Comissão do Senado aprova projeto que torna obrigatória verba da União para o seguro rural

Fonte: Agência Senado

A Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) confirmou, nesta quarta-feira (3), a aprovação do projeto que promove alterações nos marcos legais do seguro rural. O PL 2.951/2024 agora vai à Câmara dos Deputados, exceto se houver recurso para análise do Plenário.

Pelas regras do Senado, é preciso uma votação suplementar em comissão com análise terminativa (que dispensa o Plenário), caso o relatório aprovado seja um substitutivo (versão alternativa). O texto original, da senadora Tereza Cristina (PP-MS), recebeu um substitutivo do relator, senador Jayme Campos (União-MT).

Entre as leis alteradas pela proposta está a que instituiu o seguro agrícola (Lei 8.171, de 1991), que passará a utilizar o termo “seguro rural” — de forma a abranger não apenas a agricultura, mas também a pecuária, a aquicultura, a pesca e outras atividades produtivas realizadas no campo.

O projeto explicita que serão cobertos os prejuízos decorrentes de fenômenos naturais, pragas, doenças e outros fatores que afetem as atividades no campo. Além disso, o texto inclui entre as ações e os instrumentos de política agrícola a recuperação de áreas degradadas.

Segundo Jayme Campos, é preciso modernizar a legislação atual, “sobretudo em contexto de recorrentes quebras de safras dos últimos anos, o que tem prejudicado muitos produtores do país”. Na avaliação dele, diversos produtores têm tido severos comprometimentos da capacidade financeira de se manter na atividade.

Benefícios

Segundo a proposta, o poder público pode conceder benefícios aos produtores que contratarem seguro rural — como juros menores, prazos e limites maiores, prioridade de acesso ao crédito rural e financiamento do prêmio do seguro. Esses incentivos poderão ser cumulativos.

O projeto também altera a Lei 10.823, de 2003, que autoriza o Poder Executivo a patrocinar parte do valor do seguro pago pelo produtor rural. Para ter acesso à subvenção econômica, o produtor tem de fornecer dados sobre a sua atividade agropecuária.

Segundo a proposta, a prioridade é para atividades consideradas redutoras de risco, indutoras de tecnologia ou que promovam a recuperação ambiental.

Allianz anuncia superintendente de Corporate

Veronica Britto é a nova superintendente de Corporate da Allianz Seguros, uma das maiores seguradoras do Brasil e do mundo, detentora do naming rights do Allianz Parque. A executiva, que assumiu o cargo no dia 1/12, se reportará diretamente a Maurício Masferrer, diretor executivo de Negócios Corporativos da companhia.

Com 15 anos de experiência no mercado segurador, Veronica chega à Allianz para somar sua expertise técnica e apoiar a expansão sustentável dos negócios de Corporate. “É uma honra integrar uma empresa com tamanha relevância no setor, reconhecida por sua capacidade de inovar e entregar excelência. Estou pronta para contribuir com soluções que agreguem valor aos clientes e brokers e fortaleçam a posição estratégica da companhia no mercado”, destaca.

Ao longo da carreira, Veronica acumulou passagens por grandes players do setor, como Aon, Bonae Res e Chubb, onde liderou iniciativas voltadas a planejamento, desenvolvimento de novas oportunidades de negócios, gestão de distribuição e relacionamento com clientes e brokers.

Formada em Relações Internacionais pela PUC-RJ, Veronica possui MBA em Negócios Internacionais e Comércio Exterior pela FGV e MBA em Gestão de Vendas pela USP/Esalq, além de certificações em liderança inclusiva, gestão de mudanças e desenvolvimento profissional.

Prêmio de Música Instrumental Tokio Marine Hall celebra diversidade sonora brasileira em sua 3ª edição

Reforçando o compromisso com a valorização da música brasileira, seis talentosos instrumentistas subiram ao palco na final do Prêmio de Música Instrumental Tokio Marine Hall, realizada na última quinta-feira, 27. Em uma noite repleta de interpretações autorais, cada finalista também apresentou releituras de grandes sucessos do homenageado da edição, o cantor e compositor Ivan Lins, que celebra 80 anos em 2025.

