CIO da Liberty Seguros recebe prêmio Five Stars Award

Fonte: Liberty

A CIO da Liberty Seguros, Ana Lucia D’Amaral, recebeu o prêmio Five Stars Award, no Latin American Insurance IT Executive Summit. A premiação, que homenageia os executivos de tecnologia mais inovadores do setor de seguros de cada região da América Latina, ocorreu entre os dias 5 e 7 de junho em Fort Lauderdale, nos Estados Unidos. A executiva, que trabalha na Liberty há 18 anos e tem mais de 30 anos de experiência em tecnologia em seguros, foi a liderança escolhida na categoria Brasil.

Ao longo de sua trajetória na seguradora, Ana Lucia participou de diversas ações que posicionaram a Liberty como referência em TI, como a migração do data center para a nuvem, a implementação de novos canais de serviço, além de encabeçar o uso da Inteligência Artificial (IA) nos processos de seguros. Outra grande contribuição da executiva foi na liderança de diversas iniciativas que fazem parte da transformação digital, um dos principais focos estratégicos da Liberty, como por exemplo a digitalização da comunicação da companhia, o que garante um atendimento mais ágil e humanizado a todos os públicos.

“Sinto um orgulho imenso em receber o prêmio Five Stars Award e representar a Liberty Seguros neste reconhecimento tão importante”, comenta Ana Lucia D’Amaral. “Gostaria de agradecer muito a toda a equipe de TI da companhia, que transforma a inovação em realidade e nos permite oferecer as melhores experiências digitais e jornadas fluidas para todos os nossos clientes, parceiros e corretores”, completa.

A importância da educação em seguros para o desenvolvimento do setor

Fonte: CNseg

“Vivemos um momento de grandes transformações e inovações no setor segurador e, nesse ambiente, o papel da educação continua sendo fundamental”, afirmou o presidente da Confederação Nacional das Seguradoras (CNseg), Dyogo Oliveira, ao moderar o painel “Educação em Seguros – Tirando o Atraso, Reduzindo Assimetria”, realizado em 10 de junho, dentro da programação do Open Summit Brasil – Banking Insurance Innovation.

O painel contou com os seguintes palestrantes: o Diretor Geral da Escola de Negócios e Seguros (ENS), Tarcisio Godoy; o Diretor de Seguros Grandes Riscos da Mapfre, Jonson Souza, e o co-fundador e CIO da 180 Seguros, Alex Körner. Durante a moderação, Dyogo Oliveira disse existir ainda uma grande lacuna entre o quanto as pessoas conhecem sobre o seguro e o quanto elas deveriam conhecer. Segundo Dyogo, os corretores de seguros têm um papel muito importante para a mudança desse cenário.

Concordando com o presidente da CNseg, o Diretor Geral da ENS afirmou que ainda há uma grande assimetria de informações entre quem produz e quem consome os produtos de seguro. E destacou que a ENS atua há 50 anos no desenvolvimento do setor e na redução dessa diferença.

O Diretor de Seguros Grandes Riscos da Mapfre relatou a preocupação da seguradora em fornecer aos corretores o máximo de informações sobre seus produtos, permitindo que eles possam continuar a ser o principal canal de comunicação com os consumidores.

Também se mostrando alinhado aos demais participantes, Alex Körner disse ter conhecimento dos problemas do Brasil em relação à cultura do seguro, e que para reverter esse quadro “é necessário traduzir o ‘segurês’ e criar produtos que falem a ‘língua dos clientes’”.

Nesse sentido, Dyogo Oliveira informou que a Confederação Nacional das Seguradoras tem abordado muito essa questão. E afirmou: “Apesar dos avanços que necessitam ser realizados, os consumidores já estão mais conscientes da importância do setor segurador.”

Bruno Novicki é o novo Vice-Presidente Comercial Regional e RCMO da Prudential

Fonte: Prudential

Bruno Novicki é o novo Vice-Presidente Comercial Regional & RCMO (Regional Chief Marketing Officer) da Prudential do Brasil. Após oito anos como franqueado da Prudential, encerrou as atividades de sua empresa e agora comandará a rede de franquias da franqueadora nas regiões de Brasília, Goiânia e Recife.
 

