MetLife incentiva carreira de jovens em situação de vulnerabilidade social por meio da troca de cartas

Fonte: MetLife

A MetLife, uma das principais empresas de serviços financeiros do mundo, realiza desde 2015 o projeto “Carta e Carreira”, que tem o objetivo de contribuir para a formação de jovens entre 15 e 21 anos, que moram em periferias de São Paulo e frequentam cursos profissionalizantes em instituições sociais. Por meio de cartas anônimas, colaboradores da MetLife, de todos os níveis e áreas, se comunicam com os jovens das instituições parceiras com o intuito de, não somente compartilhar conhecimentos sobre o mercado de trabalho, como também de estimular o processo de iniciação profissional, promover o resgate da autoestima, da qualidade de vida e disseminar o interesse pela cultura, leitura e escrita nestes jovens, que estão em busca de uma oportunidade.


Neste ano, 30 jovens da Casa José Coltro participaram do programa, mas desde a primeira edição do projeto, a MetLife já impactou positivamente cerca de 200 jovens com a troca de correspondências. Durante aproximadamente três meses, cada voluntário troca, quinzenalmente, cartas anônimas com um jovem, compartilhando experiências, sonhos e planos para o futuro. Ao final do processo, os voluntários conhecem seus correspondentes em um evento interno para o fechamento da edição anual. A última edição do programa, 2021, por conta da pandemia do COVID-19, foi virtual, mas neste ano a festa da troca voltou a ser presencial, no dia 01 de junho, na sede da MetLife em São Paulo.

Thais Catucci, Gerente de Comunicação Interna, Responsabilidade Social e Sustentabilidade da MetLife Brasil, comenta “Para nós, poder participar de um projeto como este, que estimula jovens no início da carreira a acreditarem em seus sonhos e manterem a determinação, é muito importante. Acreditamos que essa troca é muito rica, não só para quem está na instituição, como para nossos colaboradores, que dedicam tempo para pesquisar e escrever suas cartas e precisam ter sensibilidade para responder, ouvir e trocar vivências com alguém que não conhecem, o que gera muito aprendizado para a vida, não apenas para a carreira”.

Em 2019 o programa identificou uma jovem com o perfil muito promissor que, após o programa, foi contratada pela MetLife como menor aprendiz e depois seguiu como estagiária na área de Sponsors, na Diretoria Direct Marketing, a Barbara Oliveira.

“Minha experiência pessoal é incrível! Em 2019, participei do projeto Carta e Carreira como jovem a ser orientada e posso dizer que obtive inúmeras dicas sobre vida e mercado de trabalho, e que todas eu pude colocar em prática nas minhas ações do dia a dia. Recebi orientações muito valiosas, tirei dúvidas, obtive ensinamentos e referências. Costumo dizer que essa experiência foi meu pontapé para o mercado de trabalho, pois através dessas trocas, pude ser indicada para uma vaga como jovem aprendiz na MetLife. Mais tarde, em 2021, já como estagiária na empresa, pude contribuir com o projeto, mas dessa vez como orientadora. E, novamente, uma experiência ímpar. Estar do outro lado foi ainda mais inspirador, saber que a pessoa com quem troquei cartas estava passando pelo mesmo trajeto que passei e poder ajudá-la foi muito enriquecedor. Tive a oportunidade de passar tudo que havia aprendido com o projeto. Falávamos sobre rotina, mercado de trabalho, educação, família e hobbies. Mas claro, além de transmitir o pouco que sabia também recebi muita coisa boa, posso dizer que aprendemos sobre diferentes assuntos juntos. Pra mim, está é a parte mais valiosa do projeto, poder dar e receber na mesma medida. Saber que posso ajudar ao mesmo tempo que sou ajudada. O Carta e Carreira foi, sem dúvida, um projeto essencial em minha vida”. 

Hoje, Bárbara atua como analista de comunicação em uma das maiores agências de comunicação do Brasil.