O vencedor escolhido pelos jurados desta edição foi o pianista, arranjador, produtor musical e compositor Cristian Sperandir, acompanhado por sua banda, formada por Mateus Albornoz (contrabaixo) e Vaney Bertotto (bateria). Além das premiações definidas pelo júri, esta edição também abriu espaço para votação popular, que consagrou o baterista, compositor e educador, Guilherme Tófano. Após o anúncio dos vencedores, Ivan Lins apresentou um pocket show com seus grandes sucessos ao longo da carreira. 

Idealizado pela Tokio Marine Seguradora, o prêmio tem como missão valorizar a música instrumental, ampliar a visibilidade de artistas talentosos e promover o acesso democrático da população à cultura. A iniciativa está alinhada à assinatura ‘Tokio ESG’, por meio da qual a Seguradora reafirma seu compromisso em contribuir para uma sociedade mais justa e transparente e pautada pelo uso responsável dos recursos naturais. Além das edições do Prêmio de Música Instrumental Brasileira, nos últimos anos a Tokio Marine tem apoiado outros projetos de apoio à música e cultura, cujos objetivos são promover, fomentar e dar visibilidade a novos artistas da música brasileira como o Música Para Todos, Palco Novos Talentos e Rock ao Piano. 

Para Flávio Otsuka, Diretor de Estratégia de Crescimento e Marketing da Tokio Marine, a iniciativa permite o reconhecimento de grandes talentos e dá a oportunidade de se apresentarem em uma das mais tradicionais casas de shows do País, como o Tokio Marine Hall, de forma acessível para a população. “Idealizar um prêmio dedicado à música instrumental brasileira é valorizar a cultura do País, além de ampliar a projeção desses artistas. Nesta edição, trazemos uma novidade especial: além do prêmio em dinheiro, os três primeiros colocados poderão gravar suas composições nos estúdios da Trama na Cena, garantindo que o reconhecimento vá além da cerimônia e gere um legado real para suas carreiras”, afirmou o executivo. 

Além de Otsuka, o júri foi composto por Camila Frésca, doutora em Musicologia e mestre em Artes pela ECA-USP; Débora Gurgel, pianista, flautista, arranjadora e compositora paulistana, com mais de 30 anos de carreira na cena instrumental brasileira; Gustavo Vaz, músico, ator, compositor e comunicador mineiro, bacharel em Violão popular pela UFMG e Vera Figueiredo, baterista, compositora, produtora e referência na música instrumental brasileira. 

Confira abaixo todos os artistas premiados na 3ª edição do Prêmio de Música Instrumental Tokio Marine Hall: 

  • 1º lugar: Cristian Sperandir Trio 
  • 2º lugar: Ramsés Paraguassú 
  • 3º lugar: HII Trio 
  • Melhor Intérprete: Fabiano Chagas 
  • Vencedor do Voto Popular: Guilherme Tófano Quarteto

Caixa Residencial lança cobertura para danos por água e reforça compromisso com a proteção dos lares brasileiros

rodrigo Valença caixa residencial

Com o objetivo de ampliar a proteção oferecida aos clientes e fortalecer o compromisso de proteção aos lares dos brasileiros, a CAIXA Residencial, joint venture da CAIXA Seguridade com a Tokio Marine Seguradora, lança a nova cobertura Danos por Água. A proteção adicional está disponível nos produtos CAIXA Seguro Residencial e CAIXA Seguro Residencial Exclusivo, reforçando o compromisso da companhia com a segurança das famílias em cenários de risco climático cada vez mais frequentes.

O lançamento ocorre em sinergia com os debates da conferência da ONU sobre mudanças climáticas, realizada em Belém (PA), que reúne líderes globais para discutir soluções frente ao aquecimento do planeta.

“Com esta iniciativa, ampliamos nossa proposta de valor, oferecendo seguros mais completos, cada vez mais alinhados às projeções do mercado e às necessidades reais das famílias brasileiras. Nosso objetivo é proteger os lares de forma consistente, especialmente diante de eventos climáticos extremos. Com essa expansão, reforçamos nosso compromisso com cuidado e responsabilidade, fortalecendo a confiança e a segurança de nossos clientes, mesmo diante de desafios inesperados”, explica Rodrigo Valença, CEO da CAIXA Residencial.

Proteção ampliada diante de novos riscos

O desenvolvimento da nova cobertura considerou as recentes catástrofes climáticas registradas no Brasil, especialmente no Rio Grande do Sul, entre abril e maio de 2024. Na ocasião, 478 dos 497 municípios gaúchos foram afetados, impactando quase 2,4 milhões de pessoas. Mais de 15 mil km² ficaram submersos, e as perdas humanas e materiais reforçaram a urgência de soluções que ampliem a segurança patrimonial e social das famílias brasileiras.