Novicki, que tem MBA em Gestão de Projetos e graduação em Sistemas de Informação, ambos pela Universidade Federal do Paraná, atuará sob a liderança de Rodrigo Prosdocimi, Vice-Presidente Comercial Regional & RCMO, responsável pela expansão do modelo de franquia em todo território nacional.

Seguro de Vida para autônomos: um aliado para o equilíbrio da renda

Data: 10.02.2020 Local: Alphaville, SP Assunto: Retrato de Bernardo Castello, diretor Bradesco Vida e Previdência. Foto: Bitenka

Fonte: Bradesco

O número de trabalhadores autônomos e profissionais liberais segue crescendo no mercado brasileiro, especialmente após o advento da pandemia. Contudo, um dos maiores desafios desses profissionais, na maioria dos casos, é manter um equilíbrio financeiro sem contar com uma receita fixa. Lidar com essa situação de maneira adequada exige um bom planejamento. De acordo com Bernardo Castello, diretor da Bradesco Vida e Previdência, o Seguro de Vida é um produto indispensável para alcançar esse objetivo, pois oferece coberturas e assistências capazes de compensar uma eventual perda temporária de renda ou fazer frente a alguma despesa inesperada.

É o caso, por exemplo, de coberturas como Diária por Incapacidade Temporária, Diária de Internação Hospitalar e Doenças Graves. Há também assistências diferenciadas como o serviço Palavra de Médico, do seguro Vida Viva Bradesco, que possibilita o atendimento em diversas especialidades por especialistas brasileiros e internacionais, podendo ser contratado individualmente ou na modalidade de plano familiar. Todas essas soluções contribuem para a tranquilidade financeira de profissionais como motoristas de aplicativo, empreendedores digitais, personal trainers, terapeutas, entre outros.

“Um profissional autônomo precisa estar ciente de que suas receitas tendem a ser variáveis, já que, dependendo do produto ou serviço, o fator sazonal acaba tendo influência na demanda. A proteção de um seguro de vida pode garantir, por exemplo, o pagamento de uma indenização mensal, caso a pessoa fique impossibilitada de trabalhar por questões de saúde”, explica Bernardo Castello.

Segundo o diretor da Bradesco Vida e Previdência, no caso de um acidente, ter uma reserva de emergência ajuda muito a atenuar o impacto financeiro, principalmente se estivermos falando do provedor da família, que deve arcar com despesas como educação e saúde dos filhos.

“Nessa situação, o seguro atua como um aliado, provendo o suporte necessário até que as atividades sejam retomadas, além de poder oferecer cobertura para as despesas médicas, hospitalares e odontológicas decorrentes do acidente, o que contribui para evitar a contratação de empréstimos emergenciais que possam vir a afetar o planejamento familiar”.

Antes de contratar um Seguro de Vida, Bernardo Castello recomenda que o profissional tenha um planejamento claro e trace planos a médio e longo prazos, levando em conta sua situação familiar e patrimonial. Também é importante estimar a média de gastos e rendimentos no mês. Mesmo que os valores não sejam precisos, ter essa previsão ajuda a enfrentar uma perda temporária de receita fixa.

“Além disso, é sempre importante avaliar, pelo menos uma vez por ano, se as coberturas e assistências contratadas ainda atendem seus objetivos. Para isso, o ideal é contar com o apoio de um corretor de seguros, especialista mais indicado para auxiliar na escolha da proteção certa para o seu momento de vida e até mesmo para esclarecer eventuais dúvidas em casos de sinistro”, reforça o diretor da Bradesco Vida e Previdência.

MAG Seguros traz novidades no venda digital

Fonte: MAG


Inovação está no DNA da MAG Seguros, seguradora especializada e vida e previdência com mais de 185 anos de atuação ininterrupta no Brasil. No último mês, a companhia apresentou novidades no Venda Digital que vão facilitar o dia a dia das vendas de seus corretores e parceiros.

Desenvolvido em 2017, o Venda Digital permite a comercialização de todo portfólio da MAG Seguros de forma totalmente digital, remota e com a máxima segurança. Em versões aplicativo e web, a ferramenta foi fundamental para a continuidade dos negócios dos corretores durante a pandemia e está em constante evolução.
 

“Buscamos continuamente proporcionar uma ferramenta cada vez melhor para nossos corretores e parceiros, por isso, estamos sempre atentos às novas demandas e tendências”, comenta Jimmy Werder, gerente de Canais Digitais da MAG Seguros.

