A The Human Safety Net, uma fundação lançada pelo Grupo Generali em 2017 com o objetivo de ajudar pessoas que vivem em situação de vulnerabilidade a desenvolverem seu potencial, apresenta seu Relatório de Impacto Social 2025, confirmando compromisso em abordar os principais desafios demográficos por meio de dois programas: Para Famílias (For Families) – dedicado a apoiar famílias com crianças de 0 a 6 anos – e Para Refugiados (For Refugees) – focado em promover a inclusão por meio do emprego e do empreendedorismo.
Em 2025, um total de €16,2 milhões foram mobilizados para apoiar ONGs parceiras, atingindo mais de 515.000 beneficiários, com mais de 100 mil horas de trabalho voluntário, em virtude de um modelo de filantropia estratégica que combina apoio financeiro, suporte não-financeiro para organizações parceiras, cofinanciamento, medição de impacto e a contribuição do tempo e das habilidades dos funcionários da Generali como voluntários.
Desde 2017, a The Human Safety Net alcançou um total de mais de 1,3 milhão de pessoas por meio de uma rede de 98 ONGs parceiras, as quais operam globalmente em 25 países na Europa, Ásia e América Latina.
Com uma abordagem que fortalece as comunidades e contribui para que pessoas desenvolvam seus próprios potenciais, ambos os programas visam enfrentar as profundas transformações sociais que afetam atualmente muitos países: redução da natalidade, aumento da população idosa, maior vulnerabilidade das famílias, o desafio de incluir mais pessoas no mercado de trabalho e de tornar as comunidades mais acolhedoras e integradas.
Neste contexto, investir na primeira infância e apoiar a inclusão de refugiados e migrantes no mercado de trabalho significa não apenas oferecer suporte direto aos indivíduos, mas também contribuir para a inclusão social, a mobilidade social e a sustentabilidade demográfica das comunidades.
“No coração da nossa evolução reside a ambição de nos tornarmos um protagonista em cada país onde operamos. Para a The Human Safety Net, isso significa buscar uma estratégia de longo prazo baseada em parcerias abertas e intersetoriais, capazes de atingir um número crescente de comunidades e gerar mudanças sociais duradouras por meio de uma abordagem enraizada nas comunidades locais e baseada na colaboração entre fundações, ONGs locais e atores dos setores público e privado”, afirma Simone Bemporad, Vice-Presidente da Fundação The Human Safety Net e Diretor de Comunicação e Assuntos Públicos do Grupo Generali.
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Para Famílias: apoiando os primeiros anos de vida, em que as oportunidades futuras são construídas
O programa Para Famílias opera em 23 países com uma rede de 65 ONGs. Desde 2017, alcançou um total de 484.676 cuidadores e 844.609 crianças, totalizando 1.329.285 beneficiários.
O programa foca nos primeiros anos de vida das crianças, uma fase crucial para o desenvolvimento cognitivo, emocional e social, e apoia crianças e pais com ferramentas práticas: cursos de parentalidade, visitas domiciliares, grupos de apoio mútuo e acesso a espaços de aprendizagem precoce que promovem brincadeiras guiadas, leitura, música e outras atividades para pais e filhos desde os primeiros meses.
Em 2025, os resultados mostram que:
• 94% dos pais envolvidos estão mais conscientes das necessidades de desenvolvimento de seus filhos;
• 91% melhoraram seus conhecimentos, habilidades e estratégias de parentalidade;
• 91% das crianças se beneficiam de maiores oportunidades de estímulo e aprendizagem precoce.
Em um momento marcado por um declínio constante nas taxas de natalidade em muitos países europeus, o apoio às famílias durante os primeiros anos de vida de seus filhos assume uma importância ainda maior. Significa ajudar a reduzir as desigualdades educacionais e sociais desde o início, aumentando a confiança dos pais e criando condições mais favoráveis para que cada criança possa desenvolver seu potencial máximo.
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Para Refugiados: inclusão, independência e participação econômica
O programa Para Refugiados opera em 7 países com uma rede de 33 ONGs. Desde o seu início, apoiou mais de 18.000 empreendedores e candidatos a emprego.
Dados acumulados até 2025 destacam resultados concretos:
• 1.290 empresas criadas, das quais 73% continuam ativas;
• 3.979 postos de trabalho gerados;
• 54% dos participantes com contrato de trabalho superior a 12 meses.
Em 2025:
• 73% dos participantes aumentaram sua confiança e consciência sobre a possibilidade de abrir um negócio ou encontrar trabalho;
• 71% apresentam um nível mais elevado de inclusão social ou econômica.
Este programa também está diretamente ligado às principais tendências demográficas e do mercado de trabalho: em muitas economias europeias, a redução da população em idade ativa e a crescente demanda em certos setores tornam cada vez mais importante o apoio a trajetórias de integração eficazes e sustentáveis.
Facilitar o acesso de refugiados ao emprego, à formação e ao empreendedorismo significa ajudar essas pessoas a conquistarem autonomia e, ao mesmo tempo, fortalecer a economia das comunidades de acolhimento, a integração social e atender às demandas do mercado de trabalho, hoje e no futuro.