A cobertura engloba:

  • Insuficiência de calhas;
  • Rompimento de tubulações;
  • Enchentes e inundações, em decorrência de fortes chuvas ou rompimento de tubulação;
  • Desmoronamento causado por acúmulo de água.

 Entre os riscos excluídos estão infiltrações por falta de manutenção do imóvel segurado, entupimentos de ralos e sifões e incidentes ocasionados por torneiras, portas ou janelas deixadas abertas.

Da reação à prevenção: como o setor de seguros está redesenhando a resiliência climática na América Latina

Rodrigo Suarez, Líder em Clima e Sustentabilidade da Marsh América Latina e Caribe

A presença do setor de seguros na COP30 foi mais estratégica e estruturada do que em qualquer edição anterior, consolidando a atividade como peça central na agenda de adaptação climática. No painel “A Importância da Natureza e da Água”, realizado na Casa do Seguro no dia 19 de novembro, Rodrigo Suárez, diretor de Clima e Sustentabilidade da Marsh para América Latina e Caribe, destacou que a compreensão dos riscos regionais, aliada à capacidade de modelagem e às soluções de resiliência, será determinante para que governos e empresas consigam reduzir perdas e fortalecer cadeias produtivas.

Em entrevista exclusiva ao Sonho Seguro, o executivo afirmou que a América Latina vive uma combinação singular de extremos: excesso de chuvas e inundações no Brasil, escassez de água no México, incêndios no Chile, poluição do ar nas grandes metrópoles e pressão sobre ecossistemas amazônicos que sustentam serviços essenciais, como abastecimento de água e energia. Ele afirma que o setor já passou da fase de apenas indenizar danos e começa a atuar na estruturação de estratégias preventivas, combinando transferência de risco com adaptação, infraestrutura resiliente e soluções baseadas na natureza.

Leia os principais trechos da entrevista:

Quais são os fatores regionais específicos que tornam o mercado de seguros da América Latina e do Caribe particularmente vulnerável aos riscos climáticos?
De acordo com o relatório global de riscos mais recente da Marsh, os riscos de sustentabilidade estão ganhando peso em todo o mundo — eventos climáticos extremos, escassez de recursos, sistemas no limite, perda de biodiversidade e poluição estão entre os principais. Na América Latina, há nuances importantes: no Brasil, predominam eventos extremos ligados ao excesso de chuvas e inundações; no México, a escassez de água é o eixo central; no Chile, o foco são os incêndios; e na Colômbia, a preocupação recai sobre a escassez de recursos hídricos. Nas grandes cidades, a poluição do ar figura como um dos principais riscos, enquanto nos países amazônicos o desmatamento acende um alerta devido à relação direta com serviços ecossistêmicos essenciais, como água e energia.

Como você vê a interseção entre seguro tradicional, adaptação e mitigação climática?
Esse é um tema em que a Marsh tem investido muito, especialmente ao lado do BID, com quem lançamos o documento Resilience Now: Fechando a Lacuna de Adaptação na América Latina e no Caribe. O material dialoga diretamente com os resultados esperados da COP30 em temas como recursos hídricos, infraestrutura, segurança alimentar e saúde. Há seguros que respondem bem a eventos como inundações, mas que precisam evoluir em relação a riscos emergentes, como ondas de calor e seu impacto em infraestruturas. Também entregamos um documento específico para infraestrutura no âmbito da COP. Construir resiliência e demonstrar capacidade técnica traz benefícios concretos para continuidade de negócios e redução de lucros cessantes, especialmente quando analisamos a cadeia de suprimentos e o uso crítico de recursos hídricos.

Quais são os desafios para que o setor de seguros atue de forma mais preventiva diante dos eventos climáticos?
O principal desafio é compreender profundamente os riscos. Precisamos modelar adequadamente como eventos futuros podem se comportar a partir de padrões históricos, ter uma visão completa do cliente e avaliar não apenas ativos físicos, mas pessoas, operações e a eficácia dos planos de contingência. Mais do que isso, é importante olhar para os sistemas e entender como um evento pode repercutir em fornecedores, investidores, meio ambiente e clientes. Esse olhar sistêmico é o que aprimora nossa capacidade de atuar preventivamente e de mobilizar todos os atores envolvidos.