Barbara Oliveira, em 2019 durante sua participação na festa da troca do projeto ‘Carta e Carreira’, com Daniela Dall´Acqua, diretora de Recursos Humanos da MetLife Brasil

Pier Seguradora amplia atuação no mercado brasileiro

pier mascarenhas

Fonte: Pier

Lançada em 2018, a Pier Seguradora acaba de receber autorização definitiva da Superintendência de Seguros Privados (Susep), tornando-se uma seguradora do segmento S3 no grupamento de danos e pessoas em todo o Brasil. Primeira seguradora digital do Brasil, a Pier oferece seguros para smartphones e automóveis com renovação mensal, de maneira fácil e sem burocracia.

“A atuação no segmento S3 permite que a companhia se consolide como uma plataforma completa e siga revolucionando o setor de seguros com produtos personalizados que atendam às necessidades individuais das pessoas”, destaca Bárbara Possignolo, Diretora de Legal e Compliance da Pier.

A operação no novo segmento elimina as limitações de produtos, importância segurada e apólices emitidas pela empresa e amplia o ramo de atuação da seguradora, que já trabalha no anúncio da expansão de coberturas dos seguros de smartphones e automóveis nos próximos meses.

“Um dos nossos objetivos é fazer parte das vidas das pessoas e o sucesso na obtenção dessa autorização definitiva nos permite aumentar o leque de produtos e atender cada vez mais as demandas dos brasileiros, como fizemos com reembolso instantâneo e com a cobertura de Furto Simples para celulares”, explica Igor Mascarenhas, CEO e Co-Founder da Pier.

Pioneira no segmento de insurtechs no Brasil, a empresa oferece seguros para smartphones e automóveis por meio de uma plataforma 100% digital. “Seguimos com o objetivo de tornar ainda mais incrível a experiência com seguros, utilizando inteligência artificial e colocando a satisfação dos nossos membros no centro das tomadas de decisões”, ressalta Mascarenhas. 

Posse da diretoria da Fenacor reúne lideranças políticas e do mercado

Fenacor Armando Vergilio

Fonte: Fenacor


A solenidade de posse da diretoria da Fenacor eleita para o quadriênio 2022/2026 reuniu, na terça-feira (31), em Brasília, diversos senadores, deputados federais, um governador, o alto comando da Susep e todas as principais lideranças do mercado de seguros.

Ao saudar os presentes, após o juramento de posse da diretoria, lido pela vice-presidente, Maria Filomena Branquinho, o presidente reeleito da federação, Armando Vergilio, pediu a união do setor e o apoio de lideranças políticas presentes para as demandas do mercado.

“Aproveito a presença aqui das mais expressivas e importantes lideranças políticas do Brasil e do alto comando do setor e das maiores empresas e de todas as entidades do mercado de seguros, além do comando do órgão regulador e de supervisão, para reafirmar que estamos prontos para ajudar o Brasil a retomar o crescimento econômico em bases sólidas, com reflexos importantes na geração de empregos, na produção das indústrias, na venda do comércio, no setor de serviços. tudo isso com o selo de garantia e de proteção que somente este mercado pode oferecer. porque esta é sua atividade fim, a sua missão, o seu foco”, afirmou Vergilio.

Ele acrescentou que  os corretores de Seguros, particularmente, estão aptos e plenamente capacitados para levar proteção e garantir que a sociedade tenha acesso à tranquilidade que o seguro entrega. “Temos as principais ferramentas para cumprir essa missão. Primeiro, porque somos os maiores investidores institucionais deste país, com reservas que ultrapassam a marca de R$ 1 trilhão. Além disso, oferecemos todas as garantias e proteções necessárias para os investimentos, a conclusão das grandes obras, para o amparo à saúde e à vida da população e à formação de reservas previdenciárias que possam garantir um futuro tranquilo para todos”.

