Wiz e Polishop anunciam joint venture

WIZ

A Polishop e a Wiz anunciam joint venture para a oferta de seguros e consórcios. A nova companhia terá exclusividade para operar no balcão da varejista por 10 anos. O acordo prevê, inicialmente, ações para impulsionar a comercialização da garantia estendida e compra protegida dos produtos nas lojas físicas, e-commerce da Polishop, além dos marketplaces nas quais a varejista se faz presente, e por meio da sua rede de empreendedores. A previsão é de que, aos poucos, outros seguros e até mesmo opções de consórcios sejam disponibilizadas. 

Segundo o CEO e fundador da Polishop, João Appolinário, o vínculo firmado leva em conta o histórico de inovação e tecnologia das empresas. “Há uma série de novas ideias em curso e enorme potencial para todos os envolvidos. A Polishop vai entrar definitivamente no ramo de seguros, ao lado de um time que conhece como poucos esse negócio. Vamos ampliar o portfólio e agregar valor para facilitar a vida do nosso público”, afirma o empreendedor.

A oferta de seguros será em caráter omnichannel – apostando, inclusive, na audiência da Polishop TV, canal aberto e por assinatura da marca, e nas redes sociais da varejista, que já atraem 50 milhões de pessoasNeste começo, a operação terá como foco a atuação nas lojas físicas e a construção da experiência de venda no e-commerce da varejista. “São canais com forte potencial e que terão soluções adicionais para assegurar a proteção dos bens adquiridos por nossos consumidores”, explica Appolinário.

O CEO da Wiz, Heverton Peixoto, destaca que este é o primeiro acordo da Companhia focado no mercado varejista. “Temos muito clara a estratégia de diversificar os negócios e os parceiros. Hoje ingressamos em um novo patamar, na construção de um relacionamento muito próspero e que tem como foco aumentar o grau de satisfação dos clientes da Polishop”, diz o executivo.

A nova empresa nasce atenta ao perfil dos consumidores Polishop: um público extremamente aberto à inovação, cuidado e bem-estar. “A Polishop leva soluções práticas, eficientes e modernas aos clientes. Os consumidores da marca são pessoas que buscam tendências e exclusividade. Gente que olha mais à frente. Essas preferências têm fit com os seguros e produtos financeiros, que a Wiz é benchmarking”, ressalta Heverton.

Qualicorp fecha acordo com Happymed para oferecer planos de saúde a partir de R$ 92

Fonte: Qualicorp

A Qualicorp e a Happymed firmaram acordo para oferecer planos de saúde regionais no segmento coletivo por adesão aos Clientes do estado de Santa Catarina. Os planos já estão disponíveis para contratação, a partir de R$ 92 (preço sujeito a alterações, de acordo com o plano escolhido e a faixa etária do Cliente).

“Estamos muito felizes em anunciar esta parceria com a Happymed, que é uma operadora que vai proporcionar acesso a saúde de qualidade aos nossos Clientes”, afirma Glaucio Fernandes, superintendente comercial da Qualicorp em Santa Catarina. “Temos certeza que o produto oferecido pela parceira tem o melhor custo-benefício da região.”

O portfólio da Happymed oferecido pela Quali contempla três diferentes produtos para comercialização, são eles: Unic, Unic Prime e Unic Prime Slim, sendo todos de cobertura regional. Os planos de saúde da operadora parceira oferecem opções de acomodação em apartamento ou enfermaria, para que o Cliente possa escolher aquele que melhor atende às suas necessidades e orçamento. Os clientes terão acesso à rede própria da Happymed, que conta com cinco clinicas, serviços próprios com médicos especialistas, orientação médicas 24 horas, além da rede credenciada e outros benefícios. 

Com a Happymed, a Quali amplia seu leque de parcerias com operadoras de saúde no Estado de Santa Catarina, oferecendo a mais completa plataforma de planos do Brasil. Ao todo, são mais de 15 opções de planos de saúde, com abrangência nacional ou regional, incluindo os planos das operadoras parceiras, Bradesco, Hapvida e SulAmérica Saúde.