Como vocês avaliam a capacidade atual do setor de modelar riscos climáticos e como isso impactará prêmios, coberturas e o mercado de resseguros?
É uma pergunta excelente, mas complexa. Modelar o impacto de uma inundação varia muito dependendo se estamos falando de uma cidade, uma plantação, uma pessoa ou uma indústria. Hoje temos ferramentas robustas para capturar essas diferenças, embora em algumas regiões ainda faltem dados consolidados. Em muitos casos, a situação muda de cidade para cidade ou de país para país. Modelos globais já permitem incorporar dados locais, o que melhora sensivelmente os resultados. A tecnologia avançou tanto que até celulares podem ser usados para registrar temperatura e alimentar modelagens de ondas de calor.

Existe alguma lacuna de dados ou metodologia na região que ainda precise ser superada?
Sim. Variabilidade e fragmentação de dados ainda são desafios. Em um projeto recente para desenvolver soluções de seguros relacionados ao clima para 10 cidades latino-americanas, percebemos que algumas possuem excelentes informações sobre ondas de calor, outras sobre inundações, outras sobre populações vulneráveis. Um ponto particularmente relevante é a valorização da natureza: áreas com cobertura vegetal tendem a reduzir a temperatura ambiente e, com isso, diminuem a morbidade relacionada a ondas de calor.

Que oportunidades emergentes você identifica em seguros relacionados a soluções baseadas na natureza, infraestrutura resiliente e cadeias de suprimentos?
Estamos avançando muito no chamado seguro ambiental, incluindo seguros para crédito de carbono, créditos de biodiversidade, coberturas ambientais e soluções paramétricas além do uso tradicional no setor agrícola. Há também espaço crescente para organizações com padrões de certificação de baixo impacto. Quando empresas combinam bom desempenho em sustentabilidade com gestão prioritária de riscos, suas cadeias de fornecimento se tornam mais robustas e resilientes.

Quais obstáculos regulatórios ou de mercado ainda precisam ser superados?
Ainda existe uma visão muito baseada na vulnerabilidade e menos na resiliência. Nosso trabalho tem sido apoiar países, cidades, setores e organizações para que esforços de adaptação se traduzam efetivamente em maior resiliência. E resiliência precisa — e deve — ser recompensada.

Como você avalia o papel do setor de seguros nas discussões da COP30?
A evolução é notável. Há poucos anos, o setor passava quase despercebido; hoje está no centro das discussões. A atuação da CNseg na COP30, com debates diários totalmente alinhados aos temas de ação — cidades, natureza, infraestrutura — foi fundamental. Soluções como créditos de carbono, créditos de biodiversidade e iniciativas para uma natureza positiva estão ganhando tração. Ver o setor de seguros participar da modelagem e das soluções para planos de adaptação setoriais, territoriais e nacionais é essencial para construirmos uma sociedade menos vulnerável, mais resiliente e melhor adaptada.

Fácil Assist inaugura sede em São Bernardo e marca nova era do grupo HDI

O Grupo HDI – um dos maiores conglomerados seguradores do país – celebrou a reinauguração da Fácil Assist em São Bernardo do Campo, um marco estratégico para a evolução da assistência e para toda a companhia. A nova estrutura simboliza o avanço contínuo da empresa em seu compromisso com clientes e corretores, reforçando a integração entre as marcas e ampliando a eficiência e a capacidade de solução em todo o Brasil.

Planejada para oferecer ambientes amplos, colaborativos e acolhedores – que estimulam integração e fluidez no trabalho – a reforma na sede da Fácil Assist inclui copas distribuídas por andar, espaços de pausa otimizados e um Centro Médico renovado para oferecer cuidado integral ao time que atua diretamente no atendimento aos clientes.

Além disso, a atualização do espaço consolida um movimento iniciado meses antes, quando a Fácil Assist revisitou sua estratégia e definiu uma nova ambição: ser uma assistência de atendimento exclusiva às marcas do Grupo HDI, totalmente integrada e alinhada ao propósito de se tornar a melhor do país. A concentração de todas as equipes – antes distribuídas em duas localidades – em um único prédio em São Bernardo do Campo representa mais agilidade, sinergia e foco em entregar excelência no momento da verdade para quem confia diariamente na empresa.

