Lloyd’s of London reporta lucro em 2021 e prevê um 2022 com riscos agravados com o conflito na Ucrânia

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O Lloyd’s of London reportou um lucro antes de imposto de £2,3 bilhões (3,04 bilhões), um lucro de subscrição de £1,7 bilhão e um índice combinado de 93,5% (uma melhoria de 3,5 pontos percentuais sobre 2020, excluindo o impacto do COVID-19). Segundo o grupo, este é um resultado relevante e o melhor índice combinado que o mercado do Lloyd’s reportou desde 2015.

O mercado do Lloyd’s cresceu em 2021, com aumento de prêmio de 11% e prêmios brutos subindo para £39,2 bilhões. Em média, o mercado do Lloyd’s obteve um aumento de 10,9% no ajuste da taxa de risco. Este é o quarto ano consecutivo de impulso positivo da taxa, com aumentos observados em todos os territórios e em todas as classes de negócios.

“2021 certamente não foi um ano fácil, pois os impactos da COVID-19 permaneceram sobre as economias e comunidades, e experimentamos o quarto maior ano de eventos de catástrofe natural desde 1970. Para muitos em todo o mundo, esses desafios foram agora agravados pelo conflito na Ucrânia. Manifestamos nossa empatia e apoio àqueles impactados por esses eventos”, comentou o Chairman Bruce Carnegie-Brown, em comunicado.

“Vivemos agora um período de risco sistêmico elevado e o setor de seguros tem um papel crítico a desempenhar. O Lloyd’s é o único mercado global de seguros e resseguros: permitindo que os negócios fluam, apoiando a interconexão do comércio internacional e fornecendo às organizações a confiança para tomar decisões necessárias para prosperar em um mundo volátil”, acrescentou.

As posições de capital e solvência do Lloyd’s permanecem fortes. Os recursos líquidos aumentaram 2,6 bilhões de libras para 36,6 bilhões de libras, afirmando resiliência do balanço do Lloyd’s com índices centrais de solvência e solvência de mercado de 388% e 177% respectivamente (2020: 209% e 147%).

Relatório de Atividades da CNseg em 2021 traz o desempenho do setor e suas atividades institucionais

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Fonte: CNseg

Relatório 2021 da Confederação Nacional das Seguradoras – CNseg, já disponível em seu portal, expõe em seis capítulos e em 33 páginas os principais números do setor e as iniciativas da entidade no último exercício. A publicação tem o objetivo de dar conhecimento e transparência ao desempenho do mercado de seguros e às atividades realizadas pela Confederação, a partir de um relatório digital de formato interativo e de fácil navegação. 

O presidente da CNseg, Marcio Coriolano, avalia positivamente a atuação da entidade empresarial, destacando seu papel de representar o setor e apoiar a sociedade nos momentos desafiadores. “Podemos constatar com orgulho que, neste primeiro ano da década de 2020, continuamos sendo bem-sucedidos nessa tarefa, o que pode ser atestado pelo desempenho robusto de dois dígitos. Além disso, a cultura do seguro, da previdência e da capitalização tem sido amplamente difundida no País, valorizando a prevenção e a proteção do patrimônio”, ressalta.

Coriolano chama a atenção para os movimentos inovadores do setor, como o avanço da telemedicina, a emissão da primeira apólice de seguro rural paramétrico do País, além da realização, pela primeira vez, do maior evento do mercado segurador, a CONSEGURO 2021, em formato digital. 

O executivo comenta ainda os desafios de implementar a primeira fase do Open Insurance, em dezembro, acrescentando que o Sistema de Seguros Aberto brasileiro é uma iniciativa inédita no mundo, servindo para modelar a regulação em outros países.  Coriolano saúda ainda seus sucessores à frente da CNseg – o Presidente do Conselho Diretor, Roberto de Souza Santos, e o Diretor-Presidente Executivo, Dyogo Henrique de Oliveira – e convida os leitores a virar as próximas páginas da publicação para entender o ano de 2021 pelo olhar do setor segurador, responsável pela geração de mais de 170 mil empregos diretos no País.