CNseg: seguradoras avaliam o crescimento do PIB, essencial para o avanço do setor

Pedro Simoes CNseg

O PIB do primeiro trimestre desse ano apresentou crescimento de 1% em relação ao trimestre imediatamente anterior, e de 1,7% na comparação interanual, de acordo com os dados das Contas Nacionais, divulgados pelo IBGE na semana passada. A confirmação do crescimento de 1%, levemente abaixo das estimativas da maioria dos analistas e de indicadores como o Monitor do PIB, lega ao ano um carregamento estatístico de 1,5%.

“Isto é, se o PIB permanecer estável até o final do ano, a média do PIB este ano já será 1,5% maior que a média do ano passado. Entretanto, este é um cálculo que precisa de dessazonalização para ser feito, e a trajetória dessazonalizada do PIB no ano passado foi revista, algo para o qual vimos alertando há algum tempo”, comenta Pedro Simões, economista do Comitê de Estudos de Mercado da CNseg.

Segundo ele, não houve alteração no crescimento anual em 2021 (4,6%), mas a aceleração no segundo semestre foi mais acentuada, com as taxas de variação passando de -0,1% e 0,5%, para 0,1% e 0,7% no terceiro e quarto trimestre, respectivamente. “Tal revisão pode, inclusive, ter “retirado” alguns pontos de crescimento do primeiro trimestre, já que a base de comparação foi mais alta”, acrescenta. Com esses números, devem ocorrer revisões nas projeções de crescimento este ano e no ano que vem, acredita o economista.

Leia a íntegra do boletim Acompanhamento de Expectativas Econômicas desta semana no portal da CNseg.

Wiz oferece capacitação gratuita para PcDs

wiz

Fonte: Wiz

A Wiz abriu em 1o de junho as inscrições para o Speed Wiz PcD. O programa oferece capacitação profissional gratuita e oportunidade de trabalho exclusiva para pessoas com Deficiência Visual parcial ou de acuidade, Deficiência Física, Deficiência Intelectual, Deficiência Múltipla (associação de duas ou mais deficiências), que tenham a partir do Ensino Médio completo, e envolve teorias, técnicas e práticas administrativas e de comunicação, visando as áreas de atendimento e vendas do mercado segurador e de crédito. As inscrições podem ser feitas na página https://jobs.kenoby.com/speed-pcd?utm_source=website.

Ao todo serão 20 bolsas de estudo. O curso inicia no dia 27 de junho e vai até 22 de julho, com uma carga horária total de 24h, abrangendo atividades online e vivências presenciais, em Brasília, e com aulas no período vespertino. Ao final da jornada, os candidatos de destaque poderão ser contratados para atuar na Wiz Concept, unidade de negócio da Wiz, uma casa de soluções completas que une a expertise nos mercados de seguros e crédito com o know-how em tecnologia e visão estratégica do negócio do cliente, possuindo um portfólio de serviços que possibilita realizar o acompanhamento e gestão da carteira dos clientes durante todo o pós-venda, atendendo todas as etapas do sinistro, com atendimento humanizado, reguladores e rede de vistorias e peritos. Os que não forem selecionados imediatamente terão os currículos inseridos no banco de talentos da Companhia, além de receberem certificado de conclusão do Speed Wiz PcD.

Atualmente, a Wiz conta com 64 PcDs em todas as suas unidades de negócios. A Companhia pretende ampliar este quadro com a inclusão de mais pessoas por meio do programa. “A ação está totalmente alinhada ao objetivo Wiz de atração e retenção de talentos nas nossas diversas áreas de atuação”, destaca Carolina Bento, Partner Diretora Executiva de Gente e Cultura. As contratações serão para as vagas de operador (a) de atendimento e operador (a) de vendas.

Essa não é a primeira edição do Speed Wiz. No ano passado, bolsas de estudo foram distribuídas para desenvolvedores de softwares, que participaram de uma experiência de 10 semanas.

“Estamos muito ansiosos porque este é o primeiro Speed Wiz realizado 100% dentro de casa, sem parcerias externas, e totalmente exclusivo para dar oportunidades para PcDs, que enfrentam dificuldade de inserção no mercado. De acordo com o IBGE, o Brasil tem mais de 17 milhões de PcDs, que muitas vezes não encontram oportunidade no mercado de trabalho, não têm acesso à educação adequada e o programa visa atuar justamente para abrir portas a esse público”, explica Carolina.