Seguro Vergílio, o seguro está presente nas 24 horas do dia de cada cidadão brasileiro e de nossas empresas. “Contem conosco! Especialmente com os mais de 120 mil Corretores de Seguros extremamente qualificados e com pleno conhecimento do que o mercado pode oferecer e que atuam em cada um dos mais de 5 mil municípios deste país, oferecendo a assessoria, a consultoria e a tranquilidade necessárias para nossa sociedade”, enfatizou. 

Vergilio lembrou que essa característica do mercado e dos Corretores de Seguro ficou ainda mais evidente para a população brasileira ao longo da pandemia, quando “ninguém deixou de ser atendido, amparado e protegido”.

Segundo ele, a mão estendida pelos Corretores e seguradoras, mesmo que por meio remoto, levou tranquilidade e conforto à população na mais grave crise da saúde pública dos últimos 100 anos. “Mais que isso. por iniciativa da Fenacor, rapidamente abraçada pelas seguradoras, foram pagas mais de 170 mil indenizações a vítimas da pandemia ou a seus beneficiários nesses dois anos de pandemia, mesmo quando as condições contratuais excluíam e/ou não previam a cobertura. foram mais de R$ 25 bilhões de indenizações pela Covid-19”, pontuou.

Para Armando Vergilio, essa foi “a maior e mais relevante ação de proteção social organizada de forma espontânea por um segmento econômico vista neste país desde o início da pandemia, talvez até sem precedentes na história recente do Brasil”. Ainda na avaliação do presidente da Fenacor, não é por acaso que as vendas de seguros vêm crescendo rapidamente nestes dois anos, bem acima da média de todos os segmentos econômicos.

Segundo ele, o setor avançou 13% em 2021 e mais 15% nos cinco primeiros meses de 2022. “A sociedade, hoje, está muito mais consciente da importância e necessidade de ter a proteção do seguro. confia em nosso mercado, sabe que estará amparada sempre que precisar. Somos, agora, muito mais desejados e compreendidos. Somos o mercado que pode ser o fiel da balança na virada que este país certamente dará nos próximos anos. rumo a um futuro mais justo e melhor para todos, independente da sua classe social”, disse Vergilio.
 
Contudo, o presidente da Fenacor alertou que ainda é necessário fazer “urgentemente” algumas correções e “desconstruir algumas maldades feitas nos últimos dois ou três anos”.Ele citou como exemplo a reestruturação da Susep, que precisa de uma estrutura adequada para proteger o consumidor. “E a solução que se apresenta é a autorregulação dos Corretores de Seguros”, frisou.

Vergilio apontou ainda a importância de se “salvar” o DPVAT, que, segundo ele,  é “o maior seguro social do mundo” e que vai acabar “se algo não for feito logo”. Para ele, lideranças políticas e do setor devem unir forças para evitar que “220 milhões de brasileiros fiquem desamparados”.

Quanto ao Open Insurance, Vergilio se disse favorável. Contudo, criticou a criação das SISS, classificada por ele como uma “excrescência ilegal que não está prevista no Decreto Lei 73/66” e que foi criada por um instrumento inferior, uma norma infralegal. “Isso precisa ser revisto” salientou.

SulAmérica conclui aquisição da Sompo Saúde 

Fonte: SulAmérica

A SulAmérica concluiu hoje a aquisição da Sompo Saúde, anunciada em 30 de dezembro de 2021, por R$ 217 milhões, de acordo com as condições estabelecidas em contrato.  

A aquisição da Sompo Saúde reforça o posicionamento estratégico da SulAmérica focado na Saúde Integral dos seus beneficiários, clientes e corretores, fortalecendo também sua posição e relevância na cidade de São Paulo e região metropolitana. Com a conclusão dessa movimentação, o Grupo SulAmérica passa a contar com mais 116 mil beneficiários na região. 

A Sompo Saúde, seguradora de saúde controlada pela Sompo Seguros, subsidiária do Grupo Sompo, um dos maiores grupos seguradores do Japão e do mundo, atua há mais de 130 anos no mercado e conta com forte presença no estado de São Paulo.   