“Quando a gente transforma o espaço, a gente transforma também a forma como trabalha e como cuida das pessoas. Essa reinauguração é mais que uma entrega física: é o começo de um novo ritmo, mais integrado, mais eficiente e mais conectado com o que queremos construir como Grupo HDI”, afirma André Truzzi, Vice-Presidente de Transformação e Assistência da companhia. 

Como parte da comemoração, o Grupo HDI também realizou uma cerimônia interna marcada por ativações especiais, brindes, fotos e a presença de colaboradores e lideranças. O momento simbolizou como a evolução da Fácil Assist representa também o avanço da companhia como um todo, destacando o orgulho e a união das equipes, que agora seguem ainda mais preparadas para oferecer um atendimento de excelência aos clientes e corretores em todo o país.

Generali Brasil se destaca entre as maiores empresas do setor de seguros no ano de 2025  

Eric Lundgren, CEO da Generali Brasil

por Generali  

A Generali Brasil foi listada entre as 25 maiores seguradoras do país, segundo o anuário Época Negócios 360º, pesquisa especial da revista Época Negócios que elege e analisa as melhores empresas do Brasil a partir de uma avaliação de seis dimensões da gestão: Desempenho Financeiro, Governança, Socioambiental, Inovação, Visão de Futuro e Pessoas. 
 

De acordo com o levantamento, a companhia subiu cinco posições em relação ao ano anterior, além de ter se destacado em outros indicadores que apontam para a sustentabilidade do seu modelo de negócio. A publicação serve como termômetro do desempenho de empresas de diferentes ramos e é uma das mais importantes do Brasil. 
 

O crescimento no ranking se deu pelo lucro alcançado em 2024, que chegou a R$ 104,8 milhões, um aumento de 38% em comparação ao mesmo período de 2023. Para o CEO da Generali Brasil, Eric Lundgren, a mudança na estratégia que a empresa implementou nos últimos anos foi a chave para os resultados de hoje. “Mudamos nosso foco para seguros massificados, vida em grupo e grandes riscos corporativos, e estamos colhendo os frutos dessa reorganização. Chegamos ao fim de 2025 com uma companhia bem-preparada para continuar se desenvolvendo de forma saudável”, afirma o executivo. 
 

Ainda de acordo com o anuário, a Generali cresceu em 32,9% nos prêmios emitidos, o que posiciona a seguradora na sexta posição da categoria. No primeiro semestre de 2025 a empresa registrou R$ 1,3 bilhão de prêmios emitidos, a maior parte correspondente ao canal de massificados. A companhia também ocupa a 20ª colocação no ranking de menor taxa de sinistralidade, com apenas 36,1%. 
 

A seguradora caminha para mais um ano de forte desempenho, com os primeiros seis meses do ano registrando lucro de R$ 59 milhões, 25% a mais do que no primeiro semestre de 2024. O começo de 2025 também alcançou a marca de R$ 89 milhões em Resultado Operacional e apresenta crescimento constante a cada período contábil. 
 

“Nossas parcerias comerciais permitem ampliar a presença da Generali em todo território nacional, com soluções acessíveis e modernas, que acompanham a transformação digital do setor”, descreve o CEO. 
 

Em 2025, a Generali Brasil se encontra em um momento emblemático. O ano marca o centenário da empresa no país, que vem acompanhado de conquistas importantes para a seguradora, como a indicação para o prêmio Reclame Aqui e o selo RA1000. Além da colocação no Época Negócios 360º, a companhia também figurou no Ranking Valor 1000 e foi escolhida, pela quarta vez, como uma das 20 mais inovadora do país, segundo o MIT Technology Review.

CNseg recebe Prêmio Jatobá por excelência na demonstração de resultados

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Case da Confederação Nacional das Seguradoras (CNseg) foi o grande vencedor do Prêmio Jatobá 2025 na categoria KPIs de Comunicação/Demonstração de Resultados. A entidade também figurou entre os finalistas na categoria Comunicação para a COP30 e esteve entre as cinco organizações destacadas como Organização do Ano. A cerimônia ocorreu na noite desta segunda-feira, dia 1º, em São Paulo.

O projeto premiado apresentou a jornada da Confederação no desenvolvimento de press trips pelo Brasil e pelas cidades de Paris e Londres, entre janeiro de 2024 e setembro de 2025. A iniciativa, alinhada ao Plano de Desenvolvimento do Mercado Segurador (PDMS), resultou em mais de 1.500 publicações qualificadas na mídia, mobilizou jornalistas de 19 estados e consolidou a comunicação como eixo estratégico para ampliar o conhecimento da população sobre os produtos de seguros no país.