As pessoas que forem contratadas pelo time de atração e seleção da Wiz deverão ter fit cultural com a Companhia e laudo médico com CID validado. A diretoria de Gente e Cultura fará todo o acompanhamento dos participantes e os treinamentos serão realizados pelo time da Wizity – a universidade corporativa da Wiz – em parceria com instrutores especializados no negócio da Wiz Concept. Todas as pessoas que tiverem 80% de presença nos treinamentos ganharão certificado.

“Nosso foco é contribuir não apenas com a possibilidade de contratação, mas fornecer, também, conhecimento necessário para que essas pessoas possam competir por vagas no mercado de trabalho”, conclui Paolla Bandeira, Gerente Interina de Gente e Cultura.

Open Insurance: proteção de dados do consumidor e implementação acelerada são principais preocupações para líderes mundiais do setor de seguros

Dyogo Oliveira CNseg

Fonte:CNseg

O compartilhamento de dados dos consumidores é um dos principais cuidados que executivos de seguros do Brasil, da Europa e dos Estados Unidos – que participaram do workshop “Open Insurance e Questões de Dados”, organizado pela The Global Federation of Insurance Associations (GFIA), realizado em Praga (República Tcheca) – têm em mente quando se debate a implantação do sistema de seguros aberto (Open Insurance). Na enquete realizada, 62% dos participantes apontaram que o consumidor sempre deve ser o responsável pela decisão de quem deve ter acesso aos seus dados pessoais.

O presidente da Confederação Nacional das Seguradoras – CNseg, Dyogo Oliveira, iniciou a apresentação mostrando o cenário brasileiro do setor segurador, o maior da América Latina com arrecadação de US$ 102 bilhões em 2021 e pioneiro na implantação do sistema de seguros abertos no mundo.

“O Open Insurance engloba 91% do setor segurador (exceto saúde), tendo em vista que o segmento de saúde não está incluído por ser regulado pela Agência Nacional de Saúde”. O presidente da CNseg chamou a atenção para as oportunidades, que incluem a facilitação de comparação dos produtos, incentivo para construção do relacionamento digital e maior competição entre as empresas. Porém, destaca que os desafios para essa implantação incluem um escopo excessivamente abrangente de produtos de seguros, fundos de previdência e capitalização.

“Estão envolvidas linhas de produtos como Riscos de Petróleo, Riscos Nucleares ou Seguro para Satélites, por exemplo, concentradas em poucos clientes. Não há necessidade de desenvolver APIs específicos para essas linhas. Outro ponto é a falta de objetivos bem definidos por parte do regulador. Temos uma visão geral, mas sem parâmetros específicos sobre o que deve ser alcançado. Os custos elevados também são outro ponto. A CNseg está levantando o custo total de implementação do Open Insurance, mas estimativas iniciais apontam para um custo de U$ 20 milhões de dólares por empresa. Também seria importante ampliar o calendário de implantação dos sistemas abertos”, destacou.

Outra questão abordada por Dyogo Oliveira é o papel das Sociedades Iniciadoras de Serviço de Seguro (SISS). “Vamos solicitar que o regulador exclua as SISS porque elas se sobrepõem ao trabalho que já é executado pelos corretores de seguros. No ambiente digital, esse relacionamento pode ser conduzido pelas empresas do setor”, afirmou.

Sobre a proteção de dados, o presidente da CNseg alertou que o consumidor precisa estar ciente dos riscos. “Há pontos de conflito entre a Lei Geral de Proteção de Dados e o Open Insurance, e os órgãos de defesa do consumidor não estão envolvidos na conversa”, observou.

O Chefe de Negócios da Insurance Europe, William Vidonja, trouxe o cenário dos países da Europa. “Estamos numa situação parecida com a dos colegas no Brasil, com a expectativa de que utilizem o sistema bancário como referência para modelagem de outros serviços financeiros. Há menos de duas semanas, o regulador nos enviou 90 perguntas sobre o Open Finance, as quais ainda estamos verificando para responder até o início de julho. Porém, o que chama a atenção é que não há um foco específico em seguros”, afirmou.