The Human Safety Net, do Grupo Generali, divulga relatório de impacto social 2025
Segura levanta R$ 45 milhões para atuar com IA entre seguradoras e corretores
Fonte: divulgação
A Segura, infraestrutura de IA para a indústria de seguros, anunciou uma rodada seed de R$ 45 milhões coliderada pela Andreessen Horowitz (a16z) e pela Kaszek, com participação da Big_Bets. A empresa aplica inteligência artificial para resolver os problemas que surgem da complexidade operacional na venda de seguros, melhorando a experiência das seguradoras e corretores. Na prática, destrava processos complexos com IA e apoia o corretor no dia a dia. Com isso aumenta a eficiência na distribuição e permite que os corretores vendam melhor.
O canal de distribuição via corretores é responsável por mais de 80% das vendas do setor e cresce a cada ano, apesar de depender de processos e tecnologia antiga. Por representarem o cliente final, os corretores, buscando sempre as melhores condições, operam simultaneamente com múltiplas seguradoras, cada uma com seus próprios sistemas, coberturas e processos. Ao mesmo tempo, as seguradoras se organizam para trabalhar com mais de 125 mil corretores distribuídos em diferentes ecossistemas. O resultado é uma operação complexa, que limita o crescimento das seguradoras, reduz a produtividade dos corretores e compromete a experiência do cliente final.
“Acreditamos que os corretores serão mais importantes do que nunca na era da IA. Eles são o principal elo de credibilidade, em um setor baseado em confiança, e continuarão sendo a principal interface com o cliente final. Para que isso aconteça, os corretores precisam estar equipados com IA rodando sobre uma nova infraestrutura que suporte suas operações no dia a dia. Foi para construir essa tecnologia que fundamos a Segura”, afirma Luís Alberto (Bebeto) Nogueira, CEO e cofundador da Segura.
Na nova camada de infraestrutura para a distribuição de seguros construída pela Segura, inteligência artificial é aplicada diretamente aos fluxos operacionais entre seguradoras e corretores, combinada a um atendimento especializado que entende o contexto da operação. Com isso, seguradoras passam a operar suas bases com mais eficiência e rapidez, enquanto corretores ganham organização, previsibilidade e suporte no dia a dia — sem abrir mão da personalização necessária em um mercado baseado em confiança. Uma vez que começam a trabalhar com a Segura, os corretores passam a ter acesso a uma série de ferramentas de IA para impulsionar suas vendas.
No centro da plataforma está a Helena, assistente inteligente da Segura que entende o contexto da carteira do corretor. Diferente de soluções genéricas, ela acessa informações técnicas de apólices, condições gerais e históricos de interações. Por estar integrada nos fluxos de trabalho das seguradoras, a Helena apoia com rapidez os processos de cotação e renovação. Assim, a plataforma reduz o tempo gasto em tarefas operacionais e facilita o acesso a dados relevantes para a tomada de decisão.
Um dos diferenciais da solução é a integração com o WhatsApp, canal que já concentra grande parte da comunicação entre corretores, seguradoras e clientes. Ao estruturar essas conversas com inteligência artificial, a Segura transforma interações informais em fluxos organizados de trabalho, reduzindo retrabalho e aumentando a eficiência da operação. Esse modelo de aplicação prática de IA conversacional levou a empresa a ser selecionada para o WhatsApp AI Startups Hub, programa da Meta que reúne startups brasileiras com aplicações inovadoras de inteligência artificial. A Segura foi a única empresa da indústria de seguros escolhida para o programa.
“O corretor já está no WhatsApp o dia inteiro. A inovação não é mudar o hábito, é estruturar a operação por trás dele. Quando organizamos dados e processos, o ganho é direto em produtividade e conversão”, complementa Bebeto.
O investimento na Segura está entre os raros aportes da Andreessen Horowitz (a16z) fora dos Estados Unidos. O fundo de Ben Horowitz é um dos maiores investidores de tecnologia do mundo, com mais de US$ 90 bilhões sob gestão, e é famoso por ter apostado cedo em empresas como Facebook, AirBnb, Slack e a própria OpenAI. A rodada foi co-liderada pela Kaszek, dos fundadores do MercadoLivre, que investiu em empresas como Nubank, Loggi e Kavak. A decisão reforça o potencial do mercado latino-americano e a relevância do problema que a empresa se propõe a resolver.
“A distribuição de seguros é um dos sistemas mais complexos dos serviços financeiros. A Segura está atacando esse problema na raiz ao construir uma camada de infraestrutura de agentes de IA que oferece a seguradoras e corretores uma forma mais rápida e escalável de vender”, afirma Angela Strange, General Partner da Andreessen Horowitz (a16z).
Além da a16z, Kaszek e Big_Bets, a rodada contou com o apoio de investidores anjo como Assaf Wand (fundador da Hippo, NYSE:HIPO), Marcelo Blay (fundador da Minuto Seguros, ex diretor da Porto Seguro e ex-COO da Itaú Seguros), Fersen Lambranho (Chairman da GP Investimentos), Anderson Thees (Managing Partner da Redpoint Eventures), família Almeida Braga (controladora da Icatu), além de empreendedores de tecnologia como Larissa Maranhão (Brex), Mário Augusto Sá (NG Cash) e Lucas Lameiras (Fanatic).
Marcelo Blay, além de ter passado pela liderança da Porto Seguros e da Itaú Seguros, e ter fundado a maior corretora de seguros auto do país, é conselheiro da Segura. “Por ter atuado em grandes seguradoras, como Porto e Itaú, e também ter fundado a Minuto, conheço bem a complexidade operacional dos dois lados dessa relação. A Segura traz uma solução que até pouco tempo atrás parecia impensável e que já vem se mostrando muito eficaz em aumentar vendas, reduzir cancelamentos e gerar ganhos concretos de eficiência para seguradoras e corretores”, afirma Blay..