Carla Simões, superintendente de Comunicação e Marketing da CNseg, destacou que a aproximação com a imprensa nacional, regional e especializada tornou-se essencial dentro de uma estratégia voltada ao aumento da compreensão e da adesão aos produtos de seguros, previstos no PDMS. “O objetivo não era apenas garantir a cobertura dos eventos, mas construir uma relação duradoura a partir desses encontros com os jornalistas”, afirmou.

Representando a CNseg na cerimônia estiveram Clovis Horta, Bruno Rodrigues e Flávia Ferreira, gerente, especialista e analista de Comunicação, respectivamente, além de Gisele Freitas, gerente de Marketing.

Reconhecido como uma das principais premiações da comunicação corporativa no Brasil, o Jatobá celebra a excelência de projetos e profissionais do setor. Sua missão é fortalecer a atividade de relações públicas no país e na América Latina, ampliando a visibilidade das boas práticas e estimulando a excelência em todas as frentes de atuação. Em sua nona edição, o prêmio recebeu 344 cases inscritos e foi avaliado por um júri formado por 103 profissionais e acadêmicos de comunicação de diversas regiões do país.

Split Risk recebe autorização da SUSEP para atuar em ambiente definitivo nacional e em novos ramos

por Split

A Split Risk – seguradora digital com foco na criação de produtos do ramo Auto – acaba de receber a autorização para conversão da licença em definitiva, saindo do ambiente de Sandbox regulatório da Superintendência de Seguros Privados (Susep). Com isso, a companhia se torna a quinta empresa do setor a operar como uma S3 e já pode atuar abertamente no mercado, sem precisar ficar restrita ao ambiente regulatório da autarquia. 

A nova licença permite a ampliação do número de apólices emitidas e da importância segurada das coberturas nas quais já opera, além de facilitar a expansão para outros ramos que não estão autorizados no Sandbox. Já o segmento S3 inclui, geralmente, seguradoras com perfis de risco menos complexos geralmente com foco em seguros massificados (de grande volume de segurados) tornando uma realidade o desejo da cia em levar apólices de seguros para grande população hoje excluída do mercado.

Fundada em 2020 por Pedro Pires (atual Presidente do Conselho e idealizador do movimento Seguro para Todos); Rudh Menezello (diretor de Vendas e Marketing) e Leandro Teixeira (diretor Técnico e Financeiro), a empresa tem como modelo de negócios a distribuição através de MGAs, em um formato white label que permite ao parceiro assumir responsabilidades em nome da seguradora, levando aos corretores e usuários produtos cada vez mais inclusivos e flexíveis.

“Entendemos que a inovação em produtos e a democratização do mercado segurador passa também por ampliar o acesso ao público consumidor. Foi seguindo este ideal que conseguimos crescer aproximadamente quatro vezes o número de apólices ativas no último ano, saltando para cerca de 80 mil segurados recorrentes em 2025”, explica Rudh.

O plano da Split Risk agora é se firmar como a maior seguradora a operar através de MGA’s, com ênfase em projetos de novos ramos, que aguardavam a licença para serem intensificados. “Existe uma demanda reprimida para projetos no formato white label em outros ramos, que agora terão maior atenção e irão contribuir para a diversificação do nosso portfólio, e principalmente para o crescimento da companhia”, afirma Marcos Kapp, CEO da Split Risk.

Além das novas linhas de produtos para o ano de 2026, a insurtech também passará a contar com o respaldo da Munich Re, uma das maiores resseguradoras do mundo, trazendo robustez e segurança para a expansão da companhia. “Estamos felizes com esta nova parceria, ter uma resseguradora desta magnitude ao nosso lado é sinônimo de que estamos construindo algo sólido e duradouro”, celebra Kapp.

Com a conquista da licença definitiva, a seguradora planeja explorar a diversidade dos canais para acelerar a transformação de agentes que atuam em mercados alternativos. “A ideia agora é ampliar o leque de produtos, oferecendo também soluções nos ramos Vida e Residencial com apólices anuais. Dessa forma, acreditamos que o volume de prêmios emitidos crescerá de forma exponencial, podendo chegar a R$ 500 milhões já em 2027”, concluiu Rudh.