Corretora WTW Brasil anuncia Maurício Vinhão como diretor

Corretora Willis

Fonte: Willis

A WTW Brasil apresenta Maurício Vinhão como diretor de vendas e gerenciamento de clientes. Com mais de 20 anos de experiência no mercado de seguros, o executivo retorna à empresa depois de uma rápida passagem pela Lockton e será um dos responsáveis pelos projetos de inovação da área comercial da WTW.

Maurício iniciou na companhia em 2014 no cargo de diretor de desenvolvimento de novos negócios. É formado em Análise de Sistemas, possui um MBA em Gestão de Empresas e Inovações Tecnológicas pela ESPM e formação em Gestão Empresarial no Mundo Globalizado pelo INSEAD, na França.

Too Seguros fecha parceria com Diretrix.On 

Fonte: Too Seguros

A Too Seguros fechou uma parceria com a Diretrix.On, uma empresa de tratamento e análise de dados, que transforma informações isoladas em estratégias de negócios. “A análise de subscrição será mais rápida, com propostas sendo aprovadas automaticamente. Para o nosso parceiro, ele ganha tempo e agilidade na gestão da carteira. Para o cliente, ele estará protegido muito mais rápido também e terá uma experiência mais assertiva na hora da contratação”, diz Gustavo Bergallo, product owner da Too Seguros.

Segundo nota da empresa, o novo processo de subscrição foi desenvolvido para apoiar o mercado, unindo uma estrutura inteligente de BIGDATA com conceitos de inteligência artificial. A solução foi pensada para automatizar o processo e trazer mais segurança, unindo especialistas em inteligência de dados com as mais recentes inovações tecnológicas para aprimorar e agilizar os processos burocráticos, entregando respostas ágeis e assertivas, tornando a gestão orientada a dados uma realidade.

O sistema analisa os dados e entende os riscos de cada apólice, reduzindo fraudes, riscos externos, tempo de operação e gastos extras. “Além da customização das regras de produto e negócio da Too, integramos nossa solução em um dos canais da seguradora para automatização de todo o processo de emissão de proposta, desde o preenchimento dos dados cadastrais, planos e coberturas, subscrição com DPS dinâmica até geração de proposta com assinatura digital”, diz Luisa Leader, head de projetos e produtos da Diretrix.On.

Grupo Bradesco Seguros oferece trilha exclusiva de formação para Corretores de Seguros

bradesco Valdirene Soares Secato

Fonte: Bradesco

O Grupo Bradesco Seguros criou uma trilha de aprendizagem completa para formação de Corretores de Seguros, disponível em sua plataforma exclusiva, a Universeg. Além de materiais sobre os produtos de Saúde, Dental, Vida, Auto e Residencial – abrangendo desde conceitos até os sistemas de cotação e implantação, também contempla peças de aprendizagem sobre desenvolvimento pessoal/comercial e manuais sobre o Portal de Negócios do Corretor e de Navegação na própria Plataforma.

Para Valdirene Soares Secato, Diretora de Recursos Humanos, Sustentabilidade e Ouvidoria do Grupo Bradesco Seguros, a nova trilha possibilitará uma capacitação holística, pois contempla temas-chaves para o desenvolvimento desses profissionais. “Os conteúdos de aprendizagem foram pensados de forma integral, envolvendo aspectos tanto técnicos quanto comportamentais para proporcionar uma formação completa aos nossos parceiros de negócios. Além de contribuir para o seu desenvolvimento e aperfeiçoamento, também é uma forma de potencializar a geração de negócios. ” – destacou a executiva.

A Plataforma Universeg é uma solução de aprendizagem do Grupo Bradesco Seguros, exclusiva para corretores de seguros e seus funcionários. Uma ferramenta similar a um streaming que funciona como um ponto de convergência de conteúdos multidisciplinares, para o apoio no desenvolvimento pessoal e profissional.