A Segura utilizará os recursos da rodada para expandir seu time central de engenharia de IA, aprofundar sua infraestrutura e ampliar sua rede de seguradoras e corretores – que em menos de dois anos de sua fundação já ultrapassou a marca de 3,000 corretoras no país.
“Nosso objetivo é construir o sistema que aproxima seguradoras e corretores e permite que eles expandam o mercado oferecendo produtos de seguro precisos e personalizados, em escala”, afirma Bebeto.”
Allianz investe em nova estrutura de regional
A Allianz apresentou as novas instalações da Regional Sul com o objetivo de reforçar a proximidade com os corretores locais e a sua estratégia de crescimento em uma das praças mais relevantes para o mercado segurador brasileiro. Cerca de 30 parceiros de negócios conheceram o espaço, localizado em Curitiba (PR), que foi projetado para oferecer uma estrutura ainda mais robusta, acolhedora e em sintonia com o posicionamento da marca.
A unidade passa a liderar toda a operação da companhia no Sul do país, incluindo as filiais de atendimento remoto e de Empresas – esta última lançada em 2025. A nova estrutura também abriga a sede da filial Curitiba, que se junta às outras 10 filiais da Allianz distribuídas pelo Sul. “O Paraná é uma praça bastante estratégica pela diversidade de negócios alinhados à atuação da Allianz. É onde estamos crescendo a dois dígitos e acima do mercado. Isso comprova a nossa força regional e nos coloca entre as quatro maiores seguradoras do estado”, afirmou Eduard Folch, presidente da Allianz Seguros.
Segundo o executivo, a nova estrutura da Regional Sul representa mais do que uma mudança de endereço. “Estamos investindo em relacionamento para crescer junto com os nossos corretores, que são as peças-chave do modelo de atuação da Allianz. Esse espaço materializa o compromisso com a região Sul e a valorização dos nossos parceiros.”
O diretor executivo Comercial Nelson Veiga destacou que as novas instalações focarão na expansão da empresa tanto nos seguros de Varejo quanto nas Linhas Corporativas, por meio de um portfólio completo e soluções adaptadas às necessidades específicas de cada segmento e perfil de cliente. “Isso também nos permitirá intensificar as nossas ações comerciais, como encontros, treinamentos e eventos, o que irá fortalecer ainda mais a capacitação do canal de vendas e impulsionar a geração de novas janelas de oportunidades baseadas em ganho de market share e expansão da base de negócios”, declarou.
Composta por um subscritor exclusivo de Frotas e outro dedicado aos seguros Patrimoniais, a Regional Sul da Allianz atenderá a mais de 1 mil corretores alocados no Paraná e mais de 5 mil parceiros dos estados de Santa Catarina e Rio Grande do Sul.
Forte dinamismo econômico
O Sul concentra cerca de 17% do PIB nacional, sendo a segunda região mais relevante do Brasil em termos econômicos, impulsionado pela forte presença de setores como agronegócio, indústria e logística. Nesse cenário, a Allianz tem alcançado resultados consistentes. Em 2025, em todo o Sul, a companhia cresceu 29%, enquanto o mercado segurador local subiu 5,7%. Somente no Paraná, a alta da empresa foi de 28%, 22% acima do avanço registrado pelo setor. A companhia também ocupa posições de destaque em carteiras estratégicas no estado: é líder em seguro Condomínio, e no Agro Cultivo, ocupa o segundo lugar do ranking.
“Temos uma economia influente no país, distribuída em vários setores estratégicos. Por isso, queremos diversificar ainda mais o nosso portfólio, considerando o potencial de crescimento da região e as oportunidades que identificamos junto aos corretores e clientes”, pontuou Cleide Camilotto, diretora Comercial Regional Sul da Allianz. “Segmentos como Automóvel Individual, Frota, Residência, Empresarial, Vida e Transportes apresentam grande potencial no Paraná e nas demais praças do Sul, especialmente diante do dinamismo econômico local. Nesse contexto, a nova estrutura da Regional Sul ganha ainda mais relevância. Além de aproximar a Allianz de seus parceiros, esse movimento possibilita com que a empresa aprofunde o entendimento das necessidades regionais e, com isso, impulsione o desenvolvimento dos negócios de forma consistente e sustentável”, finalizou.
Seguradora AXA contrata Matheus Fontanelli para o canal cooperativas
Dentro da estratégia de crescimento da AXA no Brasil, um dos objetivos para este ano é ampliar a capilaridade em todo o país, levando a cobertura de seguros a um público cada vez mais diversificado. Para isso, canais capazes de oferecer escala e expandir a cultura securitária são essenciais. No seu novo modelo comercial, a companhia criou um canal dedicado às cooperativas e convidou Matheus Fontanelli para assumir a sua direção.
Essa estrutura foi oficializada no primeiro trimestre de 2026, mas é a continuidade de um trabalho iniciado em 2025, com a chegada de Luciano Calheiros à Vice-Presidência Comercial, Marketing e Experiência do Cliente. A partir dele, a companhia passou a separar as direções comerciais por canais.
Matheus tem mais de 20 anos de experiência com cooperativismo, trabalhando ao lado de uma seguradora. O executivo chega com a missão de traduzir a solidez técnica da AXA para a linguagem de proximidade e confiança que rege o modelo cooperativista. “O cooperativismo tem um papel essencial no desenvolvimento econômico e social do país. Entendemos que as cooperativas não buscam apenas resultados financeiros, mas o impacto positivo e a prosperidade das comunidades onde atuam. Nossa estratégia é ser o braço de proteção desse ecossistema”, afirma Fontanelli.