Entre as novidades do Venda Digital estão que, além do receber o token de assinatura para a validação da proposta por SMS e e-mail, o cliente também poderá optar recebê-lo pelo Whatsapp.

Outra nova facilidade é a possibilidade de concluir a venda apenas usando o novo cotador, trazendo agilidade no dia a dia do corretor.

Vale destacar que, atualmente, mais de 90% das vendas da MAG Seguros são realizadas por esta ferramenta, o que revela a assertividade do seu desenvolvimento e a sua real aplicabilidade no dia a dia dos corretores parceiros da seguradora.

Antonio Carlos Teixeira, ex-BB, assume como diretor comercial e de clientes da Brasilcap

Fonte: BrasilCap

A Brasilcap, empresa de capitalização da BB Seguros, tem um novo diretor comercial e de clientes. Ao assumir a diretoria, Antonio Carlos Teixeira afirma estar motivado para contribuir com o plano de retomada da liderança de mercado colocado em ação pelo presidente Nelson de Souza, desde que assumiu, em outubro passado. Projeto, aliás, que começa a apresentar resultados consistentes. “Estou extremamente motivado. A expectativa de retomar a liderança, com um planejamento comercial agressivo, em especial, a abertura de novos canais, tem me fascinado”, afirma o novo diretor, que chega com credenciais relevantes.


Aos 39 anos, Teixeira já desempenhou diversos cargos de liderança no Banco do Brasil ao longo de duas décadas. Entre eles, superintendente comercial e executivo de Varejo, além da participação na diretoria de Micro e Pequenas Empresas. Sua experiência inclui ainda a implementação de uma das Gerências Regionais de Crédito Imobiliário do Banco do Brasil e o comando da área de mobilização e metas do Varejo.Natural de Goiânia, mas criado em Cuiabá e com temporadas em São Paulo, no Rio de Janeiro e em Brasília, Antonio Carlos Teixeira é formado em Direito e tem especializações em Gestão Financeira de Negócios e Gestão de Pessoas.

A Brasilcap conta com mais de 3 milhões de clientes e um portfólio diferenciado de soluções de capitalização, como o estímulo à disciplina financeira com chances de premiação, incremento de negócios para empresas por meio dos títulos de incentivo, garantia ágil e segura para o aluguel de imóveis e operações de crédito, além de contribuição à filantropia.

Mitsui Sumitomo destaca a importância do corretor de seguros em diversificar o portfolio de produtos no Brasesul

A Mitsui Sumitomo Seguros esteve presente, nos dias 26 e 27 de maio, no Congresso Sul Brasileiro de Corretores de Seguros – Brasesul, que reuniu profissionais do Paraná, Santa Catarina e Rio Grande do Sul.

Estiveram presentes o vice-presidente Hélio Kinoshita, a diretoria comercial e gerentes comerciais das filiais que atendem a região sul do Brasil. O objetivo foi fortalecer o relacionamento com corretores e parceiros, além de atrair novas oportunidades de negócio.

O maior interesse dos corretores que visitaram o estande da seguradora foi o seguro de ramos elementares massificados. “Nossa equipe mostrou aos corretores a importância de trabalharem na diversificação do mix de produtos para aumentarem suas receitas. Vivemos um momento em que estar ao lado do cliente, como consultores de riscos, é o grande diferencial do profissional de vendas, que passam a ser reconhecidos como especialistas em oferecer soluções para proteção do patrimônio de seus clientes”, comenta o vice-presidente Hélio Kinoshita.

“Participar de eventos como a Brasesul é importante para estreitarmos a parceria com nossos corretores e parceiros, além de reforçarmos a presença da Mitsui Sumitomo Seguros em um mercado tão importante”, acrescenta.

Além disso, apoiada na busca em ofertar a melhor experiência digital aos stakeholders por meio do atendimento omnichannel, a MSS fortaleceu a presença de sua assistente virtual que está em todos os canais digitais: MITI, uma das estrelas dos stories da Brasesul.

CNseg: apesar do IPCA de maio abaixo do esperado, expectativa é de alta da Selic na quarta-feira

O IPCA de maio, divulgado na semana passada, teve alta de 0,47%. Em maio do ano passado, a alta havia sido de 0,83%. Com isso, o acumulado em 12 meses desacelerou para 11,73%. Apesar do resultado ter vindo abaixo do esperado, os indicadores de persistência da inflação, como os núcleos e a dispersão dos preços, continuam pressionados. 