É preciso colocar a representatividade da indústria do seguro em seu devido lugar”

Fonte: CNseg

O presidente da CNseg, Dyogo Oliveira, participou nesta terça-feira, 31/5, do programa “Mesa Redonda”, realizado pelo “CQCS” com a participação de diversos jornalistas que cobrem o setor segurador, com mediação de Kelly Lubiato, da “Revista Apólice”. Na ocasião, Dyogo discorreu sobre seus planos para a Confederação Nacional das Seguradoras e para ampliar a penetração do seguro em nosso país, entre outros temas. A entrevista foi realizada pelos jornalistas Carla Boaventura, do “CQCS”; Ivanildo Sousa, da “Agência Seg News” Karen Soares, do “Panorama Seguro”; Nicole Fraga, da “Revista Apólice; Paulo Kato, da “Revista Cobertura”; Tatiana Pina, da “Revista Seguro Total”.

“Foi uma felicidade muito grande ter sido convidado para a CNseg e atuar em um setor que já acompanhava quando estava no Governo”, afirmou Dyogo Oliveira, explicando “ser necessário colocar a representatividade da indústria do seguro em seu devido lugar”. Segundo o presidente da Confederação, a importância do seguro enquanto atividade econômica, cuja arrecadação representa mais de 6% do PIB e financia 23% da dívida pública brasileira, ainda não é devidamente reconhecida pelo governo. Dyogo Oliveira, que foi ministro do Planejamento, Desenvolvimento e Gestão no governo de Michael Temer, disse, ainda, que gostaria que o Ministério da Economia tivesse uma equipe dedicada exclusivamente ao setor segurador. 

Para Dyogo, além do Governo, a sociedade, como um todo, precisa também melhor conhecer o setor. E, para isso, informou que a CNseg está preparando uma grande campanha multimídia de comunicação, que deve ser lançada no início do segundo semestre, apresentando tudo que o setor retorna à sociedade de forma mais tangível para um melhor entendimento. Como exemplo, citou os R$ 398 bilhões em indenizações pagas em 2021, sendo que, só de reembolso de despesas médicas, foram R$ 200 bilhões. “Nossa despesa com saúde é maior que a do Ministério da Saúde, que, em anos normais – pré-pandemia -, tem um orçamento de R$ 130 bilhões”. Já os R$ 23 bilhões pagos em indenizações relacionadas ao seguro de automóveis no ano passado dariam, segundo ele, para comprar 380 mil novos veículos, o equivalente a 20% da produção anual de veículos em 2021. 

O presidente da CNseg considera também que “o seguro ainda tem a imagem de um setor antiquado e pouco inovador, mas isso é claramente um equívoco”. E afirmou: “Somos uma indústria extremamente inovadora, dinâmica, competitiva e, principalmente, uma indústria que gera benefícios para as pessoas, possibilitando uma melhor qualidade de vida.”

Entretanto, esse tão desejado aumento da penetração do seguro na sociedade não depende apenas de comunicação. Dyogo Oliveira explicou que o seguro é considerado um “bem superior”, ou seja, seu consumo é diretamente impactado pela renda das pessoas. E avaliou: “À medida que a sociedade vai se sofisticando e tendo mais acesso a bens, a serviços e a uma maior compreensão sobre as questões financeiras, naturalmente demandará mais produtos de seguro”. E acrescentou: “Não há como vender seguro de carro para uma pessoa que não tem carro.”. 

Sociedades Iniciadoras de Serviços de Seguro (SISS)

Questionado sobre sua avaliação a respeito da inserção das Sociedades Iniciadoras de Serviços de Seguro (SISS) no mercado por meio do open insurance, o presidente da CNseg disse que essa figura jurídica foi desnecessariamente copiada das Sociedades Iniciadoras do sistema bancário. “O SISS precisa ser eliminado do programa do open insurance; não fará nenhuma falta”, afirmou.