A aposta da AXA no segmento baseia-se na convergência de valores: enquanto o cooperativismo une pessoas para o crescimento comum, o seguro garante a continuidade desse ciclo de vida e dos negócios. Ao consolidar o Canal Cooperativas, a AXA busca oferecer um atendimento consultivo e soluções customizadas que respeitem o senso de pertencimento e a transparência exigidos pelos cooperados.
“Acreditamos que, em um país com as dimensões e os desafios do Brasil, a parceria entre seguradoras e cooperativas cria uma rede de proteção poderosa. Queremos estar ao lado dos cooperados, oferecendo um portfólio amplo de soluções em seguros para seus negócios e vidas, transformando a cultura da prevenção em um motor de estabilidade e desenvolvimento humano”, conclui Matheus.
Com esse movimento, a AXA reforça o compromisso de atuar como um motor para acelerar a inclusão securitária no interior do país, utilizando a capilaridade das cooperativas para levar segurança financeira onde as instituições tradicionais muitas vezes não chegam, unindo confiança, proteção e um olhar atento para o futuro.
A Tokio Marine anuncia uma novidade que traz ainda mais praticidade e conveniência aos seus Clientes. A partir de agora, será possível quitar múltiplas parcelas da apólice via QR Code Pix.
Além do QR Code Pix, o Cliente também poderá utilizar cartões de crédito ou débito já cadastrados em sua carteira digital, como Google Pay ou Apple Pay, para realizar o pagamento das parcelas do seguro.
A iniciativa amplia as opções de pagamento disponíveis no Canal Digital da Tokio Marine (site ou aplicativo), reforçando o compromisso da Companhia em oferecer soluções simples, rápidas e alinhadas às necessidades do dia a dia dos segurados.
Para utilizar a nova funcionalidade, o processo é fácil e intuitivo: basta acessar o Canal Digital, realizar o login, selecionar a opção Pagamentos, escolher a apólice e a parcela desejada, gerar o QR Code ou selecionar uma das carteiras digitais disponíveis. O pagamento pode ser realizado tanto para uma única parcela quanto para múltiplas, de acordo com as condições de parcelamento do seguro.
As opções facilitadas de pagamento abrangem diversos produtos da Seguradora, como Automóvel, Frota, Residencial, Condomínio, Empresarial, Aluguel, Vida Individual, Funeral, Acidentes Pessoais, Viagem, E&O e Cyber, garantindo mais flexibilidade para diferentes perfis de clientes.
Com essa iniciativa, a Tokio Marine reforça sua estratégia de inovação e foco na experiência do cliente, oferecendo mais liberdade na hora de pagar o seguro e tornando a jornada digital ainda mais eficiente.
AXA no Brasil lança seguro garantia para compra e venda de energia e reforça atuação no mercado livre
A AXA no Brasil anuncia a expansão de seu portfólio de Seguro Garantia com o lançamento da modalidade Compra e Venda de Energia, desenvolvida para atender o crescente mercado livre de energia. Mais do que um novo produto, a iniciativa marca o avanço do papel do seguro como elemento essencial para viabilizar o crescimento sustentável do setor energético no Brasil.
O produto é direcionado a geradores de energia, especialmente usinas fotovoltaicas, e garante proteção financeira ao fornecedor em caso de inadimplência do comprador. Em um ambiente de contratos bilaterais e maior exposição a risco de crédito, a solução atua como um mecanismo de estabilidade e confiança para as transações.
O lançamento ocorre em um momento de forte expansão do setor. O mercado livre de energia já responde por cerca de 43% do consumo elétrico nacional, com aproximadamente 85 mil consumidores ativos, após a entrada de mais de 21 mil novos participantes apenas em 2025.
O movimento é estrutural: 95% da energia consumida pela indústria brasileira já está no mercado livre, e a abertura gradual para consumidores de menor porte deve ampliar significativamente esse universo nos próximos anos.
Esse crescimento, no entanto, traz novos desafios. À medida que o mercado se descentraliza e os contratos deixam de contar com garantias implícitas do modelo regulado, cresce a necessidade de instrumentos que assegurem o cumprimento das obrigações financeiras.
É nesse contexto que o seguro passa a assumir um papel crítico: não apenas como mitigador de risco, mas como viabilizador do próprio funcionamento do mercado.
A expansão das energias renováveis, especialmente da geração solar, intensifica essa dinâmica ao aumentar o número de agentes, contratos e exposições financeiras ao longo da cadeia.
Nesse cenário, o lançamento integra a estratégia da AXA de consolidar uma oferta completa em Seguro Garantia, ampliando sua relevância em cadeias produtivas estratégicas e reforçando sua competitividade no segmento.
Segundo Denis Maelaro, Diretor de P&C e Specialties da AXA no Brasil, “o mercado de energia limpa vive um ciclo de crescimento acelerado no Brasil, e as soluções de seguro precisam evoluir no mesmo ritmo. À medida que o mercado livre avança, o seguro deixa de ser apenas proteção e passa a ser um elemento estruturante das operações. Essa nova modalidade fortalece nossa proposta dentro do AXA Verde, iniciativa voltada à transição para uma economia de baixo carbono.”