Sobre a questão da proteção de dados, Vijona defendeu que os consumidores tenham total controle da informação. “É preciso ter clareza sobre os tipos de dados que serão compartilhados e com quem. Preservar a segurança de dados mais sensíveis é essencial”. O executivo finalizou a sua apresentação destacando a necessidade de cuidado com a modelagem do Open Insurance na Europa. “Se bem estruturado, teremos muito a ganhar. Porém, se o processo não for bem conduzido, teremos muito a perder”, avaliou.

O diretor internacional do Conselho Americano de Seguradoras de Vida dos Estados Unidos, Brad Smith, afirmou que tem acompanhado o avanço do assunto no Brasil e na Europa. E relatou: “É importante encontrar um ponto de equilíbrio entre compartilhamento de informação, suporte à inovação, eficiência, concorrência, proteção do consumidor e estabilidade financeira.”

Sobre a utilização de dados, Smith destaca as especificidades da legislação norte-americana. “Nos Estados Unidos temos leis estaduais diferentes das federais no que concerne à proteção de privacidade, principalmente no que diz respeito às informações sobre saúde. Vale lembrar ainda que há um limite sobre como utilizar dados de clientes para ampliar a concorrência e estimular a competição nos mercados”, explicou.

Os representantes de vários países também demonstraram grande surpresa com a velocidade de implementação prevista no cronograma brasileiro. Muitos demonstraram preocupação com que a implementação em um prazo tão curto prejudique as funcionalidades do sistema.

A Federação Global de Associações de Seguros (GFIA, na sigla em inglês) é uma associação sem fins lucrativos criada para representar as associações de seguros nacionais e regionais que atendam aos interesses gerais das empresas de seguro de Vida, Saúde, Seguros Gerais e Resseguro. A instituição tem como objetivo fazer representações aos governos nacionais, reguladores internacionais e outros em nome do mercado segurador mundial. Com 40 instituições associadas, entre elas a CNseg, a GFIA representa cerca de 87% do total de produção de prêmio de seguros no mundo.

“Juntos por Recife”: Instituto SulAmérica oferece atendimento médico e psicológico gratuito 

O Instituto SulAmérica, em parceria com a startup de telemedicina Docway, anuncia uma campanha emergencial para apoiar moradores e moradoras do Grande Recife, região pernambucana severamente impactada por fortes chuvas nos últimos dias. A partir de hoje, a população local poderá receber atendimento médico e psicológico de forma virtual e gratuita. Para agendar a consulta, basta ligar para a Central Telefônica 4020-6316 ou acessar o site https://sulamerica.docway.com.br

Doações 

O Banco de Alimentos Associação Civil (OBA) também receberá doações que serão revertidas em cartões alimentação para a população atingida. As contribuições podem ser feitas diretamente à organização, por transferência bancária (Banco Bradesco, AG 00031, C/C 9626-1, CNPJ 02.736.449/0001-48) ou PIX (financeiro@bancodealimentos.org.br). 

Cresce a contratação de seguros para pessoas 50+, segundo MAG Seguros

 Fonte: MAG

De acordo com dados da MAG Seguros, companhia de 187 anos especializada em seguro de vida e previdência, houve um aumento na contratação de seguros em 2020 e 2021 por parte dos idosos entre 55 e 65 anos. Os clientes individuais novos – aqueles que nunca possuíram apólices da MAG – cresceram em 12% no período.

Dados como esse nos mostram que a população está ficando mais consciente e preocupada com a proteção de si e de suas famílias. Esses últimos anos impulsionaram a consolidação da importância que o seguro de vida tem para as pessoas. A MAG Seguros é uma das únicas companhias brasileiras que tem uma linha específica voltada para pessoas mais velhas, com produtos e coberturas desenvolvidas de acordo com a necessidade de proteção desta parcela da sociedade.

Um exemplo é o Master Acidentes Domiciliares, solução lançada no período da pandemia que tem como foco proteger o cliente no seu ambiente de casa, com assistências voltadas para deixar o lar mais seguro, como instalação de barras no banheiro e reorganização de móveis.

Produtos como estes contribuem diretamente para uma sociedade mais protegida e, pelo ponto de vista do corretor, permite a ampliação da geração de negócios, uma vez que estes profissionais têm a oportunidade de atingir mais pessoas. A MAG Seguros conta com um amplo e completo portfólio de soluções completas, flexíveis e inovadoras capaz de proteger as diferentes necessidades, riscos e perfis.

