição dos custos de proteção da carteira, notadamente nos negócios oriundos do exterior, onde houve recuo de exposição e melhora de resultados em 2021. Assim, o total dos prêmios retidos foi de R$ 5,556 bilhões, com incremento de 3,3% em relação ao ano anterior, como reflexo da redução da despesa de retrocessão. Por fim, o total de prêmios ganhos nos 12 meses do ano foi de R$ 5,9 bilhões, com aumento de 3,8% em relação a 2020 devido ao efeito positivo na variação das provisões técnicas.  

Índices regulatórios 

O IRB Brasil RE observa dois indicadores regulatórios relevantes, um deles em relação à suficiência de cobertura das provisões técnicas e outro referente ao capital mínimo requerido. Em 31/12/2021, a companhia apresentava suficiência de R$ 236 milhões nas provisões técnicas e 106% de suficiência em relação ao capital mínimo requerido, índices superiores aos requerimentos regulatórios. Mesmo registrando prejuízo contábil no exercício, o indicador de solvência total da Companhia se manteve em patamares robustos, de 232%. 

“É dever dos administradores otimizar a estrutura de capital do IRB, portanto, de forma rotineira, monitoramos e estudamos diversas alternativas para fortalecer nossos indicadores regulatórios. Entre elas, operações estruturadas redutoras de provisões, transferência de carteiras em run-off, reduções de investimentos imobiliários, otimização de capital em subsidiárias, emissão de dívida subordinada e subscrição de ações. Caso eventualmente a administração julgue necessário implementar alguma dessas medidas, vamos informar ao mercado tempestivamente”, explica Willy Jordan, vice-presidente Financeiro e de Relações com Investidores da companhia. 

Sinistralidade 

Em 2021, o sinistro retido total foi de R$ 5,988 bilhões. O índice de sinistralidade caiu em comparação a 2020, situando-se em 101,5%.  

“A sinistralidade de 2021 pode ser explicada por dois fatores. O primeiro diz respeito a contratos subscritos em períodos anteriores a 30/06/20, data em que iniciamos o processo de ressubscrição, cujos sinistros representaram 75% do volume total registrado no ano passado. Já o segundo tem relação com alguns contratos vultosos que apresentaram frequência e severidade de sinistros acima do previsto em decorrência de sua operação. Não podemos deixar de observar que a Companhia já registrou R$ 168 milhões de sinistros retidos oriundos da covid-19, sendo R$ 146 milhões no exercício de 2021”, afirma Raphael de Carvalho. 

O resultado financeiro e patrimonial do IRB Brasil RE foi de R$ 618 milhões em 2021, superior ao apresentado em 2020, de R$ 125 milhões, em razão do maior estoque de ativos, do aumento da taxa Selic e de efeitos não recorrentes. 

Thinkseg lança seguro flexível para atender motoristas na cidade ou no campo

thinkseg

A Thinkseg lança um seguro flexível inédito, com mensalidade fixa para as pessoas ajustarem o produto de acordo com o estilo de vida, seja no campo ou na cidade. Quem está rodando mais em estradas de terra, vai priorizar o item revisão de pneus em função do maior desgaste. Quem roda apenas em uma cidade, pode contratar o serviço de guincho específico para um menor raio de cobertura. São coberturas e serviços “a la carte” em que a pessoa compõe o pacote conforme a necessidade dela, de modo econômico.

A partir da mensalidade fixa, em torno de R$ 50,00 para carros básicos, dá para montar o Mão Na Roda. À parte, o motorista escolhe o percentual de indenização (80%, 90% ou 100% da tabela FIPE), raio de serviço de guincho (100 km ou ilimitado), inclusão de pequenos reparos na lataria ou para-choque ou pane elétrica, até incluir assistência residencial. O preço de cada item varia de R$ 6,50 a R$ 14,00. Não há cobrança por quilômetro rodado. 

“A nova rotina, em home office, exigiu uma série de adaptações da família em locais de maior espaço, longe de centro urbanos. Muitas foram para cidades do interior. A ideia do Mão na Roda surgiu para dar mais flexibilidade ao cliente. Cada um vai contratar e pagar o que, realmente, for necessário à rotina diária”, afirma o CEO da Thinkseg, Andre Gregori.