Para Fábio Scatigno, Superintendente de Garantia da AXA no Brasil, “esse lançamento amplia nossa atuação ao permitir proteção dos dois lados da cadeia no mercado livre de energia. Já oferecíamos garantias para assegurar a entrega ao consumidor e, agora, passamos a proteger também o fornecedor contra inadimplência. Essa visão integrada é um diferencial importante da AXA no segmento.”
Grupo HDI investe cerca de R$ 1 milhão em veículos de pronta resposta para atuação em imprevistos
O Grupo HDI anuncia a implementação de uma frota de veículos de pronta resposta, desenvolvidos para atuação em cenários de eventos climáticos extremos. Com investimento aproximado de R$ 1 milhão, a nova estrutura reforça a capacidade de atendimento da companhia em regiões impactadas, especialmente no Sul do país – área que tem enfrentado recorrentes desastres naturais nos últimos anos.
Os veículos funcionam como escritórios móveis, permitindo a condução integral de processos pós diretamente no local da ocorrência. Desde o primeiro atendimento até a liberação da indenização, todas as etapas podem ser realizadas in loco, incluindo abertura de sinistro, coleta de documentos, solicitação de assistência e análise para pagamento. Equipados com estrutura completa, os veículos contam com internet via satélite, energia por placas solares e gerador, garantindo autonomia mesmo em locais com infraestrutura comprometida. Além disso, oferecem suporte adicional à população local em situações emergenciais, como acesso à Wi-Fi e pontos para recarga de celulares.
A iniciativa é operada pela própria equipe de sinistros do Grupo HDI, que atua com autonomia no atendimento a clientes e corretores, garantindo mais agilidade, proximidade e eficiência. “A criação dos veículos de pronta resposta é um avanço importante na forma como atuamos em situações de catástrofe. Nosso objetivo é estar onde e quando o segurado mais precisa, com autonomia para resolver toda a jornada do sinistro de forma ágil e eficiente. Buscamos levar presença, acolhimento e suporte real para as comunidades impactadas, contribuindo para uma recuperação mais rápida e segura”, afirma Marcos Bailer, Diretor de Sinistros Auto da empresa.
Valor Econômico traz um retrato amplo de como o setor de seguros entra em 2026
O mercado segurador brasileiro entra em 2026 diante de uma transição relevante. Depois de um ciclo em que parte do crescimento esteve concentrada em segmentos específicos, o setor passa a se mover por uma combinação mais complexa de fatores: expansão dos ramos de risco, intensificação do uso de tecnologia, ganho de eficiência operacional, adaptação regulatória e desenvolvimento de produtos mais aderentes à realidade financeira de famílias e empresas. Em um ambiente ainda marcado por juros elevados, orçamento apertado e competição crescente pela renda do consumidor, o avanço tende a depender menos de impulso homogêneo e mais da capacidade de precificar melhor, distribuir com mais inteligência e ampliar a cultura de proteção em um mercado ainda subpenetrado.
As reportagens deste especial mostram que essa expansão será desigual. Há linhas com tração mais clara, como vida, prestamista, automóvel, habitacional, saúde, garantia e riscos financeiros, beneficiadas pela maior consciência sobre proteção, pela expansão do crédito e pela busca por soluções mais conectadas ao cotidiano do cliente. Em paralelo, segmentos como previdência aberta, seguro rural, riscos de engenharia e parte das coberturas empresariais continuam condicionados a ajustes tributários, aperfeiçoamentos regulatórios, subsídios ou redesenho de oferta para reagir de forma mais consistente. O retrato é o de um setor que cresce, mas de forma seletiva.
No centro desse movimento está a transformação do próprio papel do seguro na economia. Mais do que instrumento clássico de recomposição patrimonial, ele passa a ocupar espaço crescente na preservação de renda, na reconstrução após perdas, na adaptação às mudanças climáticas, na sustentação do crédito, no planejamento financeiro das famílias e na resiliência das cadeias produtivas. O avanço da inteligência artificial, a consolidação de novos marcos regulatórios, a integração de cooperativas e associações ao ambiente supervisionado, o debate sobre seguro catástrofe, a evolução do open insurance, a reinvenção da corretagem, a sofisticação do resseguro e a criação de produtos mais flexíveis ajudam a redesenhar esse mapa.
O conjunto das matérias revela, assim, um setor mais tecnológico, mais analítico e mais competitivo, mas ainda diante de desafios antigos. Em um país com baixa penetração em frentes essenciais — da proteção patrimonial no campo ao seguro de vida, da cobertura contra eventos extremos à difusão dos microsseguros —, o espaço para crescer continua expressivo. O desafio de 2026 não é apenas expandir arrecadação, mas transformar potencial em escala, com produtos mais simples, distribuição mais eficiente, maior segurança jurídica e capacidade de responder a uma sociedade mais exposta a riscos financeiros, climáticos, digitais e sociais.
A dinâmica do setor de seguros em 2026 tem sido ditada pela convergência de vetores que combinam expansão dos ramos de risco, uso mais intensivo de tecnologia, ganho de eficiência operacional, adaptação regulatória e busca por produtos mais aderentes ao bolso e à necessidade do consumidor. Depois de um 2025 em que a arrecadação consolidada foi afetada pela fragilidade da previdência aberta, especialmente do VGBL, o setor chega a este ano com a convicção de que o crescimento tende a vir menos de um impulso homogêneo e mais da capacidade de executar melhor, precificar com mais precisão, distribuir com mais inteligência e ampliar a cultura de proteção em um mercado ainda subpenetrado.