A contribuição do setor para redução dos custos e aumento da qualidade das obras públicas

O tema das licitações para o seguro garantia contra riscos operacionais e de engenharia em obras de infraestrutura também foi abordado e, a esse respeito, o presidente da CNseg informou que está para entrar em vigor a nova Lei de Licitações, que aumenta consideravelmente a previsão do seguro garantia, passando de um limite de 5% para 30%, além de prever o “step in”, que é a possibilidade de a seguradora assumir a obra segurada para concluí-la, ao invés de simplesmente pagar as indenizações devidas. Dyogo acredita que o aumento da participação do mercado segurador pode gerar um enorme impacto no custo e na qualidade de todas as obras públicas do País. “Nosso setor segurador está mais do que preparado para cumprir essa tarefa”, destacou. 

Seguro Rural é um exemplo de sucesso, mas outros segmentos mereceriam a mesma atenção

Sobre o Seguro Rural, que atualmente cobre 17 milhões de hectares de área plantada, “o equivalente a 17 milhões de campos de futebol”, o presidente da CNseg informou que, apenas em 2022, já foram pagos mais de R$ 7 bilhões em indenizações, ajudando a manter a capacidade produtiva dos agricultores. “Esse é um exemplo de sucesso, mas há também vários outros segmentos de seguro que merecem a mesma atenção”, afirmou, lembrando a recente enchente ocorrida em Pernambuco. Para Dyogo, esse tipo de evento é frequente no Brasil, mas o governo ainda não conta com um sistema de seguro contra catástrofes, o que, segundo ele, “existe e funciona muito bem em outros países”. Dyogo Oliveira acredita que o governo ainda não se deu conta de toda a potencialidade que a indústria do seguro tem para colaborar no combate a problemas desse tipo.

Setor segurador tem estreita ligação com as questões ASG

O tema das questões ASG (Ambientais, Sociais e de Governança) também veio à tona na entrevista e o presidente da CNseg disse ser um tema cujas potencialidades têm sido pouco exploradas pelo setor, apesar de sua estreita ligação com essas questões. E explicou: “Para o setor, governança é questão de sobrevivência, e a questão social é inerente a uma atividade que cuida de pessoas, bem como a questão ambiental”. O Presidente da Confederação lembrou que os impactos das mudanças climáticas sobre a agricultura, por exemplo, são extremamente relevantes para o setor. “Temos dado um impulso muito grande a essa agenda ASG e há um grande número de seguradoras que adotam esses critérios, desde o momento da formulação dos produtos”, observou. 

Seguro contra riscos cibernéticos é mais um exemplo de como o setor é inovador

O último tema abordado na entrevista foi o do seguro cibernético, que neste ano atingiu o maior patamar de arrecadação, com avanço de 23,4%, na comparação com 2021. Para Dyogo Oliveira, esse é mais um exemplo de como a indústria do seguro é inovadora, já que os riscos cibernéticos são de difícil gerenciamento e a atividade hacker é de difícil eliminação. “As pessoas que praticam esses crimes são muito especializadas e com acesso quase imediato a novas tecnologias”, complementou. Mas, ainda assim, prosseguiu, “o setor se prontificou a oferecer esse produto e tem tido bastante sucesso”. E afirmou: “Trata-se de mais uma contribuição de nossa indústria para a continuidade dos negócios das empresas afetadas por esse tipo de ataque”.  

Assista abaixo a íntegra da entrevista:

MetLife incentiva carreira de jovens em situação de vulnerabilidade social por meio da troca de cartas

Fonte: MetLife

A MetLife, uma das principais empresas de serviços financeiros do mundo, realiza desde 2015 o projeto “Carta e Carreira”, que tem o objetivo de contribuir para a formação de jovens entre 15 e 21 anos, que moram em periferias de São Paulo e frequentam cursos profissionalizantes em instituições sociais. Por meio de cartas anônimas, colaboradores da MetLife, de todos os níveis e áreas, se comunicam com os jovens das instituições parceiras com o intuito de, não somente compartilhar conhecimentos sobre o mercado de trabalho, como também de estimular o processo de iniciação profissional, promover o resgate da autoestima, da qualidade de vida e disseminar o interesse pela cultura, leitura e escrita nestes jovens, que estão em busca de uma oportunidade.