Há ainda um capítulo que apresenta os números do setor de seguros no país. Líder em volume de negócios na América Latina e 18° no ranking mundial de seguros, o setor segurador brasileiro movimentou R$ 306,4 bilhões (sem Saúde) no ano passado e apresentou crescimento de 11,9%. Os ativos financeiros alcançaram R$ 1,63 trilhão de garantias no ano passado, equivalendo a 23,4% da dívida pública brasileira, o que coloca o setor segurador entre os maiores investidores institucionais do País.

Em 2021, o volume de negócios do setor representou cerca de 6,3% do PIB, se considerada a participação da Saúde Suplementar, e de 3,5%, sem esse segmento. Em 2021, o setor pagou mais de R$ 393,2 bilhões na forma de benefícios, indenizações, resgates, sorteios, despesas médicas e odontológicas no ano passado.

Betterfly e Icatu levam água potável para mil famílias carentes do interior brasileiro

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A Betterfly, plataforma de benefícios que integra bem-estar, proteção financeira e impacto social, o primeiro unicórnio social da América Latina, e a Icatu, seguradora brasileira líder no segmento entre as independentes em Seguros de Vida, Previdência, Capitalização e Investimentos, fazem uma doação de mil filtros de água para a organização internacional de ajuda humanitária WATERisLIFE. A distribuição começou na última terça-feira (22), data em que é celebrado o Dia Internacional da Água. 

“Assim como fizemos no início da história da Betterfly no Chile, quando doamos mil refeições a crianças desnutridas no Haiti, marcamos o início da operação no Brasil com uma ação baseada no nosso propósito, de impactar positivamente a vida das pessoas que mais precisam. Temos o propósito como norte da nossa atuação. Ao lado da Icatu, vamos levar água potável a mil famílias do Nordeste e Norte do país”, afirma o country manager da Betterfly no Brasil, Caio Ribeiro. 

A parceria da Icatu com a Betterfly foi iniciada em setembro de 2021, quando a seguradora passou a oferecer um produto inédito no Brasil: um seguro de vida com proteção dinâmica associado à plataforma de bem-estar e impacto social da insurtech. Na prática, à medida que o usuário adota bons hábitos, o capital segurado aumenta e ele pode ajudar instituições parceiras do Terceiro Setor. 

“Essa é a primeira ação social nascida da parceria entre as duas empresas e representa justamente a convergência de propósitos que nos uniu. Através do nosso negócio, estamos levando mais qualidade de vida a inúmeras famílias, gerando impacto social positivo para essas comunidades”, afirma Rafael Caetano, diretor de Marketing e Relacionamento com Cliente da Icatu.

A tecnologia social vai permitir que as pessoas beneficiadas – 500 famílias no sertão de Pernambuco e outras 500 na região ribeirinha do Amazonas – tenham acesso à água potável, muitas pela primeira vez na vida. Cada balde vai proporcionar água limpa para núcleos familiares com uma média de 5 a 8 membros. Os filtros que serão doados para famílias do Amazonas têm entrega prevista para o segundo semestre deste ano.

A WATERisLIFE é parceira da Betterfly desde sua fundação em 2018 e já atua na distribuição de água potável para comunidades carentes em mais de 50 países do mundo, No Chile, já foram doados mais de 182 mil litros de água potável.

“O impacto dos filtros na vida dessas famílias é imensurável, direto na saúde, higiene pessoal e dos alimentos para consumo, um benefício principalmente para as crianças. É um trabalho conjunto, com foco no ODS6 (objetivos de desenvolvimento sustentável). Água potável e Saneamento para todos”, afirma Baruc Venditto, diretor da WATERisLIFE na América do Sul.

A Universidade Federal de Pernambuco (UFPE) também é parceira na ação no Nordeste. O Laboratório de Saneamento Ambiental e a startup incubada da UFPE Pluvi avaliaram anteriormente as entregas, o desempenho dos filtros em remover contaminantes químicos e biológicos, para produção de água filtrada adequada ao consumo humano pelas famílias beneficiadas.