O mercado segurador brasileiro entra em 2026 com crescimento mais moderado e cada vez mais concentrado nos segmentos em que a demanda já se mostra recorrente e menos dependente de incentivos externos. Depois de encerrar 2025 com expansão de 1,8% no conceito mais amplo da CNseg – que inclui seguros, previdência aberta, capitalização e saúde suplementar -, o setor começou o ano em ritmo mais fraco do que o previsto anteriormente, levando a entidade a revisar sua estimativa de arrecadação para R$ 808 bilhões, uma alta nominal de 5,7%.
A previdência privada alcançou no ano passado R$ 1,8 trilhão em ativos e 11,2 milhões de contribuintes no Brasil, conforme a Federação Nacional de Previdência Privada e Vida (FenaPrevi) e a Superintendência de Seguros Privados (Susep). As cifras, consideradas robustas, poderiam ser mais altas.
As operadoras de planos de saúde registraram lucro líquido de R$ 23,8 bilhões em 2025, alta de 120,7% em relação a 2024. No segmento de seguro saúde – o menor do mercado, com sete empresas, mas que representam 14% dos beneficiários do setor -, o resultado foi de R$ 7,8 bilhões, avanço de 68,2%, segundo a ANS.
Os grandes bancos brasileiros há muito identificaram a capacidade de o setor de seguros alavancar seus resultados operacionais e financeiros. A partir de seus balcões, a via primária de atração de clientes, tais instituições investiram em tecnologia e em inovação de produtos e serviços e, atualmente, despontam entre os mais competitivos figurantes dos rankings elaborados pela Susep.
O mercado de corretagem de seguros, com mais de 150 mil empresas cadastradas na Susep, passa por uma reorganização no país, movimento marcado por consolidação de grandes grupos, avanço da tecnologia e mudança do papel do corretor, cada vez menos associado à simples intermediação de apólices e mais ligado à consultoria de riscos, benefícios e proteção patrimonial. Em um ambiente mais competitivo, escala, especialização e capacidade de integrar serviços se tornaram diferenciais centrais para crescer.
Eventos climáticos extremos já provocaram perdas de R$ 184 bilhões no Brasil entre 2022 e 2024, o equivalente a cerca de R$ 60 bilhões ao ano, segundo a Confederação Nacional das Seguradoras (CNseg). Esse cenário vem pressionando o setor de seguros, com impactos sobre preços, cobertura e aceitação de risco, além do custo e da capacidade do resseguros.
Consolidação e recomposição estratégica ditam o tom das insurtechs neste ano, unindo avanços tecnológicos a ganhos operacionais e financeiros. São mais de 500 startups de seguros ativas na América Latina. Cerca de 200 estão no Brasil, de acordo com hubs de inovação. O setor vem de um crescimento de 7% na região em 2025, segundo a Digital Insurance Latam.
As soluções voltadas ao público de alta vulnerabilidade ganham força no segmento de microsseguros. Trata-se de um mercado com potencial demanda. A população de favelas no Brasil, segundo o Censo de 2022, do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), aumentou 43,5% entre 2010 e 2022.
As apólices cibernéticas também contribuem para fortalecer a segurança digital das micro e pequenas empresas (MPEs), por servirem como instrumentos complementares de reforço da governança. Esse segmento é bastante vulnerável, aponta a pesquisa “Maturidade em Privacidade nos Pequenos Negócios”, do Sebrae, realizada em 2024 com 415 empreendedores de de serviços, comércio e indústria.
O investimento do mercado segurador em coberturas moduladas, mais atrativas e aderentes às necessidades dos diferentes públicos-alvo, tem dado certo quando o assunto é seguro de vida. O produto, destaque entre seguros de pessoas, chama a atenção pela crescente e criativa inclusão de coberturas em vida.
Os tributos costumam assustar os detentores de planos de previdência privada no momento de pôr suas mãos no saldo acumulado para a aposentadoria, em especial os optantes pelo PGBL, obrigados a desembolsar o Imposto de Renda sobre todo o capital. Superada essa fase, eles terão de decidir como receber a renda.
Os títulos de capitalização ocupam uma nova posição no mercado. Aos poucos, eles se firmam como instrumento aceito em licitações públicas e contratos administrativos. Esse processo ganhou impulso com uma mudança na legislação, que em 2023 alterou a Lei de Licitações e incluiu expressamente o título de capitalização entre as modalidades de garantia possíveis.
O seguro de automóveis segue o principal produto do segmento de danos e responsabilidades no Brasil. Responde por 42,6% da arrecadação total do setor. Em 2025, o ramo movimentou R$ 61,6 bilhões, alta de 6,8% frente a 2024. Trata-se de um desempenho que, historicamente, supera a inflação.
A inteligência artificial (IA) e novas tecnologias estão revolucionando o seguro auto, um mercado que cresceu 5,9% de janeiro a maio de 2025, arrecadando R$ 24 bilhões e pagando R$ 14,4 bilhões em indenizações. A inovação está por trás do desempenho das seguradoras líderes do setor, Porto Seguro, Tokio Marine, Allianz, Bradesco, Yelum e Hdi, contribuindo para um crescimento da arrecadação anual na casa dos dois dígitos.
As cessões de resseguro no Brasil cresceram 68,8% entre 2021 e 2025. Passaram de R$ 17,3 bilhões para R$ 29,2 bilhões, acompanhando o avanço do mercado de seguros e a entrada de grupos internacionais. O setor reúne hoje 15 resseguradoras locais, 25 admitidas e 92 eventuais licenciadas.