Neste ano, 30 jovens da Casa José Coltro participaram do programa, mas desde a primeira edição do projeto, a MetLife já impactou positivamente cerca de 200 jovens com a troca de correspondências. Durante aproximadamente três meses, cada voluntário troca, quinzenalmente, cartas anônimas com um jovem, compartilhando experiências, sonhos e planos para o futuro. Ao final do processo, os voluntários conhecem seus correspondentes em um evento interno para o fechamento da edição anual. A última edição do programa, 2021, por conta da pandemia do COVID-19, foi virtual, mas neste ano a festa da troca voltou a ser presencial, no dia 01 de junho, na sede da MetLife em São Paulo.

Thais Catucci, Gerente de Comunicação Interna, Responsabilidade Social e Sustentabilidade da MetLife Brasil, comenta “Para nós, poder participar de um projeto como este, que estimula jovens no início da carreira a acreditarem em seus sonhos e manterem a determinação, é muito importante. Acreditamos que essa troca é muito rica, não só para quem está na instituição, como para nossos colaboradores, que dedicam tempo para pesquisar e escrever suas cartas e precisam ter sensibilidade para responder, ouvir e trocar vivências com alguém que não conhecem, o que gera muito aprendizado para a vida, não apenas para a carreira”.

Em 2019 o programa identificou uma jovem com o perfil muito promissor que, após o programa, foi contratada pela MetLife como menor aprendiz e depois seguiu como estagiária na área de Sponsors, na Diretoria Direct Marketing, a Barbara Oliveira.

“Minha experiência pessoal é incrível! Em 2019, participei do projeto Carta e Carreira como jovem a ser orientada e posso dizer que obtive inúmeras dicas sobre vida e mercado de trabalho, e que todas eu pude colocar em prática nas minhas ações do dia a dia. Recebi orientações muito valiosas, tirei dúvidas, obtive ensinamentos e referências. Costumo dizer que essa experiência foi meu pontapé para o mercado de trabalho, pois através dessas trocas, pude ser indicada para uma vaga como jovem aprendiz na MetLife. Mais tarde, em 2021, já como estagiária na empresa, pude contribuir com o projeto, mas dessa vez como orientadora. E, novamente, uma experiência ímpar. Estar do outro lado foi ainda mais inspirador, saber que a pessoa com quem troquei cartas estava passando pelo mesmo trajeto que passei e poder ajudá-la foi muito enriquecedor. Tive a oportunidade de passar tudo que havia aprendido com o projeto. Falávamos sobre rotina, mercado de trabalho, educação, família e hobbies. Mas claro, além de transmitir o pouco que sabia também recebi muita coisa boa, posso dizer que aprendemos sobre diferentes assuntos juntos. Pra mim, está é a parte mais valiosa do projeto, poder dar e receber na mesma medida. Saber que posso ajudar ao mesmo tempo que sou ajudada. O Carta e Carreira foi, sem dúvida, um projeto essencial em minha vida”. 

Hoje, Bárbara atua como analista de comunicação em uma das maiores agências de comunicação do Brasil.

Barbara Oliveira, em 2019 durante sua participação na festa da troca do projeto ‘Carta e Carreira’, com Daniela Dall´Acqua, diretora de Recursos Humanos da MetLife Brasil

Pier Seguradora amplia atuação no mercado brasileiro

pier mascarenhas

Fonte: Pier

Lançada em 2018, a Pier Seguradora acaba de receber autorização definitiva da Superintendência de Seguros Privados (Susep), tornando-se uma seguradora do segmento S3 no grupamento de danos e pessoas em todo o Brasil. Primeira seguradora digital do Brasil, a Pier oferece seguros para smartphones e automóveis com renovação mensal, de maneira fácil e sem burocracia.

“A atuação no segmento S3 permite que a companhia se consolide como uma plataforma completa e siga revolucionando o setor de seguros com produtos personalizados que atendam às necessidades individuais das pessoas”, destaca Bárbara Possignolo, Diretora de Legal e Compliance da Pier.

A operação no novo segmento elimina as limitações de produtos, importância segurada e apólices emitidas pela empresa e amplia o ramo de atuação da seguradora, que já trabalha no anúncio da expansão de coberturas dos seguros de smartphones e automóveis nos próximos meses.