Qualicorp faz parceria com Vivo para vender planos de saúde

A Qualicorp lançou uma parceria com o Vivo Valoriza, plataforma de relacionamento da Vivo (VIVT3), para oferecer acesso a saúde de qualidade aos mais de 28 milhões de clientes cadastrados no programa da operadora de telefonia fixa, móvel, TV e internet.

Pelo acordo, os clientes do Vivo Valoriza serão beneficiados com um desconto de 20% na primeira mensalidade ao aderirem a um plano de saúde da Quali na modalidade de coletivo por adesão.

A plataforma de planos da Quali dispõe de mais de 700 produtos, oferecidos por mais de 100 operadoras e seguradoras parceiras. Entre as operadoras, destacam-se SulAmérica, Amil, Bradesco, Unimed, Hapvida, entre dezenas de outras.

Edson Franco ressalta o papel do RH para tornar a sociedade mais protegida 

Fonte: FenaPrevi

A crise sanitária da Covid-19 alterou drasticamente a rotina das pessoas e no ambiente corporativo não foi diferente, o que motivou as empresas a repensar a gestão da saúde e do bem-estar da organização. Nesse contexto, as soluções em seguros e previdência privada podem ser excelentes ferramentas, ficando a cargo do Recursos Humanos nas empresas enxergá-los não apenas como benefícios para a atração e retenção de talentos, mas apresentá-los como instrumentos de proteção social às pessoas. 

É o que defendeu Edson Franco, presidente da Federação Nacional de Previdência Privada e Vida – FenaPrevi durante o painel Saúde, Vida e Previdência – Contornos Atuais e Tendências no Mundo do Trabalho, abrindo a programação do Fórum de Saúde, Vida e Previdência, promovido pela Associação Brasileira de Recursos Humanos do Rio de Janeiro – ABRH-RJ nesta terça-feira (22.03), no auditório da Firjan (Rio de Janeiro). 

“O papel dos profissionais de RH é de aconselhamento, formação e de proteger os colaboradores e suas famílias, o que exige um bom nível de conhecimento dos produtos e serviços do mercado de seguros de pessoas e de previdência privada, além dos mecanismos de funcionamento deles”, sugeriu o presidente da FenaPrevi em sua fala, ao lado de Paulo Sardinha, presidente da ABRH Brasil, e de Manoel Peres, presidente da FenaSaúde. 

Para Franco, o RH precisa estar atualizado em relação às mudanças no comportamento da população e se manter em sintonia com as empresas do segmento segurador para identificar e oferecer as melhores soluções existentes. Isso pressupõe entender a fundo as proteções, saber comunicá-las de forma clara e demonstrar o diferencial de cada uma. 

Outro ponto levantado por ele também foi levar conhecimento sobre os benefícios à parte da população não coberta, mencionando também que existe no País um contingente de mais ou menos 60% da população economicamente ativa que, apesar de ter renda, não tem acesso a nenhum tipo de cobertura de pessoas. 

Planejar a aposentadoria 

Edson Franco lembrou que com a Reforma da Previdência Social, em 2019, aumentou o nível de conscientização das pessoas em relação à importância de se planejar para o futuro e de ter um plano para a aposentadoria. Para ele, ali ficou evidente a insolvência do Estado brasileiro, que não poderá manter por longo prazo o nível de benefícios pagos atualmente. “Esse modelo é insustentável. Ganhamos 10 anos de tempo, mas o problema não está resolvido na essência, porque não houve uma reforma estrutural”, disse. 

Com a afirmação, ele buscou provocar a reflexão a respeito da responsabilidade dos seguradores e dos profissionais de recursos humanos para se anteciparem e começarem a compreender quais são as alternativas disponíveis para enfrentar dificuldades na velhice, como a financeira.  

“O segmento segurador brasileiro é um dos mais modernos do mundo, e um dos mais solventes e fiscalizados. Então, existem diversos produtos para proteção da renda de aposentadoria”, explicou, reforçando aos presentes a importância de se encaixar os produtos disponíveis em planos de benefícios. “Temos que assumir de forma mais consciente a responsabilidade que nos cabe de não sermos omissos por falta de preparo ou por dificuldade de comunicação”, finalizou. 