Na sua base de dados, a Thinkseg verificou que aumentou a contratação de seguro auto por CEPs no interior dos estados do País. Em fevereiro de 2020, o número de contratantes de seguro auto, residentes nas capitais do País praticamente empatava com os moradores de cidades do interior. A convivência com o cenário de Covid, por dois anos seguidos, levou ao aumento de interessados pelo seguro auto no interior. Em janeiro de 2022, pessoas residentes em cidades fora das capitais representaram 79,5% dos contratantes do seguro auto. Daí a necessidade de criar um seguro para diferentes realidades. 

Se consideradas todas as cotações online do seguro da Thinkseg, inclusive aquelas que não resultaram em contratação, o total de interessados de cidades do interior superam em 34% as cotações do seguro auto feitas por residentes nas capitais. 

Importante ressaltar que todo o processo é 100% online, desde a contratação e pagamento do seguro. Durante o uso, quando ocorre imprevistos, basta o envio de fotos do veículo batido via whatsapp para que seja mensurado a perda total ou valor do conserto, inclusive, com indicação da oficina mais próxima para o reparo. Todo o processo é feito com aplicação de inteligência artificial nas imagens enviadas pelo motorista via whatsapp.

O Mão na Roda é um produto da Thinkseg, dentro do sandbox da Susep, que conta com a parceria da resseguradora Swiss Re nas operações.

Liberty Mutual encerra 2021 com lucro de US$ 3,07 bilhões

A Liberty Mutual Holding Co. Inc. divulgou lucro líquido consolidado de US$ 722 milhões no quarto trimestre, acima dos US$ 160 milhões do mesmo período do ano anterior. O lucro líquido para todo o ano de 2021 totalizou US$ 3,07 bilhões, acima dos US$ 758 milhões. “2021 foi um ano emocionante para os negócios”, disse o presidente e CEO da Liberty Mutual, David Long, em um webcast de ganhos com analistas na quinta-feira, observando as reservas reforçadas e as linhas de acidentes da empresa.

A empresa informou que o prêmio líquido emitido aumentou 9,2% para US$ 11,03 bilhões no quarto trimestre e 7,5% para US$ 43,7 bilhões no ano. As perdas líquidas por catástrofes no trimestre foram de US$ 143 milhões, abaixo dos US$ 359 milhões do mesmo período do ano anterior, “respeitando a menor frequência de eventos e também recuperações de resseguro do anexo à nossa cobertura agregada”, disse Long.

Olhando para o futuro, Long disse: “Somos encorajados pelos ventos favoráveis ​​do mercado nas linhas comerciais e, embora os recentes ventos contrários do automóvel pessoal estejam impactando nossos resultados, nos sentimos bem posicionados para enfrentar esses desafios e aumentar nossos negócios de forma lucrativa ao longo do tempo”.

O índice combinado total do quarto trimestre melhorou para 99,2%, de 102,3% no mesmo período do ano anterior. O índice combinado total para todo o ano de 2021 foi de 100,8%, em comparação com 101,8% para 2020.

Liberty Seguros anuncia Marcio Probst como diretor de operações e sinistros

liberty seguros

A Liberty Seguros anuncia Marcio Probst como diretor de operações e sinistros. O executivo, que anteriormente atuou como Diretor de Sinistros de Automóvel, assume o cargo para liderar as áreas de Sinistros Automóvel e Demais Ramos, Vistoria Previa e Operações.

Ao todo, Probst contabiliza 30 anos de trajetória no grupo Liberty Brasil, com atuação de alto impacto em diversas áreas de sinistro. Iniciou a carreira no grupo em Santa Catarina, trabalhando na Companhia Paulista de Seguros, em 1991, se incorporando à Liberty Seguros em 1998. Em sua carreira na seguradora, Probst liderou importantes projetos que colocam o sinistro da Liberty hoje como um destaque no mercado de seguros brasileiro, como a centralização da operação de sinistros, programa de vistoria prévia e iniciativas de transformação digital.