Mercado de seguros para pets prevê crescimento bilionário nos próximos anos

Fonte: Europ Assistance

O distanciamento social exigido na pandemia de Covid-19 abriu novas oportunidades para o mercado pet, que devem se ampliar nos próximos anos. Como tentativa para as pessoas driblarem a solidão do isolamento, houve crescimento na aquisição e adoção de animais em todo o mundo, o que aqueceu o setor de produtos e serviços dirigidos aos bichinhos. No Brasil, não foi diferente: atualmente há, no país, mais de 141 milhões de pets, entre cães, gatos, aves e outros, de acordo com estimativa da companhia de serviços de assistência Europ Assistance Brasil (EABR).

A crise econômica internacional ocasionada pela pandemia e por outros fatores estimula particularmente o mercado de seguros para pets, já que os tutores buscam o serviço pela necessidade de reduzir o risco financeiro e driblar os altos custos dos cuidados veterinários. Segundo relatório da consultoria Grand View Research, o setor foi avaliado em US$ 8,3 bilhões em 2021 e deve alcançar US$ 32,7 bilhões em escala global até 2030, com crescimento de 16,7% ao ano. 

Para o consumidor, há muitas vantagens. Afinal, ao contrário de planos de saúde pet, que se limitam à assistência veterinária, as assistências podem oferecer amplas gamas de serviços, como hospedagem e transporte. 

“As soluções pet já fazem parte do nosso portfólio há alguns anos, mas desde o ano passado temos investido ainda mais na diversificação de nossos produtos, como por exemplo, a assistência psicológica à família em caso de perda de um pet, pois sabemos que os bichinhos são como membros da família, e a orientação remota de saúde, seguindo a nova onda de Telemedicina”, afirma Rogerio Guandalini, Diretor Comercial e de Marketing da Europ Assistance Brasil. “Temos mais de 20 soluções que podem auxiliar os clientes em casos de emergências ou momentos de conveniência, como: consulta veterinária e cirurgia emergencial, internação, exames laboratoriais, hospedagem, funeral, entre outras”.

Segundo Rogerio, a procura por esse tipo de assistência tem crescido no país, seguindo as tendências internacionais. “Sabemos que esse é um mercado que vem crescendo a cada ano, e, com a pandemia, notamos um aumento de aproximadamente 30% na procura por serviços voltados aos pets. Temos investido bastante em novas soluções e capilaridade de atendimento, garantindo modelos de credenciamento de clínicas veterinárias e pets de forma simplificada, a fim de atender a população brasileira sem restrições”.

Para o especialista, este é o momento ideal para investir no setor. “O segmento vem crescendo acima da casa de dois dígitos nos últimos anos, e a procura de serviços também. Tanto o mercado segurador, como o mercado varejista estão incluindo em seu portfólio de produtos os serviços voltados ao mundo pet, para atender a nova formação das famílias brasileiras e suas necessidades”, conclui.

CNseg: projeções para o PIB melhoram, mas segunda metade do ano exige cautela

pedro simoes cnseg

Continua a greve dos servidores do Banco Central e, portanto, as expectativas do Relatório Focus não foram divulgadas nesta segunda-feira. Entretanto, as instituições financeiras, consultorias e bancos que reportam suas expectativas ao Banco Central também costumam emitir relatórios próprios e divulgar suas projeções na mídia. 

“Como comentamos na última edição, a divulgação de indicadores de nível de atividade positivos para fevereiro e, principalmente, para março, levou a uma onda de aumento nas projeções para o crescimento do PIB este ano”, Pedro Simões, economista do Comitê de Estudos de Mercado da CNseg, responsável pelo Acompanhamento de Expectativas Econômicas.

O Monitor do PIB, indicador de atividade agregada elaborado pela FGV que procura ser uma aproximação mensal do PIB, indica um crescimento de 1,5% no primeiro trimestre em relação aos últimos três meses do ano passado, quando feitos os necessários ajustes sazonais. Esse desempenho é puxado pelo setor de Serviços. 