“Um dos nossos objetivos é fazer parte das vidas das pessoas e o sucesso na obtenção dessa autorização definitiva nos permite aumentar o leque de produtos e atender cada vez mais as demandas dos brasileiros, como fizemos com reembolso instantâneo e com a cobertura de Furto Simples para celulares”, explica Igor Mascarenhas, CEO e Co-Founder da Pier.

Pioneira no segmento de insurtechs no Brasil, a empresa oferece seguros para smartphones e automóveis por meio de uma plataforma 100% digital. “Seguimos com o objetivo de tornar ainda mais incrível a experiência com seguros, utilizando inteligência artificial e colocando a satisfação dos nossos membros no centro das tomadas de decisões”, ressalta Mascarenhas. 

Posse da diretoria da Fenacor reúne lideranças políticas e do mercado

Fenacor Armando Vergilio

Fonte: Fenacor


A solenidade de posse da diretoria da Fenacor eleita para o quadriênio 2022/2026 reuniu, na terça-feira (31), em Brasília, diversos senadores, deputados federais, um governador, o alto comando da Susep e todas as principais lideranças do mercado de seguros.

Ao saudar os presentes, após o juramento de posse da diretoria, lido pela vice-presidente, Maria Filomena Branquinho, o presidente reeleito da federação, Armando Vergilio, pediu a união do setor e o apoio de lideranças políticas presentes para as demandas do mercado.

“Aproveito a presença aqui das mais expressivas e importantes lideranças políticas do Brasil e do alto comando do setor e das maiores empresas e de todas as entidades do mercado de seguros, além do comando do órgão regulador e de supervisão, para reafirmar que estamos prontos para ajudar o Brasil a retomar o crescimento econômico em bases sólidas, com reflexos importantes na geração de empregos, na produção das indústrias, na venda do comércio, no setor de serviços. tudo isso com o selo de garantia e de proteção que somente este mercado pode oferecer. porque esta é sua atividade fim, a sua missão, o seu foco”, afirmou Vergilio.

Ele acrescentou que  os corretores de Seguros, particularmente, estão aptos e plenamente capacitados para levar proteção e garantir que a sociedade tenha acesso à tranquilidade que o seguro entrega. “Temos as principais ferramentas para cumprir essa missão. Primeiro, porque somos os maiores investidores institucionais deste país, com reservas que ultrapassam a marca de R$ 1 trilhão. Além disso, oferecemos todas as garantias e proteções necessárias para os investimentos, a conclusão das grandes obras, para o amparo à saúde e à vida da população e à formação de reservas previdenciárias que possam garantir um futuro tranquilo para todos”.

Seguro Vergílio, o seguro está presente nas 24 horas do dia de cada cidadão brasileiro e de nossas empresas. “Contem conosco! Especialmente com os mais de 120 mil Corretores de Seguros extremamente qualificados e com pleno conhecimento do que o mercado pode oferecer e que atuam em cada um dos mais de 5 mil municípios deste país, oferecendo a assessoria, a consultoria e a tranquilidade necessárias para nossa sociedade”, enfatizou. 

Vergilio lembrou que essa característica do mercado e dos Corretores de Seguro ficou ainda mais evidente para a população brasileira ao longo da pandemia, quando “ninguém deixou de ser atendido, amparado e protegido”.

Segundo ele, a mão estendida pelos Corretores e seguradoras, mesmo que por meio remoto, levou tranquilidade e conforto à população na mais grave crise da saúde pública dos últimos 100 anos. “Mais que isso. por iniciativa da Fenacor, rapidamente abraçada pelas seguradoras, foram pagas mais de 170 mil indenizações a vítimas da pandemia ou a seus beneficiários nesses dois anos de pandemia, mesmo quando as condições contratuais excluíam e/ou não previam a cobertura. foram mais de R$ 25 bilhões de indenizações pela Covid-19”, pontuou.