Desafios na economia e trajetória positiva dos seguros são avaliados na nova Conjuntura CNseg

Fonte: CNseg

O comportamento da economia brasileira e o desempenho do setor de seguros nacional são os temas centrais da nova edição da Conjuntura CNseg nº 67, publicação da Confederação Nacional das Seguradoras – CNseg. A parte sobre a economia brasileira indica um quadro de grandes desafios para o País, ampliado com o conflito bélico na Ucrânia e seus impactos adversos na economia global. No plano doméstico, a inflação alta, juros básicos de dois dígitos e o ano eleitoral são fatores de atenção. Mesmo com esse cenário, a procura por proteção de seguros permaneceu elevada em janeiro, levando a receita do setor a avançar no período, assinala a Confederação.

A seção dedicada à conjuntura econômica destaca que a guerra provocou alta acentuada em commodities minerais e agrícolas – como petróleo, gás natural e trigo – e riscos maiores de gargalos nas cadeias produtivas globais, sobretudo com os novos surtos da Covid-19 na China, podem retardar o controle da alta da inflação mundial. 

Nesse sentido, o texto revisita estudo do Banco Mundial e lembra que, em 15 dos 34 países de economias avançadas, a inflação em 12 meses até dezembro de 2021 cresceu mais de 5%. “Um salto tão repentino e disseminado não visto há mais de 20 anos. Esse surto inflacionário tampouco se limita aos países ricos. Os mercados emergentes e as economias em desenvolvimento foram atingidos por uma onda semelhante, com 78 de 109 dessas nações, também enfrentando taxas de inflação anuais acima de 5%. Essa parcela (71%) é cerca de duas vezes maior do que era no final de 2020. A inflação, portanto, tornou-se um problema global – ou quase isso, já que na Ásia, ao menos por enquanto, os preços não estão subindo na mesma intensidade”, descreve o respectivo capítulo da edição 67 da Conjuntura CNseg.

O comportamento do setor segurador nacional permanece positivo em diversas métricas. A arrecadação de prêmios em janeiro, acima de R$ 26 bilhões (sem Saúde e DPVAT), foi 6,4% maior do que a movimentação do mesmo mês de 2021. Na ótica de 12 meses encerrados em janeiro, a taxa de crescimento foi ainda maior, na casa de dois dígitos, de 12,1%, assegurando, por nove meses seguidos, taxas acumuladas entre 11% e 14%. 

Esse desempenho tem relação direta com a procura de coberturas dos segmentos de Danos e Responsabilidade e de Pessoas, que tiveram comportamento similar e forte alta de, respectivamente, 15,5% e 11,4% nos 12 meses encerrados em janeiro deste ano, em relação ao mesmo período em 2021.  Na Capitalização, pela mesma métrica, a trajetória também foi positiva, com avanço de 6,6%.

Também tiveram forte aceleração as indenizações pagas aos consumidores, em função dos efeitos da Covid e de alterações climáticas, além do retorno à circulação dos automóveis e veículos leves de transportes urbanos. Em janeiro, foram mais de R$ 20 bilhões em sinistros, indenizações, benefícios, resgates e sorteios (sem Saúde e DPVAT), 54,7% acima do totalizado em janeiro de 2021. Só os sinistros de Danos e Responsabilidades (R$ 6,7 bilhões) avançaram 132,5% sobre o mesmo mês do ano anterior (R$ 2,9 bilhões).

Zurich reforça programa para promoção do descarte responsável de celulares

zurich descarte celular

Já imaginou mais de 2 milhões de toneladas de resíduos eletrônicos descartadas no meio ambiente sem qualquer tratamento? Segundo o relatório The Global E-waste Monitor 2020, essa foi a quantidade de lixo eletrônico gerada no Brasil em 2019, da qual apenas 3% foi reciclada. Presente no nosso dia a dia, o celular é um dos itens que mais ajudam a engrossar essa estatística.

A Zurich dispõe de um serviço para descarte responsável desses aparelhos sem paralelo no mercado segurador, que se iniciou em 2021. Além disso, os resíduos de reparo das Assistências Técnicas de celulares e informática, parceiras da Zurich, são coletados, tratados e reciclados. Durante o mesmo ano, foram reciclados mais de 1.200 kg (1,2 ton) de resíduos.   