“Se o PIB oficial apresentar de fato tal crescimento no primeiro trimestre, o carregamento – isto é, o quanto o PIB cresceria no ano se não houvesse nem crescimento nem queda nos três próximos trimestres – seria de 1,7%”, acrescenta. 

Levantamento feito pelo jornal Valor Econômico com 82 instituições, no entanto, mostra uma mediana de 1,4% para o crescimento em 2022. A título de comparação, no último dado disponível no Focus, do final de abril, a projeção mediana era metade do que é hoje, 0,7%. “Isto é, houve forte movimento de revisão altista, mas as projeções anuais menores que o carregamento indicam que estão implícitas quedas no PIB mais à frente, sugerindo desaceleração no segundo semestre”, avalia Simões. 

Outro levantamento feito pelo Valor mostra uma projeção mediana para o IPCA este ano de 8,90%. No último Focus, essa projeção era de 7,89%. “Com a inflação permanentemente mais alta, as projeções para a Selic também aumentam, e essa é uma das principais razões para a expectativa de desaceleração no segundo semestre. Outras razões para projeções mais pessimistas à frente são o esgotamento do processo de “normalização” da economia após o choque da pandemia e a volatilidade e incerteza que podem acompanhar as eleições presidenciais de outubro”, finaliza o economista da CNseg. 

Leia a íntegra do boletim Acompanhamento de Expectativas Econômicas desta semana no portal da CNseg.

MAG Seguros valoriza a prata da casa

MAG Seguros

Fonte: MAG

A MAG Seguros, seguradora especializada em vida e previdência com mais de 185 anos de atuação ininterrupta no Brasil, acaba de anunciar novidades no comando de algumas de suas unidades de negócio do país a partir de junho. As mudanças, além de potencializar as respectivas praças, têm como objetivo reconhecer e promover a prata da casa.

“Nossa companhia está continuamente olhando para os talentos internos. Faz parte da nossa cultura a formação contínua de profissionais para que eles atuem em novas frentes e oportunidades que surgem na MAG. Por isso, para nós, é uma grande satisfação poder realizar estas promoções”, explica Ronaldo Gama, diretor de Rede da MAG Seguros. 

Na regional São Paulo / Sul, a unidade de Curitiba passará a ser liderada por Felipe França, que foi gerente comercial desta unidade e já comandou Campinas e, atualmente, estava responsável por Florianópolis. Sob a sua liderança, a unidade de Florianópolis registrou um crescimento de 47% no primeiro quadrimestre de 2022 em comparação com o mesmo período de 2021.

Ainda na mesma regional, Amanda Riffel, que até então era responsável pelo escritório da companhia em Blumenau, assumirá a unidade de Florianópolis. Apenas no primeiro quadrimestre do ano, Amanda foi responsável por superar em 33% os resultados esperados para o período.

Já Blumenau será comandada por Lila Graciano, gerente comercial em Curitiba e que começou na MAG Seguros há 17 anos, já passou por diversas áreas e é uma grande conhecedora do modelo de negócio da empresa e formação de corretores.

Na regional Oeste, Adriano Muqui, que hoje atua como gerente comercial em Niterói assumirá a unidade de Santos. Em Araçatuba, Julio Silva, que já atua na praça, ficará à frente da unidade. A missão de liderar a unidade de Campo Grande ficará com Fabiano Santarelli, que foi responsável pela abertura do escritório em Marília, já conquistou o Galo de Ouro e tem um histórico de grandes resultados na MAG Seguros.

“Temos a certeza de que estes profissionais potencializarão a nossa presença da MAG Seguros nas respectivas praças com a ampla experiência e competência que têm realizando um grande trabalho”, finaliza Ronaldo.

Pottencial reforça apoio ao Inhotim e renova patrocínio

Fonte: Pottencial

Desde a sua criação, há 12 anos, a mineira Pottencial, que se consolidou como a maior insurtech do país, compreende a importância de valorizar e enaltecer o que Minas Gerais tem de melhor. Dentre tantas riquezas está o Instituto Inhotim, o maior museu a céu aberto da América Latina e um dos maiores do mundo, localizado no município de Brumadinho, a 60 km da capital mineira.  Pelo segundo ano consecutivo, a Pottencial se orgulha de ser patrocinadora bronze do Instituto. 