Com experiência e alinhamento com a cultura e propósito da Liberty, Probst tem o objetivo de liderar uma grande organização, madura e experiente para continuar a entregar para clientes e corretores jornadas fluidas, pautadas em excelência de processos e forte investimento em tecnologia de ponta.

“É muito gratificante assumir esse novo desafio após 30 anos de trajetória na Liberty, e seguir contribuindo com a companhia em uma função tão importante”, afirma Marcio Probst. “Meus principais focos neste momento serão dar continuidade ao processo de modernização de atendimento de sinistro, implementar novas tecnologias por meio do autoatendimento, inteligência artificial e analytics, e, principalmente, manter essa relação próxima com canais, clientes e fornecedores”, completa.

Insurtech Brasil cria certificação profissional para executivos de seguradoras

A Insurtech Brasil, de José Prado, criou o Insurtech Executive Program, um curso em 8 aulas que se propõe a dar uma visão completa sobre a revolução que o setor de seguros está passando.  No dia 15 acontece a primeira aula com o Igor Mascarenhas, CEO e fundador da insurtech Pier. E não para pôr ai, veja alguns dos professores: 

“Vamos fazer a primeira certificação profissional em insurtech e inovação em seguros, voltada para executivos de seguradoras, empreendedores e qualquer pessoa que que esteja envolvido em criar o futuro dos seguros”, contou José Prado ao Blog Sonho Seguro. O Insurtech Executive Program, acontecerá 100% online e, ao vivo, com início no dia 15 março, sempre terças e quintas às 19h30, com cada encontro com a duração de 2h00.

BB Seguros, Bradesco e Caixa lideram ranking 2021 de grupos econômicos elaborado pela CNseg

ranking seguradoras 2021

O primeiro ranking anual do setor de seguros publicado pela CNseg está disponível em seu portal e apresenta o desempenho das empresas e grupos econômicos em 2021, ano de alta nas vendas de 11,9% (R$ 306,4 bilhões, sem Saúde e DPVAT) sobre o de 2020.

O ranking utiliza dois critérios para o posicionamento das companhias: por grupo econômico ou empresa, no caso das independentes, e por empresas dentro dos segmentos e das principais famílias de produto, seguindo os agrupamentos que constam nas iniciativas da CNseg. O ranking também possui a visão com dados acumulados até o mês de referência e em 12 meses móveis. Além disso, o chamado prêmio direto é que vale para fins da aferição (ou contribuições para previdência; faturamento para capitalização e contraprestação para saúde).

Em 2021, considerando os R$ 360,4 bilhões (sem Saúde e DPVAT), os cinco primeiros do ranking pelo conceito de grupo econômico foram BB Seguros (R$ 61,9 bilhões e 20,2% de market share); Bradesco (R$ 50,4 bilhões e 16,4%); Caixa Seguros (R$ 38,4 bilhões e 12,5%); Zurich (R$ 22,8 bilhões e 7,4%); e Itaú (R$ 17,5 bilhões e 5,7%)

O segmento de Danos e Responsabilidades (sem DPVAT) foi o que mais contribui para a expansão setorial no ano, com alta de 14,6% e prêmios da ordem de R$ 89,8 bilhões. Os cinco maiores grupos econômicos neste segmento foram, por ordem de volume de arrecadação e percentual de participação: Porto Seguro (R$ 13,7 bi e 15,3%); Mapfre (R$ 7,3 bi e 8,1%); Tokio Marine (R$ 6,8 bi e 7,6%; Allianz (R$ 6,8 bi e 7,6%); e BB Seguros (R$ 6,4 bi e 7,1%).

O segmento de pessoas (Vida e Previdência) cresceu um pouco menos, 11,5%, com prêmios e contribuições somados superiores a R$ 192,3 bilhões. Também pelo critério de grupo econômico, os cinco primeiros do ranking foram BB Seguros (R$ 51,2 bi e 26,7% de participação); Bradesco (R$ 38,6 bi e 20,1%); Caixa Seguros (R$ 37 bi e 19,3%); Zurich (R$ 17,8 bi e 9,3%); e Itaú (R$ 13,6 bi e 7,1).