Jason Sampaio, superintendente de Sinistros da Zurich no Brasil, conta que há no país 242 urnas para descarte de celulares, que também recebem tablets, notebooks e periféricos. “Elas ficam nas assistências técnicas, nos parceiros e nos escritórios da Zurich, o que garante capilaridade suficiente para atender aos clientes de todo o país [pontos azuis no mapa ao lado], já que estão estrategicamente dispostas de acordo com as cidades em que os segurados estão. Mas vale ressaltar que qualquer pessoa pode descartar seus aparelhos em uma das nossas urnas, mesmo que não sejam clientes da seguradora”, revela.

Até por isso, a expansão da capilaridade das urnas está nos planos da companhia para 2022. Atualmente, a urna mais próxima de cada pessoa pode ser encontrada no site da Zurich, na ferramenta de localização de prestadores de serviços parceiros.

A página, inclusive, passou por atualizações recentes: ela foi simplificada, teve a identidade repaginada e mostra, com detalhes, além dos pontos de descarte ecológico – opção que deve ser selecionada para o descarte de eletrônicos nas urnas – os endereços das assistências técnicas e oficinas para aqueles que possuem seguros junto à Zurich.

O executivo explica ainda que, se acontecer de não haver uma urna próxima a um cliente da seguradora, basta que ele entre em contato com a Central de Atendimento da Zurich. O operador fornecerá um código para que o segurado leve o item a ser descartado numa agência dos Correios de sua escolha. Este item será recebido por um centro de tratamento de resíduos que fará a decomposição do item, separará os materiais e reciclará a matéria prima resultante dos produtos descartados. 

A logística do serviço

A iniciativa da Zurich é possível porque a companhia mantém parceria com a GM&C, empresa especializada em tratamento e reciclagem de Resíduos de Equipamento Elétrico e Eletrônico (REEEs) que fica sediada no município paulista de São José dos Campos. A GM&C é a responsável pela retirada periódica dos resíduos depositados nas urnas, tratamento dos resíduos e reciclagem.

“Os itens são decompostos e voltam para as respectivas indústrias, ou seja, de plásticos, metais, vidros e borracha. Tanto A GM&C quanto seus respectivos parceiros são certificados, o que significa que dão a correta tratativa aos resíduos”, explica Jason Sampaio.

Outras iniciativas sustentáveis

De acordo com Jason, essa é uma das 10 ações sustentáveis dos processos de sinistros da Zurich. Para ilustrar, a empresa vem tornando digital os processos de vistoria ou de diagnóstico remoto, por meio do qual o cliente faz uma chamada de vídeo para um call center técnico. Da mesma forma, a empresa reduziu o envio físico de documentos, o que acaba por diminuir a emissão de CO2 na atmosfera.

Outra iniciativa, explica Jason, é a que diz respeito ao processo de indenização, que envolve recursos de Inteligência Artificial (IA). “Quando os clientes utilizam os canais digitais disponíveis, o procedimento de indenização pode ser concluído em minutos, gerando um voucher ou um código para troca do produto na loja. Hoje, 49% dos processos dos sinistros de roubo e furto de celular seguem esse fluxo automatizado. Tais processos permitem que seja feito o envio do documento de forma digital”, comenta o executivo.

Iniciativas como estas têm diferenciado a Zurich no mercado, já que há anos a empresa vem investindo em ações de responsabilidade ambiental e social em nível global, por estar engajada em causas que contribuem para um mundo melhor para todos. No Brasil, a empresa vem adequando seus produtos a esse propósito e oferecendo a seus clientes uma série de serviços voltados à sustentabilidade.

EZZE Seguros apresenta Roberto Galdieri como novo diretor de tecnologia 

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Fonte: EZZE

A EZZE Seguros conta agora com a atuação do novo diretor de tecnologia, Roberto Galdieri.  Com 29 anos de experiência na área de tecnologia, Roberto já atuou em grandes empresas de varejo, startups e seguradoras. Ao lado de Richard Vinhosa, CEO da EZZE, o executivo está assumindo a área com o objetivo de tornar a TI ainda mais estratégica. 