Para o CEO da insurtech, João Géo Neto, apoiar o Inhotim significa incentivar a manutenção de um bem valioso para o Estado, que se tornou orgulho de todos os mineiros. “É uma honra para a Pottencial patrocinar o Inhotim. Entendemos que, dessa forma, contribuímos para que mais pessoas tenham acesso à arte, cultura e entretenimento de qualidade. Além disso, com a parceria, estamos estimulando importantes iniciativas de educação ambiental e cultural”. 

Para o CEO, a preservação ambiental promovida pelo Inhotim, que tem a sustentabilidade como um dos principais pilares, é outro ponto que merece destaque. No que diz respeito à proteção da fauna, o museu possui uma coleção de cerca de 4,5 mil espécies de todos os continentes – algumas raras e ameaçadas de extinção. 

Edson Toguchi assume como vice-presidente comercial da EZZE Seguros

Edson TOGUCHI EZZE

Até pouco tempo atrás, ter um executivo de TI no primeiro escalão das seguradoras era a prioridade máxima. Isso porque o setor iniciava, há cinco anos, uma revolução embalada pelas mudanças dos hábitos de consumo. Diante do avanço em inovação conquistado nos últimos dois anos, o foco agora é unir a técnica ao dom comercial para otimizar as vendas nas plataformas digitais e crescer em todos os canais de distribuição com um portfólio de produtos diversificado e flexível. A EZZE Seguros comprova essa tendência. Richard Vinhosa, CEO da companhia, nomeou o sócio e underwriter, Edson Toguchi, como vice-presidente comercial. 

“Comecei em maio e estou adorando visitar nossas filiais e retomar o contato com os corretores e parceiros. Eles nos alimentam com ideais de produtos demandados por seus clientes. E eu realmente gosto de criar soluções para problemas. Pela minha experiência técnica, tenho a percepção dos riscos. Como comercial, quero atender as demandas dos clientes. Sou instigado a pensar em soluções benéficas para fecharmos o contrato em condições interessantes para todos”, diz ele em sua primeira entrevista no novo cargo. 

Considerado um dos profissionais mais carismáticos do setor, Toguchi aceitou o convite de Vinhosa para ser sócio da startup que completa três anos. “Fui atraído pelo desafio de ser uma seguradora nacional, com poder de decisão local, o que agiliza muito as decisões do dia a dia, dedicada a fazer a diferença no setor com uma atuação em ramos diferenciados. Estou muito feliz com a minha decisão”, diz ele.  

Pelos números apresentados nesses dois anos de operação, a receita tem dado certo. A previsão era faturar R$ 100 milhões no primeiro ano de operação. Fecharam 2020 com R$ 140 milhões em prêmios. O time então arriscou mais na aposta para 2021: R$ 200 milhões. Erraram feio. Reportaram faturamento de R$ 427 milhões. E agora, para 2022, a previsão é R$ 800 milhões. Questionado se tal perspectiva se mantém firme mesmo em um ano eleitoral e com evento esportivo mundial, Toguchi é taxativo: “Se ultrapassarmos R$ 1 bilhão, vamos começar a preparar o nosso IPO (emissão primária de ações)”, diz seu lado comercial. 

Já o lado técnico de Toguchi sabe que para crescer é preciso ter equilíbrio na subscrição, tecnologia para digitalizar todo o processo, especialmente agilidade para pagar o cliente. “Em 2021, pagamos R$ 120 milhões em indenizações. Em 2022, há uma sinalização de R$ 400 milhões, pois eventos climáticos causaram muitas perdas para os produtores rurais. E quanto mais os clientes usam o seguro, mais percebem os benefícios de ter a proteção. Se bem atendidos, são fieis”.