Com dados de atividade e emprego indicando uma economia um pouco mais aquecida do que se imaginava há alguns meses, a maioria dos analistas acredita que o Copom irá aumentar a Selic em 0,50p.p. na reunião de quarta-feira, 15. “O que ocorrerá a partir daí, entretanto, é mais incerto e dependerá dos dados correntes, ou seja, deveremos ver um Banco Central mais “data-dependent”, no jargão do mercado”, diz Pedro Simões, economista do Comitê de Estudos de Mercado da CNseg. 

Segundo o economista da CNseg, colabora ainda para a perspectiva de juros mais altos no Brasil a expectativa – que provoca quedas nos mercados nesta segunda-feira – de que, nos EUA, o Fed aumente os juros básicos mais do que esperado, pois, na maior economia do mundo, a inflação continua a surpreender para cima, chegando a 8,6% em maio, no CPI divulgado na última sexta-feira. “Juros mais altos internacionalmente diminuem o diferencial de juros por aqui, e esta é uma variável que pesa, por exemplo, no comportamento do câmbio, com impactos na inflação interna”, ressalta. 

Levantamento feito pelo Valor mostra que a expectativa mediana de 91 instituições consultadas para o IPCA de 2023 subiu para 4,6%, consideravelmente acima da meta central de 3,25% e já muito próxima do teto da meta, que é 4,75%. O mesmo levantamento aponta que a Selic projetada ao final deste ano é de 13,50% e, para o final do ano que vem, de 9,75%. 

Leia a íntegra do boletim Acompanhamento de Expectativas Econômicas desta semana no portal da CNseg.

MetLife é finalista do 25º Top of Mind de RH 2022 

Fonte: MetLife

A MetLife, uma das principais empresas de serviços financeiros do mundo, acaba de entrar para o seleto grupo das cinco empresas finalistas na categoria “Convênio Assistência Odontológica” da edição 2022 do Top of Mind de RH, um prêmio de lembrança espontânea de marca, que valoriza as empresas e profissionais que desempenham um papel fundamental no crescimento e empoderamento da gestão de pessoas. Em 2022, o maior prêmio concedido pelo RH está ainda mais especial com uma edição que celebra seu aniversário de 25 anos. 

Esta é 16ª vez que a MetLife é indicada na premiação, tendo figurado nas edições de 2003 a 2005 na categoria ‘Previdência Privada’, e de 2009 até 2022, todos os anos, exceto em 2016, na categoria ‘Convênio Assistência Odontológica’. Por três vezes a MetLife já faturou o prêmio, nas edições de 2010, 2012 e 2013. 

“Esse reconhecimento comprova que a MetLife é referência em planos odontológicos entre os profissionais de RH do país. Com mais de 1 milhão de beneficiários, percebemos que a procura por planos essenciais, focados em cuidados básicos, tem aumentado. As empresas também têm considerado mais levar o plano odontológico como diferencial aos colaboradores, isso se reflete na nossa indicação e lembrança no Top of Mind de RH, que teve em 2022 mais de 1000 empresas participantes”, comenta Paula Toguchi, superintendente de produtos da MetLife Brasil. 

Com esta classificação, a empresa passa também a fazer parte do “Guia dos Eleitos”, um manual orientativo aos profissionais de RH e participará também do Top RH Sync, o maior evento online e gratuito para os profissionais de recursos humanos do país. O evento acontecerá entre os dias 15 e 18 de agosto e no ano passado reuniu mais de 3.700 pessoas. As palestras estarão disponíveis no link: https://toprhsync.com.br/  

A segunda fase da disputa à posição de liderança no prêmio Top of Mind já começou e, nela, apenas profissionais de recursos humanos ou gestão de pessoas podem votar. A premiação acontecerá em outubro em um evento destinado aos profissionais do setor e empresas indicadas.  