Em Capitalização, a alta no ano foi de 5,9%, e o faturamento, de R$ 24,3 bilhões. Os cinco maiores (grupo econômico) foram Bradesco (R$ 5,5 bi e 22,6%); BB Seguros (R$ 4,3 bi e 17,7%; Santander (R$ 3,8 bi e15,7%); Itaú (R$ 2,6 bi e 10,9%); Icatu (R$ 2,2 bi e 9,1%).

Em Saúde Suplementar, as maiores em 12 meses encerrados em setembro (último dado disponível na ANS) foram os seguintes grupos econômicos: Bradesco (R$ 30,7 bi e 12,8% de participação individual de mercado); SulAmérica (R$ 21,8 bi e 9,1%); Amil (R$ 19,9 bi e 8,3%); Notredame Intermédica (R$ 9,7 bi e 4,1%); e HapVida (R$ 6,9 bi e 2,9%)

Além do desempenho por segmento, que inclui a variação anual individual por grupo econômico, a CNseg divulga relatórios mensais com o comportamento de cada empresa/grupo em ramos e modalidades de seguros.

Alper anuncia a aquisição da Trade Vale Corretora de Seguros e Transporte

marcos couto alper corretora de seguros

A Alper Consultoria em Seguros acaba de adquirir a Trade Vale Corretora de Seguros e Transportes. A operação está estimada em R$ 55,4 milhões e será submetida à aprovação da Assembleia Geral Extraordinária de Acionistas (“AGE”)

Essa é a primeira aquisição da Alper no ano. Em 2021, a empresa comprou quatro empresas do setor, entre elas a corretora de resseguros do C6 Bank, e lançou a Alper Re. 

“A operação faz parte da estratégia da Alper de ser uma companhia consolidadora, que sempre busca novas oportunidades para trazer conhecimento e expertise para a nossa operação”, afirma o CEO, Marcos Couto. 

Localizada em São Paulo, a Trade Vale, que foi fundada há 26 anos por Daniel Andrade e hoje é comandada pelo Fernando Takezawa, é especializada no ramo de transportes e oferece uma forte expertise em soluções, trazendo mais tecnologia e recursos para a unidade Alper Cargo.  “Com essa expertise vamos fortalecer nossa presença neste segmento e consolidar o crescimento expressivo da Alper Cargo, nossa unidade de Transportes, mantendo o alto padrão de atendimento aos nossos clientes”, explica Couto. 

“Chegou a hora de nos juntarmos a um grande grupo empresarial, a Alper, que, além de forte no segmento de transportes e logística, tem uma enorme representatividade no segmento de benefícios, seguros empresariais e riscos diversos. Estamos muito felizes e motivados com essa parceria”, afirma o CEO da Trade Vale, Fernando Takezawa.

Com a aquisição, Takezawa atuará como diretor de Produção, responsável pelo desenvolvimento de novos negócios e manutenção da carteira de clientes adquirida, com o objetivo de alcançar novos patamares de crescimento, além do reforço no time com a junção das equipes.

ESSOR Seguros registra crescimento de 72,9% em prêmios emitidos em 2021

fabio pinho

A ESSOR Seguros teve um crescimento de 72,9% nos prêmios emitidos, em 2021, para R$ 921,8 milhões. Em 2020 chegou a R$ 533 milhões. O lucro em 2021 atingiu R$ 17,8 milhões. No ano anterior, o ganho registrado foi de R$ 25 milhões. Todo o mercado de seguros lucrou R$ 14,4 bilhões em 2020 e R$ 8,3 bilhões em 2021, segundo dados da Superintendência de Seguros Privados (Susep), consolidados pela consultoria Siscorp em 9 de fevereiro de 2022.

O CEO da seguradora, Fabio Pinho, atribui o resultado a três fatores, em comunicado enviado à imprensa. O primeiro deles o fortalecimento como uma seguradora focada em seguros especiais e inovação. Destaca também o reconhecimento da operação agrícola, em parceria com a AgroBrasil. E, finalmente, cita o lançamento de produtos diferenciados no mercado como riscos marítimos, obras de arte e produtos digitais. 