A EZZE já nasceu digital. A estrutura tecnológica permite que a seguradora “ligue e desligue” sistemas, o que garante agilidade na implementação de novos canais e produtos. Segundo Toguchi, em um mês a seguradora inicia uma operação de venda de afinidades, por exemplo. Com estrutura digital avançada, as demandas dos corretores nas cidades em que a EZZE tem filiais soam como música para o executivo técnico e comercial. “Somos uma fábrica de produtos. Nossa estrutura tem o modelo de uma sanfona: vai e volta conforme a entrega de soluções”, explica. 

O que mais encanta o subscritor de riscos e o time da seguradora é a certeza de que há uma imensidão de produtos para proteger empresas e pessoas dos riscos do dia a dia. Um deles é o risco cibernético. “Já temos no forno um produto diferenciado e estamos com nossa equipe de afinidades negociando ajustes para atender a esta demanda tão explosiva das pessoas. Queremos levar o produto para empresas do varejo, bancos, administradoras de meios de pagamentos, entre outros ofertarem a proteção financeira aos seus clientes”, informa. 

Em grandes riscos, o vice-presidente comercial afirma que os negócios seguem um ritmo estável, mesmo com a desaceleração da economia. “Certamente muitos investidores estão mais seletivos e aguardam a definição do quadro político no Brasil. Mas há investimentos importantes na pauta do governo e estamos providenciando os seguros, como no caso das concessões da rede 5G, com projetos em andamento para a construção das linhas de transmissão, entre outros tantos leilões agendas para 2022”, cita.

Toguchi visitou apenas duas das oito filiais até agora: Salvador e Rio de Janeiro. A ideia é visitar todas até o final deste semestre, incluindo a de Fortaleza, que está em fase de seleção de um imóvel comercial. Certamente a equipe de criação, que já lançou 80 produtos, terá ainda mais demandas. O que certamente agrada o grupo de investidores da seguradora, que tem pesos pesados como José Bezerra de Menezes, Carlos Alberto Guerra Filgueiras, Ari de Sá Cavalcanti Neto e Pedro Cunha Fiuza, entre outros.

Seguros: Cenário ainda é de cautela

Valor Revista Seguros 2022

CENÁRIO AINDA É DE CAUTELA. Este é o mote da Revista Valor Financeiro Seguros, publicada hoje.

Cenário – Expectativa é de crescer entre 13% e 15% neste ano em termos nominais, mas a realidade econômica pode afetar algumas linhas de negócios. Quem olha para os dados do mercado segurador nos primeiros meses de 2022, que repetem o bom desempenho do ano passado, pode imaginar um setor descolado da realidade socioeconômica, marcada por queda na renda, inflação, desemprego e fraqueza do Produto Interno Bruto (PIB).

Vida – A pandemia provocou indenizações bilionárias e despertou as companhias para a estratégia de oferecer mais benefícios aos clientes. A pandemia tirou do caixa das seguradoras, em 2020, R$ 6,5 bilhões, pagos para quase 170 mil apólices de seguro de vida, mesmo sendo pandemia uma cláusula de exclusão.

Previdência –  A expectativa do setor é de que a portabilidade diminua, mas o cenário econômico é o que mais preocupa as instituições. O mercado de previdência complementar aberta vive um momento ambíguo.

Saúde – As companhias se movimentam em várias direções, buscando verticalizar e regionalizar a operação e criar produtos mais acessíveis. O setor de seguro-saúde, cujo avanço ocorre de forma contínua desde 2020, fechou março passado com pouco mais de 49 milhões de beneficiários, de acordo com dados da Agência Nacional de Saúde Suplementar (ANS).

Capitalização – Receita cresceu 12,8% no primeiro bimestre deste ano, com a modalidade tradicional ainda respondendo por 70% da arrecadação. Depois de ver sua trajetória de crescimento sustentado desacelerarem 2020, devido aos efeitos negativos da pandemia da covid-19 sobre a renda e o emprego de consumidores, o mercado de títulos de capitalização dá sinais de que 2022 poderá devolver ao setor a expansão de dois dígitos.