O uso de inteligência artificial (IA) para criação de imagens e vídeos tem impulsionado um aumento global nas fraudes digitais, com impacto direto no setor de seguros. O ramo de automóveis é o mais atingido, principalmente por tentativas de manipulação de imagens e vídeos de veículos danificados.
Apesar de ser o motor do crescimento da economia brasileira nos últimos anos, o agronegócio está cada vez mais desprotegido. No ano passado, a área plantada coberta pelo seguro rural, o principal mecanismo de proteção ao produtor, foi de apenas 3,2 milhões de hectares.
O seguro paramétrico, modalidade na qual a indenização é paga com base na intensidade de um evento pré-definido e não na avaliação de prejuízos reais, avança no Brasil sem consenso sobre seu estágio de maturidade e ainda focado no mercado agrícola.
O mercado de seguro cibernético no Brasil passa por uma rápida evolução, em resposta ao cenário de ameaças digitais cada vez mais complexas e frequentes. Reembolsar prejuízos financeiros é apenas uma das funções das apólices.
A contratação de seguro garantia, modelo de proteção para assegurar que obrigações contratuais sejam cumpridas, tem avançado de forma expressiva. Em 2025, o setor cresceu 23,8% em termos nominais. Alcançou R$ 6,29 bilhões em prêmios, segundo a Susep.
Prevista no seguro garantia, a cláusula de retomada – mecanismo criado na Nova Lei de Licitações que obriga a seguradora a concluir as obras de uma concessão pública em caso de abandono ou inadimplência da concessionária – tem gerado dúvidas no mercado, mas não a ponto de impedir as expectativas em relação à modalidade, voltada para assegurar o cumprimento de obrigações contratuais. Como há poucos editais de obras públicas desse porte no país, a experiência das seguradoras nesse setor ainda é tímida.
As reclamações à Justiça deixaram de ser apenas uma variável e passaram a interferir diretamente nas provisões, planejamentos, reajustes e estratégias das seguradoras. Esse cenário avança ano a ano e é uma das conclusões da 3ª edição da Agenda Jurídica do Mercado Segurador 2026, da Confederação Nacional das Seguradoras (CNseg).
Os seguros para projetos de créditos de carbono, especialmente ligados à conservação e restauração de florestas, começam a ser oferecidos no mercado brasileiro. Embora sejam produtos de nicho e muito especializados, esse setor tem potencial para crescer, à medida que o mercado voluntário global de créditos de carbono também se expande.
A demanda por seguros para eventos – especialmente esportivos – cresce no Brasil, impulsionada pela popularização de corridas de rua, caminhadas e provas de ciclismo. O avanço acompanha a expansão da indústria de eventos, mas a penetração ainda é baixa.
A demanda por seguros mais aderentes à rotina das mulheres começa a ganhar escala no Brasil, impulsionada por mudanças no comportamento de consumo e pelo maior protagonismo feminino na gestão financeira das famílias. Entre 2024 e 2025, a contratação de seguros por mulheres cresceu 21%, segundo a Lojacorr.
Historicamente estruturado sobre contratos de longo prazo e coberturas amplas, o mercado de seguros começa a rever sua lógica diante de um consumidor que demanda mais controle sobre o que contrata e, principalmente, sobre quanto paga. Nesse contexto, ganha força o seguro intermitente, ou “liga-desliga”, regulamentado pela Susep em 2019 e que funciona como um serviço “per-pay-use”. Diferentemente do formato tradicional, que dilui o risco ao longo de um período fixo, geralmente anual, essa modalidade tem como foco a precificação individual apenas no período em que há, de fato, exposição ao risco.
Zurich lança Relatório de Sustentabilidade e anuncia nova superintendência na companhia
A Zurich Seguros anunciou o lançamento do seu Relatório de Sustentabilidade de 2025 e a criação da superintendência de Sustentabilidade e Responsabilidade Social Corporativa na companhia.
Enquanto o relatório traz os principais avanços da estratégia brasileira de Sustentabilidade do ano anterior, o fortalecimento da área tem dois principais movimentos: a ampliação da equipe à frente da agenda na Zurich, realizada gradualmente nos últimos dois anos, e a promoção de Nathalia Abreu, até então gerente executiva, ao cargo de superintendente a partir do mês de abril. O objetivo: ampliar ainda mais a integração entre as agendas de Sustentabilidade e de negócios da Zurich.
“Em alinhamento à divulgação dos nossos resultados em 2025, a ampliação da equipe e a promoção da Nathalia têm foco em fortalecer a governança e relevância da área, conectando-a ainda mais aos objetivos de negócio, além de consolidar o posicionamento da organização como referência em impacto positivo no setor de seguros e no mercado brasileiro”, explica Lucía Sarraceno, diretora de Marketing, Clientes, Sustentabilidade e Inovação da Zurich Seguros.
Sustentabilidade na Zurich em 2025
A companhia vem avançando de forma consistente em sustentabilidade, com resultados relevantes no Brasil. Em 2025, a Zurich alcançou uma redução de 79% nas emissões operacionais no país.
O avanço reflete uma estratégia estruturada de descarbonização, que inclui a adoção de energia limpa, a eletrificação da frota executiva, a redução de viagens aéreas e de deslocamentos de colaboradores, além da otimização de processos internos, alinhando eficiência operacional à redução de impactos ambientais. O propósito da companhia consiste em alcançar emissões líquidas zero (net-zero) até 2050 em seguros e investimentos, e até 2030 em suas operações próprias.