“A área de tecnologia ajudará no crescimento da EZZE. A empresa é digital, o que a torna mais flexível, acessível, conveniente e disponível aos parceiros e clientes”, afirma Roberto. 

Entre os principais desafios do executivo está a definição de estratégias que levem a área de tecnologia ao próximo nível de excelência. “Todo processo de negócios pode ser melhorado com ajuda da tecnologia. A EZZE está crescendo e isso nos leva para um próximo nível de excelência, maximizando os investimentos que já foram feitos e alavancando competências em tecnologias que suportem as estratégias da empresa”, ressalta.  

Para alcançar resultados, a equipe de executivos da seguradora aposta em tecnologia, expansão e diversificação de produtos. Nos dois primeiros anos de operação investiu R$ 15 milhões em tecnologia e digitalização para tornar mais próxima a relação com os corretores e, principalmente, reduzir a burocracia no processo de cotação e emissão de apólices. 

Seguradoras podem ter perdas de US$ 10 bilhões com pedidos de indenizações de aviões retidos na Rússia, diz Fitch

Analistas da Fitch Ratings alertaram que as seguradoras podem enfrentar sinistros de até US$ 10 bilhões no pior cenário devido ao aterramento de aviões na Rússia, com 30-40% de probabilidade de serem repassados ​​às resseguradoras.

Mais de 500 aviões financiados ou de propriedade de locadores não russos estão retidos na Rússia devido a sanções impostas por vários países ocidentais em resposta à invasão russa da Ucrânia.

O problema se agravou desde que o país rapidamente promulgou uma nova lei para “garantir o funcionamento estável do sistema nacional de transporte” que poderia permitir que os veículos fossem tomados e nacionalizados pelo Estado, informa o portal Reinsurance News.

Se os jatos não forem devolvidos, teme-se que as empresas que alugam as aeronaves incorram em grandes perdas, muitas das quais serão repassadas aos mercados de seguros e resseguros.

Os arrendadores possuem seguro de casco e responsabilidade civil, além de cobertura específica de guerra aeronáutica, e solicitarão que seu seguro seja indenizado contra a desapropriação de seus aviões.

“Reivindicações de seguro de aviação de bilhões de dólares podem ter efeitos indiretos significativos no mercado de seguros de aviação”, concluiu Fitch. “Esperamos que as seguradoras e resseguradoras respondam aumentando os prêmios, incorporando mais cláusulas de exclusão em seus contratos e reduzindo sua exposição.”

SulAmérica fez mais de 100 atendimentos gratuitos por telefone e teleconsultas a moradores de Petrópolis

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A SulAmérica, em parceria com a Docway, startup de telemedicina, realiza desde o início do mês atendimentos médicos e psicológicos gratuitos a moradores de Petrópolis, no Rio de Janeiro (RJ). O serviço está disponível a toda população, por meio do telefone 4020-6316 e também pelo site www.sulamerica.docway.com.br 

O trabalho conta com voluntários da SulAmérica e faz parte de uma ação de responsabilidade social da companhia para garantir Saúde Integral às famílias das vítimas e moradores atingidos pelas chuvas. A ação oferece atendimento online emergencial gratuito com médicos e psicólogos em apoio a atingidos e residentes de áreas próximas da tragédia, além de profissionais que estão na linha de frente em Petrópolis (RJ) e região.  

Os serviços devem ser agendados previamente, e são voltados para quem esteja apresentando insônia, irritabilidade, angústia, diarreia, vômitos ou sintomas semelhantes. Ao entrar em contato pelo telefone exclusivo ou acessar a plataforma online, o paciente será acolhido por uma equipe de saúde e passará por uma triagem com um enfermeiro para orientação remota. Depois será direcionado para o atendimento médico ou psicológico por vídeo chamada. 

Em parceria com a ONG Banco de Alimentos, a SulAmérica realizou ainda a doação de toneladas de cestas básicas para os desabrigados da tragédia.