ESG – Em 2021, perdas econômicas globais devido a desastres naturais ficaram 27% acima da média do século 21. O mercado brasileiro de seguros e resseguros caminha para a consolidação de um modelo semelhante ao adotado no setor financeiro sobre políticas sustentáveis e ESG (agenda de responsabilidade ambiental, social e de governança, na sigla em inglês).

Open Insurance – Processo de implantação será feito em três etapas e ainda exige um ambiente tecnológico mais seguro para escalar as operações. Em vigor no Brasil desde 15 de dezembro de 2021, o open insurance, ou sistema de seguros aberto, é encarado como um passo decisivo para a aceleração dos negócios no setor.

Insurtechs – Parcerias com grandes seguradoras e companhias de assistência aos clientes fomentam novas soluções. O investimento global nas insurtechs, ou startups cio ramo segurador, alcançou US$ 10,1 bilhões em 2021, um aumento de 38% em relação ao ano anterior.

Recursos Humanos – Pandemia passou a exigir profissionais mais adaptados às novas tecnologias, como também lideranças com alto grau de empatia. O setor de seguros brasileiro foi um dos que mais se transformaram nos dois últimos anos marcados pela pandemia.

Massificados – Digitalização de contratos, assinatura eletrônica e proteção de dados na nuvem dão agilidade e autonomia aos corretores A transformação digital do mercado de seguros tem como desafio a criação de ofertas mais simples e intuitivas em todos os pontos de contato com o cliente.

Viagem – Há boas perspectivas neste ano com a retomada do turismo, com as seguradoras lançando novos produtos e oferecendo descontos. Derrubado pela pandemia de covid-19, o mercado de seguro-viagem vem se recuperando com a reabertura das fronteiras e a retomada do turismo.

Resseguro – Nova medida permitirá transformar dívida em títulos negociáveis, mas é preciso definir o tipo de risco envolvido e o perfil de investidor. O primeiro trimestre de 2022 deu ao mercado ressegurador brasileiro um crescimento de 10,3% no volume de prêmios cedidos pelas seguradoras em relação aos três primeiros meses de 2021.

Seguro Garantia – Com a nova regulamentação, o registro de produtos ficou mais rápido e a competição deixa de ser apenas por preço. Já sem as amarras regulatórias, o mercado segurador inicia os ajustes ao ambiente de flexibilização em vigor desde o ano passado.

Corretores – Embora cada vez mais o atendimento seja híbrido, com ajuda tecnológica, maioria dos clientes prefere comunicação direta para fechar negócio. As grandes e tradicionais corretoras de seguros aquelas que não nasceram digitais – estão ativas na digitalização dos seus serviços neste primeiro semestre de 2022, na comparação aos dois últimos anos de pandemia.

Risco Cibernético – Em 2021, o seguro de risco cibernético arrecadou R$ 103 milhões e as indenizações cresceram 135%, totalizando R$ 75 milhões. A impossibilidade de receber nota fiscal da despesa do almoço no restaurante Varanda, em São Paulo, por ataque hacker ao sistema da casa, reforçou para Thiago Tristão, vice-presidente de riscos corporativos da corretora MDS, o nível de pulverização da ameaça cibernética.

Seguro rural – O momento é delicado para a indústria desegurornral no Brasil.

Automóvel – Indenizações em alta e redução de unidades seguradas desafiam as companhias a evitar evasão de clientes com produtos mais baratos. As projeções cio mercado segurador são de um 2022 muito parecido com 2021 no ramo de automóveis.

Transporte – Cresce a procura por proteção, com as seguradoras sendo mais rígidas para evitar perdas diante do aumento de roubos de cargas. Mudanças no ambiente econômico, diminuição das restrições sanitárias e adoção de programas cada vez mais rígidos de gerenciamento de riscos para mitigar perdas estão proporcionando neste este ano receitas mais generosas ãs companhias seguradoras que atuam no segmento de transporte de cargas.