Lockton anuncia Carlos Eduardo Sarkovas como CCO

cadu lockton

A Lockton anunciou a chegada de Carlos Eduardo Sarkovas como o novo CCO da corretora. Sarkovas assume a direção de toda área comercial da Lockton Brasil, H&B, P&C, canais, corretoras parceira, bancassurance, além das filiais e marketing.

Para o CEO da empresa no Brasil, Jose Otavio Sampaio,  a chegada de Cadu, como é conhecido no mercado, é mais um passo importante na estratégia de crescimento para os próximos 3 anos. “A Lockton vem de um crescimento de 27% em relação a 2021 e quer se consolidar entre as principais corretoras do mercado nacional. Temos muitas oportunidades e estamos muito atentos e estruturados. Nossa ambição é dobrar de tamanho em 3 anos”.

O executivo é graduado em administração de empresas, MBA em Seguros e Resseguros e PMD – ISE. Ao longo de sua carreira teve passagem por grandes empresas, atuando como por mais de 15 anos como diretor executivo da Bradesco Seguros. Ele decidiu empreender e virou sócio de umas das mais reconhecidas insurtechs do mercado brasileiro, a ThinkSeg. Sua última experiência foi no projeto de consolidação do mercado de corretores onde desempenhava o cargo de diretor comercial, na It’Seg.

Sarkovas integra o time com o objetivo de expandir e unificar a área comercial da Lockton no Brasil. “Estar em uma das maiores e mais reconhecidas corretoras globais é um motivo de muito orgulho pra mim. Além da marca forte e reconhecida,  um posicionamento muito claro de foco no cliente e muita disposição em investir no mercado brasileiro, fui atraído pelo projeto para o futuro. Temos muita independência,  o que facilita a tomada de decisões.  Desta forma, sei que posso fazer um grande trabalho em um excelente local”.

Três anos depois: como a Covid-19 impactou a visão dos consumidores sobre saúde e seguros

Swiss Re

Fonte: Swiss Re

Com a pandemia, quais são as novas prioridades para os consumidores? Quais são suas principais preocupações e considerações ao comprar um seguro? Estamos prontos para enfrentar uma crise semelhante no futuro? Como os resseguradores podem ajudar a tornar as sociedades mais resilientes?

A pesquisa global de consumo Covid-19 da Swiss Re 2022 explora o impacto da pandemia no comportamento dos consumidores e as implicações resultantes nos negócios de Vida & Saúde. Em janeiro e fevereiro de 2022, a Swiss Re fez uma parceria com a Ipsos para conduzir uma terceira série de pesquisas sobre consumo relacionado à Covid-19. A pesquisa deste ano é uma extensão dos estudos de 2021 e 2020, que se concentraram especificamente na Ásia-Pacífico. Além disso, a pesquisa de 2022 cobre 20 mercados em todo o mundo, com uma amostra total de 11.000 entrevistados.

Os resultados globais do relatório incluem:

  • Os consumidores estão mais preocupados com sua resiliência em relação à saúde física e mental devido à pandemia;
  • Em mercados emergentes, características como flexibilidade, cobertura única e adicional, assim como serviços, também são relevantes em decisões de compra de seguros; e
  • Os pontos de contato digitais para gestão da saúde ganham popularidade enquanto os consumidores olham além da compra online e da gestão de apólices de seguro.

Esta pesquisa também inclui conclusões-chave para o Brasil, como por exemplo:

  • Os consumidores estão mais preocupados com sua resiliência em relação à saúde física e mental devido à pandemia. O Brasil teve um dos maiores número de entrevistados respondendo que estão mais preocupados (63%), e mais ainda entre os jovens adultos (25 a 34) com 71%.
  • A covid-19 foi um catalisador para que as pessoas fizessem check-up médico mais regularmente, em especial em mercados emergentes (46%); 45% dos entrevistados no Brasil disseram que planejam fazer check-up médico com mais frequência.
  • 43% dos entrevistados no Brasil relataram deterioração de seu estado de saúde mental nos últimos 12 meses. Isto aponta para um papel crescente das seguradoras para ajudar os clientes a encontrar caminhos para melhorar sua resiliência mental.
  • Em termos de tomar medidas para administrar questões de saúde mental, 64% dos entrevistados nos mercados emergentes disseram ter procurado apoio desde o início da pandemia, No Brasil, esse indicador foi um pouco menor (60%).
  • O preço é o fator mais importante nas decisões de compra de seguros para os entrevistados no Brasil (75%). 
  • O impacto da pandemia no comportamento futuro de compra de seguros mostra que o principal fator de influência para brasileiros é estar atento quanto a ter cobertura de seguros para diferentes áreas da vida (40%) e investir em apólices com cobertura mais abrangente (35%).
  • Os participantes da pesquisa no Brasil revelaram ser atraídos principalmente pelas características de aplicativos que os ajudam a melhorar sua saúde (27%) e a receber aconselhamento de saúde (25%).
  • Os canais digitais de rastreamento de saúde e as interações com seguradoras e serviços de saúde ganharam força entre todas as faixas etárias no Brasil desde o início da pandemia, diferentemente da média global, que mostra que a maior parte do crescimento foi entre as respondentes mais jovens.
  • No Brasil, os respondentes expressaram maior interesse em programas de melhoria da saúde mental (29%), seguidos pela melhoria da saúde física (20%).
  • As plataformas online se destacam como o canal de compra de seguros dominante em todo o mundo. Mas os entrevistados da pesquisa citaram agentes e corretores como a principal forma de compra de seguros no Brasil, com 48%. Apenas 34% dos entrevistados adquiriram seguros nos últimos seis meses por meio dos sites e aplicativos das seguradoras.
  • O uso de canais digitais pelos consumidores para acessar serviços de saúde está ganhando força no Brasil, com cerca de 50% dos entrevistados afirmando que planejam utilizar serviços de telesaúde ou videoconferência para estes fins no futuro. Os entrevistados da pesquisa expressaram particular interesse em usar mais canais digitais para gerenciar sua cobertura (53%) e para buscar seguros novos ou adicionais (52%), e baixar o aplicativo do provedor de seguros (53%).

Em geral, a pandemia tem sido um apelo à ação e uma oportunidade para os resseguradores ajudarem a construir a resiliência social.


Leia o relatório completo disponível aqui

Porto faz parceria com insurtech Assegurou

Rivaldo Leite Porto seguros
São Paulo, Brasil 26-11-2021 Retrato de Rivaldo Leite, VP comercial e de Marketing da Porto Seguro na sede da empresa em São Paulo. Foto: ©Fernando Martinho

Fonte: Porto

Com o objetivo de tornar a jornada do cliente mais ágil e simplificada, a Porto firmou uma parceria com a insurtech Assegurou, integrante do grupo Ô Insurance, para a comercialização dos seguros auto e moto. Com a integração de negócios, os clientes poderão realizar a cotação e receber uma oferta para fechar o seguro da companhia em apenas quatro passos.

“O nosso objetivo, com essa parceria, é tornar a jornada do cliente mais simples e ágil, sem perder a qualidade de atendimento e eficiência das soluções da Porto em seguro auto e moto. Não é um novo produto, mas sim a possibilidade de o cliente em potencial fechar uma apólice com agilidade e contando com todas as coberturas que oferecemos em nosso portfólio”, destaca Rivaldo Leite, vice-presidente Comercial da Porto.

José Carlos Macedo, CEO da Ô Insurance – holding que controla a Assegurou – destaca o emprego de tecnologia utilizado no negócio. “Toda nossa tecnologia foi adaptada para o processo fluir digitalmente de uma forma a atender o cliente final da Assegurou, nosso sistema é próprio desde do atendimento até a venda, pois acreditamos que assim o cliente terá uma jornada integrada e melhor atendimento em todas as etapas do seguro”.

Essa agilização do processo visa melhorar a experiência do cliente e facilita também os negócios dos Corretores. Com todo o processo até a oferta do seguro, o cliente em potencial pode chegar ao profissional de seguros com a oferta ideal, facilitando o fechamento de novos negócios. 

“A intenção dessa parceria é utilizar o mínimo de dados de API com a máxima eficácia alcançada pelo trabalho realizado pela Assegurou. Queremos otimizar os processos, gerando melhor experiência para quem contrata e maiores possibilidades de negócios para os Corretores”, completa Rivaldo.