Para Armando Vergilio, essa foi “a maior e mais relevante ação de proteção social organizada de forma espontânea por um segmento econômico vista neste país desde o início da pandemia, talvez até sem precedentes na história recente do Brasil”. Ainda na avaliação do presidente da Fenacor, não é por acaso que as vendas de seguros vêm crescendo rapidamente nestes dois anos, bem acima da média de todos os segmentos econômicos.

Segundo ele, o setor avançou 13% em 2021 e mais 15% nos cinco primeiros meses de 2022. “A sociedade, hoje, está muito mais consciente da importância e necessidade de ter a proteção do seguro. confia em nosso mercado, sabe que estará amparada sempre que precisar. Somos, agora, muito mais desejados e compreendidos. Somos o mercado que pode ser o fiel da balança na virada que este país certamente dará nos próximos anos. rumo a um futuro mais justo e melhor para todos, independente da sua classe social”, disse Vergilio.
 
Contudo, o presidente da Fenacor alertou que ainda é necessário fazer “urgentemente” algumas correções e “desconstruir algumas maldades feitas nos últimos dois ou três anos”.Ele citou como exemplo a reestruturação da Susep, que precisa de uma estrutura adequada para proteger o consumidor. “E a solução que se apresenta é a autorregulação dos Corretores de Seguros”, frisou.

Vergilio apontou ainda a importância de se “salvar” o DPVAT, que, segundo ele,  é “o maior seguro social do mundo” e que vai acabar “se algo não for feito logo”. Para ele, lideranças políticas e do setor devem unir forças para evitar que “220 milhões de brasileiros fiquem desamparados”.

Quanto ao Open Insurance, Vergilio se disse favorável. Contudo, criticou a criação das SISS, classificada por ele como uma “excrescência ilegal que não está prevista no Decreto Lei 73/66” e que foi criada por um instrumento inferior, uma norma infralegal. “Isso precisa ser revisto” salientou.

SulAmérica conclui aquisição da Sompo Saúde 

Fonte: SulAmérica

A SulAmérica concluiu hoje a aquisição da Sompo Saúde, anunciada em 30 de dezembro de 2021, por R$ 217 milhões, de acordo com as condições estabelecidas em contrato.  

A aquisição da Sompo Saúde reforça o posicionamento estratégico da SulAmérica focado na Saúde Integral dos seus beneficiários, clientes e corretores, fortalecendo também sua posição e relevância na cidade de São Paulo e região metropolitana. Com a conclusão dessa movimentação, o Grupo SulAmérica passa a contar com mais 116 mil beneficiários na região. 

A Sompo Saúde, seguradora de saúde controlada pela Sompo Seguros, subsidiária do Grupo Sompo, um dos maiores grupos seguradores do Japão e do mundo, atua há mais de 130 anos no mercado e conta com forte presença no estado de São Paulo.   

Mercado de seguros para pets prevê crescimento bilionário nos próximos anos

Fonte: Europ Assistance

O distanciamento social exigido na pandemia de Covid-19 abriu novas oportunidades para o mercado pet, que devem se ampliar nos próximos anos. Como tentativa para as pessoas driblarem a solidão do isolamento, houve crescimento na aquisição e adoção de animais em todo o mundo, o que aqueceu o setor de produtos e serviços dirigidos aos bichinhos. No Brasil, não foi diferente: atualmente há, no país, mais de 141 milhões de pets, entre cães, gatos, aves e outros, de acordo com estimativa da companhia de serviços de assistência Europ Assistance Brasil (EABR).

A crise econômica internacional ocasionada pela pandemia e por outros fatores estimula particularmente o mercado de seguros para pets, já que os tutores buscam o serviço pela necessidade de reduzir o risco financeiro e driblar os altos custos dos cuidados veterinários. Segundo relatório da consultoria Grand View Research, o setor foi avaliado em US$ 8,3 bilhões em 2021 e deve alcançar US$ 32,7 bilhões em escala global até 2030, com crescimento de 16,7% ao ano. 

Para o consumidor, há muitas vantagens. Afinal, ao contrário de planos de saúde pet, que se limitam à assistência veterinária, as assistências podem oferecer amplas gamas de serviços, como hospedagem e transporte. 