Open Insurance trará mudanças para o setor de seguros em 2024, segundo pesquisa da Capgemini

É necessário ter mais interesse nas mudanças que o Open Insurance exigem e montar uma estratégia de adaptação a uma nova realidade. Esta é a conclusão do estudo “Desafios, Oportunidades e Estratégias“, publicado pela consultoria Capgemini. O estudo foi baseado em pesquisas de mercado e análises teóricas, desenvolvido com o objetivo de responder quatro perguntas que refletem as principais preocupações do setor hoje. “Ajudar empresas em suas jornadas de transformação faz parte do DNA da Capgemini e, em conjunto com a capacidade analítica de Francisco Galiza, esperamos trazer um estudo que funcione como norte para a tomada de decisão de negócios”, conta Roberto Ciccone, vice-presidente para Serviços Financeiros na Capgemini Brasil.

Gustavo Leança, líder de Soluções para Seguros na Capgemini Brasil, explica que empresas maiores normalmente precisam de seguros personalizados, mais complexos, o que deve impedir que essas operações sejam feitas por meio do Open Insurance. Já no caso das modalidades mais simples e para pequenas empresas, o Open Insurance pode facilitar ainda mais a operação, possibilitando a comparação entre ofertas de seguro e contratação simplificada, por exemplo, por um aplicativo. “Quando a gente vê um produto como seguro de celular, de repente você vê que em vez da seguradora A você pode ir pra B pelo mesmo preço e é um produto muito simples, você entende o valor do seguro, a tendência de ir para preço é muito maior”, apontou.

Francisco Galiza, consultor econômico e parceiro da Capgemini na elaboração do estudo, destaca que além da necessidade de investimentos, um dos achados da pesquisa é que o conhecimento da sociedade e dos profissionais do mercado sobre o Open Insurance ainda é baixo, contribuindo para que o horizonte de impacto seja mais longo.

“Um desafio claro é de conhecimento, a gente fez essa pergunta para as empresas, sobre qual o grau de conhecimento que elas têm em relação ao Open Insurance e é muito baixo. Há toda uma trajetória cultural em relação a isso, uma trajetória de compliance, regulatória, das pessoas se adaptarem e isso é uma trajetória de médio e longo prazo”, disse.

Veja abaixo as perguntas e um resumo das respostas:

O Open Insurance será realmente importante para o mercado de seguros brasileiro? E, em caso afirmativo, a partir de quando serão sentidos seus efeitos?

Sim. O Open Insurance será importante conforme dizem: 80,3% dos entrevistados, que acreditam que o Open Insurance trará mudanças profundas no mercado brasileiro no longo prazo, sendo os efeitos sentidos mais daqui a dois anos, em 2024. Tem quem acredite em “nunca”.

Quais os principais impactos que se pode esperar do Open Insurance?

Pela pesquisa realizada, cinco serão as consequências mais importantes do Open Insurance:

Haverá novos produtos no mercado; haverá novas seguradoras (incluindo InsurTechs); a distribuição será mais diversificada; não ocorrerá a exclusão de clientes; não haverá impactos negativos na lucratividade das seguradoras; em termos de ramos, Vida (ou Pessoas), Auto, Massificados e Previdência seriam os quatro mais impactados; e em relação aos tipos de clientes, os mais beneficiados serão as pessoas físicas, seguidos das micro e pequenas empresas.

Quais desafios precisam ser vencidos na nova realidade?

Foram identificados 8 grandes desafios:

  1. O grau de preparação tecnológica atual do setor;
  2. A comunicação do tema junto à sociedade e ao setor;
  3. O entendimento do setor de seguros sobre a Sociedade Iniciadorade Serviços de Seguros (SISS);
  4. A necessidade de revisão nas estratégias de negócio;
  5. A adoção pelos agentes e consumidores;
  6. A interoperabilidade com o Open Finance;
  7. Desafios regulatórios;
  8. O risco de mau uso dos dados.

Como definir estratégias eficientes para ter sucesso neste novo ambiente?

Segundo a pesquisa com os executivos neste exato momento, enquanto as InsurTechs, as SISS e os segurados devem ser os grandes beneficiados do Open Insurance, os canais distribuição – especialmente o corretor – foram, em princípio, os indicados como os mais negativamente impactados. Em uma análise final, foco no cliente, processos inteligentes, inovação e ecossistemas abertos são quatro pontos cruciais que precisam fazer parte da estratégia das seguradoras e corretoras visando ao melhor desempenho no Open Insurance. E essa transformação precisa começar o quanto antes.