Todos os produtos apresentaram crescimento de emissão na ordem de 40%, sendo que o Agrícola (em conjunto com a AgroBrasil) cresceu aproximadamente 90%. “Os números refletem o empenho de nossa equipe de colaboradores, parceiros estratégicos e corretores de seguros. A nossa base de corretores ativos teve um aumento de 25% em 2021, totalizando mais de 7 mil corretores parceiros da seguradora”, afirma o executivo.

Para 2022, as projeções de crescimento são otimistas: 40%. “O desafio está lançado. Vamos continuar na missão incessante de buscar soluções e melhorias operacionais para os nossos clientes”, conclui Fabio Pinho, CEO da ESSOR.

Allianz Seguros renova apólice de frotas e lançará aplicativo exclusivo para saúde

Allianz

Allianz Seguros anunciou as principais ações da companhia para 2022. Realizado remotamente, o evento contou com a participação de Eduard Folch, presidente da empresa; Karine Barros, diretora executiva Comercial; David Beatham, diretor executivo de Automóvel, Massificados e Vida; e Renato Roperto, diretor executivo de Sinistros.

Na abertura da transmissão, Eduard fez uma breve retrospectiva de 2021. “A Allianz Brasil concluiu a integração com a SulAmérica Auto e Massificados, mantendo a base de clientes tida na aquisição das operações. Já em relação aos parceiros de negócios, hoje, temos mais corretores cotando os nossos produtos, do que tinham as duas companhias antes da compra. No ano passado, também aplicamos melhorias no call center, comunicação com o canal de vendas, ofertas, serviços e processos, sobretudo de Sinistros”, lembrou Eduard.   

O encontro online foi o primeiro evento oficial de Karine Barros como diretora executiva Comercial, que assumiu o cargo em janeiro deste ano. Ela reafirmou o compromisso da Allianz com os parceiros de negócios da empresa. “Os corretores e assessorias podem esperar da seguradora um time engajado, muito presente, com informações que geram bons diálogos, e fornece ferramentas para facilitar o seu dia a dia”, afirmou. A executiva também apresentou a AlliadoZ 2022, campanha de vendas que reconhecerá 300 premiados – 150 a cada semestre – e ainda levará os 50 primeiros colocados do ranking para desfrutar de um roteiro exclusivo na Espanha.

David Beatham, por sua vez, aproveitou a ocasião para adiantar algumas novidades nas carteiras de Automóvel e Massificados. “Fizemos diversas entregas nos produtos de varejo ao longo de 2021 e, em 2022, não será diferente”, disse. Entre os lançamentos previstos estão a renovação no produto Frota, o aumento do limite de aceitação em Auto, Frotas e Caminhão, para R$ 1 milhão, um aplicativo de telemetria e gameficação que irá conceder descontos no seguro Auto baseados no comportamento dos motoristas diante do volante, além de um seguro Viagem, exclusivo para venda por meio de corretores, com limites diferenciados de coberturas.

Já Renato Roperto lembrou que a pandemia mudou o comportamento das pessoas acelerando as alternativas digitais, sem perder o lado humano nas relações. “Ouvimos muito os consumidores e os nossos parceiros de vendas para saber como tornar o dia a dia deles mais fácil. Trabalhamos o digital em todas as áreas da companhia”, afirmou. “Na assistência 24h, 30% dos acionamentos que recebemos são feitos via WhatsApp e mais de 20% das interações de sinistros realizadas pelo chat”, concluiu. Nessa esteira, de estar em linha com o atual cenário e demanda dos segurados, o executivo adiantou que “os clientes de Automóvel terão, além do carro reserva, a opção de um voucher para deslocamentos em carros por aplicativo”.

Entre as novidades previstas para os próximos meses, a Allianz ainda lançará produtos totalmente digitais na carteira de Saúde, com aplicativo exclusivo. Para as demais linhas Corporativas, o propósito da empresa é simplificar produtos e serviços e agilizar processos para que os corretores trabalhem com mais autonomia e de maneira mais assertiva com os clientes, assim como tem sido nas carteiras de varejo.