“As soluções pet já fazem parte do nosso portfólio há alguns anos, mas desde o ano passado temos investido ainda mais na diversificação de nossos produtos, como por exemplo, a assistência psicológica à família em caso de perda de um pet, pois sabemos que os bichinhos são como membros da família, e a orientação remota de saúde, seguindo a nova onda de Telemedicina”, afirma Rogerio Guandalini, Diretor Comercial e de Marketing da Europ Assistance Brasil. “Temos mais de 20 soluções que podem auxiliar os clientes em casos de emergências ou momentos de conveniência, como: consulta veterinária e cirurgia emergencial, internação, exames laboratoriais, hospedagem, funeral, entre outras”.

Segundo Rogerio, a procura por esse tipo de assistência tem crescido no país, seguindo as tendências internacionais. “Sabemos que esse é um mercado que vem crescendo a cada ano, e, com a pandemia, notamos um aumento de aproximadamente 30% na procura por serviços voltados aos pets. Temos investido bastante em novas soluções e capilaridade de atendimento, garantindo modelos de credenciamento de clínicas veterinárias e pets de forma simplificada, a fim de atender a população brasileira sem restrições”.

Para o especialista, este é o momento ideal para investir no setor. “O segmento vem crescendo acima da casa de dois dígitos nos últimos anos, e a procura de serviços também. Tanto o mercado segurador, como o mercado varejista estão incluindo em seu portfólio de produtos os serviços voltados ao mundo pet, para atender a nova formação das famílias brasileiras e suas necessidades”, conclui.

CNseg: projeções para o PIB melhoram, mas segunda metade do ano exige cautela

pedro simoes cnseg

Continua a greve dos servidores do Banco Central e, portanto, as expectativas do Relatório Focus não foram divulgadas nesta segunda-feira. Entretanto, as instituições financeiras, consultorias e bancos que reportam suas expectativas ao Banco Central também costumam emitir relatórios próprios e divulgar suas projeções na mídia. 

“Como comentamos na última edição, a divulgação de indicadores de nível de atividade positivos para fevereiro e, principalmente, para março, levou a uma onda de aumento nas projeções para o crescimento do PIB este ano”, Pedro Simões, economista do Comitê de Estudos de Mercado da CNseg, responsável pelo Acompanhamento de Expectativas Econômicas.

O Monitor do PIB, indicador de atividade agregada elaborado pela FGV que procura ser uma aproximação mensal do PIB, indica um crescimento de 1,5% no primeiro trimestre em relação aos últimos três meses do ano passado, quando feitos os necessários ajustes sazonais. Esse desempenho é puxado pelo setor de Serviços. 

“Se o PIB oficial apresentar de fato tal crescimento no primeiro trimestre, o carregamento – isto é, o quanto o PIB cresceria no ano se não houvesse nem crescimento nem queda nos três próximos trimestres – seria de 1,7%”, acrescenta. 

Levantamento feito pelo jornal Valor Econômico com 82 instituições, no entanto, mostra uma mediana de 1,4% para o crescimento em 2022. A título de comparação, no último dado disponível no Focus, do final de abril, a projeção mediana era metade do que é hoje, 0,7%. “Isto é, houve forte movimento de revisão altista, mas as projeções anuais menores que o carregamento indicam que estão implícitas quedas no PIB mais à frente, sugerindo desaceleração no segundo semestre”, avalia Simões. 

Outro levantamento feito pelo Valor mostra uma projeção mediana para o IPCA este ano de 8,90%. No último Focus, essa projeção era de 7,89%. “Com a inflação permanentemente mais alta, as projeções para a Selic também aumentam, e essa é uma das principais razões para a expectativa de desaceleração no segundo semestre. Outras razões para projeções mais pessimistas à frente são o esgotamento do processo de “normalização” da economia após o choque da pandemia e a volatilidade e incerteza que podem acompanhar as eleições presidenciais de outubro”, finaliza o economista da CNseg. 

Leia a íntegra do boletim Acompanhamento de Expectativas Econômicas desta semana no portal da CNseg.