Esse desempenho está inserido em um conjunto mais amplo de iniciativas voltadas à gestão sustentável das operações, negócios e o impacto social. Entre os destaques, estão:
- Destinação correta de 215,6 toneladas de resíduos por meio do programa Zurich Recicla
- +320 de oficinas certificadas pelo Selo Verde, atendendo mais de 41% dos sinistros de auto
- Frota executiva 100% de veículos elétricos ou híbridos
- 60% da empresa formada por mulheres, sendo 48% na liderança e 32% na alta liderança
- +4,9 milhões de pessoas impactadas por meio de projetos sociais apoiados
- +10 mil horas de voluntariado dedicadas pelos Zurichers (colaboradores)
- Plantio de 100 mil mudas plantadas na Floresta Zurich, que hoje conta com mais de 800 mil árvores, contribuindo para a restauração ambiental.
- Projeto Floresta Zurich, que possui o objetivo de plantar um milhão de mudas de espécies nativas ao longo de oito anos — meta que já está próxima de ser atingida, com mais de 800 mil árvores cultivadas até agora, representando mais de 80 espécies da Mata Atlântica.
Essas e outras importantes ações reforçam a atuação da companhia com a redução de impactos e com a construção de uma operação cada vez mais eficiente, responsável e alinhada às metas climáticas de longo prazo. Além disso, a consistência da atuação da Zurich em Sustentabilidade tem sido reconhecida por premiações relevantes.
Em 2025, a Zurich venceu o Prêmio ECO, da Amcham Brasil, na categoria Tecnologia e Inteligência para a Sustentabilidade, com o Climate Spotlight, que oferece a empresas e governos análises baseadas em dados e cenários climáticos futuros para a tomada de decisão.
Em 2024, a seguradora já havia recebido o primeiro lugar no Prêmio de Inovação em Seguros, da CNseg com seus serviços de resiliência climática. Também em 2025, o Fundo de Catástrofes, que promove a atuação no apoio a comunidades impactadas por eventos extremos, conquistou o segundo lugar no BRICS Solutions Awards, na categoria Innovative Financing for Sustainability, que reconhece soluções de financiamento com impacto ambiental e social.
Bradesco Seguros inicia operação especial para atendimento a chuvas e temporal de granizo no Pará e em SP
Com as recentes chuvas que atingiram cidades ribeirinhas do Pará no domingo (19) e os temporais de granizo que assustaram moradores do interior de São Paulo no sábado (18), a Bradesco Seguros iniciou uma nova operação de apoio aos segurados das duas regiões. No total, nove municípios estão sendo atendidos de forma extraordinária, com reforço de pessoal e agilidade nas indenizações.
A operação da Bradesco Seguros consiste em contato humanizado com os segurados, vistoria presencial aos locais sinistrados, buscando agilizar todo o processo de orçamentação de prejuízos, dispensa de documentação e prioridade na conclusão do caso. Em São Paulo, os municípios de Itu, Piedade, Sorocaba, Mairinque, Votorantim e Salto de Pirapora foram os mais atingidos. Já no Pará, os municípios de Belém, Marituba e Ananindeua estão recebendo atendimento diferenciado.
“Nossas equipes estão em contato direto com corretores e segurados, para que ninguém fique desamparado neste momento. De forma objetiva, rápida e organizada, buscamos dar todo o suporte necessário aos nossos clientes e às vítimas das intempéries”, desta Márcio Jordão, Superintendente Sênior de Sinistros da Bradesco Seguros.
Porto Saúde anuncia campanha com condições especiais em Saúde e Odonto
A Porto Saúde anuncia uma campanha com condições especiais para a contratação de produtos de Saúde e Odonto. A iniciativa será realizada entre os dias 16 e 24 de abril e tem como objetivo impulsionar novos negócios, além de fortalecer o relacionamento com corretores e clientes.
Durante o período, clientes que contratarem novos planos poderão acessar condições diferenciadas na primeira fatura*. No Seguro Saúde, empresas de 3 a 99 vidas terão desconto de 50% ou 75%, de acordo com a data de vigência da apólice. Já no Seguro Odontológico, o mesmo benefício é válido para planos a partir de 3 vidas, mediante contratos com vigência de 24 meses.
Os percentuais de desconto variam conforme o início de vigência da apólice: contratações com início até 30 de abril contam com 75% de desconto exclusivamente na primeira fatura, enquanto aquelas com vigência posterior ao dia 30 de abril terão 50% de desconto.
A campanha também prevê premiações adicionais para os corretores parceiros, com ganhos que variam de acordo com a linha de produto, porte das empresas e tempo de vigência, mediante o pagamento da primeira parcela.
Com a iniciativa, a Porto Saúde reforça sua estratégia de ampliar a presença no segmento e apoiar a atuação dos mais de 47 mil corretores parceiros em todo o país.
* Condições válidas de 16/04/2026 a 24/04/2026. Região de abrangência — Seguro Saúde: SP, RJ e DF | Seguro Odontológico: municipal e nacional |A partir da segunda fatura, o valor volta a ser integral, conforme termo de orçamento/proposta comercial |Seguro Saúde: condição válida somente para planos PME |Seguro Odontológico: condição válida para planos PME e Empresarial, com vigência de 24 meses. Consulte regulamento.











